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Montagem e circulação do espetáculo infantil "De um Lado João, De Outro Lado Maria’’, nos municípios de Salvador e São Francisco do Conde, na Bahia e, em Barra dos Coqueiros, em Sergipe, baseado no livro inédito de Eraldo Miranda, com lançamento, bate papo com o autor e duas oficinas artísticas/sensoriais voltadas para dois grupos etários de 0 a 3 anos e de 4 a 6 anos. Sob a direção artística de Andréa Elia, o espetáculo conta a história de dois vizinhos, João e Maria, duas crianças, mas separadas por um grande muro em seus jardins. A trama é contada por Sissi, narradora poética que observa a vida dos moradores ao lado de seu amigo, o pássaro Bem Te Vi. A barreira concreta do muro num primeiro momento impede que os dois se conheçam, mas inventivos, como toda criança, os dois vão construindo mundos imaginários. A apropriação da linguagem pictórica, o desenvolvimento da escrita e da leitura começam a construir pontes de diálogo entre as casas, abrindo um novo mundo de afeto e amizade.
Sob a direção artística de Andréa Elia, o espetáculo é inspirado no livro inédito do escritor Eraldo Miranda, adaptado pela diretora em parceria com atriz do espetáculo Renata Berenstein, que interpreta a narradora Sissi. Visto que a trama original do autor se dirige de forma mais orgânica com as crianças em processo de alfabetização, o primeiro aspecto a ser validado na adaptação, é a inclusão da primeira infância, como plateia do espetáculo. Para ampliar a comunicação com diferentes faixas etárias, torna-se-essencial o estímulo às vivências sensoriais. O espetáculo com 50 minutos de duração apresenta uma trama simples e poética: o dia a dia de João e Maria, duas crianças vizinhas, inicialmente separadas por um grande muro em seus jardins. João é um menino solar que inicia a história com sete anos, cheio de energia, gosta de jogar bola com seu cachorro e tem muita energia para correr e pular, adora brincar com os caminhõezinhos de madeira feitos pelo seu avô, aspecto que na encenação valoriza a cultura dos brinquedos manuais. Maria de natureza mais lunar, com a mesma idade de João, é meiga, doce e introspectiva, tem muita energia para criar histórias e confabular diálogos com suas bonecas de pano feitas pela sua avó, valorizando o artesanato como manifestação cultural. Os dois são de realidades sociais semelhantes, porém de famílias muito distintas, inventivos e criativos, vão crescendo sem se darem conta do muro no jardim, vivendo em liberdade o seu próprio mundo. Através de jogos de faz de conta, dialogando com amigos imaginários. No plano real elas têm como seus melhores amigos, os seus bichinhos de estimação, Nico, o cachorrinho de João, e Pluma, a gatinha de Maria, que também ganham vida em cena, confeccionados como adereços cênicos. As brincadeiras das crianças são sempre interrompidas pelos seus familiares personificados em vozes em off, trazendo-os de volta ao mundo real. E é justamente no plano fantasioso das brincadeiras que encontramos um canal de comunicação com a primeira infância que é estimulada a sentir a trama pelas brincadeiras. O cenário também é composto por brinquedos de João e Maria que servem de estímulo às crianças entrarem na cena. Este contato vivo e orgânico se dá através da narradora Sissi, personagem não existente no livro, que na adaptação ganha a cena como uma narradora encantadora que estimula trocas sensoriais, numa atuação lúdica e pedagógica. Esta narradora poética chega sempre acompanhada do seu fiel amigo, o pássaro Bem Te Vi, também personificado por um adereço cênico, que cantando com Sissi faz com que ela ensine pequenas canções as crianças, que são repetidas ao longo do espetáculo. A assimilação do universo sonoro é também potencializada por uma trilha originalmente composta pelo diretor musical Ray Gouveia, com a execução ao vivo pelo músico e ator Leonardo Bittencourt. A trama tem sua virada no momento em que um aviãozinho de papel enviado por João chega ao quintal de Maria, sobrevoando o muro. Os dois começam a se comunicar primeiro por desenhos, depois letras, palavras e até frases à medida que crescem e avançam nos aprendizados além do muro. O aviãozinho surge como um recurso sensorial, convocando a plateia a uma vivência coletiva, onde toda a plateia brinca, trocando aviõezinhos. Nesta imagem poética fica a mensagem final de que as verdadeiras fronteiras a serem transpostas moram dentro do nosso coração.
Em consonância com o Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Objetivo geral: Montagem e circulação de espetáculo infantil voltado para a primeira infância ( de 0 a 6 anos) "De um Lado João, De Outro Lado Maria’’, baseado no livro inédito de Eraldo Miranda, com lançamento também previsto no projeto, além de duas oficinas artísticas/sensoriais a serem realizadas nas cidades onde o espetáculo irá circular, voltadas para dois grupos etários de 0 a 3 anos e de 4 a 6 anos. Objetivos específicos: - Promover um trabalho educativo para crianças da primeira infância, através da integração das diversas linguagens artísticas, tendo como eixo o teatro, com respeito e igualdade de oportunidades a todos; - Contribuir para que a criança desenvolva uma imagem positiva de si, estimulando capacidades de ordem física, cognitiva e afetiva, através da interação proposta nas atividades do projeto; - Contribuir para a construção da identidade da criança, a partir do respeito e acolhimento do outro e das suas diversas perspectivas; - Desenvolver a socialização em ambiente acolhedor, com a finalidade de ampliar o espaço de atuação da criança e sua percepção do mundo, favorecendo o convívio social e respeito às diferenças; - Permitir que a criança pense, compartilhe informações, aprenda a formular questões a partir dos elementos abordados nas oficinas e no espetáculo, estabelecendo o conhecimento através de postura de curiosidade, ampliando assim seu universo cultural; - Trabalhar a expressão pessoal através das diferentes linguagens: plástica, corporal e musical, a partir da conexão entre as atividades propostas no projeto (oficinas e espetáculo); - Promover a criação de vínculos de afeto e pertença de crianças, de todas idades e contextos, com equipamentos culturais e, por consequência, com as práticas que ali se desenvolvem; - Facilitar o acesso de crianças e cuidadores aos bens e serviços culturais ofertados em equipamentos, por meio de medidas de acolhimento e atendimento às demandas específicas desses públicos; - Valorizar as crianças como sujeitos sociais plenos, complexos, competentes e titulares de direitos de toda ordem, em destaque para os de participação na sua vida comunitária; - Considerar o brincar, sentir e perceber como recursos de aprendizagem. Metas: - Montagem do espetáculo "De um Lado João, De Outro Lado Maria’’; - Circulação nos municípios de Salvador e São Francisco do Conde, na Bahia e, em Barra dos Coqueiros, em Sergipe, conforme descrito abaixo: São Francisco do Conde, BA _ 03 (três) apresentações | sexta a domingo Barra dos Coqueiros, SE _ 03 (três) apresentações | sexta a domingo Salvador, BA - 12 (doze) apresentações | quatro temporadas, sendo as duas primeiras de quinta a domingo e as duas últimas de sexta a domingo - Realização de 02 (duas) oficinas artísticas/sensoriais voltadas para dois grupos etários de 0 a 3 anos e de 4 a 6 anos, em cada município que o espetáculo vai circular; - Realização de 03 (três) eventos de lançamento livro inédito João e Maria, do autor Eraldo Miranda, um em cada município que o espetáculo vai circular; - Realização de 03 (três) bate papos com o autor Eraldo Miranda e a diretora artística Andrea Elia, um em cada município que o espetáculo vai circular.
Em consonância com o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Baseado no livro inédito de Eraldo Miranda, "De um Lado João do Outro Maria" é um projeto de montagem e circulação de espetáculo infantil voltado para a primeira infância (de 0 a 6 anos). Sob a direção de Andréa Elia, o espetáculo apresenta a história de dois vizinhos, João e Maria, duas crianças vizinhas, mas separadas por um grande muro em seus jardins. A trama é contada por Sissi, uma narradora poética que observa a vida dos moradores ao lado de seu amigo, o pássaro Bem Te Vi. A barreira concreta do muro num primeiro momento impede que os dois se conheçam, mas inventivos, como toda criança, os dois vão construindo mundos imaginários. A apropriação da linguagem pictórica, o desenvolvimento da escrita e da leitura começam a construir pontes de diálogo entre as casas, abrindo um novo mundo de afeto e amizade. Através do olhar poético sobre o cotidiano dessas crianças, testemunhamos o muro diminuir de tamanho e a comunicação aumentar, numa aproximação que cresce até o dia em que os olhares dos dois se encontram pela primeira vez. Na imagem poética a mensagem de que as verdadeiras fronteiras a serem transpostas moram dentro do nosso coração. A primeira infância é uma fase importante para formação de futuros leitores, por isso o estímulo a literatura e, a produção literária na área se potencializam nesse projeto com uma encenação lúdica e estética, que estabelece um jogo entre o visto e o não visto. A concepção estética do espetáculo também ressignifica a arquitetura dos teatros, quebrando a quarta parede que separa palco e plateia, ampliando o olhar das crianças que assistem à peça no próprio palco, em proximidade física e sensorial com os personagens da história. Fortalecendo o conceito de quebra das barreiras a plateia ficará inicialmente dividida pelo muro, conhecendo a história a partir da perspectiva de cada personagem. No desenrolar da trama a plateia de Maria e a plateia de João, são convocadas a trocar de lugar e a participar da brincadeira, construindo uma nova teatralidade, através de outros diálogos e novos pontos de vista. A troca de aviõezinhos de papel será também uma vivência a ser realizada com a plateia. O teatro tem um papel fundamental no desenvolvimento da criança possibilitando o convívio na diferença, a educação estética e a formação humana. Ao olharmos a criança como sujeitos históricos enxergamos esses também como agentes das realidades sociais na qual estão inseridas. O crescente processo de segregação espacial e social que se observa nas cidades, coloca entre os diferentes grupos sociais muros e tecnologias de segurança validados pelo medo. A criança, movida por uma curiosidade natural busca o lúdico e com coração amoroso torna-se capaz de ultrapassar barreiras, levando os adultos a transitarem por mundos até então desconhecidos. No Brasil, a cada 100 pessoas 17 são crianças até 12 anos. São cerca de 35,5 milhões de pessoas que constituiriam, em teoria, um público potencial para as práticas artístico-culturais que se realizam em território brasileiro. Se considerarmos que as crianças muito raramente acessam um equipamento cultural sem a companhia de um adulto, seja ele familiar ou educador(a), não seria exagerado imaginar que ao orientar-se para a inclusão infantil poderíamos prever um quantitativo exponencialmente maior. Em uma realidade democrática ideal, essa informação por si mesma seria capaz de mobilizar políticas e diretrizes a essa numerosa parcela da população, com ações, projetos e programas diversificados, orientados para inclusão desses sujeitos de forma contínua e estruturante. Mas na prática não tem sido assim, seja pela pouca regularidade de conteúdos voltados para os mais jovens, seja pelo pouco preparo dos espaços em termos de estrutura e treinamento de equipe para recepcionar crianças, daí a importância da realização de projetos que tratem dessas questões, através de uma perspectiva lúdica e responsável. Nesse contexto, a apresentação teatral, as mediações culturais e o lançamento do livro - ações sócio educativas contidas neste projeto, buscam potencializar o processo de emancipação e autonomia da criança, no estímulo à exploração da imagem e da escrita como outras formas de conhecer e retratar o mundo, além de estimular a interação desse público com a arte educação.
Eraldo Miranda é escritor de literatura infanto juvenil, crítico literário pela PUC-SP, pesquisador de literatura oral folclórica, mitologia comparada e literatura infanto juvenil. Ministra cursos, palestras, bate-papos narrativos literários, educacionais e culturais para educadores, crianças de creche, alunos de educação Infantil, fundamental I e II, ensino médio, universitários e público em geral. Possui mais de 30 publicações por várias Editoras e livro selecionado para Catálogo de Bolonha-2010 e recebeu o selo de Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) 2010. É autor do livro Guerra e Paz, chancelado pela UNESCO/CLUBE UNESCO inspirado nos Painéis Guerra e Paz de Candido Portinari e com prefácio de Milton Nascimento pela Cria Mineira Editora, Alfenas – MG (Traduzido e adaptado para língua inglesa e espanhola). Para o ano 2020/2021 está programado o lançamento de 06 novos títulos, entre eles “De um lado João/De outro lado Maria” pela Pallus. Este projeto amplia a atuação didática do livro, que unido à natureza sociocultural do teatro, contribui para o fortalecimento de uma pedagogia além dos muros das escolas. Currículos equipe: https://drive.google.com/open?id=1ktRpa7gkcBXg77q0lUpo4V3n7uudodre Portfólio Via Press: https://drive.google.com/open?id=1vyBPoVLoND9C2pVbI4RTnzmyiyD8mvre
Cenário: Como uma folha em branco, que vai sendo desenhada ou escrita, a idéia do cenário parte dessa concepção processual, de um espaço neutro, retangular, que ao longo da dramaturgia vai se preenchendo de formas, volumes e cores. A plateia, participa do jogo da encenação, dividindo-se em posições extremas do retângulo. As transformações no espaço são feitas em frente ao público, pelo próprio elenco, revelando às crianças o processo de montagem do cenário. A experiência se inicia com a plateia participando como observadora total, inclusive das reações da outra parte da plateia a sua frente, até que no meio do retângulo é erguido um muro. A partir desse momento, cada platéia assume uma perspectiva diferente da história: parte vivenciará como João, sem ver sua vizinha, enquanto a outra metade experimentará como Maria, sem conhecer o vizinho. De cada lado, biombos e elementos cênicos representam as características marcantes dos jardins e das suas respectivas casas, assim como os brinquedos das personagens se colocam em cena para possível interação com o as crianças. Para a construção do muro, estuda-se o uso de tecidos e diferentes texturas (redes, tramas, papéis...) em diferentes tonalidades do branco e bege, que transformam essa barreira numa espécie de tela para o uso de sombras e projeções digitais. Essa plataforma vai ganhando cor, à medida que os desenhos e cartas trocadas entres os amigos, reproduzidos em maior escala, são fixados formando um grande mural sobre ele. Nesse momento, além dos desenhos das personagens, vamos incorporar, através da projeção os desenhos produzidos durante a oficina de mediação com as crianças. Outros elementos de extrema importância para a construção estética do espetáculo, é o uso de bonecos para representar os animais dessa história: o cachorro do João, o gato da Maria e o Bem Te Vi de Sissi. Tecidos, pelúcia, penas, serão utilizadas na construção desses personagens que ganham vida na interação com os atores. Figurino: Os desenhos dos figurinos serão inspirados nos traços originais de desenhos de criança, com tons de realidade. Os personagens vestem roupas apropriadas à idade com o conforto de quem brinca em casa. A paleta de cores é inspirada nas caixas de lápis de cor, preenchendo o universo temático de cada personagem. Para João e Maria, serão usadas cores fortes e contrastantes, em traços simples e minimalistas. O início do livro já aponta uma primeira sugestão de cores, ao descrever que o jardim de João é amarelo como o girassol, e o de Maria é azul como o céu infinito. Os elementos simbólicos do mundo de cada poderão ser aplicados nas roupas. No jardim de João tem girassol no de jardim de Maria tem peixinho, João estuda de manhã e acorda com o sol e Maria estuda de tarde e tem ligação com a lua. O figurino de Sissi é pensado na direção oposta, já que ela atua de forma lúdica e pedagógica como contadora de história, propomos uma roupa base preta, que se desdobra em pequenos detalhes, oferecendo sucessivas mudanças. como mangas de roupa que são retiradas, uma saia avental com dois lados e temas, uso de saias sobrepostas a um macacão, trocas de chapéus, laços, lenços e adereços diversos. À medida que a narração avança vão sendo exploradas texturas e volumes, e como ela sempre está acompanhada de seu amigo fiel Bem Te Vi, ao final o seu figurino se assemelha a imagem do pássaro. Um detalhe lúdico que também dialoga com a criação das roupas são as indumentárias dos bichinhos que compõem a história, o cachorro Nico que acompanha João é branco com manchinha preta e a gatinha de Maria, é branquinha e felpuda. As vestimentas, assim como o cenário, vão se modificando ao longo da história, e ao vermos a bermuda de João encurtar e o vestido de Maria diminuir, visualizamos o tempo e as suas transformações. Oficinas de arte educação: Integrando o aspecto pedagógico do projeto estão previstas o desenvolvimento de duas oficinas artísticas/sensoriais a serem realizadas, em cada cidade, totalizando 06 atividades, voltadas para dois grupos etários de 0 a 3 anos e de 4 a 6 anos. Com duração de 01 hora e 30 minutos realizadas em bibliotecas públicas para no máximo 20 (vinte) participantes as atividades educativas tem como foco a aproximação sensorial com o conteúdo do espetáculo, ultrapassando o discurso verbal e construindo uma experiência sentida e vivenciada. A mensagem pedagógica é potencializada por recursos lúdicos e recreativos, além do uso de outras expressões artísticas: pintar, desenhar, cantar e ouvir histórias. No grupo 01 (de 0 a 3 anos), envolvemos a participação mais direta dos pais que serão convidados a brincar se envolvendo nas tarefas e motivando os filhos. A troca com as crianças de 0 a 03 será possibilitada pela ampliação da percepção auditiva do universo sonoro dos brinquedos de João e Maria, estabelecendo um jogo sonoro que apresenta as canções que compõem a trilha do espetáculo. Já no grupo 02 (de 4 a 6 anos), as crianças serão inseridas no mesmo jogo de cena dos personagens e irão explorar a imagem, seus próprios desenhos como forma de expressão e comunicação. Através das atividades lúdicas e jogos teatrais propostos, elas passam a brincar com crianças que ainda não conhecem, transpondo muros e fazendo novas amizades. A metodologia das oficinas será desenvolvida por Andréa Elia em parceria com a psicóloga e atriz Renata Berenstein. Pautados em técnicas de Viola Spolin, jogos de clown e exercícios de criatividade da educadora Maria Eugênia Millet iremos propiciar uma troca viva e dinâmica com a trama da peça. Público total previsto: 120 pessoas. Lançamento do Livro Integrando o programa de mediação cultural, está previsto em cada cidade o lançamento do livro De Um Lado João, De Outro Lado Maria, com a presença e bate papo: Pela estrada de tijolos amarelos: entre palavras, livros e bibliotecas com o autor Eraldo Miranda. Esse diálogo estabelecido entre o autor e as crianças busca aproximar o público da obra, familiarizando-se com os personagens e suas trajetórias, assim como colocar em questão a importância do livro e da literatura nos meios familiares e sociais. A proposta se amplia também para os professores e demais profissionais da área de educação de cada localidade para refletir sobre o livro e quais estratégias didáticas na elaboração de projetos pedagógicos de estímulo à leitura e a escrita. O lançamento ocorrerá no foyer dos espaços culturais onde acontecerão os espetáculos, como atividade de abertura da apresentação de estreia. Público total previsto: 600 pessoas. Bate papo A concepção do espetáculo traz o livro para a cena, assim como o livro move a criação da cena. O lançamento de um livro inédito concomitante a temporada de um espetáculo também inédito, propiciam uma atuação conjunta de ações culturalmente muito potentes. Propomos então que no um dia após o lançamento do livro, no segundo dia de apresentação em cada cidade, seja também realizado no mesmo local, um bate papo do autor com professores e agentes de educação e cultura, com capacidade máxima de 60 (sessenta) participantes e, que o mesmo inclua as presenças da diretora do espetáculo e da atriz do elenco, adaptadoras da montagem teatral. O objetivo é revelar o processo de construção da peça em que o livro inspira a cena e a cena amplia o livro. A contracena entre o autor, representando a literatura e a equipe artística representando o teatro ampliam novos olhares interpretativos sobre a obra. O diálogo entre diversas fontes de conhecimento será estímulo para provocar o pensamento da plateia. Ao respondermos perguntas dos espectadores sobre o processo de criação estaremos mantendo viva a peça, validando a gênese criativa deste projeto, através de uma atuação sócio cultural que vai muito além dos palcos e muros das escolas. Público total previsto: 180 pessoas.
O acesso à cultura é um direito do cidadão, é fundamental para garantir a inclusão social de pessoas com deficiência. A Declaração Internacional de Direitos Humanos (1948), documento de referência para garantia dos direitos do homem, afirma, no artigo 27, que: “Todo ser humano tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir das artes e de participar do progresso científico e de seus benefícios”. As adequações promovidas pelo conceito de acessibilidade não são necessidades exclusivas das pessoas com deficiência física, visual, auditiva, múltipla e intelectual; pelo contrário, a maioria dos resultados das adequações acessíveis nas diversas esferas dos ambientes, produtos e serviços traz benefícios para toda a comunidade. O desenvolvimento de ações de acessibilidade para pessoas com deficiência e novos públicos em espaços e produções culturais é uma demanda que vem se tornando cada vez mais presente no universo da cultura. Museus, teatros, salas de cinema, centros culturais e casas de espetáculos espalhados pelos cinco continentes, dos mais conhecidos aos recém abertos, passaram a considerar as pessoas com deficiência, os idosos, as famílias com bebês e crianças pequenas, as pessoas com doenças graves e sofrimento psíquico como parte importante de seu público; e, para garantir o acolhimento e a fidelização dessas pessoas, esses lugares passaram a propor novas formas de concepção de espaços, estratégias de comunicação e mediação que tornem suas ofertas mais equitativas. Nesse sentido, promover a acessibilidade aos produtos culturais para pessoas com deficiência e novos públicos e propiciar a eles o protagonismo é trabalhar pela garantia do direito de participação de todo ser-humano na vida cultural da comunidade. Os espaços onde serão realizadas as atividades (espetáculo, lançamento do livro e oficinas) terão condições físicas adequadas. Será ainda disponibilizado meios de transporte para deslocamento do público aos locais de realização do espetáculo e das oficinas. Será realizada uma logística de agendamento com escolas da rede pública de ensino e creches públicas, no sentido de viabilizar o acesso deste público às atividades do projeto. As adequações de comunicação serão observadas nos serviços de áudio descrição, tradução em libras e atendimento capacitado para todos os públicos, com uma equipe técnica preparada e sensível. Medias de acessibilidade: Espetáculo / Lançamento Disponibilização de serviço de audiodescrição permitindo que os deficientes visuais escutem a descrição das apresentações, com informações dos mínimos detalhes de ambientação do espaço, posição dos músicos do palco, cenário, iluminação, disposição dos equipamentos, dentre outras demandas. Ações Formativas (Oficinas de arte educação / bate papo com o autor) – contrapartida social Disponibilização de serviço de audiodescrição permitindo que os deficientes visuais escutem as informações passadas tanto no Encontro quanto nos Cursos de capacitação.
Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos as seguintes medidas de democratização do acesso: - Disponibilização, na Internet, vias as redes sociais do projeto (Instagram e Facebook) de registros audiovisuais das apresentações, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - Parceria para captação de imagens das atividades e das apresentações para veiculação em redes públicas de televisão e outras mídias; - Realização, gratuitamente, de oficinas de arte educação e bate papo com o autor; - Disponibilização de meios de transporte para deslocamento do público aos locais de realização do espetáculo e oficinas. Será realizada uma logística de agendamento com escolas da rede pública de ensino e creches públicas, no sentido de viabilizar o acesso deste público às atividades do projeto. A fim de contribuir para a formação de público, a sensibilização estética e a quebra de preconceitos, o acesso à todas as atividades do Projeto dar-se-á gratuitamente. Desta forma, além do propósito formativo, de difusão cultural, a proposta mantém o seu espírito de democratização do acesso e inclusão social. Há ainda responsabilidades de cunho sócio ambiental. A organização do evento irá firmar parceria com as associações de catadores e ONG’s que trabalham no âmbito da atividade de reciclagem, para reaproveitar todos os resíduos sólidos gerados ao longo do evento. Será adotada uma política de pré ciclagem, priorizando a utilização de materiais reciclados, recicláveis e biodegradáveis. Estratégias de divulgação: Contempla um plano integrado de comunicação estratégica que mantém o Projeto pulsante durante toda a realização. A estratégia se baseia em ações consolidadas de relações públicas, assessoria de imprensa, publicidade e marketing digital. Pesquisa de novas mídias e a garantia de acessibilidade, participação e engajamento do público ao longo do projeto são valores inerentes às ações de comunicação. Relações públicas consistirá em desenvolver e gerenciar o plano de comunicação, estruturando cronograma de comunicação, articulando as áreas e desenvolvendo estratégias de comunicação dirigida. A assessoria de imprensa atenderá a grande mídia e público especializado, entre jornalistas nacionais, formadores de opinião, críticos do setor; sempre alinhado com ações de estratégia digital com relacionamento com influencers alinhados com a proposta. Também faremos uso de patrocínio de campanhas. O trabalho será monitorado e mensurado com KPIs específicos em cada etapa com geração de dados, análise e valoração de resultados. Público: Espera-se contar com participação do público focado na primeira infância, sem distinção de classe social, raça, cor e credo. Estima-se a participação de cerca de 05 mil pessoas como público direto, levando em consideração o público participante das atividades propostas.
Via Press Comunicação - responsável pela produção e comunicação (imprensa e digital) Com berço em Salvador, filiais no Rio de Janeiro e São Paulo e parceiros em todo o país, a Via Press firmou-se como uma empresa com larga experiência em comunicação e eventos, tendo como diferencial em seu cerne as relações públicas. Estreando na Bahia em 1999, pela sua excelência em comunicação alcançou novos espaços, conquistou novos negócios e abriu portas no Brasil e no mundo, respeitando a diversidade e se adaptando a cada local, sempre compartilhando e posicionando a essência da empresa onde atuamos. Elaine Hazin – Coordenadora Geral Jornalista graduada pela Universidade Federal da Bahia, com especialização em Gestão Empresarial pelo Instituto Amana-Key (São Paulo), é diretora geral da Via Press Comunicação, empresa especializada em soluções integradas de comunicação, com um extenso leque de produtos e serviços que contemplam assessoria de imprensa/relacionamento com a mídia, criação e produção de eventos, relações públicas, relacionamento comunitário e desenvolvimento de projetos especiais nos âmbitos cultural, social e ambiental. Andréa Elia – Direção artística Andréa Elia é uma empreendedora das artes cênicas. Atriz com mais de trinta anos de palco, foi indicada ao Prêmio Braskem de Teatro por oito anos consecutivos, sendo vencedora na categoria melhor atriz em 2010 pelo espetáculo “As Velhas” de Luiz Marfuz. Criadora do Curso Ato de Teatro, com turmas na Acbeu e Villa Campus de Educação, é responsável pela formação teatral de novas gerações há mais de quinze anos. Professora do Colégio Helyos, em Feira de Santana, e terapeuta junguiana em formação, dirige o Teatro da Cidade desde 2015. Sua atuação se consolidou além dos palcos de Salvador com o espetáculo Divinas Palavras, nos Festivais de Curitiba, Londrina, SESC São Paulo, Recife e com o espetáculo Kaô, representou a Bahia na Rússia, Espanha e Portugal em 2000 e 2001. Em 2010 com o monólogo “A Caixa Não é de Pandora”, integrou o Festival Porto Alegre em Cena, e “Janeiro de Grandes Espetáculos” em Recife. Renata Berenstein - Elenco e cenografia Atriz, arte educadora e psicóloga graduada pela Universidade Federal da Bahia e mestre no Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas na UFBA. No campo da infância, atuou com o grupo de teatro Os Bumburistas nos espetáculos O Fantasma de Canterville (2008) e Alice no Sertão das Maravilhas (2009). É idealizadora, produtora e curadora do PETIZ - Festival de Arte para Infância e Juventude, que acontece bienalmente em Salvador. Desenvolve ainda pesquisa no campo das artes e da saúde mental, como diretora do grupo de teatral Os Insênicos, formado por pessoas portadoras de transtornos mentais. Jessica Marques - Elenco Atriz, graduanda em licenciatura em Teatro na UFBA. Realizou cursos de dança contemporânea, moderna, afro e do ballet clássico. Atuou em espetáculos como “A chegada de Lampião do Inferno e a Criação do Temeroso" (2018), “Um Conto Zen"(2018) , “Aguemon" (2018), “Chame Gente” (2019) e “Defeitos de Família”(2019). Diogo Baleeiro – elenco Bacharel em Artes Cênicas pela UFBA e pós-graduado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero – SP. Possui uma trajetória de 15 anos no teatro baiano, com 24 espetáculos apresentados, além de trabalhos realizados para publicidade e audiovisual. Diogo desenvolve também projetos como produtor, apresentador e locutor freelancer. Nathan Lemos – iluminação Iluminador, técnico e Operador de sonorização e iluminação cênica de shows, peças de teatro e eventos em geral. Possui uma extensa experiência no campo das artes cênicas tendo trabalhado com diretores como: Rino carvalho, Heraldo Souza, Deolindo Checucci, Andréa Elia e Sanara Rocha. Atualmente é coordenador técnico do teatro Gamboa Nova. Leonardo Bittencourt - músico Músico e produtor musical, cursou extensão na Escola de Música da UFBA onde fez parte da Banda Sinfônica. Diretor Musical da companhia Tribo, integrante da banda Canto dos Malditos Na Terra do Nunca, Integrou a Confraria da Bazófia, grupo com três álbuns lançados ao longo de sua trajetória e que contou com participações ao lado de artistas como: Tom Zé, Capinam, João Bosco, Gilberto Gil, Roberto Mendes, Lenine, Vânia Abreu, Lazzo, Márcia Short, Jorge Portugal, J. Veloso, entre outros, Como músico instrumentista, trabalhou ao lado de artistas como Jai Uttal, Caetano Veloso, Lázaro Ramos, Carlinhos brown, além de atuar como músico instrumentista no cenário musical soteropolitano e em diversas peças teatrais. Trabalhou como diretor musical ao lado de diretores como Fernando Guerreiro, Márcio Meirelles, João Falcão. Euro Pires - figurinista Cenógrafo, figurinista e aderecista, Euro Pires é um profissional reconhecido no cenário artístico baiano. Teve sua carreira impulsionada ao ser indicado como Destaque no prêmio BAHIA APLAUDE pela cenografia do espetáculo na “Na selva das Cidades", em 1995, considerado pela critica e premiado como o melhor espetáculo do ano. A partir daí possui um rico currículo de trabalho com importantes diretores baianos como Deolindo Checcucci, Luiz Marfuz, Fernando Guerreiro, Gil Vicente Tavares, Carmem Paternostro e Elisa Mendes. Ray Gouveia - Diretor musical Professor, compositor, cantor e músico autodidata. Licenciado em Filosofia (UCSAL) e pós-graduado em Metodologia do Ensino Superior (FAMETTIG). Foi Diretor Musical da Companhia Novos Novos – Teatro Vila Velha desde 2001, tendo sido responsável pelas trilhas de diversos espetáculos. Criou e atuou como músico, compositor, cantor e arranjador no grupo musical Confraria da Bazófia (1993-2005); neste grupo, gravou os Cd’s “Capte o Toque” (1998), “Confraria do Gordurinha” (1999) e “Confraria” (2002). Suas composições já foram gravadas pelas cantoras baianas Claudia Cunha, Illy, Marilda Santana, Sandra Simões, Stella Maris, Tainah e Vânia Abreu.
PROJETO ARQUIVADO.