Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 202282ArquivadoMecenato

Bossa Nova no RS

LIONS CLUBE DE CAXIAS DO SUL EDUCACAO E CULTURA - LIONSEDUC
Solicitado
R$ 28,6 mil
Aprovado
R$ 28,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RS
Município
Caxias do Sul
Início
2020-09-01
Término
2022-12-31
Locais de realização (10)
Bento Gonçalves Rio Grande do SulCanela Rio Grande do SulCaxias do Sul Rio Grande do SulFarroupilha Rio Grande do SulFlores da Cunha Rio Grande do SulGuaporé Rio Grande do SulNova Prata Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulSão Sebastião do Caí

Resumo

O projeto pretende o desenvolvimento e fortalecimento da UCS Orquestra com a montagem e circulação do espetáculo Bossa Nova no RS em cidades do estado do Rio Grande do Sul. Todos os concertos serão gratuitos à comunidade, de forma a promover a fruição cultural, a descentralização e a democratização de acesso, associando a música clássicaà popular. O concerto, tendo como tema principal o movimento da Bossa Nova, trará uma seleção com enfoque histórico e uma amostragem dos diversos períodos e estilos que estão contidos dentro do gênero. Arranjos escritos especialmente para a formação da UCS Orquestra, serão intercalados com textos que ilustrarão os diversos pontos de conexão da Bossa Nova com renomados artistas e grupos do Rio Grande do Sul.

Objetivos

Objetivo geral:Promover concertos da UCS Orquestra pelo estado do Rio Grande do Sul e solista convidado, com repertório focado na Bossa Nova. Objetivos específicos:- Realizar dez concertos gratuitos no estado do Rio Grande do Sul;- Produzir um concerto tendo como tema principal o movimento da Bossa Nova com arranjos escritos por Pedrinho Figueiredo, especialmente para a formação da UCS Orquestra;

Justificativa

O projeto Bossa Nova no RS, valendo-se da memória coletiva do público que prestigiará os concertos, pretende aproximá-lo da sonoridade da música de concerto, reafirmando a vocação da orquestra que desde a sua criação já realizou.Com um histórico de concertos com grande versatilidade de estilos, tendo produzido desde óperas tradicionais a concertos populares baseados no repertório do samba e do rock, a UCS Orquestra, com o seu regente e diretor artístico, Manfredo Schmiedt, contribuirá esteticamente para a interpretação do repertório, tendo por referência a sonoridade extraída das orquestras por Tom Jobim, Radamés Gnatalli e Claus Orgeman em seus arranjos.Em nosso País de dimensões continentais, guarda-se sempre a impressão de que a realidade que rodeia uma região contém o extrato suficiente para subsidiar toda a manifestação cultural do seu entorno. Isso se dá, principalmente, ao se tratar de um assunto a partir de uma perspectiva histórica, apreciando fatos passados, quando se pode afirmar que não existia um fluxo de informação tão ágil quanto o oferecido hoje pela internet e meios de comunicação. Sob essa ótica, permite-se pensar as criações regionais como desprovidas de influências de outras paragens e aquelas que eram criadas nos grandes centros, como manifestações puras, fruto da efervescência local, do movimento das lideranças artísticas e culturais. É importante, no entanto, considerar o fluxo das pessoas, suas origens e o quanto da cultura de sua região impregnava sua conduta que contribuía com a mescla dos grandes centros. Ao mesmo tempo, ainda que de forma quase furtiva, com todas as dificuldades que o início da radiodifusão enfrentava, é prudente considerar que alguma informação chegava aos habitantes de terras distantes das regiões centrais. Sivuca já comentava que o forró tinha traços do choro, graças às transmissões da Rádio Nacional que chegavam lá na Paraíba. O músico, curioso com o que estava sendo produzido no centro do País, tinha a oportunidade de escutar, uma única vez, a música que era executada pela orquestra ou grupo regional ao vivo e transmitida nas ondas do rádio. A partir dali, iniciava um exercício da memória para tocar o que era possível ser lembrado. Essas pequenas capturas fizeram a sua parte na construção daquela música regional. O mesmo se dava na Serra gaúcha, onde o pequeno acordeom de botão, a gaita de oito baixos, com seus parcos recursos, limitado à sua condição de instrumento diatônico, contribuía ainda mais para a criação de um jeito próprio do músico tocar aquilo que tinha conseguido decorar da música escutada na Rádio Nacional. E o inverso? Como a música do Sul influenciou o que estava sendo produzido no centro do País, por exemplo? Muito simples. Na mesma Rádio Nacional, por volta de 1930, e nas três décadas seguintes, Dante Santoro se estabeleceu como líder do Regional, que era o grupo que acompanhava cantores e interpretava as músicas instrumentais, diariamente, em diversos programas. Em seguida, Radamés Gnatalli assumiu o cargo de orquestrador da sinfônica da rádio e, por um período de aproximadamente três anos, dois gaúchos estavam lá contribuindo com a música brasileira, colocando toda a miscigenação que caracteriza a população do Rio Grande do Sul, haja vista os sobrenomes italianos de ambos. Talvez, o mais simbólico desse entrelaçamento seja o fato de Radamés Gnatalli assinar o arranjo da primeira gravação de Aquarela do Brasil, em 1939.E a história vai misturando mais elementos quando um jovem promissor, filho de um gaúcho da cidade de São Gabriel, se aproxima do já consagrado orquestrador Radamés Gnatalli e passa a ser seu pupilo. Era Antonio Carlos Jobim, o Tom Jobim, filho do diplomata e poeta Jorge de Oliveira Jobim. Foi colaborador de Gnatalli e desfrutou da convivência com o experiente e talentoso compositor, atuando como orquestrador em gravadoras. E o mesmo Tom Jobim, que protagoniza o primeiro registro da batida de João Gilberto ao violão, ao convidá-lo para tocar no LP Canção do Amor Demais, gravado em parceria com Vinícius de Moraes, é quem cria a oportunidade de associar o mitológico Conjunto Farroupilha com a Bossa Nova. O grupo vocal, símbolo da música regional rio-grandense, realizou a primeira gravação de Samba de Uma Nota Só e viajou por todo o mundo divulgando a música brasileira, durante 35 anos. Por todo encantamento que essa conexão orgânica e inspirada, resultante do movimento musical reverenciado por músicos das mais diversas áreas, de múltiplas nacionalidades, a UCS e o Lions EduC entende ser de grande pertinência levar uma mostra, elaborada cuidadosamente, para a população do Estado do Rio Grande do Sul.A escolha da Lei de Incentivo à Cultura se deu em função do projeto se enquadrar fielmente nas propostas, diretrizes e objetivos desta lei, além da necessidade deste proponente ampliar as suas ações culturais para além dos mecanismos de apoio à cultura municipais e estaduais, e ainda, por vislumbrar possibilidades de captação em potencial para o projeto, com a destinação de imposto de renda de pessoas jurídicas e físicas.Além do mais, a situação das orquestras no Brasil está bem delicada, em função de um alto custo de manutenção, o que se desdobra em mais um motivo para recorrer-se a esta estimada Lei de Incentivo.O projeto se enquadra em todos os incisos do art. 1º da Lei 8313 de 1991 quais sejam: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.E atinge os objetivos previstos nos incisos II, alínea "c", e IV, alínea "a" do seu art. 3°, que rezam: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

O espetáculo conta com quatro pessoas na equipe de produção, quinze músicos (sete cordas, três madeiras, dois metais, uma percussão, um violão e um maestro) e um músico solista (flautista e saxofonista). Não há necessidade de palco, sendo um concerto adaptável a diferentes espaços, com disponibilidade de, aproximadamente, 10mx10m. O transporte de instrumentos e de pessoal está incluso no valor de cachê da Orquestra. A divulgação é indispensável a cada uma das apresentações assim como a equipe de produção acompanhar toda a logística, montagem e desmontagem.

Acessibilidade

PRODUTO: Apresentações MusicaisASSESSIBILIDADE FÍSICA: os locais dos concertos têm banheiros para portadores de necessidades especais e rampas para facilitar o acesso. Alguns lugares ficarão reservados à disposição dos cadeirantes, bem como haverá espaço para a circulação de cadeiras de rodas, facilitando a acomodação. Alguns assentos próximos à apresentação serão reservados aos deficientes físicos e auditivos, para que possam, com a vibração dos músicos e instrumentos, sentir a apresentação. Ainda assim, serão disponibilizadas recepcionistas aptas a orientar e assessorar pessoas com necessidades especiais (físicas e visuais), conduzindo-as até as áreas reservadas próximas dos músicos. ASSESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: haverá intérpretes de libras para o que for falado durante o protocolo de abertura, pela explanação das obras pelo apresentador e pelo maestro durante o concerto. Da mesma forma, para os deficientes visuais, o concerto terá protocolo inicial e, sobre o repertório, o maestro discorrerá sobre as obras durante o concerto. PRODUTO: Contrapartidas Sociais - PalestrasASSESSIBILIDADE FÍSICA: os locais das palestras têm banheiros para portadores de necessidades especais e rampas para facilitar o acesso, além de ter pessoal apto a ajudar aos deficientes físicos e visuais. ASSESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: haverá intérpretes de libras para a palestra, além de explanação descritiva e detalhada sobre a mesma, facilitando a imaginação e o entendimento aos deficientes visuais.

Democratização do acesso

APRESENTAÇÕES MUSICAIS: - dez apresentações gratuitas;- realização em local de fácil acesso à comunidade, com estacionamento gratuito;- concertos para todas as idades e níveis sociais, sem distinção;- divulgação nos meios de comunicação locais e regionais, sem segmentação de público;- distribuição do material gráfico em estabelecimentos públicos e privados;- transmissão de trechos via online em redes sociais; De acordo com o art. 21 da IN 2/2019 do MinC serão adotadas como medidas de ampliação do acesso, os incisos: III (disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22); IV (permissão de captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias); e V (realização, gratuita, de atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos).

Ficha técnica

Josué Lins Da Silva - Presidente LIONS - Proponente e Administrador do ProjetoEstuda tecnologia em Processos Gerenciais pela Unifacvest. É professor de violão na Escola de Música Erik Gustaf Samuel Nystrom. É assistente administrativo na empresa Transportes Wartha Eireli Ltda., em que desempenha as atividades de contratação de motoristas , controle financeiro de custos com frota, gestão de motoristas de estrada, desenvolvimento de treinamentos para motoristas, gerenciamento de riscos de cargas. É voluntário no Lions Clube de Caxias do Sul Educação e Cultura – Lions EduC desde 2017. Moacir Lazzari – Coordenador do ProjetoBacharel em Administração de empresas pela Universidade de Caxias do Sul. Músico oboísta, integrou a Orquestra Sinfônica de Caxias do Sul nos anos de 1986 a 1990, chegando a 1º Oboé Solista. Foi vice-presidente fundador da Orquestra de Câmara Pró-Música em 1986, integrando a mesma como músico. Foi Diretor Artístico da Sociedade de Cultura Musical de Caxias do Sul de 1993 a 2001, foi responsável por diversas formações orquestrais no período, tendo participado ativamente da criação de vários projetos musicais. Participou da Fundação da Orquestra Sinfônica da UCS – OSUCS em outubro de 2001, ocupando desde aquele momento a Coordenação Geral da mesma e a vice-presidência da Associação dos Músicos da UCS- AMUCS de 2001 a 2004. A partir de 2012 assumiu o cargo de Coordenador do Setor de Desenvolvimento Cultural da UCS, que tem como segmentos a Orquestra Sinfônica da UCS, UCS Teatro, UCS Cinema, Sala Florense, além de atividades de exposições e feiras voltadas à arte em geral. Foi membro da Comissão Municipal de Incentivo à Cultura de Caxias do Sul - COMIC até o ano de 2019, e atua como tesoureiro do Lions Clube de Caxias do Sul Educação e Cultura. Manfredo Schmiedt – Direção ArtísticaCom mestrado em Regência pela Universidade da Geórgia (EUA) e graduação em regência pela UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Participou de cursos de regência na Alemanha, Holanda, Argentina, Estados Unidos e Brasil. Estudou com renomados maestros como Eleazar de Carvalho, Roberto Duarte, Lutero Rodrigues, Ernani Aguiar, Carlos Alberto Pinto da Fonseca, Emilio de César, Arlindo Teixeira e entre outros. Aos dez anos iniciou seus estudos musicais estudando trompete e atualmente é regente titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica da UCS (Caxias do Sul). Formado pela Hochschule für Künste (Bremen – Alemanha) em Violoncelo Barroco com a Prof. Viola de Hoog e em Viola da Gamba com a Prof. Hille Perl e pela UFRGS em Regência Coral com o Prof. Dr. Joceley Bohrer, teve sua formação violoncelística iniciada com Alexandre Diel em Porto Alegre. Tem participado de produções de CD e DVD no Brasil e na Alemanha com DVD Alemão Ronaldo Acústico Rock – Ao Vivo no Theatro São Pedo, Orquestra Barroca do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga e Asfelder Vokal Ensemble. Tem participado ainda em vários grupos do exterior como Balthasar Neumann Ensemble, Bremer Barock Consort, Concerto Copenhagen e Die Kölner Akademie. Como regente e solista, tem atuado com orquestras do sul do Brasil como Orquestra Unisinos-Anchieta e Orquestra Sinfônica da UCS, tendo também destaque na direção da produção Ópera na UFRGS Dido e Enéias de Henry Purcell. Atualmente é regente assistente e violoncelista da Orquestra Sinfônica da UCS e primeiro violoncelo da Orquestra Unisinos-Anchieta. Cristina Nora Calcagnotto - Produção CulturalMestre pelo Programa de Turismo e Hospitalidade da UCS. É graduada em Direito pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), e especialista em Direito Público pela Escola Superior da Magistratura Federal (ESMAFE) e UCS, e em Gestão Cultural - Estratégias e Políticas Culturais pela Sapiens e Faculdade Inovação (FAI). É analista de relações com o mercado no Setor de Desenvolvimento Cultural da Universidade de Caxias do Sul. Foi diretora da Cia. Municipal de Dança e da Escola Preparatória de Dança de Caxias do Sul e coordenadora da Unidade de Dança da Secretaria da Cultura da Prefeitura Municipal de Caxias do Sul de maio de 2007 a julho de 2015. É membro titular da Comissão Municipal de Lei de Incentivo à Cultura e da Comissão de avaliação e fiscalização do Financiarte da Prefeitura Municipal de Caxias do Sul. Desenvolve trabalhos de pesquisa na área de arte, cultura, educação, gestão pública, políticas públicas e produção cultural. Pedrinho Figueiredo - Solista e ArranjadorFlautista, saxofonista, compositor e produtor musical, gravou aproximadamente mil músicas em mais de 450 discos em vinil, CD's e DVD's. Atuou também como técnico de gravação e produtor musical em cerca de 250 discos e DVD's. Há 23 anos, escreve arranjos para orquestras de câmara e sinfônicas, big bands, bandas sinfônicas e formações especiais como orquestras de acordeons e orquestra de cordas plissadas, colaborando com a aproximação da música popular com as salas de concerto. Nessas incursões, elaborou arranjos para intérpretes regionais e nacionais. Entre eles estão Ivan Lins, MPB 4, Shana Müller, Zé Caradípia, Lenine, Zeca Baleiro, Luiz Carlos Borges, Nelson Coelho de Castro, Vitor Ramil, Kleiton e Kledir, e Roberto Frejat. Em 2020, juntamente com o pianista Paulo Dorfman, foi contemplado com o Fumproarte, edital da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, para a gravação de um disco em duo com o compositor, voltado para as suas composições do gênero do choro. Neste mesmo mês, Pedrinho Figueiredo juntou-se à Salvagni Big Band, num concerto memorável no Festival Internacional Sesc de Música, na cidade de Pelotas, para uma plateia de 1,5 mil pessoas que aplaudiu músicas inéditas do líder da Big Band, Gilberto Salvagni, e do flautista. Pedrinho Figueiredo tem atuado na formação de músicos, lecionando em festivais e promovendo oficinas em universidades. Em 2019, na sua terceira colaboração com Festival de Música de Teutônia, foi o Diretor Artístico do Festival. Para sedimentar essa área docente, concluiu, no primeiro semestre de 2019, o curso de Licenciatura em Música, pelo Instituto Metodista de Porto Alegre - IPA, complementando os 5 semestres de Engenharia Acústica e 5 semestres de Música & Tecnologia que cursou na Universidade Federal de Santa Maria. Também ministra o curso Tecniquês para Músicos, tendo sido convidado para os consagrados festivais de música de Itajaí, Música de La Tierra (Uruguai), Encontro Nacional de saxofonistas, Encontro Regional de Flautistas e edições particulares.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio Grande do Sul
Vacaria Rio Grande do Sul