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PRONAC 202291Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Exposição comemorativa dos 40 anos da Mulher na Marinha

ABRIGO DO MARINHEIRO
Solicitado
R$ 263,7 mil
Aprovado
R$ 263,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposições organizadas com acervos de museus
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-07-08
Término
2021-04-08
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto "Exposição comemorativa dos 40 anos da Mulher na Marinha" apresentará a trajetória das mulheres na Marinha do Brasil, apresentando suas trajetórias e conquistas nas diferentes áreas de atuação dentro desta Força.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto objetiva a realização de uma exposição temporária e de uma exposição itinerária, em banners, de cunho histórico sobre os 40 anos da participação feminina na Marinha do Brasil. Com entrada franca, será realizada no Museu Naval (Rio de Janeiro-RJ), no período de setembro 2020 e fevereiro 2021. Entre o acervo a ser apresentado ao público, estarão fardas, insígnias, imagens e vídeos que representam a trajetória e a diversidade das mulheres como oficias e praças da Marinha do Brasil. Objetivo Específico 1. Realizar 01 exposição temporária, com duração de 05 meses. 2. Imprimir e itinerar 01 exposição itinerária, em formato de banners roll-up.

Justificativa

A presença das mulheres nas Forças Armadas brasileiras teve início, oficialmente, com a Marinha do Brasil, em 1980, por intermédio da criação do Corpo Auxiliar Feminino da Reserva da Marinha (CAFRM); porém, a importância das mulheres nas Forças Armadas vem de longa data, como, por exemplo, na Guerra da Tríplice Aliança. Em novembro de 1864, Solano López mandou aprisionar o navio brasileiro Marquês de Olinda, que passava pelo Paraguai em direção ao Mato Grosso, fato este que deu início à guerra. No mês seguinte, em dezembro de 1864, o Paraguai invadiu o Mato Grosso. No começo de 1865, as tropas paraguaias invadiram Corrientes (Argentina) e logo em seguida o Rio Grande do Sul. No Brasil, D. Pedro II, em janeiro de 1865, criou o serviço de Voluntários da Pátria, com o propósito de despertar o sentimento patriótico das pessoas na defesa do País. Não só homens se alistaram, mas mulheres, tocadas por um sentimento patriótico, aderiram ao serviço voluntário de diversas maneiras. As mulheres formaram um "exército invisível". Ora ficavam na retaguarda, muitas vezes acompanhando seus maridos e filhos; ora na vanguarda, guarnecendo a carabina, combatendo no campo de batalha. Além disso, atuavam em diversas frentes de trabalho: no bordado das bandeiras nacionais; como enfermeiras, nos "hospitais de sangue"; entre outros. Assim, enfrentaram, juntamente aos homens, os desafios da guerra. Muitas mulheres, e seus feitos, não foram consagrados na história; contudo, algumas de suas histórias são dignas de nota, como, por exemplo, as de Ana Justina Ferreira Néri, Ludovina Alves Portocarrero, Maria Curupaiti e Florisbela. Mulheres comuns, mães, esposas, enfermeiras, soldadas, andarilhas, vivandeiras, heroínas anônimas, senhoras respeitáveis, exemplo de mulheres que combateram e, por vezes, morreram nos campos de batalha da Guerra da Tríplice Aliança, eclodida em 1864 e com término em março de 1870. A participação das mulheres brasileiras nos conflitos armados não se restringiu à Guerra da Tríplice Aliança. Muitas outras tiveram grande relevância, ao longo dos anos, para as Forças Armadas. Durante a Segunda Guerra Mundial, por exemplo, elas atuaram como enfermeiras, de maneira voluntária, nos hospitais militares, tendo, inclusive, atuado no campo de batalha, na Itália, no período de 1942 a 1945. Sua crescente participação na história das Forças Armadas evidencia a sua importância para essas Instituições e o Brasil. A Marinha do Brasil foi pioneira no ingresso das mulheres em suas fileiras com a criação do CAFRM em 1980. Em 1997, a participação das mulheres na MB foi ampliada, com a reestruturação dos Corpos e Quadros de Oficiais e Praças da Marinha. A Lei n.º 9519 extinguiu o Corpo Auxiliar Feminino e aumentou as possibilidades de ingresso do sexo feminino. Dessa maneira, as mulheres da Força Naval, que antes eram restritas a um só Corpo, puderam passar a servir no Corpo de Engenheiros da Marinha, nos Quadros do Corpo de Saúde da Marinha, nos Quadros Técnico e Auxiliar da Armada do Corpo Auxiliar da Marinha, no Corpo Auxiliar de Praças e no Quadro de Músicos do Corpo de Praças de Fuzileiros Navais. A Marinha do Brasil, ainda, na vanguarda da valorização das mulheres em suas fileiras, foi a primeira Força Armada brasileira a promover uma mulher ao Posto de Oficial General. A Contra Almirante Médica Dalva foi promovida em novembro de 2012, até então a única mulher a chegar ao posto de Oficial General. Em 2014, foi autorizado o ingresso de mulheres na Escola Naval para compor o Corpo de Intendentes da Marinha. No ano de 2017, o então Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, decidiu ampliar a participação de Oficiais e Praças femininas em atividades de aplicação efetiva do Poder Naval, autorizando o embarque em navios e unidades de tropa. A participação das mulheres no meio operativo, podendo compor os Corpos da Armada e de Fuzileiros Navais, a partir da Escola Naval, representa grande valorização e reconhecimento à importante contribuição das mulheres nas fileiras da Marinha. Prosseguindo com os avanços na igualdade e reconhecimento das mulheres na Força Naval, em novembro de 2018, a Marinha do Brasil promoveu a segunda mulher a Oficial General, a Capitão de Mar e Guerra Engenheira Naval Luciana Mascarenhas da Costa Marroni. Ao longo dos anos, a participação das mulheres foi sendo ampliada para diversas áreas de atuação, incluindo a direção de importantes Organizações Militares. Com equilíbrio e competência, a mulher marinheira vem consolidando cada vez mais sua participação nos diversos Corpos e Quadros dos Oficiais e Praças da Marinha do Brasil, contribuindo, sobremaneira, para o cumprimento das mais variadas tarefas da nossa Força, com maior eficiência e eficácia, e corroborando sua importância ao longo da história. Como meio de valorizar a história da participação feminina nas Forças Armadas, o projeto para a exposição comemorativa dos 40 anos da criação do Quadro Auxiliar Feminino da Reserva da Marinha irá expor imagens, vídeos e peças de acervo que contribuam para o estabelecimento de um diálogo com os visitantes sobre o importante papel desempenhado pelas mulheres nas Forças Armadas, evidenciando suas diferentes trajetórias e funções dentro da Marinha.

Especificação técnica

Local e período de realização: Museu Naval, sala de exposição temporária e Pátio d'Armas, de setembro de 2020 a abril de 2021. Módulo 1 Histórico – Iniciaremos com uma linha do tempo digital onde o visitante verá a entrada das primeiras turmas em imagens e vídeos, e seguirá percorrendo as conquistas das mulheres nos diversos campos dentro da MB. As fardas históricas serão expostas em vitrines com manequins e serão evidenciadas as diferenças que existiam entre as fardas para as atuais. As insígnias e revistas de época também serão expostas. Esse módulo é finalizado por um móbile de imagens das mulheres nas diversas funções atuais e peças de vestuário/ insígnias de quadros e corpos e divisas. Módulo 2 Pioneiras e atualidade – Aqui o visitante conhecerá um pouco mais das mulheres que fizeram história na Marinha, as Almirantes, aspirantes, fuzileiras e oficiais que foram para as missões de paz na ONU; as militares que prestaram apoio ao acidente do Césio; e as diversas histórias que ajudam a contar as trajetórias das mulheres da Marinha do Brasil. As fardas atuais e uniformes especiais para as mulheres serão expostos, alguns em manequins outros em vitrines ou suportes museográficos. Nesse módulo existirá um painel com as curiosidades referentes ao corpo feminino. Ao fim da sala haverá uma TV com vídeos relativos às conquistas femininas na MB. Módulo 3 Embarque na Marinha – Esse módulo estará presente no Pátio d'Armas do Museu Naval, e terá painéis tipo caródromo com mulheres em diversos corpos e quadros. Representa uma brincadeira de estimulação às diversas mulheres visitantes a se juntarem à MB. Terá também uma brincadeira interativa com o uniforme feminino, convidando o visitante a combinar as diversas peças de fardamento feminino.

Acessibilidade

Produto: Exposição de Artes Acessibilidade física: o espaço onde será realizado o evento possui elevador, rampa, corrimões e banheiros adaptados. Deficientes auditivos: os vídeos da exposição serão acompanhados por texto ou legendados em português (item 5.4.4.4 da ABNT NBR 15599:2008). Deficientes visuais: disponibilização de audiodescrição da exposição (item 5.4.1 da ABNT NBR 15599:2008). Produto: Contrapartidas sociais Acessibilidade física: o espaço onde serão realizas as atividades de mediação possui elevador, rampa, corrimões e banheiros adaptados. Deficientes auditivos: contratação de intérprete de LIBRAS para o evento (ABNT NBR 15599:2008) quando pessoas com deficiências auditivas se inscreverem e identificarem a necessidade do serviço no formulário de inscrição. Deficientes visuais: disponibilização de guia vidente de cegos (item 7.4.2 da ABNT NBR 15599:2008). Esta ação não irá gerar custos à proposta.

Democratização do acesso

Em cumprimento ao Art. 21 da IN 02/2019 do Ministério da Cidadania, a proposta se compromete a: Produto: Exposição de Artes III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Produto: Contrapartidas sociais III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Além das medidas apresentadas acima, o acesso a exposição temporária será inteiramente gratuito, assim como o agendamento da exposição itinerante.

Ficha técnica

Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro – Proponente e Coordenação Geral do Projeto O Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro (DCAMN), criado em 1995, com sede e foro na cidade do Rio de Janeiro, foi estabelecido para dinamizar as atividades sociais de cunho cultural e recreativo do Abrigo do Marinheiro (AMN), fundado em 1919. É uma associação civilde direito privado, sem fins lucrativos e considerada de utilidade pública. Seu objetivo é promover, dirigir, incentivar e colaborar com as iniciativas e eventos de caráter cívico, cultural, social e recreativo, bem como despertar o apreço à Marinha e às tradições navais, contribuindo para criar e manter junto à sociedade uma consciência sobre a importância do mar para o País. Nesta função, o DCAMN tem estabelecido ao longo dos anos uma estreita parceria com a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM), desenvolvendo e executando numerosos projetos conjuntos. Entre as diversas ações desenvolvidas, elaboradas e/ou apoiadas pelo DCAMN, destacam-se, nos últimos anos: - Apoio ao projeto “Restauração e Recuperação da Ilha Fiscal”, realizado em 2005, com recursos do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (CFDD). - A modernização das partes elétricas e a instalação de para-raios na Ilha Fiscal. - A revitalização museográfica parcial (Sala I) da exposição “O Poder Naval na Formação do Brasil”, no Museu Naval, em 2004. - A higienização, catalogação e informatização do acervo museológico da DPHDM, de 2004 a 2006, e novamente em 2007. - A modernização da área educativa do Museu Naval, em 2005. - A restauração dos vitrais e da pintura artística da abóboda do Torreão, assim como a pintura externa da edificação principal, em 2006. - A revitalização da Galeota Real, em 2008. - Os programas de patrocínio “Patronos da Cultura Naval”, para patrocínios e doações incentivadas de Pessoas Físicas e Jurídicas, e “Esquadra da Cultura”, para patrocínios diretos de Pessoas Jurídicas. - O projeto “Museu Marítimo do Brasil - MuMa” (PRONAC 181084, que atualmente conta com o apoio de Pessoas Físicas e das empresas Wilson Sons, CONAPRA, Elcano, Norsul e Qualicorp, via Lei de Incentivo à Cultura). - O “Projeto Escola” (realizado desde 1998 e em 2018-2019 em parceria com a EMGEPRON e a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, via Lei Municipal de Fomento à Cultura). - O projeto “Uma Tarde no Museu” (desde 2009 e atualmente sendo realizado via Lei de Incentivo à Cultura – PRONAC 190189).- A gerência das visitações a Ilha Fiscal, ao Museu Naval e ao Espaço Cultural da Marinha, assim como do Passeio Marítimo pela Baía de Guanabara. - O apoio à editoração e publicação da Revista Marítima Brasileira e da Revista Navigator. - O apoio à publicação dos livros "Marinha do Brasil - uma síntese histórica" (2018), "Arte Naval", "História da Marinha Mercante Brasileira" e "Da Armada Real para a Marinha Imperial”. - A restauração da Coleção Alves Câmara (com início em 2019, em parceria com a EMGEPRON e a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, via Lei Municipal de Fomento à Cultura). - O projeto “Pequeno Marinheiro”, evento de Dia das Crianças (em 2019, realizado via Lei Municipal de Fomento à Cultura, com patrocínio da empresa EMGEPRON e da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro). - O I Simpósio de História Marítima (em 2019, em parceria com a EMGEPRON e a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, via Lei Municipal de Fomento à Cultura). - A exposição “Amazônia Azul”, no Aquário Marinho de Rio de Janeiro (2018). - A Campanha de Conscientização do Patrimônio Cultural Subaquático (2017, patrocinada pela Vale SA). - Eventos sociais e culturais, como: a Cantata de Natal no Museu Naval, o “Chá da Tarde na Ilha Fiscal”, o CINE DPHDM, o “Uma Noite no Museu”, o “Museu em Férias” e o “Bate-Papo com o Autor”. - Diversas exposições de longa duração, temporárias e itinerantes, como "A História dos Jogos Olímpicos através dos selos", "De Martino no Brasil", "O Rio de Janeiro em Cartaz Náuticas", "O Brasil e a MINUSTAH - 10 anos de paz no Haiti", e "Tamandaré - Homem, Marinheiro, Patrono". Os dirigentes da instituição proponente, o Sr. Fábio Quirino e a Sra. Gláucia Moura, se encarregarão da Coordenação Geral do projeto. De acordo com o Art. 8º do Regimento Interno do Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro, que pode ser consultado na documentação desta proposta, os dirigentes não são remunerados pelo exercício de suas funções, sendo seus cargos exercidos em caráter de voluntariado. Assim, a função destes profissionais não é apresentada na planilha orçamentária, já que não representa custos para o projeto. As rubricas a serem emitidas pelo proponente (Custos Vinculados: Administração / Captação) se referem aos gastos com material, pessoal, contas e demais despesas decorrentes do projeto e necessárias ao funcionamento das atividades desta associação. Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM) - Coordenação Técnica Sediada no Rio de Janeiro e sob a direção do Vice-Almirante (RM1) José Carlos Mathias, a DPHDM é responsável por promover estudos e pesquisas; consolidar e publicar documentação relativa à cultura marítima; conservar o patrimônio histórico e cultural da Marinha; e promover intercâmbios com entidades públicas e privadas envolvidas com a história e a cultura marítimas, nacionais e internacionais. Sob sua administração estão: a Biblioteca da Marinha, o Arquivo da Marinha, a editora Serviço de Documentação da Marinha, o Museu Naval, a Ilha Fiscal, o Espaço Cultural da Marinha, os navios-museus Bauru e Laurindo Pitta, o submarino-museu Riachuelo e o helicóptero-museu Sea King. A equipe técnica da DPHDM assumirá, sem ônus para o projeto, a supervisão das etapas de trabalho e a organização técnica das atividades propostas. Portanto, tais serviços não constam na planilha orçamentária, já que não representam custos para o projeto e são fruto da parceria com o DCAMN.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.