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PRONAC 202292Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Circulação - O Voo

CIA. TEATRAL AS GRACAS SERVICOS ARTISTICOS LTDA
Solicitado
R$ 383,5 mil
Aprovado
R$ 383,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de bonecos e congêneres
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-01-04
Término
2021-06-30
Locais de realização (9)
Brasília Distrito FederalCatalão GoiásCristalina GoiásGoiânia GoiásUberaba Minas GeraisUberlândia Minas GeraisPaulínia São PauloRibeirão Preto São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto propõe uma circulação do espetáculo infantil "O Voo", com tradução em libras. E a realização de Oficinas de Teatro de Sombras para educadores da rede pública de ensino.

Sinopse

ESPETÁCULO O VÔO O Voo é um espetáculo de bonecos que conta a jornada de um aventureiro que sai em busca da realização de seu sonho. Inspirado na história real de Charles Lindbergh, o primeiro homem a atravessar de avião o oceano Atlântico, é uma homenagem a todos aqueles que fazem da imaginação uma realidade e tem coragem de concretizar seus sonhos. OFICINA DE SOMBRAS A técnica do teatro de sombras que será trabalhada junto aos educadores é simples e tem um bom resultado. Utiliza-se para a confecção dos bonecos apenas cola, tesoura, cartolina e palito de madeira, além de materiais recicláveis. Pediremos para as pessoas, através de uma conversa informal, para relembrar histórias que gostam de contar. Lendas, causos, histórias dos pais e avós. Dividiremos em pequenos grupos e cada um deles fará os bonecos da história escolhida, por fim, atrás de um pano branco esticado com um foco de luz (suporte para as sombras), contarão eles mesmo essa história, proporcionando uma vivência de espetáculo.

Objetivos

Objetivo geral: Realização de 16 apresentações do espetáculo O Voo em 08 municípios, sendo duas apresentações por cada cidade: Paulínia-SP , Ribeirão Preto-SP, Uberaba-MG, Uberlândia-MG, Catalão-GO, Cristalina-GO, Goiânia-GO e Brasília-DF. Todas as apresentações serão realizadas no ônibus-palco da Cia As Graças, o Circular-Teatro. Objetivos específicos: - Realizar 16 apresentações teatrais gratuitas do espetáculo O Voo; - Realizar duas apresentações por cidade, em 08 municípios; - Atingir um público total de 1.600 pessoas com as apresentações; - Realizar 08 oficinas de Teatro de Sombras para educadores da rede pública, com um público total 240 de educadores; - Usar tradução em libras e promover uma visita tátil aos bonecos e cenário do espetáculo aos portadores de deficiência visual antes de cada apresentação; - Mostrar os bastidores do teatro para as crianças visitarem os bonecos do espetáculo e suas diferentes formas de manipulação; - Oferecer um Caderno de Atividades/Cartilha ilustrado por Luiz Maia (Ganhador do prêmio Jabuti pela Ilustração do livro Poemas Brincar, de José Paulo Paes, Ed. Ática); - Realizar um registro audiovisual da circulação no formato de documentário; - Compartilhar com o público as atividades da circulação através de um diário de bordo on-line, permitindo o acompanhamento do projeto.

Justificativa

O Vôo é um espetáculo de bonecos voltado para o público infantil que conta a jornada de um aventureiro que sai em busca da realização de um sonho. Inspirado na história real de Charles Lindberg, o primeiro homem a atravessar de avião o Oceano Atlântico, em 1927, o espetáculo é uma homenagem a todos aqueles que fazem da imaginação uma realidade e têm a coragem de concretizar o que imaginaram. O espetáculo pretende estimular o exercício do sonho e mostrar sua importância na definição de um caminho próprio para o público da primeira infância. Mostra ao mesmo tempo os inevitáveis obstáculos encontrados por todos aqueles que cometem a ousadia de sonhar, de procurar novos horizontes, conhecer terras desconhecidas, que é uma das qualidades mais importantes e potencialmente revolucionárias do homem. Foi indicado na categoria especial Teatro de Animação do Prêmio PANAMCO de 2000. Vinte anos depois da estreia, olhamos a trajetória bem-sucedida do espetáculo, confirmamos sua importância e contundência pois é apresentado até hoje ininterruptamente, mantendo-se atual através dos tempos. A primeira experiência da Cia As Graças com a circulação foi com o espetáculo Poemas para Brincar, em 1999, no Projeto Móvel de Cultura e Meio Ambiente da Comunidade Solidária do Governo Federal. Nesse projeto, Poemas para Brincar percorreu o sertão de Pernambuco e Alagoas em um total de 13 apresentações, passando por diversas cidades pequenas e com pouca infraestrutura. Nessa itinerância, conhecemos três circos de lona que percorriam a região com artistas excepcionais, conhecemos pessoas que faziam teatro de mamulengo, agentes culturais e festas tradicionais. Tivemos uma receptividade que nos encantou. Em muitas cidades, a curiosidade era tanta, que, após o espetáculo, mostrávamos os bastidores do teatro, explicando o funcionamento do teatro de bonecos. Tivemos também uma acolhida calorosa como se fôssemos o circo a chegar numa cidade. Apresentamos em igrejas, escolas, centros comunitários. Em muitos deles a população ajudou a divulgar e arrumar os espaços. Essa experiência nos marcou profundamente: a alegria de levar o teatro aos mais diversos cantos do país, numa genuína tradição mambembe, onde nos adaptamos às mais diversas situações, levando e trazendo memórias e experiências que nos transformaram. Isso nos levou a construir em 2001, um ônibus teatro para levar nossos espetáculos para lugares sem espaços formais de teatro. A aquisição do ônibus foi financiada pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo. Em 2016 tivemos uma outra experiência riquíssima circulando com esse mesmo espetáculo, agora em nosso ônibus teatro. Percorremos pequenas cidades das margens do Rio Jequitinhonha, de sua nascente em Minas Gerais ao seu encontro com o mar na Bahia. Novamente sentimos a confirmação de nossa vocação itinerante de fazer teatro. Já em 2019, realizamos uma circulação por 8 comunidades ribeirinhas dos rios Tapajós e Arapiuns, passando pelas cidade de Santarém, Belterra e Aveiro. Nas duas circulações, 2016 e 2019, convidamos o ator, escritor e documentarista Nereu Afonso para realizar o registro audiovisual. Pretendemos manter a parceria e gerar mais um documentário a partir desta circulação. Já estivemos em todas as regiões brasileiras nos apresentando com nosso ônibus teatro e agora queremos voltar à estrada, desta vez, para nos apresentar para o público da primeira infância. Escolhemos o espetáculo O Voo, por sua qualidade artística e por ser um espetáculo infantil de bonecos, de grande aceitação e que mesmo sendo dirigido à infância, emociona todas as faixas etárias. Quanto ao artigo 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Quanto ao artigo 3º, o projeto se enquadra nos itens: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

Currículo completo da Cia Teatral As Graças O Grupo formou-se em 1995, na Escola de Arte Dramática da USP, com a finalidade de produzir o espetáculo “Endecha das Três Irmãs”, baseado na obra de Adélia Prado e dirigido por Vânia Terra. Este projeto foi vencedor da Jornada SESC de Teatro de 95 e cumpriu temporada em 96 no Centro Cultural São Paulo, marcando o início de uma identidade artística e estrutural do grupo. A segunda produção foi o espetáculo infantil de bonecos “Poemas para Brincar” (1996) de José Paulo Paes, com orientação de Eduardo Amos. Este espetáculo ainda é apresentado e, em janeiro de 1999, integrou o Projeto Móvel de Cultura e Meio Ambiente da Comunidade Solidária, percorrendo o interior de Pernambuco e Alagoas. Esse trabalho consolidou o grupo e foi agraciado com os seguintes prêmios: MAMBEMBE 96 - Grupo.APCA 96 – Texto PRÊMIO COCA-COLA 96 - Música e Categoria Especial/Teatro de Animação. Em 1998 o grupo realizou no CCSP seu terceiro trabalho, o espetáculo “Sonhos de Einstein”, baseado no livro homônimo de Alan Lightman, com direção e adaptação de Isabel Setti. Em 1999 o grupo realizou o espetáculo “Itinerário de Pasárgada” baseado na obra de Manuel Bandeira, com direção e adaptação de Regina Galdino. Esse espetáculo foi apresentado em 20 cidades do interior de São Paulo dentro do evento do SESC “Coração dos Outros - Saravá Mário de Andrade!” em Abril/Maio de 99 e cumpriu duas temporadas na cidade de São Paulo. Em 2000, retornando ao universo do teatro de animação, foi realizado o espetáculo infantil “O Voo”, baseado na história de Charles Lindberg, e que foi uma produção conjunta com a Cia A Cidade Muda – núcleo Teatro de Brinquedo, com direção de Cláudio Saltini e texto de Regina Galdino. Este espetáculo foi indicado na categoria especial Teatro de Animação do Prêmio PANAMCO de 2000. Neste mesmo ano, a convite da TV Cultura, realizou o especial A Um Passo do Pássaro, sobre a vida e obra de Orides Fontele. Em 2001 o grupo realiza o espetáculo “O Voo II – A grande corrida das máquinas voadoras”, com direção de Eduardo Amos, texto de Regina Galdino e concepção e produção de Cláudio Saltini. Este espetáculo recebeu o Prêmio APCA de 2001- Melhor espetáculo de bonecos; e participou do projeto Jovem Protagonista da Secretária Estadual da Educação, viajando pelo interior de São Paulo. Em 2002 a nova produção do grupo foi o espetáculo “Tem Francesa no Morro”, com direção e texto de Kleber Montanheiro. Estreou em setembro de 2001 no interior de São Paulo e cumpriu temporada em 2002 no Centro Cultural São Paulo. Viajou também pelo interior do Estado no projeto Mosaico Teatral do SESCOOP. Em 2002 o grupo cria a intervenção Canto a Canto, que são poesias e música feitas para uma pessoa apenas. Ao final da poesia um origami é oferecido ao espectador. Apresentamos essa intervenção cênica até hoje, em vários locais, na cidade de São Paulo e em todo o Brasil. Em 2003 o grupo se dedicou ao projeto Circular-Teatro, que percorreu, em um ônibus-teatro, as cinco regiões da cidade de São Paulo apresentando todo seu repertório adaptado ao ônibus, em um total de aproximadamente cento e vinte apresentações, em mais de cinquenta lugares diferentes. Este projeto foi patrocinado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Em 2004 o grupo ganha novamente o patrocínio da Lei de Fomento para o teatro da cidade de São Paulo e realiza o espetáculo “Nas Rodas do Coração”, concebido para as necessidades específicas do ônibus-teatro e para a linguagem de rua. Com texto de Regina Galdino e direção de Ednaldo Freire, este espetáculo é uma comédia musical melodramática que utiliza a estrutura popular do Circo Teatro para contar histórias que se passam nos bairros de São Paulo. Em 2006 nasce o espetáculo “Noite de Reis” de Shakespeare, com direção de Marco Antônio Rodrigues. Este trabalho também foi concebido especialmente para o Circular Teatro e circulou por ruas, praças e parques da cidade em 2007 e 2008. Também em 2006 a cia As Graças estreou o espetáculo “Clarices” com textos de Clarice Lispector e direção de Vivien Buckup, que foi contemplado com o Prêmio Funarte Mirian Muniz e cumpriu temporada no Centro Cultural São Paulo e em 2007 no Teatro Capobianco e no Teatro Ágora. Em 2008 estreou o espetáculo infantil “Tem, mas acabou!” com direção de Cris Lozano. O espetáculo cumpriu a primeira temporada no Sesc Pompéia, realizou temporadas nos Sescs Santana, Consolação, Santo André, Ipiranga e Belenzinho. Teve duas indicações ao Prêmio Femsa: Melhor espetáculo e Categoria Especial. Em setembro de 2009 estreou o espetáculo de rua “Como Saber?!” com roteiro e direção de Léris Colombaioni, especialmente concebido para o ônibus teatro com linguagem circense. Este espetáculo foi contemplado pelo PROAC. Em 2013 estreou “Marias da Luz” com dramaturgia de Daniela Schitini e Nereu Afonso da Silva e com direção de André Carreira. Este espetáculo estreou em São Paulo e viajou por 12 capitais brasileiras em sua primeira temporada. Integrou o projeto “As Graças - Circular Teatro: do Parque da Luz para o Brasil”, que foi contemplado pelo Programa Petrobras Cultural – Pesquisa e Manutenção de Grupo. Também foi vencedor do prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2013 na categoria “Melhor Espetáculo em espaço não convencional”. Em 2013 o grupo ganha o edital PROAC para montar seu mais novo infantil “Bessarábia, uma feira de histórias”, com dramaturgia de Juliana Gontijo e o grupo, e direção de David Taiyu. Esse espetáculo foi indicado para três categorias do Prêmio de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem de 2014 e vencedor na Categoria Especial pela sensibilidade e talento na restauração e manipulação de bonecos artesanais do século XIX. Em 2018 o grupo estreou seu mais novo espetáculo “Quem Vem de Longe”, com texto de Nereu Afonso e direção de Cristiane Paoli Quito. Nesses 25 anos de existência o grupo criou um livro, uma sede móvel: o Circular Teatro, um ônibus que se transforma em um palco itinerante e os seguintes espetáculos: 1995 - Endecha das Três Irmãs, baseado na obra de Adélia Prado com direção e adaptação de Vânia Terra. 1996 - Poemas para Brincar de José Paulo Paes, com a direção de Eduardo Amos. 1998 - Sonhos de Einstein, baseado no livro homônimo de Alan Lightman, com direção e adaptação de Isabel Setti. 1999 - Itinerário de Pasárgada, baseado na obra de Manuel Bandeira, com direção e adaptação de Regina Galdino. 2000 - O Voo, uma produção conjunta com a Cia A Cidade Muda – núcleo Teatro de brinquedo, com direção de Cláudio Saltini e texto de Regina Galdino. 2000 – Canto a Canto – Intervenção cênica com criação coletiva 2001 - O Voo II – A grande corrida das máquinas voadoras, com direção de Eduardo Amos e texto de Regina Galdino e Cláudio Saltini. 2002 - Tem Francesa no Morro, com direção e texto de Kleber Montanheiro. Desde 2002 o grupo realiza o projeto Circular Teatro, um ônibus que se transforma em palco e leva os espetáculos do grupo para as ruas, praças e parque de todo o Brasil. 2004 – Nas Rodas do Coração, com texto de Regina Galdino e direção de Ednaldo Freire. 2006 – Clarices, de Clarice Lispector e direção de Vivien Buckup. 2007 - Noite de Reis de William Shakespeare com direção de Marco Antônio Rodrigues. 2008 – Tem, mas acabou! com texto coletivo e direção de Cris Lozano 2009 – Como Saber?! com direção e texto de Léris Colombaioni 2013 – Marias da Luz , texto de Daniela Schitini e Nereu Afonso da Silva e direção de André Carreira 2014 – Bessarábia, uma feira de histórias, texto de Juliana Gontijo e direção de David Tayiu. 2018 – Quem Vem de Longe, texto de Nereu Afonso e direção de Cristiane Paoli Quito.

Especificação técnica

Espetáculo O VOO Classificação Livre Duração: 40 minutos Caderno de Atividades / Cartilha - "O Voo", que será entregue a todas as crianças que assistirem ao espetáculo. Cartilha/Caderno de 36 páginas mais capa no formato 20 x 28 cm OU 16 páginas mais capa no formato 20 x 26. Oficina de Teatro de Sombras Duração: 3 horas Público-alvo: professores da rede pública de ensino. Número de vaga: 30 vagas Necessidades técnicas: cola, tesoura, cartolina e palito de madeira, além de materiais recicláveis. Estes materiais serão levados pela Cia Teatral As Graças.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS A Cia Teatral As Graças tem como objetivo circular com seu repertório pelo Brasil. Desta vez optamos por utilizar o nosso ônibus-teatro, que oferece estrutura para apresentações em espaços públicos e alcançar os mais diversos públicos. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espetáculo será apresentado em espaços abertos e públicos (praças e ruas). As apresentações serão gratuitas e em espaços públicos, de acesso universal às pessoas, priorizando locais que tenham condições de receber pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas, com rampas para cadeirantes. Para acolher os idosos, colocamos à diposição do público cadeiras para poderem sentar e assistir o espetáculo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Para promover maior inclusão de portadores de deficiências visuais, vamos realizar uma visita tátil aos bonecos, antes do espetáculo, para que eles identifiquem o boneco, sua voz e os cenários e possam acompanhar o espetáculo com as imagens dos bonecos construídas previamente pelo tato e descrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as apresentações contarão com um intérprete de libras para que os deficientes auditivos possam ter total compreensão da peça. Será identificado no material de divulgação que o espetáculo oferece a visita tátil aos deficientes visuais e a interpretação em libras aos deficientes auditivos. Todo o material gráfico será formatado com uma fonte maior para que os portadores de pouca e média acuidade visual possam ter acesso. CONTRAPARTIDA SOCIAL A contrapartida social serão as oficinas de teatro de sombras, realizadas para educadores da rede pública de ensino. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para realizarmos as oficinas, procuraremos locais que possam atender pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes, que possuam elevadores ou rampas, em caso de realização em um andar alto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Caso haja algum participante que seja deficiente visual, uma das oficineiras (ao todo, são 03 profissionais que realizam a oficina) acompanhará esta pessoa, atuando como audio descrição, auxiliando o participante tanto na compreensão dos estimulos visuais, quanto guiando a confecção dos itens que serão utilizados na história. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Contaremos com um profissional de libras acompanhando as oficinas, inclusive para termos a possibilidade de incluir na oficina participantes que trabalham com educação inclusiva.

Democratização do acesso

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS O espetáculo será feito em espaços públicos, de forma totalmente gratuita e sem nenhum tipo de cobrança de ingresso, atendendo ao artigo 20 desta mesma legislação no que tange à gratuidade de ingressos. Além disto, o espetáculo é destinado ao público infantil, atendendo ao inciso VII do Art 21 da IN.2/2019: "VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;" Ainda com foco na democratização, será realizado um registro audiovisual pelo documentarista Nereu Afonso, que acompanhará toda a viagem. O registro, em forma de documentário, será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais da Cia ao final do projeto, ampliando seu alcance. O projeto também será registrado através de fotos e de vídeos curtos pela produção e será disponibilizado nas redes sociais da Companhia Teatral As Graças ao longo da circulação. Estas ações cumprem o inciso III do Art 21, IN 02/2019: "III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;" CONTRAPARTIDA SOCIAL Como ação de contrapartida social, propomos a realização da Oficina de Teatro de Sombras para professores da rede pública de ensino. Uma vez que a ação é voltada totalmente aos professores da rede pública de ensino, ela atende ao Artigo 21, nos seguintes itens: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;

Ficha técnica

Direção Geral: Cláudio Saltini Consultoria: Eduardo Amos Direção de atores: Regina Galdino Texto: Cláudio Saltini, Regina Galdino e As Graças Criação dos bonecos, cenografia e iluminação: Cláudio Saltini Restauração dos bonecos e cenários: Onozone Estúdio Trilha sonora e Músicas: Sérgio Zurawski Atrizes/manipuladoras: Eliana Bolanho – Juliana Gontijo – Vera Abbud. Ator/manipulador convidado: Fausto Franco Registro Audiovisual: Nereu Afonso Técnico de luz e efeitos especiais: Rafael Araújo Técnico de som: Flávio Pires Técnicos de palco: Cecílio Bolanho e Paulo Pellegrini Motorista do ônibus: Cecílio Bolanho Produção : Caruá Produções e As Graças Administração: Caruá Produções Realização: As Graças As Graças Cia Teatral (remuneração nas linhas de orçamento: Coordenador de Projeto, Oficineira, Ator/Atriz, Elaboração de Prestação de Contas e Técnico de Som) Currículos: As Graças Cia Teatral completa em 2020 vinte e cinco anos de história. Seus principais trabalhos foram: 2018 - Quem Vem de Longe; 2014 - Bessarábia, uma feira de histórias; 2013 - Marias da Luz; 2008 - Tem, mas Acabou!; 2006 - Noite de Reis; 2006 - Clarices; 2004 - Nas rodas do Coração; 2003 - Criação do projeto Circular Teatro - um ônibus que se transforma em palco de teatro; 2002 - Tem Francesa no Morro; 2001 - O Vôo II; 2000 - O Vôo; 999 - Itinerário de Passárgada; 1996 - Poemas para Brincar; 1995 - Endecha das Três Irmãs; Eliana Bolanho - Formada pela EAD/ECA/USP, onde realizou os espetáculos: “Marat-Sade,” (dir.: Francisco Medeiros); “O Mambembe”, (dir.: Gianni Ratto) e “Histórias de Nova York”, (dir.: Odavlas Petti). Atuou também em “Os Brutos Também Amam”, (dir.: Beth Lopes), “Casa de Brinquedos”, (dir.: Mário Masetti) e “Ópera do Malandro”, (dir.: Gabriel Vilella). Com a Cia As Graças fez as seguintes montagens: “Endecha das Três Irmãs”, de Adélia Prado (dir. e adaptação Vânia Terra); “Poemas para Brincar”, de José Paulo Paes, (dir.: Eduardo Amos); “Sonhos de Einstein”, de Alan Lightman, (dir.: Isabel Setti); “Itinerário de Pasárgada”, de Manuel Bandeira (dir.: Regina Galdino); “O Vôo” (dir.: Cláudio Saltini); “O Vôo II- A Corrida das Máquinas Voadoras”, (dire.: Eduardo Amos e texto de Regina Galdino); “Tem Francesa no Morro!”, (dir.: Kleber Montanheiro); “Nas Rodas do Coração”, (dir.: Ednaldo Freire e texto de Regina Galdino). Juliana Gontijo - Realizou os seguintes espetáculos com a Cia. Sonho e Drama: O Processo e Metamorfose de Franz Kafka, Grande Sertão Veredas de Guimarães Rosa, todos dirigidos por Carlos Rocha. Formou-se pela Escola de Arte Dramática da USP - EAD (1995), onde realizou os seguintes trabalhos: Festas de Amigo Secreto (dir.: Naum Alves Souza); A Tempestade de William Shakespeare (dir.: José Rubens Siqueira) e Marat-Sade de Peter Weiss (dir.: Francisco Medeiros). Realizou ainda: Circotrilho de Solange Dias (dir.: Cristiane Paoli Quito), Mistinguett de Marília Toledo (dir.: Dagoberto Feliz), Noite na Taverna de Alvarez de Azevedo (dir.: Helder Mariani); É o Ó (dir.: Fernando Sampaio), Banda Hamet de Lucienne Guedes (dir.: Danilo Grangheia) e Chica Boa de Paulo de Magalhães (dir.: Fernando Neves). Integra desde 1998, a ONG Doutores da Alegria. Vera Abbud - Integra a Cia as Graças desde 1995, têm um repertório de 16 espetáculos, destacando o projeto Circular Teatro, um ônibus palco, que há 12 anos leva espetáculos da Cia em lugares com pouco acesso. Percorreram com este projeto 13 estados brasileiros. Iniciou na Troupe de Atmosfera Nômade(1989 à 1993) onde trabalhou com Cristiane Paoli Quito e Tiche Vianna , fez os espetáculos Uma Rapsódia de Personagens Extravagantes 1991, o Rei de Copas 1993 entre outros todos com direção de Cristiane Paoli-Quito. Estudou no circo escola Picadeiro de 1990 à 1995. Integra o Doutores da Alegria desde 1991. Trabalhou um ano em Paris no grupo Le Rire Medecin, em Fredikstad na Noruega, junto com Leris Colombaioni e teatro Brucaliffo, trabalhou em NY no Clown Care Unit durante um mês, participou da operação Sorriso (Operation Smiles) em Fortaleza (1998/1999). Fausto Franco - Formado pela EAD/USP. Atuou nos espetáculos Enlace - A Loja do Ourives (Roberto Laje), A Bela Adormecida (Paulo Jordão), A História do Soldado (Marcelo Romagnoli), Cabarezinho (Fausto Franco e Paola Musatti), Villa Lobos das Crianças (Iacov Hillel), Bixiga - Um Musical na Contra Mão (Mário Masetti), O Mentiroso (Maria Eugênia de Domenico), A Flauta Mágica (Roberto Lage), Luna Clara e Apolo Onze (Cris Lozano), Cidades dos Ladrões (Petrônio Nascimento), Idiota no País dos Absurdos (Domingos Nunes) e O Voô (As Graças). Na televisão realizou Senta que La Vem Comédia (TV Cultura), Casa de Orates (Adriano Stuart) e Este Ovo é um Galo (Beth Dorgan). Também atuou no curta-metragem Holes - A História do Buraco (A. C. Cecílio Neto). Esteve entre os premiados por melhor espetáculo da APCA com os espetáculos As Roupas do Rei (2002), O Terror dos Mares (2001) e O Pequeno Mago (2000) e Buster (1999). Marina Mioni (Caruá Produções) - Formada em Rádio e TV pela UNESP (2005-2007) / Universidade Anhembi Morumbi (2007 - 2009), e especialista em Administração de Empresas pela PUC-SP, atua no cenário teatral paulistano desde 2015. Trabalhou com a Cia Vagalum Tum Tum, Doutores da Alegria, Cia. Pelo Cano, As Graças, Cia do Ó, Trupe Irmãos Atada e banda Trem Doido. Produziu e administrou projetos via Lei Rouanet, ProAC ICMS, ProAC Editais, Prêmio Zé Renato de Teatro, Ocupação de Espaços da Caixa Cultural, Fomento ao Circo de SP. Realizou a produção do espetáculo Othelito em sua primeira apresentação internacional, pelo festival FamFest (Chile, 2016); e a produção de espetáculos em unidades do SESC e SESI-SP, Circuito Sesc de Artes, Viagem Teatral SESI, e festivais como Diversão em Cena (Piracicaba-SP, Belo Horizonte-MG e Sabará-MG), Mostra de Extrema-MG, Janeiro Brasileiro de Comédia (São José do Rio Preto) e FENTEPP (Presidente Prudente). João Amílcar (Caruá Produções) - Economista pela Universidade Estadual de Londrina, especialista em Gestão Pública pela FESP-SP e mestre em Economia Regional pela UEL. Atuou com logística na editora Planeta DeAgostini (2012/13), planejamento estratégico na ONG Doutores da Alegria (2013/15) e transparência, monitoramento e avaliação de políticas públicas na Prefeitura de Jundiaí (2016/19). Desde 2013 elabora projetos culturais para diversos artistas e possui experiência com ProAC ICMS, Lei de Incentivo à Cultura, ISS - Rio de Janeiro, FUNCULTURA Recife, Fomento ao Circo, entre outros. Luiz Maia - Artista plástico e Ilustrador - Prêmios: 1973 - 1º premio Salão Estudantil do Sindicato dos Bancários – Belo Horizonte - MG, 1983; Premio Ofício das Artes – VI Salão de Artes Plásticas do Conselho Estadual de Cultura de MG, 1987; XX Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba – SP, 1991; Premio Jabuti de Ilustração – “Poemas para Brincar’’ de José Paulo Paes, 1992; 2º lugar Prêmio Jabuti de Ilustração – ‘’A Visita’’ de Ivo Marino – Editora Scipione – CBL, 2010; 3º lugar Prêmio Jabuti de Ilustração - ''O passarinho que não queria ser cantor'' de Ruty Rocha”, 2014 - Prêmio FNLIJ - Bologna Children's Book Fair Ilustrações para livros: Editora Ática 1988 - ‘’Minha vó tem um leão, eu tenho um jacaré e meu primo André um elefante’’ de Odette de Barros Mott; 1989 – ‘’Tumebune, o vaga-lume’’ de Sylvia Orthof; 1990 – ‘’Poemas para brincar’’ de José Paulo Paes; 1991 – ‘’Passageira clandestina’’ de Maria Helena Penteado; 1992 – ‘’Sem cabeça nem pé’’ de José Paulo Paes; 2006 – ‘’O Rei Maluco e a Rainha Mais Ainda’’ de Fernanda Lopes de Almeida - Editora Scipione; 1991 – ‘’A visita’’ de Ivo Marino; ‘’O grande herói’’ de José Maviel Monteiro; ‘’O bailado’’ de Hardy Guedes Alcoforado Filho Editora Paulinas; 1992 – ‘’Assim-assim’’ de Tatiana Belinky SBPC; 1992 – colaborador ‘’Revista Ciência hoje das crinças Ed. Globinho; 2014 - ''Motim das Letras'' de Alexandre de Castro Gomes

Providência

PROJETO ARQUIVADO.