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O Instituto Theóphilo Petrycoski propõe-se a produzir uma abrangente pesquisa histórica sobre o município de Pato Branco, na forma de um livro exclusivamente em formato digital.A realização do projeto possibilitará o resgate, a preservação e a divulgação das memórias dos seus cidadãos. Condensadas e reunidas às fontes bibliográficas e a imagens, elas comporão uma obra histórica que será um patrimônio cultural para a comunidade. Além de homenagear os pioneiros, as lideranças dos diversos setores e os trabalhadores em geral, essa pesquisa servirá como fonte de estudos sobre a colonização do Paraná e objeto de divulgação do município de Pato Branco em todo o território nacional.
Pesquisa em publicações (livros, revistas, jornais, atas cartoriais, áudios e vídeos), entrevistas, produção do texto, realização de fotografias, tratamento de fotografias antigas, edição dos conteúdos, revisão de conteúdos, revisão gramatical, diagramação, produção de arquivo em PDF. A - CAPÍTULOS 1 – MARCHA PARA O OESTE A formação do município de Pato Branco insere-se na Marcha para o Oeste, deflagrada por bandeirantes paulistas e curitibanos desde o final do século XVIII. Até essa época, toda essa região era habitada por indígenas. Até o começo do século XX, toda a área a Oeste da cidade de Guarapuava até o rio Paraná era considerada “Sertão Desconhecido”. 2 – PIONEIROS DE PATO BRANCO Os primeiros “brancos” a circular pela região Sudoeste do Paraná foram aqueles bandeirantes, seguido dos tropeiros, que passaram a conduzir tropas de mulas e gado vacum, desde os pampas gaúchos à cidade de Sorocaba-SP. Aos poucos esses nômades foram se estabelecendo às margens das trilhas, estabelecendo os primeiros povoados. 3 – COLÔNIA BOM RETIRO O embrião da cidade de Pato Branco foi um povoado denominado Vila Nova, localizado na colônia Bom Retiro. Essa colônia foi formada pelo governo federal para abrigar remanescentes da Guerra do Contestado (1912 – 1916). 4 – PATO BRANCO NO CAMINHO DA COLUA PRESTES Em 1925 a colônia de Bom Retiro foi tomada de assalto pela coluna militar do rebelde Carlos Prestes, que havia partido de Porto Alegre para um encontro com os revoltosos de São Paulo, entrincheirados na região da atual cidade de Cascavel. Nos arredores da atual cidade de Pato Branco ocorreram batalhas de canhões e metralhadoras. 5 – IGREJA DE SÃO PEDRO Na década de 1930 foi levantada a primeira igreja de Vila Nova de Bom Retiro, consagrada a São Pedro Apóstolo. Neste capítulo são apresentadas as obras dos fiéis, em parceria com os freis Franciscanos. 6 – TEMPOS VIOLENTOS No período de várias décadas, o vilarejo de Pato Branco sofreu com ações de pistoleiros, que resultaram em violência e mortes. Os episódios narrados buscam apresentar um panorama de época, antes da paciticação ocorrida na década de 1960. 7 – MIGRANTES DO SUL O Centro e o Oeste Rio Grande do Sul foi colonizado por imigrantes alemães e italianos. A partir do final do século XIX, com a multiplicação das famílias, as terras per capita foram reduzindo suas áreas. Em busca de novas terras, os filhos e netos dos imigrantes buscaram estabelecer-se no oeste de Santa Catarina e no Oeste e Sudoeste do Paraná. Para tanto, contaram com o apoio de companhias colonizadoras, que passaram a lotear essas regiões. 8 – INDÚSTRIA DA MADEIRA O maior objetivo das colonizadoras era a extração da madeira, nas espessas florestas de pinheiras. A partir da década de 1930 estabeceram-se centenas de serrarias no Oeste e Sudoeste do Paraná, gerando capital e promovendo o desmatamento. 9 – COMUNIDADES RURAIS Este capítulo explora a chegada dos migrantes do Sul, apresentando seus costumes, suas dificuldades iniciais, o processo de adaptação nas novas terras e sua evolução sócio-econômica. 10 – TERRITÓRIO FEDERAL DO IGUAÇU Buscando firmar definitivamente sua presença na região, o governo federal criou em 1943 o Território Federal do Iguaçu, abrangendo Oeste e Sudoeste paranaense e Oeste catarinense. A nova unidade federativa foi dissolvida em 1946, mas o fogo emancipatório voltou a se manifestar nas décadas de 1960 e 1990. 11 – EMANCIPAÇÃO POLÍTICA Neste capítulo são analisados os fatos que marcaram o processo de emancipação política do município de Pato Branco, e seus desdobramentos. 12 – REVOLTA DOS POSSEIROS A cessão de uma grande gleba de terras a uma única companhia colonizadora – CITLA – pelo governo federal gerou situações conflitantes na região de Pato Branco. Posseiros eram arrancados de suas propriedades com violência e assassinatos. A partir de 1951 passaram a se rebelar e em 1957 deflagraram a “Revolta dos Posseiros”, que tornou-se conhecida nacionalmente. 13 – A DÉCADA DA RAZÃO A partir da década de 1960 é notável a tomada de consciência da população de Pato Branco quanto aos seus direitos civis. Neste capítulo são analisadas muitas do jornal “A Razão”, a mais combativa publicação de Pato Branco de todos os tempos. 14 – ENTIDADES SOCIAIS Pato Branco destaca-se no cenário paranaense e brasileiro pela grande quantidade de entidades de caráter social. São formadas para dar abrigo e conforto a idosos, crianças em situação de risco e dependentes químicos. 15 – NO TEMPO DOS FESTIVAIS A formação de grupos de jovens, a partir da década de 1960, resultou na criação de festivais musicais, na fundação de uma Casa da Cultura e no Teatro Municipal de Pato Branco. Alguns eventos são analisados neste capítulo. 16 – ENSINO SUPERIOR A criação da primeira faculdade, na década de 1970, e o estabelecimento de uma unidade do CEFET, nos anos 1990, proporcionaram a Pato Branco uma entrada vigorosa no setor tecnológico. Nos últimos anos a cidade vem se destacando pelo estabelecimento de inúmeras indústrias do setor eletrônico e informático. B – TEMA CENTRAL O tema central é a própria história de Pato Branco, visto que ela alcança seu auge em vários momentos: no desejo de encontrar uma nova terra, nas lutas violentas contra bandidos, nas lutas coletivas contra as companhias colonizadoras, nas disputas políticas, na união comunitária para a criação de festivais e entidades, culturais, filantrópicas e esportivas, na união de forças para estabelecer o ensino superior, etc. A pesquisa busca resgatar a história de Pato Branco sob os mais amplos aspectos, ouvindo as mais diversas vozes – historiadores, pioneiros, colonos, agentes culturais, lideranças empresariais, industriais, esportivas, etc. C – CONDUÇÃO DA NARRATIVA A narrativa é linear e cronológica. Mas a pesquisa aborda temas variadíssimos, e cada um deles é narrado com início, meio e fim. Por exemplo, descreve-se o início de um empreendimento na década de 1940, mas ele evoluiu para uma empresa de sucesso no século XXI. Vários temas são recorrentes e voltam a ser analisados na dinâmica da sua evolução. Como, por exemplo, a tentativa de estabelecer no Oeste paranaense e catarinense o Território do Iguaçu, ou Estado do Iguaçu. D – RELEVÂNCIA O livro apresenta amplos aspectos da colonização do Sudoeste Paranaense e, especificamente, da formação do município e da cidade de Pato Branco. Mas a leitura exibe caráter universal, pela abordagem da luta dos homens pela terra, da exploração da inocência popular, da formação de lideranças que lutam a favor da tomada de consciência, das contendas políticas, da formação de grupos que trabalham em projetos coletivos. Enfim, do desenvolvimento integral de uma cidade, com suas adversidades, soluções e serviços. A leitura promove a compreensão dos processos de distribuição de terras pelos governos federal e estadual do Paraná, da união em torno de projetos comunitários, da valorização do aprendizado científico. Também permite compreender o processo evolutivo de uma cidade que já alcança alto conceito socioeconômico em nível estadual e nacional.
OBJETIVOS GERAIS * Produção de um livro no formato digital sobre a história do Município de Pato Branco. OBJETIVOS ESPECÍFICOS * Produção de um livro extenso e aprofundado no formato de pesquisa sobre o município de Pato Branco; * Realizar o resgate histório do município através de literatura, colonizadores e materiais a fins; * Disposição da literatura em formato digital (sem impressão gráfica através do projeto); * Oferta à Prefeitura Municipal de Pato Branco os respectivos textos e imagens produzidos através do projeto, já editados em programa de edição gráfica, visando a produção de um livro no formato 28 x 30 cm, no formato digital.
O MUNICÍPIO DE PAT0 BRANCO A criação de Pato Branco, município localizado na região Sudoeste do Paraná, insere-se no contexto da "Marcha para o Oeste", encetada por bandeirantes e militares desde o século XVIII. Os primeiros povoadores da região — além dos indígenas — foram os paulistas e os curitibanos, que, desde a conquista dos Campos de Guarapuava no século XIX, avançavam cada vez mais na imensa floresta que se estendia até as margens do rio Paraná e para além do rio Iguaçu. O povoado de Bom Retiro, que mais tarde seria convertido na cidade de Pato Branco, nasceu como uma vila de refugiados da Guerra do Contestado (1912 -1916). Inúmeros fatores concorreram para transformar aquela vila no maior centro comercial e industrial do Sudoeste Paranaense. Cada município apresenta características únicas, com elementos geográficos singulares e histórias surpreendentes. Em todas as cidades ocorrem fatos admiráveis, alguns de rara beleza, outros trágicos ou cômicos, que merecem análise, registro e divulgação. Algumas cidades, como Pato Branco, encerram histórias célebres, de lutas candentes e de grandes conquistas, sejam no campo político, econômico, social ou cultural. Num pequeno núcleo populacional avoluma-se o casario e o comércio, forma-se uma vila, cria-se um distrito, e então surge o desejo de liberdade e a luta pela emancipação. No prosseguimento dos anos, no amálgama das diversas culturas, vão-se formando as características próprias da comunidade, identificadas no linguajar e no comportamento de seus cidadãos. É a "alma da cidade", que muitas vezes aflora em manifestações em favor de uma equipe esportiva que a representa, ou na defesa política do patrimônio municipal. A formação das cidades sempre antecede a instituição dos respectivos municípios. E os momentos mais intensos do povoado muitas vezes se antecipam ao ato emancipatório. 28 anos antes de tornar-se município, o povoado de Pato Branco sediou enfrentamentos entre as tropas federais e os rebeldes da Revolução de 1924. Ainda antes, acolheu os exilados da Guerra do Contestado (1912 - 1916). E com pouco mais de cinco anos de existência, o município foi o epicentro de um movimento popular épico, denominado "Revolta dos Posseiros" (1957). Esses e muitos outros fatos constam em publicações históricas, na forma de livros, jornais ou revistas. A história também é preservada em áudios e vídeos. Mesmo os municípios recentemente emancipados têm sua história escrita e preservada nas atas cartoriais. A pesquisa histórica de municípios deve visar a preservação dos dados para as gerações futuras, mas, acima de tudo, deve promover o acesso da população local à sua própria história. Juntar os dados das mais diversas publicações, somando as falas dos personagens notáveis ou de seus descendentes, e também dos historiadores locais, permite agregar numa só obra as informações dispersas, facilitando a compreensão histórica em perspectiva. Para tanto optou-se na realização do projeto buscando recursos através da Lei de Incentivo à Cultura para a realização de uma pesquisa completa e fidedigna na forma de preservação das memórias referentes ao município em questão. Ainda que as "verdades históricas" sejam relativas ao caráter e aos objetivos de quem as escreve, é válido afirmar que a reunião das diversas correntes históricas numa só obra facilita a leitura e o entendimento do conjunto historiográfico. As publicações históricas respectivas aos municípios apresentam uma abordagem diferenciada em relação às obras históricas tradicionais, que geralmente tratam da formação das macro-estruturas do país e/ou dos estados e de seus desdobramentos políticos e sócio-econômicos. Acrescentando fatos do cotidiano ao documentário da municipalidade, aproxima-se a pesquisa do "cidadão comum", que passa a ver-se também como sujeito da história. Os relatos e imagens resgatados junto à população complementam os registros oficiais, dando maior consistência ao conjunto e tornando-o mais representativo da realidade local. Compõe-se uma obra de grande aceitação pelo público e de fácil leitura. No que se refere à Legislação específica - Lei 8313/91, o projeto em questão se enquadra no Artigo 1º, condizentes à pesquisa e literatura nos incisos na forma de: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Já no artigo 3º da Lei 8313/91, o enquadramento se dá nos incisos III e IV, sendo estes: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação e organização de acervo histório imaterial referente à pesquisa em questão. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública da pesquisa no formato digital; b) levantamentos, estudos e pesquisas do resgate histório da colonização do local; c) fornecimento da pesquisa no formato de livro para as fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural.
A pesquisa é feita por meio de gravações de entrevistas, análise bibliográfica e resgate de fotografias antigas. A redação é realizada diariamente, extraindo dos áudios para o computador, em forma de texto. A revisão de conteúdos e gramatical será realizada ao final dos trabalhos de pesquisa e redação. O texto final, ilustrado com as respectivas fotografias, será diagramado em programa de computação gráfica (InDesign), visando a produção futura de um livro, no formato 28 x 30 cm, com cerca de 200 a 300 páginas. Será utilizado o estilo “design moderno”, com valorização dos espaços, utilizando as imagens que melhor definem as múltiplas faces históricas e atuais do município e da cidade de Pato Branco. Detalhes do Livro: Número de páginas (estimada): 270 Fotografias: cerca de 500 Papel: Couche 150g Encadernação: capa dura com costura Formato: 28 x 30 cm
Será realizado um vídeo para lançamento do projeto de compreenção em libras, com resumo do texto, fotografias legendadas, além de entrevistas com pesquisadores, visando a distribuição e acesso ao conteúdo a todos.
De acordo com o disposto no Artigo 21 da IN nº 02/2019, serão adotadas as medidas de ampliação do acesso descritas a seguir: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; - doação total do resultado final da execução do projeto à comunidade como um todo, instituições no geral. III - disponibilizar o formato digital do resultado final do projeto através da Internet; IV - permitir a captação de imagens ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, no formato de exploração e divulgação do trabalho; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil, na forma de exploração e apreciação do produto resultante; A pesquisa será cedida – já editada e diagramada no formato 28 x 30 cm – à Prefeitura Municipal de Pato Branco (portanto aos cidadãos deste município), com a sugestão de publicação em forma de um livro com alto padrão editorial: papel couche 150g, encadernação com capa dura e costura, sobrecapa. Será sugerida uma tiragem inicial de dois mil exemplares, para DISTRIBUIÇÃO GRATUITA à comunidade local; também às bibliotecas públicas da região Sudoeste paranaense e à Biblioteca Pública do Paraná (Curitiba). A pesquisa também permanecerá acessível ao público no site do Instituto Theóphilo Petrycoski, com páginas no formato PDF. O mesmo será sugerido para o site oficial da Prefeitura de Pato Branco.
O Instituto Theóphilo Petrycoski, bem como sua diretoria no geral trabalham como voluntários, sem qualquer tipo de remuneração, visando atrativos e agregar ações culturais e sociais na região. Para tanto são desenvolvidos projetos nesse âmbito para todos os tipos de público, sempre de forma gratuita. Currículos dos envolvidos na pesquisa: 1. LUIZ FRANCISCO GUIL (pesquisador, revisor e editor da pesquisa) RG: 3.666.552-1 CPF: 744.391.039-87 Email: luizfranciscoguil@gmail.com Fone: (45) 99900-3764 PUBLICAÇÕES E PRÊMIOS 1993 - 2015 – Articulista em vários jornais de Guarapuava e Curitiba 1995 – Publica o livro “Águas Silenciosas” (contos) 1997 – Publica a “Agenda Gente” (poesias ilustradas) 2002 – Publica a “Agenda Original” (poesias ilustradas) 1994 – Menção honrosa no Concurso Nac. de Contos, Secretaria Est. da Cult. do Paraná 1994 – Menção honrosa no Concurso de Literatura Aníbal Machado, Sabará-MG 1995 – Vence concurso de literatura de Paranavaí-PR, categorias Conto e Poesia 1995 – Vence concurso de literatura de Mandaguari-PR, categorias Conto e Poesia 2002 – Vence o concurso de literatura de Paranavaí-PR, categoria Poesia 2015 – Vence o “I Baika - Concurso Nacional de Contos da Cultura Eslava”, Irati-PR PUBLICAÇÕES HISTÓRICAS 2007 - 2008 – Pesquisador /redator, livro “Irati 100 Anos” 2016 – Redator/editor, livro “Guamiranga” 2017 - 2018 – Pesquisador/redator, livro “Cascavel - A Conquista do Oeste Paranaense” 2. LEINA MARIA GLAESER (assistente de pesquisa, redatora) RG: 5.820.381-5 CPF: 014.570.029-14 OAB: 40.995 Email: leinaglaeser@gmail.com Fone: (45) 99805-6429 FORMAÇÃO ACADÊMICA Direito, Unipar/Toledo PESQUISAS HISTÓRICAS 2017 - 2018 – Pesquisadora, livro “Cascavel - A Conquista do Oeste Paranaense”, (2018) 2018 - 2019 – Pesquisadora e redatora, livro “Galafassi – Saga de Migrante”, (2019) 2018 - 2019 – Pequisadora e redatora, livro “Memórias – Carlos Campos”, (2019)
PROJETO ARQUIVADO.