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O projeto visa aprimorar e ampliar conhecimento, metodologias e tradições que trabalhem o desenvolvimento da primeira infância utilizando-se de recursos artísticos, dando continuidade ao aprimoramento e pesquisa em arte e educação somática desenvolvida pelo grupo. O movimento em torno da dança para bebês e crianças da primeira infância, no Brasil, ainda é tímido se comparado com as iniciativas de música e teatro direcionadas para esse público tão específico. Serão realizadas apresentações artísticas dos espetáculos "Amana", "Baby Jam", realização da oficina "Pausa" e vivências com as comunidades. O projeto prevê ainda a produção de conteúdos audiovisuais para distribuição gratuita em mídias sociais. Todos os conteúdos audiovisuais contarão com legendas para compreensão de portadores de deficiências auditivas.
Amana é uma palavra tupi-guarani que significa água que vem do céu. O espetáculo de dança para e com bebês de zero a três anos, com som ao vivo, traz um pouco de nossa ancestralidade, das gotinhas de nosso mar interno, às gotas que somos neste universo de possibilidades. Baby Jam, encontro de improviso entre crianças mães e pais e/ou acompanhantes. Um convite à dança, à experiência de afeto que liberta o movimento espontâneo e amplia os canais de comunicação entre adultos e crianças. Dos princípios da educação somática e do contato–improvisação, explora o movimento pela observação, escuta e toque. Pausa: A oficina “PAUSA - Proposta de Autocuidado, Silêncio interno e Afeto” é uma proposta prática para educadoras da primeira infância. Pautada na observação de si mesmo utilizamos princípios da educação somática para proporcionar alinhamento e relaxamento do corpo. Estar consigo e se perceber para estar com o outro e perceber o outro. Vivência com a comunidade: A proposta da “Vivência com a Comunidade” é um convite à troca de saberes dentro do universo da primeira infância. Se dará de forma lúdica, onde o espaço/tempo construído em si seja um convite ao aprendizado através da brincadeira, da partilha em roda. O objetivo é trazer à consciência a importância do movimento, do brincar, do afeto, do estado de presença, da empatia e da escuta na relação com bebês e crianças.
.1 Objetivos Gerais: · Ampliar e difundir no país o movimento em torno da dança para bebês e crianças da primeira infância; · Contribuir para o enriquecimento artístico de todas as pessoas envolvidas com o projeto seja presencialmente ou através do compartilhamento dos conteúdos audiovisuais; · Valorização da cultura do brincar no Brasil. · Estimular as discussões acerca da primeira infância entre educadores, pais, tutores, artistas e crianças; · Dar continuidade à pesquisa em arte e educação somática para a primeira infância. Um campo contemporâneo, de inovações cênicas e enormemente estudado e difundido por artistas, psicólogos e educadores. · Difundir uma linguagem cênica nova onde se fazem necessários uma movimentação e um plano de execução específicos, atendendo o público da primeira idade, seus responsáveis, bem como educadores, atendentes e cuidadores. 2.2 - Objetivos específicos: · Executar 06 (seis) apresentações do espetáculo "Amana-dança para bebês", sendo duas em Maceió, duas em Recife, uma em Pão de Açúcar/AL e uma em Ingazeira/PE. · Realizar 06 (seis) Baby Jam , encontro de improviso em dança entre bebês e seus responsáveis ou crianças de até seis anos, sendo duas em Maceió, duas em Recife, uma em Pão de Açúcar/AL e uma em Ingazeira/PE. · Oferecer 02 (duas) Oficinas "Oficina PAUSA - Proposta de Autocuidado, Silêncio interno e Afeto", para Educadoras(es) que acontecerão nas cidades de Maceió e Recife. · Proporcionar 04 (quatro) "Vivências com a Comunidade", que acontecerão nas quatro cidades do projeto; · Produzir quatro mini-documentários de 5 min cada (um para cada cidade), sendo 2 (dois) deles com as duas mestras do brincar convidadas para o projeto e dois deles com as artistas envolvidas no projeto; · Quatro videodanças de 59 segundos cada, com as integrantes e/ou crianças e outros possíveis convidados da comunidade. · 12 (doze) vídeopílulas de 59 segundos cada, . 04 (quatro) vídeos de resumo das ações realizadas em cada uma das quatro cidades do projeto com duração de cerca de 2 minutos/cada; . Compartilhar vídeos "stories" de Instagram e "posts" de fotografias ampliando a divulgação e repercussão do projeto.
O Grupo Psoas e Psoinhas atua nas artes cênicas para a primeira infância por meio da pesquisa do movimento com abordagens de educação somática. A educação somática revela o movimento enquanto conhecimento e se utiliza da imaginação como ferramenta de auto-observação e criação. A educação somática é, portanto, a base de sustentação. Trabalhar com a primeira infância é um ato de inovação social. As experiências vividas entre 0 e 3 anos de idade formam a base do que a criança será. Toda a arquitetura cerebral do ser humano é desenvolvida na primeira infância. O bebê é um ser profundo, com capacidade de compreensão poética, com um olhar atento, inocente e curioso, onde tudo é novidade. Dentro desses princípios, o projeto propõe-se a realizar apresentações de espetáculos e atividades desenvolvidas pelo Grupo Psoas, descritas a seguir. Amana é um espetáculo de dança para bebês e compõe um seleto gênero de atividades para a Primeira Infância, ainda raro no Brasil. Através dos princípios da educação somática, o espetáculo é um mergulho nas memórias uterinas, nas nossas mães e avós que permanecem vivas em nossos corpos. Amana significa água que cai do céu em Tupiguarani. De nossas águas férteis e ancestrais nasceu este espetáculo. Amana ocupa-se qualitativamente da experiência, tendo uma quantidade de público reduzida, ao valorizar a vivência em respeito à sensibilidade do público alvo principal, os bebês e crianças pequenas A oficina "PAUSA - Proposta de Autocuidado, Silêncio interno e Afeto" é uma proposta prática para educadoras da primeira infância. Também se vale de abordagens somáticas e está pautada na observação de si mesmo a partir do movimento e dos padrões corporais como ferramenta de autoconhecimento. Estar consigo e se perceber para estar com o outro e perceber o outro, que nesse caso é um bebê. Além da prática, escutamos suas experiências dentro de sala para fazermos as conexões da importância da escuta e o estado de presença. Como já mencionado, essas experiências serão captadas e comporão o conjunto de conteúdos audiovisuais a serem disponibilizados. A "Baby Jam" é uma ação que o grupo Psoas tem realizado inspirada na "Jam" (encontro de improviso) de Contato Improvisação (técnica da dança que utiliza do encontro com o outro, o toque, o contato, a relação de peso, como princípios para o desenrolar da dança). Na Baby Jam o encontro se dá entre o bebê e sua mãe/ pai ou outro responsável que se disponibilize a entrar neste espaço lúdico, com música ao vivo, que inspira o toque, o afeto e o movimento. Propõe a entrega como condição essencial para estar presente e atento, integrado consigo, com o outro e com o ambiente. A proposta das "Vivências com a Comunidade" é um convite à troca de saberes dentro do universo da primeira infância. Abrir um espaço para saber como a comunidade compreende e se relaciona com seus bebês e crianças. Trazer à consciência a importância do movimento, do brincar, do afeto, do estado de presença, da empatia, da escuta na relação com seus bebês. Esta Vivência se dará de forma lúdica, onde o espaço/tempo construído em si também revele o que se propõe. Espaço criado pelo coletivo, proposto pelas integrantes do Psoas a partir da escuta aberta à experiência com aquela comunidade. Em cada lugar se deixará emergir algo novo que de alguma forma possa nutrir as necessidades do local. A escuta do grupo começa na investigação que define cada cidade escolhida, em saber de suas mestras e querer saber mais quem são. Quais são os tipos de espaços disponíveis para o que propomos? Na conversa com a produção local, nas primeiras trocas com diretoras ou coordenadoras de creches, na investigação de como a comunidade se relaciona com a primeira infância. Durante a execução do projeto se dará a escuta mais refinada, vinda da própria experiência no local. Perceber o público nas apresentações, nas atividades, sua adesão, sua participação, seu envolvimento, sintetizando numa vivência o que podemos oferecer naquele momento para aquele lugar a partir do que pudemos apreender com a própria comunidade. Tudo registrado! Apresentações, encontros de dança em família, ações formativas e vivências que resultarão em vídeos artísticos e documentais como resumos do processo em cada cidade. Um desdobramento que amplia significativamente o alcance de público do projeto e a disseminação do saber e da experiência. As Mestras da Ludicidade e do Brincar - vivência, registro e documentário. Esta escolha aprofunda a troca de conhecimento e informações durante a execução do projeto. O aprofundar sobre o que estamos falando. Ir nas raízes ainda pulsantes e de vital importância do brinquedo como organismo vivo. "O brinquedo é um organismo vivo, formado de conexão de texto literário com texto musical (se musical), uma ação que tem uma linguagem de movimento específica de cada brinquedo e o outro com quem eu brinco. Se falta um destes segmentos não acontece o brinquedo" - Lydia Hortélio, educadora e musicóloga. Em uma era em que o brincar em movimento está sendo substituído por um sedentário e recluso brincar, propomos mostrar raízes para estimular mães, pais e educadoras(es) que ainda se ocupam em cultivá-las. Para que a presente infância seja saudável em sua essência e dela cresçam indivíduos integrados ao todo porque não perderam a referência do que é primordial à nossa existência. Para esses objetivos propusemos encontros com duas mestras do brincar: Dona Morena, da Ilha do Ferro, na cidade de Pão de Açúcar (AL) e Odília Nunes, de Sítio Minadouro, Sertão do Pajeú, na cidade de Ingazeira (PE). São mulheres que inspiram. Onde o ser e o fazer são integrados e não há separação entre o que falam e o que vivem. A escolha dessas mulheres realça a necessidade de referências femininas para recuperar a cratera instaurada na história da humanidade. A reverência à ancestralidade Feminina se faz emergente para recuperarmos valores primordiais à nossa existência. Perdida a reverência à Mulher/Mãe, ao respeito e ao cuidado de quem nos nutre, perdeu-se o cuidado com nosso próprio planeta, Mãe-Terra. Elas enriquecerão a vivência. Teremos a oportunidade de registrá-las, entrevistá-las, produzir um documentário para que esta preciosidade tenha um maior alcance de público. De nossa necessidade de nutrir e sermos nutridas, nasce este projeto que integra o fazer, o apreciar e o saber no universo da primeira infância. O projeto, portanto, objetiva plantar sementes e adubar solo para que as crianças cresçam saudáveis e motivadas a cuidarem de si mesmas, assim como os adultos, e consequentemente, a cuidarem mais da natureza. Todas as atividades previstas no projeto gerarão conteúdos audiovisuais como forma de ampliação das experiências, culturas e movimentos artísticos e culturais, hoje relegados a um universo restrito e que se mostram essenciais no desenvolvimento da primeira infância bem como na preservação do patrimônio cultural do país. Esses conteúdos serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais. O projeto se enquadra no Art.1, Lei 8313/91 (I contribuir para facilitar o livre acesso às fontes da cultura; II promover e estimular a regionalização da produção cultural com valorização de conteúdos locais; III valorizar e difundir manifestações culturais e seus criadores; V salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar e fazer da sociedade brasileira). Serão atendidos os objetivos previstos no Art. 3 da Lei 8313/91 (II fomento à produção cultural e artística/e) realização de espetáculos de artes cênicas; IV estímulo ao conhecimento dos valores culturais/a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais). A demanda pelo apoio e incentivo cultural se dá pelo fato de que todas as atividades são gratuitas e atingem públicos específicos e restritos, bem como pretende-se ampliar um segmento ainda necessitado de apoio: projetos para a primeira infância.
Proponência: O proponente irá receber pela rubrica Administração do Projeto, conforme especificado na planilha orçamentária. O dirigente da Pessoa Jurídica é o Diretor de Produção do projeto e como tal, receberá pela rubrica Direção de Produção. Local de realização/Deslocamento: Alagoas: Maceió e Pão de Açucar (Ilha do Ferro) Pernambuco: Recife e Ingazeira (Sertão do Pajeu) Contrapartida: Como anteriormente exposto, todas as atividades do projeto serão gratuitas e acessíveis a entidades e comunidades escolhidas pela produção e órgão locais de assistência social. Além disso, serão produzidos conteúdos audiovisuais que retratarão e contextualizarão todas as metodologias, dinâmicas e práticas utilizadas no desenvolvimento do projeto. Desse modo, além da gratuidade, os registros videográficos atingirão cerca de 15 mil pessoas por estarem disponíveis e acessíveis nas plataformas digitais do projeto. Em função do alcance do projeto será produzido, como contrapartida social, um “e-book” em formato PDF, com descrição e teorias do trabalho que será distribuído gratuitamente a interessados (educadores, pais, cuidadores, assistentes sociais e etc.) e/ou entidades sociais pertinentes (creches, escolas, instituição de amparo a criança e etc.). Complementação de informação sobre as duas mestras do brincar que serão convidadas a fazerem parte do projeto: Odília Nunes saiu de seu povoado, que hoje tem 180 habitantes, aos 17 anos porque queria fazer teatro. Aprendeu, criou identidade. Ganhou estrada, rua, palco e festivais pelo mundo. Mais de vinte anos depois retorna ao seu povoado para proporcionar a mesma experiência transformadora às pessoas de sua raiz. Criou o Terreiro do Brincar onde realizaremos atividades do projeto. A senhora Bernadete Rosália Teixeira é das mais antigas moradoras do povoado Ilha do Ferro, lugar que tem a artesania e o brinquedo como características essenciais. Dona Morena, como é conhecida, é a arte do brincar em si. Transmite sua sabedoria através da contação de histórias, ensina meninas a fazer bonecas como brinquedo e para vender. Resposta a Diligência Datada de 09/04/2020: Caros Pareceristas, peço desculpas por utilizar esse espaço para responder um dos itens contidos na diligência datada de 09/04/20 pela falta de espaço no campo da Ficha Técnica. Ressalvado esse fato, informo que a Proponente (Black River Prod. Art. Ltda) é empresa de propriedade do Diretor de Produção do projeto e que o mesmo juntamente com as artistas do grupo Psoas conceberem e construiram esse projeto. Sendo assim, a proponência terá a responsabilidade geral pela estruturação artistica e logistica do projeto, tendo o seu sócio-diretor respondendo pela produção geral do projeto. Anexamos uma nova carta informando o agora relatado. Resposta da Diligência encaminhada no dia 05/052020: Muito obrigado pelas considerações e correções relativas a nossa proposta original sobre parte das contrapartidas sociais (encaminhamento de ebook). Revimos nossa proposta e incluímos a realização de 6 (seis) palestras formativas que aconteceriam nas cidades de Maceió (2 palestras), Recife, Ribeirão Preto/SP e Brasilia (2 palestras). Uma das palestras em Maceió e a palestra do Recife aconteceriam durante as visitas que o projeto fará nessas localidades. As demais palestras acontecerão em datas intermediárias as apresentações nas referidas cidades permitindo um maior planejamento, divulgação e organização. A escolha das cidades procurou otimizar custos e atender as demandas do projeto. A proposta das primeiras duas palestras nas cidades de Maceió e Recife devem-se, obviamente, ao fato de que o projeto se dará nesses locais. A razão para a escolha das cidades de Brasilia, Ribeirão Preto/SP e, novamente, Maceió decorre do fato de que as três integrantes do grupo vivem, respectivamente, nessas localidades eliminando-se alguns custos adicionais de logística, bem como o conhecimento e inter-relacionamento local (conhecimento nas secretarias de educação, creches, associações classistas e etc). Os últimos dados do Censo IBGE/PNAD (2017/2018) mostram que as cidades escolhidas possuem número expressivo de professores de ensino infantil em condições de tornar as metas propostas factíveis. De acordo com o IBGE, o total de professores de ensino infantil nessas quatro localidades é de 15.670 professores. No montante não estão considerados estudantes de pedagogia, assistentes sociais e trabalhadores de creche que seriam igualmente parte do público beneficiário das atividades formativas. O número de contrapartidas (1.100 pessoas), através das palestras, é, portanto, compatível com o universo potencial de profissionais a ser alcançado nas quatro cidades. Informações adicionais das palestras: A palestra visa explorar a relação entre a liberdade do movimento e a autonomia do pensamento e suas implicações no processo de aprendizagem das crianças pequenas. O quanto movimento e pensamento (corpo/mente) são integrados e, igualmente, importantes para o bem viver integral da criança. Através do afeto e da escuta, o suporte necessário para um ser autônomo e confiante. Os palestrantes receberão um cachê de R$ 500,00/palestra inclusos no orçamento. Detalhamento Plano de Distribuição: Maceió – 2 palestras – total de pessoas atendidas: 300; Recife – 1 palestra - total de pessoas atendidas: 200; Brasilia – 2 palestras - total de pessoas atendidas: 400 Ribeirão Preto – 1 palestra – 200 pessoas Onde colocar as despesas: Como lhes relatei nas diligências anteriores, não tenho muita experiência nos detalhes do sistema Salic. Os tutoriais pesquisados não esclareceram uma dúvida que lhes exponho aqui. Parte das palestras das contrapartidas acontecerão em duas cidades distintas daquelas previstas para o projeto (Brasilia e Ribeirão Preto/SP). Desse modo, não sabia onde alocar o cachê das palestras que acontecerão nessas cidades já que o projeto disponibilizava no sistema as 5 cidades iniciais. Tínhamos, assim, a possibilidade de alocar esses custos na cidade de São Paulo considerando-a o núcleo central de produção. Ou alternativamente, abrirmos no sistema as cidades de Brasilia e Riberão Preto/SP para a inclusão desses cachês. Optei pela segunda possibilidade por acreditar que ela traria transparência sobre a abrangência do projeto. Espero que essa procedimento seja o mais aceito.
NOME DO CURSO/OFICINA: PAUSA Conceito de alinhamento corporal ósseo. Apreciação da escuta. Potencial criador do movimento por meio da respiração e da pulsação interna. A importância da auto-percepção para perceber o outro. A relação de importância do autocuidado para cuidar do outro. Observação e reflexão sobre o desenvolvimento do bebê e suas potencialidades. Vivência sensorial. Apreciação musical. Ritmo e movimento. Percepção do toque: Aquilo que te toca, me toca também. Vivência sensorial e somática; Bate papo e Avaliação. OBJETIVOS: Gerar uma partilha do Olhar sobre a Primeira Infância; Propor a importância do autocuidado para poder cuidar do outro; Propiciar um momento de auto escuta; Valorizar na relação com o outro, o estado de presença, a entrega, a confiança; Oferecer uma experiência sensorial com diferentes estímulos; Apresentar o conceito de educação somática; Observar a importância da qualidade da pausa no intervalo de trabalho para saúde integral e melhor rendimento; Possibilitar um momento de relaxamento; Realizar um bate papo em que possam dizer o que sentiram e absorveram do workshop e qual a relação que fazem entre a experiência, a apreciação e o dia a dia delas na creche. PÚBLICO ALVO:. Educadoras(es) da primeira infância do ensino formal e informal, interessados em geral em educação somática. FAIXA ETÁRIA: maior de 18 anos Nº DE TURMAS: 4 turmasNº DE PARTICIPANTES POR TURMA: 20 alunos METODOLOGIA: A oficina utiliza princípios da Educação Somática, aponta diferentes técnicas, mas em especial a abordagem somática Body-Mind Centering (centrando corpo e mente). Parte do princípio que também aprendemos através do corpo e do movimento (desde nossa fase fetal), e que enquanto bebês, somos grandes receptores sensoriais, com um forte nível de aprendizado sobre tudo que acontece à nossa volta e que carregamos este aprendizado na memória de nossos corpos. Estes princípios são oferecidos através de verbalização, do toque, movimento e apreciação. O workshop contém duas etapas: Vivência sensorial e somática; Bate papo e Avaliação. Na primeira etapa, proporciona-se um momento em que as participantes possam olhar para elas mesmas, ampliando a auto escuta e o autocuidado com prática de respiração, auto massagem, alinhamento da postura, percepção espacial, percepção do ambiente sonoro. E práticas em dupla que trabalhem a entrega e confiança na relação, com princípios da educação somática, estimulando o estado de presença ao estar com o outro. Segunda etapa, conversa em que as participantes possam se expressar sobre o que sentiram, o que observaram e o que refletiram na vivência, e a relação com o dia a dia de seus trabalhos com bebês e crianças. Um pouco de embasamento teórico sobre o que foi feito. Uma avaliação da oficina como um todo através da verbalização. RECURSOS DIDÁTICOS: Instrumentos musicais para sonorização da oficina; Materiais sensoriais, como tapetes com diferentes texturas e brinquedos sensoriais confeccionados pelo grupo; CARGA HORÁRIA: Carga horária total: 1h30 min. Uma hora de vivência somática. Trinta minutos de bate papo. CONTEÚDO: Conceito geral de Educação Somática; Abordagem Body-Mind Centering; Padrões Neurocelulares Básicos de Desenvolvimento do bebê; Saúde Integral; Visão holística sobre o corpo; A importância do cuidar-se para poder melhor cuidar do outro; REFERÊNCIAS: Wallow, J. Henri. "A Evolução Psicológica da Criança". Bertherat, Therese e Bersthein, Carol - O Corpo Tem Suas Razões, 21a edição, 2010, Editora Martins Fontes. Brinquedos do Chão. A Natureza, O Imaginário e O Brincar. Gandhy Piorsky. Editorial. Peirópolis Cohen, Bonnie Bainbridge - Livros Sentir, Perceber e Agir: Educação Somática Pelo Método Body Mind Centering - Edições SESC, 2015 Bolsanello, Débora Pereira – Educação Somática – Ecologia do Movimento Humano- pensamentos e práticas, Editora Juruá 1ª edição 2016, 2ª impressão 2018 Vídeo oficina para educadores “Pausa” https://www.youtube.com/watch?v=bAIuMEt44yw&feature=youtu.be Amana - Dança para bebês- Documentário https://www.youtube.com/watch?v=PcnaC9XWROg HYPERLINK "https://www.youtube.com/watch?v=PcnaC9XWROg&t=53s"& HYPERLINK "https://www.youtube.com/watch?v=PcnaC9XWROg&t=53s"t=53s Blog: http://grupopsoasepssoinhas.blogspot.com.br/
Seguindo a IN, item II, artigo 21 será oferecido transporte gratuito a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, bem como aos demais membros da coletividade. Como o projeto acontecerá em comunidades definidas, utilizaremos a mesma van de transporte dos artistas para ofertar transporte as pessoas inclusas no estabelecido no referido item II do Art. 21. Ofereceremos intérpretes de libras nas 04 atividades "Vivência com Comunidade". Além, dessas ações, todos os vídeos produzidos pelo projeto (20 videos) serão legendados permitindo aos deficientes visuais acesso e conhecimento do conteúdo. Os custos dessas ações estão listados no orçamento analítico do projeto, conforme o parágrafo 1, do art. 18 da IN 02/19. Os locais de realização das atividades serão espaços onde as comunidades já frequentam e possuem a infraestrutura necessária (banheiros, guias, rampas...). A referida infraestrutura não imporá nenhum custo adicional ao projeto. Produto: Espetáculos em Artes Cênicas ("Amana" e "Baby Jam"): Acessibilidade Física: Rampas, Banheiros adaptados e corrimões/guias; Deficientes Auditivos: Interprete de libras Deficientes Visuais: não aplicável Produto: Oficinas ("Pausa" e "Vivências em Comunidade"): Acessibilidade Física: Rampas, Banheiros adaptados e corrimões/guias; Deficientes Auditivos: Interprete de libras Deficientes Visuais: não aplicável Produto: Conteudos Audiovisuais : Deficientes Auditivos: Videos legendados; Deficientes Visuais: não aplicável
Seguindo a IN, item II, artigo 21 será oferecido transporte gratuito a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, bem como aos demais membros da coletividade. Como o projeto acontecerá em comunidades definidas, utilizaremos a mesma van de transporte dos artistas para ofertar transporte as pessoas inclusas no estabelecido no referido item II do Art. 21. Além disso, o projeto prevê a captação de conteúdos audiovisuais que serão publicados e disponibilizados gratuitamente ao público em geral e interessado na temática. Todos os videos conterão legendas para os portadores de deficiência auditiva. Assim, o projeto como um todo, atende os preceitos de acessibilidade. Os custos de transporte estão inseridos no orçamento analítico. Produto: Espetáculos em Artes Cênicas ("Amana" e "Baby Jam"): II- Oferecer transporte público e gratuito com acessibilidade a pessoa com deficiência, mobilidade reduzida e aos idosos; Produto: Oficinas ("Pausa" e "Vivências em Comunidade"): II- Oferecer transporte público e gratuito com acessibilidade a pessoa com deficiência, mobilidade reduzida e aos idosos; Produto: Conteudos Audiovisuais: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias
Proponente:vejam os esclarecimento no item Outras informações Susana Prado - Intérprete criadora- Orientadora Pedagógica-Roterista Artista e pesquisadora das artes do corpo, psicóloga e integrante/ fundadora do Grupo Psoas e Psoinhas/ DF, mãe de 3 filhos, concentra sua a t u a ç ã o e p e s q u i s a n a d a n ç a contemporânea, dança para a primeira infância, educação somática e a importância das artes e do corpo em movimento no ambiente escolar. Concebeu junto com o Grupo Psoas e Psoinhas o espetáculo Amana- dança para bebês, dirigido por José Regino (DF). Junto com o grupo realizou a circulação de Amana por DF/GO/SP com o fomento do FAC/ DF 2016. Com o mesmo espetáculo participou de vários festivais, entre eles, VII Fest Primeiro Olhar de São Paulo, Encontro Internacional de Práticas Somáticas e Dança- Brasília/DF, Fest Musicar-DF/2018, Fest Primeiro Olhar-DF/2017. Em Janeiro de 2018, realizou uma temporada com espetáculo, O Círcolo: circo, música e dança para bebês em Mar del Plata, Argentina, Como Poeta recebeu menção honrosa no Concurso Nacional Novos Poetas/Poetize 2018, com o poema “Minha Cura”, publicado no livro Antologia Poética-Poetize 2018. Assessora a direção pedagógica do Colégio Itamarati, em Ribeirão Preto - SP, com a proposta de utilizar a arte para desenvolver um ambiente escolar mais sensível, afetuoso e transformador. Katiane Negrão -Intérprete criadora- Orientadora em movimento somático BMC. Artista da cena, do corpo e da voz cantada e brincada. Fundadora da TATO/ PR desde 2014, grupo de teatro de animação, dramaturgia física e criações sonoras, com obras para adultos e para o público infantil como “E se…”, com prêmio de melhor pesquisa no teatro de animação no Fest de Ponta Grossa/PR. Em 15 anos, a Tato percorreu todos os estados brasileiros e mais 10 países. O último prêmio recebido foi de melhor espetáculo com a peça “Tropeço” no FIMO - Festival Internacional de Marionetas de Ovar/ Portugal em 2017. Integrante e fundadora do Psoas e Psoinhas. Na dança para crianças também co-dirigiu a montagem "Dançando o Sete" (Rés Cia. de Dança de Ouro Preto/MG). Coordena oficinas de teatro e dança, a última delas no curso de extensão no Departamento de Artes Cênicas da UNB em 2017. Faz consultoria artística e direção de movimento para grupos em diferentes estados brasileiros. Educadora do Movimento Somático em Body-Mind Centering (BMC), foi bolsista no Centro de Estudo do Movimento Casa Hoffman em Curitiba/2006, arte educadora licenciada em Artes Cênicas pela UFOP. Julieta Zarza - Intérprete criadora- Diretora de Arte (figurino e brinquedos sensoriais)- Diretora Audiovisual- Roterista Artista do corpo da cena e do audiovisual. Dirige, cria, atua e coreógrafa espetáculos de circo e palhaçaria há 20 anos. Mãe da Pina de 6 anos, trabalhou com os grupos de teatro, dança e circo Teatrantes e Lunatix ambos de reconhecida trajetória na produção infantil. Dirige a Cia. Fenomenal que desenvolve trabalhos de palhaçaria com peças para público infantil. Criou figurino e objetos de cena para diversas peças de teatro, circo e dança. Foi produtora associada e curadora de circo na a Difusa Fronteira, Núcleo de integração cultural Brasil- Argentina durante 10 anos. Em 2019 dirigiu e produziu o 1 FICAR Festival Internacional de Circo e Artes de Rua em Maceió, Alagoas. Como palhaça, além de participar em festivais com seus espetáculos Mini Cabaré Tanguero e Planeta Zulpeta também se apresenta como mestra de cerimônias de importantes em importantes eventos culturais infantis. Julia Ferrari - Diretora musical- Intérprete criadora Cantora, multi-instrumentista, arranjadora, e professora de canto popular. Compõe trilhas sonoras para peças de teatro, cinema e propagandas. É produtora, diretora musical e compositora do projeto educacional “Pé de Vento” do governo do Rio de Janeiro. Atua também como preparadora vocal e diretora musical em peças de teatro, musicais e bandas. Ganhou prêmios de melhor trilha sonora do curta “Imperfeito” de Guilherme Campos. José Regino - Diretor Espetáculo Amana. Diretor teatral, ator e palhaço. É diretor de obras premiadas como o espetáculo de teatro para bebês “Achadouros”, que foi contemplado pelo FAC e fez parte da programação do II Festival Primeiro Olhar -2016/Brasília. Dentre dezenas de peças que já participou, no teatro para bebês também dirigiu “Alma de Peixe” e atua e dirige “Panapanã”, participante de alguns Festivais. Com ampla experiência profissional artística e como oficineiro, é diretor do grupo teatral Celeiro das Antas. Luciano Porto - Diretor Audiovisual- Musicista Baby Jam-Responsável Técnico. Atua principalmente como ator/músico, produtor e cenógrafo, tendo realizado trabalhos também como diretor de arte, iluminador, roteirista, diretor cinematográfico e diretor teatral. Fundador do Circo Teatro Udigrudi com sede em Brasília em 1982. Um dos mais antigos grupos de novo circo do Brasil. Já se apresentou em 16 países e em quase todos estados brasileiros. Recebeu o Herald’s Angel Award 2000 no Festival de Edimburgo com o espetáculo O Cano e o Prêmio Villanueva 2008 em Cuba com o espetáculo OVO. Seus últimos trabalhos são: Idealização, produção executiva, direção artística e cenografia do projeto PARQUE DIVERSOM realizado em 2016 no CCBB Brasília. O projeto era composto de duas vertentes: uma exposição temática sobre o som e a música abordando aspectos da história e da física acústica; e a criação e instalação de um parquinho sonoro. O parquinho retornou ao CCBB em 2017/18 permanecendo por 4 meses. Joca Paciello | Diretor de Produção Economista formado pela FEA-USP e especialista em Produção Cultural pela ECA-USP. Produtor cultural e coordenador de diversos grupos teatrais com mais de 20 anos de atuação. Dentre os principais trabalhos, destacam-se: Cia Barbixas de Humor, As Olívias Palitam, Cia Jogando no Quinal, Circo Zanni, Barbatuques, Denise Stoklos . Janaína Mello - Produção Executiva Atriz, produtora e gestora cultural. Graduada em Produção Audiovisual e Cinema pela Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS (2008) e mestre em Arte pela Universidade de Brasília – UnB (2014). Produção executiva e gestão do II DF Improvisa Dança (DF). Coordenação de produção da circulação Nacional Amana- Dança para bebês. Desde 2010 atuando na produção executiva, coordenção e realização de projetos que envolvem artes cênicas, artes visuais, exposição de artes plásticas, mediação de espetáculos de teatro e pesquisa. Pesquisadora no Laboratório de Imagens (UnB) e fundadora da Ninja Loka Produção. Mayra Costa - Diretora de fotografia No mercado audiovisual desde 2009. Começou sua carreira como assistente de direção do curta metragem Hoje Não. Ainda na faculdade de jornalismo, escreveu e dirigiu dois curtas metragens: O Diletante e Foi Passional. Foi bolsista em dois projetos de extensão: Vivência de Arte, na Ufal e Metamorfose Social. Dirije a produtora Cinepopeia (filmes para o Sebrae, Sesc, Onu; participou da produção de curtas metragens, videoclipes e do programa Vila de Novela para o Multishow, e Contanto Stories, para o instagram). Dona Morena - Mestra convidada. Morena Teixeira, 94 anos, artista multifacetada, possui uma vasta obra: contadora de histórias, escritora de poemas e narrativas em cadernos, performática, carnavalesca, bordadeira do bordado "Boa Noite", da Ilha do Ferro, produz Judas durante as semanas santas, constrói bonecas(os) de pano. Técnica completamente feita à mão, um estilo singular dentre as bonequeiras do NE. Odília Nunes - Mestra Convidada Odília é uma palhaça, atriz de teatro e cinema, diretora teatral, dramaturga e produtora cultural do sertão do Pajeú. Desde 2016 produz (de forma independente) o projeto NO MEU TERREIRO TEM ARTE, onde oferece com regularidade mensal espetáculos artísticos na comunidade rural onde vive. Desde 2018, o projeto realiza o festival CHAMA VIOLETA, festival de artes integradas e em 2020 o festival de palhaçaria, PALHAÇADA É COISA SÉRIA.
PROJETO ARQUIVADO.