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Este projeto contempla a circulação do espetáculo infantil PIQUENIQUE. O espetáculo infantil Piquenique conta de forma poética e divertida a história de uma jovem bondosa, forte e inteligente que luta contra a opressão de um tirano dono de uma fábrica de canhões que amedronta toda a cidade. Também está incluído na proposta uma oficina de teatro para crianças de escola pública.
O espetáculo infantil Piquenique conta de forma poética e divertida a história de uma jovem bondosa, forte e inteligente que luta contra a opressão de um tirano dono de uma fábrica de canhões que amedronta toda a cidade. Dona do seu nariz, ela sai pelo mundo com seus quitutes e comidas deliciosas, até que encontra em uma cidade um mundo de crueldades, com sua inteligência e astúcia resolve não só seu problema como ajuda todos que estão a sua volta a escaparem das maldades do tirano. DURAÇÃO: 50 MINUTOS CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre
Objetivo geral: - Realizar 12 apresentações em quatro cidades do espetáculo infantil PIQUENIQUE. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Atingir em média 5.000 pessoas com o produto espetáculo PIQUENIQUE - Disponibilizar 50% dos ingressos para contrapartida social descrita no campo democratização de acesso; - Realizar oficina de teatro com crianças de todas as cidades. Será filmada e disponibilizada na internet. Meta de atingir até 2000 pessoas. Será totalmente gratuita.
Conforme artigo 1º da Lei 8.313, o projeto se inclui nas seguintes finalidades: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; (10% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente para atender aos que não tem condições de pagar pelo ingresso, garantindo a eles seus direitos e teremos uma oficina de formação de plateia gratuita) II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (o trabalho é totalmente nacional, artistas locais que precisam ser valorizados e divulgados pelo restante país e esse projeto possibilita que o projeto circule em duas cidades onde ainda é inédito) IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto atenderá os seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos de artes cênicas; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para o espetáculo; Durante o espetáculo as crianças serão apresentadas a temperos diversos _ alecrim, tomilho, manjericão, orégano, pimenta-de-cheiro, pimenta rosa, pimenta dedo-de-moça, páprica _ e as suas combinações que fazem da cozinha um lugar mágico. Vão aprender que os alimentos precisam de água limpa, terra boa, sol, que abelhas, vespas, borboletas, pássaros, morcegos, contribuem para a transferência do pólen, e que fertilizantes são veneno! E no final da peça descobrirão que as pessoas também precisam ser temperadas; com alegria, amor, paciência, etc. A dramaturgia de Piquenique é baseada nas histórias populares e nos contos antigos como Barba Azul, Nariz de prata e tantos outros onde heroínas lutam contra aqueles que querem ditar o destino delas. Uma mesa de piquenique, montada em um jardim, serve de cenário para criação dessa história. O público vai construindo em seu imaginário, junto com os atores, as imagens dessa aventura que ganha forma entre frutas, cores, comidas, objetos do cotidiano e projeção de sombras. Aos poucos no avançar da narrativa, vão se construindo outros significados num jogo teatral expressivo, onde as coisas podem tomar a forma que a imaginação quiser. Dirigido pelo diretor e doutor em teatro Flavio Souza, que tem uma vasta experiência em encenar literatura para o teatro, o espetáculo tem um caráter extremamente visual, buscando a criação de um universo lúdico que transporte o imaginário do público infantil, além de investir em temas relevantes aos pequenos, partindo de um mergulho no universo lúdico de um piquenique. Um músico estará em cena com os atores. O casal de atores Carolina Pismel e Paulo Verlings, que há 13 anos desenvolvem um trabalho contínuo na Cia Teatro Independente, se debruça pela primeira vez no universo infantil. Piquenique surge da vontade do casal em apresentar ao filho Tomé, de 3 anos, seus trabalhos com atriz e ator no teatro. _ Em Piquenique buscamos pensar esse lugar do feminino protagonista e agente da sua própria história. Para além do lugar da mulher, olhamos para as possibilidades do ser humano hoje se posicionar diante da tirania e do amedrontamento que busca controlar os corpos e as cabeças, tirando-lhes a liberdade. _ comenta Carolina Pismel _ Assim, para nós o lugar do imaginário é de extrema importância, garantir que os discursos sejam veiculados em um mundo de imagens criativas e que contribuam de forma potente para o crescimento de pessoas mais disponíveis para a paz do que para a guerra. Acreditamos que somente adquirindo cultura de qualidade, nossos jovens e crianças, poderão desenvolver uma sensibilidade capaz de ajudá-los a despertar uma consciência mais humanitária, assim como seu interesse para uma visão mais analítica de mundo.
não há.
não aplicável
ACESSILIBILIDADE ESPETÁCULO:Os espaços a serem definidos para a realização do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, teremos espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço.Além da acessibilidade obrigatória, nossa equipe é treinada para receber deficientes de qualquer modalidade. SURDOS: Teremos tradução em libras em todas as cidades. A produção irá divulgar em todo material de divulgação as sessões com libras e também se compromete a entrar em contato as instituições de cada cidade de apoio aos deficientes auditivos para convidar grupos. CEGOS: Teremos visita guiada 30 minutos antes do início do espetáculo pelo cenário. ACESSIBILIDADE CONTRAPARTIDA SOCIAL: A disponibilização online será feita com legenda para surdos, e nao tem acessibilidade prevista para cegos, pois as ações que forem realizadas na oficina, serão descritas no vídeo pelo próprio oficineiro.
Nosso projeto se propõe a atingir não apenas o público habitual dos teatros, mas principalmente classes menos favorecidas economicamente, estudantes e de baixa renda, com ênfase nas escolas públicas. 50% dos ingressos serão gratutos e o restante a preços populares. Conforme artigo 21, a medida proposta é:Oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais,profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; FORMAÇÃO DE PLATEIA/ PRODUTO DE CONTRAPARTIDA SOCIAL:Workshop para crianças ministrada pelo diretor. Disponibilizada online e divulgada para professores de escola pública e estudantes.A oficina será registrada e disponibilizada na plataforma youtube, a página do espetáculo vai divulgar o link.Conforme artigo 21, a medida proposta para este segundo produto cultural é:II - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings Direção: Flavio Souza Dramaturgia: Marcéli Torquato e Flavio Souza Músico: Raoni Costa Direção Musical e Composições Originais: Guilherme Miranda Cenário: Mina Quental Iluminação: Luiz Paulo Neném Figurinos: Flavio Souza Preparação Vocal: Germana Guilhermme Assessoria de Imprensa: Ney Motta Fotos e Vídeo: Elisa Mendes Programação Visual: Raquel Alvarenga Direção de Produção: Jéssica Santiago Realização: 9 MESES PRODUÇÃO A PROPONENTE É RESPONSÁVEL PELA DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA CURRÍCULOS: Carolina Pismel, atriz Bacharel em Artes Cênicas, integra as companhias Teatro Independente e OmondÉ. No teatro integrou o elenco dos espetáculos ELA (2017) de Marcia Zanelatto e direção de Paulo Verlings, que lhe rendeu indicação ao Prêmio Botequim Cultural de Melhor Atriz; O Livro dos monstros guardados (2016) texto de Rafael Primot e direção de João Fonseca e Rafael Primot; Beije Minha Lápide (2015) espetáculo protagonizado por Marco Nanini, com texto de Jô Bilac e direção de Bel Garcia, sendo indicada que lhe rendeu indicação ao Prêmio APTR de Melhor Atriz Coadjuvante; Nós de Borboletas (2014) direção de Emilio de Mello e Cristina Moura; Maravilhoso (2013) de Diogo Liberano e direção de Inez Viana; e A Peça Escocesa (2018), de Marcia Zanelatto, direção de Paulo Verlings. Pela Cia. Teatro Independente atuou em Cachorro! (2007), REBÚ (2009) e Cucaracha (2012), peças de Jô Bilac, dirigidas por Vinicius Arneiro. Pela Cia OmondÉ atuou em Os Mamutes (2012) e Infância, Tiros e Plumas (2015), ambos com direção de Inez Viana e texto de Jô Bilac. Na TV Globo esteve no elenco das novelas Lado a Lado (2013) e I Love Paraisópolis (2015), na série A Segunda Dama (2014), em participações na série Tapas e Beijos (2013) e nas novelas Novo Mundo (2017) e Tempo de Amar (2017). No GNT integrou o elenco das duas temporadas da série Questão de Família (2015/2017). Paulo Verlings, ator Formou-se na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna, em 2006. Na TV Globo participou das novelas Segundo Sol, Malhação Vidas Brasileiras, Tempo de Amar, Rock Story, Jóia Rara, Em Família e Babilônia, dos seriados Suburbia, direção de Luiz Fernando Carvalho e da segunda temporada de Força Tarefa, direção de José Alvarenga. No GNT integrou o elenco das duas temporadas de Copa Hotel e Romance Policial Espinosa. No cinema participou dos longas metragens Capitão Astucia de Felipe Gontijo, Rio Eu Te Amo dirigido por Fernando Meireles e Vicente Amorin, Operações Especiais de Tomaz Portela, Tudo Acaba em Festa com direção de André Pellenz, e Bate Coração (2018) de Glauber Filho. No teatro desenvolve seu trabalho como ator e produtor com a Cia. Teatro Independente desde sua fundação em 2006, que tem em seu repertório: Cachorro! (2007), indicado ao Prêmio Shell de Melhor Direção, Rebú (2009) e Cucaracha (2012), peças de Jô Bilac, dirigidas por Viniciús Arneiro. Idealizou e atuou em Maravilhoso (2014), direção de Inez Viana e dramaturgia de Diogo Liberano. Também atuou em Conselho de Classe, espetáculo da Cia. Dos Atores com dramaturgia de Jô Bilac e direção de Bel Garcia; Dorotéia, de Nelson Rodrigues, com direção de João Fonseca; O Menino Que Vendia Palavras, direção de Cristina Moura; Beije Minha Lápide (2015), direção de Bel Garcia, estrelado por Marco Nanini. Como diretor encenou os espetáculos Alguém Acaba de Morrer lá Fora (2016), de Jô Bilac; ELA (2017), de Marcia Zanelatto, espetáculo que lhe rendeu indicação ao Prêmio Botequim Cultural de Melhor Diretor; A Peça Escocesa (2018), de Marcia Zanelatto, espetáculo que idealizou e também atuou. Flavio Souza, diretor e figurinista Diretor teatral, figurinista, ator, palhaço, contador de histórias. Doutor em Teatro pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UNIRIO. Indicado ao Prêmio Shell de Teatro/RJ como Melhor Figurinista no ano de 2012 pelo espetáculo Os Mamutes de Jô Bilac, dirigido por Inez Viana com a Cia OmondÉ. Vencedor do Prêmio FITA 2012 como melhor figurinista pelo mesmo espetáculo e ainda com Mamutes indicado para o premio Questão de crítica de 2012.Como diretor realizou os espetáculos: O Cavalo Mágico (2006), PalhaSOS (2007), Pouco amor não é amor (2010), Espera-se (2010), Orlando! (2011) e Tuttotorna (2012), As Duas (2013) e Contos do mar (2016). Tuttotorna foi realizado em parceria com o grupo italiano GiularidelDiavollo, o espetáculo estreou em Pádova, Itália. Além de excursionar pela Itália Tuttotorna participou do Festival Internacional de Circo do Recife na sua edição de 2012. PalhaSOS venceu o prêmio de melhor espetáculo no Fitum da Túnísia e em Perm na Rússia. Fez contribuições artísticas com a Arquitetura do Movimento da coreógrafa Andrea Jabor, com os GiullaridelDiavolo, Ana Achcar e com o Projeto Enfermaria do Riso, da UNIRIO.Como figurinista seus trabalhos mais recentes são: Infância, tiros e plumas, Contra o vento,A rainha e o lugar, Neurótica, Na república da felicidade, Nem mesmo todo o oceano, Maravilhoso, Aos Domingos, Depois da Queda, Quebra ossos, As conchambranças de Quaderna (sendo indicado ao prêmio APTR/2010 como melhor figurinista), Savana Glacial, Cartas em Cena, Mangiaree Festa de Família.
PROJETO ARQUIVADO.