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A série musical RAÍZES aduz seis apresentações musicais de Canto e Piano com o Tenor Afonso Portela e o Pianista Alexandre Dietrich. O projeto será realizado em cidades brasileiras. Todas as apresemtações serão com Entrada Franca.As apresentações terão como principal temática do repertório obras musicais de compositores brasileiros, incluíndo: Waldemar Henrique, Heitor Villa Lobos e Francisco Mignone. Composições específicas para canto e piano onde a inspiração composicional se ateve as tradições das canções populares folclóricas, apresentadas por estes compositores de forma a criar uma concepção performática para canto e piano, e aliando ao canto erudito e a inspiração popular, assim agregando valores culturais brasileiros.
Nas apresentações da Série Musical Raízes, serão abordados temas ritmicos e relacionados com o repertório apresentado. Serão apresentadas informações sobre os seguintes ritmos e suas constituições criacionais: O Maracatu tem origem afro-brasileira e surgiu no estado de Pernambuco no século XVIII, ou seja, sua origem remonta a época do Brasil Colonial e consiste em uma mistura das culturas africana, portuguesa e indígena. Tem a sua expressão mais antiga datada de 1711. (registrado). Envolve: Ritmo musical,Dança Ritual de sincretismo religioso (danças são semelhantes ao candomblé). sua origem se deu especificamente no estado brasileiro de Pernambuco, nas cidades de Olinda, Recife e Nazaré da Mata. Relacionam-se com o candomblé e com a coroação dos reis do Congo.O rei do Congo foi uma figura que surgiu para administrar os povos negros trazidos para o Brasil a fim de serem escravizados. Dessa forma, os colonizadores portugueses incentivavam as homenagens prestadas e utilizavam a coroação como técnica de dominação. Com o seu fim, surge o cortejo, que representa uma corte simbólica e que passa a fazer parte do carnaval de Recife; o mesmo aconteceu com o frevo. Existem dois tipos de Maracatu, de acordo com a Batida (baque): Maracatu Nação (Baque Virado) - bastante comum na área metropolitana do Recife. Expressão mais antiga de maracatu é o Maracatu Nação, também chamado de Baque Virado. Ele é feito em cortejo, onde são conduzidas bonecas negras feitas de madeira e ricamente vestidas, as chamadas calungas. Essas bonecas místicas são carregadas pelas damas do paço e, apesar da sua importância, o rei e a rainha é que são os seus personagens principais da festa (O rei e a rainha do maracatu são títulos conquistados de forma hereditária). Isso porque a festa está relacionada à coroação dos reis do Congo. A composição do cortejo, que é formado entre 30 e 50 componentes, segue sempre uma ordem: Porta-bandeira ou porta-estandarte, que se veste à moda de Luís XV. No estandarte, além do nome da agremiação, também consta o ano da sua criação; Dama do paço, carregam a calunga; Calunga, a boneca negra que representa uma rainha morta; Corte, formada pelo casal de duques, o casal de príncipes e o embaixador. A figura do embaixador não é obrigatória; Realeza, o rei e a rainha; Escravo, o qual carrega um pálio ou um guarda-sol que protegem a realeza; Yabás, conhecidas como baiana; Caboclo de pena, representa os índios, e também é uma figura facultativa; Batuqueiros, os que utilizam os instrumentos, sendo assim responsáveis pelo ritmo da dança; Catirinas ou escravas, dançarinas que puxam a dança. Maracatu Rural (Baque Solto) -É característico da cidade de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte de Pernambuco). Os primeiros maracatus rurais foram criados em engenhos de Nazaré da Mata, onde seus fundadores eram trabalhadores rurais, trabalhadores do canavial e cortadores de cana-de-açúcar, entre fins do século XIX e início do XX, apareceu posteriormente ao Maracatu Nação, despontando por volta do século XIX. Seus participantes são basicamente trabalhadores rurais. Há uma figura bastante importante nesse tipo de vertente, que é o caboclo de lança, sendo o personagem de destaque. Ele se veste de forma bastante característica, com um grande volume de fitas coloridas na cabeça, uma gola coberta de lantejoulas e uma flor branca pendurada na boca. DIFERENÇA ENTRE OS MARACATUS - Enquanto o Maracatu Nação surge como o cortejo de uma corte imperial; no Maracatu Rural o cortejo representa as brincadeiras dos trabalhadores rurais. Além disso, há distinção nas composições dos cortejos e de seus personagens, o que diferencia ambas manifestações. INTRUMENTOS: No Maracatu são utilizados instrumentos de percussão, como: caixas, ganzás, gonguês, taróis e tambores, conhecidos como alfaias - Adornar(-se), embelezar (-se), ornamentar(-se). Também são utilizados instrumentos de sopro como trombones e cornetas. SAMBA O samba é uma dança e um gênero musical brasileiro considerado um dos elementos mais representativos da cultura popular do Brasil. Este ritmo é fruto da miscigenação entre a música africana e europeia nos campos e na cidade. Devido a sua grande presença em todo território nacional, o samba assume formas diferenciadas em cada região. O samba foi criado no Brasil e sua origem são os batuques trazidos pelos negros escravizados, misturados aos ritmos europeus, como a polca, a valsa, a mazurca, o minueto, entre outros. Inicialmente, as festas de danças dos negros escravos na Bahia eram chamadas de "samba". Os estudiosos apontam o Recôncavo Baiano como o berço do samba, especialmente o costume de dançar, cantar e tocar instrumentos em roda. Após a abolição da escravidão, em 1888, e da instituição da República, em 1889, muitos negros se dirigiram à então capital da República, o Rio de Janeiro, em busca de trabalho. Porém, qualquer manifestação cultural africana era vista com desconfiança e criminalizada, como a capoeira e o candomblé. Com o samba não foi diferente. Assim, os negros começam a fazer suas festas nas casas das "tias" ou "vovós", verdadeiras matriarcas afro-descendentes que acolhiam os batuques. No Rio de Janeiro, o mais célebre desses lugares era a casa de Tia Ciata, mãe de santo carioca. Da mesma forma, compositores de origem erudita como Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth, utilizam os ritmos africanos em suas composições. Ainda não era o samba tal como conhecemos hoje e, por isso, o chamavam de choro, valsa-choro e até mesmo tango. Outro que seguiria o mesmo caminho seria o compositor Heitor Villa-Lobos, mas de forma estilizada. Origem da palavra samba - Há controvérsias sobre a origem da palavra "samba", mas provavelmente advém do termo africano "semba" que significa "umbigada". Cumpre dizer que "umbigada" era uma dança executada pelos negros escravizados durante seus momentos de folga. MODINHAA modinha está nas mais profundas raízes da música brasileira, responsável pelo lirismo romântico de nossas canções e pela docilidade, suavidade e amorosidade que encontramos em nossa música. Sempre, entretanto, a modinha transitou entre o erudito e o popular, ora tendendo para este, ora para aquele lado, e, em outros momentos, unindo esses dois polos em uma mesma canção.A modinha nasce popular, em Portugal, originada no meio rural, inicialmente configurando a chamada moda portuguesa e logo chegando aos meios urbanos junto com aqueles que migravam do campo para as cidades, durante o século XVII. Segundo Rui Vieira Nery, “Na maioria dos países o acréscimo de população das cidades provinha em boa parte de um afluxo crescente de sectores do campesinato, e os novos citadinos mantinham ainda alguns traços culturais característicos dessa sua origem rural.”[1]. Desta forma, nos meios citadinos, a moda portuguesa dá seus primeiros passos à erudição, assumindo formas das canções literárias, da canzone italiana e das suítes, fugas e sonatas dos músicos alemães. Entretanto, nos alerta Rodney Gallop que “É certamente difícil dizer até que ponto as canções regionais e urbanas se entre-influenciaram, mas não há dúvida que tal intercâmbio existiu, existe A moda portuguesa também seria levada para a colônia portuguesa da América, integrada ao processo migratório que levou um enorme contingente para o Brasil em busca do ouro e pedras preciosas da região mineradora, já em inícios do século XVIII. Neste contexto a moda portuguesa assume feições totalmente populares, e profanas.A Bahia foi de fato o reduto inicial da moda portuguesa e possivelmente onde esta ganhou o diminutivo “modinha”, como nos sugere Vincenzo Cernicchiaro: “La ‘Modinha’ fioriva nella classica Bahia, ove, del resto, nacque e crebbe. [A ‘Modinha’ floresceu na clássica Bahia, onde, aliás, nasceu e foi criada.]”A moda portuguesa também se espalhou para outras localidades como Rio de Janeiro e São Paulo, sempre atrelada as camadas mais populares, junto as quais terminou incorporando o lundu, praticado pelos negros da colônia, que seria responsável pela languidez que transformou a moda portuguesa em modinha brasileira. E foi assim, popular e lasciva que, a agora, modinha brasileira, foi para Portugal, onde conquistaria a corte e a sociedade portuguesa setecentista. A modinha brasileira chega a Portugal através de Domingos Caldas Barbosa, mulato filho de pai português e mãe angolana que conheceu tanto a modinha quanto o lundu durante a sua juventude, passada no Rio de Janeiro, onde também desenvolveu seus dotes de improvisador. De volta ao Brasil, a modinha é inicialmente apreciada pelas elites, mas aos poucos vai ganhando o gosto de todos, terminando por se popularizar cada vez mais, como nos mostra Mozart de Araújo: “A modinha, ária de côrte, deixava aos poucos a luz dos candelabros, para se expandir sob o céu das noites enluaradas. E desprezava o contraponto do cravo, pelo contracanto dos baixos melódicos dos violões seresteiros.
Objetivo geral O objetivo geral deste projeto cultural é oferecer a sociedade brasileira, seis recitais de canto e piano com obras exclusivamente de compositores brasileiros. Dentre o repertório escolhido e interpretado, estarão presentes nas obras musicais ritmos, melodias e prosódias extraídos do folclore brasileiro, recebendo assim um tratamento pelos compositores escolhidos, uma contextualização interpretativa voltada para o Duo de canto e piano. Esta contextualização interpretativa, oferece ao ouvinte, ao público, o reconhecimento de canções conhecidas, ora melodias populares, o que remete há um eficaz reconhecimento do público com as referidas canções. Será oferecido ao público imagens e sons de determinados instrumentos e como este instrumento realiza sua performance dentro da inserção popular. Será demonstrado como este instrumento é de fato utilizado em seu contexto musical, apresentando suas características timbristicas e sua maneira musical de ser utilizado dentro de sua contextualização. Em seguida, será demonstrado pela performance do Duo como os compositores se influenciaram aos elementos populares para criar sua composição e inserir tais elementos de caráter popular na música para piano e canto. Com estas apresentações a principal relação entre "música popular" e "música erudita" será discutida, relacionada e verificada. O projeto cultural estará oferecendo ao público de forma coloquial e objetiva esta relação próxima e relacionando o trabalho musical dos compositores interpretados com a influência da música popular na música erudita. Objetivos específicos Serão apresentados Seis recitais de canto e piano, em cidades brasileiras, todas com entrada franca; Será realizado um recital didático para crianças da rede de ensino fundamental como contrapartida social, com entrada franca; Aumentar a rotina de eventos culturais nas cidades escolhidas deste projeto cultural: Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis e Porto Alegre; Criar oportunidade para que toda a sociedade brasileira, aprecie um evento de alta performance musical; Oportunizar crianças, jovens e adultos ao contato de um evento artístico/cultural, onde dois elementos musicais serão explorados e unidos; o instrumento piano e o canto; Fomentar o vínculo artístico entre a música e as etnias populares exploradas pelos compositores, em um evento de performance musical; Divulgar a produção artística enaltecendo artistas brasileiros; Oferecer um recital interativo de forma a ampliar o conhecimento cultural e o convívio com a música erudita, em especial a música para canto e piano;
A série musical RAÍZES apresenta uma contextualização relacionando os elementos rítmicos e melódicos da música popular trazidos para a música para canto e piano, com obras essencialmente para esta formação intrumental. No repertório dos recitais, estão presentes obras musicais para canto e piano dos seguinte compositores brasileiros: Waldemar Henrique, Heitor Villa Lobos e Francisco Mignone. As obras musicais serão contextualizadas de forma a relacionar os elementos rítmicos e melódicos com a influência musical da música folclórica brasileira. Esta influência de ritmos, melodias e prosódias (letras) que estão inseridos na música popular brasileira, na música folclórica é explorada em determinadas composições de Francisco Mignone, Waldemar Henrique e Heitor Villa Lobos. Este projeto irá identificar esta relação, desenvolver durante o recital a identificação destes elementos populares/folclóricos e co-relacionar ao repertório apresentando, identificando ao público as semelhanças e também a maneira que estes compositores utilizaram em suas composições com exemplos áudio-visual (quando possível) de instrumentos realizando ritmos inseridos na música popular/folclórica. Com este projeto a relação entre a separação da música popular folclórica e erudita será discutida e verificada que, compositores de importância nacional utilizaram-se de ritmos e melodias populares/folclóricas para suas composições musicais, e esta evidência será realçada nas apresentações, este paralelo entre as canções para canto e piano possuírem uma representatividade estilística dentro do caráter popular.
Repertório a ser apresentado na série Raízes: Dona Janaina - Francisco Mignone - Canto e PianoCanção de Ninar - Francisco Mignone - Canto e Piano A marrequinha de Ia Ia (Modinha) - Francico Manoel da Silva - Canto e Piano Jongo - Lorenzo Fernandez - Piano Solo Nega Fulo - Lorenzo Fernandez - Canto e PianoMeu boi foi-se embora - W. Henrique - Canto e Piano Curupira - W. Henrique - Canto e Piano Bumba meu boi - W. Henrique - Canto e Piano Uirapuru - W. Henrique - Canto e Piano Cobra grande - W. Henrique - Canto e Piano Mandinga - E. Nazareth - Piano solo Quizomba (Maracatu) - Francisco Mignone - Canto e Piano * Pode haver alteração de ordem ou compositor e peça.
Nada Consta
RECITAIS DE CANTO E PIANO Acessibilidade física: Teatros das apresentações estarão de acordo com as leis de acessibilidade de locomoção, com: rampa e ou elevadores de acesso para cadeirantes, cadeira para obesos, local reservado na platéia para cadeirantes, banheiro com adequação para portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes visuais: Nas áreas de circulação do teatro até a plateia, teatros com faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais; retiradas de obstáculos existentes até a platéia onde se localzia os locais para defincientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: conratação de um intérprete de libras para a tradução da apresentação inicial dos recitais. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: o teatro que será realizada apresentação da contrapartida social estará de acordo com as leis de acessibilidade de locomoção, com: rampa e ou elevadores de acesso para cadeirantes, cadeira para obesos, local reservado na platéia para cadeirantes, banheiro com adequação para portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes visuais:Nas áreas de circulação do teatro até a plateia, teatros com faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais; retiradas de obstáculos existentes até a platéia onde se localzia os locais para defincientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos:conratação de um intérprete de libras para a tradução da apresentação inicial dos recitais.
No PLANO DE DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO, serão realizadas as seguintes atividades, EM GRIFADO, no Recital de Canto e Piano: - 1 - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - 2 - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - 3 - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Na Contrapartida Social - Apresentação didática de Canto e Piano: - 1 - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; - um recital didático voltado para o público infantil. - 2 - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;
Alexandre Dietrich - Pianista - Formado pela UDESC Bacharel em Música, sob orientação de Paulo Rogério Faria e M. Bernardete Póvoas. Atualmente é mestrando do curso de Práticas Criativas da UDESC. Possui uma próspera carreira internacional, apresentando-se em Paris, Madri, Bruxelas, Lisboa, Hamburgo, Milão e Roanoke, Athens, Houston, Dallas, New Orleans, Los Angeles, Alexandria e Washington nos USA. Seu trabalho musical abrange recitais de piano solo, recitais de câmara, concertos com orquestra, e recitais didáticos para crianças e jovens. Possui 2 CDs gravados: "CANTABILE" com obras de piano solo e o segundo CD a quatro mãos "PIANO AGITATO" com o pianista Gulherme Amaral. Apresentou-se em San Jose e Milão (novembro 2017). Em maio de 2018 retornou aos Estados Unidos, onde apresentou um recital de Piano solo em Alexandria e Washington, participando do Festival Apollo de Artes. O recital de piano solo foi a abertura do Festival, interpretando obras musicais de H. Villa Lobos e F. Mignone. Afonso Portela - Tenor - Possui graduação em Música pela Universidade Federal do Acre (2014), Especialização em música Pela Faculdade Venda nova do Emigrante; Mestrando em Música pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Atualmente é professor P2 na Secretaria de Estado de Educação e Esporte do Estado do Acre. Tem experiência na área de Técnica Vocal, Violão, Piano, Regência, Artes em geral. Lourcley Silvestre - Produtora - Possui graduação em Licenciatura em Educação Artística - Música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2002). Atualmente cursa Especialização em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia.Tem experiência na área de Dança, com ênfase em dança contemporânea, atuando como Coreógrafa e Bailarina. Como Produtora Cultural atua na área de Música Erudita, tendo atuado na produção de recitais de pianistas pelo Brasil e exterior. Ministra aulas de Dança e Musicalização através da Flauta Doce. Professora de Artes da rede municipal de educação de Florianópolis. Maria Bernardete Castelan Póvoas - Diretora Musical - Natural de Criciúma/SC é Doutora em Música pelo Programa de Pós-Graduação da UFRGS com residência na Universidade de Iowa (EUA). Teve como orientadores Dra. Cristina Capparelli Gerling (Mestrado) e Dr. Celso Loureiro Chaves (Doutorado). Sua formação artística foi orientada, no Brasil, pelos pianistas/pedagogos Dulce Machado, Clodomiro Caspari e Dirce Knijnik (Bacharelado e Mestrado), Sebastian Benda (Brasil-Suíça), Evelyne Flaow (França) e René Lecuona (Iowa, USA). É Professora Associada do Departamento de Música do Centro de Artes, Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC, onde atua nos Cursos de Graduação e Pós-Graduação em Música, subárea Processos Criativos, desenvolve atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão, e participa de comissões e de projetos, tendo também exercido funções administrativas. Como pianista tem atuado como solista e camerista, participando de júris e curadorias de música. Como professora de Piano e Música de Câmera, vê seus alunos destacando-se no cenário brasileiro com premiações em concursos e turnês. Coordenou eventos como Ciclo Intercâmbio Músico-Instrumental (2001- 2008), I Concurso Nacional de Piano Cidade de Florianópolis (2003) e Simpósio de Cognição e Artes Musicais (2012). Criou e coordenou o Programa de Extensão PIANO EM FOCO que agrega três projetos para realização de cursos, seminários, palestras e recitais, em 2008, e que coordenou até 2017, com interrupções. Com Denise Cordeiro formou o Piano Duo (1987-2000), realizando recitais em vários estados brasileiros e premiação no Concurso Internacional Francisco Mignone para Duos Pianísticos (1994). Desenvolveu intenso trabalho ao lado da soprano Rute Gebler em diversas atividades artísticas, destacando sua atuação como pianista junto ao Estúdio Vozes, desde sua criação em 1993 até 2009. Em 2010 recebeu o Prêmio Franklin Cascaes ?Destaque Música Erudita?. Realizou turnê "Piano em Foco" com Luís Cláudio Barros e Rodrigo Warken em cidades catarinenses e no Paraná (2010); em 2011 com Mauren Frey ?Piano Brasileiro nas cidades de Porto e Évora em Portugal e Paris (França). Desde 2010, integrando o duo Castelan & Barros com o pianista Luís Cláudio Barros, estreou vários trabalhos de compositores brasileiros e atuou em diversas conferências e recitais em turnês pelo Brasil e no exterior. Entre as turnês do duo cita a "Série Danças" em 2013 em Santa Catarina e, em 2015, ?Brasil em Danças? em Portugal nas cidades de Porto, Évora e Cascais, além de Recital-Conferência no PERFORMA?15 em Aveiro. Ainda em 2015 estrearam, no Brasil, o Concerto para piano a Quatro Mãos de Liduíno Pitombeira com a Orquestra Sinfônica da UNICAMP sob a regência do maestro Alessandro Sangiorgi. com pré-estreia com a Orquestra Acadêmica da UDESC sob a regência do maestro Sérgio Figueiredo. Em 2018 o duo realizou recitais, masterclasses e conferências em Madrid e Castelo Branco (PT), e Conferência/Recital no III Encontro Internacional de Piano Contemporâneo em Évora (PT). Como pesquisadora participa de eventos científicos com apresentação e publicação de pesquisa interdisciplinar sobre repertório brasileiro solo e de câmera, desempenho, técnica e interpretação pianística com aportes em argumentos de áreas que tratam do movimento humano. Atualmente, é investigadora pós-doutoranda no INET-md / Universidade de Aveiro, sob a orientação de Helena Marinho, pesquisando sobre composições para piano de Frederico de Freitas (Coleção da Universidade de Aveiro) e estratégia técnico-pianística junto ao LabEAMUS e ESSUA (UA).
PROJETO ARQUIVADO.