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"A menina que guardou o juízo no bolso" é um projeto inédito de artes cênicas. O espetáculo infantil tem autoria da dramaturgista e produtora Clarice Rios. O projeto pretende realizar a montagem e a temporada do espetáculo teatral no Rio de Janeiro e seguir com sessões em Brasília em 2021.
Quando a mãe da serelepe Nina diz que ela precisa ter juízo, Nina resolve descobrir quem ele é. Em sua busca, entre imaginação e realidade, embalada por canções, Juízo se transforma em um amigo que só ela pode ver. Nina precisará aprender a viver com juízo, sem que isso signifique perder a alegria de ser criança. Classificação: Livre
1. Objetivo Geral: • Realizar a montagem e a temporada de um espetáculo infantil inédito. Esta proposta pretende realizar dois meses de temporada no município do Rio de Janeiro, mais 04 sessões em outra praça do estado do RJ e seguir com a realização de 04 sessões em Brasília . Serão 16 apresentações, aos sábados e domingos, com público estimado de 200 pessoas por apresentação na cidade do Rio de Janeiro. O público total atingido, incluindo dois ensaios abertos, será de aproximadamente 3600 pessoas. 04 apresentações em outra a praça a definir no estado do RJ, com público estimado em 200 espectadores por dia, totalizando um público de 800 pessoas; 04 apresentações em Brasília, com público estimado em 200 espectadores por dia, totalizando um público de 800 pessoas. 2. Objetivos específicos: 2.1 Ensaios abertos e gratuitos Antes de sua estreia na cidade do RJ, o espetáculo será apresentado através de ensaio aberto e gratuito com capacidade para 200 pessoas.Haverá também distribuição de ingressos gratuitos para estudantes da rede pública de ensino, Ongs e associaçãode moradores de baixo poder aquisitivo.2.2. Resultados Esperados e Controle de Resultados- Disseminar o teatro brasileiro por meio de ensaio aberto e distribuição de ingressos gratuitos.- Contribuir para a formação de público ao oferecer apresentações a preços acessíveis à população em geral.- Contribuir para a formação de gosto pelas artes cênicas.- Difundir o teatro brasileiro e seus novos roteiristas e artistas.
Esta proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; De acordo com o Art. 3º serão alcançados os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de espetáculos de artes cênicas;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Devido à complexidade da proposta, se faz necessário ter o apoio da LEI ROUANET, uma vez que sem patrocínio fica impossibilitado a montagem desse espetáculo. Um outro ponto a ser destacado é que o teatro infantil enfreta mais dificuldades se comparado a produção de espetáculos adultos. Há pouquissímas ofertas de editais e aportes para este setor. Através dos patrocínios, via Lei Rouanet, é possível o exercício dos direitos culturais, com valorização de recursos humanos além de contribuir para o livre acesso a todos às manifestações culturais. A realização do projeto ''A menina que guardou o juízo no bolso''contribuirá significamente para fomentar o mercado de produções infantis, uma vez que oferece um espetáculo que amplia e inova a abordagem de temas que são pertinentes na educação de meninos e meninas. "Tá com juízo, menina?" "Toma juízo!" "Perdeu o juízo?". Todo mundo já ouviu uma dessas frases pelo menos uma vez na vida. Mas alguém já se perguntou quem é esse tal de juízo? A Menina que guardou o Juízo no bolso traz a temática do que é ter juízo pelo olhar da infância. A liberdade de questionamento da criança nos permite fazer diversas indagações: É possível ter responsabilidade e se divertir ao mesmo tempo? Como equilibrar o dever e a brincadeira? Isso muda quando a gente cresce? Menina tem mais juízo do que menino? Tais perguntas trazem à tona temas como o autoconhecimento, o amadurecimento, as relações familiares, as contradições do mundo adulto e as diferenças de gênero. Para abordar questões como essas de forma leve e atrativa, recorremos à fantasia, ao humor e à música, construindo uma verdadeira jornada dessa heroína em busca de seu juízo. E trazemos uma visão original ao falar de um conceito abstrato e rígido do que é ter juízo de maneira lúdica, pela personificação da figura de um amigo imaginário. Juízo é uma espécie de alter ego da personagem Nina. Como afirmou Ricardo Halpern, presidente do Departamento de Pediatria do Comportamento e Desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), "o amigo imaginário pode ser uma maneira de lidar com lacunas de relacionamento, de entender seus próprios sentimentos ou uma situação que está vivenciando". E o que a Nina vive é a cobrança por parte, principalmente, de sua mãe, para que tenha juízo, seja bem comportada, e uma "princesa". Ainda mais que, por outro lado, tanto o irmão de Nina, quanto o melhor amigo dela, parecem não ter juízo e isso não é tido como um problema. E bem, isso não é à toa. Salvo exceções, normalmente as meninas são ensinadas a serem perfeitas e os meninos a serem corajosos e, por isso, seu mal comportamento costuma ser mais tolerado. Os pais, muitas vezes, não percebem a distinção que estão fazendo entre seus filhos e não apenas provocam o problema como também são vítimas dele. O fato de os meninos serem habituados a arriscar mais do que as meninas pode ter reflexos em toda a vida. A peça é dirigida a meninos e meninas, em idade pré-escolar, de 03 a 06 anos, mas tem a intenção de gerar rápida identificação com as meninas, que se verão representadas pela protagonista. Para além do público infantil inicial, a delicadeza e o bom humor na abordagem de um tema universal, ampliam o potencial de comunicabilidade da obra com crianças mais velhas também (na faixa de 06 a 09 anos), bem como com um público adulto e de terceira idade, formado principalmente por pais, avós e educadores, que poderão se emocionar com a peça. Todos serão levados a perceber que é mais do que hora de aprender a dar ouvidos ao juízo, sem que isso signifique perder a alegria de ser criança e a liberdade de ser o que quiser.
Não se aplica.
Duração do espetáculo aproximadamente: 60 minutos
Plenamente em acordo com o disposto no artigo 27 do Decreto 5.761/06, o local selecionado para a realização da temporada terá acesso garantido com conforto a todapessoa idosa ou com mobilidade reduzida. Em função dos prazos necessários à aprovação do projeto e à captação de recursos, ainda não podemos determinar o local exato ondeacontecerá a temporada. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: a temporada será realizada em teatro que disponham de: banheiro, corrimão adaptado e/ou rampa e/ou elevador para acesso acadeirantes e outras pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais:produção de folders em braile para deficientes visuais Acessibilidade para deficientes auditivos:o projeto realizará 02 sessões com tradução de libras CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: as atividades serão realizadas em teatro ou salas que disponham de: banheiro, corrimão adaptado e/ou rampa e/ou elevador para acesso acadeirantes e outras pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais: produção de folders em braile para deficientes visuais Acessibilidade para deficientes auditivos: todas as atividades terão um interprete de libras
Os ingressos do espetáculo terão preços populares e haverá distribuição de 10% ingressos gratuitos para estudantes da rede pública de ensino,Ongs e ou associação de moradores de baixo poder aquisitivo, contribuindo assim para democratização cultural. De acordo com o art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC, a proposta irá adotar a seguinte medida do inciso V, como ação de democratização de acesso: serão realizados 02ensaios abertos antes da estreia do espetáculo.
Ficha Técnica: Autora – Clarice Rios Direção – Gabriela Estevão Direção de Produção – Fernanda Teixeira Assistente de direção – Tarsilla Alves Produção Executiva – Renan Fidalgo Direção de Arte – Marieta Spada Iluminadora – Ana Luzia de Simoni Direção Musical – Marcelo Alonso Direção de Movimento – Lavínia Bizzotto Currículo resumido da equipe: Autora e Coordenação Geral – Clarice Rios ( Proponente) Clarice Rios é roteirista, pesquisadora e produtora com formação livre em roteiro pela Academia Internacional de Cinema (AIC) e graduação em jornalismo pela PUC-Rio. Seu interesse pela escrita teatral se consolidou ao ser integrante do Núcleo de dramaturgia Sesi Cultural, com coordenação de Diogo Liberano, no qual desenvolveu dramaturgias, entre elas A Menina que guardou o Juízo no Bolso. Seu texto O mundo vai acabar em M., também desenvolvido no Núcleo, teve uma leitura dramatizada com a Multifoco Companhia de Teatro na 2º Semana do Núcleo Firjan Sesi no Oi Futuro Flamengo. Como roteirista e pesquisadora trabalhou nas séries de TV Tempo Presente, que será exibida no Canal Futura, Homo Brasilis (Canal Arte 1), TED: Compartilhando ideias (Canal Futura), Delivery, selecionada na convocatória da FOX produções originais, e Balzaquianas, ambas ainda não produzidas; e nas webséries Fale Conosco (GNT) e Mundo Miraculous (Gloob), além de fazer vídeos para web do Detetives do Prédio Azul. Também participou da sala de roteiro de uma série de animação infantil, que está sendo produzida. O universo infantojuvenil tem sido seu objeto de trabalho e estudo atual. Seu curta-metragem La Duda ganhou prêmios de melhor roteiro e foi exibido em diversos festivais. No início de sua carreira, trabalhou como redatora na Rede Telecine e na Rede Globo e como jornalista na Globo News. Direção – Gabriela Estevão Gabriela Estevão é atriz, diretora e tradutora, com formação em artes cênicas pela UNIRIO e especialização em dramaturgia pelo núcleo de dramaturgia Sesi-Firjan. Cursou oficinas com diretores e pesquisadores como Rodrigo Portella, Duda Maia, Eve Doe Bruce (Theatre du Soleil), Carlos Simioni (Lume) e Iben Nagel Rasmussen (Odin Teatret). Como diretora assistente, trabalhou nos espetáculos “Saia”, texto de Marceli Torquato e direção geral de Joana Lebreiro (Teatro Sesi Centro, patrocínio Sesi-Firjan); e “Joaquim e as estrelas”, texto de Renata Mizrahi e direção geral de Diego Molina (Oi Futuro, vencedor do prêmio Zilka Salaberry de teatro infantil). Ainda como diretora assistente, trabalhou com teatro inclusivo, sob a direção geral de Diego molina, na Ong “Escola de Gente” de Claudia Werneck. Como atriz, atua no cenário teatral há mais de dez anos e seus trabalhos mais relevantes no palco incluem: “Silêncio”, de Renata Mizrahi, (Circuitos SESC e SESI, Circulação Petrobrás-BR, Caixa Cultural, 2014-2018); “Entregue Seu Coração no Recuo da Bateria" (circuito SESC, 2016-2017) e “Um de Nós” (circuitos SESC e SESI, 2015-2016), ambos dirigidas por Joana Lebreiro; “O Santo e a Porca”, dirigida por João Fonseca (Cia Limite 151, Teatro Eva Herz- 2016); “Zumbi – O sonho de revolução”, dirigida por Renato Rocha (turnê internacional- Inglaterra); “Labirinto”, dirigido por Moacir Chaves (Cia. Alfândega 188, 2012) e “O Jogo do Amor”, dirigido por Antonio Guedes. Gabriela foi ainda integrante do grupo Teatro das Possibilidades, sob a direção da diretora e pesquisadora Adriana Maia, com a qual pesquisou a estética do Romance em Cena e o universo do teatro infanto-juvenil nos espetáculos “Era Uma vez... Cartas em Cena” (Sesc copacabana e edital FATE de circulação) e “A Estranha Viagem de Maria Cecília (Teatro Poeirinha, Edital FATE de circulação, menção Honrosa no Premio Zilka salaberry de teatro infantil). Integrou também a Cia. Enviezada, dirigida por Zé Alex Oliva, com a qual pesquisou performance, a técnica de viewpoints nas intervenções urbanas “Caminhos” (participou de inúmeros festivais incluindo o festival Sesc de inverno, a mostra Sesc Cariri, e a virada Paulista) e “Teatro de Vitrine”. Como tradutora, já traduziu roteiros para dublagem para canais como Discovery, Netflix, TLC e Universal. Realizou também versões para o inglês de dramaturgias como “Silêncio” de Renata Mizrahi, “Selfie” de Daniela Ocampo e “Abacaxi” de Verônica Debom. Direção de Produção e elenco – Fernanda Teixeira Fernanda Teixeira é produtora e atriz formada pela CAL - Casa das Artes de Laranjeiras, no Rio de Janeiro. 26 anos, nascida no Rio de Janeiro, atualmente em projetos de audiovisual, no longa-metragem “Quase”, de Kaio Caiazzo e Ana Elisa Schumacher, no curta-metragem “Eu acho muito bonita a forma que encontrei de me enganar”, de Yasmin Carvalho e na websérie “Vamo que Vamo”, de Guilherme Aquino, além de integrar o grupo de pesquisa da UFRJ LEP - Laboratório de Estética e Política - LegadoS de Boal, local de pesquisa sobre o Teatro do Oprimido e dirigido por Alessandra Vannucci. Em 2019, ficou em cartaz no teatro com "Milagre na Cela", obra de Jorge Andrade e direção de Chico Suzano. Em 2018, trabalhou como atriz e produtora no projeto “Tia Julia e o Escrevinhador”, de Mario Vargas Llosa, com direção de Ritchelli Santana; e como atriz e assistente de direção em "O Metrô”, escrita e dirigida por André Arteche. Em 2017, produziu e atuou nas peças “Cuidado com as Velhinhas Carentes e Solitárias” e “A Grande Ressaca” de Matéi Visniec, com direção de Fernando Philbert. Em sua trajetória, já passou por diversos espetáculos, sempre atuando e produzindo. Alguns deles sendo “Perplexo” de Marius Von Mayenburg, com direção de Ole Erdman; “Apareceu a Margarida” de Roberto Athayde, com direção de Marcelo Morato; “A Corista” de Anton Tchekov, com direção de João Baptista; "Bodas de Sangue” de Frederico Garcia Lorca, com direção de Paulo Afonso de Lima e “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, com direção de Luiz Furlanetto. Assistente de direção – Tarsilla Alves Tarsilla Alves é diretora, fotógrafa e roteirista, formada pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro e pela Escola de Fotografia Senac. Também cursou a Escola de Teatro Macunaíma e Celia Helena em São Paulo. Foi diretora de Produção da peça "Auto Eus" (2019) no Teatro Poeira e Teatro UFES. Foi diretora e roteirista da série científica "Periscópio", da série documental "Escritas" para o site KD Mulheres, do curta-metragem "Oleguns Olofê", da Campanha do Dia Mundial dos Refugiados para ACNUR e foi diretora e fotógrafa do filme "Garimpando Memórias". Como primeira Assistente de direção trabalhou nos longas-metragens “A Vila dos Três Apitos”(2020), "Lima Barreto ao Terceiro dia"(2018), "Dorival Caymmi" (2016) e na série "O Infiltrado" do History Channel e na campanha "Save the Arctic" e "Oceano" Greenpeace. Também foi fotógrafa e produtora do Cine Solar e é idealizadora e diretora de produção do Cinema do Mar. Em 2018, ganhou o prêmio de melhor argumento para Longa Metragem Sesc Argumenta. Produção Executiva – Renan Fidalgo Renan Fidalgo é ator, formado pela Casa das Artes de Laranjeiras, onde criou ao lado de parceiros o projeto CAL NA RODA, primeiro projeto acadêmico da faculdade cal criado por alunos que se perdura até hoje. Fundou em 2014 a produtora Algo em negrito, atualmente faz parte Núcleo de Artes Integradas (NAI), dirigido por Renato Rocha, indicado ao prêmio Shell na categoria inovação pelo trabalho S'blood. Renan Também desenvolve uma pesquisa sobre a confluência de diferentes linguagens nas artes cênicas utilizando dos mais variados dispositivos de arte. Em seu currículo Renan Acumula uma série de peças em que atuou ou produziu como: Os Veranistas dirigido por Marcelo Morato, traição dirigido por Marcus Alvisi, Eu, moby Dick por Renato Rocha, O encontro por Issac Bernat, Clash por Cesar Augusto, Veiux Carré por Gilberto Gawronsky, Malala a menina que queria ir para a escola por Renato Carrera, Kondima - sobre travessias por Toupp Pas D'argent. Renan Também já ocupou os mais diversos cargos no audiovisual (cinema e televisão) brasileiro como: ator, produtor, diretor de arte, produtor de arte, figurinista e assistente de direção. Atualmente integra o corpo de atores dos Residentes da Sede das Cias, projeto criado e conduzido pela Cia Dos Atores. Direção de Arte – Marieta Spada Marieta Spada iniciou, em 2003, os estudos de Cenografia e Figurino na Escola de Teatro da UNIRIO. Trabalhou como cenógrafa assistente em diversos espetáculos como: Cássia Eller - O Musical, Cazuza - Pro dia nascer feliz, Rock in Rio - O Musical, Hair, O Violinista no telhado, O Despertar da Primavera, 60! Década de arromba, Bibi, Uma Vida em Musical. Com o grande cenógrafo Helio Eichbauer trabalhou em exposições renomadas como Vieira da Silva no Brasil (MAM São Paulo), Fernando Pessoa, plural como o universo (Museu da Língua Portuguesa) e Augusto Boal (Centro Cultural Banco do Brasil) e nos espetáculos Alegria Alegria, o Musical, Gilberto Gil - Aquele Abraço e Sambrá, o Musical. Além de ter assinado cenário e figurino de diversas produções de teatro como Entregue seu Coração no Recuo da Bateria, Noviças Rebeldes, com direção do Wolf Maya, Santa Maria do Circo, Funk Brasil - 40 anos de baile entre outras. Atuou como figurinista assistente em O Frenético Dancin`Days, com direção de Deborah Colker. Em seu trabalho mais recente, cenografa assistente na comissão de frente da Mangueira carnaval 2020, figurinista do espetáculo Ao redor da Mesa direção Fernando Philbert (Sesc Copacabana), cenográfa do espetáculo Se não agora, quando? (Sesc Tijuca) direção Leonardo Hinckel. Marieta também é sócia do Figurino Shop, e-commerce de produtos especializados de figurino. Iluminadora – Ana Luzia de Simoni Iluminadora Cênica, Ana Luzia de Simoni atua na área de teatro e show há 14 anos. Já trabalhou em inúmeros teatros em grande parte do país. Por volta de 200 operações de luz, mais de 300 montagens com Aurélio de Simoni, Maneco Quinderé, Renato Machado entre outros iluminadores renomados. Faz a concepção de luz dos espetáculos de algumas companhias, e outras produções teatrais e musicais. Foi indicada ao Premio Shell de teatro 2017 e 2019, ao Botequim cultural 2019, ao Premio CBTIJ de teatro infantil 2016 e 2018, no qual venceu, e ao Zilka Salaberry 2018. Durante 8 anos foi técnica em iluminação do Teatro Poeira, trabalhando com grande nomes da iluminação nacional. Hoje em dia, trabalha criando suas próprias concepções de luz para as artes propostas. Infância, Tiros e Plumas - Sesc Ginástico; Orlando Silva – Nada Além – Sesc Copacabana; Os Inadequados – Teatro Ipanema; Aquele que nasceu – Sesc Copacabana; Um Sonho para Melies – Oi Futuro Ipanema; Mata Teu Pai – Teatro Sérgio Porto; O Abacaxi – CCBB RJ; A Menina e a Árvore – Sesc Tijuca; LTDA – Teatro Eva Hertz; Era uma vez um Tirano – Teatro Eva Hertz; Pelos 4 Cantos do Mundo – Teatro Ipanema; A Última peça – Sesc Pompéia; Por favor venha voando – CCBB; Homem Feito – Sede das Cias; Os Impostores – Sesc Ginastico; SuelenNaraIan – Teatro dos 4; Saia – Teatro Sesi. Direção Musical – Marcelo Alonso Diretor musical e arranjador, estudou na Berklee College of Music de 1977 a 1979, teve larga atuação como saxofonista nos anos 80 e 90, tendo tocado com Gilberto Gil, Elba Ramalho, Luiz Melodia, Tim Maia, Fafá de Belém e João Donato. Professor/formador de operadores de áudio e Professor de Prática de Criação de Trilha Sonora Para Teatro, tendo ministrado no curso de pós graduação da Faculdade CALCasa de Artes de Laranjeiras e Sesc unidades de Vitória, Cuiabá e Recife. Há trinta anos que se dedica à composição, direção musical e arranjos para espetáculos teatrais. Trabalhou com os diretores Enrique Diaz, Aderbal Freire-Filho, Emílio de Mello, Paulo José, José Wilker, Christiane Jatahy, Ticiana Studart, Cezar Augusto, Eduardo Wotzic, Gilberto Gawronski, Lúcia Coelho, Inez Viana, Pedro Brício, Camila Amado, Antonio De Bonis, João Batista e Cibele Forjaz, entre outros, tendo musicado mais de 300 espetáculos desde então. Vencedor do prêmio CESGRANRIO 2016 por “Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday Vencedor do prêmio Shell 2011 por “As Conchambranças de Quaderna”. Indicado aos prêmios: Cesgranrio 2018 por “Dançando no Escuro” Shell 2018 por “Dançando no Escuro” APTR 2018 por “Dançando no Escuro” Botequim Cultural 2018 por “Dançando no Escuro” APTR 2015 por “Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday. Shell 2015 por “Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday. .CESGRANRIO 2015 POR Contra O Vento. .CESGRANRIO 2014 por Agnaldo Rayol, A Alma do Brasil. .SHELL 2014 por Blackbird. .QUESTÃO DE CRÍTICA 2013 por “Nem Mesmo Todo Oceano”. .ZILKA SALLABERRY 2012 por “Algumas Histórias das 20.000 Léguas Submarinas”. .QUESTÃO DE CRÍTICA 2012 por “Os Mamutes”. .APTR 2012 por “Palácio do Fim” .ZILKA SALABERRY 2009 por “O Milagre do Santinho Desconfiado ”. .SHELL 2008 por “O Homem da Cabeça de Papelão”. .COCA-COLA DE TEATRO INFANTIL 1997 por “A Arca de Noé”. Direção de Movimento – Lavínia Bizzotto Lavínia Bizzotto é atriz formada pela Cal, preparadora corporal de atores, coreógrafa, bailarina e diretora de movimento. Iniciou sua formação como bailarina na Quasar Cia. de Dança contemporânea em 1997, onde permaneceu como bailarina principal e ensaiadora até 2007. Em paralelo à sua formação como bailarina, estudou artes cênicas. Ministrou cursos de dança Contemporânea nas Cias e grupos: Intrépida Trupe, Cia de dança Déborah Colker, Grupo de Dança Primeiro Ato, Cia de Dança do Palácio das Artes. Entre seus trabalhos mais recentes como diretora de movimento, estão: a peça "Víspora" (2020), "Autoeus" (2019), "Arigó" (2019), "Pra chuva" (2019), o filme "Simonal" (2019), o solo "A pequena morte"(2017). Atualmente, também trabalha como preparadora corporal na Rede Globo.
PROJETO ARQUIVADO.