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PRONAC 202344Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Aquarela

MARIA CUTIA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 457,7 mil
Aprovado
R$ 457,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-08-03
Término
2021-06-07
Locais de realização (5)
São Luís MaranhãoBelo Horizonte Minas GeraisCandeias do Jamari RondôniaPorto Velho RondôniaPalmas Tocantins

Resumo

Finalização e circulação do novo espetáculo do Grupo Maria Cutia. Um espetáculo cênico-musical para a primeira infância chamado "Aquarela", com canções autorais, que percorrerá 4 cidades de 3 estados brasileiros. Todas as encenações serão integralmente gratuitas, em espaços abertos como praças ou parques, com intérprete de libras (em 2 encenações). Além disso, uma oficina de contrapartida social para educadores da rede pública será ministrada em todas as cidades.

Sinopse

SINOPSE: Quais são as cores da infância? Quais podem ser os temas do mais puro olhar infantil sobre o mundo? Nesta aquarela, abordagens de assuntos não muito comuns ao universo da criança que brincam e que fazem pensar. Histórias para filhos e seus pais. Imagens em variadas palhetas de cor, ritmos e universos. RESUMO: O show cênico AQUARELA traz 3 atores brincantes dando vida a canções autorais. Com a ideia da música-em-cena (conceito estético pesquisado pelo grupo durante seus 14 anos), o público vê os desejos, as atmosferas, as histórias ali cantadas por Leonardo, Hugo e Mariana. Ao longo do espetáculo, o cenário de bonecos e fundo em panaria de tonalidade cru, vai ganhando aquarelas com as 7 cores do arco-íris, assim como o figurino dos atores, como se a tinta fosse ganhando água, saltando da paleta e tomando vida nas canções. O artista plástico e bonequeiro Rai Bento é quem assina o cenário, os objetos cênicos e o figurino da peça. As canções, de autoria dos 3 atores do Grupo Maria Cutia, têm os desenhos de instrumentos e arranjos vocais assinados por Babaya Morais, pelo diretor da peça e pesquisador brincante das artes para a infância, Eugênio Tadeu, e do ator Hugo da Silva - que é também diretor musical do grupo desde 2008. A linguagem do ator brincante e o jogo sincero com a plateia, permeados pelo estudo da palhaçaria (linguagem em constante estudo do grupo), formam o norte estético do espetáculo, em que suas canções e cenas são feitas para e com a plateia. ROTEIRO É necessário explicitar que todo o espetáculo - apesar de ter um roteiro pré-definido - é feito de improviso, entre atores e público. Trabalha-se com a técnica do “Ponto Fixo”, desenvolvida pelo ator, palhaço e diretor José Regino, da Cia Celeiro das Antas (de Brasília). Esta técnica propõe que o desenvolvimento dramatúrgico da cena se baseia em chegar a “pontos fixos” de ação que desenvolveriam a narrativa dramatúrgica. Ou seja, em vez do “o que fazer” será o “como fazer” o mais interessante, posto que será improvisado. Roteiro de “Pontos Fixos” para o jogo entre os brincantes e o público 1) Canção – Meninada Bonita Me Ni Na Da Bo Ni Ta - HUGO/MARI/LÉO Me Ni Na Da Bo Ni Ta - MARI/NADO/HUGO Me Ni Na Da Bo Ni Ta - LÉO/HUGO/MARI 2) Jogo de trava-línguas 3) Canção – Lavra Tríngua Pedrinho pregou um preguinho Que preguinho pregou Pedrinho? O preguinho que o padre pegou para o pai de Pedrinho. E o padre pregava que o prego pregara o pé do profeta na cruz Na cruz que cruzara a Cruzada da encruzilhadado Cruzeiro do Sul Feliz foi o velho Félix Com o fole velho nas costas Feliz foi o fole de Félix nas costas do velho De fato, o fole de Félix fazia fados fugazes de dor E afagava o final de Félix que fenecia Enfadado de dor (... continua em anexos - informações adicionais) 4) Texto – Consonantes, Trocantes, Gaguejantes, Tartamudeantes. 5) Canção – Tatibitate Eu vou fazer uma canção que bate, bate, rebate Beat que bate o coração No tiquetaque do tatibitate No tiquetaque do tatibitate Beat que bate o coração que bate, bate, rebate Dandando por uma calxada Topecei num cacholo Ele ficou muito blavo Palecia um toulo Colo ou não colo? Do oto lado da lua Eu vi um saparinho Tava com a asa quebada Dodói poque caiu do ninho Axudo ou não axudo? (... continua em anexos - informações adicionais) 6) Canção – Catracasa Achei a casa de pernas pra cima Meu quarto tava de cabeça pra baixo Suja de molho a boca do forno Eu não entendo a língua do sapato Fui tirar água do joelho do cano O olho mágico foi lá espiar Até o criado mudo agora tá falando Na orelha do livro que não quer escutar (... continua em anexos - informações adicionais) 7) Cena percussiva - batuque de mesa 8) Texto - cadê o bicho que tava aqui? 9) Canção - À Pata da Letra O que eu tô devendo pro pato? Onde é o salão do macaco? Pra mim cabra macho é bode. Boca de siri tem bigode? Só a jararaca tem sogra? Ou será que tem toda cobra? Tem umas que são bem criadas não voam pois Deus não deu asas. Será que a vaca não gripa? Cavalo dado não vai ao dentista? Uma lebre vale 2 gatos? Até gosto de ser um gato o que me incomoda é o sapato (... continua em anexos - informações adicionais) 10) Cena de Bonecos 11) Canção - Farrapo e Bunina Este é Farrapo que é feito de trapo num de seus sapatos já morou um rato. Olho de botão remendo no calção Esse seu Farrapo tem bom coração. Olha Bunina pano de cortina É de purpurina sua meia fina Tem trança de linha Boca de rendinha É engraçadinha Usa até calcinha. Os dois bonecos sobre o mesmo teto uma caixa vermelha no canto da mesa daquela menina que de tão danada inventa uma sina de casar Farrapo com Sinhá Bunina (... continua em anexos - informações adicionais) 12) Canção – Aquarelado O sol aqui é amarelo, mas é vermelho lá no Japão Todo sangue é vermelho, até o sangue azul do alemão A água no mapa é azul mas tem muito rio que é marrom O verde fica marrom no outono quando as folhas mudam de tom. Ipê roxo é rosa O Mar Vermelho é azul Quadro negro é verde Milho verde é amarelo Por fora laranja é verde. Verde por dentro é o limão. Luz negra é violeta. Ultra violeta não tem cor não Tem violeta que é rosa. Rosa que é rosa, vermelha ou amarela. Mistura Ciano, índigo grená. São tantas as cores da aquarela Ipê roxo é rosa O Mar Vermelho é azul Quadro negro é verde Milho verde é amarelo 13) Canção – Medonha De dia eu tenho medo da multidão De noite tenho medo da solidão Tenho medo da escuridão E do clarão do trovão Tenho medo de viagem de avião Daqui debaixo tenho medo de carro na contramão Tenho muito medo de cachorro mas se um gato pára e fica me encarando eu quase morro Na cidade se tem rato eu corro Na roça medo do voar incerto do besouro Tenho medo do barulho no porão ou sobre o forro Sempre penso que é fantasma e grito… Socorro! (2X) Motorzinho do dentista me causa pavor Mas acho bem macabra a dentadura do vovô Agulha de injeção é filme de terror no final da história o médico é um monstro doutor Na escola ando rezando pelo corredor Medo de passar na porta da sala do diretor Tenho muito medo de ladrão - pensando bem: Tenho medo de qualquer pessoa com arma na mão Tem sombra no meu quarto não sei o que é Tenho medo de dormir e um espírito puxar meu pé Tenho medo de ter medo nunca sei a quem recorro Se é pra mãe, se é pro pai, se é pra tia Se é pra Buda, Orixá, Ave Maria Se é pra polícia, pro vizinho, pro bombeiro, O justiceiro, super-homem, Chapolim ou pro Zorro Socorro! 14) Carnaval Bucal Você que nunca viu um carnaval sem instrumento Preste atenção porque agora eu lhe apresento O samba tá no pé e também na boca do povo Pro som grave do bumbo faça uma boca de ovo Tem gente que espera o ano inteiro o carnaval A contagem regressiva já começa no Natal A caixa acompanha o bumbo na batida Abra e fecha a boca na cadência da mordida Por que é que todo mês não pode ser fevereiro Imagine a folia de janeiro a janeiro O som do tamborim sai da boca miúda Pra fazer a nota mais aguda E os refrões sensacionais Saem do naipe dos Metais Trombone, trompete juntos são demais E são feitos com os sons nazais Trombone Trombone Trombone bone Trompete Trompete Bone Trombone Trombone bone Trompete Bone Trombone Trombone bone E no gogó, agogô

Objetivos

Objetivo geral: O grupo mineiro Maria Cutia propõe a finalização e circulação do seu novo espetáculo "Aquarela" por 3 estados brasileiros. Ao todo, 4 cidades serão contempladas com 7 apresentações gratuitas, em praças, parques e outros espaços alternativos, para um público total direto previsto em mais de 2 mil pessoas. O Maria Cutia busca ainda exercer seu ofício finalizando e circulando com sua nova montagem para crianças "Aquarela" para cidades/estados fora do eixo Rio-São Paulo. Além de maximizar a experiência do público (pais e filhos) com o espetáculo , posto que aborda temas da chamada Primeira Infância por outro viés, a circulação da peça por estas regiões pretende também ampliar a abrangência da atuação do Maria Cutia, possibilitando conexões com plateias e outros artistas de cidades que ainda não foram visitadas e de abrir perspectivas de continuidade da carreira do espetáculo. Objetivos específicos: - Realizar 7 espetáculos da peça "Aquarela" com entrada gratuita em praças das cidades. - Realizar 5 oficinas brincantes, uma em cada cidade visitada (exceto Porto Velho que serão 2 oficinas), para professores da rede pública de ensino e outros interessados. - Contemplar a finalização da peça "Aquarela" e a realização de uma pequena turnê pelas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Nova montagem do grupo mineiro Maria Cutia a ser finalizada, com canções originais e direção geral de Eugênio Tadeu. Serão 7 apresentações gratuitas em praças, parques e outros espaços alternativos, sempre de dia, de 4 cidades entre Rondônia, Tocantins e Maranhão, sendo que em 2 apresentações haverá intérprete de Libras: 1) Porto Velho _ RO - 2 apresentações *Local 1: Arena Madeira Mamoré *Local 2: CEU das Artes (na Zona Leste) 2) Candeias do Jamari - RO _ 1 apresentação (25km de Porto Velho - 19.779 habitantes) *Local: Espaço Beira Rio 3) São Luiz do Maranhão _ MA _ 2 apresentações *Local 1: Complexo da Praça Deodoro*Local 2: Escola pública ou creche a definir 4) Palmas _ TO _ 2 apresentações *Local 1: Feira da Praça do Bosque *Local 2: Praça dos Girassóis *observação: os locais foram previamente mapeados, mas podem sofrer alguma alteração durante a execução do projeto. Deve-se observar que as canções e letras deste espetáculo teatral são totalmente autorais, enquadrando-se no art. 18, § 3º, alínea a: I - ARTES CÊNICAS j) teatro musical, quando sua encenação se estabelece por meio de dramaturgia, compreendendo danças e canções. E que não se trata, portanto, de um espetáculo "musical" ou "musical instrumental", mas sim "teatro musical", com músicas autorais em sua encenação. - Oferecer como contrapartida a este projeto a oficina "BRINCANTE" para educadores e arte-educadores da rede pública de ensino, em todas as cidades. OFICINA BRINCANTE Ementa: Com repertório brincante de cantigas de roda, canções de cortejo, brinquedos cantados e histórias musicadas colhidas na Amazônia, no Nordeste, no Vale do Jequitinhonha, no Norte de Minas e em países da África de Língua Portuguesa - com pitadas de técnicas teatrais -, esta oficina já foi ministrada pelo Maria Cutia em 5 países. Oficineiros: Mariana Arruda, Hugo da Silva e Leonardo Rocha. Beneficiários: professores e arte-educadores do ensino público, estudantes, artistas e interessados em geral no universo brincante. Seleção: por meio de disponibilidade e interesse do professor da instituição de ensino. Vagas: de 40 a 50 vagas por oficina ministrada. Carga horária: 4h. Conteúdo programático: a oficina é totalmente prática com ensinamentos e repetições das canções/brincadeiras pelos participantes durante oficina - a fim de que estes as apreendam. Portanto, os alunos deverão vestir roupas leves e que facilitem o movimento do corpo pelo espaço. Ao final do curso, todas as canções são relembradas pelos oficineiros aos alunos que terão a oportunidade de gravar as mesmas como lembrança das letras e de como acontecem as brincadeiras. Atendendo ao Art. 18. da IN Nº 2, de 23 de abril de 2019, todos os espetáculos e oficinas terão seus direitos à acessibilidade assegurados, estando mais bem explanados na guia "Responsabilidade Social" deste projeto. Histórico do grupo: O Grupo Maria Cutia nasceu em Belo Horizonte, em 2006, e desde então, edifica e apresenta seus espetáculos em praças, parques, ruas e palcos de Minas Gerais, do Brasil e do mundo. Como frentes de perscrutação artística, o grupo trabalha com o diálogo entre música autoral e teatro, numa investigação que denomina música-em-cena, que propõe a trilha sonora executada ao vivo pelos atores em uma pesquisa que alia a dramaturgia à canção. Atualmente, mantém em repertório quatro espetáculos de rua (também possíveis de serem encenados em palcos), dois shows cênicos e um espetáculo solo de palco, além da mais nova montagem "Aquarela". A intenção desta proposta é encenar um espetáculo que tem como público principal a Primeira Infância, em ambientes públicos, com canções autorais que abordam o universo da criança não da perspectiva do adulto, na tentativa de "ensinar", didaticamente, algo. Mas sim, as indagações e percepções originalíssimas que as crianças têm ao enxergarem o mundo com um olhar literal. Com seu reconhecido trabalho para o público de crianças, Eugênio Tadeu, assina a direção da montagem "Aquarela". Doutor em Artes Cênicas, atualmente é professor da área de Estudos Vocais e Musicais e da Licenciatura do Curso de Graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG. É fundador e integrante do Grupo Serelepe, coordenador do projeto "Serelepe: brinquedorias sonoras e cênicas", membro da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-graduação em Artes Cênicas e do Comitê Permanente do "Movimento da Canção Infantil Latino-americana e Caribenha _ MOCILyC". Estudou Técnica Musical com Ilan Grabe e Musicalização na Fundação de Educação Artística de Minas Gerais. Idealizou e coordenou o projeto "Pandalelê: laboratório de brincadeiras", da UFMG, e é integrante e co-fundador do Duo Rodapião. Em "Aquarela", o Grupo Maria Cutia propõe narrativas por meio de canções que abraçam quatro eixos discursivos com as seguintes abordagens nos universos: (1) da língua portuguesa, como ditados, expressões e metáforas; (2) sensoriais, como medo, memória e melancolia; (3) sociais, como o comportamento humano; e, por fim, (4) rítmicas, com variadas sonoridades. Assim, as canções intentam provocar a criança a pensar, a refletir sobre aquilo que está na letra ou na cadência, na atmosfera musical, estimular a imaginação e o afeto em conversas/indagações com os pais posteriormente. Sinopse "Aquarela" Quais são as cores da infância? Quais podem ser os temas do mais puro olhar infantil sobre o mundo? Nesta aquarela, abordagens de assuntos não muito comuns ao universo da criança que brincam e que fazem pensar. Histórias para filhos e seus pais. Imagens em variadas palhetas de cor, ritmos e universos.

Justificativa

O livro "Infância", da série Gratuita (UFMG editora), traz a seguinte apresentação sobre a escolha do tema/título para a publicação: "pensar a infância para além da ideia de pureza e inocência tantas vezes a ela associada, e propor textos em que a loucura, o desconhecido, o medo, a força inventiva da infância estivessem presentes". O Grupo Maria Cutia, em 2018, vislumbrou a criação de um novo espetáculo para a chamada Primeira Infância. No entanto, ainda não foi possível de ser finalizado. Como premissa, imaginou-se não criar um universo comum, corriqueiro, de assuntos ou temas inocentes, banais. Era necessário encontrar outros meandros do imaginário infantil, buscar a interpretação do mundo, da realidade, sob a perspectiva da criança - mais anárquica e inventiva. Pois, se há ingenuidade, há também crueldade. A consciência do livre arbítrio, o silêncio ao conhecer a morte pela primeira vez, a lembrança do primeiro trauma, a criação de um mundo/realidade paralelo, o constrangimento, o esquecimento da memória. Tudo isso também faz parte do universo da criança. Haja vista, em contraponto a isto, as abordagens padronizadas e tidas "apropriadas" para a chamada Primeira Infância. O músico, professor e teórico argentino Luis Maria Pescetti, um dos principais pensadores sobre o universo da criança na América Latina, comenta, irônico: "nas canções infantis, por exemplo, há mais animais do que na Arca de Noé. Estão cheias de bichos. Arainhas, galinhazinhas, cachorrinhos tartaruguinhas, gatinhos, lagartinhas... Até vampiros. Basta! Por que ninguém fez uma canção infantil sobre um pocinho de petróleo, por exemplo?". Nesse sentido, de pensar por outras perspectivas temáticas para a criança, é que nasce o espetáculo "Aquarela". A ideia é que a perspectiva da narrativa dramatúrgica seja da criança e não do adulto que tenta explicar, ensinar, ou apresentar algo a ela. É a criança que questiona ou observa, de maneira ingênua ou desconcertante. Eugênio Tadeu, diretor da peça e referência internacional na pesquisa de obras para a infância, observa: "o universo infantil é frequentemente abordado de modo ingênuo e edulcorado, como se toda criança fosse alegre e feliz por natureza e em tempo integral... como se não vivesse também seus dilemas e conflitos". Como se percebe, é necessário extrapolar a perspectiva corriqueira e pejorativa do termo "infantil" para apresentar olhares que abordam outro prisma da Primeira Infância, também lúdico, mas com temas menos habituais. Como a criança percebe a morte, a fome, a preguiça, a inveja? Posto que perceba, mas do modo dela. Qual seriam as outras visões que ela tem sobre os sentimentos humanos? Será que a percepção dela sobre certos temas se aproxima daquela que nós adultos imaginamos, convencionamos? As crianças, notavelmente como se observa em nosso cotidiano, reinventam suas brincadeiras, ensinam outras, tem uma imaginação ligada à invenção. Brincam e inventam entre si. Todavia, essa anarquia, infelizmente, é domesticada durante anos até ela se adequar à "realidade" e se tornar "adulta". Entrementes, esta liberdade, atualmente, é condição cada vez mais escassa já que as criações, por vezes, menosprezam sua inteligência ou, pior, tratam-na como desprovida de cognição. Walter Benjamim, em 1924, ao falar sobre livros infantis comenta: "a criança exige dos adultos explicações claras e inteligíveis, ela aceita perfeitamente coisas sérias, mesmo as mais abstratas como a fé, desde que sejam honestas e espontâneas". Em um mundo tecnológico e cada vez mais interconectado como o nosso, essa premissa é extremamente atual. Esse questionamento foi o ponto inicial para a criação, por exemplo, das canções do espetáculo "Aquarela". A literalidade na interpretação dos fatos, no rock "Catacrasa": "Fui tirar água do joelho do cano/O olho mágico foi lá espiar/Até o criado mudo agora tá falando/Na orelha do livro que não quer escutar". Ou da naturalidade em ter pais do mesmo sexo, como no gipsy jazz "Tradicional Família Moderna": "Pedi a minha mãe para sair/Ela me disse pergunte a sua mãe se ela deixar cê pode ir". Ou ainda na metáfora dos ditados e expressões, na bossa "À Pata da Letra": "Até gosto de ser um gato/o que me incomoda é o sapato/Será que a água do rio/é lágrima de crocodilo?". Percebe-se uma intrínseca relação com a cultura brasileira e seus costumes. A reinterpretação de metáforas, a discussão ingênua e livre sobre os relacionamentos homoafetivos, são alguns exemplos de temas e questionamentos na sociedade brasileira atual. A peça se presta a imaginar como uma criança interpreta o mundo à sua volta, que intenta incita-la a desenvolver um diálogo criativo e indagador com os pais. Assim como provocar os pais a pensar como explicar uma metáfora, por exemplo. Esse diálogo, profundo e lúdico, é que vai formar e desenvolver sua cognição. É nesse momento, até os 6 anos, que ela entende aquilo que convencionamos chamar "realidade". Aqui, ela começa a subverter e a questionar essa realidade. Nesse momento, o estímulo criativo, lúdico, inventivo e com temas menos habituais em uma peça de teatro, pode transportar pais e filhos para um ambiente comum, para um mesmo mundo, ou ainda, para uma nova realidade. Nota-se ainda, o caráter democrático desta proposta, posto que todas as apresentações sejam gratuitas e em espaços abertos para uma grande quantidade de espectadores. O acesso a este bem cultural é uma proposta recorrente e política do grupo Maria Cutia - como se pode atestar pelo histórico do grupo - ao acreditar que o objeto artístico deve, preponderantemente, atingir todas as camadas sociais e econômicas da população em algum momento de sua trajetória. E por ter também a convicção de que a possibilidade de apreciação livre e espontânea, sincera, de uma obra estética é também dever do artista. Além, claro, das cidades que aqui serão contempladas não estarem no eixo Rio-São Paulo, descentralizando as ações deste projeto. Para tanto, nota-se que a utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais e a aprovação na Lei Rouanet, não são só necessários, mas preponderantes para a finalização artística e circulação desta obra por meio de editais de captação de empresas. No entanto, deve-se corroborar o já citado nos Objetivos desta proposta, de que este é um espetáculo teatral que se enquadra no art. 18, § 3º, alínea a: I - ARTES CÊNICAS j) teatro musical, quando sua encenação se estabelece por meio de dramaturgia, compreendendo danças e canções. E que não se trata, portanto, de um espetáculo "musical" ou "musical instrumental", mas sim "teatro musical", com músicas autorais, compostas pelos integrantes do Maria Cutia, e que permeiam as cenas. Bem como nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E ainda os objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Soma-se a esta proposta, uma oficina gratuita de contrapartida para educadores do ensino público (também já explanada nos Objetivos e na Descrição da Atividade do Produto). Assim, este projeto/espetáculo busca tocar a primeira sensação e eternamente prazerosa de infringir o proibido, a descoberta da imaginação diante da realidade e o questionamento desta, a possibilidade de criar, brincar e reinventar esta realidade aparentemente imutável e permanente. Para os pais, é como se a infância não fosse um tempo, mas um lugar em que se pode recorrentemente visitar sempre que quiser. Não está morta, está adormecida. E estar junto com um filho nesta viagem é adentrar no mistério da imaginação.

Estratégia de execução

Todas as apresentações serão de livre acesso ao público. O Maria Cutia é um grupo de teatro que nasceu em Belo Horizonte, em 2006, e desde então apresenta seus espetáculos em praças, parques e ruas de Minas Gerais, do Brasil e do mundo. Nos últimos anos, aventurou-se em produções criadas para palcos e também adaptou suas obras de rua para teatros fechados. Nesses 14 anos, já se apresentou em 6 países, 20 estados nacionais totalizando mais de 170 cidades brasileiras, para um público superior em mais de 400 mil espectadores, tendo realizado mais de 950 apresentações e mais de 150 oficinas de formação. Como frentes de pesquisa artística, o grupo trabalha com o diálogo entre música e teatro. Em todos os seus espetáculos, a trilha é executada ao vivo pelos atores, em uma pesquisa que alia dramaturgia à canção. Ao partir de diferentes linguagens - do jogo do palhaço, das máscaras expressivas, do ator brincante, do cancioneiro de Chico Buarque, dos textos clássicos da dramaturgia ou de uma dramaturgia original criada em processo colaborativo – cada espetáculo foi elaborado de uma forma distinta, mas sempre pensado com um olhar especial e atento para o seu espectador. Desta forma, o grupo busca um teatro amplo, autoral, simples e com qualidade artística, que tem em seu público o principal interlocutor nas apresentações. O Grupo possui ativo em seu repertório 3 espetáculos adultos (Engenho de Dentro, Auto da Compadecida e Francisco); 2 espetáculos de classificação livre (Ópera de Sabão e Como a Gente Gosta) e dois espetáculos para crianças (Na Roda e ParaChicos). Ao longo de sua trajetório trabalhou com diretores como Gabriel Villela, Eduardo Moreira, Antônio Rodrigues, Lira Ribas, Rodrigo Robleño, Zé Regino e nesse novo projeto tem a parceria com Eugênio Tadeu.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Atendendo ao Art. 18. da IN Nº 2, de 23 de abril de 2019, este projeto propõem as seguintes medidas de acessibilidade para atender pessoas com deficência, mobilidade reduzida e idosos: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Para viabilizar a participação de portadores de mobilidade reduzida (deficientes e idosos), a seleção dos locais dos espetáculos terá como critério condicionante a acessibilidade desse público. A produção reservará espaços para cadeirantes e cadeiras para idosos na plateia. Acessibilidade para deficientes visuais: 1 apresentação contará com guia-intérprete. Acessibilidade para deficientes auditivos: 2 apresentações da peça contarão com intérprete de Libras para acessibilidade de surdos. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: a oficina destinará 5 vagas por cidade para cadeirantes. Acessibilidade para deficientes visuais: as oficinas contarão com guias-intérprete. No caso de Porto Velho que serão realizadas duas oficinas, somente uma delas terá este profissional. Acessibilidade para deficientes auditivos: as oficinas contarão com intérprete de libras. No caso de Porto Velho que serão realizadas duas oficinas, somente uma delas terá este profissional.

Democratização do acesso

Em todas as apresentações serão realizados bate-papos entre artistas e público após os espetáculos, como forma de democratizar o processo de criação do espetáculo cênico musical. Todas as apresentações do projeto serão oferecidas gratuitamente ao público e em cidades fora do eixo-Rio São Paulo. Serão, ainda, disponibilizados trechos das apresentações do espetáculo "Aquarela" no canal oficinal no youtube do Grupo Maria Cutia como forma de atender ao inciso III do artigo 21 da IN 02/2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; O projeto atende também ao inciso IV da mesma legislação: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; E, por fim, ao inciso VII - "realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;", já que este público, juntamente com seus pais e tutores configuram o público alvo principal do espetáculo "Aquarela".

Ficha técnica

Direção: Eugênio Tadeu Concepção: Grupo Maria Cutia e Eugênio TadeuComposições: Leonardo Rocha, Mariana Arruda e Hugo da SilvaPreparação Vocal e Direção Musical: BabayaCenário e Figurino: Rai BentoConsultoria e Sonorização: Vinícius AlvesFotografia: Tati MottaDesigner: Luiza GodinProdução: Luisa Monteiro Elenco:Grupo Maria Cutia: Leonardo Rocha, Mariana Arruda e Hugo da Silva. Compõem a empresa proponente: Luisa Monteiro, Leonardo Rocha e Mariana Arruda, que participam deste projeto nas funções de coordenação de produção, ator e atriz, respectivamente. Eugênio Tadeu - Diretor É doutor em Artes Cênicas - Pedagogia do Teatro, pela Universidade de São Paulo (2012); mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG (2000); pós-doutor pela Universidade do Minho - Portugal (2017); especialista em Educação pela Universidade do Estado de Minas Gerais (1992) e graduado em Educação Artística - FUMA-UEMG (1989). Atualmente é professor da área de Estudos Vocais e Musicais e da Licenciatura, do Curso de Graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG e membro do corpo docente e Subcoordenador do Colegiado do PROF-Artes/EBA-UFMG. É um dos fundadores do Grupo Serelepe, é membro da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-graduação em Artes Cênicas e do Comitê Permanente do Movimento da Canção Infantil Latino-americana e Caribenha - MOCILyC. Babaya Morais - Preparadora vocal e diretora musical Cantora, Professora de Canto, Preparadora Vocal e Diretora Musical, Babaya iniciou sua carreira na escola Música de Minas, fundada por Milton Nascimento e Wagner Tiso em 1983. Em 1991, fundou a “Babaya Escola de Canto”, a primeira escola voltada exclusivamente para o aprimoramento do Canto Popular. Já participou de mais de 140 espetáculos como Preparadora Vocal, Diretora Vocal de Texto e Diretora Musical. Dentre eles, trabalhou com artistas renomados por todo o país na música e no teatro, como: Milton Nascimento, Grupo Galpão, Grupo Ponto de Partida, Renata Sorrah, Xuxa Lopes, Luiz Melo, Silvia Buarque, Nelson Xavier, Letícia Sabatella, Marcelo Antony, entre outros. Com os diretores: Gabriel Villela, Márcio Aurélio, Aderbal Freire Filho, Paulo José, dentre outros. Em 2016, trabalhou nos estudos de prosódia das minisseries "Liberdade, Liberdade" e "Justiça" da Rede Globo. Babaya é preparadora vocal e coordena os estudos de texto e canto do Grupo Maria Cutia desde 2011, assinando a direção vocal de texto dos espetáculos "Como a Gente Gosta", "Ópera de Sabão", "Engenho de Dentro" e "Auto da Compadecida". Rai Bento - Cenário e Figurino Bonequeiro, oficineiro, diretor de arte, ator e produtor cultural, trabalha com as artes visuais do espetáculo desde 1996. Começou suas atividades em Pernambuco atuando com reconhecidos diretores e principais companhias de teatro do estado - Sesc Santo Amaro, Rudimar Constâncio, João Denys, Antônio Cadengue/Cia Teatro de Seraphins, Metrón Produções, Mão Molenga/ FUNDAJ e Companhia Mamulengo Só-Riso. Em 2001 se radicou em Belo Horizonte, quando foi agraciado com a bolsa Virtuose do MinC, para uma residência no Grupo Giramundo de Teatro de Bonecos e, desde então, integra o seu quadro de profissionais. Atua nas diversas linguagens das artes visuais em várias companhias da cena nacional, como Cia de Dança do Palácio das Artes - Belo Horizonte/ MG, Giramundo Teatro de Bonecos - Belo Horizonte/ MG, Milton Moreno - Cia Os Fofos - SP/ SP, Grupo Galpão - Belo Horizonte/ MG, Cia Meias Palavras - Recife/ PE, Cia Teatro Portátil - Rio de Janeiro/RJ, Gabriel Vilela, Grupo Maria Cotia - Belo Horizonte/MG, SESI Bonecos do Mundo, Leo Tabosa/Pontilhado Cinematográfico. Leonardo Rocha - Responsável pela gestão do processo decisório deste projeto, ator e oficineiro Ator fundador do Grupo Maria Cutia. Atualmente faz parte do elenco de todos os espetáculos em repertório do Maria Cutia.Fez formação profissional no Teatro Universitário da UFMG - TU (2006-2008) e graduou-se em Jornalismo no UNI-BH. Estudou e trabalhou com nomes importantes como: Sue Morrison (no Canadá), Guillermo Angeleli, Raquel Sokolowicz e Marcelo Savignone (na Argentina); Esio Magalhães, Jeannick Dupont, Fernando Limoeiro, Tiche Viana, Babaya, dentre outros.Assina a direção e dramaturgia do espetáculo "Vamos Ficar por Aqui" - solo da palhaça Luba (2015) e dos curtas "As cinco moscas do centro mágico" (2006) e "Ausência" (2007). Ministrou oficinas de teatro em Cabo Verde, Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique, além de oficinas para artistas e educadores na Toca da Cutia (sede do grupo) e em mais de 10 cidades brasileiras. Mariana Arruda - Atriz e oficineira Atriz fundadora do Grupo Maria Cutia. Atualmente faz parte do elenco de todos os espetáculos em repertório do Maria Cutia.Fez formação profissional no Centro de Formação Artística do Palácio das Artes - CEFAR (2005-2007), graduou-se em Comunicação Social na PUC Minas e fez mestrado em Letras na UFMG. Estudou e trabalhou com nomes importantes como: Sue Morrison (no Canadá), Guillermo Angeleli, Raquel Sokolowicz e Marcelo Savignone (na Argentina); Esio Magalhães, Kenia Dias, Rita Clemente, Mariana Muniz, Babaya, dentre outros.Como cantora, fez show na inauguração da Sala Vinícius de Morais em Lima, no Peru, participou de shows em Belo Horizonte e outras cidades mineiras. Em 2006, gravou o CD "Desenho Canção" e, em 2015, o DVD "Francisco". Assinou a dramaturgia do espetáculo "Sonho de uma noite de São João" (2008). Como educadora, coordenou projetos de extensão universitária (de palhaços de hospital) na PUC Minas, no Centro Universitário UNA e na Unifenas. Ministrou oficinas de teatro em Cabo Verde, Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique, além de oficinas para artistas e educadores na Toca da Cutia (sede do grupo). Hugo da Silva - Ator e oficineiro Ator do Grupo Maria Cutia. Atualmente faz parte do elenco dos espetáculos em repertório do Maria Cutia.Fez formação profissional no Teatro Universitário da UFMG (2008-2010). Estudou e trabalhou com nomes importantes como Esio Magalhães, Raquel Sokolowicz (na Argentina), Fernando Limoiro, Kenia Dias, Fernando Linares, Chico Pelúcio, dentre outros. Como diretor, assinou a direção do espetáculo "O Pintinho Piu" do Grupo Eureca, de Macapá. Como cantor e compositor, apresentou-se no projeto "Cantautores" (2016) e em bandas e show em teatros e espaços alternativos de Minas. Como arte educador, é professor de música do CLIC - Centro Lúdico de Interação e Cultura e ministrou oficinas de teatro em Cabo Verde, Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique, além de oficinas para artistas e educadores na Toca da Cutia (sede do grupo) e em mais de 20 cidades brasileiras. Luisa Monteiro - Coordenadora de Produção Produtora do Grupo Maria Cutia de Teatro. Faz a coordenação de produção e gestão cultural da cia desde 2010, sendo responsável pela produção de montagens, circulações, festivais e turnês financiadas por prêmios e Leis de Incentivo nas esferas Federais, Estaduais e Municipais, produzindo o Maria Cutia em mais de 150 cidades brasileiras. Graduou-se em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas pela PUC Minas, pós-graduou-se em Gestão Estratégica das Organizações (IEC/PUC Minas) e fez Mestrado em comunicação no programa Interações Midiáticas (PUC Minas). Estudou e trabalhou com nomes importantes como Rômulo Avelar, Lena Cunha, Marcelo Bones, Ana Luisa Freire, Cristiano Pena, dentre outros.Foi produtora da cantora Leopoldina (2010), das programações culturais dos projetos “Feira de Artesanato” (2010 e 2011) e trabalhou na equipe de produção da Saidera/ Comida de Buteco (2009 e 2010).Como educadora, ministrou disciplinas no programa de Pós Graduação em Comunicação Estratégica nas Organizações no Instituto de Educação Continuada/ PUC Minas e foi tutora dos cursos de especialização em Comunicação Organizacional pela PUC Virtual.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.