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"Dar Asas" é um espetáculo de teatro voltado para crianças de 02 a 06 anos e fala sobre uma menininha que quer ter asas. Aproveitando que sua mãe é desenhista pede a mesma que desenhe uma asa para ela... A mãe desenha várias formas e desenhos, mas nenhuma agrada a pequena menina. Ao final, ela percebe que a asa que ela realmente queria estava em sua imaginação.
“Asas” - um espetáculo para crianças bem pequenas com imaginação gigante!!!Quem nunca imaginou ter asas? Estrela (nossa pequena protagonista) uma menina de 5 anos que sonha em ter um par de asas. Mas as suas asas, as que ela sonha em ter, não se parecem com nenhuma asa já vista, pelo menos segundo ela nenhuma é a certa. Até que um dia, em um sonho ela descobre sua verdadeira asa. A peça fala sobre o poder da imaginação. E principalmente o quanto essa imaginação influência e molda a “vida real”. Cenário: Interior da casa de Estrela Personagens: - Estrela, menina de 5 anos, curiosa e cheia de idéias e imaginação. - Mãe, ela é um pintora de histórias, ilustra livros infantis. Ela tem muitos pinceis, lápis coloridos, pequenos vidros com tintas, cavaletes, telas e papéis. Encaminhamos o roteiro base para elaboração do texto definitivo quando da produção do espetáculo. O roteiro em questão encontra-se na aba INFORMAÇÕES ADICIONAIS. Classificação indicativa: a partir de 01 ano.
OBJETIVO GERAL: - Produzir o espetáculo "Dar Asas" voltado para crianças de 02 a 06 anos. - Circular com o espetáculo supra nominado por 3 regiões do Brasil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 24 apresentações gratuitas nas seguintes regiões e cidades: a) 04 apresentações em Brasília/DF, sendo 02 para público espontâneo e 02 para frequentadores de creches, casas de acolhimento e alunos da rede pública de ensino Estima-se a um público aproximado de 474 pessoas por apresentação, totalizando assim, 1896 pessoas b) 02 apresentações em Formosa/GO para frequentadores de creches, casas de acolhimento e alunos da rede pública de ensino. Estima-se a um público aproximado de 200 pessoas por apresentação, totalizando assim, 400 pessoas c) 02 apresentações em Novo Gama/GO para frequentadores de creches, casas de acolhimento e alunos da rede pública de ensino. Estima-se a um público aproximado de 200 pessoas por apresentação, totalizando assim, 400 pessoas d) 04 apresentações em Salvador/BA, sendo 02 para público espontâneo e 02 para frequentadores de creches, casas de acolhimento e alunos da rede pública de ensino Estima-se a um público aproximado de 350 pessoas por apresentação, totalizando assim, 1400 pessoas e) 02 apresentações em Simões Filho/BA para frequentadores de creches, casas de acolhimento e alunos da rede pública de ensino. Estima-se a um público aproximado de 200 pessoas por apresentação, totalizando assim, 400 pessoas f) 02 apresentações em Candeias/BA para frequentadores de creches, casas de acolhimento e alunos da rede pública de ensino. Estima-se a um público aproximado de 200 pessoas por apresentação, totalizando assim, 400 pessoas g) 04 apresentações em Rio Branco/AC, sendo 02 para público espontâneo e 02 para frequentadores de creches, casas de acolhimento e alunos da rede pública de ensino Estima-se a um público aproximado de 300 pessoas por apresentação, totalizando assim, 1200 pessoas h) 02 apresentações em Xapuri/AC para frequentadores de creches, casas de acolhimento e alunos da rede pública de ensino. Estima-se a um público aproximado de 200 pessoas por apresentação, totalizando assim, 400 pessoas i) 02 apresentações em Sena Madureira/AC para frequentadores de creches, casas de acolhimento e alunos da rede pública de ensino. Estima-se a um público aproximado de 200 pessoas por apresentação, totalizando assim, 400 pessoas - Criar um espetáculo teatral que comunique com crianças pequenas, em especial, de 0 a 6 anos. - Desenvolver uma encenação rica em imagens, beleza e poesia voltada ao entendimento deste público alvo. - Incentivar e encorajar essas jovens crianças a se aceitarem e aceitar o mundo ao seu redor. - Difundir os trabalhos da Cia Portátil em outras localidades que não costumam receber projetos deste porte. - Contar com a participação de um intérprete em libras em todas as apresentações - Disponibilizar, quando necessário, transporte para que as crianças/convidadas tenham acesso ao espetáculo. - Promover gratuitamente oficina de teatro e artes visuais aplicadas a sala de aula para 693 professores e alunos da rede pública de ensino. (CONTRAPARTIDA SOCIAL).
Educar uma criança é uma das tarefas mais nobres e difíceis de se realizar. E educar o filho(a) a não depender de você é algo mais complicado ainda. Por outro lado, também não é nada fácil para uma criança, entender a importância de realizar tarefas do dia a dia sozinha, sem ajuda de um adulto, como por exemplo, ir ao banheiro e realizar sua higiene. Ou até mesmo vestir uma roupa ou calçar um sapato. Neste espetáculo, Mãe e Filha resolvem essas questões e vivenciam juntas o prazer de se conhecer e se reconhecer como indivíduo e conseguir olhar para o outro com empatia. Enfim, uma peça com muito sonho, imaginação e poesia. Assim o referido projeto necessita dos mecanismos de incentivo de projetos culturais por se enquadrar no inciso III (apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores), VIII (estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória) e IX (priorizar o produto cultural originário do País.) do Artigo III da Lei 8313/91. Assim, a proposta se enquadra aos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Ação Formativa - Oficina de Teatro e Artes Visuais Vagas totais: 693 Vagas por cidade: 77 Público alvo: professores da rede pública de ensino Duração: 03 horas Conteúdo: Exercícios e atividades que unem as artes visuais e o teatro a serem aplicados em sala de aula
- Espetáculo de Artes CênicasACESSIBILIDADE FÍSICA O espetáculo estará atendendo a Lei nº 13.146/2015, do art. 08 ao assegurar à pessoa com deficiência, idosos e com necessidades especiais, com prioridade, a efetivação dos direitos referentes ao acesso à cultura, quando serão localizados em cada cidade visitada, teatros que possibilitem seu acesso, através de rampas de acesso, elevadores e guias táteis. ACESSIBILIDADE CONTEÚDOEm todas as sessões haverá um intérprete em libras para o acesso do público de surdos ao espetáculo - Ações formativas culturais (contrapartida social)ACESSIBILIDADE CONTEÚDOSerão convocados intérpretes em libras para auxiliar professores da rede pública de ensino que participarem das oficinas.
O referido projeto prevê a produção e a circulação do espetáculo DAR ASAS nas seguintes cidades de Brasília/DF, Formosa/GO, Novo Gama/GO, Salvador/BA, Simões Filho/BA, Candeias/BA, Rio Branco/AC, Xapuri/AC e Sena Madureira/AC totalizando 24 apresentações. Todas as apresentações serão gratuitas As propostas de democratização do projeto se inserem no artigo 20 e 21 da seção II, dentro dos seguintes itens: - Espetáculo de Artes Cênicas "a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística;" - Destinação de 90% (noventa por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter educativo b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; - Destinação de 10% (dez por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita do patrocinador; II - Oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; - Disponibilizar, quando necessário, meio de transporte para as crianças/convidadas, para que os mesmos tenham acesso. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; -Serão captados trechos das apresentações para serem disponibilizadas na internet; IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - Será permitida a captação de imagens dos espetáculos, bem como será autorizada a sua veiculação por redes públicas de televisão. - Ações formativas culturais (contrapartida social) "a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística;" - Destinação de 100% (cem por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter educativo II - Oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; - Disponibilizar, quando necessário, meio de transporte para os professores da rede pública de ensino para que os mesmos tenham acesso as oficinas III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; -Serão captados trechos das oficinas de teatro, para serem disponibilizadas na internet; IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - Será permitida a captação de imagens das oficinas bem como será autorizada a sua veiculação por redes públicas de televisão. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; - Disponibilização de oficina de Teatro e Artes Visuais de 3 horas de duração para professores da rede pública de ensino; Vagas: 689, sendo 77 vagas por cidade visitada. Conteúdo: utilização de atividades relacionadas à teatro e artes visuais que poderão ser utilizadas em sala de aula.
Texto: Stella Mariss Direção Artística:Adriano Petermann Elenco: Stella Mariss e Maureen Miranda Figurino e Cenografia: Maureen Miranda Coreografia: Carmen Jorge Produção: Bia Reiner Coordenação do Projeto: Portátil Produções Artísticas Ltda O proponente realizará a função de Coordenador do Projeto, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação do Projeto”. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ Texto e Elenco: Stella Mariss Formada em Artes Visuais pela UTP/Pr (2000) e Pós-Graduada em Arte e Educação pela FAP (2001), estudou também no ACT (Ateliê de Criação Teatral) (2000-2003) em Curitiba, com Luís Melo. Participou de oficinas com Antunes Filho, Amir Hadad, Babaya, Sergio Penna, Walter Lima Junior, Ariane Mnouchkine, Rafael Camargo, Mauro Zanatta, entre outros. Atualmente faz parte do elenco de "Os Analfabetos" direção de Adriano Petermann que estreou em maio de 2019. Direção Artística:Adriano Petermann Sócio Fundador da Companhia Portátil, que teve sua estreia em dezembro de 2000 no Teatro Guaíra com o Espetáculo “As Fabulosas". Atua e desenvolve uma pesquisa de linguagem com o Ator, autor e diretor Rafael Camargo há quase 15 anos. Além de ter trabalhado com dois dos grandes nomes do teatro nacional, Antunes Filho (São Paulo- SP) e Domingos Oliveira (Rio de Janeiro-RJ). No Cinema vale a pena destacar os trabalhos com André Sturm "Sonhos Tropicais" e Walter Lima Júnior com "Os Desafinados". Hoje, além de ator, está atuando também como Diretor Teatral. Está trabalhando em seu próximo projeto como diretor. “Gotham City” com estreia aguardando o fim do isolamento social, na cidade do Rio de Janeiro. Elenco, Figurino e Cenografia: Maureen Miranda Sou paranaense, mas moro no Rio de Janeiro desde 2015, aonde atuo em novelas e filmes. Sou atriz, figurinista, escritora e artista plástica. Na Ilha da Gigóia, aonde resido, possuo meu atelier e um espaço com as minhas artes, que se chama Musgo loja. Já ilustrei para marcas de roupas, como Cavalera, Colcci e Fórum, também ilustro revistas e livros, ao todo são 34. Expus diversas vezes em Curitiba, São Paulo, Londres e Suíça. Não possuo nenhuma Galeria que me represente. Meu estilo eu mesma defino como 'barroco contemporâneo', uso aquarela, canetas diversas, acrílica e algumas colagens. O universo lúdico e o feminino são meus temas mais abordados. Coreografia: Carmen Jorge Diretora artística, coreógrafa, performer, figurinista, gestora, curadora e produtora. Licenciada em Dança pela PUC – Pontifícia Universidade Católica do Paraná / Teatro Guaíra e Pós graduada em Estudos Contemporâneos em Dança nas Faculdades UFBA / Angel Vianna (RJ). Em 2002 funda a PIP Pesquisa em Dança (www.pip.art.br), montando os espetáculos autorais “A Casa dos Anjos” e “Motion” ganhando vários prêmios locais. Em 2005 realiza o projeto “3 Mg - Gingaestética”, estreando em Nova Iorque numa parceria com os coreógrafos Luis Lara Malvacías, Jeremy Nelson (www.fullfatdance.org) e o Danspace Project (www.danspaceproject.org).Trabalhou como Diretora de Movimento em mais de 100 montagens teatrais. Entre as ultimas no processo criativo de “O grande sucesso” do ator Alexandre Nero. Em 2017 foi professora substituta na UFPR no Curso de Produção Cênica. É membro da Comissão do Fundo Municipal de Incentivo a Cultura da FCC/Curitiba. Atualmente é Consultora de Dança da Fundação Cultural de Curitiba. Vive e trabalha em Curitiba – PR - Brasil. Produção: Bia Reiner Produtora cultural desde 1996 atuando nas mais diferentes áreas artísticas, como teatro, dança, música, cinema e artes plásticas. Atualmente trabalha com as seguintes companhias: Cia Portátil, Cantus Libere, Curitiba Cia de Dança, MKV Produções, Tanta Produções , MalbART e Movimento 161. Coordenação do Projeto: Portátil Produções Artísticas Ltda Desde a fundação do grupo, em 2000, o elenco da Cia. Portátil vem apostando em ser coautor de sua própria dramaturgia. A vontade de falar sobre temas da atualidade e de construir uma linguagem de teatro popular para os tempos de hoje são os principais motivos desta escolha, que já gerou trabalhos de sucesso. Em dezembro de 2000 estreiam o espetáculo As Fabulosas com texto e direção de Rafael Camargo, no Mini Guaíra. Com grande sucesso de público e críticas tornam-se a sensação do Fringe na edição 2001 do Festival de Teatro de Curitiba. Graças a esse sucesso são convidados, em 2002, a integrar a Mostra Contemporânea do Festival de Teatro de Curitiba daquele ano, com o espetáculo Linguiça no Campo, texto coletivo improvisado pelo grupo e direção de Rafael Camargo. Logo depois, em 2003/2004, administram durante 18 meses a Residência Cultural no bairro do Rebouças denominada Multiprocessador onde desenvolveram pesquisa, diversão e arte para toda a comunidade curitibana, mas principalmente nas comunidades mais próximas, como o próprio bairro do Rebouças e Vila Pinto, oferecendo oficinas de arte, filmes, livros, teatro, música e muita celebração. O resultado desse empreendimento se transformou no espetáculo Preta-Porquê, texto coletivo improvisado pelo grupo com direção de Rafael Camargo, entrando para o repertório da Companhia. Em 2010, realizam uma espécie de junção da “velha guarda teatral curitibana” dando início ao Coletivo Portátil do Theatro de Alumínio, com o espetáculo Amoradores de Rua. Na sequência desenvolvem com o Coletivo Portátil os seguintes espetáculos: End e Uma entre Mil Histórias de Amor, em 2011 e O Buraco da Fechadura, em 2012. Em 2013, Rafael Camargo e o Coletivo Portátil do Theatro de Alumínio ficam em cartaz em Curitiba no Teatro Novelas Curitibanas com Cronópios da Cosmopista – um antimusical psicodélico. Zequinha Pop marca a primeira direção profissional de Andréa Obrecht. Em 2014, a Cia. Portátil volta ao Rio de Janeiro com uma nova proposta de pesquisa de linguagem: o Teatro da Inação, em que a economia e densidade forjam as interpretações e apenas o necessário no palco pulsa. As imagens são construídas por quem vê... E cada um vê o que pode e o que quer. Apresentando ao público carioca o Stand Up Drama, como uma delicada provocação, a Cia. Portátil ocupou a Casa de Cultura Laura Alvim com quatro espetáculos em seu repertório: Pessoalmente Fernando, Dona Macbeth, A Anta de Copacabana e Ana e o Tenente, dentro da Mostra Multiprocessador. A partir de 2014, A Anta de Copacabana desenvolve carreira solo e participa de diversos festivais, projetos culturais em temporadas de sucesso no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2019, a companhia estreia no Festival de Teatro de Curitiba, o espetáculo Bernard Só, com enorme sucesso de público e crítica. No mesmo ano, a Companhia continua participando de editais com o espetáculo A Anta de Copacabana.
PROJETO ARQUIVADO.