Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 202355Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Marlon e James

GIOVANI TOZI ROCHA DOMINGUES PRODUCOES ARTISTICAS
Solicitado
R$ 763,3 mil
Aprovado
R$ 763,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-10-05
Término
2021-07-04
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Marlon e James é um projeto que engloba a criação de um texto de dramaturgia, que será compartilhado com o público através de um espetáculo teatral inédito. O texto e a encenaçãosão frutos de um processode pesquisa sobre a vida e a obra dos atores Marlon Brando e James Dean, que em 2021 comemoraria seu 90º aniversário. Com dramaturgia deFranz Kepplere direção de Marco Antonio Pâmio, a encenação traz a atmosfera dos anos 50, onde os atores Daniel Rocha e Giovani Tozi darão vida aos personagens, que serão embalados pelas canções de Elvis Presley. O processo resultará em uma temporada teatral de 24 sessões na cidade de São Paulo.

Sinopse

A PESQUISA Segundo o jornal El País, a biografia conta que Marlon Brando conheceu o intérprete de Juventude Transviada (1955) quando este foi vê-lo em uma conferência em Nova York. De acordo com os autores, Brando mais de uma vez contou aos amigos que o olhar de Dean o fez “queimar”. Mas os atores só tiveram um momento para conversar no final da apresentação, quando Dean aproveitou para confessar seu amor e admiração e, que o ator de O Poderoso Chefão, respondeu com um beijo. Extremamente submisso ao ídolo, Dean relatou que Brando era "furioso" e comandava todas as relações sexuais que tinham. De acordo com a publicação "os dois tinham uma relação nociva e doentia. Quando Brando saía para outros encontros, Dean o seguia até que ele voltasse para casa. Ele não ia embora até que Brando apagasse as luzes. E desejava que fosse ele a estar ali, em sua companhia. Certa manhã de inverno, Brando desceu de pijamas e o convidou para entrar, mas essas gentilezas eram exceções e não regras”. (Roger Brackett) Adele Grandis afirma que a biografia revela que em certa ocasião: “Marlon Brando queimou todo o corpo de James Dean com cigarros, e era comum que ele fizesse com que Dean o assistisse fazendo sexo com outras pessoas. Completamente obcecado por Brando, Dean se submetia a tais condições que deixavam sua cabeça e sentimentos confusos. Para estar ao lado de Brando, Dean fazia qualquer coisa que ele mandasse. Uma vez que a recíproca nunca fora verdadeira, Dean vivia uma solidão terrível, que tentava combater se envolvendo em uma série de outros casos amorosos/sexuais.” DRAMATURGIA Em uma história de forte apelo midiático, como a mostrada na biografia, é comum alguns excessos em nome de publicidade. Portanto, nos livraremos do julgamento do que é excesso ou do que é realidade. O espetáculo irá se deter na história da solidão e da dependência física desses personagens, para criar uma outra narrativa, através de uma estrutura dramatúrgica. Não se trata de uma adaptação teatral da biografia de Porter e Prince, ela é parte importante da bibliografia de pesquisa do projeto, mas a obra dramatúrgica, fruto da investigação artística e do processo criativo, será original e independente. Franz Keppler incluirá no textos depoimentos e fragmentos de historias pessoais dos artistas envolvidos. PROPOSTA DE ENCENAÇÃO A proposta desse projeto é justamente o proveito e a colaboração dos artistas em todas as etapas criativas. Pâmio estreou em março de 2019 A Catástrofe Do Sucesso em processo colaborativo com os atores. O Processo foi intenso e resultou num espetáculo potente e delicado, que jamais poderia ter sido previsto antes dos encontros. A proposta aqui segue a mesma linha, trazendo para dentro do jogo a figura do dramaturgo, que dará voz aos sentimentos mais obscuros que brotarão das memórias de cada um. A certeza que se tem é que será uma encenação absolutamente original e integrada. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 16 ANOS

Objetivos

OBJETIVO GERAL Confecção de um texto dramatúrgico de autor nacional sobre a vida e obra de James Dean e Marlon Brando, para a execução de um espetáculo teatral. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Conduzir o texto e a encenação a partir de um processo experimental integrado, vivenciados através de encontros entre Franz Keppler (dramaturgo), Marco Antonio Pâmio (diretor), e os atores Daniel Rocha e Giovani Tozi, finalizado num formato de espetáculo para pleno compartilhamento com om público. - Promover uma temporada teatral de 24 sessões na cidade de São Paulo - Disponibilizar gratuitamente após os espetáculos um ciclo de 3 debates com os atores - Fomentar discussões sobre relacionamento abusivo, causa LGBTQIA+, transtorno de sadismo sexual e de personalidade.

Justificativa

Dois mil e vinte é um ano que começou testando os limites civilizatórios e sociais de todos os indivíduos. A pandemia mundial instaurada por conta do novo coronavírus obrigou que todos parassem, repensassem seu modo de vida e, o mais importante, se isolassem. A quarentena sugerida (ou imposta) pelos governos acendeu a luz amarela para outros problemas sérios trazidos pelo isolamento social, como a ansiedade e a depressão. Viver sem o contato do outro pode ser muito nocivo, principalmente em algumas etapas da vida e em algumas culturas, como a do afetuoso povo brasileiro. A pandemia mostrou de forma dura a dificuldade que o indivíduo tem em lidar com a solidão. Essa reflexão aqueceu ainda mais o debate sobre MARLON E JAMES. Há alguns anos esse núcleo de artistas vem pensando sobre os tipos de relacionamento abusivo e os motivos de não se conseguir se desvencilhar deles. A discussão em torno desse tipo de relação vem se acalorando cada vez mais e enriquecendo o debate em torno do tema. A pesquisa central desse projeto surgiu quando, em 2016, a editora inglesa Blood Moon publicou a biografia "James Dean: Tomorrow Never Comes". A obra, escrita por Darwin Porter e Danforth Prince, amigos íntimos de James Dean, narra a relação obsessiva de Dean por Marlon Brando. Os autores contam as tensões vividas pelo ator e suas abdicações em nome da carreira, que não podia ser afetada por manchetes que expusessem suas relações homossexuais. A impossibilidade de se relacionar de forma livre o tornava terrivelmente sozinho. O livro conta que para se proteger dessa solidão, Dean foi escravo sexual de Brando, compactuando com a violência contra si próprio e a humilhação. Apoiado nesse estudo de caso, esse projeto pretende trazer à luz um tipo de relação obsessiva que não se determina de forma unilateral, mas que, é, involuntariamente "consentida" através de um distúrbio psicológico da vítima. Além da relevância temática, esse projeto se justifica também por: - Incentivar a dramaturgia contemporânea brasileira a promover uma reflexão sobre um tema atual e mundialmente debatido, que é questão das várias formas que o assédio pode assumir dentro de uma relação. - Apoiar a pesquisa, afinal, mesmo objetivando a criação de um espetáculo, o projeto envolve um processo criativo democrático e colaborativo. A obra de Franz Keppler contemplará também as experiencias individuais dos artistas, enriquecendo, humanizando o discurso; e trazendo para a nossa realidade. Keppler é um autor de assinatura, tem habilidade em transpor a vida real ao palco, dando magnética dimensão e profundidade aos seus personagens, como fez, por exemplo, em em Brian ou Brenda (2019) e Com Amor Brigitte (2016). - Permitir que Marco Antônio Pâmio, diretor que tem participado vigorosamente das produções teatrais paulistanas, possa acompanhar e participar de um processo relativamente longo, envolvendo a criação efetiva do texto e a preparação inicial dos atores nesse contexto. - Finalmente, MARLON E JAMES pode ser tratado como uma obra de ficção, pois os referidos atores não estão aqui para atestar a veracidade dos fatos. Se os episódios se deram, como descrito no livro, ou se foram super dimensionados pouco importa. O que interessa ao projeto é se apropriar dessa história e chamar a atenção dos diferentes gatilhos que podem ser acionados para o quão tóxica e autodestrutiva pode se tornar uma relação.

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

PLANO DE ACESSIBILIDADE - A escolha do teatro, ou espaço cênico, será feita mediante a confirmação de que o local atende as políticas de acessibilidade para idosos e pessoas com mobilidade reduzida. - A produção disponibilizará em 12,5% do total de sessões transcriçao em libras e audiodescrição.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Os ingressos de Marlon e James serão vendidos no valor de R$ 60,00 (meia R$ 30,00) sendo 10% a R$ 30,00 (meia R$ 15,00). O público estimado é de 4.800 pessoas. De acordo com o inciso I a do artigo 20 da IN MINC 05/2017, 10% dos ingressos serão doados para instituições de arte, associações carentes e/ou grupos de teatro. Até 10% serão destinados aos patrocinadores e até 10% serão destinados à divulgação. - Os quatro debates previstos neste projeto serão ofertados de forma gratuita a todo o público, serão voltados à alunos de instituições artisticas, e busca-se superar o número previsto de beneficiados. * conforme o inciso II a do artigo 22 da IN MINC 05/2017. - Ações Educativas: Dos quatro debates oferecidos, dois irão compor uma programação especial voltadas à alunos e/ou professores de escolas públicas, e será ministrada por um dos integrantes da equipe artística do projeto (ator, diretor e/ou dramaturgo). A atividade compreende: - Exibição de um filme dos atores Marlon Brando ou James Dean - Sessão do espetáculo - Bate-Papo sobre o trabalho * conforme o inciso II a do artigo 22 da IN MINC 05/2017.

Ficha técnica

MARLON E JAMES Dramaturgia: Franz Keppler Direção: Marco Antônio Pâmio Elenco: Daniel Rocha e Giovani Tozi Direção de Arte: Duda Arruk Iluminação: Wagner Antonio Produção e Idealização: Giovani Tozi Realização e Administração: Tozi Produções Artísticas (Giovani Tozi é o responsável jurídico pela Tozi Produções Artísticas)* MARCO ANTÔNIO PÂMIO Ator e diretor brasileiro, vencedor dos prêmios APCA 1984 de ator-revelação em “Romeu e Julieta”, de Antunes Filho, como “Romeu , APCA 2006 de melhor ator em “Edmond” (no papel-título) e APCA 2014 de melhor diretor em “Assim é (se lhe parece)”. Também recebeu indicações ao prêmio Shell como ator e diretor. Sob a direção de importantes nomes do teatro nacional, interpretou vários papéis em mais de 30 peças de teatro, entre elas “A Língua em Pedaços”, “Preto no Branco” e “Ou Você Poderia me Beijar”, “Operação Trem Bala” e “O Terraço”, “Macbeth”, “O Casamento Suspeitoso”, “Os Passageiros”, “Mediano”, “O Santo Parto”, “Pedras nos Bolsos”, “A Última Viagem de Borges”, “Um Número”, “Longa Jornada de um Dia Noite Adentro”, “A Terra Prometida” e “Pobre Super Homem”. Também dirigiu os espetáculos “Jardim de Inverno”, “Baixa Terapia”, “Playground”, “Consertando Frank”, “Propriedades Condenadas”, “Amor e Restos Humanos”, entre outros. Na televisão seus últimos papéis foram nas séries “Assédio", “Sessão de Terapia - 3ª Temporada” da GNT, “O Negócio - 2ª Temporada” da HBO e “Beleza S/A” da GNT, na novela “Corações Feridos” do SBT e no telefilme “A Tragédia da Rua das Flores” da Record, na novela “Água na Boca” da Band e na minissérie “JK” da Rede Globo.FORMAÇÃO ARTÍSTICA CPT (CENTRO DE PESQUISA TEATRAL) Grupo de Teatro Macunaíma, São Paulo. Dirigido por Antunes Filho (1982-85). DRAMA STUDIO LONDON, Londres - One Year Postgraduate Acting Course (Curso de um ano de pós-graduação para atores em teatro clássico e moderno), como bolsista do Conselho Britânico (1990-91). FORMAÇÃO ACADÊMICAEscola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), São Paulo - Bacharel em Publicidade e Propaganda (1980-83). FRANZ KEPPLER Dramaturgo com currículo extenso de encenações importantes, como Chuva, não. Tempestade!, Frames, Depois de Tudo e Córtex, Franz Keppler se notabilizou também pela encenação de histórias verídicas no teatro. O autor é o responsável pelo ainda inédito texto Caravaggio, que narra a tumultuada vida do pintor italiano, além do elogiadíssimo Brian ou Brenda, sobre o caso do norte americano David Reimer. Estreou no teatro em 2007 com “Nunca Ninguém Me Disse Eu Te Amo”, peça indicada ao APCA de melhor autor. Seguiram-se “Depois de Tudo” ( 2008), “Frames” ( 2009), também indicada ao APCA de melhor autor, e Córtex, no CCBB, monólogo com Otávio Martins e Nelson Baskerville. Escreveu “Camille e Rodin”, que estreou em junho de 2012 e e “Divórcio” que esteve em cartaz no Teatro Fernando Torres. Participou por quatro anos consecutivos das Satyrianas, com os textos curtos “Fogos no Céu de Meia Noite”, “Simbiose” e “Jardim do Éden”e “Só Entre Nós”, sendo que esta última foi reescrita e cumpriu temporada no SESC Consolação e outros SESCs do interior, com direção de Joca Andreazza. Em 2011, escreveu seu primeiro curta-metragem, vencedor do edital de produção do Festival Cultura Inglesa. Com direção da Rafaela Carvalho e com Maria Laura Nogueira e Daniel Tavares, foi eleito o melhor curta do Festival. DANIEL ROCHA Daniel Rocha é violinista, ator e lutador de artes marciais. O primeiro contato com a arte foi através da musica, quando aos 6 anos de idade iniciou sua formação no violino. Estuda teatro desde os 16 anos, quando fez escola técnica. Aos 18 anos ingressou no Centro de Pesquisa Teatral com Antunes Filho, onde ficou por três anos. Participou de vários processos como ator. Entre eles, seus últimos trabalhos na televisão foram em: A Lei do Amor (de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari); Irmãos Freitas (série de Walter Salles). No cinema protagonizou o longa que estreia em 2020 Quem Vai Ficar com Mário (adaptação de O Primeiro que Disse de Ferzan Ozpetek). No teatro integrou participou de diversas montagens profissionais e amadoras, entre elas, integrou os elencos de Amigos, amigos, Amores à parte” direção de Michel Berkovitch; A História dos Amantes, direção de Marcelo Serrado; Inimigas de Infância direção de Fernando Gomes; e Frames, direção de Camila Gama e Sandro Pamponet. GIOVANI TOZI Ator, Produtor, Artista Plástico e Mestre em Artes da Cena pela Unicamp. Foi artista residente no Performing Arts Forum na França. Integrou o Núcleo Experimental de Artes Cênicas do Sesi da Av. Paulista, onde desenvolveu trabalhos com diversos diretores, entre eles, Felipe Hirsch, Georgette Fadel e Roberto Audio. Tem formação em Nova Dança através de Adriana Grecchi e Lu Favoretto - e Dança Indiana, por Marília Vieira Soares. Contemplado pelo Prêmio Coca-Cola Femsa por sua atuação em O Colecionador de Crepúsculos, de Vladimir Capella. Premiado pelo Proac Edital por seu solo autoral Saída de Emergência; por Corpo Estranho recebeu o Prêmio de Melhor Coreógrafo no Festival Curta Dança Nacional e foi indicado ao Prêmio Aplauso Brasil na categoria Melhor Elenco, pelo espetáculo Pergunte ao Tempo, de Otavio Martins. Seus últimos trabalhos como ator no teatro são: Cais Oeste, com direção do francês Cyril Desclés; As Atrizes, dir. Léo Stefanini; As Luzes Do Ocaso, Daqui Ninguém Me Tira e Quiquiriqui, dirigidos por Neyde Veneziano; e Tróilo e Créssida e A Noite de 16 de Janeiro dirigidos por Jô Soares, pra quem também fez assistência de direção. DUDA ARRUK Duda Arruk é arquiteta e urbanista formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, iniciou a sua atividade artística em 1994 com o curso de Cenografia do CPT, organização J. C. Serroni e em 1995 trabalha na organização dos arquivos na Fundação Flávio Império. Desde então desenvolve sólida carreira como cenógrafa em produções de teatro, ópera, musicais, shows e exposições. Em óperas trabalhou no Festival de Ópera do Theatro da Paz em Belém do Pará de 2012 a 2014; no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 2016 e no Theatro São Pedro em 2013 e 2017 com os diretores Caetano Vilela e Mauro Wrona. WAGNER ANTÔNIO Wagner Antônio é encenador e iluminador. Artista formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André.Como Iluminador, assinou a luz de diversas produções teatrais e trabalhou com diversos diretores: Luiz Fernando Marques (Grupo XIX de Teatro); Yara de Novaes; Rafael Gomes e Vinícius Calderoni (Empório de Teatro Sortido); Diego Moschkovich(LABTD); Cibele Forjaz (Cia.Livre); Adolf Shapiro (mundana companhia), Caetano Vilela e Gerald Thomas (Cia de Ópera Seca). Foi indicado ao Prêmio Shell de Melhor Iluminação pela luz de H.A.M.L.E.T. (2010) e ganhou os prêmios Aplauso Brasil e Bibi Ferreira de Iluminação com o espetáculo musical Gota D’água a Seco (2016/2017) Em Ópera assinou a luz das produções: Il Trovatore e Otello no Festival de Ópera do Theatro da Paz em 2013 e 2014 (Belém), as duas com direção de Mauro Wrona. Em 2015 foi iluminador adjunto do encenador Caetano Vilela nas Óperas: Um Homem Só e Ainadamar no Theatro Municipal de São Paulo. Em 2019 iluminou a Ópera L’Italiana in Algeri no Theatro São Pedro com a direção de Lívia Sabag. Como encenador destacam-se os trabalhos: O Homem Elefante (2014), co-direção de Cibele Forjaz para a Cia. Aberta (Oi Futuro/ RJ) e KAIM, com texto de Dione Carlos, realizado na Ocupação do Teatro do Centro da Terra (2017). É um dos fundadores do coletivo teatral 28 patas Furiosas, onde dirigiu e iluminou os espetáculos lenz, um outro (2014), A Macieira (2016) e PAREDE (2019).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.