Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Circulação do espetáculo ‘Dança por Correio’ por cidades de estados do Nordeste. Em cada cidade serão realizadas apresentações voltadas prioritariamente para a primeira infância. Conjugadas às apresentações serão realizadas oficinas de dança para crianças e professores em estabelecimentos públicos de ensino, como forma de contrapartida social, além de vivência com pais/responsáveis das crianças e, exibição de documentário da trajetória do grupo seguido de debate aberto.
“Dança por Correio” é uma intervenção artística, que carrega a imagem da “entrega” como metáfora em sua criação e seu desenvolvimento. A dança é o instrumento que aproxima as pessoas e estabelece conexões para construir momentos. Portanto é necessário pensar a dança não apenas pelas propostas que transformam o corpo ou o jeito de se movimentar, mas a partir do encontro vivido pela experiência construída e o que dela pode ser absorvida e carregada. Com a intensão de interferir nos fluxos cotidianos, as pessoas são convidadas a escolher uma carta, e a partir de seu conteúdo criasse a entrega, o encontro, a dança, interferindo em seu trajeto diluindo a arte em seu dia. Disponibilidade no olhar e escuta sensível para as pessoas e o território, é guia para os “carteiros”, que vão para rua com o desejo de entrega e de jogo, permitindo-se saborear tais contextos e entregando–se para pessoas que nunca viram e talvez nunca voltem a encontrar.
Objetivo GeralRealização da circulação do espetáculo ‘Dança por Correio’ por 7 cidades da região Nordeste promovendo além de apresentações, ações formativas e de interação com as comunidades locais, contribuindo com a formação, fomento de público e ampliação do repertório artístico-estético dos espectadores.Objetivos Específicos - Investir na criação de plateia para arte infantil, especialmente para crianças na primeira infância, por meio da realização de 21 apresentações do espetáculo 'Dança por Correio'; - Colaborar com a difusão da linguagem dança urbana, através da promoção de 21 oficinas de dança voltada para crianças de escolas que atendam a primeira infância; - Fomentar trocas e avanços artísticos importantes para a dança urbana, contribuindo para capacitação crítica e agregando reflexão a respeito do fazer artístico e suas responsabilidades estéticas e sociais, por meio de 07 vivências de intercâmbio com pais e/ou responsáveis das crianças; - Garantir a democratização cultural com a gratuidade das atividades propostas, dentre elas a exibição do documentário sobre a trajetória do grupo, seguido de bate-papo em cada uma das cidades contempladas;
Acreditamos quando criança termos super poderes, que podemos ser médicos, astronautas, podemos voar e até mover objetos sem tocar, apenas com o poder da mente. Esse imaginário é alimentado pela vontade de descoberta e de experimentar. Se olharmos bem, podemos perceber que toda criança é uma exploradora por natureza, fazendo seus experimentos sem receio de certo ou errado, de preocupação com essa ideia de ridículo ou julgamentos sociais. O que transparece é a beleza na simplicidade e na verdade desse existir criança. Importante pensar quais são as ideias, contextos e histórias que alimentam a formação de uma pessoa? Com os anos vamos deixando de nos permitir viver certas experiências, ao mesmo tempo, deixamos também de nos transformar a partir do contexto não experimentado. Sentir, pensar a partir do que viveu, dialogar... ações que se movimentam em nós quando me construo sensível e me permito ser afetado, aprendendo a olhar de maneira plural. Quando apresentamos essa importância de "construir momentos", é para reforçar que nossa dança se faz a cerca de alguns pensamentos base, que nos impulsionam a desenvolver uma dança que faz convites, que se importa e deseja estar próximo das pessoas com o intuito de conectar afetos e transformar instantes a partir do apreciar dessa intervenção. Que nasce e reverbera a cerca do estar coletivo e do reconhecimento do que se senti por estar ali, sentindo-se pertencente e sendo responsável por pequenos momentos da transformação de um território. Criando espaço para que as pessoas dialoguem, mesmo sem palavras, mesmo sem se conhecerem e nesse exato instante de conexão e dialogo potencializo a criança que assiste, aquela que está na sua primeira infância, mas também aquela adormecida em cada individuo adulto. "Dança por Correio" procura cativar no público o desejo de permanência, de estar ali, onde a dança, o encontro, a poesia e uma estética periférica se fazem presentes. Nosso fazer em dança, quando vai para a rua, caminha com a intenção de conectar pessoas e circular ideias, vai para rua criar espaço para que as pessoas se permitam estar, viver esse convite e retomar seus poderes de aproximar-se da criança em nós, empregando valor a imaginação e a potência do viver criativo. Chega com facilidade nos espaços e constrói rapidamente, a partir de um diálogo estabelecido por corpos, relação de confiança e curiosidade. Foi gerado para espaços alternativos, fomentando a informalidade e proximidade com as pessoas convertendo a intervenção em um espaço de conexão, apreciação e escuta. Essa característica garante à obra, liberdade para circular pelos mais variados espaços, podendo chegar, tocar e estabelecer um encontro com a pluralidade do nosso povo brasileiro, ampliando e tornando real a democratização da arte para todas as pessoas, em especial para as crianças. Dessa maneira faz-se poderoso as possibilidades de onde podemos ir e estabelecer relações a partir de um projeto como esse. A circulação pelo Nordeste está atrelado à dois motivos principais: o primeiro deles pelo fato da grande maioria de seus integrantes serem oriundos de famílias nordestinas que saíram de sua região de origem em busca de melhores condições de vida; e a segunda que está diretamente ligada à primeira - é a maneira que seus integrantes veem como possibilidade de retribuição à região, ao proporcionar o acesso gratuito à cultura e arte, elementos que influenciam no estabelecimento do Índice de Desenvolvimento Humano das cidades. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Por tudo isso justificativa a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para realização do projeto, apresentando onde o projeto se enquadra nas políticas públicas de cultura no âmbito Federal, especialmente o Art. 1º da Lei 8313/91 e Art. 3° da referida norma.
Apresentações – Em cada uma das cidades contempladas executaremos 03 (três) apresentações. A primeira delas acontecerá geralmente no dia seguinte ao da chegada no município e será realizada em algum bairro previamente definido em conjunto com a produção local que será contratada pelo projeto. Na segunda e terceira apresentações, os pais e responsáveis de crianças da primeira infância, além de artistas locais, integrarão o elenco do espetáculo, a partir das ações de vivência. Os locais destas apresentações serão previamente definidas entre a produção do projeto e a equipe de produção local de cada uma das cidades. Oficinas de dança para crianças (CONTRAPARTIDA SOCIAL) – Esta atividade será executada pelos dançarinos do grupo que tem expertise na condução deste tipo de atividade para crianças da primeira infância. Em cada oficina dois integrantes do grupo serão os responsáveis pela aplicação das práticas ao longo de 2 horas de atividades que acontecerão dentro das unidades escolares que foram previamente visitadas e acordadas pela produção local. Serão realizadas ao todo, um total de 3 (três) oficinas por cidade, podendo ter a participação de até 30 alunos e professores por oficina. Vivência – Esta atividade também será executada pelos integrantes do grupo e é voltada para pais e responsáveis de crianças com até 6 anos de idade, bem como para artistas locais. O foco da ação é o de dotá-los com técnicas apropriadas e métodos desenvolvidos pelo Zumb.boys que, poderão replicarem em seus núcleos familiares e até mesmo em agrupamentos artísticos da cidade. Ao todo, serão 3 horas de atividades por dia, totalizando 9 horas, voltadas para um público de até 20 (vinte) pessoas. Como resultante desta ação, os participantes integrarão as apresentações das duas últimas apresentações do espetáculo ‘Dança por Correio’ na cidade. Exibição de Documentário com bate-papo – Visa apresentar o Grupo Zumb.boys para a comunidade em geral. Para isso, exibiremos o documentário ‘Olhar entre Olhares’ que retrata a trajetória do grupo. Além disso, será apresentado um mini documentário, fruto de registro das ações executadas na cidade durante a semana. Ao final das exibições, um debate aberto será realizado entre equipe e público. Pretende-se realizar esta ação na sede de algum agrupamento artístico ou de algum equipamento cultural público da cidade como forma de valorização destes espaços para a formação humana.
Espetáculo de Artes CênicasAcessibilidade Física - As apresentações serão realizadas em espaços públicas da cidade e, para tanto, a produção do projeto estará atenta quanto aos itens de acessibilidade física destes espaços. Acessibilidade para deficientes auditivos - Por se tratar de um espetáculo de dança de rua, não há verbalização de texto, tampouco de trilha sonora, o que já contribui para a fruição da obra junto à pessoas com deficiência auditiva;Acessibilidade para deficientes visuais - Será executada atividade denominada 'Ação tátil sensitiva' que consiste num momento prévio à apresentação, onde objetos de cena e figurinos serão apresentados às pessoas portadoras de tal deficiência, pelos próprios dançarinos, não gerando custo extra para o projeto, além de trazerem informações importantes para o entendimento da obra. Também será ofertado um Programa do espetáculo em Braille para este público. Contrapartida Social Acessibilidade Física - As oficinas serão realizadas em equipamento educacional ou cultural público da cidade e, para tanto, a produção do projeto estará atenta quanto aos itens de acessibilidade física destes espaços. Acessibilidade para deficientes auditivos - A adoção de medidas de acessibilidade não se aplica a este produto; Acessibilidade para deficientes visuais - Linguagem oral. Curso / Oficina / Estágio (VIVÊNCIA) Acessibilidade Física - As vivências serão realizadas em equipamento educacional ou cultural público da cidade e, para tanto, a produção do projeto estará atenta quanto aos itens de acessibilidade física destes espaços. Acessibilidade para deficientes auditivos - A adoção de medidas de acessibilidade não se aplica a este produto; Acessibilidade para deficientes visuais - Linguagem oral. Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra (EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIO SEGUIDO DE DEBATE)Acessibilidade Física - As exibições serão realizadas em equipamento educacional ou cultural público da cidade e, para tanto, a produção do projeto estará atenta quanto aos itens de acessibilidade física destes espaços. Acessibilidade para deficientes auditivos - O documentário possui legendagem em português; Acessibilidade para deficientes visuais - Linguagem oral;
Todas as atidades previstas no projeto serão ofertadas gratuitamente e, em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 1/2019 do Ministério do Turismo, adotaremos: Produto - Espetáculo de Artes CênicasIV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;Produto - Contrapartida SocialIV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;Produto - Curso / Oficina / Estágio (VIVÊNCIA)V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;Produto - Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra (EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIO SEGUIDO DE DEBATE)V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
A proponente exercerá a função de Coordenação Geral do Projeto, sendo responsável pela total gestão administrativa e financeira do mesmo. Por se tratar de uma Cooperativa, receberá encargos operacionais na ordem de 5% do valor do projeto, valor incluído dentro do item de 'Despesas Adminsitrativas'.Supervisão geral - Cooperativa Paulista de DançaDireção – Márcio Greyk de Lima FerreiraDançarinos – Danilo Rodrigo Ferreira Nonato, David Castro Serra, Ednelson da Silva Guedes, Eriki Hideki, Guilherme Nobre Ferreira, Igor Wilson de Souza e Márcio Greyk de Lima FerreiraTécnico de Som - Alex Antônio de AraújoProdutores Locais - A definirAssessoria de Imprensa - Luciana Gandelini de SousaRegistro Fotográfico e Videográfico - Victor Godoi RochaDesigner Gráfico - Juliana SantosGerenciador Mídias Sociais - A definirDiretor de Produção - Júnior Cecon CURRÍCULOS Márcio Greyk - Sua trajetória trilhou sua formação sobre o campo Artístico e Educacional, por acreditar ser ações transformadoras, por inspirar e conectar pessoas. É diretor e interprete criador do Grupo Zumb.boys. É pedagogo, assistente artístico e Arte Educador no Projeto Núcleo Luz desde de 2007. Atua como preparador corporal e provocador artístico em processos criativos de grupos e artistas independentes de dança e teatro. Idealizador e criador do "método de ensino Zumb.Boys", procedimentos que são compartilhados em cursos e workshops. Formou-se no Método de Reeducação do Movimento Ivaldo Bertazzo, paralelamente participou da Cia Teatro e Dança Ivaldo Bertazzo por 4 anos, logo após atuou na Cia Omstrab por 7 anos. Foi cofundador do grupo de pesquisas ritmos e danças Batakerê. E desde de 2003 se dedica a pesquisas e práticas das Danças Urbanas. Danilo Nonato - Artista, articulador social, intérprete criador do Grupo Zumb.boys e do grupo Gumboot Dance Brasil. Fez parte do ciclo de formação Projeto Núcleo Luz e Instituto Brincante. Estuda diferentes linguagens artísticas, pensando sempre em somar com a linguagem que tem propriedade, dança. Arte educador em instituições, ONGs e projetos sociais. David Xavinho (David Castro Serra) - Intérprete criador do Grupo Zumb.boys, realiza o trabalho de pesquisa intitulado Micro-danças, que são ideias que nascem da movimentação cotidiana, movimentos simples e singelos. Tocador de colheres, instrumento típico da cultura espanhola e dança flamenca. Fez parte do Ciclo de Formação Projeto Núcleo Luz no período de 2011 a 2015, no qual participou das montagens dos espetáculos Rito de Passagem e Heuroói. Eddie Guedes (Ednelson da Silva Guedes) - Intérprete criador do Grupo Zumb.boys. Iniciou sua carreira em dança no ano de 2013 pelo Projeto Núcleo Luz Fábricas de Cultura. Em 2014 deu continuidade em sua formação artística e cultural pelo Núcleo Luz Ciclo II. Integrou o elenco do Grupo Fragmento Urbano de 2013 a 2015. Fundador do Grupo Flying Low. Igor Souza - Intérprete criador do Grupo Zumb.boys desde 2016. Em 2005 através do breaking e capoeira iniciou sua pesquisa em dança. B.boy do Grupo Noroest Gang/Unity Warriors e dançarino responsável pelo projeto Break’Integração, SUSdance Perus, arte educador no CEU Perus desde 2010, professor breaking Sala Crisantempo desde 2019, articulador na Casa Hip-hop Perus e produtor do evento Quebrada Viva. Representante América Latina festival Battle of the year 2014 Braunschweig/ Alemanha 2014, Bi-campeão nos festivais BTF América Latina 2018/2019 e vice campeão no festival BTF Palais Cannes/França 2019, finalista festival Poder Latino Lima/Peru 2020. Guilherme Nobre - Iniciou sua trajetória na dança em 2007 com a prática independente de Breaking (técnica de Dança Urbana). Formou-se técnico em Dança pela ETEC de Artes. Compôs, até janeiro de 2015, a primeira turma do Ciclo de Formação do Projeto Núcleo Luz para atuar futuramente como artista do corpo e monitor em processo de aprendizado na área de dança. No ano de 2014 passou a integrar o Grupo Zumb.boys, dirigido por Márcio Greyk, onde circulou com o trabalho "Dança por Correio" e participou dos processos de criação dos espetáculos "Ladrão", "O que se Rouba" e "Mané Boneco". Em 2017 participou do Festival Internacional de Londrina (FILO) como dançarino convidado do GRUA – Gentlemen de Rua, dirigido por Jorge Garcia, Willy Helm e Osmar Zampieri com o trabalho "Corpos de Passagem". Em seguida, no ano de 2018 passa a integrar também o Núcleo de Pesquisas Mercearia de Ideias, com direção de Luiz Fernando Bongiovanni, onde participa do processo de criação e circulação do espetáculo "Singularidades". Júnior Cecon (Elenor Cecon Júnior) - Formado em Administração com especialização em Gestão Cultural, com mais de 20 anos no mercado cultural, atuando na gestão de instituições e projetos culturais, com experiência em: Elaboração e estruturação de projetos culturais e sociais; Planejamento, coordenação, acompanhamento e controle de todos os processos que envolvem uma organização cultural e de projetos culturais e sociais; Mecanismos de Financiamento à Cultura; Consultoria para projetos na área educacional, cultural e social; Articulação de projetos culturais integrados e integradores da comunidade educanda e educativa (discentes, docentes e funcionários). Atualmente desenvolve trabalhos como produtor para grupos teatrais e de dança em São Paulo, Mato Grosso, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia. É parecerista de projetos culturais para organizações governamentais. Ministra cursos e workshops de Elaboração e Gestão de Projetos Culturais. Foi Gestor Financeiro da Cooperativa Paulista de Dança de 2013 a 2017 e Gestor técnico do Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo. Atuou como tutor EAD do Programa de Capacitação em Gestão Cultural e Empreendimentos Criativos - MinC/SENAC-DF e do Programa de Capacitação de Gestores Culturais do Centro-Oeste MinC/UnB. Tem se dedicado à internacionalização das artes cênicas brasileiras, tendo participado de importantes intercâmbios internacionais: Micsul 2016 (Bogotá-Colômbia); Santiago a Mil 2015 (Santiago-Chile); 4º Kugoma (2013 - Maputo/Moçambique) e Platform 11+ (2010 - Lisboa/Portugal).
PROJETO ARQUIVADO.