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Realização de espetáculo infantil sobre o medo do escuro e do desconhecido, como elementos que dialogam com a pantomima e o teatro negro.
O espetáculo tem duração de 45 minutos e contará com 10 profissionais no elenco, dentre eles acrobatas, atores e bailarinos. A peça contará com trilha sonora original. A classificação indicativa é livre. Dois ensaios serão abertos para público de escolas públicas.
Objetivo geral: Realizar a temporada do espetáculo "De olho no escuro", para o público infantil, com realização em quatro cidades. A peça será uma nova adaptação do livro homônimo de Daniela Chindler, sob a ótica do desenvolvimento de competências socioemocionais na primeira infância. O espetáculo contará com acessibilidade visual e auditiva. Visamos: - realizar uma nova adaptação do livro para linguagem teatral, dialogando com os tempos atuais; Abordar o tema do medo, como estratégia para o desenvolvimento de competência socioemocionais na primeira infância. Objetivos específicos: - Produzir uma temporada do espetáculo em teatros dos municípios do Rio de Janeiro e Rio das Ostras, e também apresentações em Natal (RN) e Recife (PE), com um total de 14 apresentações; - Possibilitar o primeiro acesso de crianças, jovens, seus familiares e professores a um tipo de espetáculo multilinguagem, com recursos visuais que dialogam com o circo, a pantomima, a titeria e o teatro negro; - Realizar três oficinas em espaços da rede pública de ensino, bem como para professores de teatro e artistas, sob a perspectiva do estudo dramaturgico do teatro infantil; -
O projeto está de acordo com os anseios desta lei de incentivo, se enquadrando nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/9: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. De acordo com o Art.3º da Lei 8313/91, o referido projeto tem o intuito de alcançar as seguintes finalidades: II _ Fomento a produção cultural e artística mediante: c) Realização de exposições festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Sentir medo é um mecanismo natural de sobrevivência do ser humano. Em todas as fases da vida sentimos medo, mas é na infância que os pequenos descobrem e conhecem essa sensação. Por esse motivo, é importante que pais e iniciativas educativas abordem o tema do medo para apoiar a sua compreensão, facilitar a administração deste sentimento e superar traumas. "De Olho no Escuro" é um espetáculo infantil, para crianças da primeira infância, sobre o medo de escuro, apresentado de forma lúdica, para auxiliar no desenvolvimento das chamadas competências socioemocionais. A proposta visa, de maneira lúdica, ensinar às crianças e suas famílias a aprender a reconhecer e dominar seus temores, tão presentes sobretudo nesta nova fase do mundo que vivemos e viveremos em um cenário pós-quarentena. Com duração de 45 minutos, a peça é uma adaptação do livro infantil homônimo, de Daniela Chindler, autora premiada e contadora de histórias. Daniela pensou que a melhor forma de conversar com as crianças sobre o tema era transformar o escuro em um personagem e inverter a situação: E se o escuro estivesse sentisse também medo da gente ? No livro o escuro está sozinho, sem nenhum amigo, porque ele tem muito medo de sair para brincar. O que aconteceria se as crianças se vissem com o desejo de acolhê-lo e mostrar que ele está seguro? Em 1990, foi proposta uma montagem do livro pelo diretor Josué Soares. Usando a técnica da luz negra, formas animadas e um elenco de bailarinos e acrobatas, o espetáculo teve uma emocionante temporada no palco da Casa Laura Alvim (Rio de Janeiro). Agora, mais do que nunca, o medo, seja do escuro ou de um vírus invisível, é um tópico importante para ser trabalhado com crianças e adultos. Estamos seguros? Como vai ser o mundo lá fora depois que tudo isso passar? Nesta nova montagem, com roteiro, adereços, e elenco inéditos, abordaremos este tema tão necessário nos dias atuais: o medo do que se desconhece, do que não se controla e do que não se vê. Reconhecer o medo como um processo instintivo de preservação, que nos aguça os sentidos e acelera o peito, é algo que não devemos fugir; devemos olhar de perto, reconhecer, entender e dominar nossos temores, confiando sempre nos adultos e na nossa própria intuição. Ao acalentar o Escuro, este monstrinho simpático, nosso pequeno público estará, não apenas se divertindo, mas também desenvolvendo características essenciais para o convívio em sociedade e sendo apresentado, provavelmente pela primeira vez, a um mundo de luzes, sons, cores e arte. Um evento desta importância, realizado sem o suporte de incentivo fiscal resultaria em um empreendimento de alto risco, com preços de ingressos elevados, restringindo o acesso apenas a uma camada da população. Com a inscrição da presente temporada no presente mecanismo de incentivo, buscamos dar continuidade a nossa meta de aumentar a oferta de produções teatrais no país para que, desde cedo, as futuras plateias sintam-se impelidas a conhecer, pesquisar, assistir e se interessar pelas artes cênicas.
não se aplica
Serão realizadas 14 apresentações, em quatro cidades brasileiras. Dois ensaios serão abertos ao público de escolas públicas. Também será disponibilizado na internet uma filmagem da apresentação, além das faixas da trilha sonora inédita do espetáculo.
Em atendimento ao Art. 18 da IN nº 02/2019, o projeto prevê as seguintes acessibilidades: Acessibilidade auditiva: O projeto terá, em cada cidade, uma apresentação com tradutora em Libras, que acreditamos ser essencial para o processo de inclusão de crianças surdas no mercado cultural em nosso país. Acessibilidade visual: Também buscaremos disponibilizar transcrição audiovisual para portadores de necessidades visuais. Acessibilidade física/motora: Os teatros escolhidos para as apresentações contarão com rampas de acesso, elevador e demais necessidades e exigências para o pleno acesso de cadeirantes e portadores de mobilidade limitada, além de idosos.
Em atendimento ao art. 21 da IN 02/2019, o projeto prevê a seguinte ampliação de acesso: Contaremos com uma temporada com ingressos populares; Realizaremos 2 ensaios abertos para escolas públicas; Também será disponibilizado na internet uma filmagem da apresentação, além das faixas da trilha sonora inédita do espetáculo.
Daniela Chindler - Roteirista Há mais de 25 anos desenvolve propostas na área de educação não-formal. Elaborou a visita teatralizada da ABL que ficou 15 anos em cartaz e durante 12 anos coordenou o programa educativo do CCBB Rio. Foi curadora de diversas Bienais do Livro. É escritora de livros infantis premiados, como Bibliotecas do Mundo (2012), Melhor Livro Informativo Brasileiro do Ano para crianças e jovens, pela FNLIJ. Josué Soares – Direção Artística Com 30 anos de teatro, o baiano Josué Soares é ator, encenador, bailarino, produtor e mímico. Foi indicado ao Prêmio Mambembe 1987, pela direção corporal de Terra de gigante. Em 1991, dirigiu De Olho no escuro, que recebeu três indicações ao Prêmio Coca-Cola de Teatro Infantil e ao Prêmio Mambembe. Recebeu o Prêmio Paschoalino de Direção e de Melhor Espetáculo, por Monet, em 1999, e novamente, em 2008, também nas categorias Direção, Melhor Espetáculo, e ainda na de Melhor Trabalho Corporal. Pela direção corporal de Que História espera seu fim lá embaixo, do grupo Quantum, recebeu o Prêmio do Festival Nacional de Campos e a indicação, na mesma categoria, no Festival Nacional de Resende (2007). Começou a carreira em grupos teatrais, que percorreram várias cidades do interior da Bahia. Estreou no teatro profissional aos 17 anos. Adquiriu experiência em diversos gêneros de dança. Em 1987, criou a Companhia de Teatro Gestual Os Mimos, que estreou em 1989. Como diretor, realizou diversas montagens de teatro, show musical, ópera, dança; e eventos. Além de Monet, concebeu e dirigiu Picasso, espetáculos feitos em parceria com a Companhia Triângulo, apresentados simultaneamente às mostras desses pintores no Brasil. Criou, em 2001, e dirigiu Por Gentileza, integrado ao projeto Brasil, tempo de Gentileza. Na antiga TVE, integrou o programa Canta conto. Recentemente, fez a direção corporal de A Incelença, de Luiz Marinho; e de Realidade virtual, de Alan Arkin (EUA); criou, dirigiu e atuou em Muito Prazer; e atuou em Roda de Cantigas, de Zé Zuca. Guilherme Miranda – Direção Musical Formado ator pela CAL, trabalhou com importantes companhias e diretores do teatro brasileiro em seus 22 anos de carreira: João Falcão, Gabriel Villela, Enrique Diaz, Paulo Betti, André Paes Leme e Karen Acioly são alguns deles. Adaptou para libreto de ópera o conto “O Pescador e sua Alma”, musicado por Marcos Lucas. Desde 2008, trabalha em intervenções artísticas como palhaço em hospitais públicos. Foi membro da Cia. Teatro Portátil por sete anos, aonde também assinava a direção musical, arranjos e trilha original dos espetáculos criados. Por "Bonitinha, mas Ordinária", foi indicado ao prêmio Questão de Crítica na categoria "melhor ator". Atuou no espetáculo "Cabeça - um documentário cênico", de Felipe Vidal, indicado aos prêmios CESGRANRIO, SHELL e APTR nas categorias: autor e música e ganhou o prêmio SHELL 2017 como "melhor música". Co-Dirigiu e fez a direção musical do espetáculo “O Rei da Glória” em parceria com Anderson Cunha. Fez a direção artística e musical dos espetáculos "Quando Toca o Coração" e "Desconcerto". Fez a direção dos seguintes espetáculos: "Bibliotecas do Mundo", “Ziraldo – Histórias ao Vento”, “Brincantes do Brasil” e "Bibliotecas do Brasil". Karlla de Luca – Cenógrafa e Aderecista Cenógrafa e figurinista formada pela UFRJ, com trabalhos no cinema, publicidade, televisão e teatro. Cenógrafa da artesanal Cia de Teatro desde 2001. Ganhadora do Prêmio Zilka Sallaberry de melhor figurino com a peça: A Lenda do Príncipe que Tinha Rosto" (trabalho em parceria com Fernanda Sabino e Henrique Gonçalves) e de melhor cenário com a peça “O Homem que Amava Caixas” (em 2018 foi para China). Últimos trabalhos realizados mais relevantes. “O Pastor (cenário é figurino – adulto);”O Gigante Egoísta”(cenário-infantil);“Por Que Nem Todos os Dias São de Sol?”(cenário- infantil);“ Chica da Silva – O Musical"( cenário é figurino – adulto);“O Porteiro ( cenário e figurino); “Carona Sim, é Daí?”(cenário e figurino – adulto);“Quando As Pessoas Andam em Círculos “ ( cenário- jovem);“O Lago dos Cisnes (cenário e figurino – infantil); “Tatá – O Travesseiro ( cenário – infantil); “O Príncipe Poeira e a Flor da Cor do Coração” ( cenário e figurino – infantil); “O Substituto “ (cenário é figurino – adulto); “Cícero- A Anarquia de um Corpo Santos” (cenário e figurino). Flavia Rocha – Figurino É Bacharel em Português Literaturas pela Faculdade de Letras da UFRJ, produtora cultural desde 2001 e contadora de histórias desde 2003. O foco do seu trabalho sempre foi desenvolver projetos educativos, selecionando e coordenando equipes para atendimento em Museus e Centros Culturais como como Museu Light da Energia, Museu do Meio Ambiente e IPHAN-RJ, além de realizar capacitação dos educadores para a contação de histórias. Redatora e pesquisadora, participou das publicações “Onde moram os livros? – Bibliotecas do Brasil” e “Brincantes do Brasil – Ô abre a roda”, já elaborou diversos roteiros para espetáculos de histórias para crianças e adultos como nas edições em que participou da Bienal do Livro no RJ, também redigiu cadernos de atividades para professores como no projeto Percurso Livre da Fundação Roberto Marinho. Cordenação do Projeto: Sapoti Projetos Culturais A Sapoti é uma produtora de conteúdo na área da educação não-formal. Espetáculos, livros, exposições, ações educativas, vídeo em Libras e aplicativos acessíveis são alguns dos meios que a Sapoti escolhe para contar histórias.A partir das Leis de Incentivo à Cultura na esfera Federal e Municipal, a empresa tem elaborado, concebido e produzido projetos culturais. Operamos tanto no eixo das grandes capitais, quanto no interior, para democratizar a cultura no Brasil.A empresa atuou em espaços como Centro Cultural Banco do Brasil; Museu Judaico de São Paulo; unidades do SESC São Paulo; Museu do Amanhã; Centro Cultural FIESP; Museu da Língua Portuguesa, entre outros. Coordenou as ações dos programas educativos do Centro Cultural Banco do Brasil nas quatro capitais (RJ, SP, BH e DF); do Museu Light de Energia (RJ; e do Museu do Meio Ambiente no Jardim Botânico (Rio de Janeiro). Coordenação Geral: Stretto Eventos e Serviços Artísticos Demais profissionais de elenco, equipe de produção e equipe criativa serão designados na fase da pré-produção à partir de audições, análise de currículos e entrevistas, visando profissionais qualificados e que se identifiquem com o projeto.
PROJETO ARQUIVADO.