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PRONAC 202363Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Circulação - Vida de Cão, Coração de Herói

COOPERATIVA PAULISTA DE TRABALHO DOS PROFISSIONAIS DE DANCA
Solicitado
R$ 262,5 mil
Aprovado
R$ 262,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-12-01
Término
2021-05-31
Locais de realização (5)
Manaus AmazonasBelo Horizonte Minas GeraisMariana Minas GeraisSantarém ParáSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto propõe apresentações gratuitas do espetáculo 'Vida de Cão, Coração de Herói' da Cia. Mundu Rodá por cidades das regiões Sudeste e Norte, tendo como público prioritário crianças de até 6 anos. Será realizada também mediação artística-pedagógica denominada "Formação do Olhar: o perigo de perder nossos rios", precedendo as apresentações, além de uma oficina "Qual a sua sonora? - Sensibilização musical para crianças" como contrapartida social.

Sinopse

Sinopse do espetáculo 'Vida de Cão, Coração de Herói' Pense num cachorro manso, brincalhão, que adorava sua dona e que vivia num vilarejo bonito e tranquilo. Pensou?!?! Agora, pense, também, numa onda gigante, mas gigante mesmo, de lama tóxica inundando todo esse povoado e deixando o bichinho sozinho. Deu ruim, né? É assim que começa a estória de Vida de Cão – Coração de Herói. Sem sinais de resgate, o esperto vira-lata decide, então, embarcar numa poltrona toda destruída e navegar pelo Rio Doce em busca da sua família da espécie “gente”: uma viagem pelo leito contaminado repleta de surpresas, emoção e aprendizagem. Até onde vai essa aventura enlameada?

Objetivos

GERAL Contribuir para a educação ambiental de uma jovem plateia, através de apresentações do espetáculo ‘Vida de Cão, Coração de Herói’. ESPECÍFICOS - Proporcionar ao público infantil uma obra que permite reflexões e expõe questões sobre o meio ambiente, sobre as condições dos rios do Brasil, sobre as catástrofes e crimes ambientais, através de uma linguagem teatral híbrida, poética e diferenciada, através da circulação do espetáculo 'Vida de Cão, Coração de Herói' pelas cidades de Manaus/AM, Alter do Chão/PA, Santarém/PA, Belo Horizonte/MG e Mariana/MG, realizando ao todo 17 apresentações gratuitas; - Possibilitar o compartilhamento de saberes por meio da realização de oficina "Qual a sua sonora? - Sensibilização musical para crianças", sendo duas por cidade, totalizando 10 oficinas; - Contribuir para a educação ambiental com foco no público infantil, através de ludicidade e reflexões sobre problemas ambientais que enfrentamos atualmente no Brasil e a importância da preservação e respeito pela vida, por meio de mediação artística-pedagógica, sendo 02 por cidade; - Garantir a democratização cultural com a gratuidade das atividades propostas, investindo na criação de plateia para arte infantil, por meio das 17 apresentações gratuitas do espetáculo;

Justificativa

O tema da maior catástrofe ambiental ocorrida no país pode parecer esmagador e complicado, cheio de cenários sombrios e sem esperança. 'Vida de Cão, Coração de Herói' usa o desempenho cênico-musical e a poesia para relacionar a discussão ambiental, tornando-a acessível e imediata para o público infantil e de todas as idades. Nes espetáculo, a Cia. Mundu Rodá lança seu corpo investigativo no universo infantil, apoiada em uma reflexão sobre o meio ambiente através de uma saga épica narrada por um cãozinho sobrevivente em busca de sua família da espécie "gente". Ao invés de usar os seres humanos ou as vítimas do desastre como interlocutores, o espetáculo oferece um novo papel para esta saga: um herói em potencial. Nosso cão nos desafia de forma lúdica e poética para não ficarmos tristes, mas em vez disso usar nosso cérebro e nossa imaginação para preparar, inovar e se adaptar, para criar um novo lar livre dos desastres ambientais para todos que habitam o planeta Terra. Nossa história é baseada num dos maiores desastres ambientais ocorridos no mundo. Em 05 novembro de 2015, no município de Mariana, ocorreu o rompimento de uma das barragens da mineradora Samarco. O rompimento da barragem provocou uma avalanche de rejeitos de minérios de ferro que devastou a comunidade rural de Bento Rodrigues. Em seguida essa lama tóxica avançou em direção ao Rio Doce, soterrando plantas, animais e toda vida aquática por onde passava, até chegar na foz do rio, onde a lama invadiu o mar na cidade de Regência, no Espírito Santo. O espetáculo propõe o diálogo entre o universo fantástico dos personagens que figuram pela extensão do Rio Doce e nosso cão-herói, que ao longo do seu trajeto reflete sobre as ações do ser humano da espécie "gente" no meio ambiente, e as consequências destas ações na vida daqueles que dependem do rio para sobreviver. Em um mundo cada vez mais extremo, com graves alterações climáticas e desastres ambientais causados pela inconseqüência e ambição do homem, o que podemos fazer? Como podemos nos preparar? Por onde começamos? Além de contribuir para a educação ambiental de uma jovem plateia, o espetáculo proporciona através de ludicidade e poesia reflexões sobre problemas ambientais que enfrentamos atualmente no Brasil e a importância da preservação e respeito pela vida. O espetáculo apresenta uma realidade bastante dura, mas que é superada com coragem, esperança e empatia do nosso cão-herói. Acreditamos na potência da obra e da atividade mediada "Formação do Olhar: o perigo de perder nossos rios" contribuindo para a formação de indivíduos cientes dos problemas ambientais que o cercam, e que busquem a conservação e preservação dos recursos naturais, e a sustentabilidade. Assim, a circulação do espetáculo difundirá, junto ao público, a poética da Cia Mundu Rodá que ao longo dos anos, vem tomando as tradições brasileiras não como "depósito de formas fixas" a serem simplesmente reproduzidas, mas sim como fontes criativas cujos ritmos, corporeidades e imagens vivas têm capacidade de dialogar com os aspectos mais fundamentais que nos constituem. Desta forma, com estéticas próprias, a obra contribui para constituir um elo entre a criação contemporânea da Mundu Rodá e o público infantil dos estados de Minas Gerais, Amazonas e Pará. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Por tudo isso justificativa a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para realização do projeto, apresentando onde o projeto se enquadra nas políticas públicas de cultura no âmbito Federal, especialmente o Art. 1º da Lei 8313/91 e Art. 3° da referida norma.

Estratégia de execução

Demais Currículos da equipe do projeto Mariana Pardo - Formada em jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo atua em diversas vertentes na área de comunicação, como redação publicitária, criação de projetos e propostas comerciais, eventos, planejamento estratégico, marketing e produção. Cursou também a Escola Livre de Cinema e Vídeo e a DRC (edição). Como freelancer realizei trabalhos em eventos, cinema, TV e internet. Trabalha para a Cia. Mundu Rodá desde 2012 produzindo diversos eventos, projetos artísticos e espetáculos. Desenvolveu também trabalhos para diversas agências, tanto nacionais como estrangeiras, na produção de programas para televisão (GNT- Brasil e MBC - canal do Egito), documentários internacionais (Emirates Skills, vídeo para o governo de Dubai, Dell computadores - Norte Americana e Schuler- Alemanha) e comerciais para televisão (Heineken e KLM , ambos para empresas holandesas). Inglês fluente (Malvern School- Londres) e espanhol no nível intermediário. Eduardo Albergaria - Eduardo Albergaria é graduado pela Escola de Comunicação e Artes das Universidade de São Paulo (ECA/USP). Foi ator convidado do espetáculo “Parada de Rua” (2007/2008), do Grupo Lume Teatro, onde fez Residência Artística durante cinco anos. Atua como iluminador, técnico de luz e operador não só com teatro, mas também dança, música e ópera, desde 2000.Integrou o Núcleo Fuga!. Ganhador do Prêmio Myriam Muniz/Funarte 2007 com o espetáculo homônimo, dirigido pelo argentino Norberto Presta e orientado por Renato Ferracini (Lume Teatro) e Jussara Miller. Em 2010, passa a integrar o elenco do espetáculo "Gran Circo Máximo", do Grupo Matula Teatro. A montagem foi contemplada com o Prêmio Myriam Muniz/ Funarte 2007 e circulou pelo estado do Paraná através do Prêmio Funarte Artes Cênicas na Rua (2010). Colaborador da Cia. Mundu Rodá desde 2007. Vencedor do Prêmio Nascente, Jovens Talentos – USP (2004) com o espetáculo: "Vazantes...", com direção de Rosana Baptistella. Foi coordenador técnico do grupo Lume Teatro (2005 - 2009). É coordenador técnico do "Feverestival" (Campinas-SP) desde 2006, e em 2016 participou do Festival MIRADA em Santos. Participa de diversos festivais no Brasil e no exterior (Equador, Escócia, Coréia do Sul e Polônia). Trabalhou com Tadashi Endo (Japão), Norberto Presta (Itália) entre outros. Ministra cursos de iluminação e interpretação. Deise Abreu Pachedo - Graduada em Direção Teatral (1993) e Mestre em Artes (2008) pelo Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Arte-ECA da Universidade de São Paulo-USP. É doutoranda em Pedagogia do Teatro [Teatro Educação] pela mesma instituição, com tese que investiga a noção de estética existencial, por meio de pesquisa na obra de Søren Kierkegaard [Bolsa de Pesquisa de Doutorado 2014-2017, concedida pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP]. Pesquisadora visitante do Søren Kierkegaard Forskningscenteret – SKC [Søren Kierkegaard Research Centre], em Copenhague/Dinamarca na Universidade de Copenhague, de agosto a dezembro de 2015, com Bolsa Estágio Pesquisa no Exterior – BEPE, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP. Dedica-se a aliar a prática teatral a estudos literários e filosóficos, desenvolvendo abordagens artísticas diversificadas com enfoque no âmbito sensível e imaginário da experiência estética. Atuou na Coordenação de Equipe do Projeto Teatro Vocacional da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo [2008]; Coordenadora de equipe de Artistas Orientadores do Núcleo Vocacional de Teatro da SMC, que atuavam em sete equipamentos públicos na zona leste de São Paulo, entre Centros de Educação Unificados- CEUs e Casas de Cultura; Coordenação pedagógico-artística do Projeto Teatro Vocacional da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo [2003-2004], sendo responsável pela atuação do projeto em dez pontos de equipamento municipal: CEU Jambeiro, CEU Aricanduva, CEU Inácio Monteiro, CEU Pêra-Marmelo, Casa de Cultura de Santo Amaro, Biblioteca Benedito Bastos Barreto e Biblioteca Alceu Amoroso Lima.

Especificação técnica

Mediação Artístico-Pedagógica “Formação de Olhar: Rios em Perigo” A poluição dos recursos hídricos prejudica o abastecimento humano, a produção de alimentos, a pesca, o lazer, a vida marinha e vida de quem depende do rio. Entre os vilões que contaminam as águas estão: o esgoto doméstico, o desmatamento, as grandes usinas, mineradoras e o uso de agrotóxicos. Portanto compreendemos o quanto é necessário abordar o tema do espetáculo para o público infantil e juvenil, e trazer a tona questões sobre educação ambiental. Acreditamos na potência da obra e da atividade mediada “Formação de Olhar: Rios em Perigo”, onde normalmente no Brasil água e poluição estão presentes no dia a dia das crianças. Desta forma, antes e após cada apresentação, através de atividades lúdicas e da mediação artística-pedagógica de Dedé Pacheco, podemos contribuir para a formação de indivíduos cientes dos problemas ambientais que o cercam, e que busquem a conservação e preservação dos recursos naturais, e a sustentabilidade. O processo de mediação artístico-pedagógica será realizada de forma gratuita aos participantes, em duas apresentações por cidade, para um total de 300 pessoas. Oficina “Qual a sua sonora? - Sensibilização musical para crianças" (CONTRAPARTIDA SOCIAL) A oficina propõe uma primeira visita ao universo musical presente nas tradições populares brasileiras, por meio do trabalho sobre os ritmos, cantos, poesias, jogos e brincadeiras dos Cocos, Cirandas, Congadas e Cavalos Marinhos, além da sensibilização musical através de prática de percussão corporal e instrumentos tradicionais de percussão como bage (reco-reco) e ganzá, construídos com materiais recicláveis (garrafas PET). Propomos de forma lúdica estimular o desenvolvimento da coordenação motora, da percepção do corpo e do espaço em relação ao outro. Estimula-se também a socialização e a ampliação da capacidade criativa a partir de atividades lúdicas grupais. Serão realizadas duas oficinas gratuitas de 2 horas cada por cidade, para um público total de 60 crianças de instituições públicas de ensino.

Acessibilidade

ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS - APRESENTAÇÕES Acessibilidade Física - Serão realizadas em teatros e/ou espaços adequados para tal. De toda maneira, a produção do projeto estará atenta em assegurar os itens de acessibilidade física destes espaços, em especial ao acesso facilitado a cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade para Deficientes Auditivos - Em duas apresentações por cidade, haverá Interpretação em Libras; Acessibilidade para Deficientes Visuais - Em uma apresentação por cidade, executaremos atividade denominada 'Visita tátil sensitiva' antes do início do espetáculo, a ser executado pelos próprios atores do espetáculo, não gerando custos para o projeto. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física - O local de realização das atividades serão adequados/adaptados. A produção do projeto estará atenta em assegurar os itens de acessibilidade física destes espaços, em especial ao acesso facilitado a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; Acessibilidade para Deficientes Auditivos - Haverá Interpretação em Libras; Acessibilidade para Deficientes Visuais - Executaremos atividade denominada 'Visita tátil sensitiva' durante a oficina por membros da equipe do projeto não gerando custos para o mesmo.

Democratização do acesso

Todas as atidades previstas no projeto serão ofertadas gratuitamente e, em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 1/2019 do Ministério do Turismo, adotaremos: Produto - Espetáculo de Artes CênicasIV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Produto - Contrapartida SocialIV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

A proponente exercerá a função de Administração/Gestão do Projeto, sendo responsável pela total gestão administrativa e financeira do mesmo. Devido a proponente ser a Cooperativa Paulista de Dança, sua remuneração se dará pelo recebimento dos encargos operacionais na ordem de 6,5% do valor do projeto, valor incluído dentro do item de 'Despesas Administrativas'. Ficha TécnicaAdministração/Gestão: Cooperativa Paulista de DançaCoordenação Artística: Alício AmaralDireção: Juliana PardoDramaturgia: Alessandro TollerAtuação: Alício Amaral, Juliana Pardo e Amanda MartinsTécnico de Som e Luz: Eduardo AlbergariaContraregragem: Mariana PardoMediação Artístico-Pedagógica: Deise Abreu PachecoOficineiros: Alício Amaral, Juliana Pardo e Amanda MartinsDiretor de Produção: Júnior CeconProdutores Locais: a definirIntérprete de Libras: a definirAssessoria de Imprensa: a definir CURRÍCULOSAlício Amaral - Ator-dançarino-músico e fundador da Cia. Mundu Rodá, coordenador e diretor do Núcleo Manjarra e do Grupo Azougue - Laboratório de Experimentação Cênica. Formação musical (1996/1999) na Universidade Livre de Música (ULM-SP), onde estudou viola erudita com Henrrique Müller e integrou a Orquestra Sinfônica Juvenil do Estado de São Paulo (OSJESP) sob regência do Maestro João Maurício Galindo. Integrou a equipe de professores no Teatro Escola Brincante de Antônio Nóbrega e Rosane Almeida, em São Paulo (2005/2012), ministrando cursos de Dança-Teatro, Rabeca e Preparação do Ator. Estudo do trabalho do ator com Carlos Simione, Raquel Scotti, Jesser de Souza e Naomi Silman, atores pesquisadores do LUME (Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais da UNICAMP – Campinas), Norberto Presta e Sabine Uitz (Grupo Via. Rossi de Teatro Contemporâneo, Itália); Biomecânica Teatral com Gennadi Nikolaevic Bogdanov (Centro de Biomecânica Teatral - Itália). Estudo de Técnicas de Dança Clássica e Contemporânea com Beth Bastos, Neide Neves, Jussara Miller e Marinês Calori. Desde 2008 estudos e intercâmbio de pesquisa teatral com Eugênio Barba e com os atores do Odin Teatret (Holstebro-Dinamarca). Intercâmbio e pesquisa teatral com o grupo Farm in the Cave e seu diretor Viliam Docolomanky (Praga-República Tcheca). Técnica de Butoh com Tadashi Endo (Diretor do Butoh center Mamu e do Butoh Festival Mamu em Gottingen, Alemanha). Clown com a mestra canadense Sue Morrisom, Luis Carlos Vasconcelos e Cida Almeida. Cantos rituais de tradição na prática do performer com Maud Robart e Thibaut Garcon (França). Ministra o Curso de Extensão “O Trabalho do Ator/ Bailarino a partir das Danças Tradicionais Brasileiras"no Instituto de Artes da UNESP-SP. Juliana Pardo - Atriz - pesquisadora - dançarina e fundadora da Cia. Mundu Rodá, coordenadora e diretora do Núcleo Manjarra e Grupo Azougue - Laboratório de Experimentação Cênica. Formação em dança (1995) com Rainer Vianna, Marinês Calori e Regina Bellini, na Escola Klauss Vianna, em São Paulo. Artes Cênicas na ELT (Esc. Livre de Teatro/ coorden. Maria Thaís), onde estudou com Jean Pierre Kalestrianos, Antônio Araújo, entre outros. Mascára Neutra e Máscaras da Commédia Dell’Arte com Tiche Vianna e Maria Thaís. Estudo do trabalho de ator com Ricardo Pucceti, Carlos Simione, Raquel Scotti, Jesser de Souza e Renato Ferraccini, atores pesquisadores do LUME (Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais da UNICAMP – Campinas), Norberto Presta e Sabine Uitz (Grupo Via. Rossi de Teatro Contemporâneo, Itália); Biomecânica Teatral com Gennadi Nikolaevic Bogdanov (Centro de Biomecânica Teatral - Itália). Desde 2008 estudos e intercâmbio de pesquisa teatral com Eugênio Barba e com os atores do Odin Teatret (Holstebro-Dinamarca). Intercâmbio e pesquisa teatral com o grupo Farm in the Cave e seu diretor Viliam Docolomanky (Praga-República Tcheca). Formada no processo didático e criativo da Técnica Klauss Vianna, por Jussara Miller em Barão Geraldo (Campinas). Estudo de Técnicas de Dança Clássica e Contemporânea com Beth Bastos, Angel Vianna, Adriana Grechi, Tica Lemos, entre outros. Técnica de Butoh com Tadashi Endo (Diretor do Butoh center Mamu e do Butoh Festival Mamu em Gottingen, Alemanha). Clown com a mestra canadense Sue Morrisom, Luis Carlos Vasconcelos e Cristiane Paoli Quito. Cantos rituais de tradição na prática do performer com Maud Robart e Thibaut Garcon (França). Integrou a equipe de professores no Teatro Escola Brincante de Antônio Nóbrega e Rosane Almeida, em São Paulo (2005/2012), ministrando cursos de Dança-Teatro e Preparação do Ator. Ministra o Curso de Extensão “O Trabalho do Ator/ Bailarino a partir das Danças Tradicionais Brasileiras"no Instituto de Artes da UNESP-SP. Amanda Martins - Licenciada em Música pelo Centro Universitário Sant’Anna/SP (2014), também cursou um ano do Bacharelado em Musicoterapia na Faculdade Paulista de Arte, em 2009, participando do XIII Simpósio de Musicoterapia realizado no Paraná, no mesmo ano. Estudou violão e teoria musical na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, de 2006 a 2008; percussão corporal com Charles Raszl e Maurício Maas, em 2008, nas Oficinas Culturais da Câmara de Cultura Antonino Assumpção (PMSBC). Na mesma instituição e programa cursou A Voz da Canção Brasileira e O Corpo e a Voz da Canção, ministradas por Paula Carrara e Julius Gonçalves, de 2007 a 2008. Em 2014 participou, a convite da Prefeitura de Santo André/SP, dos workshops Música e Movimento; Boomwhackers e Objetos Sonoros, além de Música Colaborativa, ministrados por Uirá Kuhlmann. Arte educadora há 17 anos. Como professora do ensino regular, leciona arte para crianças na educação básica de São Bernardo do Campo/SP (2015-) e música no Colégio Marista Glória, no bairro do Cambuci/São Paulo (2018-), para turmas do ensino fundamental nas duas instituições. Desde 2011 integra: o grupo Batucantante, onde toca cordas, percussão, canta e arranja; o grupo Manjarra, um dos núcleos da Cia. Mundu Rodá que objetiva a criação de uma identidade artística própria, referenciada na cultura popular brasileira tradicional, especialmente sobre os elementos constitutivos de manifestações culturais como Cavalo-Marinho (PE). É integrante do Bloco e da Banda Ilú Obá De Min, desde 2016, sob a regência de Beth Beli e Mazé Cintra, grupo composto exclusivamente por mulheres ritmistas com o objetivo de preservar e divulgar a cultura negra no Brasil, com protagonismo feminino. Júnior Cecon - Formado em Administração com especialização em Gestão Cultural, com mais de 20 anos no mercado cultural, atuando na gestão de instituições e projetos culturais, com experiência em: Elaboração e estruturação de projetos culturais e sociais; Planejamento, coordenação, acompanhamento e controle de todos os processos que envolvem uma organização cultural e de projetos culturais e sociais; Mecanismos de Financiamento à Cultura; Consultoria para projetos na área educacional, cultural e social; Articulação de projetos culturais integrados e integradores da comunidade educanda e educativa (discentes, docentes e funcionários). Atualmente desenvolve trabalhos como produtor para grupos teatrais e de dança em São Paulo, Mato Grosso, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia. É parecerista de projetos culturais para organizações governamentais. Ministra cursos e workshops de Elaboração e Gestão de Projetos Culturais. Foi Gestor Financeiro da Cooperativa Paulista de Dança de 2013 a 2017 e Gestor técnico do Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo. Atuou como tutor EAD do Programa de Capacitação em Gestão Cultural e Empreendimentos Criativos - MinC/SENAC-DF e do Programa de Capacitação de Gestores Culturais do Centro-Oeste MinC/UnB. Tem se dedicado à internacionalização das artes cênicas brasileiras, tendo participado de importantes intercâmbios internacionais: Micsul 2016 (Bogotá-Colômbia); Santiago a Mil 2015 (Santiago-Chile); 4º Kugoma (2013 - Maputo/Moçambique) e Platform 11+ (2010 - Lisboa/Portugal). Em 'Outras Informações' constam demais curriculos da equipe.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.