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Neste projeto deseja-se a estreia e temporada na cidade de São Paulo do espetáculo inédito "Imunjeira", do Grupo Pano.
Uma família, que não sabe onde e muito menos em que tempo está, aguarda o jantar ficar pronto. O marasmo, a imobilidade e o aprisionamento naquela sala de jantar, expõem de maneira clownesca e patética a "não-relação" dos personagens. O desespero com o mau-cheiro de um cachorro inexistente, a admiração pela vida do vizinho, uma porta desajustada e um natal fora de época potencializam o cômico absurdo do vazio daquele ambiente que se encontra entre a imundice e a sujeira.
Objetivo geral: estreia e temporada com 20 apresentações do espetáculo "Imunjeira" do Grupo Pano. Objetivos específicos do projeto: - Fomento à produção cultural e artística (Lei de Incentivo a Cultura - art 3º inciso IIe), mediante estreia e temporada, totalizando 20 apresentações do espetáculo teatral inédito "Imunjeira". - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais (Lei de Incentivo a Cultura - art 3º inciso IVa), mediante distribuição gratuita e pública de ingressos, 20% da bilheteria total, do espetáculo "Imunjeira", contribuindo também no desenvolvimento de projetos de formação de público. - Possibilitar o livre acesso de pessoas com deficiências auditivas e visuais, ao contratar, para uma sessão do espetáculo serviços de Áudio Descrição e Tradução em Libras. Objetivos específicos das contrapartidas sociais: Visando fomentar o pensamento crítico e proporcionar mais experiências diversas ao público, realizaremos a seguinte atividade: - Realização de Oficina de teatro. - Para aprofundar os temas tratados pela peça e gerar questionamentos, realizaremos 03 debates após o espetáculo com convidados. - Impressão e distribuição gratuita de 200 exemplares da dramaturgia de "Imunjeira" para escolas e bibliotecas municipais de cultura. - Aluguel de 4 ônibus para buscar ongs das quatro zonas de São Paulo e levá-las gratuitamente ao espetáculo.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Atingindo os objetivos do Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculo de artes cênicas V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Retificamos a importância do incentivo federal e da captação de recursos para a realização do projeto com a estrutura idealizada.
A DRAMATURGIA A construção é a partir da destruição Há por todos os cantos pessoas que acreditam que a destruição é o caminho, é o jeito mais curto, ou mais eficaz da construção do que quer que seja, do micro ao macro. É a mesma ideia do avanço tecnológico e científico que culminou, por exemplo, na criação da bomba atômica: O avanço para destruir. Eu destruo o outro: suas ideias, seu modo de agir, seus gostos, suas ações para poder construir a minha verdade. Eu existo quando me destruo. A peça - num paralelo com a bomba atômica - não se trata sobre o desenvolvimento da mesma, nem do momento de sua criação, muito menos da tensão antes de lançá-la. Não. A peça trata, talvez, do exato segundo logo após a explosão da bomba atômica, onde já não há mais ações, o que lamentar, o que defender e o que gritar. "Nada a fazer" - como já anunciou Beckett. As relações que sobram a partir dessa destruição são tenebrosas e atuais. Relações de não-escuta, agressões, apatia, histeria e inação são alguns dos pilares do realismo contemporâneo - que apesar de severo, tende ao riso histérico sobre a sina dos personagens de IMUNJEIRA. Que tipo de ação é essa de não agir? Por que o diálogo da histeria com o silêncio tem tanto a nos dizer? Que tipo de situação absurda e clownesca vive a família de IMUNJEIRA que escancara a nossa realidade de forma trágica e cômica? A PEÇA O espetáculo com dramaturgia original do Grupo Pano, assinada por Ian Noppeney, aborda uma tentativa de jantar de uma família disfuncional. As figuras que conduzem essa ação paradoxal refletem - apesar de sua forma sarcástica e cômica - a atual intolerância, histeria, falta de escuta e afeto na qual a sociedade está inserida. Uma família que pensa estar trancada na cozinha esperando o jantar ficar pronto desencadeia discussões sobre a violência de ser/estar no mundo atual: Que tipo de violência é essa que se apresenta como um sentimento "bom"? Que tipo de violência é essa que, apesar de não percebemos, ainda nos influencia? Onde essa família de IMUNJEIRA se encaixa no atual contexto político do país? Os pilares estruturantes da encenação e da dramaturgia como uma incoerente "dinâmica de ação estagnada", relações ineficazes, comunicação truncada e ações cíclicas; não afasta o público da obra, pelo contrário, o absurdo se mostra cada vez mais como um novo realismo capaz de reverberar de forma mais pertinente a discussão sobre a contemporaneidade. CENÁRIO Reforçando a ideia do ambiente absurdo e cômico ao mesmo tempo, todos os elementos do cenário são absolutamente não-funcionais. O ambiente mistura essa decadência de um lugar sujo, à beira da imundice com o universo clownesco é cômico. A mesa da sala de jantar é vazada, fazendo com que nada possa ser apoiado nela. Há em volta da mesa uma base giratória. Por vezes os personagens têm autonomia para girar essa base-picadeiro, noutras o público fica responsável por essa função. A mesa gira, pois cria-se no ambiente uma sensação de falso movimento, pois os personagens estão se movendo sempre para o mesmo ponto. Andando sempre em círculo. A porta funciona normalmente, mas os personagens acreditam que ela esteja emperrada e que a maçaneta esteja com algum problema, criando assim uma falsa sensação de aprisionamento daqueles que vivem naquele ambiente. A geladeira perde completamente sua função de armazenar comida, uma vez que ela é vazada e vazia. As únicas coisas que saem de dentro da geladeira são os músicos do espetáculo. Há também um lustre que ao longo da peça vai lentamente caindo até o chão. Ele é velho, enferrujado, mas há algo nele (muito pequeno) que ainda brilha. Não é um brilho de esperança, ou algo similar, mas sim como uma moeda antiga no meio do lixão, ela brilha por ser de prata, mas já não tem mais valor. A ideia central do cenário de IMUNJEIRA consiste no seu não-funcionamento e em seus elementos ridículos, afirmando cada vez mais a linguagem e relação dos personagens. FIGURINO " FILHA - Aí está, nós não temos roupas para trocar! MÃE - Fale por si só! Eu tenho mais um conjuntinho igual a esse que estou usando, sempre que preciso eu troco de roupa! AGREGADO - Mas eu nunca vi roupa de vocês pendurada! MÃE - Eu não as lavo, apenas troco uma pela outra! " Somando-se ao ciclo de sujeira proposto pela dramaturgia - entre trapos, mofos e rococós - o figurino de IMUNJEIRA transita pelo absurdo e o clownesco; como se as roupas dos personagens retratassem de forma circense uma certa realeza imunda que se orgulha de seus traços de roupa mofados e decadentes. Trajes que sustentam uma pompa desproporcional e sarcástica em oposição a um ambiente familiar e caseiro absolutamente devastado. Soma-se ao figurino também a maquiagem que finaliza este processo de constituição de figuras hiperbólicas de um picadeiro imundo. MÚSICA O espetáculo conta com um design sonoro minimalista, com influência dos trabalhos de Steve Reich e Philip Glass, busca inspiração nas explorações sonoras de grupos como GEM e Uakti e se apoia nas ideias de Flo Menezes sobre o encontro entre as sonoridades acústica e eletrônica. A música é executada ao vivo e busca decupar sons, ritmos harmonias e gestos de acordo com os conflitos da dramaturgia por meio de piano, bateria, vozes e controladores MIDI.
ESPETÁCULO TEATRAL Duração: 80 minutos Classificação indicativa: livre OFICINA Duração: 3 dias com 3 horas Público: A partir de 14 anos PALESTRA: Duração: 60 minutos Classificação indicativa: a partir de 14 anos
ESPETÁCULO TEATRAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espetáculo será apresentado em teatro com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e oferecerá descontos de 50% (cinqüenta por cento) nos ingressos para idosos, atendendo ao art. 23 da Lei no 10.741, de 01 de outubro de 2003. DEFICIENTES AUDITIVOS: 03 apresentações com tradução simultânea em libras realizada por um tradutor especializado. DEFICIENTES VISUAIS: 01 sessão contará com os recursos de audio-descrição. CONTRAPARTIDA SOCIAL 01. Oficina de Teatro ACESSIBILIDADE FÍSICA: A oficina será realizada em teatro com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução simultânea em libras realizada por tradutor especializado. DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem Oral e Material em braile. 02. Debate após o espetáculo com convidados. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O debate será realizada em teatro, após o espetáculo, com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. A entrada será livre. DEFICIENTES AUDITIVOS: Os três debates contarão com serviço de tradução em libras. DEFICIENTES VISUAIS: Liguagem Oral e material em braile. 03. Impressão e distribuição da Dramaturgia em Bibliotecas Municipais. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não aplicável a este produto. DEFICIENTES AUDITIVOS: Liguagem escrita. DEFICIENTES VISUAIS: 10% da cota será impresso em braile. 04. Ônibus para buscar ongs ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os ônibus contarão com a disponibilização de lugares indicados para portadores de necessidades epeciais, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. A entrada será livre. Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pelos cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro. DEFICIENTES AUDITIVOS: Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pela tradução em libras e cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro. DEFICIENTES VISUAIS: Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pela coordenação e cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro.
Em atendimento ao disposto no Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; II - parametrização estabelecida no sistema em atendimento aos órgãos de controle, como segue: b) valor total da bilheteria igual ou inferior ao Custo Total do Projeto (Anexo I); Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
FICHA TÉCNICA Idelização: Grupo Pano Diretor e Dramaturgo: Ian Noppeney Assistente de Direção: Gustavo Fardo Atores: Caio Silviano, Cecília Barros, Lucas Sanchez, Henrique Reis e Rafael Ernica Músicos: George Lucas e Juliano Veríssimo Diretor Musical: George Lucas Cenografia: Balcão Arquitetura (Carol Metzger, Gabriela Sumares, Joyce Iensen) Figurinista: Lord Lu Iluminação: Marco Vasconscelos Proponente e Coordenação geral: Contorno Produções Gestão de Projeto e Coordenação de comunicação: Jessica Rodrigues e Victória Martinez Produção Executiva: Laura La Padula Assistente de Projetos e Comunicação: Bianca Bertolotto Proponente e Coordenação geral - Contorno Produções Fundada em 2016, a Contorno Produções já realizou a direção de produção de mais de 30 espetáculos, trabalhando com artistas como Pedro Granato, Paula Cohen, Nathalia Timberg, Debora Falabella, Maria Flor, Bel Kovarick, Denise Weinberg, Nelson Baskerville, Andreia Horta, entre outros. Além de serviços como direção de produção e produção executiva, está envolvida com elaboração de projetos para leis e editais, administração e prestação de contas destes. Com seus projetos, ao longo destes três anos de existência, finalizou cinco Prêmios Zé Renato de Teatro, com o projeto "Sonho 360°" na 3ª edição do prêmio, com o "Fortes Batidas" na 5ª edição, “Terror e Miseria no Terceiro Milenio” e “Quebra Cabeça” na 8ª Edição e “Neste Mundo Louco, Nesta Noite Brilhante” na 9ª edição e agora estreará seu sexto projeto denominado “Cock – Briga de Galo” pela 10ª edição. Finalizou ainda 2 Prêmios Cleyde Yaconis com os projetos “Carne de Mulher” e “Distopia Brasil” e pelo ProAc Edital finalizou um ProAc Primeiras Obras com o projeto "Uma Jornada no Mundo da Ilusão" em 2016, dois ProAcs Circulação “11 Selvagens” e “Chopin ou o Tormento do Ideal” em 2019 e um ProAc Produção inédita “Os Lunáticos” ainda em 2019. Realizou também estreias, temporadas e circulações nacionais incentivadas via Lei Rouanet e ProAc ICMS e verba de marketing de empresas como Vivo, Porto Seguro, Itaú, Renner, entre outras; estreias e temporadas em SESCs centrais; circulações em Sesi e SESCs do interior, casas de cultura, bibliotecas e centros culturais. No ano de 2019 teve suas primeiras estreias internacionais, realizando “Carne de Mulher” no Teatro Solis no Uruguai e “Babylon Beyond Borders”, peça que acontecia em quatro países ao mesmo tempo, no Sesc Consolação. Começou também a expandir seus trabalhos e lecionar no curso técnico de artes cênicas do Senac Santana, dando o módulo de “Gestão e Empreendedorismo Cultural”. A empresa, que é gerida por duas atrizes produtoras, busca fazer a diferença ao realizar um trabalho ético e sensível com seus projetos, entendendo as particularidades de cada um e estudando as diversas maneiras de viabilização destes espetáculos. Diretor e Dramaturgo Ian Noppeney é ator formado no TECH (Teatro Escola Célia Helena) desde 2015. Fez a Formação de Máscara Teatral no Centro de Pesquisa da Máscara em 2018, ministrado por Fernando Martins e Felipe de Galisteu. Fez cursos complementares de Atuação para Câmera na Escola de Atores Wolf Maya, curso de atuação com o diretor Bruno Perillo, curso de dramaturgia no Sesc com Samir Yazbek e o Curso Campo de Visão com Marcelo Lazzarato da Cia. Do Elevador de Teatro Panorâmico. Estreou no teatro profissional em 2014 com o Grupo Teatro Cego no espetáculo “Acorda, Amor.”(Itaú Cultural, SESC, Rouanet). Ainda com o Grupo Teatro Cego participou dos espetáculos “ O Grande Viúvo” e “Clarear”. É integrante da Fraternal Cia de Artes e Malas-Artes e atuou nos espetáculos “Nosotros - Uma Revoada Latino-Americana” (Fomento ao Teatro, PROAC, SESI e SESC), “Gira da Rainha” (Fomento). Em 2019 atuou no espetáculo “O Rei do Cais”, espetáculo de Commedia Dell Arte pelo Grupo do Centro de Pesquisa da Máscara. É integrante do Grupo Pano e participou como ator da montagem “Pano. Fim.” É professor de Teatro do Colégio Augusto Ruschi desde 2016 e no São Paulo Futebol Clube desde janeiro de 2020. Ministrou aulas de teatro no Colégio Nossa Senhora do Morumbi. Atores Caio Silviano - Formado na Teatro-Escola Célia Helena (2013) e ESCH (2017). Cursou o programa Stanislavsky Summer School (EUA), do Teatro de Arte de Moscou (2014). Ator na Cia Artéria Teatral (2012-2016), ator na Cia Santo Resumo (2015-2016), professor na “Oficina de arteiros” (2017). Ator e diretor do Grupo Pano (2017-). Professor na Casa do Teatro do Centro de Artes e Educação Célia Helena (2017-). Como ator alguns trabalhos foram: “Os maus”, direção Fernando Nistch, Oficina Cultural Oswald de Andrade (2017); “Cínicos”, direção de Tony Giusti (2017), “Teseu – uma rapsódia de momentos que não serão lembrados”, direção Fernando Nitsch, CCSP (2017), “Em busca de um Herói”, direção Fábio Caniatto, Sesc Jundiaí (2019); “Erêndira – A incrível e triste história da Cândida Erêndira e sua Avó desalmada”, direção Marco Antônio Rodrigues, Teatro Popular do Sesi – SP. Cecilia Barros - Atriz e cantora formada no Teatro-Escola Célia Helena em 2018. Cursando atualmente o curso superior de artes cênicas da mesma instituição. Atuou no espetáculo "Em busca de um herói" da Una Cia com direção de Fabio Caniatto e apresentação no SESC Jundiaí, 2019. É integrante do Grupo Pano e atuou no espetáculo “Pano. Fim.” em 2019 com temporadas no Teatro Pequeno Ato e na Funarte. Em março de 2020 participou da 2ª Mostra de Teatro Estudantil do TUSP com o espetáculo “Liberdade, Liberdade” de Flávio Rangel e Millôr Fernandes, com direção de Fernando Nitsch. Professora de Teatro na escola Ballet Art. Fez aulas de canto com Jorge de Godoy, Marietta Pirágine e Francine Lobo. Atualmente faz preparação com Amélia Gumes. Lucas Sanches - Ator formado pelo INDAC (2012-2014), fez parte do grupo de teatro Artéria Teatral de 2011 a 2014, com o qual atuou em “Cidade Copan” e “Janeiro”, ambas dirigidas por Mário César Costas. Em 2014, trabalhou como assistente de produção no Teatro do Mube e integrou um projeto de estudos teatrais independente com alunos da USP. Entre 2015 e 2016, foi professor de teatro na escola Casa Artéria e em 2016 atuou na peça “Romeu e Julieta, de almas sinceras a união sincera, nada há que impeça”, dirigida por Zé Henrique de Paula pelo Núcleo Experimental. Em 2017, fez parte da criação do Grupo Pano onde realizou um processo de pesquisa pelo qual foi co-autor da peça de “Pano.Fim.”, na qual atuou em 2019. Henrique Reis - Ator graduado em Teatro na Escola de Artes Célia Helena em 2017. Arte Educador na Casa do Teatro, onde também é Auxiliar de Cenotecnica desde 2015. Trabalha como Arte Educador em ONG´s situadas na região periférica de Osasco e Barueri. Como ator foi integrante da UNA CIA participando do espetáculo de Commedia Dell´Arte “Em Busca de um Herói, dirigida por Fábio Caniatto. Com direção de Caco Mattos, é ator da CIA 2 mililitros, grupo que pesquisa espetáculos infanto-juvenil, infantis e peças para bebês. De 2012 à 2013 participou da CIA ARTISTICA EM´CENA, desenvolvendo um trabalho com obras literárias na periferia da Zona Oeste. Atualmente é integrante do Grupo Pano, participando de sua criação e atuando no espetáculo “Pano. Fim” com direção de Caio Silviano. Rafael Érnica - Rafael Érnica é ator, dramaturgo e pesquisador. Pós-graduando em Direção e Atuação pela Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH), em 2017 graduou-se em Artes Cênicas pela mesma instituição. Foi pesquisador-bolsista de iniciação científica pela FAPESP em 2017 e PIBIC pela ESCH em 2015 e 2016. Seus últimos trabalhos como ator são em “Mokimpó ou, De Como É Extirpado o Sofrimento do Sr. Mockinpott” (2017) de Peter Weiss, com direção de Simoni Boer; “Os 3 Mundos” (2018) de Gabriel Bá e Fábio Moon, com direção de Nelson Baskerville; “Quixotes, estes estranhos” (2018), com direção de Bete Dorgam; e “Édipo Rei” (2019 – 2020), com direção de Liana Ferraz. Em 2007 cursou Filosofia na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) interrompendo a formação em 2009.
PROJETO ARQUIVADO.