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Projeto de circulação que promoverá, em 5 cidades, 40 apresentações do espetáculo teatral BAILARINA, do Grupo Sobrevento, direcionado a bebês, em espaços bem equipados tecnicamente e que ofereçam as condições especiais e próprias para que os espectadores _ crianças de até três anos de idade, pais e educadores _ possam desfrutar de uma experiência poética transformadora. Serão promovidas sessões especiais para creches públicas, durante a semana, proporcionando a integração entre o Teatro e a Educação. O projeto oferecerá como contrapartida social 5 palestras e 5 oficinas para educadores da rede pública de ensino, artistas e pesquisadores, como ações formativas que visam a estimular a criação de novos espetáculos para a primeira infância. Toda a programação será oferecida gratuitamente.
ESPETÁCULO "BAILARINA" Uma mulher recebe de presente, de sua filha, uma caixinha de música, com uma bailarina. Entre colares e a dança da bailarina, ela se lembra dos sonhos esquecidos e abandonados e questiona o equilíbrio que buscou e que encontrou. Esta conquista, porém, afastou-a do risco, do medo, da queda e das emoções mais profundas que sua filha – agora, do mesmo modo que quando era pequena – teima em despertar. Bailarina é um espetáculo muito íntimo e delicado, feito de silêncios, ações físicas, utilização de objetos, valorização das mínimas ações: pequenas coisas que, na relação com a primeira infância, tomam uma dimensão muito maior. OFICINA “CAMINHOS PARA A CONSTRUÇÃO DE UM ESPETÁCULO VOLTADO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA” Serão apresentadas, por meio de exercícios teatrais, algumas das principais ideias que pautam o fazer teatral para a Primeira Infância. Serão levantadas questões tais como: - A dramaturgia na primeira infância: poesia e síntese; - A forma de encenar: existe uma estética ideal para os bebês? - Presença do ator: quem somos nós na frente de um bebê? A ideia da oficina é que, por meio da observação de cenas construídas a partir de provocações e estímulos planejados pela orientadora, os artistas percebam caminhos para a construção de um espetáculo teatral voltado para os bebês. PALESTRA "O TEATRO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA COMO CAMINHO PARA A CONSTRUÇÃO DE UM TEATRO INFANTIL CONTEMPORÂNEO" Todo ser humano é pleno desde que nasce. A um bebê não falta nada. É capaz de se comunicar, de se relacionar, de se emocionar desde sempre. Entende tudo o que merece ser entendido. E isto é o suficiente e o importante para o Teatro, cujos elementos não são feitos de moléculas, de medidas, de quantias, mas de poesia, da poesia inata em todo ser humano. Sandra Vargas, fundadora do Grupo Sobrevento, fala de sua experiência na criação de espetáculos para bebês, na curadoria e realização do Festival Primeiro Olhar e no trabalho de difusão que a cia. vem realizando há mais de uma década.
OBJETIVO GERALPor meio de apresentações e oficinas gratuitas, o Sobrevento _ um dos principais grupos teatrais brasileiros com uma carreira sólida de trinta e três anos, pioneiro no Teatro para Bebês no Brasil _ quer garantir a um público historicamente excluído do meio cultural - os bebês - o acesso a uma obra teatral de grande profundidade poética, reconhecida amplamente pela crítica especializada, por programadores do Brasil e da Europa, e pelo público _ que invariavelmente lota as sessões. O projeto visa a: - Circular com um espetáculo raro, que revela uma linguagem teatral surpreendente, pouco usual, capaz de promover um encontro profundo e comovedor com o público, baseado na crença da capacidade poética dos bebês; - Difundir uma prática pioneira que o SOBREVENTO realiza há mais de uma década _ a construção de uma arte para a primeiríssima infância _ partindo de uma ideia que assusta até mesmo os pensadores e artistas mais avançados e esclarecidos, palmeando um terreno praticamente inexplorado no país, em uma iniciativa cuja responsabilidade e cuja consistência não podem ser reconhecidas ou atestadas senão por alguém que se debruce sobre o trabalho que o grupo vem desenvolvendo ao longo de uma trajetória contínua de 33 anos de ações na pesquisa e na difusão teatral, na congregação da gente de Teatro e na formação e aperfeiçoamento de novos artistas; - Apresentar, por meio de oficinas e palestras, as ideias e o pensamento que embasam os princípios do Teatro para Bebês, discutindo suas possibilidades e limitações e estimulando a criação de espetáculos voltados para esse público. A linguagem ainda é pouco conhecida e o SOBREVENTO é uma das raras companhias que teve contato ela pela mão dos maiores expoentes do gênero no mundo; - Integrar o Teatro e a Educação, por meio de apresentações para creches, palestras e oficinas direcionadas especialmente a educadores da rede pública de ensino; - Promover uma Arte inexistente em quase todo o País, destinada a um público que tem direito à Cultura e à Arte e que tem sido privado delas; - Integrar a primeira infância à sociedade, estimulando as mães de bebês a sair do resguardo a que se submetem (e aos seus filhos), voluntariamente, por ignorância, por medo de serem rejeitadas, por falta de oportunidades e espaços de convívio; - Legitimar a importância do Teatro para a Primeira Infância, para os bebês, para a sociedade e para o próprio Teatro; - Dar uma oportunidade aos bebês, não só de integrar-se a outros bebês, mas também de ver e viver experiências diferentes e raras, de conhecer coisas que nunca lhe são oferecidas, de se envolver em espaços, sensações e emoções novas, de entender, por meio do Teatro, outros aspectos do mundo e da vida. O Teatro, que é uma Arte única, privilegiada, uma Arte do tempo e do espaço, uma Arte de muitas Artes. E que tem muito a oferecer ao desenvolvimento intelectual e emocional de qualquer ser humano, em qualquer fase de sua vida. OBJETIVO ESPECÍFICO A circulação promoverá 40 apresentações do espetáculo BAILARINA, direcionado a crianças de até três anos de idade, 5 palestras e 5 oficinas com o tema "Caminhos para a Construção de um espetáculo voltado para a primeira infância", destinadas a artistas, pesquisadores e educadores, em 5 cidades. Serão realizadas 4 sessões às sextas, para alunos e educadores de creches públicas, 2 sessões aos sábados e 2 aos domingos, para o público familiar, totalizando 8 apresentações, 1 palestra e 1 oficina por cidade. O projeto prevê a ocupação de teatros ou salas com condições técnicas análogas e oferecerá local de espera para o público com brinquedoteca, considerando as condições especiais e próprias para os bebês e os pais. O SOBREVENTO pretende promover um intercâmbio com as companhias de teatro locais, escolas e universidades de teatro, estabelecendo um espaço para discussão de processos de criação e de produção, tentando estimular a criação de espetáculos voltados para a Primeira Infância _ praticamente inexistentes na atualidade. Todas as atividades são abertas AO PÚBLICO e têm entrada franca. SOBRE O ESPETÁCULO Uma mulher recebe de presente, de sua filha, uma caixinha de música, com uma bailarina. Entre colares e a dança da bailarina, ela se lembra dos sonhos esquecidos e abandonados e questiona o equilíbrio que buscou e que encontrou. Esta conquista, porém, afastou-a do risco, do medo, da queda e das emoções mais profundas que sua filha _ agora, do mesmo modo que quando era pequena _ teima em despertar. Bailarina é um espetáculo muito íntimo e delicado, feito de silêncios, ações físicas, utilização de objetos, valorização das mínimas ações: pequenas coisas que, na relação com a primeira infância, tomam uma dimensão muito maior. SOBRE A OFICINA Serão apresentadas, por meio de exercícios teatrais, algumas das principais ideias que pautam o fazer teatral para a primeira infância. Serão levantadas questões tais como: - A dramaturgia na primeira infância: poesia e síntese; - A forma de encenar: existe uma estética ideal para os bebês? - Presença do ator: quem somos nós na frente de um bebê? A ideia da oficina é que, por meio da observação de cenas construídas a partir de provocações e estímulos planejados pela orientadora, os artistas percebam caminhos para a construção de um espetáculo teatral voltado para os bebês. SOBRE A PALESTRA "O TEATRO PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA COMO CAMINHO PARA A CONSTRUÇÃO DE UM TEATRO INFANTIL CONTEMPORÂNEO" Todo ser humano é pleno desde que nasce. A um bebê não falta nada. É capaz de se comunicar, de se relacionar, de se emocionar desde sempre. Entende tudo o que merece ser entendido. E isto é o suficiente e o importante para o Teatro, cujos elementos não são feitos de moléculas, de medidas, de quantias, mas de poesia, da poesia inata em todo ser humano. Sandra Vargas, fundadora do Grupo Sobrevento, fala de sua experiência na criação de espetáculos para bebês, na curadoria e realização do Festival Primeiro Olhar e no trabalho de difusão que a cia. vem realizando há mais de uma década.
O projeto pretende ampliar o alcance de um movimento que o GRUPO SOBREVENTO tem capitaneado há doze anos, que tem se multiplicado e ganhado força mas que necessita mais do que nunca de apoio para consolidar-se nacionalmente. Em relação ao Art. 1o. da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos incisos: I - por facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (em especial a uma camada da população privada do acesso à cultura e do pleno exercício de seus direitos culturais por sua faixa etária, os bebês); II - por promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, ao estimular, por meio de oficinas especializadas, a criação de novos espetáculos para a primeira infância por artistas de cidades afastadas dos grandes centros em três regiões do País; III - por apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, ao possibilitar a difusão da pesquisa do GRUPO SOBREVENTO, reconhecido como um dos maiores especialistas brasileiros em Teatro de Animação e precursor do Teatro para Bebês no País; V - por salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira ao multiplicar o conhecimento teórico e prático de um grupo artesanal;VI - por preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, ao apoiar o trabalho de um dos principais coletivos teatrais do País, com uma carreira sólida de 33 anos; VIII - por estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória ao contribuir para a formação de plateias e aproximar a atividade artística do processo educativo-cultural; IX - por priorizar o produto cultural originário do País. Em relação ao Art. 3o. serão alcançados os objetos mencionados nos incisos: II, por fomentar a produção cultural e artística, mediante (e) a realização de espetáculos de artes cênicas; IV, por estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante (a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos e (b) estudos e pesquisas na área da cultura e da arte em oficinas especializadas; Todo ser humano é pleno desde que nasce. A um bebê não falta nada. É capaz de se comunicar, de se relacionar, de se emocionar desde sempre. Entende tudo o que merece ser entendido. E isto é o suficiente e o importante para o Teatro, cujos elementos não são feitos de moléculas, de medidas, de quantias, mas de poesia, da poesia inata em todo ser humano. O Teatro para Bebês é um desafio para o artista e para o público. Luta contra o tédio, o cinismo, a desesperança, o preconceito, a força. Questiona o Teatro em que o Teatro se transformou. Busca um Teatro que foi, que poderia ter sido ou que ainda pode ser. Querendo, não a novidade, a modernidade ou a contemporaneidade, mas a dúvida. Quando os nossos filhos nascem, aprendemos, juntos, um jeito de nos comunicar. Criamos formas de nos relacionar, de nos reconhecer. E terminamos por nos entender um pouco melhor. Este é o Teatro que o Teatro para Bebês quer ser: um encontro frágil onde cada atitude, cada gesto de cada participante, provoca novos resultados; um descobrimento, um novo olhar, um olhar de quem vê as coisas pela primeira vez e que é capaz de se maravilhar com elas; uma comunhão de gente que se quer, que acredita, que se entrega, que precisa dos outros e que nos outros se reconhece. Proposta pioneira do Grupo Sobrevento no Brasil, o Teatro para Bebês vem ganhando espaços cada vez maiores, não só o país como mundialmente. Parte do princípio de que todo ser humano tem uma capacidade poética e de comunicação que lhe são inatas e de que os bebês _ como todo ser humano _ têm um direito inalienável à Cultura e ao convívio social.A comunicação com o bebê é possível, importante e necessária desde o primeiro dia de vida, vida que começa antes do nascimento. Bebês entendem tudo o que é importante, mesmo antes de aprender as regras, gramaticais, de boas maneiras, de convívio social, dentre muitas outras.O Teatro para Bebês não associa entendimento a raciocínio analítico. Questiona o Teatro que o Teatro se tornou e lembra que temos mais a aprender com os bebês que a ensinar-lhes. Lembra que Teatro é comunhão, jogo, encontro, um espaço sagrado de festa e de descobrimentos. Impele-nos a olhar velhas coisas como pela primeira vez e a redescobrir a capacidade de nos maravilhar que já tivemos e que ainda podemos recuperar. Este projeto está fundamentado na pesquisa e nas atividades que o grupo desenvolve há doze anos no campo do Teatro para a Primeira Infância, tais como: - a realização de turnês e apresentações de companhias estrangeiras especializadas pelo Brasil desde 2007; - 13 Ciclos Internacionais de Teatro para Bebês (realizados a partir de 2010 nas cidades de São Bernardo do Campo, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro), que trouxeram ao Brasil expoentes da Espanha, Itália, França, Dinamarca, Chile, Uruguai e Canadá, com os quais o SOBREVENTO mantém contato próximo; - Temporadas dos espetáculos MEU JARDIM, BAILARINA e TERRA em diversas cidades do estado de São Paulo e do Distrito Federal, bem como Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Crato (CE), Juazeiro do Norte (CE), Madri, Santiago de Compostela e diversas cidades da Catalunha (ESPANHA), Charleville-Mezières (FRANÇA), Banská Bystrica e Hriňová (ESLOVÁQUIA), em um total de mais de 400 apresentações; - 300 apresentações em todas as creches públicas e conveniadas de São Bernardo do Campo, para aproximadamente 14.000 crianças de 8 meses a 3 anos, que nunca haviam visto Teatro e oficinas que atenderam mais de 500 professores de creches públicas da mesma cidade. Tantas apresentações, oficinas, exposições, debates, mesas-redondas, intercâmbios, envolvendo os principais nomes do Teatro para Bebês no mundo, deram início à criação de um movimento teatral voltado para a Primeira Infância, que vem ganhando corpo mas ainda carece de apoio para ser levada a diferentes regiões do Brasil, distantes dos grandes centros, garantindo uma difusão ampla e estimulando uma ação multiplicadora. Em todas estas atividades destinadas à primeira infância, o resultado foi muito além das expectativas: uma procura do público muito maior do que a capacidade das salas, sessões extras, grande espaço na mídia, bebês fascinados, pais emocionados, artistas de outros estados vindo participar das oficinas e levando consigo conhecimento e vontade de criar seu próprio espetáculo em suas cidades, gestores culturais surpresos, educadores engajados e uma tremenda sensação de realização. Revelou-se particularmente bonita a experiência _ infelizmente ainda rara _ de ver 80 bebês e mais de 100 pais reunidos no foyer de um Teatro, à espera do início do espetáculo. E de ver, durante o espetáculo, como os pais _ desarmados _ se surpreendem com os seus bebês, do mesmo modo que estes se fascinam com o espetáculo. Compartilhando uma experiência poética, artística e não recreativa, de entretenimento. Em um ambiente carregado de emoção, surpresa, deslumbramento e poesia. A circulação do espetáculo servirá, também, como reflexão sobre o nosso dever de garantir o acesso do bebê à Cultura; a relevância do Teatro para estimular o desenvolvimento pleno e a integração social da Primeira Infância; a importância de apostar nesta iniciativa como a possibilidade de trazer um novo ar ao Teatro para Crianças. O projeto propõe ainda a integração do Teatro à Educação da Primeira Infância, com sessões especiais para alunos da rede pública de ensino, além de oficinas e palestras com educadores. BAILARINA foi indicado em oito categorias ao Prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem, inclusive na categoria especial, "pela sensibilidade e pelo talento em promover sua primeira temporada de espetáculos para bebês e primeira infância."
O espetáculo para bebês BAILARINA é uma iniciativa pioneira no Brasil, com um resultado tal que terminou por ser convidado a cumprir temporada no Teatro Fernán Gómez, em Madri, Espanha, marcando a primeira vez que um espetáculo brasileiro integra o Ciclo Rompiendo el Cascarón, direcionado especificamente à Primeira Infância. Em 2011, BAILARINA cumpriu temporada de enorme sucesso no Espaço Sobrevento, na cidade de São Paulo, uma temporada que foi considerada pelo crítico Dib Carneiro Neto a iniciativa cultural mais importante do ano. Para criar o espetáculo, foram desenvolvidas improvisações a partir do Teatro de Objetos, buscando tanto um tipo de presença cênica mais verdadeira, natural, casual, espontânea, quanto uma condução não linear de uma história, tratando de estabelecer uma atmosfera, um clima dramático, descolado do uso da palavra. Foram feitos contatos e visitas a creches, tanto para a difusão da ideia de um Teatro para Bebês, quanto para a própria observação do cotidiano das instituições e das crianças. O espetáculo tomou como tema o sentido do equilíbrio, entendendo que a busca do equilíbrio físico e emocional pode não ser uma libertação, mas um aprisionamento, que pode nos levar a abstrair o mundo, fazendo com que nos foquemos demais, com que nos fechemos, que não olhemos ampla e verdadeiramente para aquilo que nos cerca. A montagem cruzou o tema trabalhado com o Teatro de Objetos, através da utilização central de uma caixa de música e de colares, que foram adquirindo diferentes funções poéticas na encenação. Bailarina é um espetáculo muito íntimo e delicado, feito de silêncios, ações físicas, utilização de objetos, valorização das mínimas ações: pequenas coisas que, na relação com a primeira infância, tomam uma dimensão muito maior. Criado a partir de um texto inédito escrito pelo próprio SOBREVENTO, a partir da investigação do tema, o espetáculo terminou por estabelecer uma relação próxima, de aparente fragilidade e extremamente poética e simbólica com o público. A iluminação ficou a cargo do premiado iluminador Renato Machado, que veio do Rio de Janeiro em duas ocasiões, especialmente para a criação e montagem da luz. Esta valeu-se de um refletor especial, que cria um efeito de água, além de um globo espelhado e iluminação nas cores branca e vermelha. A direção musical foi de Luiz André Cherubini, diretor do espetáculo, e a cenografia, também de sua autoria, remete a uma caixa de música, elemento central do próprio espetáculo. O figurino associa a roupa de uma bailarina a uma elegante roupa de festa, caracterizando a situação (uma mulher que abre um presente dado por sua filha) à figura de uma bailarina de caixa de música. A preparação corporal e coreografia de Juliana Pardo definiram os movimentos de dança utilizados no espetáculo. BAILARINA estreou em 2010, em creches da cidade de São Paulo. Foi convidado a cumprir temporada no Teatro Fernán Gómez, em Madri, Espanha, marcando a primeira vez que um espetáculo brasileiro integrou o Ciclo Rompiendo el Cascarón, direcionado especificamente à Primeira Infância. Em 2011, cumpriu temporada de enorme sucesso no Espaço Sobrevento, na cidade de São Paulo, uma temporada que foi considerada pelo crítico Dib Carneiro Neto a iniciativa cultural mais importante do ano. Apresentou-se em CEUs – Centro Educacionais Unificados – em São Paulo e, também, em Brasília (DF), Londrina (PR), Itajaí (SC), Piracicaba e Jundiaí (SP). Em 2016, circulou por todas as creches de São Bernardo do Campo, em um total de 140 apresentações. Em 2017, participou da Jornada do Patrimônio, em São Paulo, e do Festival Internacional da Marionete, em Charleville-Mezières (França). COMENTÁRIOS DA CRÍTICA ESPECIALIZADA “Sandra Vargas mais uma vez dá um show de delicadeza e placidez em cena. Autora também do lindo texto, Sandra interpreta uma mulher que recebe de presente da filha uma caixinha de música, dessas com uma bailarina na ponta dos pés. É teatro do melhor nível, que emociona, que toca, que estimula.” (Dib Carneiro Neto - Revista Crescer) “É um espetáculo lírico, que promete encantar também as crianças maiores e os adultos.” (Fernanda Araújo – O Estado de São Paulo) “Nada se compara ao movimento em frente a um galpão na Mooca, sede do Grupo Sobrevento. No fim se semana, forma-se uma grande fila para disputar as vagas”. (Clara Nobre de Carvalho - Revista Veja) “De fato, assim que ecoou a música, os bebês se calaram como se tivessem ensaiado, tomados por um deslumbramento coletivo.” (Fábio Fujita - Revista Piauí) “Bailarina desafia tudo o que se espera da concepção estética para este público. Marcada por silêncios, a peça dispensa cores primárias e formas fofinhas no figurino ou no cenário”. (Gabriela Romeu - Folha de São Paulo) “Ela se aproxima das crianças, sussurra, uma delas se emociona. 'Você consegue ouvir?', pergunta a Bailarina. Os olhos da pequena se enchem de lágrimas”. (Daniela Jacinto - Cruzeiro do Sul) “Além disso, as apresentações também são uma opção de passeio para quem tem filho pequeno, já que nem todos os lugares são apropriados ou tem estrutura para receber crianças.” (Simone Tinti - Revista Época) DIREITO À ARTE E À CULTURA A QUALQUER TEMPO O acesso à Cultura para a Primeira Infância é um direito internacional reconhecido pela Assembleia das Nações Unidas e ratificado pelo Governo do Brasil na Convenção dos Direitos das Crianças em 1990. Por que os espaços públicos, as instituições, os cidadãos, os artistas não se questionam sobre o fato de que a Primeira Infância não tem acesso à Cultura? Quem determina, e por que critérios, a idade em que um ser humano pode se juntar ao corpo da sociedade no gozo dos seus direitos culturais e comunitários? Por que os bebês têm sido privados, ou mais, por que lhes tem sido proibido participar de um evento teatral? Por que, apesar do crescimento exponencial, ainda existe tão pouco Teatro para Bebês no Brasil, quando ele é tão – e cada vez mais – vivo em países como a França, a Itália e Espanha?
Cada apresentação dura de 30 a 45 minutos e pode ser assistida por até 90 espectadores - crianças de 0-3 anos de idade acompanhadas de responsáveis - pais / educadores. Cada oficina dura 6 horas e pode ser acompanhada por até 30 participantes - artistas e/ou educadores interessados em promover um encontro poético com a primeira infância. A oficina, passo a passo: 1. Cada aluno se apresenta por meio de um objeto. Ao descrever o objeto, deverá descrever a si mesmo. 2. Cada aluno trará um objeto que lhe traz uma lembrança boa e uma lembrança ruim. Cada aluno compartilhará isto na roda. 3. A partir dos relatos apresentados, o grupo identifica temas que podem ser profundos e poéticos para se tratar em um espetáculo voltado para bebês.4. O grupo é dividido em trios para a criação de cenas a partir dos sentimentos ou imagens que surgem na escuta dos relatos.5. As cenas são apresentadas e são analisados princípios de encenação, presença do ator e capacidade de síntese na construção da dramaturgia.6. Avaliação coletiva da oficina. Cada palestra dura cerca de 2 horas e pode ser acompanhada por até 100 participantes (de acordo com a capacidade da sala), devendo atrair o interesse de espectadores, artistas e/ou educadores interessados em conhecer os fundamentos e particularidades do Teatro para a primeira infância.
O espetáculo assim como a palestra e a oficina oferecidas como contrapartida social serão realizados em espaços acessíveis a portadores de necessidades especiais conforme Decreto nº 9.404, de 2018. Serão oferecidas as condições apropriadas para receber a primeira infância - trocadores, estacionamento de carrinhos de bebê, brinquedoteca. Serão adotadas medidas para promover o acesso do conteúdo das atividades às pessoas com deficiência visual e auditiva, adotando as recomendações da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT, através da disponibilização das informações sobre o conteúdo das apresentações em texto e locução. Os custos envolvidos nas ações de promoção ao acesso de conteúdo estão previstos na planilha orçamentária, através da contratação de arte-educadores especializados em acessibilidade. O projeto contempla a ajuda técnica estrutural, através da reserva de espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Está prevista a contratação de um educador especializado para acompanhamento de uma sessão por cidade e nas atividades formativas, oferecendo áudiodescrição e interpretação em libras ao público com deficiência visual e/ou auditiva. Tecnologia assistida: haverá reserva de espaço especial para acolhimento de crianças com deficiência visual e/ou auditiva, e será prevista a realização de 1 apresentação em cada cidade do espetáculo para este coletivo de crianças e seus respectivos acompanhantes. Salientamos que os custos envolvidos na acessibilidade ao conteúdo está previsto na planilha orçamentaria do projeto e será pago com recursos próprios. Para as apresentações também será disponibilizada uma conformação espacial desenhada especialmente para bebês e crianças, capazes de mantê-los sentados, confortáveis e seguros, até estarem sozinhos, distantes de seus pais ou acompanhantes, enquanto, em companhia de outras crianças, assistem ao espetáculo. Essa estrutura é pensada e adaptada para mobilidade das crianças, com assentos específicos para as crianças que ainda não caminham, além de espaços pensados para cadeiras de rodas. Para atender este público específico em cada uma das cidades onde se realizará o projeto, e dada a peculiaridade do público ao qual o projeto se destina (crianças de 0 a 3 anos de idade), a produção local entrará em contato com associações de pais locais, para organizar grupos de crianças com deficiência visual e auditiva para participarem das atividades propostas no projeto e promoverem também a sua divulgação. Por se tratar de um espetáculo que explora todas as possibilidades sensoriais do público, alcançando o público com deficiência cognitiva, a obra é acessível para crianças com diferentes dificuldades de acessibilidade. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, conf. Art. 44 da LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015, e Art. 1º do DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018. Acessibilidade para deficientes visuais: 5 apresentações (1 por cidade) contarão com o apoio de arte-educadores que oferecerão ao público recurso de áudiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: 5 apresentações (1 por cidade) contarão com o apoio de arte-educadores que oferecerão ao público recurso de tradução em libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, conf. Art. 44 da LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015, e Art. 1º do DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018.Acessibilidade para deficientes visuais: as oficinas / palestras contarão com o apoio de arte-educadores que oferecerão ao público recurso de áudiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: as oficinas / palestras contarão com o apoio de arte-educadores que oferecerão ao público recurso de tradução em libras.
Toda a programação é gratuita, facilitando o acesso da população, reunindo públicos de diferentes classes sociais e atraindo para o ESPETÁCULO espectadores não habituados a frequentar teatros. O projeto visa a garantir a fruição de bens, produtos e serviços culturais a uma camada da população privada do exercício de seus direitos culturais por sua faixa etária: os bebês. O lazer cultural voltado para esta faixa etária é praticamente inexistente. Com frequência, o grupo recebe em São Paulo a visita de pais e bebês de outros estados ávidos em conhecer a iniciativa. Isto evidencia a carência de atividades voltadas a essa faixa etária e a importância de promover a circulação proposta por este projeto. Parte da programação será direcionada a alunos e educadores da rede pública de ensino, contribuindo para a formação de plateias, ao aproximar a atividade artística do processo educativo-cultural. Em atendimento ao art. 21, inc. I, da IN 02/19, serão doados 1.500 ingressos a estudantes e professores de instituições públicas de ensino, em apresentações oferecidas a creches públicas. Conf. inc. II, será oferecido transporte gratuito entre as creches e os teatros / espaços culturais. Conf. inc III os registros audiovisuais produzidos durante o proejeto serão disponibilizados na Internet. Conforme inc. IV será permitida a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Conf inc VII serao realizadas 40 apresentações voltadas ao público infantil.
Ficha Técnica da Circulação: Atriz e coordenadora da palestra e oficina: Sandra Juanita Vargas Erceg (em Arte Sandra Vargas) Técnico de Iluminação: Marcelo Santos Amaral (em Arte Marcelo Amaral) Cenotécnico, recepção do público e monitoria: Agnaldo Santos Souza (em Arte Agnaldo Souza) Direção de Produção / Administração: Luiz André Brasil Cherubini (em Arte Luiz André Cherubini) Produção Executiva: Maurício Santana Sandra Juanita Vargas Erceg (em Arte Sandra Vargas) e Luiz André Brasil Cherubini (em Arte Luiz André Cherubini), dirigentes da instituição proponente, desempenharão as funções de atriz, coordenadora da palestra / oficina e direção de produção / administração. FICHA TÉCNICA – CRIAÇÃO DO ESPETÁCULO BAILARINA Direção: Luiz André Cherubini e Sandra Vargas Dramaturgia: Sandra Vargas Atores Manipuladores: Sandra Vargas Direção Musical: Luiz André Cherubini Cenografia, bonecos e adereços: Luiz André Cherubini Figurinos: Sandra Vargas Cenotécnico: Agnaldo Souza Iluminação: Renato Machado Formada pela Universidade do Rio de Janeiro, Sandra Vargas é uma das fundadoras do Sobrevento. Esteve indicada, em 1989, como Melhor Atriz e Revelação de Melhor Atriz para os Prêmios Mambembe e Coca-Cola. Em 2000, ganhou o Prêmio APCA (da Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor Atriz. Trabalha como diretora, atriz, dramaturga e/ou manipuladora em todos os espetáculos do Sobrevento e responde pela direção artística e atividades de formação do grupo. Faz a curadoria de inúmeros festivais internacionais, como o FITO – Festival Internacional de Teatro de Objetos. Promoveu, também, palestras, mesas redondas e oficinas (destinadas a professores, crianças, jovens, ou profissionais de Teatro) em diversas áreas do Teatro de Animação. É responsável pela formação e pelo aperfeiçoamento de muitos marionetistas, além de orientar companhias teatrais de vários estados do país que buscam se aproximar do Teatro de Animação e do Teatro para Bebês. Em 2014, coordenou 13 workshops de Teatro para Bebês para educadores da rede pública de ensino de São Bernardo do Campo. Apresentou-se em toda a rede de creches da Cidade de São Bernardo do Campo com o espetáculo BAILARINA. Criou o espetáculo de Teatro para bebês TERRA (2016), sendo indicada como melhor atriz do Teatro Infantil por Dib Carneiro Neto. Formado em Direção Teatral pela Universidade do Rio de Janeiro (Uni-Rio) e em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), LUIZ ANDRÉ CHERUBINI é um dos fundadores do GRUPO SOBREVENTO, Companhia Teatral especializada em Teatro de Bonecos e de Animação, com 33 anos de trabalho contínuo. Com o SOBREVENTO, apresentou-se em dezenas de cidades brasileiras e participou dos principais Festivais de Teatro do Brasil, além de apresentar-se em diversas turnês pela Espanha (1997, 1999, 2000, 2001, 2004 e 2007, 2008, 2009, 2011, 2014 e 2018), Irlanda (2000 e 2004), Escócia (2000), Chile (1996, 2002, 2010 e 2019), Argentina (2001 – duas turnês), Colômbia (1998 e 2002), Peru (1988), Angola (2004), Irã (2010), México (2010), Suécia (2011), Estônia (2011), China (2017), Eslováquia (2018) e India (2020). Dirigiu todos os espetáculos do SOBREVENTO, entre os quais Um Conto de Hoffmann, Mozart Moments, Beckett, O Theatro de Brinquedo, O Anjo e a Princesa, Cadê o meu Herói?, Brasil pra Brasileiro Ver, Submundo, O Cabaré dos Quase-Vivos, O Copo de Leite, Orlando Furioso, Meu Jardim, Bailarina, A Cortina da Babá, São Manuel Bueno Mártir, Sala de Estar, Eu Tenho uma História, Só, Escombros e Noite, trabalhando como ator e manipulador em quase todos eles. Ator-Manipulador, MAURÍCIO SANTANA iniciou seu trabalho em Teatro na cidade de Diadema, através de oficinas de Dança e Teatro, ministradas por conceituados profissionais da área, contratados pela Prefeitura da mesma cidade, entre eles Luiz Peres, Wilson Julião e Ângela Barros - Teatro - e Cia. de Danças de Diadema e João Aur - Dança. Como ator, ganhou diversos prêmios de ator revelação em Festivais de Teatro do Grande ABC. Seu trabalho com Teatro de Bonecos nasceu de uma oficina ministrada pelo GRUPO SOBREVENTO, também a convite da Prefeitura. Após o curso, com duração de dois meses, é convidado a fazer um estágio de seis meses no próprio SOBREVENTO, onde participa dos ensaios dos espetáculos O Anjo e a Princesa, Cadê o meu Herói? e Brasil pra Brasileiro Ver. Participou dos mais importantes Festivais Internacionais de Teatro de Bonecos do Brasil. Estreou, em janeiro de 2003, o espetáculo Submundo, com o qual tem se apresentado em diversas cidades de vários estados brasileiros. Desde 2000, participa de praticamente todas as apresentações, viagens e turnês do SOBREVENTO pelo país e é peça-chave do Grupo, em todo o trabalho de organização, idealização e produção de suas atividades, bem como da criação de suas montagens mais recentes – atuando em O Cabaré dos Quase-Vivos, Bonecos Aqui!, Orlando Furioso, Meu Jardim, São Manuel Bueno Mártir, Sala de Estar, Eu Tenho uma história, Só, Escombros e Noite, fazendo assistência de direção em O Copo de Leite. Esteve com o Grupo em turnês pela Espanha, Irã, Suécia, Estônia, Eslováquia, Chile e Índia. MARCELO AMARAL acompanha o GRUPO SOBREVENTO desde 2003, em todas as apresentações de seu repertório de treze espetáculos, trabalhando como diretor de palco e técnico de iluminação, em centenas de cidades de 23 estados brasileiros e de outros seis países, da América, Europa e Ásia. É responsável técnico pelo Espaço Sobrevento desde a sua inauguração em junho de 2009, tendo coordenado a montagem de luz de 14 companhias nacionais e 12 estrangeiras, em um total de 248 apresentações públicas. É diretor de palco e iluminador responsável pelo Festival A PRAÇA DOS BONECOS, tendo orientado 48 montagens em 4 praças diferentes. Foi responsável pela iluminação dos espetáculos apresentados em Brasília como parte da programação do Primeiro Teatro: I Ciclo Internacional de Teatro para Bebês, que reuniu companhias do Brasil, da Espanha e da Itália, em 2011. Artista plástico, AGNALDO SOUZA aprendeu a esculpir em madeira com Mestre Deodato, com quem conviveu durante quatro anos. Iniciou seu trabalho em Teatro o Grupo Encenart, atuando como ator e cenógrafo. Recebeu prêmios por melhor cenografia nos principais festivais do grande ABC, com os espetáculos Sonho dos Sonhos e Ah, Godoy!. Fundou o Grupo Artes e Arteiros, para o qual escreveu e dirigiu diversos espetáculos. Atuou no espetáculo Os Amigos Invisíveis de Mandioquinha com o Grupo Teatral Sol. Para este espetáculo, criou bonecos e cenários. Participou do Projeto FANTOCHES NAS PRAÇAS do GRUPO SOBREVENTO, quando fundou o Grupo Xeque Mate, criando o espetáculo A Pensão dos Amores. Com ele, participou de festivais itinerantes em praças da Zona Leste de São Paulo, do Festival Vaca Amarela, organizado pelo SESC e do 5º Festival de Formas Animadas de Jaraguá do Sul – SC. É responsável pela criação e manutenção de bonecos , cenários e adereços do repertório do SOBREVENTO. Em 2006, passa a integrar o núcleo artístico do SOBREVENTO. Atua nos espetáculos O Cabaré dos Quase-Vivos e A Cortina da Babá e acompanha diversas turnês do Grupo. Esteve com o SOBREVENTO em turnês pela Espanha, Inglaterra, Chile e China.
PROJETO ARQUIVADO.