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Circulação do espetáculo "CHUÁ - Descobertas na água" voltado para a primeira infância e baseadoem brincadeiras e experimentos na água. O produto principal prevê apresentações por cidades brasileiras e, como contrapartida social, oficinas para crinças de 0 a 36 anos em creches e escolas públicas de municípios do país.
Em “Chuá”, brincadeiras dos pequenos com água são utilizadas como centro do processo de criação. Através de recipientes metálicos, ora vazios, ora cheios, é permitido um jogo de pequenas descobertas visuais e sonoras no espaço teatral. A gravidade, o tempo, a luz e música desencadeiam estímulos e leituras simbólicas onde o corpo e a água se encontram e despertam conexões e memórias afetivas com o banho, o meio ambiente, a gestação e a vida na sua concepção sagrada.
Objetivo geral: Realizar a circulação de apresentações teatrais do espetáculo infantil CHUÁ, para o público de 0 a 3 anos, em cidades brasileiras do norte, nordeste e centro oeste. Objetivos específicos: Executar dez apresentações teatrais, sendo duas por cinco cidades brasileiras, para um público de pais e filhos; Realizar quatro oficinas "ateliê de águas" como contrapartida social; Difundir a produção e pesquisa para teatro infantil brasileiro; Formar platéias para o teatro desde a primeira infância; Levar o espetáculo para cidades de diversas regiões brasileiras, interiorizando o trabalho e diluindo a produção cultural brasileira; Gerar mão de obra remunerada para o setor.
O espetáculo "CHUÁ _ descobertas na água" utiliza as brincadeiras na água com o público de 0 a 3 anos como mote para uma experiência sensível para pais e filhos. Já montado e com algumas realizações no sul do país, preparamos especialmente para a Rouanet uma proposta de circulação por cidades do Norte, Centro Oeste e Nordeste do país, com destaque para aquelas de menor alcance pelo sistema de produção cultural que conhecemos. A ideia é viajar por cidades brasileiras que apresentam forte conexão com a água, especialmente a água doce, do pantanal as águas amazônicas. Junto as apresentações nas cidades, realizaremos como contrapartida a oficina "ateliês de água", que é focada especialmente em bebês de 0 a 36 meses e será oferecida gratuitamente ao público de escolas e creches públicas. Baseando-se diretamente na Lei Roaunet em si, destacamos que o projeto se justifica pelos seguintes itens: Art. 1°:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e Art. 3° (quanto a contrapartida social):c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.
1) Os teatros onde serão realizadas as apresentações serão definidos ao longo do processo de pré-produção; 2) O projeto atinge um total de público de 800 pessoas (720 + 80). Considerando o valor do orçamento e que, segundo a IN 2/2019, o público do produto secundário contabiliza na conta do limite per capita e a contrapartida social é um produto secundário, o projeto não ultrapassa o limite dos R$ 250,00 per capita.
Produto principal Apresentações teatrais Duração: 40 minutos Público beneficiário - crianças de 0 a 3 anos e seus pais. Plateias de no máximo 40 bebês e 80 pais. Necessidades técnicas: - Tatames de EVA (6m X 8m) - 2 rodos de limpeza - Almofadas (que possam molhar) - 10 par ledRGB 3W triled - 2 varas ou 2 treliças de Q30 - Fiação de AC sinal DMX necessária para a montagem - O comando de luz é do espetáculo - PA compatível com o espaço - 1 mesa de som com cabo P2 - O player de som é do espetácul Para viagem: Equipe: 4 pessoas - Cenário: 2 malas para despachar como bagagem Produto secundário Oficinas atêlies de água, gratuitas e presenciais Número de realizações: 4, sendo 1 por cidade. Metodologia: experiência para bebês de 0 a 36 meses e seus professores. O tempo de duração será de 1 hora, dividido em grupos de no máximo 6 bebês por grupo, podendo atender dentro de 60 minutos 3 grupos de bebês, totalizando 18 bebês por escola. Os ateliês são compostos com objetos acessíveis, caseiros, disponíveis nas próprias escolas, com materiais encontrados na natureza e alguns elementos do cenário do espetáculo. Cria-se um espaço atraente, com água, que desperte o interesse dos bebês para que realizem suas próprias investigações. Público beneficiário - crianças de 0 a 36 semanas e seus professores em escolas e creches públicas de rede ensino municipal das cidades visitadas. (público distinto do produto principal).
Produto principal: Apresentações teatrais: Cada dia de apresentação contará com as seguintes acessibilidades: Para pessoas com deficiência visual: mediador para auxiliar no processo; Para pessoas com deficiência auditiva: haverá intérprete de Libras; Para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida: o projeto estimulará a acessibilidade arquitetônica nos locais contemplados pelo projeto. Produtos secundários: Oficinas: Cada dia de oficina contará com as seguintes acessibilidades: Para pessoas com deficiência visual: mediador para auxiliar no processo; Para pessoas com deficiência auditiva: haverá intérprete de Libras; Para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida: o projeto estimulará a acessibilidade arquitetônica nos locais contemplados pelo projeto.
Produto principal: Apresentações: Como previsto no inciso/medida do art. 21 da IN nº 02/2019 a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso: As oficinas serão todas gratuitas e com caráter social e educativo e voltado para o público infanto-juvenil. Produtos secundários: Oficinas: Como previsto no inciso/medida do art. 21 da IN nº 02/2019 a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso: As oficinas serão todas gratuitas e com caráter social e educativo e voltado para o público infanto-juvenil.
Rita Spier – atriz, autora e proponente (recebe pelos itens de produção, atriz e custos administrativos) É Graduanda em Teatro Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atua em diversas áreas da produção cultural, mais especificamente no teatro desde 2005, como: produção, atuação, confecção e manipulação de bonecos, cenografia, figurinos, oficinas de formação teatral. Nos últimos 3 anos destacam-se: o projeto O Rio de João, do Coletivo Eu Amo a Rua (RJ) ministrando oficinas de confecção de caixas de Teatro Lambe-Lambe. A confecção e manipulação bonecos para o programa Tá No Ar, da Rede Globo (RJ). Recebeu o Prêmio Tibicuera 2018 de melhor cenografia da peça Expedição Monstro, da Cia Indeterminada (RS). Ana Luzia - Atriz e autora Atriz Ana Luiza Bergmann é bacharel em teatro, habilitação Interpretação Teatral e mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Fez estágio no Théâtre du Soleil, com Ariane Mnouchkine, fez formação em estilos teatrais no TEPA (Teatro Escola de Porto Alegre) e formação no estilo bufão na École Philippe Gaulier. Desenvolve há 8 anos uma pesquisa da linguagem de bufão na qual realiza performances, esquetes e intervenções urbanas. Foi produtora do espetáculo BR-TRANS com direção de Jezebel De Carli e atuação de Silvero Pereira. Atuou em “Os Plagiários, uma adulteração ficcional sobre Nelson Rodrigues”, direção de Jezebel De Carli, Mário de Ballentti, Marcelo Restori e Guadalupe Casal, em “Sobre Saltos de Scarpin”, direção de Tainah Dadda, em “Os bons vão para o céu”, direção de Patrícia Fagundes. Atualmente produz e integra o elenco do espetáculo “CUCO – a linguagem dos bebês no teatro” da Cia Caixa do Elefante. Idealizadora do Complô Cunhã, um espaço para mover projetos idealizados por mulheres, pelo qual estreou recentemente o solo Terra Adorada. Alexandre Fávero - Diretor Encenador, cenógrafo, diretor, sombrista e fundador da Cia Teatro Lumbra (2000). Artista autodidata com mais de 20 anos de atuação profissional e prêmios nacionais e internacionais na área da encenação e da pesquisa em artes cênicas. Em seu processo de criação com a linguagem das sombras e das luzes utiliza diferentes conhecimentos e saberes para investigar conceitos estéticos, técnicos e poéticos. Atua na criação de conteúdo, na formação, na difusão da arte com participação em publicações especializadas e assessorias para grupos e coletivos do Brasil e do exterior. Tem em seu currículo uma experiência compartilhada com artistas do cinema, da dança, da música e das artes plásticas. Profissional registrado no SATED/RS e membro da ABTB - Associação Brasileira de Teatro de Bonecos e da UNIMA - Union Internationale de la Marionnette. Direção Alexandre Fávero | Consultoria Pedagógica Paulo Fochi | Elenco Ana Luiza Bergmann e Rita Spier | Trilha Sonora Carina Levitan, Cláudio Levitan (piano) e Guilherme Ceron (baixo) | Cenografia e Figurino o coletivo | Confecção do Figurino Mari Falcão | Iluminação Carol Zimmer | Arte Gráfica Dídi Jucá | Assessoria de Imprensa LianeStrapazzon |Fotos Adriana Marchiori
PROJETO ARQUIVADO.