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O projeto é a adaptação cênica do livro "Astroneto - Dança no Espaço", de Neto Machado, Jorge Alencar e Tanto Criações Compartilhadas, através do intercâmbio entre os grupos Dimenti, sediado em Salvador/BA, e Cegonha - Bando de Criação, sediado no Rio de Janeiro/RJ. A criação, vinda da troca entre os grupos, tem como princípio fundamental o jogo e a brincadeira cênicas ao convidar os espectadores a interagirem com a obra teatral de forma lúdica e inovadora, pois serão eles que vão poder escolher os caminhos narrativos do espetáculo, através da técnica de peça-game. Esta estrutura do projeto estimula a investigação e autoconhecimento do público-alvo (Primeira Infância - de 0 a 6 anos) ao propor uma experiência coletiva que sensibiliza crianças, pais, tutores e a sociedade em geral. Ao incentivar a curiosidade, essa experiência também é capaz de contribuir para a aprendizagem de habilidades cognitivas e de caráter fundamentais para o desenvolvimento de habilidades futuras mais complexas.
SINOPSE DO ESPETÁCULO: Duração: 55min Temática: Ficção Científica e Fantasia Interativa Depois de sua nave perder totalmente o combustível e passar tanto tempo vagando perdido no espaço - horas, dias, meses ou anos-luz quem sabe - Astroneto, o homem-foguete explorador espacial, quer voltar pra casa, para a sua Terra, para sua família. Apesar de seu forte desejo, ele já não lembra mais o caminho e também não sabe como colocar combustível na nave. Sabe apenas que deixou trilhas, migalhas de memórias, pelos mundos que passou. A jornada desse herói é construída lado a lado com o espectador que, por meio de alguns mecanismos de percepção de movimento e interatividade, pode opinar sobre as dúvidas de Astroneto, ajudando-o a escolher se quer viajar pelo mapa da memória, ou tentar consertar a nave, ou mesmo para qual planeta ele quer ir, na busca por montar o quebra-cabeças do caminho de volta para casa. CONTRAPARTIDA SOCIAL OFICINA DE SUPER-PODERES Duração: 12hMinistrantes: Neto Machado e Jorge Alencar | Dimenti (BA) - diretores do espetáculo Astroneto - Uma Aventura Espacial Sinopse: A oficina parte do desejo de identificar (e inventar!) potências de cada participante. A partir de jogos de criação e composição, cada um/uma explora, desenvolve e traz à vida um herói/uma heroína para si. Nesse jogo de auto-ficção, investigamos como o exercício de compor pode se revelar um super poder de criar diferentes versões de si e do mundo. A oficina vem sendo organizada ao longo de diversos processos de criação movidos pelos artistas Jorge Alencar e Neto Machado (Bahia) e fez parte do Palco Giratório do Sesc 2018, acompanhando as peças "Desastro" e "Kodak" por mais de 30 cidades brasileiras. Metodologia: Quais heróis, entidades, monstros você monta diariamente para que seja possível seguir adiante? Quais super poderes, sensibilidades, armas, ferramentas, táticas, mutações, incorporações você realiza para continuar se movendo? Quando dói ser você? Quando é prazeroso ser você? Onde está a vulnerabilidade? Quando a fragilidade se torna potência e vice-versa? Essas e outras perguntas motivam a “Oficina de Super-Poderes” a realizar um mergulho - ou um vôo - para dentro de cada participante, por meio de práticas de auto-percepção e auto-ficcionalização, organizadas como experimentações performáticas e jogos fantasiosos. Assim como os espetáculos frutos do processo criativo, a oficina acessa o universo das crianças em suas várias plataformas artísticas - cinema, dança, HQ etc - para propor encontros com jovens e adultos, especialmente interessados em trabalhar com/para o público infanto-juvenil - sejam professores/professoras, artistas, psicólogos/psicólogas etc. Necessidades técnicas: Papéis para desenho, papéis coloridos diversos, lápis de cor, canetinhas, giz de cera, tesouras, fita crepe. Local para realização: Sala com espaço amplo para movimento Público-alvo: Jovens e adultos interessados no universo infantil (a partir de 16 anos). Número máximo de vagas: 20 pessoas PALESTRA "RELATO DE VIAGEM ESPACIAL" Ministrantes: Vida Oliveira e Miguel Araujo | Cegonha - Bando de Criação (RJ) - Dramaturga e Ator/Produtor do espetáculo Duração: 2h Sinopse: A palestra parte do relato do processo de criação do espetáculo Astroneto - Uma Aventura Espacial, compartilhando detalhes da adaptação da obra literária original para os palcos. A palestra também tem a intenção de explicitar os mecanismos e dispositivos usados na interatividade que o espetáculo propõe, na qual os espectadores podem escolher os rumos narrativos da peça. Tal aspecto é imprescindível para estabelecer uma atmosfera de jogo e brincadeira para o espetáculo, sob a qual o público é instigado a refletir ética e criticamente enquanto se diverte. Metodologia: Através de depoimentos sobre o processo de criação do espetáculo, fotos, vídeos e textos, os ministrantes convidarão os participantes a refletir sobre como as convenções artístico-culturais voltadas para o público infantil/jovem foram construídas historicamente; como é possível renovar o produto teatral através da tecnologia, convocando os jovens a um encontro real no espaço teatral; como fazer uma obra teatral para o público infanto-juvenil nos dias de hoje, através da relação entre jogo, brincadeira e interatividade. Voltado especialmente para os interessados em trabalhar com/para o público infanto-juvenil - sejam professores/professoras, artistas, psicólogos/psicólogas etc. Necessidades técnicas: Projetor de sala de aula, cadeiras, microfone Local para realização: Auditório ou salão Público-alvo: jovens e adultos interessados no universo infantil (a partir de 16 anos), professores/professoras, artistas, psicólogos/psicólogas etc. Número máximo de vagas: 200 pessoas
Objetivo Geral: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Promover e estimular a descentralização do consumo da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos, proliferando as mais diversas produções artísticas pelo território nacional; Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Transformar a obra literária "Astroneto - Dança no Espaço" em um espetáculo teatral, através da sua adaptação à linguagem cênica. Incentivar a experiência coletiva do brincar, com a encenação interativa do espetáculo, que permite participação da criança espectadora ao longo da peça. Valorizar a curiosidade e as experiências de investigação e auto-conhecimento do seu público-alvo (Primeira Infância - de 0 a 6 anos). Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Trazer à luz o tema da Ficção Científica para as crianças brasileiras, para que a curiosidade e a investigação possa ser incentivada e trabalhada desde a mais tenra infância. Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos específicos: Realizar 19 apresentações do espetáculo Astroneto - Uma Aventura Espacial, sendo 8 (oito) na cidade do Rio de Janeiro (RJ), 8 (oito) em Salvador (BA), cidades sede dos grupo idealizadores do projeto, além de 3 (três) em Simões Filho (BA), município metropolitano vizinho da capital baiana. Realizar o intercâmbio artístico inédito, devidamente registrado em video, entre os grupos Dimenti, sediado em Salvador/BA, e o grupo Cegonha - Bando de Criação, sediado no Rio de Janeiro/RJ, através da montagem do espetáculo Astroneto - Uma Aventura Espacial. Atendendo o inciso V do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto realizará, gratuitamente, 3 palestras sobre o processo de criação do espetáculo intitulada "Relato de Viagem Espacial" (uma em cada cidade), como ação de ampliação de acesso. Atendendo o disposto no artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto em tela pretende realizar como ação formativa cultural (contrapartida social) a seguinte atividade para, ao menos, 10% do total de público previsto do projeto, considerando no mínimo 50% de alunos e professores de instituições públicas de ensino: - 3 oficinas artísticas intituladas "Oficina de Super-poderes" (uma em cada cidade). As oficinas contarão com acessibilidade, através da tradução em libras. Realização de 1 apresentação do espetáculo com tradução em libras (em cada cidade), possibilitando o acesso ao conteúdo da peça às pessoas com deficiências auditiva.
O projeto Astroneto - Uma Aventura Espacial é o encontro criativo e inédito entre os grupos Dimenti (Salvador-BA) e Cegonha - Bando de Criação (Rio de Janeiro-RJ). Nas artes cênicas, os dois grupos possuem pesquisas artísticas de espetáculos para o público infanto-juvenil que visam compreender a infância como um momento complexo, plural e de múltiplas investigações e descobertas, sempre buscando criações inovadoras no campo teatral voltado para este público. Portanto, o encontro entre esses dois grupos, sem dúvida, se mostra como um terreno fértil para reflexões acerca da infância e dá foco à criança como um ser subjetivo e ativo no mundo, apto a investigar possibilidades, a tomar decisões, a sugerir trajetórias próprias e novas interpretações. A encenação do projeto apresenta um formato teatral inovador ao se estruturar como uma peça-game, ou seja, o espetáculo é interativo e o público pode fazer escolhas de qual cena quer assistir dentre uma oferta de múltiplas cenas possíveis. Essas escolhas determinam a trajetória narrativa do espetáculo, fazendo com que cada apresentação seja única e necessariamente diferente uma da outra. Esse caráter interativo se mostra como um aspecto inovador na relação do público com a obra, marcando a singularidade daquele encontro teatral. O projeto também inova em sua estrutura cênica ao propor uma mistura entre teatro e tecnologia. As votações do público serão mediadas por um software criado especialmente para o espetáculo, pela empresa de design e tecnologia Ambos &&. Ele permite à equipe computar as escolhas do espectador de forma intuitiva, aproveitando-se de uma maior disponibilidade de recursos tecnológicos a favor da fruição da arte teatral. A criança tal como um explorador relaciona-se ativamente com o espetáculo propondo novos e possíveis caminhos narrativos e interpretações dos mundos por onde o personagem astronauta viaja, imaginando diferentes mundos, compreendendo assim modos inovadores de estar no mundo e modificando a si mesma enquanto viaja. O Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais se mostra um facilitador para o projeto de elaboração e desenvolvimento do espetáculo Astroneto - Uma Aventura Espacial pois permite que façamos a captação de recursos financeiros através de pessoas físicas e jurídicas. Dessa mesma forma, a referida lei permite democratizar o acesso à cultura e a produtos culturais através de ingressos a preços populares, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o pleno exercício dos direitos culturais. Além de incentivar a produção cultural e artística nacional através do fomento da realização de espetáculos teatrais, a Lei de Incentivo à Cultura nos permite valorizar e estimular a curiosidade e as experiências de investigação e auto-conhecimento do público-alvo do projeto (Primeira Infância - de 0 a 6 anos). Com isso, afirma a importância da experiência coletiva do brincar, através da encenação interativa do espetáculo, que permite participação da criança e de todos os espectadores - pais, responsáveis, professores(as), etc - ao longo da peça. Para além da experiência artística comprovada e reconhecida pela crítica e público dos grupos idealizadores na área, Astroneto - Uma Aventura Espacial segue o rastro de seu livro originário "Astroneto - Dança no Espaço" e põe em cena a ficção científica. Esse gênero, muitas vezes restrito à literatura e ao cinema/TV, tem pouca adesão no teatro. Este projeto apresenta-se como opção de excelência na busca reverter esse enunciado e levar à cena esse gênero tão potente e com tanto engajamento de público em outras mídias. Sem dúvida alguma, a ficção científica estimula a imaginação, criatividade e a fantasia, levando a mente humana a continuamente investigar e buscar novos mundos e novas possibilidades incessantemente perguntando "e se?". Neste trabalho, os grupos Dimenti e Cegonha - Bando de Criação convocam o público a embarcar nessa viagem exploradora e fantástica rumo ao desconhecido, e construir juntos em cena algumas das infinitas respostas para esse contínuo "e se?". A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 837/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
O projeto em tela apresenta como produto principal a criação e circulação do espetáculo Astroneto - Uma Aventura Espacial. Seguem abaixo as especificações técnicas do material gráfico e de divulgação do espetáculo para cada cidade: - Convite virtual - Banner - Filipeta - Flyer virtual - Mídia impressa - Mídia radiofônica - Mídia virtual Atendendo o disposto no artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto pretende realizar como ação formativa cultural (contrapartida social) a seguinte atividade para 10% do total de público, considerando no mínimo 50% de alunos e professores de instituições públicas de ensino: - 1 oficina intitulada "Oficina de Super-poderes" (em cada cidade) com duração de 12h e tradução em libras, possibilitando o acesso de pessoas com deficiência auditiva. As oficinas serão registradas através de fotos e vídeos. - 1 palestra intitulada "Relato de Viagem Espacial" (em cada cidade) com duração de 2h e tradução em libras, possibilitando o acesso de pessoas com deficiência auditiva. As palestras serão registradas através de fotos e vídeos.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Realização do espetáculo Astroneto - Uma Aventura Espacial em espaços devidamente equipados com rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais. Acessibilidade para deficientes visuais: Realização de 1 apresentação do espetáculo com audiodescrição em cada cidade, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de 1 apresentação do espetáculo com tradução em libras em cada cidade, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Realização de 1 "Oficina dos Super-poderes" e 1 palestra "Relato de Viagem Espacial" em espaços devidamente equipados com rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais. Acessibilidade para deficientes visuais: Disponibilização do material informativo da "Oficina dos Super-poderes" em braile, possibilitando o acesso de pessoas com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de 1 oficina e 1 palestra com tradução em libras em cada cidade, possibilitando o acesso de pessoas com deficiência auditiva.
O projeto em tela pretende organizar a distribuição dos ingressos do espetáculo (em cada cidade) da seguinte forma: - 50% dos ingressos serão colocados à venda com valores normais (entrada inteira e meia entrada) - 10% dos ingressos serão colocados à venda com valores promocionais (entrada inteira e meia entrada) - até 10% dos ingressos serão oferecidos ao patrocinador do espetáculo - até 10% dos ingressos serão destinados à divulgação do espetáculo - 20% dos ingressos serão destinados à ação de democratização de acesso Através deste último item, o projeto pretende contribuir com o processo de formação de plateia, por meio de ações sociais em parceria com a Secretaria de Educação de cada cidade. A intenção é disponibilizar a cota de 20% dos ingressos para alunos e professores da Rede Pública de Ensino nas apresentações da peça. Além disso, atendendo o inciso V do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto realizará, gratuitamente, 1 palestra intitulada "Relato de Viagem Espacial", onde os ministrantes compartilharão relatos sobre o processo de criação do espetáculo estimulando reflexões acerca dos aspectos suscitados pela montagem, como ação de democratização de acesso. A disponibilização dos ingressos para a Secretaria de Educação será registrada e comprovada através de cartas das instituições, informando a quantidade de ingressos oferecidos para cada apresentação. A palestra "Relato de Viagem Espacial" será gratuita e comprovada através de material de divulgação.
O proponente do projeto será remunerado pelos seguintes itens da planilha orçamentária: direitos autorais (texto), atriz, diretora-assistente e coordenação do projeto. Currículo resumido do dirigente da instituição: Vida Oliveira (Lorena de Oliveira Chagas) é diretora teatral e dramaturga desde 2008, pesquisando acadêmica e artisticamente o trabalho do artista na interação com a tecnologia. Já realizou diversos espetáculos a partir dessa investigação tais como "Qual é meu nome, mamãe?" (2019), vencedor do Prêmio CBTIJ 2019 na categoria “Melhor Trabalho de Formas Animadas" e também indicado na categoria “Melhor Projeção Cênica”; “Makupuni” (2017), indicado na categoria “Melhor Projeção Cênica” do Prêmio CBTIJ 2017; “Perfil”(2011,2012), “Ex.troll.gênio” (2015- 2016) e “In.com.patíveis” (2013-2014), com esta última foi finalista do prêmio de Dramaturgia “Seleção Brasil em Cena 2013”(2013) promovido pelo CCBB. Idealizou o “Festival ilusório de peças curtas - um absurdo de teatro” (2009; 2010), o primeiro festival de esquetes de Salvador(BA). Dirigiu o espetáculo “O Casaco”, ganhador dos prêmios de “Melhor texto”, “Melhor espetáculo” e “Melhor atriz” no Festival Curta-Cena da Bahia (2010). Indicada ao prêmio de “Melhor Direção” pelo espetáculo “Fragmento de um Nada”, no Festival de Teatro Cidade do Rio de Janeiro (2011). Principais participantes: Direção artística: Jorge Alencar e Neto Machado. Formam uma dupla de artistas que cria com teatro, dança, audiovisual, comunicação, curadoria, escrita e educação. Alguns dos diversos frutos dessa parceria são: “Pinta” (longa-metragem), “Desastro” (infanto-juvenil), “Biblioteca de Dança” (instalação), “Solas” (peça de teatro), "Astroneto” (livro-objeto); "IC - Encontro de Artes" (festival) “Oficina de Honestidade Artística” (oficina), "A Lei do Riso: Crimes Bizarros" (série televisiva) indicada como melhor Série de Ficção no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2019. A dupla de artistas vem circulando suas criações em todas as regiões brasileiras e trabalhando em contextos internacionais como: Centre Pompidou (França), Tate Modern (Inglaterra), MIT - Massachussets Institute of Technology (EUA), Station One - Service for Contemporary Dance (Sérvia), Graner - Centre de Creació de Danza y Arts Vivas (Espanha), entre outros. Sempre com interesse de colocar em diálogo direto arte contemporânea e novos públicos, gerando obras que são muito conhecidas como boas peças de mediação junto a públicos ainda não completamente habituados ao teatro e suas proposições. Diretora de movimento: Jacyan Castilho. Diretora teatral e atriz formada pela UNIRIO. Autora dos livros “Ritmo e dinâmica no espetáculo teatral” (2013) e “Dança e educação em movimento” (Org., 2003). Como atriz e diretora, atuou no Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre e São Paulo em cerca de sessenta espetáculos desde 1986. Foi diretora assistente de Jorge Alencar no espetáculo Batata! com o grupo Dimenti (2008) e nas coreografias A mulher gorila e A lupa, para o IV e o V Ateliês de Coreógrafos Brasileiros, em 2005 e 2006. De volta ao Rio de Janeiro após 12 anos na Bahia, atuou em A pequena vendedora de fósforos, e fez a direção de movimento de O Diletante, no projeto Rio de Martins Pena, ambos em 2015. Elenco: Bayron Alencar, Luíza Süssekind, Miguel Araujo, Mônica Bittencourt e Vida Oliveira. Direção Musical: Ricco Viana Trabalha como músico e diretor musical há 12 anos. Fez a trilha de mais de 30 espetáculos, entre eles Clandestinos, O Pequeno Príncipe e Mamãe Não Pode Saber, dirigidos por João Falcão; JT Leroy, dirigido por Paulo José; O Outro Van Gogh, Mente Mentira e Jim, dirigidos por Paulo de Moraes, com quem trabalha há 6 anos também como diretor musical da Armazém Companhia de Teatro. Ganhou os Prêmio APTR de melhor música por Jim (tendo sido indicado também aos prêmios Shell e Cesgranrio), e CBTIJ por A Menina Edith, de Lázaro Ramos. No cinema fez diversas trilhas como os documentários Clandestinos.doc, de João Falcão; Tudo ou Nada em Soterópolis, de Lázaro Ramos; Mentiras Sinceras, de Pedro Asbeg e Os Transgressores, de Luis Erlanger. Desenho de luz: Tamara Torres Direção de Arte : TANTO Criações Compartilhadas. Estúdio criativo formado por Patricia Almeida, Fábio Steque e Daniel Sabóia, sediado em Salvador. Atua desde 2011 em projetos de natureza colaborativa e transdisciplinar, cruzando os campos criativos do design, da arquitetura e das artes visuais, em colaboração com designers, ilustradores, arquitetos, coreógrafos, performers e artistas visuais. Dentre os trabalhos realizados em parceria com artistas da cena, destacam-se os projetos de direção de arte para a série televisiva A Lei do Riso: crimes bizarros e para espetáculo CHAMA: Coreografia para artistas incendiárixs, e também os espetáculos Looping: Bahia Overdub, Strip Tempo e Vermelho Melodrama, em que a direção de arte se estendeu desde a identidade visual até o projeto cenográfico. No campo do design gráfico editorial destaca-se a parceria com a editora Conexões Criativas na coordenação gráfica do projeto Coreografias de Papel, que publicando dois livros-objeto infantis: Astroneto: dança no espaço e Pequena Coleção de Insignificâncias. Video-mapping e design de interatividade: AMBOS && (Barbara Castro). Ambos&& atua na área de design de experiência criando ambientes interativos e imersivos e realizando curadoria e consultoria para projetos, exposições e eventos por meio da união entre arte, design e tecnologia. O estúdio é dirigido pela artista-programadora Barbara Castro. Sua pesquisa e produção em arte e tecnologia e visualização de dados já foram apresentadas na França, Dinamarca, Portugal, Colômbia e no Brasil em locais como Museu de Arte Moderna (RJ), Museu Nacional da República (DF), Instituto Inhotim (MG), entre outros. O estúdio já teve trabalhos expostos nos quatro Centros Culturais do Banco do Brasil, no Oi Futuro, no Museu do Amanhã, entre outros. Entre seus projetos, se destaca a exposição Existência Numérica, uma introdução à visualização artística de dados que aborda o impacto da tecnologia em diferentes aspectos da vida. Direção de Produção e Produção Executiva: Cult & Consult Produções. É uma empresa de consultoria e produção de projetos culturais. Atua no mercado há 08 anos e dentre seus principais trabalhos, destacam-se: Pós-Hamlet (espetáculo teatral / texto e direção: Marcio Fonseca e Gilberto Nascimento / função: direção de produção); Normal (texto: Anthony Neilson / direção: Luiz Furlanetto / função: direção de produção); Sakurá (espetáculo infantil / texto e direção: Gabriel Naegele / função: co-produção); A Caverna (espetáculo teatral / texto: Gabrielle Farias / direção: Bruno Heitor / supervisão: Marcos Caruso / função: direção de produção); Três Marias (espetáculo infantil / texto e direção: Gabriel Naegele / função: co-produção); Vanda (espetáculo teatral / texto: Carlos Renato Eller / direção: Sarito Rodrigues e Ronaldo Julio / função: direção de produção), Pequenas Tragédias (espetáculo teatral / texto: Alexander S. Pushkin / direção: Fabiano de Freitas / função: produção executiva); Clementina, Cadê Você? (espetáculo musical / texto: Pedro Murad / direção: Duda Maia / função: direção de produção); Freud – A Última Sessão (espetáculo teatral / direção: Ticiana Studart / função: produção executiva); Uma Peça Como Eu Gosto (espetáculo infantil / texto: Marcelo Morato / direção: Lucio Mauro Filho e Duda Maia / função: direção de produção). Coordenação de Projeto: Cegonha - Bando de Criação | Vida Oliveira e Miguel Araujo Idealização e realização: Cegonha - Bando de Criação e Dimenti Produções
PROJETO ARQUIVADO.