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PRONAC 202413ArquivadoMecenato

A Menina que Morava no Chuveiro

TEMA EVENTOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 458,1 mil
Aprovado
R$ 458,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-06-04
Término
2022-12-31
Locais de realização (2)
Fortaleza CearáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

A proposta prevê a montagem e circulação da peça infantil inédita "A Menina que Morava no Chuveiro". A peça é baseada no livro homônimo de Antonio Prata. Voltada para o público de 0 a 6 anos, a peça conta de forma lúdica, se utilizando de música ao vivo, a história de uma menina que não queria sair do banho. A peça terá dois atores no elenco (pai e mãe), um sanfoneiro que tocará música ao vivo e a menina.

Sinopse

A peça infantil “A Menina que Morava no Chuveiro”, baseada no livro infantil homônimo de Antonio Prata, conta a história de Lina, uma menina de 5 anos que gostava tanto de tomar banho que um dia resolve que irá morar no chuveiro. Preocupados, seus pais fazem tudo para convencê-la a sair, usando argumentos como a necessidade de comer, dormir, ir à escola e passando pelo importantíssimo tema de conscientização ambiental a respeito da necessidade de se economizar água. Mas Lina com sua imaginação primorosa tem solução para tudo e inventa mil artimanhas para defender sua ideia, sempre de forma muito criativa e bem-humorada. Quando parecia que nenhuma razão seria suficiente para dissuadi-la, a mãe se lembra que Lina é louca por festa junina e que haveria uma naquele mesmo dia. Lina ainda tenta levar a festa para dentro do chuveiro, mas é convencida pela impossibilidade de acender uma fogueira na água, de forma que acaba por aceitar ir à festa, aproveita muito todas as brincadeiras, mas logo que chega em casa surpreende a todos, mostrando que ainda não havia se dado por vencida...

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O objetivo geral do projeto é realizar a montagem e temporada do espetáculo musical infantil "A Menina que Morava no Chuveiro", baseada no livro homônimo de Antonio Prata. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 14 apresentações da peça na cidade do Rio de Janeiro e 3 apresentações no Nordeste, sendo 2 em uma capital (provavelmente Fortaleza) e outra em uma cidade de menos de 150 mil habitantes (a ser definida posteriormente). - Criar um espetáculo de grande qualidade artística, aliando música, teatro, dança e vídeo, com linguagem voltada para o público de 0 a 6 anos; - Trabalhar com uma ficha técnica de experientes nomes do teatro e da música; - Resgatar músicas do cancioneiro junino brasileiro e apresenta-las ao público infantil; - ampliar o acesso da população em geral e sobretudo o público mirim a espetáculos de teatro; - gerar oportunidades de trabalho no mercado cultural das referidas cidades.

Justificativa

O projeto "A Menina que Morava no Chuveiro" se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Informamos ainda que os objetivos do Art. 3° da referida norma a serem alcançados são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Estão envolvidos no projeto nomes muito experientes no teatro como a premiada diretora Inez Vianna e também o autor em ascensão, Antonio Prata, que também assina a adaptação. Para a direção musical será convidado Pedro Miranda, que também interpretará o pai da menina. A mãe será interpretada pela consagrada atriz Debora Lamm. A peça é produzida pela Tema Eventos Culturais, que possui mais de 30 anos de atividades e diversas participações bem-sucedidas em editais Petrobras BR. Cenário, videografismo e direção de arte ficarão a cargo do Estudio Radiográfico. Figurinos serão de Flávio Souza , iluminação de Francisco Rocha e direção de movimento de Denise Stutz.

Estratégia de execução

Daremos preferência às mídias sociais e materiais não poluentes de forma a reduzir o impacto ambiental causado pelo projeto.

Especificação técnica

Produto principal: uma peça infantil com música ao vivo e duração prevista de 1h. Contrapartida social: Aula-Palestra com Inez Viana Público alvo: 600 alunos e professores de instituições públicas de ensino (300 a cada dia) Idade mínima: 13 anos Duração: 3 horas por cada dia

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 18 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, serão adotadas as seguintes medidas: Para o produto principal: Acessibilidade física: A equipe de produção garantirá o acesso a cadeirantes, portadores de deficiência e/ou mobilidade reduzida. Deficientes auditivos: Realização de 2 apresentações (1 por mês) no Rio de Janeiro com tradução para Libras. Para essas apresentações, será destinada cota de ingressos gratuitos para ONGs e escolas que beneficiam esse público. Deficientes Visuais: a produção providenciará a impressão de folders do projetos com os textos em braile para possibilitar a compreensão deste público, que poderá apreciar o projeto por se tratar de um musical. - A produção do espetáculo prestará atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, com mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. Para a ação de contrapartida: Acessibilidade física: A equipe de produção garantirá o acesso a cadeirantes, portadores de deficiência e/ou mobilidade reduzida. Deficientes auditivos: Realização de 1 das aulas-palestra com a presença de um intérprete de Libras para atender aos estudantes de teatro que se enquadrem neste público. Deficientes visuais: Por se tratar de uma aula-palestra, o conteúdo pode ser perfeitamente acessível aos deficientes visuais, que terão o acesso ao teatro garantido pela produção do espetáculo. OBS: Os custos para essas ações estão incluídos na planilha orçamentária.

Democratização do acesso

Serão adotadas as seguintes medidas: Em conformidade ao Art. 20 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019: - Distribuição gratuita de 10% dos ingressos a organizações sociais e/ou instituições públicas de ensino; - Comercialização de 20% dos ingressos com valores acessíveis (sendo o máximo o valor do Vale-Cultura); - Cobrança de valor de meia-entrada em 50% dos ingressos disponíveis para venda Em conformidade ao Art. 21 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019: - Disponibilização na Internet do registro audiovisual das apresentações, através de transmissão ao vivo, e de conteúdo de bastidores, em vídeos no YouTube. Como contrapartida social, faremos uma aula-palestra gratuita de teatro ministrada pela diretora Inez Vianna e voltada para professores e estudantes de teatro de instituições públicas no Rio de Janeiro.

Ficha técnica

Ficha técnica: Direção: Inez Vianna Autor /adaptação: Antonio Prata Direção musical e personagem do pai: Pedro Miranda Personagem da mãe: Debora Lamm. Cenário, videografismo e direção de arte: Estudio Radiográfico Figurinos: Flávio Souza iluminação: Francisco Rocha Direção de movimento: Denise Stutz Direção de Produção: Amanda Menezes Produção Executiva: Carla Mullulo Administração e proponente: Tema Eventos Culturais (realizará as atividades de coordenação administrativa, gestão financeira e eventualmente captação de recursos) Currículos: Antonio Prata: Antonio Prata nasceu em São Paulo em 1977. É escritor e roteirista e tem treze livros publicados, entre eles Nu, de botas (Cia das letras, 2013) e os infantis Jacaré, não! (Ubu editora, 2017) e A menina que morava no chuveiro (Ubu Editora, 2019). Em 2013, foi selecionado pela revista Granta como um dos 20 melhores escritores brasileiros com menos de 40 anos. Escreve crônicas aos domingos no jornal Folha de S. Paulo e trabalha como roteirista na Rede Globo, onde participou da equipe das novelas Bang Bang (2006) e Avenida Brasil (2012), A regra do Jogo (2015) e das séries Os experientes (2016, prêmio APCA de melhor série e finalista do Emmy Internacional), Sob Pressão (2017/2018, vencedor do APCA de melhor série) e Pais de primeira (2018, vencedor do prêmio ABRA de melhor roteiro de série cômica). Pedro Miranda: Cantor, percussionista, ator, compositor: Pedro Miranda é um intenso artista carioca. Craque nas divisões rítmicas, começou a cantar em rodas de samba nos anos 90, em meio à revitalização da Lapa, e dali se projetou. Já rodou mundo afora com sua voz de timbre único e seu pandeiro, sempre com seu humor cheio de verve, reflexos rápidos e sorriso aberto. Por "Samba Original", seu terceiro álbum, conquistou o Prêmio da Música Brasileira 2017 na categoria Melhor Disco de Samba. Na mesma premiação, recebeu a indicação de Melhor Cantor de Samba. O segundo álbum, "Pimenteira" (2009), que veio na sequência de "Coisa com Coisa" (2006), arrancou elogios de Caetano Veloso: o artista disse ser "um evento especial em nossa música", "trabalho de fôlego" e "disco de um grande artista". Figura de destaque na cena contemporânea do Rio de Janeiro, Pedro Miranda criou o Samba da Gávea, o Forró da Gávea, o Gávea Convida Coletivo Choro na Rua (realizado gratuitamente) e o Lapa-Gávea. Debora Lamm: Tendo feito mais de 40 espetáculos como atriz e diretora, Debora Lamm também é integrante e fundadora da Cia OmondÉ, que completa 10 anos em 2020. Fez diversos personagens no cinema, entre eles as protagonistas do sucesso de bilheteria Muita Calma Nessa Hora, do premiado Seja o Que Deus Quiser de Murilo Sales, e do novo lançamento da Conspiração Filmes, L.O.C.A.. Sua parceria com a diretora Júlia Rezende no filme Como é Cruel Viver Assim, lhe rendeu a indicação de melhor atriz no festival internacional de cinema da África do Sul. Na TV Globo, atuou entre séries e novelas com Mauricio Farias, Dennis Carvalho, Denise Saraceni, Marcius Melhem, Zé Luís Villamarim, Gilberto Braga, Amora Mautner, Felipe Miguez, Guel Arraes, entre outros. No momento, participa da novela das 21h, de Manuela Dias, Amor de Mãe. Durante 4 anos, ao lado de Bruno Mazzeo, encabeçou o primeiro programa de dramaturgia da TV a cabo brasileira, o sucesso Cilada. No teatro foi dirigida por Maria Clara Machado, Inez Viana, Ivan Sugahara, César Augusto, Guida Vianna, Domingos Oliveira, Hamilton Vaz Pereira, Cacá Mourthe, Adriano Guimarães, Ricardo Kosovski, Georgette Fadel, Guilherme Leme Garcia, Monique Gardenberg, entre outros. Vencedora dos prêmios Zilka Salaberry, Coca-Cola e Botequim Cultural como atriz, nas peças infantis, Coisas que a gente não vê e A bruxinha que era boa, e como diretora, no Botequim Cultural, com o infantil Suelenaraian. No teatro adulto, ganhou o prêmio FITA, como atriz, pelo espetáculo Os Mamutes, de Jô Bilac. Recebeu ainda indicações dos prêmios: Zilka Salarerry (direção) e CBTIJ (direção). Questão de Crítica (atriz), APTR (atriz), Aplauso Brasil (atriz) e Botequim Cultural (atriz).Em suas oito direções teatrais, acaba de estrear TIO com Eduardo Sterblitch e Renata Gaspar e a segunda parceria com Luisa Arraes, num texto inédito escrito pela atriz.Em 2020 completa 23 anos de carreira. Inez Viana: A carioca Inez Viana, é atriz, diretora teatral, professora de interpretação teatral e dramaturga, com Pós graduação em Direção Artística, pelo Instituto CAL, RJ.Começou a dirigir teatro em 2009. Já dirigiu 15 peças, e recebeu prêmios e indicações de melhor direção do Prêmio Shell, APTR, Questão de Crítica, APCA, Prêmio Contigo e FITA. Junto com 9 atrizes e atores, fundou, em 2010, a Cia OmondÉ, que já tem 8 peças montadas, todas com sua direção: Auto de João da Cruz, de Ariano Suassuna [2020]; A Mentira, dramaturgia de Inez Viana a partir do romance de Nelson Rodrigues, [2018]; Mata Teu Pai, de Grace Passô [2017]; Os Inadequados, criação coletiva Cia OmondÉ [2015]; Infância, Tiros e Plumas, de Jô Bilac [2014]; Nem mesmo todo o oceano, dramaturgia de Inez Viana a partir do romance de Alcione Araújo [2013]; Os Mamutes, de Jô Bilac [2012]; As Conchambranças de Quaderna, de Ariano Suassuna [2009]. Fora da companhia, dirigiu: ‘Imortais' de Newton Moreno [2017]; ‘Memórias de Adriano' de Margueritte Youcenar, adaptação de Thereza Falcão [2016]; ‘O que você vai ver' adaptação de Rodrigo Nogueira para All That Fall, de Samuel Beckett [2014]; ‘Cock, Briga de Galo' de Mike Bartlett [2014]; ‘Meu Passado me Condena' de Tati Bernardi [2014]; ‘Maravilhoso' de Diogo Liberano [2013]; ‘Amor Confesso' de Arthur Azevedo [2011]. Como atriz, seus últimos trabalhos foram: 2018/2019: A Última Peça, de Inez Viana, direção Danilo Grangheia; 2019: Por Favor Venha Voando, de Pedro Kosovski, direção Georgette Fadel; 2017: Nu de Botas, de Antônio Prata, direção Cristina Moura; 2015: Krum, de Hanock Levin, direção Marcio Abreu; 2014: Fluxorama, de Jô Bilac, direção Inez Viana, Rita Clemente e Viniciús Arneiro; 2012: Na Selva das Cidades, de Bertold Brecht, direção Aderbal Freire Filho; 2009: Sassaricando, de Sergio Cabral e Rosa Maria Araújo, direção Cláudio Botelho; 2007: A Mulher que escreveu a Bíblia, de Moacyr Scliar, adaptação de Thereza Falcão, direção Guilherme Piva. Manteve uma parceria com o escritor Ariano Suassuna, em seus últimos 16 anos de vida, realizando, além da direção da peça ‘As Conchambranças de Quaderna’ [2009] e do documentário ‘Cavalgada à Pedra do Reino’ [2000], 3 outros eventos: a produção do primeiro Festival Ariano Suassuna [2001], no RioScennarium, Rio de Janeiro; Encontro com Ariano Suassuna [2003], no Sesc Copacabana, Rio de Janeiro e a coordenação artística de Ariano Suassuna 80, produzido pela Sarau Agência de Cultura [2007], no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e no Sesc Copacabana. Dirigiu inúmeros shows, com diversos artistas, entre eles: Paulinho da Viola, Hamilton de Holanda, Soraya Ravenle, Pedro Miranda, Marcos Sacramento, Vidal Farias, Tuca Andrada, Beatriz Rabello, entre outros. Co-dirigiu o espetáculo ‘Só’, solo de Denise Stutz, que estreou no Panorama de Dança, em 2018 e participou da Bienal de Dança em Campinas, 2019.Há alguns anos, começou uma parceria com a editora Cobogó, onde já tem publicado 4 livros com as peças da sua Cia OmondÉ e 1 texto seu, A Última Peça, que foi dirigido por Danilo Grangheia no Sesc Pompeia, São Paulo, em agosto de 2018 e no Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro, em agosto de 2019. Em 2020 começou a ministrar aulas de interpretação teatral, na Faculdade CAL, Rio de Janeiro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.