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PRONAC 202420Apresentou prestação de contasMecenato

PROJETO QUEIMA DO ALHO - CULTURA DE SABOR IMATERIAL

ASSOCIACAO GESTAO CULTURAL NO INTERIOR PAULISTA
Solicitado
R$ 996,2 mil
Aprovado
R$ 1,00 mi
Captado
R$ 1,00 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
44330975000153Usina Colombo S/A - Açucar e Álcool1900-01-01R$ 800,7 mil
05151518000140Belenus do Brasil Ltda1900-01-01R$ 200,0 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Intervenções em bens imóveis tombados/acautelados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Monte Alto
Início
2020-10-01
Término

Resumo

A Queima do Alho é o alimento preparado para os peões que marchavam pelos estradões, traz em seu entorno várias manifestações culturais que faziam parte da vida caipira pastoril como o toque do berrante, catira, viola, a tradicional bombacha. A Queima do Alho já é pela LEI Nº 13.364, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2016, reconhecida como patriomonio imaterial. Reúne em seu fazer, vários elementos que precisam ser mantidos e resgataddos. O PROJETO QUEIMA DO ALHO - CULTURA DE SABOR IMATERIAL buscará através dos trabalhos de campo, do material fotográfico, material de vídeos, pesquisa e depoimentos, da abertura oficial do projeto e da pesquisa com o evento da Queima do Alho para cerca de 10050 pessoas, apresentar também ao IPHAN o pedido para de abertura de processo para que o IPHAN possa avaliar e quiça também reconhecer a Queima do Alho como Patrimônio Imaterial da Cultura Brasileira e salvaguardar mais um importante patrimônio de nossa cultura: A QUEIMA DO ALHO.

Sinopse

Pesquisa, evento culinário da queima do alho, elabração, produção e publicaçao de livro sobre a pesquisa da Queima do Alho. Enquadramento no artigo 18. SOLICITAÇÃO REENQUADRAMENTO DO PROJETO NO ARTIGO 18. QUEIMA DO ALHO CULTURA DE SABOR IMATERIAL Resumo do Projeto: A UNESCO define como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial “as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas - junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados - que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural”. Esta distinção foi criada em 1997. A Constituição Brasileira de 1988 já consolida esse tipo de reconhecimento. A Queima do Alho, presente na cultura caipira, com todo o resgate minucioso de seu entorno, urge a necessidade de pesquisar e publicar seu rico patrimônio cultural imaterial, pois se trata de expressão cultural legítima, que ocorre em poucas regiões desse Brasil, em especial no interior Paulista. A “Queima do Alho” é mantida, seguindo os costumes e tradições da época, onde só através de comitivas eram feitas as entregas de boiadas aos frigoríficos. O nome “Queima do Alho” tem duas origens mais aceitas até a presente data, a primeira e mais aceita, é que os tropeiros escolhiam um peão para ser o cozinheiro e comunicava aos demais peões que aquele seria o homem que iria “queimar o alho” para a comitiva ótica machista para evitar quaisquer pensamentos sobre os cuidados “femininos” para se cozinhar. Foi esta versão que se perpetuou entre os peões. A segunda versão é que as mulheres dos peões falavam que os homens não sabiam cozinhar por isto deixariam o alho queimar. Pois bem, o fato é que ao entorno do da Queima do Alho os peões da época enquanto esperavam a “bóia”, tocavam viola, dançavam catira, contavam causos e tocavam o berrante. A Queima do Alho reúne em seu fazer, vários elementos da cultura caipira que precisa ser mantida e resgatada, inclusive para explicar às crianças como que a cerca de 70, 80, 100 anos atrás o homem estradeiro, peão de comitivas, fazia para se alimentar, se comunicar, numa época onde não havia celular, quanto mais internet. Hoje, sabe-se que muitos dos causos de pescador e muitas modas de viola têm origem nos estradões desse Brasil, em especial do Mato Grosso ao interior de São Paulo. Essa pesquisa tem ainda a intenção de dar corpo a LEI FEDERAL: LEI Nº 13.364, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2016. Eleva o Rodeio , a Vaquejada, bem como as respectivas expressões artístico-culturais, à condição de manifestação cultural nacional e de patrimônio cultural imaterial. Reconhece o rodeio, a vaquejada e o laço, bem como as respectivas expressões artísticas e esportivas, como manifestações culturais nacionais; eleva essas atividades à condição de bens de natureza imaterial integrantes do patrimônio cultural brasileiro; e dispõe sobre as modalidades esportivas equestres tradicionais e sobre a proteção ao bem-estar animal. (Redação dada pela Lei nº 13.873, de 2019)O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Esta Lei reconhece o rodeio, a vaquejada e o laço, bem como as respectivas expressões artísticas e esportivas, como manifestações culturais nacionais, eleva essas atividades à condição de bens de natureza imaterial integrantes do patrimônio cultural brasileiro e dispõe sobre as modalidades esportivas equestres tradicionais e sobre a proteção ao bem-estar animal. (Redação dada pela Lei nº 13.873, de 2019) Art. 2º O rodeio, a vaquejada e o laço, bem como as respectivas expressões artísticas e esportivas, são reconhecidos como manifestações culturais nacionais e elevados à condição de bens de natureza imaterial integrantes do patrimônio cultural brasileiro, enquanto atividades intrinsecamente ligadas à vida, à identidade, à ação e à memória de grupos formadores da sociedade brasileira. (Redação dada pela Lei nº 13.873, de 2019) Art. 3º Consideram-se patrimônio cultural imaterial do Brasil o Rodeio, a Vaquejada e expressões decorrentes, como: Art. 3º São consideradas expressões artísticas e esportivas do rodeio, da vaquejada e do laço atividades como: (Redação dada pela Lei nº 13.873, de 2019) I - montarias; II - provas de laço; III - apartação; IV - bulldog; V - provas de rédeas; VI - provas dos Três Tambores, Team Penning e Work Penning; VII - paleteadas; e VIII - outras provas típicas, tais como Queima do Alho e concurso do berrante, bem como apresentações folclóricas e de músicas de raiz. Art. 3º-A. Sem prejuízo do disposto no art. 3º desta Lei, são consideradas modalidades esportivas equestres tradicionais as seguintes atividades: (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) I - adestramento, atrelagem, concurso completo de equitação, enduro, hipismo rural, salto e volteio; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) II - apartação, time de curral, trabalho de gado, trabalho de mangueira; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) III - provas de laço; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) IV - provas de velocidade: cinco tambores, maneabilidade e velocidade, seis balizas e três tambores; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) V - argolinha, cavalgada, cavalhada e concurso de marcha; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) VI - julgamento de morfologia; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) VII - corrida; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) VIII - campereada, doma de ouro e freio de ouro; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) IX - paleteada e vaquejada; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) X - provas de rodeio; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) XI - rédeas; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) XII - polo equestre; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) XIII - paraequestre. (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) Art. 3º-B. Serão aprovados regulamentos específicos para o rodeio, a vaquejada, o laço e as modalidades esportivas equestres por suas respectivas associações ou entidades legais reconhecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) § 1º Os regulamentos referidos no caput deste artigo devem estabelecer regras que assegurem a proteção ao bem-estar animal e prever sanções para os casos de descumprimento. (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) § 2º Sem prejuízo das demais disposições que garantam o bem-estar animal, deve-se, em relação à vaquejada: (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) I - assegurar aos animais água, alimentação e local apropriado para descanso; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) II - prevenir ferimentos e doenças por meio de instalações, ferramentas e utensílios adequados e da prestação de assistência médico-veterinária; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) III - utilizar protetor de cauda nos bovinos; (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) IV - garantir quantidade suficiente de areia lavada na faixa onde ocorre a pontuação, respeitada a profundidade mínima de 40 cm (quarenta centímetros). (Incluído pela Lei nº 13.873, de 2019) Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 29 de novembro de 2016; 195º da Independência e 128º da República. MICHEL TEMERAlexandre de Moraes Este texto não substitui o publicado no DOU de 30.11.2016 A Lei Rouanet e seu artigo 18 garante que: g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial." Sejam enquadrados no artigo 18 e é o caso do projeto em Questão, pois trata-se de um projeto de patrimônio cultural imaterial. O proponente roga que o projeto seja adequado ao enquadramento no artigo 18.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Pesquisar, sistematizar e divulgar informações sobre a manifestação da cultura caipira denominada Queima do Alho como forma de preservar um importante ramo da cultura nacional, ainda pouco estudado, que é a vertente pastoril da cultura caipira e realizar um evento de abertura oficial do projeto com o fim de criar condições de acesso a um grande número de pesosas a essa deliciosa culinária caipira de sabor e manigestações de cunho imaterial. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: * Elaborar e publicar um livro sobre o resultado da pesquisa realizada com tiragem de 1500 exemplares e distribuição gratuita. * Produzir 5 compêndios com o resultado da pesquisa. * Criar página específica na internet para divulgação e disponibilização do material da pesquisa. * Realizar a manifestação cultural denominada QUEIMA DO ALHO para 10.050 pessoas para o lançamento oficial do projeto de pesquisa. * Preservar, Manter e valorizar a tradição da Queima do Alho. * Criar registo fotográfico e audiovisual das manifestações que existem da Queima do Alho. * Disponibilizar durante 12 meses no sitio da proponente www.agcip.org.br registo fotográfico e audiovisual com depoimentos ligados a Queima do Alho. * Adequar o resultada da pesquisa às exigências do IPHAN e apresentar um pedido de registo como patrimônio imaterial da cultura brasileira. * Elaborar uma ontologia cultural sobre a cultura caipira, com foco em sua vertente pastoril, para basear a sistematização das informações e dados levantados pela pesquisa. * Disponibilizar a ontologia cultural sobre a cultura caipira pastoril na página do Projeto e outros repositórios para que outros pesquisadores e pesquisadoras possam usufruir de seus conceitos.

Justificativa

Sem a lei de incentivo à cultura, patrimônios culturais são desprezados, em especial por governos, empresas que adotam a modernidade que o mundo atual disponibiliza e, com isso, ignora totalmente a história por traz de um patrimônio material e imaterial. A lei de incentivo, aqui, é de forma umbilical um INCENTIVO para que haja recursos e meios para que patrimônios culturais material e imaterial sobrevivam ao tempo e a falta de recursos. A Queima do Alho está presente na cultura caipira desde as últimas décadas do século XIX (com o início do clico das boiadas) e vem se mantendo ao longo dos séculos com força e respeito às tradições, isso graças à força que ela exerce sobre as populações caipiras. Das paradas que os peões de boiadeiros faziam nos estradões para comer até as demonstrações que as atuais "Comitivas de Queima do Alho" fazem por todo o Brasil como forma de celebrar um passado que não se quer esquecer, muito tempo passou, mas a cultura caipira continua, apesar das ressignificações, muito bem representada. Com tanta riqueza cultural em seu entorno, urge pesquisar e publicar sobre a Queima do Alho‎, pois em se tratando de expressão cultural legítima, que ocorre em poucas regiões desse Brasil, em especial no interior Paulista, constitui-se verdadeiro tesouro que poderá ser perdido caso não seja devidamente cuidado, caso não haja a valorização e o reconhecimento da Queima do Alho como algo pertencente a cultura caipira. A "Queima do Alho" é mantida, seguindo os costumes e tradições da época, onde só através de comitivas eram feitas as entregas de boiadas aos frigoríficos. O nome "Queima do Alho" tem duas origens mais aceitas até a presente data, a primeira e mais aceita, é que os tropeiros escolhiam um peão para ser o cozinheiro e comunicava aos demais peões que aquele seria o homem que iria "queimar o alho". Para a comitiva (ótica machista) isso servia para evitar quaisquer pensamentos sobre os cuidados "femininos" para se cozinhar. Foi esta versão que se perpetuou entre os peões. A segunda versão, menos aceita, é que as mulheres dos peões falavam que os homens não sabiam cozinhar e por isto deixariam o alho queimar. O fato é que em torno da "Queima do Alho" os peões da época das boiadas, enquanto esperavam a "bóia", tocavam viola, dançavam catira, contavam causos e tocavam o berrante. A Queima do Alho reúne em seu fazer, vários elementos da cultura caipira que precisa ser mantida e resgatada, inclusive para explicar às crianças como que a cerca de 70, 80, 100 anos atrás o homem estradeiro, peão de comitiva, fazia para se alimentar, se comunicar, numa época onde não havia celular, quanto mais internet. Hoje, sabe-se que muitos dos causos de pescador e muitas modas de viola têm origem nos estradões desse Brasil, em especial do Mato Grosso ao interior de São Paulo. Essa pesquisa abrirá caminhos para o reconhecimento e valorização dessa manifestação cultural, a Queima do Alho. A pesquisa será dividida em dois momentos: · 1º momento: Período em que será realizada toda a pesquisa, pesquisa da origem da Moda de Viola, berrante, dança da Catira, Origem dos Causos e identificar em que momento essas manifestações culturais torna-se presente na cultura caipira, no peão de boiadeiro. Será realizado nesse período visitas a várias cidades do interior paulista, nas cidades já citadas e demais cidades que obviamente surgirão com o andar da pesquisa. Todo o trabalho que for produzido, descoberto será arquivado e já nesse período de pesquisa inicia-se o processo de digitalização da pesquisa. · 2º momento: Período de sistematização da pesquisa realizada, revisão, digitalização do conteúdo, elaboração, edição e entrega dos Compêndios da pesquisa sobre a Queima do Alho, bem como período de todos 1500 livros. Compêndios: No mês de DEZEMBRO de 2021, já com a prestação de contas o proponente irá já como contrapartida à sociedade disponibilizar a entrega dos 5(cinco) Compêndios com todo o material lapidado da pesquisa sendo que um exemplar vai para a Biblioteca Municipal de Barretos, pois na cidade ocorre anualmente a final do circuito nacional da Queima do Alho com toda sua gama de manifestações cultural caipira e assim o material ficará disponível em um local público para pesquisa, um para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, um para o CONDEPHAAT, um para arquivo junto à prestação de contas e, por fim, um para o proponente desse projeto. Queima do Alho no asfalto: A Queima do Alho ganhou evidência, por ainda ser realizada como verdadeiro resgate cultural. A valorização dessa importante manifestação cultural caipira levou na Assembleia Legislativa, a realização inédita em 2009 de uma Queima do Alho, na qual o proponente deste projeto, enquanto, na época, presidente da AGCIP, coordenou o evento, e uma pauta de programa da TV ALESP, com vistas a sensibilizar a classe política sobre um patrimônio imaterial brasileiro que está em vias de se perder. Os debates vêm sempre avançando, dada a formação diversa, porém complementar, dos integrantes da equipe de pesquisa. A Queima do Alho reúne elementos ligados a saberes e fazeres do caipira paulista, determinados pela necessidade de caipiras de outros estados de chegarem ao estado marchando com seus cavalos, mulas e bois. Essa interação, por cerca de 50 anos, criou o perfil do peão das estradas boiadeiras ou peão de boiadeiro, ligado a raízes culturais muitas vezes ainda presentes, mas não concebidas como patrimônio cultural popular. Tal cultura precisa ser pesquisada, registrada e disponibilizada para pesquisa e promoção da história do povo brasileiro, do povo paulista, do povo caipira. O projeto QUEIMA DO ALHO CULTURA DE SABOR IMATERIAL está em sintonia com a LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, em especial no artigos 1º e 3º da referida lei. O Projeto QUEIMA DO ALHO CULTURA DE SABOR IMATERIAL poderá ser enquadrado no artigo 18, pois "ataca" ações como patrimônio cultural material e imaterial, ação de segurança, preservação de documentação, memória, manutenção ou aquisição de acervos, ação de pesquisa e de educação, exposições e outras atividades, livros, impressos eletrônicos, eventos culturais de vertente imaterial. Outro fator importante é que a QUEIMA DO ALHO já é, através da LEI Nº 13.364, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2016 elevada a Patrimonio Imaterial da Cultura Brasileira. A QUEIMA DO ALHO possui manifestações culturais dentro das artes cênicas, da literatura, da música instrumental relacionada a moda de viola, sanfona, da dança nos grupos de catira, nas artes visuais nas tralhas da comitiva e nas vestimentas dos comissionários e peões que, são trajes não usuais e que nos rementem ao um passado não tão distante e por fim é uma manifestação diretamente relacionada a preservação do patrimônio cultural material e imaterial. No dia do evento oficial de abertura do projeto e da pesquisa serão 30 comitivas que prepararão a comida em seus trajes típicos e em meio às ‘traias’ (apetrechos e ferramentas usadas no dia a dia dos peões de boiadeiros) sendo que a própria ação de preparo da comida se constitui num atrativo para o público, pois enquanto preparam a comida, os membros das comitivas conversam com o público presente e explicam o que é Queima do Alho cumprindo assim um papel de formação cultural. Terá ainda: Dança de Catira; Contação de causos e histórias; Danças folclóricas relacionadas a cultura do homem estradeiro; Música instrumental com orquestra de violões Música instrumental com orquestra de sanfonas Música instrumental com camerata de violões Diante das ações explicitadas acima a proponente esclarece que o projeto se relaciona sem dúvida com o artigo 18 da lei Rouanet, sem o qual, essas manifestações citadas acima, sem o incentivo da lei, irão desaparecer, pois não possuem espaços no mercado, na grande mídia. A proponente roga queo projeto seja enquadrado no artigo 18 da lei Rouanet, pois, reforça, sem esse incentivo o projeto não acontece.

Estratégia de execução

O proponente roga que o projeto seja adequado ao enquadramento no artigo 18. Confecção do Livro: Serão confeccionados 1500 livros. Brochura com aproximadamente 200 páginas. Tamanho, 14x21. Capa colorida em papel duplex 250 com orelhas e acabamento fosco. Miolo costurado em papel sulfite 90 gr e impressão em of set. Informações sobre o Livro: O livro Será nos moldes acadêmicos com sistematização de informações, referências bibliográficas e notas de rodapé, o livro apresentará os resultados do projeto sob três focos principais. Título: QUEIMA DO ALHO: CULTURA DE SABOR IMATERIAL Compêndio: O Compêndio com todo material lapidado e revisado da pesquisa realizada não poderá ter menos que 300 laudas. Papel couchê, capa dura, tamanho mínimo 36x28. Pesquisa em Campo: Informo que a ideia é partir das cidades já citadas nesse projeto. O Contato será sempre realizado através de comitivas existentes nas cidades e ou pelo departamento de cultura das cidades, somente posterior a esses contatos é que os pesquisadores irão procurar outras referências na cidade. Serão 7 meses de pesquisa, elaboração de relatório, arquivos fotográficos e de áudio visual. A Equipe coordenadora se responsabiliza em providenciar autorização do direito de uso de imagem a todos que forem entrevistas e tiverem sua foto e ou vídeo publicados. Além das cidades já citadas a meta é rodar o maior número possível de cidades do interior paulista onde haja promoção da cultura caipira, obedecendo ao valor previsto na planilha orçamentária. Os gastos de pedágio, alimentação, hospedagem e combustível estão já inclusos no item: Grupo de Despesas de Produção e Execução - Despesas de Viagens. Será provido para cada viagem um relatório com os gastos da viagem, como já foi informado aqui, o montante final dos relatórios de viagem, não poderão ultrapassar o limite lançado na planilha. Contextualização e descrição do evento Queima do Alho A Queima do Alho, enquanto manifestação e evento cultural, faz referência ao momento de parada das comitivas boiadeiras nas longas viagens pelos estradões para descanso dos peões de boiadeiros e também das boiadas. Na época, devido à presença costumeira de violeiros e contadores de causos nas comitivas, eram frequentes as rodas de violas, a contação de causos, o jogo de baralho, a doma de animais e outras atividades intrínsecas da cultura caipira que conferia ao momento de descanso um caráter de manifestação cultural. Outra referência cultural do projeto é a culinária que é denominada como Queima do Alho e se refere à comida daqueles antigos peões de boiadeiros que se alimentavam nas paradas que, geralmente, aconteciam em Pontos de Pouso que, inclusive, deram origem à várias cidades do interior. Essas confraternizações dos peões de boiadeiros em torno de seu ato alimentar diário forneceram os elementos basilares para o que hoje se denomina Queima do Alho e constitui o foco da pesquisa e, por consequência, do projeto. No longo período que se sucedeu ao ciclo das grandes boiadas, esse momento de paradas dos peões foi sempre relembrado pelos remanescentes das antigas comitivas e seus descendentes de forma que a permitir a preservação de suas principais características e singularidades. Como o passar do tempo e fim definitivo do transporte do gado através das boiadas, esta manifestação migrou para eventos culturais e sociais das comunidades caipiras. Surgiram neste contexto o que se denomina Comitivas que são grupos de pessoas que se dedicam à preservação da cultura caipira em sua vertente pastoril, ou seja, manifestações culturais relacionadas à criação de gado bovino e muares. Deu-se então, pelas mãos dos membros dessas comitivas e organizadores de diversos concursos culinários típicos, a ressignificação de um ato cotidiano dos peões nas estradas em manifestação cultural nas cidades cujo escopo abrange não apenas a culinária típica da cultura boiadeira caipira, mas também outros elementos como: a música, a contação de causos, a declamação de poemas, os concursos de berrante, exposição das ‘traias’ que são os utensílios e apetrechos usados pelos peões além da vestimenta típica. Disso tudo se constitui o que se denomina aqui como Queima do Alho e é disso tudo que se ocupará o trabalho de pesquisa apresentado. Gerou-se em torno dessas comitivas um grande patrimônio cultural que se encontra disperso e muito entranhado nas comunidades caipira mas ainda bem pouco conhecido pelos agentes culturais devido à falta de estudos a respeito e pesquisas a respeito. Neste contexto, o Projeto se propõe a realizar uma grande pesquisa e sistematizar as informações e dados sobre a Queima do Alho de forma a despertar o interesse não só do público comum como de pesquisadores e estudiosos das manifestações culturais caipiras. Como forma de reunir num mesmo local o máximo de expoentes da cultura boiadeira caipira, o Projeto propões a realização de uma grande Queima do Alho com 30 comitivas que atenderão um total de 10.050 pessoas como forma de divulgar e lançar o trabalho de pesquisa que se estenderá por 12 meses. O Kit para cada comitiva para preparo da Queima do Alho é constituído dos seguintes itens: · 10k PANCETA PARA TORRESMO · 60 k ALCATRA BOVINA COMPLETA · 15k BACON · 10k CEBOLA · 10k LINGUICA FINA · 10k LINGUICA CALABRESA · 5k ALHO GRANEL KG · 30 PACOTE GARFO PLÁSTICO REFEIÇÃO C/50 UN · 25 PACOTES 500GR DE FARINHA DE MANDIOCA · 10 OLEO SOJA PET 900ML · 50 PACOTE 400GR CHARQUE · 1K PACOTE DE AÇÚCAR REFINADO 1KG · PRATO DESCARTÁVEL C/10 210 MM · 4 PACOTES CAFÉ TRADICIONAL 500GR · 25 PACOTES FARINHA DE MILHO · 20K FEIJÃO CARIOCA O cardápio é composto de arroz carreteiro, feijão gordo, paçoca de carne e churrasco. A comida é feita em fogão improvisado, bem próximo ao chão. Será realizado na forma tradicional, como era realizado em épocas boiadeiras. Poderão participar até 30 comitivas que serão selecionadas pela equipe do projeto e que tenham pelo menos 5 anos de atuação cultural, que declare conhecer, respeitar e seguir as regras minuciosamente, que apresente junto a seu currículo pelo menos uma carta de apresentação de notoriedade pública que ateste o trabalho cultural da comitiva. Todas as comitivas terão que ter pelo menos um berranteira(a) e no máximo 10 pessoas. As comitivas só participarão se estiverem dentro do contexto da tradição. O cozinheiro tem que estar preparado como se estivesse no estradão, pessoa que conhece bem as tradições boiadeiras ou pessoa que esteve na lida. 1. O cozinheiro pode levar no total até 10pessoas, já contando o berranteiro(a). 2. Os seus apetrechos de lida (cargueiros) têm que estar completos. 3. Tem que estar no local do evento no mínimo 5 horas antes. 4. Durante o evento, à comitiva, é proibido qualquer tipo de bebida alcoólica. 5. Atender prontamente às regras impostas pelos coordenadores. 6. Não é admissível vasilhame de plástico ou louça. 7. Após a comida pronta, o Ponteiro anuncia com o seguinte toque do Berrante: Toque “Queima do Alho”. 8. Relação de utensílios que cada comitiva terá que ter em seu cargueiro. (Apetrechos de lida - que se usa no cargueiro) - Trempe - fogão de chão - Machado para cortar lenha - cabo curto - Panela média - Panela GRANDE para 10 Kg de arroz - Caldeirão pequeno - Caneca para água - Bule com coador e mancebo - Socador de feijão e alho - Chaleira pequena - Frigideira pequena - Caneco pequeno - Tábua de carne pequena - Bacia pequena para lavar arroz (alumínio) - 01 ou 02 espetos para carne - 02 Latas de 20 litros que caibam na Bruaca - 01 Latão de banha pequeno - 01 Lata pequena de paçoca - 06 a 08 Pratos de ferro agate - 01 Chapa de ferro ou lata para fritura de carne - 01 Lamparina - 01 Concha e 01 escumadeira - Talheres - Canequinha para café de ferro agate Obs.: Garrafa térmica, louça e plástico ficam abolidos.

Especificação técnica

Confecção do Livro: Serão confeccionados 1500 livros. Brochura com aproximadamente 200 páginas. Tamanho, 14x21. Capa colorida em papel duplex 250 com orelhas e acabamento fosco. Miolo costurado em papel sulfite 90 gr e impressão em of set. Informações sobre o Livro: O livro Será nos moldes acadêmicos com sistematização de informações, referências bibliográficas e notas de rodapé, o livro apresentará os resultados do projeto sob três focos principais. Título: QUEIMA DO ALHO CULTURA DE SABOR IMATERIAL Compêndio: O Compêndio com todo material lapidado e revisado da pesquisa realizada não poderá ter menos que 300 laudas. Papel couchê, capa dura, tamanho mínimo 36x28. Pesquisa em Campo: Informo que a ideia é partir das cidades já citadas nesse projeto. O Contato será sempre realizado através de comitivas existentes nas cidades e ou pelo departamento de cultura das cidades, somente posterior a esses contatos é que os pesquisadores irão procurar outras referências na cidade. Serão 7 meses de pesquisa, elaboração de relatório, arquivos fotográficos e de áudio visual. A Equipe coordenadora se responsabiliza em providenciar autorização do direito de uso de imagem a todos que forem entrevistas e tiverem sua foto e ou vídeo publicados. Além das cidades já citadas a meta é rodar o maior número possível de cidades do interior paulista onde haja promoção da cultura caipira, obedecendo ao valor previsto na planilha orçamentária. Os gastos de pedágio, alimentação, hospedagem e combustível estão já inclusos no item: Grupo de Despesas de Produção e Execução - Despesas de Viagens. Será provido para cada viagem um relatório com os gastos da viagem, como já foi informado aqui, o montante final dos relatórios de viagem, não poderão ultrapassar o limite lançado na planilha. Pesquisa: Abordagens relevantes sobre o andamento da pesquisa em si com relatos de acontecimentos, descrições de cenários e depoimentos de pessoas pesquisadas. A ideia é, através dos acontecimentos do dia a dia da pesquisa, apresentar personagens e situações da cultura caipira na atualidade e ao mesmo tempo relacionar o presente ao passado destacando os pontos em que a cultura caipira mais e menos se preservou. Evento da Queima do Alho: 30 comitivas tradicionais de queima do alho que irão coninhar para 10050 mil pessoas, em média 335 pessoas por comitiva.

Acessibilidade

Sabe-se que a acessibilidade garante a segurança e integridade física de pessoas com necessidades especiais ou de mobilidade reduzida, assegurando assim o direito de ir e vir, e ainda de usufruir dos mesmos ambientes que uma pessoa sem necessidade especial, seja por espaços projetados já com esse objetivo ou ainda espaços. Portando no dia do evento de lanamento do projeto, evento da Queima do Alho haverá: EVENTO QUEIMA DO ALHO LANÇAMENTO OFICIAL CO PROJETO * acessibilidade fisica: banheiros adptados, rampas de acesso e pavimentação para que as pesosas andem sem dificuldade, cadeiras para idosos, lactantes, pessoas obesas. * acessibilidade auditiva: interprete de libras para explicar o que é uma comitiva da queima do alho * acessibilidade visuais: audiodescrição do que é a queima do alho, do preparo, das traias, das comitivas, visita sensorial a exposição de traias da Queima do Alho. LIVRO * acessibilidade fisica: NÃO SE APLICA * acessibilidade auditiva: NÃO SE APLICA * acessibilidade visuais: SERÃO impressos 100 livres em braille

Democratização do acesso

De acordo com o artigo 21: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso. A PROPONENTE IRÁ: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural.

Ficha técnica

Equipe: A equipe que estará envolvida contará com: Edemilson José do Vale - Pesquisador - Escritor - Consultor em projetos: Coordenador Geral que irá acompanhar durante 13 meses todo o projeto, desde a possível aprovação, coordenação geral até a execução final. O Coordenador geral tem ciência de que só será remunerado caso o projeto seja aprovado. Cabe ao coordenador geral acompanhar passo a passo o processo da pesquisa, arquivamento de dados, elaboração dos compêndios e do livro a ser publicado. Luiz Mozzambani Neto e Amarildo Dudu Bolito ambos formados na área de humanas: Pesquisador irão prover durante 12 meses todo trabalho de pesquisa, mapeamento das cidades visitadas. Vai entrevistar as pessoas ligadas à pesquisa, vai montar os relatório mensal e encaminhar ao coordenador e ao responsável pela revisão e arquivamento de todo material pesquisado. Dagoberto Fonseca - Professor Doutor da Unesp de Araraquara: Orientador graduado que que durante 4 meses fará a orientação academia da pesquisa, bemcomo, revisão da matéria para publicação, em especial dos compêndios e do livro. Vai ainda arquivar e revisar o material gráfico para possível publicação em imprensa. Vale ressaltar a equipe do projeto, conforme pode conferir em seus currículos anexos possui vivências ligadas à cultura caipira, por terem nascido e ou crescido no interior de São Paulo, terem sidos gestores de cultura e possuírem trabalhos e realizações ligadas à cultura caipira. RESULTADOS: Apresentação dos resultados com foco nos destaques mais relevantes e que dizem respeito mais diretamente à Queima do Alho. A ideia é fazer um resumo da pesquisa para assim facilitar a compreensão do público em geral e incentivar esses mesmos leitores a aprofundarem-se na questão da cultura caipira. OPINIÕES: Diferentemente do compêndio onde a pesquisa será apresentada de forma isenta, no livro o texto será mais opinativo refletindo as opiniões dos autores e mesmo a defesa de teses. Vale ressaltar, no entanto, que mesmo as opiniões dos autores serão apresentadas nos moldes dos trabalhos acadêmicos com citações de fontes sejam elas acadêmicas ou não. Coordenador Geral: O Coordenador Geral Edemilson José do Vale, irá acompanhar todo o projeto, desde o mapeamento das pesquisas, vai ajudar a pesquisar, sistematizar as informações e, sobretudo, elaborar o livro e os compêndios como resultado final da pesquisa realizada. Caberá ao Coordenador Geral, que é o proponente deste projeto, os serviços de orientar e informar o contador para prestação de contas do mesmo. Currículo Amarildo Dudu Bolito - Dirigente da entidade: Amarildo Dudu Bolito Endereço: Rua 07 de Setembro, 131, Rincão- SP. CEP: 14.830-000 e-mail: dudu.rincao@gmail.com (16) 9-9618-5275 1982: Ingressou via concurso público nos CORREIOS. 1983: Ingressou via concurso público na CPFL. 1983-1990: Cursou Ciências Sociais na UNESP - Universidade Estadual Paulista 1985: Criação do Cine Clube da Piscina em Rincão-SP. 1990 a 2000: Diretor Nacional de Energia da FNU - Diretor fundador da Escola Sindical São Paulo. 2001: Foi eleito prefeito de Rincão e cria a FESTA JUNINA de Rincão (nos dias são 17 anos de festa tradicional junina ininterrupta) 2001: Criação do Festival de Música Raiz em Rincão. 2001: Criação do Projeto: Cinema o Bairro (Cine Clube Itinerante) 2001: Descentraliza ações culturais por todos os bairros do município de Rincão. 2007 a 2012: Federação Nacional dos Urbanitários, Coordenador Institucional do Instituto Observatório Social; diretor fundador do Fórum Amazônia Sustentável 2005 a 2012: Membro do Comitê de Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil; 2014 a 2016: Presidente do Consórcio Intermunicipal Culturando (Primeiro e único Consórcio Público específico de cultura do Brasil), Diretor do Comitê da Bacia do Rio Mogi; Secretário Geral da APREC, Associação dos Municípios da Região Central – SP. 2001 a 2004; 2013 a 2016: Prefeito do Município de Rincão. 2017 – Coordenou Projeto da cultura caipira e Queima do Alho na Festa do Peão em Barretos 2017. 2017 – Assumi a presidência da AGCIP 2017 – 2018 – 2019: Coordena o PALCO CULTURANDO em três anos passaram pelo Palco mais de 5 mil artistas das mais variadas vertentes culturais do Brasil. 2018: Diretor de Convênios do Consórcio Culturando – Primeiro Consórcio Público de Cultura do Brasil.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2024-09-30
Locais de realização (1)
Barretos São Paulo