Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 202423Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival de Inverno da UFMG: arte, cultura e patrimônio.

FUNDACAO RODRIGO MELLO FRANCO DE ANDRADE
Solicitado
R$ 743,0 mil
Aprovado
R$ 743,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-08-01
Término
2021-08-01
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisTiradentes Minas Gerais

Resumo

Realização de edição do Festival de Inverno da UFMG que tem como tema as redes de criação fundadas no estabelecimento de vínculos entre os sujeitos dos mais diversos saberes artísticos, humanísticos e da tradição visando a criação artística, a valorização da memória do patrimônio material e o compartilhamento de experiências poéticas. A prática da criação perpassa a constituição dos diversos saberes e conhecimentos, configurando-se como procedimento fundamental para a manutenção e desenvolvimento cultural de um país. A partir da temática redes de criação: arte, cultura e tradição, propõe-se a realização de residências artísticas, oficinas de iniciação, palestras, jornada, mesas-redonda, exposições, exibições de filmes comentados, apresentações de espetáculos de teatro e dança e shows.

Sinopse

1. RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS: Convívio entre artista convidado e artistas residentes que, orientados pelo primeiro, desenvolverão e produzirão um trabalho artístico. O diálogo e a relação com o contexto e com os participantes da residência são parte fulcral desse processo de criação. Estão previstas para a edição 2020 do Festival, 6 (seis) Residências artísticas nas modalidades: teatro, dança, artes plásticas, música e literatura. – Cada 1. Residência terá uma duração de 6h por dia, no período de 13 a 18 de julho de 2020. Carga horária total: 36 horas. Classificação indicativa: livre. 2. OFICINAS: Curso de iniciação ou capacitação voltado para estudantes e interessados com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento e formação através das artes e ofícios. A oficina possui uma natureza prática e experimental. Estão previstas para a edição 2020 do Festival 16 (dezesseis) oficinas, todas as com classificação indicativa livre. Cada oficina terá uma duração de 3 (três) horas por dia, no período de 13 a 18 de julho. Carga horária total: 15 horas. Os temas abordados serão: Artes Plásticas, Arte urbana, Artes Cênicas, Jazz, Literatura e Música, Expografia, Música popular brasileira, Música erudita, Música para crianças, Performance instrumental, Percussão, Cordas e Saberes Tradicionais. 3. APRESENTAÇÕES ARTÍSTICO-CULTURAIS – A agenda cultural do Festival contemplará eventos diversos tais como: apresentações selecionadas por meio de edital, espetáculos de teatro, performance, intervenção, dança, música, exposição, exibição de filmes e outras manifestações artísticas selecionadas por curadoria. Classificação indicativa: livre. 4. PALESTRAS –Reuniões em que um professor, artista, mestre ou especialista em determinado tema apresenta suas ideias para uma plateia que já possui noções sobre o assunto. Após a apresentação o público poderá fazer questionamentos. O objetivo é de fomentar a reflexão crítica entre os participantes, as palestras e mesas-redondas discutirão assuntos relacionados ao eixo temático da 52ª edição do Festival, as redes de criação fundadas no estabelecimento de vínculos entre os sujeitos dos mais diversos saberes artísticos, humanísticos e da tradição, visando a criação artística, a valorização da memória do patrimônio material e imaterial e o compartilhamento de experiências poéticas. Classificação indicativa: livre. 5. MESAS-REDONDAS – Eventos que reúnem pequenos grupos de pessoas conhecedoras de um assunto controvertido, sob a coordenação de um moderador. Cada participante da mesa apresenta seus pontos de vista num espaço de tempo predeterminado. Assim como as palestras, o objetivo é de fomentar a reflexão crítica entre os participantes, as palestras e mesas-redondas discutirão assuntos relacionados ao eixo temático da 52ª edição do Festival, as redes de criação fundadas no estabelecimento de vínculos entre os sujeitos dos mais diversos saberes artísticos, humanísticos e da tradição, visando a criação artística, a valorização da memória do patrimônio material e imaterial e o compartilhamento de experiências poéticas. Classificação indicativa: livre. II JORNADA DE ESTUDOS SOBRE PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL - Espaço de encontro e discussão entre as diversas instâncias envolvidas nas concepções e práticas do patrimônio cultural imaterial em Minas Gerais. Estarão presentes representantes de comunidades cujos saberes foram patrimonializados, pesquisadores(as) universitários(as) e agentes de políticas públicas para refletirem sobre dois eixos 1. principais: os sentidos locais do patrimônio e os desafios que o assunto hoje suscita. Classificação indicativa: livre.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar o Festival de Inverno da UFMG que visa a criação artística, a valorização da memória do patrimônio material e imaterial e o compartilhamento de experiências poéticas por meio do estabelecimento de vínculos entre os mais diversos sujeitos de saberes e conhecimentos culturais, de modo crítico e sensível, constituindo-se como lugar de encontro, formação, aprendizagem pelas artes e culturas, pela fruição da excelência artística, dos saberes tradicionais e populares e o reconhecimento da alteridade. Objetivos específicos: 1 _ Promover o trânsito entre os sujeitos por meio da produção e fruição cultural a partir da interação entre as cidades de Belo Horizonte, Tiradentes e a UFMG /2 _ Promover o diálogo inventivo entre sujeitos da comunidade interna e externa à UFMG, por meio da realização de 3 (três) mesas redondas (ação formativa de contrapartida social) e 3 (três) palestras, todas as atividades serão gratuitas e oferecidas presencialmente, sobre culturas e políticas culturais, diálogos com artistas, professores e representantes da sociedade civil. No total, esperamos atingir 840 (oitocentos e quarenta) pessoas através das três mesas redondas e 180 (cento e oitenta) pessoas através das três palestras. Nas mesas redondas convidaremos o público do Centro de Referência da Juventude (CRJ) de Belo Horizonte, composto por alunos de escolas públicas periféricas, professores de instituições públicas de ensino, coletivos artístico-culturais, jovens, estudantes universitários e a população em geral. Garantiremos que, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) do quantitativo será constituído por estudantes e professores de instituições públicas de ensino. 3 _ Incitar a experimentação no exercício do aprender a aprender, com a realização de 5 (cinco) residências artísticas nas áreas de teatro, dança, literatura, música, artes plásticas e 16 (dezesseis) oficinas sobre artes e culturas, todas as atividades serão gratuitas e oferecidas presencialmente. No total, esperamos atingir 100 (cem) pessoas através das cinco residências artísticas e 330 (trezentas e trinta) pessoas através das 16 oficinas sobre artes e culturas; 4 _ Fomentar a reflexão crítica e dialógica entre os participantes, por meio da exibição de 3 (três) filmes , com sessões comentadas, todas as três exibições serão gratuitas e oferecidas presencialmente. Esperamos atingir 180 (cento e oitenta) pessoas com as três sessões comentadas; 5 _ Enfatizar as relações de troca e pertencimento entre as cidades de Belo Horizonte, Tiradentes e a UFMG mediante a realização de 5 (cinco) exposições de artistas, todas as exposições terão a entrada franca e serão oferecidas presencialmente. Esperamos a visita de até 1.500 (um mil e quinhentas) pessoas, sendo 300 (trezentas) pessoas em cada uma das cinco exposições. O período de duração das exposições variam de 1 a 4 meses e serão realizadas em três diferentes locais, sendo três exposições na cidade de Belo Horizonte (Campus Pampulha da UFMG e Centro Cultural UFMG) e duas na cidade de Tiradentes (Campus Cultural UFMG em Tiradentes); 6 _ Favorecer o reconhecimento da alteridade e compartilhamento de saberes, por via da realização de 1 (uma) Jornada de Estudos, esta atividade terá entrada gratuita e oferecida presencialmente, sobre o patrimônio cultural imaterial, com foco nas manifestações culturais vivas como festas, rituais, saberes e conhecimentos tradicionais. Esperamos atingir 220 (duzentas e vinte) pessoas nesta atividade. 7 _ Possibilitar o acesso aos cidadãos de Belo Horizonte, Tiradentes e aos demais interessados, a programação artística cultural, por meio da seguinte programação gratuita: 15 (quinze) apresentações musicais , 5 (cinco) apresentações teatrais e 4 (quatro) apresentações de dança e 2 (duas) intervenções , todas as apresentações serão gratuitas e oferecidas presencialmente. No total, esperamos atingir 6.480 (seis mil quatrocentos e oitenta) pessoas através das 24 (vinte e quatro) apresentações musicais, teatrais e de dança e até 100 (cem) pessoas através das duas intervenções. As apresentações de música, teatro e dança acontecerão no Centro Cultural UFMG, Conservatório UFMG, Campus Pampulha UFMG, já as intervenções acontecerão nas ruas do Campus Pampulha UFMG;

Justificativa

Após mais de cinquenta edições, o Festival de Inverno da UFMG tem exercido sua missão de fomento à formação, investigação e difusão artística e cultural, promovendo Minas Gerais no âmbito nacional e trazendo para Minas diversos artistas e pensadores de outras localidades e países. Importante ação de promoção cultural, o Festival de Inverno da UFMG foi pioneiro no Brasil no que se refere a um evento que associa formação, investigação artística e mostra de produtos culturais. Esse evento é uma das mais longevas e importantes ações de extensão da UFMG e prima ao associar ensino, pesquisa e extensão, eixos organizadores da política educacional desta instituição. Ressaltamos que foi no âmbito do Festival de Inverno que surgiram importantes grupos artísticos brasileiros, com renome internacional, a saber: o Grupo Giramundo (teatro de bonecos), o Grupo Corpo (dança), o UAKTI (música instrumental), o Grupo Galpão (teatro) e o Grupo Oficcina Multimédia (artes multimeios). Assim, tem-se estabelecido profícuo intercâmbio artístico-cultural entre os sujeitos de diversas linguagens artísticas, bem como entre os mestres da tradição e pesquisadores das ciências e da filosofia. Por meio da realização de mais uma edição, a UFMG reitera sua preocupação e, consequente, promoção dos diversos saberes e conhecimentos artístico e culturais por meio da criação, estudo, experimentação, discussão compartilhada, fruição de produtos culturais, compreendendo arte, ciência, filosofia e saberes tradicionais. Promover a cultura torna-se premente, dada sua natureza crítica e política que viabiliza a reflexão e a proposição de práticas criativas favorecendo a consciência e, consequentemente, a formação humanística dos brasileiros. O Festival de Inverno, nessa edição, propõe ações relacionadas a questões prementes da sociedade atual como a desigualdade econômica, a proteção do meio ambiente, a participação equânime na produção e fruição da cultura, a cultura da paz, as políticas para juventude, e, desse modo, pretende dar continuidade a mais de cinquenta anos de promoção continuada de ações culturais para a sociedade. Por meio da abertura e incentivo à participação irrestrita nas ações oferecidas no Festival de Inverno, a Diretoria de Ação Cultural da UFMG se compromete a agir em prol da dignidade e da transformação positiva da sociedade. As atividades formativas e de fruição cultural, especialmente quando promovidas pela experimentação característica dos processos de criação e a decorrente atitude de imersão fortalecem a autoconsciência e capacidade inventiva dos sujeitos participantes. O diálogo com outros saberes em proposições experimentais e inventivas é um caminho possível para se abarcar sujeitos, pensamentos, procedimentos e histórias, e também para se investir na consciência da importância da alteridade nas políticas dos processos de criação. Assim, as apresentações artístico-culturais, residências, oficinas, palestras, mesas redondas, entre outros, acontecem, durante o Festival, como ações catalisadoras de experiências de criação, fruição e aprendizado, presentificando questões inerentes a esses processos e possibilitando uma renovada compreensão e possibilidade de desenvolvimento para as artes e culturas no Brasil. Para a concretização do Festival de Inverno da UFMG, torna-se imprescindível a utilização do mecanismo de Incentivo Federal a Projetos Culturais para que tenhamos acesso a apoiadores, de modo que esses, ofereçam os recursos financeiros necessários a efetivação da proposta. Além disso, associar-se a eventos culturais que promovem o ensino, a pesquisa e a publicização de produtos da cultura coloca a empresa patrocinadora na agenda da economia criativa por meio da viabilização de diversos empregos no setor da cultura e da vinculação de sua marca a ações culturais e artísticas de excelência. Vale ressaltar que a UFMG é reconhecida pela realização exitosa de ações culturais e pesquisas nas áreas da ciência, filosofia e arte há mais de noventa anos, o que lhe confere status de universidade de excelência no âmbito nacional e internacional, como pode-se conferir pelo último ranking da Times Higher Education (THE), periódico britânico, que colocou a UFMG como a melhor instituição de educação federal do Brasil. A realização de mais uma edição do Festival atende aos nove incisos do Art. 1° da Lei 8313/91, uma vez que contribui para facilitar, a todas as pessoas, os meios para o livre acesso à cultura e o pleno exercício dos seus direitos culturais; promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e prioriza o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades expressas acima, o Festival de Inverno, atende aos objetivos dispostos a seguir, presentes no Art. 3 da Lei 8313/91: I - incentiva à formação artística e cultural com a concessão de bolsas de estudo e trabalho no Brasil a artistas que residem no país e, com o oferecimento de minicursos, oficinas e residências de caráter artístico-cultural nos Espaços da Universidade, sem visar fins lucrativos, destinados à formação de pessoal da área da cultura e interessados; II - fomenta a produção cultural e artística, por meio da realização, no âmbito da programação do Festival de Inverno, de exposições, apresentações de artes cênicas, de música e congêneres; III - preserva e difunde o patrimônio artístico, cultural e histórico, através da proteção das tradições populares nacionais, mediante a possibilidade de compartilhamento desses saberes em minicursos; IV - estimula o conhecimento dos bens e valores culturais, ao proporcionar acesso gratuito e público aos espetáculos culturais e artísticos e V - apoia a outras atividades culturais e artísticas, fornecendo passagens para artistas de outras localidades que comporão a programaçã O Festival acontecerá nas cidades de Belo Horizonte e Tirandes, mas concentraremos as despesas na cidade de Belo Horizonte, pois nossa gestão se dará a partir dela.

Estratégia de execução

O Festival de Inverno da UFMG foi criado em 1967, decorrente da iniciativa de professores da Fundação de Educação Artística (FEA) e da Escola de Belas Artes da UFMG, com apoio da Escola de Farmácia da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). José Adolfo Moura (UFMG), o idealizador do nome do Festival, Fernando Pinheiro (FEA), Berenice Menegale (FEA), Maria Clara Dias Paes Leme (FEA), Vicente Trópia (Faculdade de Farmácia da UFOP), Haroldo Matos (UFMG), Álvaro Apocalypse (UFMG), Eduardo de Paula (UFMG) estão entre os criadores do Festival. A partir do primeiro Festival reuniram-se sempre no mês de julho pessoas relacionadas ao ensino, a pesquisa e à produção cultural com interesse em dar vida ao que seria hoje o Festival de Inverno da UFMG. O Festival de Inverno da UFMG, nas suas 51 últimas edições, abordou uma diversidade de temáticas, dentre elas, algumas dedicadas a artistas, como Guignard (1972), a momentos históricos, como os 300 anos do ciclo do ouro e do diamante (1974), a escritores, como a Guimarães Rosa (1975), a ecoarte (1992), a memória cultural (1995), pesquisa, prática e reflexão em arte (2002), a discussão de limites, (2003) e fronteiras nas artes contemporâneas (2004), as interatividades (2006), aos territórios híbridos (2007), traduções (2009), zonas de interferência-arte-cidades-conhecimento (2011), a pensar o bem comum (2012; 2013; 2014), as apropriações e transformações dos espaços da cidade e da universidade (2015); bem como pensar os territórios culturais de trânsito (2016); as Poéticas de transformação: Criação e Resistência (2017) e a Coexistência (2018) dos diversos e múltiplos autores e atores do Festival; a última edição realizada preocupou-se, mais uma vez, com a Memória: arte e patrimônio, dada a relevância do tema. Com foco na inter-relação entre artes, cultura e sociedade o festival foi sempre marcado pela atitude de experimentação que, nas artes e nas ciências, está associada às ideias de liberdade, imprevisibilidade, invento e criação. Nesta edição, a realizar-se no ano de 2020, o fio condutor das atividades perpassará pela abordagem do Direitos Humanos. No período de realização da 52ª edição do Festival de Inverno, a UFMG sediará também o 9º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária – CBEU (8, 9 e 10 de julho de 2020), o Fórum Nacional de Pró-reitores de Extensão - FORPROEX (6 e 7 de julho de 2020) e o Fórum Nacional de Gestão Cultural das Instituições de Ensino Superior - FORCULT (13 e 14 de julho de 2020), todas essas atividades empreenderão esforços para articular e potencializar encontros entre suas programações, o que ampliará o alcance de público e possibilitará a criação de uma rede de apoio mútuo entre os eventos e universidades participantes.

Especificação técnica

Oficinas 1 – LAVA: CRIAÇÃO COREOGRÁFICA Estudo coreográfico sobre a capacidade performática das mãos em transformar diferentes contextos. Professor: Thiago Granato –Suas produções são resultado de processos que insistem em promover experiências de transformação política através da inovação estética. Vagas: 20 Carga horária: 20h 2 - MOVÊNCIAS: CORPOCIDADE Revela o talento de 14 jovens artistas que circulam, trabalham, estudam e integram ações artísticas e culturais no entorno da Praça da Estação. Professor: Wilson de Avellar - Atua cena artística de Belo Horizonte desde os anos 80. Formado em desenho pela Escola de Belas Artes da UFMG. Vagas: 20 Carga horária: 20h 3 - A URGÊNCIA DA INEFICIÊNCIA: O CORPO DISPONÍVEL Residência de criação em dança contemporânea. Professor: Tuca Pinheiro ‒ Bailarino, formado em dança clássica e contemporânea, diretor coreográfico, criador e professor.Vagas: 20 Carga horária: 20h 4 - DE QUEBRADA: DA ORALIDADE À POESIA IMPRESSA Poetas do slam vão discutir processos de edição e noções básicas de como fazer um livro. Professores: Emília Mendes ‒ Professora do curso de Edição e coordenadora do Laboratório de Edição da FALE/UFMG. 62 pontos - Coletivo mineiro de pesquisa e produção gráfica em técnicas analógicas que se estabeleceu em 2017. Vagas: 20 Carga horária: 20h 5 – ANTÍGONAS Tem o objetivo potencializar, por meio do teatro, o protagonismo e o empoderamento das mulheres de ocupação. Professoras: Grupo de Teatro Mulheres de Luta – Coletivo de pesquisa teatral sobre questões femininas com foco na trajetória de mulheres que, na luta pela moradia, passam da limitada vida doméstica para um outro lugar. Vagas: 20 Carga horária: 20h 6 – SOM E GESTO NO PALCO Desenvolver uma peça performática usando gestos e sons em condições iguais. O ritmo dos sons e das ações darão forma a uma criação coletiva e reflexiva. Professor: Damián Luis R Kees ‒ Compositor, performer, pesquisador e professor de música. Vagas: 20 Carga horária: 20h 7- ATELIÊ DE MONTAGEM DE EXPOSIÇÕES Discutir os processos de curadoria e expografia de forma prática, ao acompanharem o processo de montagem de uma exposição. Professores: Ana Martins Panisset ‒ Professora da Escola de Ciência da Informação da UFMG. Verona Segantini ‒ Professora de expografia do curso de Museologia da UFMG e Marco Elísio de Paiva ‒ Professor de História da Arte na UFMG e Sérgio Arruda ‒ Produtor cultural e especialista em montagem de exposições de arte. Vagas: 20 Carga horária: 20h 8 – VIVÊNCIA DE MÚSICA INSTRUMENTAL BRASILEIRA Voltada para instrumentistas com interesse no repertório da música instrumental brasileira. Professor: Trio Corrente ‒ Grupo vencedor do Grammy e uma das formações instrumentais mais destacadas do país. Vagas: 30 Carga horária: 20h 9 – PRÁTICA INSTRUMENTAL E PERFORMANCE DE MÚSICA DE CÂMARA PARA SOPROS serão 2 partes. Na primeira1º, cada músico do Quinteto Villa-Lobos irá ministrar um workshop sobre os estudos e as práticas relativas a seu instrumento. Na 2º, o quinteto irá abordar questões relativas à performance de música de câmara para quinteto de sopros Professor: Quinteto Villa-Lobos ‒ Fundado em 1962, o grupo esmera-se na divulgação da música de câmara brasileira. Vagas: 20 Carga horária: 20h 10 – BRINCADEIRAS, MÚSICA E CENA Serão propostas brincadeiras e canções tradicionais a partir do repertório do grupo Serelepe e dos próprios participantes. Professor: Serelepe EBA-UFMG ‒ Formado por Reginaldo Santos, Gabriel Murilo e Eugênio Tadeu, o grupo se dedica à produção artística e à música para crianças desde 2005. Vagas: 20 Carga horária: 20h 11– PALAVRA FALANTE: UMA INTRODUÇÃO À PERFORMANCE INTERMÍDIA Tem como objetivo propiciar aos participantes a possibilidade de vivenciar a experiência de construção das passagens que compõem o sempre instável. Professor: Ricardo Aleixo – Poeta, artista visual/sonoro, performador, pesquisador das poéticas da voz e do corpo, cantor, compositor, ensaísta e editor. Vagas: 20 Carga horária: 20h 12– NA LINGUAGEM DOS RITMOS O objetivo é ampliar o conhecimento básico dos participantes da música orgânica, facilitando a aprendizagem instrumental e proporcionando a busca de sua própria identidade musical.Professor: Mamour Ba ‒ Músico, percussionista, compositor, arranjador e multi-instrumentista, o senegalês. Vagas: 20 Carga horária: 20h 13 – DANÇAS URBANAS Esta residência propõe apresentar alguns dos estilos de dança oriundos da cultura hip-hop por meio da contextualização histórica, do conhecimento técnico e da experimentação coreográfica. Professores: Bárbara Almeida ‒ Artista e graduanda em Dança (UFMG), atua como professora em escolas da educação básica e em projetos sociais. Weslley Writer West Bento – B-boy e escritor de graffiti desde 2009, integra o grupo Spin Force Crew. Vagas: 20 Carga horária: 20h 14 – MAMULENGO – MANIPULAÇÃO E DRAMATURGIA Tem como objetivo capacitar o aluno às técnicas de manipulação de bonecos de luvas e à criação de esquetes ou passagens específicas para o teatro popular de bonecos nordestinos. Professor: Fernando Limoeiro - Professor de interpretação do Teatro Universitário da UFMG. Coordenador do Programa Polos de Cidadania da UFMG. Vagas: 20 Carga horária: 15 – GRAFISMO INDÍGENA E PINTURA CORPORAL Conhecer e utilizar tintas naturais para criação de grafismos e pinturas corporais, buscando conhecer alguns grafismos usados pelos povos indígenas. Professor: Arissana Pataxó - Artista plástica e mestre em Estudos Étnicos e Africanos pela Universidade Federal da Bahia. Vagas: 20 Carga horária: 20h 16 – ATELIER INTERATIVO ENTRE AS Artes Pretendemos explorar e pesquisar as relações entre as artes – a literatura, o desenho, a fotografia, o vídeo, a música e a dança – e suas ressonâncias afastadas das confortáveis convergências e semelhanças entre elas. Professor: Marcelo Kraiser - Professor da Escola de Belas Artes da UFMG e doutor em Literatura Comparada pela FALE/UFMG. Vagas: 20 Carga horária: 20h Residências Artísticas 1: MEMÓRIAS INVENTADAS: UM LABORATÓRIO TEATRAL SOBRE A IMPROVISAÇÃO ESTRUTURADA, A PARTIR DE TEXTOS DE MANOEL DE BARROS Propõe a composição individual de breve cena a partir de improvisação sobre lembranças pessoais, e composição de grupo a partir de poesias ou fragmentos de prosa. Professor: François Kahn – Ator, diretor, dramaturgo e pedagogo teatral. Vagas: 20 Carga horária: 56 horas 2: FRAGMENTOS DE MEMÓRIA: ARTE E PATRIMÔNIO Os alunos irão criar microcontos em torno do tema memória, arte e patrimônio, tendo como objeto os 30 anos de história do Centro Cultural da UFMG e o edifício tombado em que ele funciona. Professora: Sônia Queiroz ‒ Graduada e mestra em Letras (UFMG), onde leciona na área de Edição. Vagas: 20 Carga horária: 56 horas 3: PROCESSOS DE CRIAÇÃO & PESQUISA DE MATERIAIS Tem por objetivo desenvolver a inteligência visual, potencializar a criatividade, aumentar o conhecimento, a percepção e a sensibilidade, bem como ampliar o repertório cultural e a qualidade da produção artística dos participantes Professor: Jorge Fonseca – Artista autodidata. Ganhador de diversos prêmios, como 53° Salão Paranaense (1996); Vagas: 20 Carga horária: 56 horas 4: ATELIÊ DE MÚSICA – INTERDISCIPLINARIDADE COM DANÇA A oficina busca ampliar a percepção ao longo do processo para os estímulos que vêm da dança, do movimento físico, traduzindo este movimento em música e estimulando o outro. Professor: Benjamim Taubkin – Pianista, arranjador, compositor, curador e produtor musical. Vagas: 20 Carga horária: 56 horas 5: RESIDÊNCIA ARTÍSTICA NA INTERSECÇÃO ENTRE DANÇA E MÚSICA (MOVER E SOM) Busca focar a improvisação como bússola entre a música e a dança.Professora: Dudude Herrmann – Vive e trabalha entre Belo Horizonte e Casa Branca, onde tem um ateliê de artista promovendo ações linkadas a arte contemporânea. Vagas: 20 Carga horária: 56 horas A DESCRIÇÃO COMPLETA ESTÁ NOS ANEXOS DESTE PROJETO.

Acessibilidade

O Festival de Inverno produzirá um VT com a utilização do recurso de áudio-descrição e da interpretação em Libras, na expectativa de se atingir um maior número de pessoas com deficiência. Oficinas e Residências Artísticas Local: Centro Cultural UFMG Fisica: o espaço selecionado para a realização das oficinas e residências artísticas, por ser um edifício tombado como Patrimônio Histórico, não possui autorização para instalação de elevadores, sendo assim, as atividades serão realizadas no seu primeiro andar, no nível da rua, eliminando obstáculos existentes ao acesso. Visual: contaremos com monitores que auxiliarão os deficientes visuais a se locomover e a localizar as atividades de seu interesse. Auditivo: o Festival contará com a participação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, da UFMG, que possui uma equipe de intérpretes que farão a tradução da atividade, ofertando, quando necessário, o empréstimo de tecnologias assistivas. Local: Conservatório UFMG Física: o espaço selecionado, o auditório que fica no piso térreo, tem fácil acesso e já possui entrada adaptada para pessoas com mobilidade reduzida. Possui elevadores e banheiros adaptados às pessoas com mobilidade reduzida. Visual: contaremos com monitores que auxiliarão os deficientes visuais a se locomover e a localizar as atividades de seu interesse. Auditivo: o Festival contará com a participação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, da UFMG, que possui uma equipe de intérpretes que farão a tradução da atividade, ofertando, quando necessário, o empréstimo de tecnologias assistivas. Local: Espaço do Conhecimento UFMG Física: o espaço selecionado conta com elevadores e banheiros adaptados às pessoas com mobilidade reduzida e também oferece cadeira de rodas para empréstimo. Visual: contaremos com monitores que auxiliarão os deficientes visuais a se locomover e a localizar as atividades de seu interesse. Auditivo: o Festival contará com a participação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, da UFMG, que possui uma equipe de intérpretes que farão a tradução da atividade, ofertando, quando necessário, o empréstimo de tecnologias assistivas. O espaço também disponibilizará um tablet com conteúdo em Libras que guia visitantes com deficiências auditivas. Local: Campus Cultural UFMG em Tiradentes Física: quanto ao espaço selecionado, por ser um prédio tombado como Patrimônio Histórico, não possui autorização para instalação de elevadores, portanto, contará com atividades no seu primeiro andar, no nível da rua, eliminando obstáculos existentes ao acesso. Visual: contaremos com monitores que auxiliarão os deficientes visuais a se locomover e a localizar as atividades de seu interesse. Auditivo: o Festival contará com a participação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, da UFMG, que possui uma equipe de intérpretes que farão a tradução da atividade, ofertando, quando necessário, o empréstimo de tecnologias assistivas. Mesas redondas (contrapartida social), Palestras e Jornada de Estudos /Local: Conservatório UFMG Física: quanto ao espaço selecionado o auditório que fica no piso térreo, tem fácil acesso e já possui entrada adaptada para pessoas com mobilidade reduzida. Possui elevadores e banheiros adaptados às pessoas com mobilidade reduzida. Visual: contaremos com monitores que auxiliarão os deficientes visuais a se locomover e a localizar as atividades de seu interesse, além disso, a região da cidade de Belo Horizonte onde o Conservatório UFMG está localizado possui piso tátil, o que auxilia a locomoção da população com deficiência visual. Auditivo: o Festival contará com a participação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, da UFMG, que possui uma equipe de intérpretes que farão a tradução da atividade, ofertando, quando necessário, o empréstimo de tecnologias assistivas. Filmes com sessões comentadas Local: Centro Cultural UFMG Física: quanto ao espaço físico, por ser um edifício tombado como Patrimônio Histórico, não possui autorização para instalação de elevadores, sendo assim, as atividades serão realizadas no seu primeiro andar, no nível da rua, eliminando obstáculos existentes ao acesso. Visual: contaremos com monitores que auxiliarão os deficientes visuais a se locomover e a localizar as atividades de seu interesse. Auditivo: o Festival contará com a participação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, da UFMG, que possui uma equipe de intérpretes que farão a tradução da atividade, ofertando, quando necessário, o empréstimo de tecnologias assistivas. Apresentações Musicais, Teatrais e de Dança Acessibilidade física: Local: Auditório da Reitoria – Campus Pampulha UFMG: quanto ao espaço selecionado, o espaço conta com acesso adaptado às pessoas com dificuldade de mobilidade, está localizado no piso térreo do prédio da Reitoria e possui banheiros adaptados. Local: Praça de Serviço – Campus Pampulha UFMG: quanto ao espaço selecionado, a Praça de Serviços – Campus Pampulha UFMG conta com acesso adaptado às pessoas com dificuldade de mobilidade, como rampas e banheiros adaptados. Local: Centro Cultural UFMG: quanto aos espaços selecionados, por ser um edifício tombado como Patrimônio Histórico, não possui autorização para instalação de elevadores, sendo assim, as atividades serão realizadas no seu primeiro andar, no nível da rua, eliminando obstáculos existentes ao acesso. Local: Conservatório UFMG: quanto ao espaço selecionado, o auditório que fica no piso térreo, tem fácil acesso e já possui entrada adaptada para pessoas com mobilidade reduzida. Possui elevadores e banheiros adaptados às pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade visual: contaremos com monitores que auxiliarão os deficientes visuais a se locomover e a localizar as atividades de seu interesse. Acessibilidade auditiva: o Festival contará com a participação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, da UFMG, que possui uma equipe de intérpretes que farão a tradução da atividade, ofertando, quando necessário, o empréstimo de tecnologias assistivas. Intervenções Local: Ruas do Campus Pampulha UFMG /Física: as ruas selecionadas serão localizadas na região central do Campus Pampulha UFMG, que são planas e de fácil acesso a população com mobilidade reduzida. Visual: contaremos com monitores que auxiliarão os deficientes visuais a se locomover e a localizar as atividades de seu interesse. Auditivo: o Festival contará com a participação do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, da UFMG, que possui uma equipe de intérpretes que farão a tradução da atividade, ofertando, quando necessário, o empréstimo de tecnologias assistivas. Exposições Acessibilidade física: Local: Saguão do prédio da Reitoria – Campus Pampulha UFMG: o espaço selecionado para a realização da exposição, localizado no saguão do prédio da Reitoria conta com acesso adaptado às pessoas com dificuldade de mobilidade, pois está localizado no piso térreo do prédio da Reitoria, bem como, possuem banheiros adaptados. Local: Centro Cultural UFMG: o espaço selecionado para a realização de três exposições, por ser um edifício tombado como Patrimônio Histórico, não possui autorização para instalação de elevadores, sendo assim, as atividades serão realizadas no seu primeiro andar, no nível da rua, eliminando obstáculos existentes ao acesso. Local: Campus Cultural UFMG em Tiradentes: o espaço selecionado para a realização da exposição, por ser um prédio tombado como Patrimônio Histórico, não possui autorização para instalação de elevadores, portanto, contará com atividades no seu primeiro andar, no nível da rua, eliminando obstáculos existentes ao acesso. Acessibilidade visual: será produzida uma apresentação utilizando o recurso de áudio-descrição visando apresentar a exposição aos deficientes visuais. Acessibilidade auditiva: será produzido um VT utilizando a interpretação em Libras visando apresentar a exposição aos deficientes auditivos.

Democratização do acesso

A realização do projeto Festival de Inverno, atende aos itens V, VI, VII e X do art. 21 da IN Nº02/2019 do Ministério da Cidadania como medidas que objetivam a democratização do acesso, quais sejam: (...) III – disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV – permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; (...) VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; Para atendimento do item III do art. 21 da IN Nº02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto Festival de Inverno prevê a disponibilização, na internet, por meio das redes sociais do Festival de Inverno, dos registros audiovisuais das apresentações musicais, de dança e de teatro, bem como das palestras, das mesas redondas e da jornada de estudos. Serão realizadas transmissões ao vivo das atividades acima relacionadas nas redes sociais do Festival de Inverno, como o Instagram e o Facebook. Para atender ao item IV do art. 21 da IN Nº02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto Festival de Inverno permitirá a captação e veiculação por redes públicas de televisão de imagens das apresentações de música, dança e teatro, palestras, mesas redondas e da jornada de estudos. Para atendimento do item VI do art. 21 da IN Nº02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto prevê a inclusão de jovens, como bolsistas, que serão formados como produtores e divulgadores de Cultura. Nesse âmbito educativo, o projeto contribui para a formação de profissionais da cultura ao oferecer condições de aprimoramento e profissionalização de todas, ou da maior parte, das etapas da produção cultural. Os nossos aprendizes acompanharão de perto todo o processo da produção de um evento, desde a pré-produção até a pós-produção, sendo acompanhando por profissionais técnicos de referência na UFMG. A inclusão dos aprendizes no processo, com toda certeza, pode significar um importante fator de enriquecimento da formação profissional desses estudantes, que, com a supervisão diária e a orientação acadêmica necessárias, vivenciarão os conceitos éticos e estéticos estudados em sala de aula, no espaço vivo de produção e divulgação da arte e da cultura que acontece no projeto Festival de Inverno. Por outro lado, pela via da seleção e do acompanhamento do trabalho dos bolsistas/estagiários por profissionais (técnicos e docentes), um trabalho de boa qualidade será viabilizado, ampliando a capacidade produtiva de toda a equipe do projeto. A seleção dos aprendizes se dará por meio do atendimento a critérios previsto em edital, consideraremos prioritariamente aspectos socioeconômicos, interesse e perfil do candidato. As bolsas serão pagas pela UFMG e estarão sujeitas a disponibilidade orçamentária e financeira da Universidade. Quanto ao atendimento ao item VII do art. 21 da IN Nº02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto prevê no escopo de sua programação artística-cultural, inteiramente gratuita, a realização de, no mínimo, uma ação cultural voltadas ao público infantil e infanto-juvenil. A grande diversidade cultural presente na programação do Festival de Inverno, tanto em relação às linguagens artísticas quanto à procedência e gênero dos grupos artísticos que a integrarão, é um dos pontos fortes desta proposta. Com esse intercâmbio, serão beneficiados tanto os artistas, mestres e agentes culturais, quanto o público em geral, envolvidos nos processos de diálogo e compartilhamento de saberes.

Ficha técnica

Promoção: UFMG Realização: Diretoria de Ação Cultural Diretor DAC UFMG: Fernando Antônio Mencarelli Diretora-Adjunta de Ação Cultural: Mônica Medeiros Ribeiro Curadoria e Coordenação de Projetos e Espaços Culturais: Diomira Maria Cicci Pinto Faria, Fernando de Oliveira Rocha, Fabrício José Fernandino, Verona Campos Segantini. Coordenação Administrativa: Vera Lúcia Magalhães Silva Coordenação de Produção: Rosângela Santos Coordenação Geral: Prof. Fernando Antônio Mencarelli: Professor Titular da UFMG, pesquisador CNPq (Bolsa de Produtividade em Pesquisa PQ 1D) e diretor teatral. Doutor e mestre pela Unicamp, na área de História Social da Cultura, com trabalhos sobre a história do teatro brasileiro. Visiting Research Scholar no Graduate Center da City University of New York/CUNY (2017/2018, Bolsa CAPES de Estágio Senior no Exterior). Pós-Doutoramento em Teatro, no Laboratório ARIAS/CNRS-Universidade Sorbonne Nouvelle/Paris III, França (Bolsa CAPES). Professor na graduação em Teatro (Licenciatura e Bacharelado) e na pós-graduação em Artes (mestrado e Doutorado) da Escola de Belas-Artes da UFMG. Diretor de Ação Cultural da UFMG (2019). Coordenação do Campus Cultural UFMG em Tiradentes (2018). Membro do Comitê Diretor do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da UFMG. Foi membro do Comitê de Assessoramento da CAPES na área de Artes. Membro do Comitê de Assessoramento do CNPq na área de Artes (2013-2016). Foi membro do Conselho Estadual de Política Cultural de Minas Gerais (2014-2016). Atualmente é membro da equipe de pesquisadores da Maison des Sciences de L´Homme Paris Nord (Paris/França), pesquisador associado do Groupe de Recherche Théâtralité, Performativité et Effets de Presénce, da Université du Québec à Montréal (Canadá). Diretor artístico associado do Centro Internacional de Teatro Ecum (SP). Foi membro da equipe de organização da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (2013-2016). Co-coordenação : Prof. Mônica Medeiros Ribeiro: Atriz e dançarina, preparadora corporal, diretora. Doutora em Artes-PPG Artes da EBA/UFMG. Possui Graduação e Mestrado em Letras/UFMG. Especialista em Neurociências e Comportamento pelo /ICB-UFMG e Neuropsicologia pela FUMEC. Professora do departamento de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes da UFMG, com atuação no curso de Graduação em Teatro. Professora permanente da Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes da UFMG. Coordenadora da Pós Graduação em Artes da EBA/UFMG. Membro pesquisador do grupo de pesquisa IMPROLAB e do CRIA: Artes e Transdisciplinaridade, do qual é vice líder. Pesquisa processos de criação em artes da cena, práticas do corpo e epistemologias nas artes e humanidades. Coordenadora do LECAC - Laboratório de Estudos do Corpo nas Artes da Cena. Membro Pesquisador da ABRACE-Associação Brasileira de Pesquisa e Pós Graduação em Artes Cênicas. Diretora Adjunta de Ação Cultural da UFMG. Curador do Centro Cultural UFMG: Prof. Fabrício José Fernandino: escultor e professor Adjunto de Escultura da Escola de Belas-Artes/UFMG. Graduado em Pintura e Escultura, Mestre em Artes Visuais e Doutor em Artes pela Escola de Belas-Artes/UFMG. Ingressou na UFMG, como professor, em setembro de 1992, tendo sido chefe e subchefe do Departamento de Artes Plásticas - 1994/1997. Coordenador de Colegiado de Curso da Escola de Belas-Artes por duas gestões - 1998/2002. Membro do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) e da Pró-Reitoria de Graduação da UFMG - 1994/1996. - Membro do Conselho Diretor do Instituto Cultural Sérgio Magnane - Palácio das Artes. 2005 a 2014 - Membro do Conselho Diretor da Associação do Desenvolvimento da Rádio Difusão de Minas Gerais, ADTV, Brasil. De 1999 a 2002 foi Membro Titular da Diretoria executiva da Fundação Rodrigo Melo Franco - UFMG. Como artista plástico tem em seu currículo dezenas de exposições artísticas individuais e coletivas e atua intensamente com curadorias diversas no país e exterior. Em 2009 criou o projeto e foi Curador/ Coordenador da Bienal Universitária de Arte, realizando em 2010 a Bienal Zero, em 2012 a Bienal 1 e em 2014 a Bienal 2 ainda em processo. Em 2013 criou o projeto e foi Curador/Coordenador da Residência Artística Internacional em Tiradentes - Campus Cultural da UFMG. Como artista tem atuado e desenvolvido trabalhos com ênfase principalmente nos seguintes temas: arte ambiental, escultura, vídeo instalação, fotografia, curadorias, ação cultural e residências artísticas. É Diretor do Centro Cultural da UFMG na Gestão 2018/2022. Curador do Conservatório UFMG: Prof. Fernando de Oliveira Rocha: professor de percussão da UFMG desde 1998. Possui doutorado em música pela McGill University (Montreal, Canadá), onde estudou com Aiyun Huang e D?Arcy Philip Gray, Mestrado pela UFMG e Bacharelado em Percussão pela UNESP, onde tocou com o grupo PIAP e estudou com John Boudler, Eduardo Gianesella e Carlos Stasi. Entre 2015 e 2016 foi pesquisador visitante na Universidade de Virginia (EUA). Ao longo se sua carreira, Fernando tem se dedicado especialmente à performance de música contemporânea, participando, como solista ou membro de grupo de câmara, de inúmeros festivais internacionais, tanto no Brasil quanto no exterior (USA, Canadá, Argentina, Chile, Uruguai, Alemanha, França, Alemanha e Portugal). Também tem colaborado com vários compositores na criação de novas obras, tendo realizado a primeira audição de obras de Almeida Prado, Sílvio Ferraz, Roberto Victorio, Sérgio Freire,Edson Zampronha (Brasil), João Pedro Oliveira (Portugal), Lewis Nielson, Jacob Sudol (USA), Nicolas Gilbert, Geof Holbrook, D. Andrew Stewart (Canadá) e Mario Alfaro (Costa Rica). Atualmente é diretor do Grupo de Percussão da UFMG e do grupo de música contemporânea Sonante 21, além de membro do grupo Oficina Música Viva. Fernando também já se apresentou com vários grupos e músicos de jazz e música brasileira. Em 1997, recebeu uma bolsa de estudos para um curso de aperfeiçoamento em vibrafone e improvisação em Nova York, onde estudou com Stefon Harris e Joe Locke e tocou na Big Band de Bobby Sanabria. Curadora do Espaço do Conhecimento UFMG: Profª. Diomira Maria Cicci: Possui graduação em economia pela Universidade Católica de Minas Gerais (1982), especialização em planejamento pela Fundação João Pinheiro (1983) e estatística pela Universidade Federal de Minas Gerais (1998). Mestrado em turismo pela Universidad de Alicante, Espanha. Doutora em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, no doutorado de Economia do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar, e pela Universidad de Alicante, Espanha, com defesa de tese realizada em janeiro de 2012. Atualmente é professora adjunta do Departamento de Geografia da UFMG, líder do grupo de pesquisa " Turismo, economia, cultura e território" e colaboradora do grupo "Economia da Cultura", ambos do CNPq. Atua nas seguintes áreas: economia do turismo e da cultura, turismo e pobreza, viabilidade econômica de projetos e economia dos recursos naturais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.