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PRONAC 202426Apresentou prestação de contasMecenato

A Vedete do Brasil

WB PRODUCOES ARTISTICAS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 972,8 mil
Aprovado
R$ 1,19 mi
Captado
R$ 608,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
02967874000148ARCELORMITTAL PLANOS COMERCIAL LTDA1900-01-01R$ 528,0 mil
10723539000122YAMAN TECNOLOGIA LTDA.1900-01-01R$ 60,0 mil
04540010000170Porto Seguro - Seguro Saúde S/A1900-01-01R$ 20,0 mil

Eficiência de captação

51.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2023-01-15
Término

Resumo

"A Vedete do Brasil" é um projeto genuinamente brasileiro, que tem a finalidade de enaltecer a força das mulheres brasileiras da década de 40 e 50 através da criação de um espetáculo teatral que comemora os 100 anos que a grande vedete brasileira Virgínia Lane faria no ano de 2020.

Sinopse

A maior e mais cobiçada vedete brasileira, Virginia Lane, entrou para a História do Brasil por ter se tornado a célebre – e última – amante do Presidente Getúlio Vargas. Com a morte de Getúlio , ocorrida em 1954, Virgínia Lane se afastou dos holofotes da política, evitando sistematicamente se manifestar sobre o assunto. Pois bem, como ironia do destino, 52 anos e meio depois da morte do Estadista – que abriu a maior crise política de todo o século XX – e também no clima do Carnaval de 2007, em uma entrevista ao locutor Roberto Canázio da Rádio Globo, líder de audiência no Rio de Janeiro, “lá pelas tantas”, falando sobre amenidades artísticas, eis que repentinamente a Vedete do Brasil dispara uma declaração bombástica: Getúlio foi assassinado! A ex-vedete declara que estava na cama com seu amante Getúlio Vargas, que todos pensavam ter se matado. Na verdade, segundo ela, ele foi assassinado por quatro homens. Ato orquestrado, possívelmente, por Carlos Lacerda. É no decorrer dessa entrevista que acontece o espetáculo A VEDETE DO BRASIL, de Cacau Hygino. Durante o papo, além da revelação bombástica – que nunca saberemos se é verdade ou não - o espetáculo passeará por outras histórias , curiosidades e números musicais que marcaram a vida de Virginia Lane.

Objetivos

Apresentação "A Vedete do Brasil" é um projeto genuinamente brasileiro, que tem a finalidade de enaltecer a força das mulheres brasileiras da década de 40 e 50. Uma idealização da produtora cultural WB Produções em comemoração aos 100 anos que a grande vedete brasileira Virgínia Lane faria no ano de 2020. O teatro foi a grande diversão da sociedade brasileira até o início do século XX. Mesmo não tendo sido levado a sério pela elite intelectual brasileira, o teatro de revista foi o mais expressivo e fervilhante gênero nas primeiras décadas desse nosso ruidoso século XX. Com influências europeias, em específico a portuguesa e a francesa, como uma espécie de retrato da sociedade, estimulando o riso e a alegria através de falas irônicas e de duplo sentido, com canções "apimentadas", surgiu o Teatro de Revista e com ele a figura das Vedetes no Brasil, que trouxe para o país detalhes importantes nas suas produções e nas execuções das peças por todo o país. As vedetes tinham posição de destaque. O corpo feminino, vestido ou não, tornou-se o elemento fundamental do espetáculo e, dessa maneira, configurou-se como moeda de valor, como capital simbólico (corresponde ao conjunto de rituais de reconhecimento social, e que compreende o prestígio, a honra etc). O corpo feminino no teatro de revista era produto caro _ na realidade, chegava a ser talvez o maior valor que uma atriz pudesse ter, na época. Nesse sentido, as vedetes se apropriavam do seu próprio corpo para o prazer e a sensualidade (situação anteriormente reprimida), apoderando-se de seus espaços de atuação e representação como forma de garantir novos espaços sociais e autonomia. Dessa forma o autor Cacau Hygino e a diretora Claudia Netto pretendem trazer de volta essa figura feminina aos palcos, com toda sua sensualidade, carisma, beleza e talento. Ela que recebeu a faixa de A Vedete do Brasil das mãos do presidente Getúlio Vargas, fazendo referência às figuras populares dos teatros de revista. Virgínia Lane foi por muito tempo a "senhora das noites cariocas" com sua plataforma alta e colam cavado, fazia sucesso no cenário artístico da época. Interpretada por Suely Franco (grande atriz brasileira desde 1950, e com mais de 70 peças, grandes novelas e detentora de muitos prêmios), Flavia Monteiro e uma atriz a definir, a peça pretende ser, na sua forma literal, um grande espetáculo para a sociedade, com um texto que conduz a plateia para reflexões que giram em torno da vida, em especial do ser mulher, com todo seu talento, empoderamento e poder de escolha. Objetivos Gerais Viabilizar a montagem de um espetáculo cênico de um texto inédito, com uma grande força feminina e representatividade brasileira, por trás das linhas, reunindo uma notável equipe de profissionais qualificados e experientes dentro de suas atuações. Procuramos destacar o empoderamento, o feminismo e a memória da cultura brasileira e do teatro de revista, colocando em prova a vida dessa talentosíssima mulher e vedete brasileira, Virgínia Lane. Em relação a essa dicotomia entre o corpo teatral e o corpo social, considera-se que, estando no palco, expondo-se à visibilidade a figura de uma vedete brasileira exercemos uma função de avançar diante a fronteira do pudor mais rapidamente que no social, ganhando, dessa maneira, espaço e autonomia. Contudo apresentamos um protejo engajado nas lutas por uma sociedade igualitária, livre de preconceitos, com menos manipulação e mais prática, uma poética específica de um contexto. Queremos assumir o compromisso de colaborar para a transformação do mundo através do teatro, mostrando uma das principais características do teatro de revista e sua relação com a atualidade. E como esse "presenteísmo" era o que tornava o gênero tão peculiar, mas que ao mesmo tempo se tornou-se um obstáculo ao seu entendimento nos dias atuais. As novidades, os eventos da atualidade, os grandes eventos sociais eram a matéria-prima da revista. O sucesso dos espetáculos se dava em parte pelo grande poder de comunicação com a plateia que os atores e as atrizes exerciam. As situações do dia a dia eram apresentadas em linguagem popular, fortalecendo o vínculo com a plateia. Entre os objetivos do projeto, destacam-se: - Valorizar uma grande artista brasileira dos anos 50 e 60; - Comemorar os 100 anos de história que Virgínia Lane faria em 2020; - Incentivar a promoção de acessibilidade e de cidadania no teatro brasileiro, com a oferta de distintas linguagens para compreensão da obra, bem como de contrapartidas sociais no acesso ao espetáculo; - Colaborar para a valorização do teatro nacional, em um respeitoso trabalho conjunto com diversos profissionais qualificados para o segmento; - Reforçar a grande influência do teatro de revista nas produções atuais; - Fomentar o empoderamento femininos dentro das artes; - Valorizar a mulher da época na cena revisteira; - Regatar a memória da cultura brasileira. Objetivo específico Realizar a montagem do espetáculo teatral inédito "A Vedete do Brasil", apresentando ao expectador um instigante jogo teatral entre a plateia e os atores. Haverá duas temporadas, com 8 semanas cada, nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo. No total do projeto serão 48 apresentações.

Justificativa

Cacau Higino grande autor e roteirista, nos apresenta um texto legitimamente brasileiro, repleto de memórias, empoderamento, sensualidade e talento. Nos mostra como que o gênero teatro de revista foi marcado por alto grau de improvisação, a revista se apoiava no jogo estabelecido entre a plateia e os atores, com destaque para os cômicos e as vedetes. Naquela época, era possível observar uma crescente tomada de espaço em cena pelas mulheres, seja na figura das vedetes, seja na das coristas, ao passo que se percebe um gradual desnudamento do corpo feminino nos espetáculos. A Revista, gênero do teatro que ficou conhecido em todo País, surgiu no final do século 19 por Artur Azevedo. No início do ano montava-se uma peça que passava, em revista, os fatos que marcaram o ano anterior, abordando contexto mais crítico recheado de sátiras políticas. Com formato inspirado nos espetáculos franceses, o Teatro de Revista sofreu constante mudança ao longo do tempo. Os autores foram adotando para este teatro personagens de nossa história, como os portugueses, a mulata, o carioca, entre outros, trazendo o que o público queria ver e ouvir. O Teatro de Revista brasileiro ganhou os palcos durante os anos de 1940 e 1950. Nessa década, tempos boêmios do Rio de Janeiro, existia um lugar que reunia grande parte da sociedade da época. A Praça Tiradentes se fez famosa por abrigar o encantador Teatro de Revista e seus importantes espetáculos, boa parte deles, comandados pelo produtor e autor Walter Pinto.Era uma época em que não existia televisão, portanto o grande passatempo e diversão das pessoas era ir ao teatro. Mas as peças daquela época eram um pouco diferentes das de hoje. Seguiam teor e senso crítico por se espelharem nos costumes e tradições do povo. Não demorou muito para que o Teatro de Revista Brasileiro recebesse a participação de Célebes artistas estrangeiros, como a dançarina Josephine Baker, que cantou Boneca de Pixe ao lado de Grande Otelo, em 1939. Participação que, mais tarde, foi feita por Virginia Lane, famosa não só por sua beleza e talento, mas pelo discreto romance de 15 anos que manteve com Getúlio Vargas. Nos boatos da época, dizem que o ex-presidente a batizou de "Coelhinha". Além do talento de muitos atores como Oscarito, Grande Otelo, Ankito, a produção destes shows era muito rica, o que enchia olhos da plateia. Walter Pinto fazia o palco virar uma lagoa, em questões de segundos, para um próximo ato. O produtor não admitia que os seus espetáculos fossem chamados de Teatro Rebolado, gênero que, também, ficou bastante conhecido. Nessas idas e vindas de Walter Pinto, ele trouxe para o Teatro de Revista Brasileiro, a artista Ivaná, primeira transexual de grande sucesso nos espetáculos franceses e que causou muito ciúmes em Virginia Lane, a mais importante vedete da era Walter Pinto. Vedete é como eram chamadas, no teatro de revista, as atrizes que sobressaíam durante as apresentações. O termo, de origem italiana (vedétta) pelo francês vedette, foi incorporado no Brasil como sinônimo de grande atração, em qualquer evento - embora seu significado esteja adstrito às grandes estrelas do período áureo do teatro de revista. Algumas Vedetes Brasileiras que ganharam destaque na época foram: Luz del Fuego, Elvira Pagã, Virgínia Lane (ficou famosa por ter sido supostamente amante do presidente brasileiro Getúlio Vargas). Outras também famosas são Mara Rúbia, Suzy King, Marta Jane, Carmem Verônica, Viola Simpson, Marly Marley, Anilza Leoni, Maria Pompeu, Íris Bruzzi, Rose Rondelli, Renata Fronzi, e Estherzinha (Esther Tarcitano). O apelo à sensualidade foi um fato marcante do teatro, afinal, quem não gosta de apreciar a beleza feminina. Mulheres de biquínis ou maiôs, escolhidas pelas curvas, altura, beleza do rosto e simpatia. Seu papel era atuar em números de improvisação com diálogos mais íntimos com o público. Elas entravam no palco ao som de grandes orquestras e, ao abrir a cortina, todo o elenco descia uma escadaria, desfilando luxo em plumas e paetês. Muitas mulheres que atuaram como vedetes eram, também, vistas como prostitutas, mas encaravam o preconceito da melhor forma possível. Muitas fizeram sucesso cantando e se apresentando ao som de marchinhas de carnaval, entre as canções entoadas na época, estão Sassaricando, de Virginia Lane; Vai com Jeito e Chiquita Bacana, de Emilinha Borba; Boneca de Pixe, de Ary Barroso; Eu Dei, de Carmen Miranda; e muitas outras. Assim, é com essa motivação, das vedetes brasileiras, que desejamos explorar o campo das artes, fazer desse projeto um grande espetáculo da imponente Virgínia Lane, apresentar sua grande influência no teatro e como personalidade feminina. Além disso, buscamos favorecer o acesso popular no Brasil a uma produção que já é sucesso antes mesmo da sua estreia, realizada pela WB produções. Virgínia Lane Nascida no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro, em 1920, Virgínia Lane iniciou sua carreira artística aos 15 anos no teatro do Cassino da Urca. Aos 18, fez sua estreia no cinema no filme Banana-da-Terra, dirigido por Ruy Costa. No total, foram dezenas de peças e 32 filmes, incluindo Laranja da China (1940), também de Ruy Costa, e Carnaval no Fogo (1949), de Watson Macedo. Virgínia ganhou notoriedade aos 34 anos, quando dominou as rádios brasileiras com o sucesso Sassaricando. Na ocasião, recebeu a faixa de Vedete do Brasil das mãos do presidente Getúlio Vargas, fazendo referência às figuras populares dos teatros de revista, conhecidas por desfilar de roupa curta e se sobressair durante as apresentações. A atriz foi pioneira ao levar o teatro de revista para a televisão, no programa Espetáculos Tonelux, da extinta TV Tupi carioca. Recentemente, Virgínia Lane participou das novelas Belíssima (2005) e Sete Pecados (2007), ambas da Rede Globo. Na primeira, ela atuou ao lado de outras vedetes, como Carmem Verônica, Íris Bruzzi e Ester Tarcitano. Na segunda, interpretou a ex-vedete Corina, mãe de Rebeca (Elizabeth Savala) e avó de Beatriz (Priscila Fantin). Atriz, vedete e cantora. Iniciou sua carreira como corista do Cassino da Urca. Trabalhou na Rádio Mayrink Veiga e na Rádio Splendi, em Buenos Aires e como vedete na Companhia de Walyer Pinto. Foi a primeira mulher a usar biquíni e a aparecer nua no cinema, em 1951. Carioca de personalidade irreverente, conquistou três gerações de brasileiros, ditou tendências através das páginas de revistas e recebeu de Getúlio Vargas o título de "A Vedete do Brasil". Com dezenas de participações no cinema, ela foi responsável por imortalizar sucessos de carnaval, como "Sassaricando", "Marcha da Pipoca" e "Zé Corneteiro", entre outras grandes marchinhas. Entre 1935 e 1998, Virgínia fez 37 trabalhos para o cinema, dentre estes, muitas comédias carnavalescas, cantando seus sucessos e contracenando com Grande Otelo, Oscarito e Zé Trindade. Gravou 24 discos em 78 rpm, pela Gravadora Continental, outros tantos pela Todamérica , além de outros pela Carroussel. Gravou o "Meu América", para o seu time de futebol, que foi grande sucesso. Ela foi ainda escolhida como Madrinha da Corporação do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. Foi também a clamada como: Rainha da Cinelândia. Quando completou 80 anos de idade, Virgínia Lane lançou o disco: "Virgínia Lane, a Vedete do Brasil canta seus 80 anos". O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 : I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Currículos: (continuação) Flávia Monteiro (atriz)Consagrou-se em seu papel de maior sucesso, Carolina, a responsável pelas meninas do orfanato, da novela infantil “ Chiquititas ”, uma parceria da Rede de Televisão Argentina Telefé com o SBT que marcou gerações. A novela exigia inúmeras apresentações vocais e mostrava clipes, a atriz fez aulas de canto e lançou dois discos solo, além dos CDs da novela, soltou a voz também nos palcos em musicais como “Frisson”.Nascida no Rio de Janeiro , iniciou sua carreira no cinema no filme “A Menina do Lado”, com direção de Alberto Salvá , atuou no delicado “Sonhos de Menina Moça”, de Tereza Trautman , filme que reuniu importantes atrizes do cinema nacional: Tônia Carrero , Marieta Severo e Louise Cardoso , entre outras. Participou também da fantasia “O Gato de Botas Extraterrestre”, de Wilson Rodrigues, e do juvenil “Manobra Radical”, de Elisa Tolomelli.Estreou no teatro com o musical infantil “Desenhos Animados”. Nos palcos, interpretou textos de autores consagrados que vão de Shakespeare a Nelson Rodrigues . Ainda no teatro trabalhou com Irene Ravache em “A Presença de Guedes”, de Miguel Paiva . Seus primeiros trabalhos em televisão foram “Vale-Tudo”, de Gilberto Braga , “Salomé” e alguns episódios do “Você Decide” na Rede Globo , além de “Pantanal” na Rede Manchete , depois de dois anos dedicado ao teatro foi para o SBT em 1994, para fazer a novela “Éramos Seis”. Depois vieram o humorístico “Brava Gente” e a novela “Sangue do Meu Sangue”. Flávia atuou na novela “Os ricos também choram” e após isso participou do filme “Gatão de Meia-Idade”, onde assina também a assistência de direção da adaptaçãocinematográfica do personagem criada pelo cartunista Miguel Paiva. Na televisão, fez participação nos últimos capítulos da novela “Bang-Bang” e viveu a vilã Maria Lúcia Campobello de Queiroz na novela “Vidas Opostas”, na Rede Record .Formada em cinema, fez turnê com a peça “As Favas com os Escrúpulos” e dirigiu em parceria com o cineasta Diogo Fontes o documentário da Ana Botafogo , contratada da Record de 2006 a 2018, atuou em várias novelas e séries. Série religiosa “Milagres deJesus”, a série política “Partido Alto”, de Marcílio de Moraes. E as séries premiadas “Conselho Tutelar”, de Rudi Lagemman, e série de ação e suspense “Sem Volta” de Edgar Miranda.Atuou como a durona investigadora Marta na novela “ Ribeirão do Tempo ” de Marcilio Moraes, como a engenheira naval e atiradora de elite Eneida em “ Máscaras” (telenovela) , de Lauro César Muniz, ambos dirigidos por Edgard Miranda. Em “ A Terra Prometida ” atuou como a perversa sacerdotisa do Reino de Ai, a Ravena. Seu último trabalho foi em “ Apocalipse” (telenovela) , como uma mulher sofrida e de muita fé a Sabrina. Uma novela de Vivian de Oliveira com direção de Edson Spinello. Claudia Netto (direção artística) (Niterói, 19 de setembro de 1963) é atriz, cantora e diretora brasileira. Trabalhou em dezenas de musicais, onde teve a oportunidade de cantar obras de grandes compositores, como Cole Porter, George Gershwin, Irving Berlin, Stephen Sondheim, Chico Buarque, Antônio Maria, Lupicínio Rodrigues, Noel Rosa, entre outros. Participou de musicais como Na Bagunça do Teu Coração, Gardel, uma Lembrança, Metralha, Somos Irmãs, Hello Gershwin, Fred e Judy, That’s Entertainment, Sondheim Tonight, Um Dia de Sol em Shangrilá, Company e Império. Ela interpretou a professora Anna no musical O Rei e Eu, baseado no romance de Margaret Landon, com canções de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II. A adaptação brasileira foi dirigida por Jorge Takla e a versão brasileira assinada por Cláudio Botelho. Cláudia foi aclamada por sua atuação no musical Judy Garland - O Fim do Arco-Íris, onde protagonizou em 2012 a versão brasileira da dupla Moeller e Botelho, interpretando Judy Garland, tendo sido sucesso de público e crítica, e lhe rendendo indicações aos Prêmio Shell e Prêmio APTR. No mesmo ano, fez seu primeiro espetáculo solo, "Mulheres de Musical", em comemoração aos seus 50 anos. Espetáculo esse que foi sucesso de público e crítica. Além da carreira teatral, Claudia também tem vários trabalhos na televisão e no cinema.

Acessibilidade

APRESENTAÇÕES TEATRAIS Acessibilidade física: O projeto será realizado em teatros em que haja medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços irão dispor de rampa e/ou corrimão e/ou elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, rampa de acesso, lugar reservado na plateia para cadeirantes, estacionamento com vagas reservadas. Acessibilidade de conteúdo: Teremos um intérprete de LIBRAS presente, em uma sessão a cada semana. Para atender ao público cego ou com baixa visão, haverá áudiodescrição gravada, disponível em QRCODE, com a descrição dos cenários, figurinos, ambiente do teatro e sinopse do espetáculo. AÇÃO FORMATIVA Acessibilidade física: As oficinas serão realizadas em espaços plenamente adaptados para portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os teatros dispoem de rampa, elevador, banheiros adaptados, lugar reservado na plateia para cadeirantes e estacionamento com vagas reservadas. Acessibilidade de conteúdo: Nas 2 palestras oferecidas, teremos um intérprete de LIBRAS presente, atendendo aos portadores de deficiências auditivas. Da mesma forma, os deficientes visuais serão convidados a participar das palestras sem distinção, uma vez que o material é passado de forma oral e portanto acessível para este público.

Democratização do acesso

APRESENTAÇÕES TEATRAIS Haverá distribuição gratuita de ingressos, correspondente a 20% da lotação dos teatros, beneficiando estudantes de escolas públicas, estudantes de teatro, participantes de ONGs, instituições culturais e outros órgãos de comprovado atendimento social. Em atenção à Instrução Normativa 2/2019 do Ministério da Cidadania, as apresentações atendem ao item IX do artigo 21: "Promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa".

Ficha técnica

Proponente - WB Produções - Responsável pela coordenação geral do projeto, gerenciamento geral e administração do projetoCriada em 2007, a WB Produções é uma realizadora de projetos culturais pelo Brasil, e de produção local no Espírito Santo. Unindo uma equipe com grande know-how e paixão pela arte, a WB está em constante produção, sempre vislumbrando novos projetos e horizontes cada vez mais amplos. Com parceiros e apoiadores que também acreditam no poder e na magia do teatro, a WB Produções se consolidou como uma empresa de referência e excelência. Ao longo deste tempo, realizou 700 projetos, atingindo 20 estados e 500.000 espectadores com produções como "Através da Iris", com Nathalia Timberg; "Deu a Louca na Branca" com Cacau Protásio; "O Último Capítulo", com Mariana Xavier e Paulo Mathias Jr; "Rubem Braga - A Vida em Voz Alta", entre tantos outros. Suely Franco - ATRIZ Iniciou sua carreira, no final da década de 1950, como garota propaganda na TV Tupi. Logo depois, passou a participar do elenco de atores dos teleteatros da emissora. Em 1960, a convite da atriz Zilka Salaberry, ingressa no Teatro dos Sete, companhia de Fernanda Montenegro e Fernando Torres. Sua estreia nos palcos acontece na primeira montagem oficial de O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues, em 1961. Em 50 anos de palco, faz vários trabalhos, em especial comédias e musicais. Nas mais de 70 peças em que atuou foi dirigida por nomes como Bibi Ferreira, Flávio Rangel, Gianni Ratto, Sérgio Britto, Cininha de Paula, Ary Fontoura, Wolf Maya e Ítalo Rossi, entre outros. Em sua trajetória recebeu vários prêmios, como os que ganhou por suas atuações nas peças A Capital Federal, O Mágico de Oz e Somos Irmãs. Seu trabalho mais recente é no espetáculo Recordar é Viver, onde atua ao lado de Sérgio Britto. Na televisão, além da TV Tupi, passa pela Rede Manchete, TV Rio, Rede Record, Bandeirantes, e principalmente, na TV Globo, Desde 1960 atuou em inúmeras telenovelas. Entre seus maiores sucessos na TV estão a Cordélia Fontana em O Espigão e a Mimosa de O Cravo e a Rosa. Também fez bastantes comerciais, um deles da Kodak. Depois disso, foi escolhida para interpretar Dona Benta em uma das temporadas da série infantil de sucesso Sítio do Picapau Amarelo, baseado na obra de Monteiro Lobato. Em seguida, encarnou a interesseira e implicante Agripina na novela Sete Pecados. O teatro é seu principal interesse artístico, tendo feito várias peças de sucesso incluindo Moça nunca mais e Corra que papai vem aí, em ambas atuando com Ary Fontoura. Prêmios e indicações 1965 - Troféu Jornal O Globo - Melhor atriz revelação em teatro musical - Os Fantástikos - Venceu1972 -Prêmio Molière - Melhor atriz -A Capital Federal - Venceu1972 - Prêmio Governador do Estado - Melhor atriz - A Capital Federal - Venceu1972- Troféu APCA - Melhor Atriz - A Capital Federal - Venceu1990 - Prêmio Coca-Cola - Melhor atriz de teatro infantil -O Mágico de Oz - Venceu1998 -Prêmio Shell -Melhor atriz -Somos Irmãs - Venceu1998 - Prêmio Sharp -Melhor atriz - Somos Irmãs- Venceu1999 -Prêmio Shell (São Paulo) - Melhor atriz - Somos Irmãs - Venceu2012 -Prêmio FITA - Festival Internacional de Teatro - Homenagem Conjunto da obra- Venceu2017 - Prêmio Guarani do Cinema Brasileiro - Melhor atriz coadjuvante-Era o Hotel Cambridge -Indicado2017 - Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro - Melhor atriz - Era o Hotel Cambridge - Venceu 2018 - Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro - Homenagem especial Conjunto da obra - Venceu2019 - Prêmio Bibi Ferreira- Melhor atriz em peça de teatro- Quarta Feira, Sem Falta, Lá em Casa - VenceuPrêmio do Humor20019- Melhor performance- Quarta Feira, Sem Falta, Lá em Casa - Indicado O começo das mais de cinco décadas de profissão foi como garota-propaganda da TV Tupi-RJ, em 1958 – porta de entrada para a participação de Suely Franco nos mais diversos programas da emissora, como Grande Teatro, Teatrinho Infantil, Teatro de Comédia e Câmera Um. As participações em novelas vieram em seguida e levaram a atriz a integrar elencos que marcaram a história da televisão brasileira, como O Bem Amado, A Grande Família e Sítio do Picapau Amarelo. Embora grande parte da carreira de Suely tenha sido na TV Globo, a atriz passou também pela Bandeirantes, pela Tupi-SP, pela TVE-RJ, pela Manchete e pela Rede Record. Fora da televisão, brilhou em mais de 70 espetáculos, trabalhando com grandes diretores como Fernando Torres, Fábio Sabag, Flávio Rangel, Mauro Mendonça, Bia Lessa, Bibi Ferreira, Ítalo Rossi, Aderbal Freire-Filho, Sérgio Britto e Cininha de Paula. Em 1996, estreou como diretora em Sereias da Zona Sul. No cinema, seu talento pode ser conferido também em diversas produções, como Querido Estranho e O Redentor, entre outros. Televisão – Novelas 2019 – Dona do Pedaço 2016 – Êta mundo bom 2014 – Em Família 2013 – A Grande Família 2013 – Joia Rara 2012 – As Brasileiras 2012 – Amor, eterno amor 2010 – S.O.S. Emergência 2009 – Tudo Novo de Novo 2009 – Cama de Gato 2008 – Casos e Acasos 2008 – A Favorita 2007 – Sete Pecados 2005 – Sítio do Picapau Amarelo (como Dona Benta) 2002 – Sabor da Paixão 2000 – O Cravo e a Rosa 1998 – Pecado Capital 1998 – Torre de Babel 1995 – Tocaia Grande 1993 – Mulheres de Areia (como Celina) 1985 – Tamanho Família 1985 – O Tempo e o Vento 1984 – Transas E Caretas 1982 – Guerra dos Sexos 1981 – Baila Comigo 1981 – Jogo da Vida 1976 – Estúpido Cupido 1975 – Cuca Legal 1975 – O Grito 1974 – O Espigão O Bem Amado – Programas 2018 – Os Suburbanos TV Tupi-RJ – Séries 2014/2018 – Detetives do Prédio Azul (como Vovó Berta) 2014 – Os homens são de Marte e é pra lá que eu vuou Sítio do Pica-pau Amarelo (como Dona Benta) – TV Globo A Grande Família Mulher – Minisséries O tempo E O Vento As Noivas de Copacabana Dona Flor E Seus Dois Maridos Labirinto Cinema 2017 – D.P.A – O Filme (como Vovó Berta) 2017 – Eu Fico Loko (Tatiana Figueiredo) 2016 – Minha Mãe É Uma Peça 2 (Tia Zélia) 2013 – Minha Mãe É Uma Peça – O Filme (Tia Zélia) 2011 – Uma Professora Muito Maluquinha (Cida) 2006 – Acredite, um Espírito Baixou em Mim (Amanda) 2004 – Redentor Tia de Célio (participação especial) 2003 – Cristina Quer Casar (Eunice) 2002 – Querido Estranho (Roma) 2001 – Minha Vida em Suas Mãos (Inês) 1968 – Dois na Lona (Suely) Teatro 1960 – Com a Pulga Atrás da Orelha, direção de Gianni Ratto 1961 – O Beijo no Asfalto, direção de Fernando Torres 1963 – Um Domingo em Nova York, direção de Fernando Torres 1963 – Oito Mulheres, direção de Luís de Lima 1964 – Os Fantástikos, direção de Antonio do Cabo 1964 – O Patinho Torto, direção de Antônio Ghigonetto 1965 – Na Ponta da Corda, direção de Fábio Sabag 1966 – Onde Canta o Sabiá de Gastão Tojeiro, direção de Paulo Afonso Grisolli 1967 – Deu a Louca em Hollywood, texto e direção de Carlos Machado 1989 – Moça, Nunca Mais, direção de Ary Fontoura e Ivan Senna 1989 – Trair e Coçar, É Só Começar! direção de Attílio Riccó 1990 – Três Solteironas Balançando o Rambo, direção de Abílio Fernandes 1990 – O Mágico de Oz, direção de Fábio Pilar 1994 – Mimi, Uma Odalisca Infiel, direção de Odavlas Petti 1995 – Corra, que Papai Vem Aí, direção de Ary Fontoura 1995 – Psicose, texto e direção de Edson França Bueno 1997 – Cafona Sim e Daí? Texto e direção de Sérgio Britto 1998 – Somos Irmãs direção de Cininha de Paula e Ney Matogrosso 2000 – Ai, Ai, Brasil, direção de Sérgio Britto 2001 – Luta Secreta de Maria da Encarnação, direção de Marcus Faustini 2006 – Outono e Inverno, direção de Eduardo Tolentino de Araújo 2008 – A Mandrágora, de Maquiavel, direção de Eduardo Tolentino de Araújo 2008 – Um Homem Célebre, direção de Pedro Paulo Rangel 2010 – Recordar É Viver, de Hélio Sussekind, dir. de Eduardo Tolentino de Araújo 2017 – Loucas por Eles, dir. Fernando Cardoso 2018 – As Loucas (ao lado de Fafy Siqueira), direção de Hudson Glauber Texto: Cacau Hygino Cacau Hygino é ator de formação. Começou seus estudos aos 13 anos, passando pelo Tablado e pela CAL,no Rio de Janeiro. Em 1992, fez sua estreia profissional nas peças Robin Hood- A Lenda e Lisístrata. Em seguida atuou em Amanhã É Dia de Pecar, Uma Rosa Para Hitler, Fofíssimas Ladies Show, O Abre Alas, O Amigo Oculto, A Atriz e Compulsão. Na TV fez parte do elenco das novelas Negócio da China, Insensato Coração e da série SOS Emergência, todos na Rede Globo. Ainda na emissora fez participações nas novelas Vira-Lata, Cara ou Coroa, América, Paraíso Tropical, Sete Pecados, Caminho das Índias, Vida da Gente, nos programas Carga Pesada e Você Decide e na série Dercy de Verdade. No canal GNT participou da série Os Homens São de Marte e no Multishow do humorístico Tô de Graça. No cinema atuou em Rota de Fuga, Uma Pitada de Sorte e Lucicreide Vai Pra Marte. Na literatura escreveu os livros Mulheres Fora de Cena (Ed. Globo/2005), Nós e Nossos Cães (Ed. Globo/2006), Virna– A Trajetória De Uma Guerreira (Casa da Palavra/2007), Fofoca- Essa Simpática Palavra e Suas Consequências Imprevisíveis(Espassum Editora/2008), Herivelto Como Conheci (Espassum Editora/2011), Aninha Quer Dançar(Rovelle Editora/2013), Nathalia Timberg – Momentos(MBooks/2014, Simples Assim, Irene ( MBooks/2015) e Zezé Motta – Um Canto de Luta e Resistência. Em 2008, produziu e conduziu no GNT o programa Pet.Doc, baseado em seu livro Nós e Nossos Cães. Como autor teatral escreveu Fofoca, 100 Dicas Para Arranjar Namorado, Herivelto Como Conheci, Deu a Louca Na Branca , Liza e Eu e Através da Iris, Um Príncipe no Divã e O Palestrante. Apresenta atualmente o Podcast Conectados pela Ubook , onde entrevista grandes personalidades jovens do entretenimento brasileiro e escreve Nos Palcos da Vida , biografia da atriz Nicette Bruno.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-08-31
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