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PRONAC 202432InadimplenteMecenato

Auditório da Prefeitura Municipal de Guatambu - centro de convivência

BOUGANVILLE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 357,5 mil
Aprovado
R$ 415,2 mil
Captado
R$ 357,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
04591168000170FOZ DO CHAPECO ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 200,0 mil
08336804000178Celesc Geração S/A1900-01-01R$ 157,5 mil

Eficiência de captação

86.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Constr/Manut sl teatro c/centro cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2020-09-01
Término

Resumo

Pretende-se através deste projeto, realizar a aquisição de equipamentos e pequenas intervenções em um prédio público, no intuito de transformá-lo em um espaço cultural para o uso da comunidade e fomento de atividades culturais livres e gratuitas.

Sinopse

Sem aplicabilidade

Objetivos

Objetivo Geral Estruturar um espaço público no município de Guatambu no intuito de transformá-lo num espaço cultural multiuso. Objetivo específico Instalar equipamento de sonorização e iluminação no Auditório. Realizar a aquisição de equipamento de projeção e telão para o auditório. Viabilizar a instalação de estrutura básica de um espaço cultural como cortinas, cadeiras, pintura e iluminação de emergência. Ampliar o palco a fim de possibilitar que espetáculos musicais e cênicos sejam realizados;

Justificativa

Guatambu inicia sua historia no ano de 1910, quando um registro no cartório de imóveis de Chapecó delimita uma serraria no Porto Chalana _ hoje parte da cidade. Não apenas por registros oficiais, o município tem sua história também através de relatos orais que já falam da existência dessa comunidade, por volta do final do século XVIII. No início a comunidade que ali se desenvolvia, tinha suas atividades voltadas para a extração de madeira e também na agricultura para a própria sobrevivência. Essas terras que formavam essa pequena comunidade eram ocupadas por agricultores que não possuíam a posse legal da mesma, mas também eram preferidas pelas Companhias Colonizadoras que buscaram instalar-se por toda a região oeste por volta das décadas de 30 e 40, sendo que especificamente em Guatambu as companhias venderam boa parte dessas terras para imigrantes alemães e italianos. A extração de madeira propícia do local era um acesso fácil para os foragidos da Revolução Federalista, bastando atravessar o Rio Uruguai para estarem salvos de esta e outras guerras políticas. Por consequência dessas disputas políticas o local recebeu inicialmente o nome de Lauro Muller, em homenagem ao governador de Santa Catarina. O Rio também foi responsável pelo tráfego de balsas nos anos de 40 a 60, profissão que ajudou a região a crescer e se desenvolver com o escoamento da madeira (Pau Marfim ou Guatambu) para a Argentina. Foi devido a essa atividade econômica que, Lauro Müller passa a ser chamado de Guatambu em 1938, e é elevado à categoria de Vila, pertencente a Chapecó. Com o passar dos anos, o transporte da madeira extraída através das balsas foi diminuindo e dando lugar para o transporte terrestre, possibilitando que o município pudesse de desenvolver no âmbito da agricultura em escala maior, agregando como economia o processo de extração de erva-mate e criação de animais. A partir desse processo de crescimento econômico, nos anos 90 intensificou-se o movimento de emancipação e em 91 após um plebiscito, foi criado o município de Guatambu, com área de 205,58 Km² e atualmente o terceiro município que mais cresce na região oeste de Santa Catarina. Hoje, com população estimada em torno de 4.700 pessoas, Guatambu segue seu processo de crescimento econômico, o que faz surgirem outras demandas a nível social, que não apenas formas de subsistência naquele lugar. Entende-se que após supridas as necessidades básicas humanas e estabilizadas as possibilidades de sobrevivência em uma comunidade, é importante que outras camadas comecem a se desenvolver, visando a evolução do imaginário coletivo, o aprofundamento das relações humanas, a sensibilização da capacidade poética de cada indivíduo, dentre outras nuances que são desenvolvidas através do contato com a educação, o esporte e a arte. Nota-se na cidade de Guatambu uma extrema carência em relação à atividades culturais, o que se evidencia quando o município realiza alguma atividade na rua, em datas comemorativas específicas, fazendo com que boa parte da população se reúna e se coloque na condição de espectador, fruindo, debatendo e subjetivando o que lhe é proposto. Alimentar uma comunidade com programações culturais é uma forma de investir nas possibilidades de emancipação dos seres humanos, é um caminho para a sensibilização das micro relações pertencentes ao cotidiano de cada indivíduo. Desta forma, através do mapeamento da cidade e seus espaços possíveis, encontramos um prédio público, que conta com um pequeno auditório e hoje funciona como centro de convivência em atividades de fortalecimento de vínculos e socialização, apresentação de grupos, palestras e atividades lúdicas e pedagógicas. Esse pequeno auditório, que é de uso público, já é uma referência para o município como sendo um local de convívio, desta forma, acreditamos ser o mais indicado para transformar-se no centro que este projeto se propõe. Com espaço para 150 pessoas, a proposta é estruturar este auditório, possibilitando que a cidade possa contar com um espaço cultural multiuso, oferecendo para a comunidade uma série de programações formativas e de fruição, como forma de fomentar o acesso a este espaço. Sendo assim, o escopo deste projeto prevê as seguintes ações: Restauração do espaço, sendo necessário equipá-lo com cortinas, varas de luz, refletores e estrutura de sonorização adequada. Também será equipado com um projetor de qualidade e um telão móvel ao fundo do palco, para que possa ser utilizado como uma sala de cinema. Serão instaladas cadeiras próprias para uma sala de teatro, estruturados camarins e sala administrativa. A ideia é proporcionar uma vivência completa ao público, oferecendo toda a estrutura que uma casa de espetáculos pode oferecer, respeitando as limitações do espaço, obviamente. No intuito de alinhar o projeto aos preceitos que regem a Lei 8.313/91, acreditamos que o projeto enquadra-se nos incisos I, II,V, VI, VIII e IX do Art. 1º que versam sobre: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e priorizar o produto cultural originário do País.

Especificação técnica

Sem aplicabilidade

Acessibilidade

O acesso ao Auditório será através de uma rampa projetada dentro das normas de acessibilidade universal garantindo acesso adequado a todos os visitantes. Serão instaladas cadeiras para obesos. O espaço contará guias táteis. Os banheiros serão adaptados para o livre acesso de cadeirantes. Não há previsão de acessibilidade de conteúdo, tendo em vista que o projeto não prevê este tipo de produto.

Democratização do acesso

Visando adequar o projeto, citamos abaixo as medidas específicas que serão tomadas para cada produto cadastrado no plano de distribuição, conforme art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania: Equipamentos para Espaços de Artes Cênicas Inciso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;

Ficha técnica

Márcia Giovana da Costa/Bouganville Produções (PROPONENTE) – Coordenação Geral e Gestão Administrativa e técnico financeira do projeto. Currículo anexado nos documentos do proponente. Luciana Brito – Produção Executiva Mestre em Artes Cênicas pelo PPGAC-UFRGS, graduada em Teatro- Licenciatura pela UFRGS, atriz, pesquisadora, produtora e Iluminadora. Atualmente é diretora do Núcleo de Pesquisa BECKETT-WE que é um grupo de pesquisa cênica sobre a obra de Samuel Beckett, no qual foi indicada ao prêmio Açorianos de melhor direção em 2018. Fez parte do grupo de teatro Ói Nóis aquí Traveiz, criando e encenando o espetáculo Amargo Santo da Purificação. Faz parte do grupo Ato Cia Cênica desde o ano de 2012. Na área de iluminação foi monitora no Departamento de Arte Dramática da UFRGS. Co-criou e executou a iluminação do espetáculo O FEIO, recebendo indicações de Melhor Iluminação no ano de 2012. Na área da produção, atua desde 2010 na elaboração e execução de projetos culturais via leis de incentivo e editais e atualmente coordena o projeto #7Xbeckett contemplado no edital FUMPROARTE e FUNARTE na RUA. Atuou como produtora executiva dos seguintes projetos, financiados via leis de incentivo: Canto Livre (2011, 2014, 2015), Mulher Encanto (2012, 2014), Festival da Canção Cristo Redentor (2013), Arte Movie (2015, 2016),Concerto Didático – Orquestra de Bom Retiro do Sul (2016), Dança para Todos (2016), Musicalidades do Sul: Banda Marcial Cristo Redentor (1ª e 2ª edição) Empresa responsável pela estruturação do espaço e aquisição e instalação dos equipamentos: http://www.jass.com.br/cultural.html

Providência

EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Guatambú Santa Catarina