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Circulação do espetáculo ‘Onde eu guardo um sonho’, voltado para crianças em teatros e escolas, bem como a facilitação da oficina formativa ‘CIRCO NO ASFALTO’ para o público infantil de localidades com menos acesso à cultura. Promover encontros de profissionais de educação e cultura. O projeto será realizado no estado do Rio de Janeiro e no estado do Amazonas.
Onde eu guardo um sonho. ESPETÁCULO: Resumo do espetáculo: link: https://www.youtube.com/watch?v=LJl8cst6WIw&t=13s Em um espaço onírico, entre o sonho e um lugar imaginado, uma silhueta de mulher aparece. Travesseiros gigantes, espaço de brincar. É um quarto ou um parque? Ela está entre as nuvens ou na sua própria cama? Seu corpo encolheu ou o tamanho das coisas estão alterados? Ao longo do espetáculo a personagem vai descobrindo diferentes facetas do cenário manipulado, que explode, desvenda objetos e vai criando novas formas que se animam com ajuda dela mesma. Não se sabe se ela anima os objetos ou se são os objetos que a animam. A obra reúne diferentes formas de expressão dentro da linguagem do circo. Experimentamos novas possibilidades de criação dramatúrgica a partir de práticas já conhecidas, tais como: números de acrobacia, gags e rotinas com máscaras. Através desses jogos, aproximamos o espectador, criança ou não, da realidade oferecida pela artista, convidando-o a embarcar junto com ela na poesia desse sonho. Onde guardamos nossos sonhos? No coração? Na cabeça? Dentro do travesseiro de dormir? O sonho é futuro ou passado? O que sonhávamos antigamente e o que sonhamos agora? Independente de que fase da vida estamos, todos nós queremos sonhar, sonhar histórias, sonhar futuros, imaginar caminhos possíveis, ter ideias e poder realizá-las. O cenário é o próprio aparelho circense, desenvolvido especialmente para o espetáculo: uma grande estrutura de parquinho de praça, como um ‘trepa-trepa’, um espaço que convida o corpo a brincar! Lembra um brinquedo, mas também uma casinha, uma cama, uma ponte. Escolhemos mostrar uma figura adulta que se diverte nele e que, através do corpo circense, joga, enfrenta pesadelos, escala pelas paredes e se permite imaginar tanto quanto qualquer um. Um adulto que deseja e se dispõe a interagir com suas fantasias. Nesse enredo, os criadores Flavio Souza e Adelly Costantini, optam por fugir de uma imediata infantilização na criação do teatro feito para crianças e, dessa forma, contribuir para um diálogo onde a criança é tratada em sua devida importância e como sujeito no mundo. Oficina Circo no Asfalto Conteúdo: oficina ‘Circo no asfalto’ foi desenvolvida por Adelly Costantini, com apoio da Casa Monte Alegre, creche localizada em Santa Teresa onde a mesma aplica aulas de circo para crianças de até sete anos de idade. Este projeto foi desenvolvido para proporcionar mais liberdade às expressões e aprendizados do corpos dos pequenos: testando o corpo em situações cotidianas, as crianças tendem a ir mais nos seus limites e a se relacionar com eles. Inspirada no Parkour, que consiste em uma atividade urbana onde os praticantes usam o espaço público como suporte de grandes saltos, desafios e trajetórias radicais de acrobacias, a aula propõe, para as crianças de 3 a 7 anos, um estudo de possibilidades circenses do corpo nos obstáculos do espaço público, com muita consciência, desafio e segurança! ENCONTRO ENTRE PROFISSIONAIS: Encontro promovido e mediado por Adelly Costantini com profissionais do campo da educação e cultura para conversar sobre ações, pensamentos e metodologias voltadas para a primeira infância na atualidade.
Objetivo Geral. Apresentar o espetáculo de circo Onde eu guardo um sonho, voltado para o público infantil em dois estados (Rio de Janeiro e Amazonas) oferecendo sessões gratuitas para escolas públicas e sessões abertas ao público a preços populares. Realizar a oficina formativa ‘Circo no asfalto’ para escolas públicas e projetos sociais em ambos estados. Promover encontros entre profissionais da educação infantil para dialogar sobre práticas de pedagogia corporal e cultural em seminário gratuito para estudantes de educação e cultura, professores e outros profissionais da área. Objetivos específicos. - Apresentar o espetáculo Onde eu guardo um sonho na cidade do Rio de Janeiro oferecendo 9 datas ao todo sendo 1 sessão gratuita de estreia para a classe artística (entre profissionais e estudantes) e convidados do patrocinador, 2 sessões para escolas públicas, e 6 sessões para o público com ingressos a preço popular. -Apresentar o espetáculo Onde eu guardo um sonho no estado do Amazonas compreendendo as cidades de Manaus (3 apresentações sendo 1 exclusiva para projetos sociais da cidade como o Quilombo de São Benedito e o projeto sociocultural Rip Rap no bairro da Redenção em Manaus), uma apresentação Parintins (apresentação em escola) e uma apresentação Itacoatiara (apresentação em escola), somando ao todo 5 apresentações no estado do Amazonas. -Ao todo, o projeto realizará 14 apresentações do espetáculo Onde eu guardo um sonho, sendo 6 deles, gratuitos. -Realizar a oficina ‘Circo No Asfalto’ para o público infantil (3 a 6 anos) nas 4 cidades percorridas (Rio de Janeiro, Manaus, Parintins e Itacoatiara). Serão três oficinas gratuitas no Rio de Janeiro: 1 para filhos de funcionários do patrocinador e 2 para escolas públicas. E três oficinas no estado do Amazonas: 1 no quilombo São Benedito em Manaus, e duas nas escolas de Parintins e Itacoatiara. O projeto compreende um total de 6 oficinas gratuitas. - Realizar dois Encontros (um em cada estado) com profissionais da área de educação infantil para debater sobre novas perspectivas sobre cultura, corpo e a formação do indivíduo nessa faixa etária (0 a 6 anos). Os encontros serão abertos ao público e divulgado entre estudantes e profissionais da área de educação e cultura. -Criar um perfil no Instagram, um no Facebook e uma página no Youtube para a postagem do projeto, com textos, entrevistas, vídeos e outros conteúdos que o projeto venha a fomentar. A intenção é alimentar as páginas durante e após a circulação para que os avanços dessa pesquisa tenham continuidade e envolvimento do público. -Contratar tradutores de libras para as ações formativas (oficinas e encontros com profissionais) de acordo com a necessidade. Como a peça não possui diálogo, essa contratação não se faz necessária para o espetáculo. -Contratar monitores de audiodescrição para acompanhar crianças com deficiências visuais durante as sessões de espetáculo.
O projeto engloba múltiplas ações voltadas ao desenvolvimento da subjetividade na infância e ao acesso das crianças à cultura. Com ações de circulação de um espetáculo de circo (criado para o público de 0 a 6 anos) em teatros e escolas públicas, encontros de profissionais que gerem pensamento crítico sobre a educação na primeira infância e ações formativas gratuitas para crianças de baixa renda, a proposta atinge as mais diversas camadas que envolvem a educação e desenvolvimento da subjetividade da criança como professores, instituições, familiares, estudantes, artistas e claro, as próprias crianças. Em tempos em que a atenção ao indivíduo está cada vez mais padronizada, entende-se imprescindível fomentar a troca de saberes e experiências entre pequenos agentes e grupos que são capazes de pulverizar pensamento crítico e cuidadoso em relação aos ‘produtos’ oferecidos às crianças do país. Somente dessa forma podemos estimular a liberdade criativa, traços culturais e formas de expressão de cada região e, porque não dizer, de cada criança. Sendo assim, o projeto pretende quebrar com a ordem cartesiana do acesso à cultura: Levará o teatro à escolas e a escola aos teatros, se tornando um veículo autônomo na oferta de arte às crianças. Rompe com a ‘localidade’ da expressão artísticas em diferentes frentes: a peça teatral saindo do espaço físico do teatro e entrando nas escolas; Os alunos, em horário de escolas assistindo a uma peça ao invés de uma aula e; as oficinas de circo, com a própria artista, no espaço urbano que vem trazer um olhar criativo de si em locais não convencionais, diferentes de uma ‘sala de ensaio’. A criança começa a se perceber criativo e pertencente de suas ações no seu próprio corpo, independente do lugar que ela está. Além disso, de maneira muito prática e aproximada da comunidade, a artista envolve o público alvo com a ida ao teatro através das visitas prévias à escola, criando amizade e vínculo com as crianças e professores, fazendo com que a aproximação física da arte dê à criança propriedade do que ela está indo assistir e, dessa forma, inserimos a ideia de que a arte é de todos e para todos. Promover encontros de conversa entre profissionais ligados à infância da área de educação, corpo e cultura resultará ainda, em um enriquecimento de trocas entre muitas organizações, com capacidade de ampliação de saber ao público que assistirá e participará com perguntas e colocações aos temas abordados. Além disso, todo esse material será transformado em audiovisuais e distribuídos (impulsionados) via internet, através de canais divulgados previamente, servindo como material de pesquisa e divulgação do projeto. Ademais, todas as ações propostas neste projeto, são de autoria de uma artista brasileira, formada pela Escola Nacional de Circo em 2007 e que, desde então, percorreu diversas cidades e países, trabalhando, estudando e trocando experiências sobre criação artísticas não só em circo, mas também na dança e no teatro como artista, criadora, professora e produtora. Por esses pontos abordados acima, o projeto está alinhado com a lei Lei 8313/91 no artigo Primeiro, pelos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País; E no artigo Terceiro, nos incisos: II, letra c e e: apresentação de espetáculos de artes cênicas e; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
O espetáculo Onde eu guardo um sonho foi montado de forma Independente com o apoio da Fundição Progresso, Intrépida Trupe e todos os profissionais envolvidos em sua ficha técnica. A peça teve sua estreia oficial no Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens (FIL) em outubro de 2019, realizado no Teatro Prudential. Participou do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC) também em 2019. Em 2020 começou sua circulação no Rio de Janeiro, onde realizou uma pequena temporada no Teatro Cacilda Becker e iniciou circulação pelas cidades do estado do RJ através do SESC RJ. A circulação foi suspensa na metade pela ordem de isolamento social devido ao COVID-19, tento também cancelado outras apresentações já agendadas em São Paulo como o Festival Internacional de Circo de SP e uma temporada em julho no Sesc Ipiranga. O desenvolvimento da oficina ‘Circo no asfalto’ começou na Creche Monte Alegre, onde Adelly trabalha, e foi ganhando seguidores e difusão através das redes sociais. Fora da creche, Adelly facilitou a oficina no Festival FIAC da Bahia e na ocupação ‘Moventes’ para crianças realizado no Teatro Cacilda Becker pela ECOAR. Adelly participou de mesas de debates, para falar sobre o processo e desenvolvimento na educação corporal das crianças fora dos muros das escolas em dois eventos: no Seminário Infância e lugar habitado promovido pela Creche Monte Alegre com diversos profissionais que pensam a infância, dentre eles Luiz Ruffino, e na ocupação Moventes, no Teatro Cacilda Becker. Atualmente, em épocas de confinamento, Adelly cria vídeos de ‘circo em casa’ para estimular o exercício e expressão das crianças, bem como seus vínculos com seus familiares. Sobre Adelly Costantini: Formada pela Escola Nacional de Circo (2007)e pela Scuola di circo Vertigo (torino, Itália 2009). Participou de diversos espetáculos de circo tais como 'In Vitro” da cia francesa Archaos(2009-2011) e 'Vertigem' , espetáculo de dança aérea dirigido por Cláudio Baltar(2016-2018) Adelly dirige a produtora Adelly Costantini Produções Artísticas que é responsável pela venda e contratação dos espetáculos que trabalha além de produzir outros grupos e eventos como o Décimo Seminário de dança Angel Vianna no Museu de Artes do Rio, o grupo Circo Dux, dentre outros. Concebeu, criou e atuou no número circense 'Respiro” com Julio Nascimento, contemplados pelo prêmio Carequinha de Circo (2012). Foi contemplada pelo Fomento do Rio com a montagem de 'Agora não veio nada na minha cabeça', espetáculo de rua com Gui Stutz e dirigido por Fabio Freitas (2014), bem como 'Lua Gigante', no mesmo ano, espetáculo para sala e rua, infantil, dirigido por João Ferreira, o qual circula até hoje pelo Brasil como elenco e produtora. Pelo mesmo Fomento, foi contemplada com a montagem de 'Mão-translação da casa pela paisagem', performance/intervenção urbana-circense , dirigida por Renato Linhares. Neste trabalho, além de ser intérprete criadora, é diretora de produção de suas circulações. Em 2015 assinou a coreografia dos aparelhos aéreos no espetáculo Veracidade (dir. Cláudio Baltar) junto a Lavínia Bizzotto que assinou as coreografias de solo. Atualmente é a produtora e criadora do seu espetáculo solo infantil Onde eu guardo um sonho, que teve sua estreia no Teatro Prudential no quadro do Festival FIL e segue para o Festival FIAC na Bahia, em outubro de 2019, Teatro Cacilda Becker em janeiro 2020 e iniciou uma circulação no Sesc Rio, passando por São Gonçalo e Barra Mansa, mas sendo interrompido pela manifestação de COVID-19 em todo o território. Foi diretora artística do núcleo de circo de três espetáculos da cia Teatro de Tábuas Campinas: Opereta de Amor (2012), Brasil Futebol Clube (2013) e Sonhos (2014). Adelly dá aulas e oficinas focadas em criação em aparelhos aéreos desde 2010, tendo já lecionado na Escuela de Circ Rogelio Rivel (Barcelona, Esp.), Festival Circo em Escena (Córdoba, Arg), Convenção Brasileira de circo, INAC Portugal e em diversos estúdios no Rio de Janeiro, Buenos Aires e Toulouse. Hoje em dia, possui dois projetos de oficina : Laboratório Aéreo e está residente no Espaço de criação Intrépida Trupe, e Maquinária Livre de criação, para criações de números de circo, que facilita junto ao seu parceiro Fabio Freitas, no Teatro de Anônimo. É professora de acrobacia aérea na Intrépida Trupe. Para crianças, realiza a oficina DE CIRCO na Creche Monte Alegre em Santa Teresa.
-Espetáculo Onde eu guardo um sonho.: O espetáculo tem 45 min de duração, Classificação LIVRE.-O espetáculo acontece com base em uma estrutura de acrobacia aérea própria, criada pela equipe, e necessita de um espaço cênico de 7m largura, 4 m profundidade e 5m altura no mínimo. A estrutura é autônoma e não requer ancoragem. Rider de som simples, tradicional de teatro, com música acionada por computador plugado na mesa. Rider de luz é simples, adaptável aos riders dos teatros.* *Nas apresentações nas escolas de Parintins e Itacoatiara, a produção irá alugar os devidos equipamentos para a montagem da peça. Oficina Circo no Asfalto. A Aula tem uma hora de duração, e pode ser oferecida para até 20 crianças por aula, tendo 2 assistentes que acompanham Adelly com as crianças. A aula pode ser adaptada a qualquer espaço externo ou interno. Qualquer criança, com ou sem deficiência pode participar das atividades, uma vez que o estudo é sobre a capacidade do próprio corpo em relação ao espaço e abrange as mais variadas disciplinas circenses. De acordo com a demanda de crianças para as oficinas, Adelly poderá oferecer mais de uma oficina por dia para atender às necessidades do projeto, sem acréscimo orçamentário. -Encontro entre profissionais: O encontro terá entre 2 e 3 horas de duração. Adelly Costantini, responsável pelo projeto será a responsável pela curadoria buscando diversidade na metodologia e nos conteúdos pedagógicos para a abordagem de cultura na infância. Estarão presentes profissionais da educação e das artes. Em Manaus, os participantes serão pessoas escolhidas dentre as cidades percorridas pelo projeto, sendo duas pessoas de Manaus, uma pessoa de Itacoatiara e uma pessoa de Parintins. O projeto cobrirá os custos de deslocamento desses profissionais bem como pagar é um cachê para apresentação. O encontro será filmado e transcrito para ser publicado nas redes sociais do projeto.
Produto: Espetáculo Onde eu guardo um sonho ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espetáculo será realizado em teatros e escolas que sejam equipados para o público portador de deficiências físicas como rampas, corrimões, banheiros adaptados, bem como assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica, pois o espetáculo não tem texto falado. DEFICIENTES VISUAIS: contratação de monitores que acompanharão as crianças com deficiência visual fazendo audiodescrição. Contrapartida ‘Oficina Circo no asfalto’ ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. A oficina é acessível para portadores de deficiências físicas e motoras. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica. A oficina é acessível para portadores de deficiências visuais. Contrapartida ‘Encontro entre profissionais’. ACESSIBILIDADE FÍSICA: O encontro será realizado em teatros ou escolas que sejam equipados para o público portador de deficiências físicas como rampas, corrimões, banheiros adaptados, bem como assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica.
Produto: Espetáculo Onde eu guardo um sonho Referente ao artigo 20. I – um total de 55% dos ingressos serão gratuitos e fornecidos a estudantes e professores da rede pública, correspondendo à alínea ‘a’. I – 45% dos ingressos restantes terão valor popular, referente ao Vale-cultura. (alínea d) II – a) meia entrada à razão de 50% (cinquenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados; b) valor total da bilheteria igual ou inferior ao Custo Total do Projeto . Referente ao artigo 21. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
A dirigente proponente, Adelly Costantini é a criadora e participa de todas as atividades propostas no projeto. São elas: Espetáculo Onde eu guardo um sonho. ‘Sinopse’ Uma mulher acorda dentro de um enorme brinquedo de praça: um trepa-trepa. Colchões e travesseiros ainda estão ali... Será ainda um sonho? Através de muitas acrobacias, sustos e brincadeiras, o espetáculo traz a reflexão sobre como é virar adulto dentro da imaginação de uma criança. Para todas as idades. Ficha técnica Uma criação de Adelly Costantini e Flavio Souza / Direção: Flavio Souza / Atuação: Adelly Costantini / Trilha sonora original: Marcelo Callado / Cenografia: Estúdio Chão – Antônio Pedro Coutinho / Criação e confecção de adereços: Anderson Dias / Desenho da estrutura: Tuca Benvenutti / Criação de figurino: Flavio Souza / Iluminação: Dodô Giovanetti / Cenotécnico: José Maranhão / Registro fotográfico: Renato Mangolin / Registro audiovisual: Alexandre Maia / Produção executiva: Ana Righi / Direção de produção e realização: Adelly Costantini. Cv equipe: Adelly Costantini é artista de circo formada pela Escola Nacional de Circo e pela Scuola de circo Vertigo (Turim, Itália). Além de criadora e produtora dos espetáculos Lua Gigante e Mão – translação da casa pela paisagem (este último, circulando até os dias de hoje em importantes instituições e festivais), integrou como elenco companhias como Archaos (França) e Vertigem, de Claudio Baltar. Dirigiu o núcleo circense do Grupo Teatro de Tábuas em Campinas por 3 anos e assinou as coreografias dos aéreos no espetáculo Veracidade, de Claudio Baltar. Ministra laboratórios de expressão em acrobacias aéreas na Intrépida Trupe, seus laboratórios já foram realizados na Argentina, França, Itália, Espanha e Portugal. Atualmente, circula com seu novo espetáculo circense infantil ‘Onde eu guardo um sonho’, que estreou em outubro 2019. Flávio Souza é Doutor em Teatro pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UNIRIO, Diretor Teatral, Figurinista e professor de teatro. Indicado ao Prêmio Shell de Teatro/RJ como Melhor Figurinista no ano de 2012 pelo espetáculo Os Mamutes de Jô Bilac, dirigido por Inez Viana com a Cia OMondé. Vencedor do Prêmio FITA/2012 como melhor figurinista pelo mesmo espetáculo e ainda com Mamutes indicado para o prêmio Questão de crítica de 2012. Foi professor substituto Na escola de Teatro da Unirio/RJ da disciplina Teatro infanto Juvenil no ano de 2018. Realizou como diretor os seguintes espetáculos: O Cavalo Mágico (2006), PalhaSOS (2007 - vencedor do prêmio de melhor espetáculo no Fitum da Túnísia e em Perm na Rússia), Pouco amor não é amor (2010), Espera-se (2010), Orlando! (2011) e tuttotorna (2012-espetáculo estreado em Pádova, Itália, realizado em parceria com o grupo de artistas Italiano Giulari del Diavollo), e As Duas (2013) com o Teatro de Anônimo e Contos do Mar (2016 - indicado para o prêmio Cbtij de teatro para crianças em três categorias: melhor cenário, trabalho com formas animadas e fotografia de cena, está ultima sendo premiado o fotógrafo Renato Mangolin pelo trabalho realizado no espetáculo). Marcelo Callado é o criador da trilha sonora original. Músico renomado, já tocou com nomes como Caetano Veloso, Jorge Mautner, Branco Mello e S-Futurismo, Lucas Santtana, Kassin, Nublu Orchestra, Lafayette e Os Tremendões, Nina Becker, Silvia Machete, Elza Soares, Quito Ribeiro, Alice Caymmi, dentre outrxs. Também participou como músico de espetáculos teatrais de Domingos de Oliveira (Cabarés Filosoficos 2,3,4), Branco Mello (Eu e Meu Guarda Chuva), Irmãos Brother (Cabaré Brother) e Lá dentro tem coisa, de Renato Linhares. Antonio Pedro Coutinho: Arquiteto e cenógrafo socio-fundador do Estúdio Chão, realizou diversos trabalhos em cenografia, tais como: Expografia exposição “Arte Democracia Utopia- Quem não Luta tá Morto”. MAR, Rio de Janeiro. Estúdio Chão Instalação “TransBorda”. MAR, Rio de Janeiro. Estúdio Chão Cenografia para espetáculo “Trajetória Sexual”. SESC Copacabana, Rio de Janeiro. Estúdio Chão Cenografia e Curadoria Ocupação “Conexidade”. Praça XV, Rio de Janeiro. 2017 Cenografia para espetáculo “Passarinho”. SESC Pinheiros, São Paulo. Cenografia para espetáculo “Mortos Vivos-uma ex-conferência”. CCBB, Rio de Janeiro. 2016 Instalação [ à toa ], vencedora do II Prêmio Reynaldo Roels Jr. MAM, Rio de Janeiro. Cenografia para espetáculo “Mão_Translação da Casa pela Paisagem”. Rio de Janeiro. 2015 Evento “Ordem ao Mérito Cultural”, Planalto Central, Brasília Com Bia Lessa Evento “Unveeling II”Guerra e Paz, Portinari- ONU, Nova Iorque Com Bia Lessa 2014 Cenografia show Maria Bethânia-Abraçar e Agradecer Com Bia Lessa 2012 Cenografia show Maria Bethânia-Carta de Amor Com Bia Lessa Dodô Giovanetti – Iluminador · Palco giratório SESC 2005 com “Pregoeiro” de Marcio Libar, 2014 com “Inápitos” do Teatro de Anônimo e 2018 com Clake do Circo Amarillo fazendo 164 espetáculos em 23 estados e Distrito Federal do Brasil · Circos Festival Internacional SESC de Circo 2013, 2015, 2017 e 2019 · Encontro Internacional de Palhaços Anjos do Picadeiro de 2006 a 2018 – mais de 150 espetáculos de mais de 100 artistas de 40 países · Circuito SESC de Artes SP 2008 com “Pregoeiro” de Marcio Libar, 2015 com “Intermezzo” do Teatro de Anônimo e 2019 com Circo Amarillo · Temporada Teatro de Anônimo Europa 2012 e 2013 em Portugal, Espanha, Alemanha, Holanda, França e República Tcheca · FIC Festival Internacional de Circo de São Paulo 2018 e 2019 Iluminador do Circo Zanni, 2017 á 2020 Iluminador do Circo Amarillo, 2017 á 2020 Festival de circo de Piracicaba 2017 e 2018 Luz de “Pagliacci” do La Minima, 2017 e 2018 Luz e Cenário do esp. “Altissonante” com Lu Menin, dir. Lu Lopes, 2019 Luz, Cenário e Adereços do “Rústico”, Circo Barnabô, dir. Leandro Mendoza, em parceria com a cia catalã Cíclicus em 2019 Luz do esp. “Onde Guardo um sonho” de Adelly Costantini, 2019 Luz do esp. “Cachimônia”, cia Artinerant’s; dir. Lu Lopes, 2019 Luz do espetáculo à Deriva, da Intrépida Trupe, Mario Nascimento 2016 Luz do espetáculo Cidades Flutuantes, Intrépida Trupe por Monica Alla 2016 Luz da experiência “Batucadas”, de Marcelo Evelin; no Festival Panorama 2015 Luz do espetáculo Vertigem – dirigido por Claudio Baltar; 2016 OFICINA CIRCO NO ASFALTO. A oficina ‘Circo no Asfalto’ foi desenvolvida por Adelly Costantini, com apoio da Casa Monte Alegre, creche localizada em Santa Teresa onde a mesma aplica aulas de circo para crianças de até sete anos de idade. Sobre Adelly no campo da pedagogia nas artes e cultura: Adelly Costantini é formada pela Escola Nacional de Circo (2007)e pela Scuola di circo Vertigo (torino, Itália 2009). Participou de diversos espetáculos e circos entre Brasil, Romênia, Itália e França, alguns dos quais foi criadora e produtora dentre eles Circo Americano (IT), Archaos (FR), Vertigem, Lua Gigante, Veracidade e, ainda em circulação, ‘mão – translação da casa pela paisagem’ e ‘Onde eu guardo um sonho’. Adelly dá aulas e oficinas focadas em criação em aparelhos aéreos desde 2010, tendo já lecionado na Escuela de Circ Rogelio Rivel (Barcelona, Esp.), Festival Circo en Escena (Córdoba, Arg), Convenção Brasileira de circo, INAC Portugal e em diversos estúdios no Rio de Janeiro, Buenos Aires e Toulouse. Hoje em dia, possui dois projetos de oficina : Laboratório Aéreo que acontece no Espaço de criação Intrépida Trupe, Circo para crianças na Creche Monte Alegre. Encontros entre profissionais: Adelly fará a curadoria dos participantes e será a mediadora das mesas
PROJETO ARQUIVADO.