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O Respiro Urbano _ Arte em Movimento reúne as artes cênicas, a música e o audiovisual em uma espécie de caravana que desfilará pelas ruas com um espetáculo que poderá ser visto das janelas das casas e apartamentos e também via internet. Serão carros com alegorias e enredo que provocarão a uma reflexão: "O que faremos e aonde iremos nos encontrar quando isso passar?". Artistas com máscaras de tamanho aumentado e elementos grandiosos, que poderão ser vistas à distância. Uma trilha musical criada especialmente para o projeto chamará a atenção dos espectadores e fará uma costura sonora entre veículos. Além disso, uma oficina gravada em vídeo será disponibilizada para professores e educadores da rede pública de ensino.
O espetáculo terá classificação livre, com duração aproximada de duas horas. O Respiro Urbano – Arte em Movimento reúne as artes cênicas, a música e o audiovisual em uma espécie de caravana que desfilará pelas ruas com um espetáculo que poderá ser visto das janelas das casas e apartamentos de Porto Alegre e também via internet. Para que se possa vislumbrar o que se planeja, pode-se dizer que a iniciativa encontra inspiração possivelmente no carnaval e seus trios elétricos e também nas recentes iniciativas de músicos que se apresentaram suspensos na escada de caminhões de bombeiros em algumas cidades brasileiras. Mas, respeitando as regras de distanciamento social, trabalhará com artistas com máscaras de tamanho aumentado e elementos grandiosos, que poderão ser vistas à distância. Serão quatro carros com alegorias e enredo que provocarão a uma reflexão: “O que faremos e aonde iremos nos encontrar quando isso passar?”. Em um dos veículos, o cenário será de um circo, com cores, formas e movimentos para representar as artes cênicas. Em outro, uma grande piscina de bolinhas azuis e amarelas lembrarão a areia da praia e a água do mar. Em uma terceira viatura, um piquenique remeterá aos parques urbanos, como a Redenção tão frequentada pelos porto-alegrenses. Na última alegoria, uma alusão ao parque de diversões e todo o encantamento que ele oferece às crianças e adultos. Uma trilha musical criada especialmente para o projeto chamará a atenção dos espectadores e fará uma costura sonora entre os quatro carros. Serão quatro edições, uma em cada região da capital e tudo transmitido ao vivo em streaming para ser acompanhado por qualquer pessoa com acesso à internet.
OBJETIVO GERAL Realizar o Respiro Urbano _ Arte em Movimento, um espetáculo cênico itinerante que desfilará pelas ruas de Porto Alegre e poderá ser apreciado das janelas de casas e edifícios e também pela internet. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar 04 sessões do espetáculo cênico em diferentes regiões da cidade, oportunizando o acesso a pessoas de todas as idades e classes sociais; - Transmitir as 04 sessões on line e produzir 01 edição final em vídeo, disponibilizado em canal de streaming, como medida de AMPLIAÇÃO DO ACESSO; - Oferecer 01 oficina gravada em vídeo de confecção de máscaras para 500 professores, educadores e estudantes da rede pública de ensino, como CONTRAPARTIDA SOCIAL; - Oportunizar o acesso a atividades culturais em tempos de distanciamento social, respeitando as regas estabelecidas pelos órgãos de saúde; - Valorizar os artistas locais e profissionais das artes em geral, gerando oportunidades de trabalho em época de escassez de eventos culturais; - Integrar artes cênicas, música e audiovisual em um espetáculo lúdico e encantador para espectadores de todas as idades e classes sociais; - Gerar alternativas de emprego e renda para profissionais de diferentes setores economia da cultura.
O ano de 2020 mal havia começado e o mundo todo se colocou em estado de alerta a uma pandemia anunciada. A vida em todo o planeta não é mais a mesma. Estamos sendo obrigados a repensar a vida, a sociedade e as relações humanas. Nessas profundas transformações sociais as quais estamos submetidos, passamos também por um processo de reorganização do cotidiano. Percebemos que podemos viver sem aquilo que antes considerávamos indispensável. Ir a um shopping perdeu o sentido, comprar qualquer coisa que não seja alimento já não tem o mesmo valor. Por outro lado, a famosa frase filósofo alemão Friedrich Nietzsche nunca teve tanto significado: "A arte existe para que a realidade não nos destrua.". Embora não possamos mais ir a um espetáculo ou assistir a um lançamento do cinema, na solidão do distanciamento social encontramos companhia nos livros, nos filmes via streaming e nas lives dos artistas preferidos. A verdade é que não podemos viver sem arte. Ainda não existem previsões concretas de quando, no Brasil e no mundo, deixaremos o estado de isolamento provocado pela pandemia. É provável, inclusive, que a vida como nós a conhecíamos não exista mais. E, nessa reorganização de nossas atividades, precisamos repensar também em como produzir e distribuir arte. Como em muitas outras áreas, mas ainda mais do que em qualquer uma delas, precisamos parar, respirar, refletir e buscar um novo fôlego para a cultura. Precisamos buscar alternativas para que os profissionais da economia criativa que padecem neste momento desesperador consigam enxergar oportunidades. É pensando justamente nisso, que o Coletivo Respira propõe uma forma de oferecer arte mesmo que à distância. O Respiro Urbano _ Arte em Movimento reúne as artes cênicas, a música e o audiovisual em uma espécie de caravana que desfilará pelas ruas com um espetáculo que poderá ser visto das janelas das casas e apartamentos de Porto Alegre e também via internet. Para que se possa vislumbrar o que o Coletivo planeja, pode-se dizer que a iniciativa encontra inspiração possivelmente no carnaval e seus trios elétricos e também nas recentes iniciativas de músicos que se apresentaram suspensos na escada de caminhões de bombeiros em algumas cidades brasileiras. Mas, respeitando as regras de distanciamento social, trabalhará com artistas com máscaras de tamanho aumentado e elementos grandiosos, que poderão ser vistas à distância. Serão quatro carros com alegorias e enredo que provocarão a uma reflexão: "O que faremos e aonde iremos nos encontrar quando isso passar?". Em um dos veículos, o cenário será de um circo, com cores, formas e movimentos para representar as artes cênicas. Em outro, uma grande piscina de bolinhas azuis e amarelas lembrarão a areia da praia e a água do mar. Em uma terceira viatura, um piquenique remeterá aos parques urbanos, como a Redenção tão frequentada pelos porto-alegrenses. Na última alegoria, uma alusão ao parque de diversões e todo o encantamento que ele oferece às crianças e adultos. Uma trilha musical criada especialmente para o projeto chamará a atenção dos espectadores e fará uma costura sonora entre os quatro carros. Serão quatro edições, uma em cada região da capital e tudo transmitido ao vivo em streaming para ser acompanhado por qualquer pessoa com acesso à internet. O Coletivo Respira tem como foco desenvolver e produzir projetos artísticos e culturais que incentivem ações para um presente e para um futuro mais sustentáveis. Criado pelos produtores culturais Dídi Jucá, Duda Cardoso, Laura Leão e Thaís Gombieski, surgiu pela ânsia de falar em sustentabilidade através da arte e da cultura. O Coletivo vem de encontro justamente a necessidades fundamentais deste momento, que são reinventar velhos hábitos, buscar novas informações, reagir a diversas medidas ambientais e sustentáveis e gerar novas ideias. Além disso, busca espalhar informações sobre iniciativas que contribuam para reciclar, repensar, refazer, juntar, trocar, reinventar e respirar. E tudo a favor de preservar e cuidar da nossa casa que é a Terra, em sintonia com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) estabelecidos pela ONU. Tratando especificamente da condição atual da pandemia, o Coletivo buscou resolver uma difícil equação. De contemplar e remunerar o maior número de profissionais da economia da cultura reunindo o mínimo de pessoas. Com isso, lembrou-se de artistas que naturalmente já vivem juntos em confinamento por suas relações pessoais. E cada artista poderá desenvolver o trabalho cênico em casa, criando e ensaiando com coordenação à distância pela curadoria do projeto sem romper o isolamento físico. Desta forma, também será desenvolvida a trilha sonora que, por questões de segurança, será reproduzida eletronicamente durante os trajetos. A economia criativa será possivelmente uma das mais impactadas em todo o mundo. E os seus reflexos cairão não somente sobre os artistas, mas a toda uma cadeia de profissionais e de serviços. O mapeamento das indústrias criativas no Brasil, feito pelo Sistema Firjan _ Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (2019) indica que o PIB (produto interno bruto) criativo girou em torno de 2,62% de toda a riqueza gerada em território nacional nos últimos anos. Com isso, a Indústria Criativa totalizou R$ 171,5 bilhões em 2017 _ cifra comparável ao valor de mercado da Samsung ou à soma de quatro das maiores instituições financeiras globais (American Express, J.P.Morgan, Axa e Goldman Sachs). Observando esses dados, percebe-se que manter a produção cultural ativa é fundamental para os mais diversos setores. "Todo ser humano tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de desfrutar das artes e de participar do processo científico e de seus benefícios.". O Artigo 27 da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) deixa claro que a cultura é uma necessidade e também um direito de todos. Nestes tempos de pandemia, é evidente que a internet tem contribuído, e muito, para o acesso às artes, especialmente através dos canais de streaming já mencionados. Por outro lado, seria incorreto afirmar que qualquer pessoa tem acesso aos conteúdos culturais disponibilizados na web. Segundo a pesquisa TIC Domicílios (2019), feita pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), cerca de 30% dos brasileiros ainda não possui acesso à internet. Considerando-se ainda que 97% do acesso ocorre pelo celular, no qual muitos usuários possuem pacotes de dados limitados, o percentual de pessoas com sinal de qualidade para acompanhar uma transmissão ao vivo possivelmente é muito inferior. Neste sentido, observamos que realizar uma atividade cultural ou espetáculo exclusivamente pela internet seria uma alternativa excludente para muitos possíveis espectadores. Evidentemente que um único projeto não conseguiria atingir todas as pessoas da cidade de Porto Alegre. No entanto, com o Respiro Urbano _ Arte em Movimento busca-se uma alternativa possível para os lares com e sem acesso à internet. É esperado que no período de execução do projeto, a curva de contaminação do Covid-19 esteja em sentido decrescente, mas ainda com uma grande necessidade de cuidados e de distanciamento. Neste sentido, destaca-se que o projeto cumpre os critérios estabelecidos pelas organizações de saúde, ao mesmo tempo em que oferece um produto cultural de qualidade à população. Por todas as suas atividades gratuitas, o projeto contempla o artigo 1º da Lei Federal de Incentivo à Cultura em seu inciso I: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Contempla também o artigo 3º da referida lei em seu inciso II: fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas.
Prezados, Informamos que não conseguimos bem compreender algumas solicitações da diligência enviada em 04 de junho. Por este motivo, listamos abaixo as providências tomadas para cada solicitação em texto marcado. Caso não tenhamos contemplado as solicitações, pedimos a gentileza de esclarecer o que ainda precisa ser ajustado. No campo "ANEXAR DOCUMENTOS -> PROPOSTA, anexar os seguintes documentos: TEATRO: a) Contrato de Direito Autoral ou Carta de Anuência, contendo a assinatura do autor, autorizando a empresa/instituição a apresentar o texto de sua autoria para realização do espetáculo de artes cênicas ou comprovação de que se trata de obra de domínio público. Como é dito no escopo do projeto, não há texto no espetáculo. Trata-se de uma performance itinerante que circulará pelas ruas da cidade podendo ser vista das janelas das casas e apartamentos. Apresentamos, de qualquer forma, anuência do grupo de teatro que fará a encenação. b) Dramaturgia e cenografia do espetáculo. A cenografia já encontra-se entre os anexos. Como já mencionado, não há texto. Reiteramos a sinopse: O Respiro Urbano – Arte em Movimento reúne as artes cênicas, a música e o audiovisual em uma espécie de caravana que desfilará pelas ruas com um espetáculo que poderá ser visto das janelas das casas e apartamentos de Porto Alegre e também via internet. Para que se possa vislumbrar o que se planeja, pode-se dizer que a iniciativa encontra inspiração possivelmente no carnaval e seus trios elétricos e também nas recentes iniciativas de músicos que se apresentaram suspensos na escada de caminhões de bombeiros em algumas cidades brasileiras. Mas, respeitando as regras de distanciamento social, trabalhará com artistas com máscaras de tamanho aumentado e elementos grandiosos, que poderão ser vistas à distância. Serão quatro carros com alegorias e enredo que provocarão a uma reflexão: “O que faremos e aonde iremos nos encontrar quando isso passar?”. Em um dos veículos, o cenário será de um circo, com cores, formas e movimentos para representar as artes cênicas. Em outro, uma grande piscina de bolinhas azuis e amarelas lembrarão a areia da praia e a água do mar. Em uma terceira viatura, um piquenique remeterá aos parques urbanos, como a Redenção tão frequentada pelos porto-alegrenses. Na última alegoria, uma alusão ao parque de diversões e todo o encantamento que ele oferece às crianças e adultos. Uma trilha musical criada especialmente para o projeto chamará a atenção dos espectadores e fará uma costura sonora entre os quatro carros. Serão quatro edições, uma em cada região da capital e tudo transmitido ao vivo em streaming para ser acompanhado por qualquer pessoa com acesso à internet. ==================================================================================================== ================================================================ No campo DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES: Descrever com detalhes qual será a ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL, bem como a quantidade e o público alvo a ser beneficiado (em atendimento ao artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania). ATENÇÃO: a) a ação formativa cultural deve ser oferecida obrigatoriamente a professores e alunos de qualquer nível. Desses alunos e professores, pelo menos, 50% devem ser de instituições públicas de ensino. Como informamos, será uma oficina de criação de máscaras, trabalho central do grupo teatral em questão, voltada a professores, educadores e estudantes do ensino médio das redes públicas de ensino. Especialmente por conta deste momento de pandemia, propusemos uma edição presencial gravada e disponibilizada para toda a rede. O projeto pedagógico encontra-se no escopo da proposta e nos anexos. ================================================================ ============================================================ No campo “INFORMAÇÕES INICIAIS -> IDENTIFICAÇÃO DA PROPOSTA -> OBJETIVOS": Nos OBJETIVOS ESPECÍFICOS deve-se citar todas as ações que serão realizadas no projeto, ou seja, quais os produtos específicos que serão oferecidos à população. Não compreendemos em especial esta solicitação, pois consideramos que os objetivos já estão quantificados: Serão quatro sessões do espetáculo nas ruas da cidade, sendo as quatro transmitidas on live e uma edição final em vídeo disponibilizada on line. Além de uma oficina de criação de máscaras gravada e disponibilizada para 500 professores e estudantes da rede pública de ensino.
PROJETO PEDAGÓGICO OFICINA Máscara em CasaA máscara teatral é um objeto que nos permite brincar de ser outro e através dessa brincadeira construímos outras formas de movimentar o corpo e de viver as emoções. Mas sem a máscara isso se torna possível? Bem, neste caso a máscara é o objeto que realiza a mediação entre a realidade e o lúdico, portanto a máscara se torna imprescindível. Então como construir uma máscara em casa neste período de isolamento? Existem várias técnicas para a construção de uma máscara onde estas percorrem artesanalmente do entalhe na madeira ao acabamento em couro, da escultura em argila ao molde em gesso, seguido pela papietagem, pintura e acabamentos. Verdade, as técnicas são inúmeras! Para curtir a criação de uma máscara em casa vamos precisar de argila e alguns poucos materiais. Uma vez com ela em casa, as possibilidades são inúmeras, desde que haja espaço para exercitar o músculo daimaginação.As máscaras criadas em casa serão chamadas de máscaras dos sentimentos, pois elas evidenciam expressivamente os traços da alegria, da tristeza, da raiva, do medo. Além da construção do objeto máscara conversaremos também sobre o uso dela paracompreender de que forma a máscara torna-se um elo para a relação consigo mesmo e com os outros, além de tratar sobre os temas relacionados ao teatro e a educação.Materiais necessários: Placa de madeira/ prancheta/ ou base de 30cmx20cm. Argila Colher/ faca sem ponta/ pedacinhos de madeira. Papel, ou jornal, ou papelão. Cola branca Pinceis Uma agulha Tesoura e estilete Tinta acrílica Elástico ou cordão de sapato Roteiro da oficina/ Vídeo (Sujeito a alterações na ordem da apresentação) Apresentação dos materiais que utilizaremos. Demonstração do passo a passo da construção da máscara, desde a escultura na argila até a pintura. Cena que apresenta a máscara realizando uma ação.As máscaras das emoções fazem parte dos estudos com as máscaras pedagógicas que utilizo, juntamente com o grupo Máscara EnCena, nas práticas educativas como professor de teatro. CurrículoFábio Cuelli é ator, professor de teatro graduado em Teatro – Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mascareiro e co-fundador do grupo Máscara EnCena (Porto Alegre-RS). Especialista no estudo da máscara cênica, realizou a formação no estilo teatral da Commedia dell’Arte na Academia Teatral Vêneta, na Itália em 2012, onde conhece o respeitado diretor italiano Adriano Iurissevich, estudioso deste gênero teatral. No ano de 2014 retorna à Itália para realizar a residência artística Sommer Akademie junto à Cia. alemã Familie Flöz, aprofundando os estudos no uso e construção de máscaras inteiras expressivas. Em setembro de 2017 aprofunda os estudos de construção de máscaras inteiras expressivas com o mascareiro argentino Alfredo Iriarte. Em 2016 promove juntamente com Iurissevich o projeto vencedor do Prêmio Anual de Incentivo a Montagem Teatral da Secretaria da Cultura de Caxias doSul nominado Commedia dell’arte na Aldeia Global que resultou no espetáculo Travessia – uma commedia trágica, que leva para a cena uma dramaturgia contemporânea sobre a migração e a linguagem da commedia dell’Arte. Neste mesmo ano, com o grupo caxiense Trompim Teatro, realiza a pesquisa De Cara com a Máscara que resulta no espetáculo Passagem para Dois, dirigido por Tiche Viannado Barracão Teatro (Campinas – SP). Juntamente com o Máscara EnCena desenvolve a produção da Residência Artística Territórios da Máscara, desde 2016, no Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo, com o objetivo de promover o encontro entre criadores interessados no uso da máscara na cena, participam como ministrantes artistas brasileiros e estrangeiros expoentes da máscara. Em 2017, o grupo Máscara Encena estreia IMOBILHADOS e em 2019 estreia 2068, ambos com direção de Liane Venturella. Integra a Cia. In.Co.Mo.De-Te de Teatro onde participa como ator no espetáculo Movimentos Sobre Rodas Paradas dirigido por Carlos Ramiro Fenstenseifer e O Gordo, O Magro e o Muro dirigido por Nelson Diniz e Liane Venturella. Como mascareiro realizou a construção de máscaras larvárias para a Profª Drª Inês Marocco, diretora do grupo Cerco e professora na UFRGS. Construiu Máscaras InteirasExpressivas Humanas Pedagógicas para a Fundação Municipal de Artes de Montenegro. Dirigiu a criação de máscaras do espetáculo Destino do Barracão Teatro, ministrou a oficina de Construção de Máscaras Inteiras Expressivas Humanas no Barracão Teatroem Campinas/SP em julho de 2018 e na Escola Municipal de Artes em Garça/SP em setembro de 2019. Realiza a direção de criação e confecção das máscaras do grupo Máscara EnCena desde 2014. Em 2010 iniciou a dar aulas de teatro e desde então trabalhou para a Prefeitura Municipal de São Marcos em parceria com o espaço multicultural de Caxias do Sul, nas Ações Complementares da Secretaria Municipal da Educação de Caxias do Sul em escolas da rede municipal de ensino, no centro de ensino Pastor Dohms em Porto Alegre e no curso profissionalizante de teatro do espaço cultural Tem Gente Teatrando, em Caxias do Sul, onde realiza a orientação cênica dasturmas semestrais para adolescentes e adultos. Realizou o estágio de docência na Escola Estadual Santos Dumont e no Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSO FÍSICO: O espetáculo será itinerante, nas ruas da cidade, e pela sua concepção poderá ser visto das janelas de casas e edifícios, com acesso a qualquer pessoa, independente de deficiências físicas. DEFICIENTES AUDITIVOS: O espetáculo será visual, sem textos, apenas com trilha instrumental, logo será naturalmente acessível a deficientes auditivos. DEFICIENTES VISUAIS: Nas transmissões ao vivo serão incluídos recursos de audiodescrição simultânea em textos. No vídeo final da mostra de resultado, será incluída a narração de audiodescrição. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: ACESSO FÍSICO: A oficina será disponibilizada em vídeo, sendo acessível a todos os interessados. DEFICIENTES AUDITIVOS: Haverá tradução em libras e;ou legendagem no vídeo das oficinas. DEFICIENTES VISUAIS: A atividade se dará por meio da oralidade, tornando-se compreensíveis para deficientes visuais.
Todas as atividades serão gratuitas. Como medida de ampliação do acesso, prevista no inciso V do artigo 21 da Instrução Normativa, o espetáculo será transmitido ao vivo em streaming. Será também produzido um vídeo final com o resultado do processo.
Laura Leão - coordenaçãodo projeto (será responsável pela administração do projeto, cuidando de todas as rotinas financeiras) Graduada em Relações Públicas pela PUCRS, estudou teatro no TEPA, tem uma companhia chamada VAI! Cia de Teatro que completa dez anos em 2018. Desenvolve trabalhos em produções culturais, institucionais e coorporativas. No cinema faz produção de elenco para séries, longas e curtas metragens com as produtoras Casa de Cinema, Zepelim, Besouro, Prana, Vertie e Cubo Filmes. Trabalha a oito anos no Festival Internacional de Artes Cênicas - Porto Alegre em Cena onde atualmente é coordenadora de produção. Faz a coordenação de logística do Poa Jazz Festival desde sua primeira edição em 2015 e do Festival Palco Giratório SESC – POA desde 2017. Integrou a equipe de eventos como Canoas Jazz festival, o Natal da Transformação, e a Feira do Livro de Canoas e dos shows Rolling Stones e Guns N’ Roses em 2016. Duda Cardoso - diretor artístico Atua na Cia. Stravaganza como ator, produtor e participa do núcleo criativo da Cia, também administra e Coordena as Programações do Estúdio Stravaganza Inaugurado em 2017. Formado pelo Núcleo de formação de atores Deposito de teatro e participou de diversas Oficinas com diretores nacionais e internacionais como: Aderbal Freire Filho (RJ), Eugenio Barba (ITA), Gomes Peña (MEX), John Mowat (POR), Jeremy Jeams (uk), Cassio Brasil (SP) Georgette Fadel (SP). Atuou diversas peças teatrais Como ator e Produtor entre elas: Príncipes e Princesas, Sapos e Lagartos de Flavio de Souza, Indicado a o premio Tibicuera de Melhor Ator (2013), Estremeço de Joel Pommerat (2013), Nossa vida não vale um Chevrolet de Mario Bortoloto (2011), A Comédia dos Erros, de William Shakespeare (2008), Sacra Folia, de Luis Alberto de Abreu (2009), Bebe bum, de Adriane Mottola & Luiz Henrique Palese (2009), Por um Punhado de Jujubas de Adriane Mottola, Luiz Henrique Palese e Cacá Corrêa (2009), Zona contaminada, de Caio Fernando Abreu com direção de Fernando Kike Barbosa e Sérgio Etchichury (2006) entre outras. Em 2016 dirigiu junto com Adriane Mottola o espetáculo Uma Commedia Quase DellArte, espetáculo da turma de formação II da Casa de Teatro. Foi assistente de direção no espetáculo Uma Viagem no Mundo da Eletricidade de Diones Camargo (2015). Também Trabalha na coordenação do Festival Porto Alegre em Cena nas edições do 15º ao 25º, atuando como Produtor Operacional (2008 a 2016) e como coordenador de Programação (2017). Na Casa de Cinema de Porto Alegre, assistente de produção na Serie de Tv Fora de Quadro (2015), Zeppelin Filmes, Produtor de Elenco na Serie de Tv A vida de Rafinha Bastos (2011), Kalanga, a cidade das bicicletas (2014) Espetáculo 9 Mentiras sobre a verdade, Produtor Executivo (2010), Palco Giratório Sesc/rs, Produtor (2009 e 2016) e na Opus Promoções como produtor de eventos nos Shows: Disney On Ice (2008) Nando Reis (2009), Coca cola Park (2009), Opus Premium (2009),The Black Eyed Peas (2010) e Ivete Sangalo (2010). Thaís Gombieski - produtora Tecnóloga em Produção Cênica, atriz e produtora cultural, já trabalhou como produtora local na exposição Museu do Futebol na Área Porto Alegre, como produtora na Coordenação e Assessoria de Projetos e Captação na Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre; no grupo Cuidado Que Mancha; no Festival Porto Alegre Jazz Festival, no setor de logística; no Projeto Ribalta da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre; na equipe da captação de vídeo do show Cidadania nas Ruas realizada pela Secretaria de Direitos Humanos da cidade de São Paulo; na gravação do videoclipe "Raiar" da banda Renascentes de Porto Alegre, como produtora e atriz; e na gravação do DVD do Bebeto Alves no Theatro São Pedro. Adquiriu parte de suas experiências trabalhando no Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural de Porto Alegre – Fumproarte, enquanto ainda estudava. Atualmente escreve e produz projetos com a Makki Produções desde 2014 e coordenadora de logística do Festival Internacional de Artes Cênicas, Porto Alegre em Cena e do Inclusão em Cena desde 2017. Yara Balboni - direção de cenografia Formou-se em arquitetura e Urbanismo pela Universidade Estadual de Londrina em 2010 e é especialista em Ergonomia pela mesma universidade. Estagiou no setor de Planejamento e Desenvolvimento da UEL na área de projetos arquitetônicos e fiscalização de obras. Trabalhou como arquiteta no escritório de Teba Ylana em Londrina e com o arquiteto Luca Ruzza em Roma, desenvolvendo projetos de cenografia na Itália e Estados Unidos. Realizou em colaboração com o artista plástico Mavi Veloso o festival de performances e intervenções artísticas Maninfestarte em Londrina. No cinema trabalha com criação da cenografia em longas e curta metragens. Realiza consultorias e coordena montagens de instalações efêmeras e exposições para empresas de cenografia. Desenvolve projetos de cenografia para espetáculos e eventos, realiza trabalhos na área da cenotecnica e construção cenografica teatral desde 2007. Neste período trabalhou em montagens de grupos internacionalmente reconhecidos como Odin Theatre, Theatre Du Soleil, Bob Wilson, Berliner Ensemble, Peter Brook, Fuerza Bruta e outros. Trabalhou com a coordenação cenotécnica do Festival Internacional de Londrina (FILO) entre 2007 e 2010, desde 2011 é a coordenadora cenotécnica do festival internacional de teatro Porto Alegre em Cena. Daniela Ramirez - assistente administrativo Especialista em Gestão da Produção Cultural pela Escola Castelli (2014) e graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Feevale (2010). Tem experiência na elaboração e na gestão de propostas de todos os segmentos da cultura, desde festivais de música e cinema, à publicação de livros e restauro de bens integrantes do patrimônio histórico. Destaca-se a participação em iniciativas como o Porto Alegre Jazz Festival (2014 - 2018), o Porto Alegre em Cena (2018), o Natal dos Anjos de Dois Irmãos (2012 - 2018), o Festival de Cinema de Gramado (2012 - 2014), mais de dez projetos de obras literárias, entre inúmeros outros.
PROJETO ARQUIVADO.