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Trata-se de projeto cultural na área das artes cênicas, que prevê a criação, montagem e apresentações de um espetáculo de teatro, em formato de contação de histórias, que reúne 10 cenas ficcionais sobre a história do teatro ocidental (dos gregos ao séc. XX), voltada para o público infantil, com texto de Carlos Cardoso. A montagem contará comcriação colaborativa de cinco diretores de teatro, 4 atores, que se revesam na encenação dos personagens.
ARGUMENTO: Toda noite, na hora de dormir, a mãe de uma criança conta para ela uma história, cujo início narra o seguinte enredo: Uma criança que teve a sua primeira ida ao teatro frustrada por uma epidemia que obrigou todo mundo a ficar em casa, recebe do tio Dionísio, por compensação, um teatrinho de madeira. Sem saber como brincar com aquela caixa preta, ela se cansa e adormece. Durante a noite, o teatrinho se anima. A criança acorda e vê a caixa preta aberta e cheia de luz. Seus brinquedos estão lá, dançando freneticamente e cantando numa língua que é ao mesmo tempo todas e nenhuma. De repente ela vê o seu boneco preferido, um Arlequim, surgir no meio dos outros, que o levam até o fundo do palco, onde uma imensa boca se abre e o devora. No dia seguinte, a criança não encontra o Arlequim em lugar algum. À noite, o teatrinho se reanima, e ela vê de novo a festa. Quando a grande boca se abre, o Arlequim aparece e fala com a criança. Diz que ela tem que entrar no teatro e fazer com ele a viagem que ele estava fazendo. Seguindo o Arlequim, a criança entra na grande boca. Tem início a viagem. A primeira estação é um teatro grego. A criança vê o Arlequim se destacar do coro e pronunciar, em tom grandíloquo, e em grego, as falas finais de uma tragédia, ao som de música e do choro copioso da plateia. Findo o drama, a criança, que não entendeu nada, quer saber por que todos choravam, se ao mesmo tempo pareciam tão felizes. O Arlequim explica que o teatro grego era assim mesmo. Todo mundo feliz justamente porque as peças mostravam o que todos sabiam que iam ver: a coisa mais triste do mundo. A dupla conversa com um grego, Aristófanes, que também assistira à peça. O grego diz achar aquilo tudo tragicamente ridículo e preferir outro tipo de teatro, a Comédia, no qual, se a plateia chora, é mesmo de rir. Aristófanes tenta então contar as coisas divertidíssimas que acontecem nas comédias que ele escreve. Mas ele acha tudo tão engraçado, que antes mesmo de contar qualquer coisa, começa a rir... e não para mais. A criança acorda. É de manhã, e ela está em seu quarto. O Arlequim, não. Mas ela sabe muito bem onde ele está. ESTRUTURA Todos as cenas começam com a mãe narrando a continuação da história, para a criança dormir. Com o Arlequim participando, em cada estação, de uma representação teatral característica, a dupla percorrerá os séculos, visitando os gêneros (clássicos, religiosos, renascentistas, gêneros dos séculos XVIII, XIX, e dos princípios do XX etc.) e conversando com atores, autores ou personagens marcantes dos estilos ou dos períodos visitados.
OBJETIVO GERAL Promover o encontro do público infantil e infanto juvenil com a história do teatro ocidental (dos gregos ao século XX), através da apresentação de um espetáculo de teatro em formato de contação de histórias, intitulado "A criança e o Arlequim". A dramaturgia do espetáculo será desenvolvida através de 10 cenas curtas, que percorrem os séculos, visitando os gêneros (clássicos, religiosos, renascentistas, gêneros dos séculos XVIII, XIX e dos princípios do XX etc.) e conversando com atores, autores ou personagens marcantes dos estilos ou dos períodos visitados. A montagem contará com a criação colaborativa de cinco diretores, e com um elenco de 6 atores que além de atuar, utilizarão recursos musicais, cantando e dançando em cena. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar a criação, montagem e apresentações do espetáculo "A criança e o Arlequim". A estreia está prevista para acontecer na cidade do Rio de Janeiro, com previsão de temporada de seis semanas, com duas sessões semanais aos sábados e domingos no horário vespertino, totalizando 12 sessões abertas ao público. Após a temporada carioca, o espetáulo irá circular por duas cidades, Lorena (SP) com duas apresentações abertas ao público, e São Luís (MA), também com duas sessões abertas ao público. No total, o projeto prevê 16 sessões, com estimativa de público de 3.600 espectadores, entre crianças e adultos. Formar novas platéias, estimulando o interesse e gosto pelo teatro. Promover e estimular o intercâmbio entre artistas que desenvolvem seu trabalho na cidade do Rio de Janeiro, e o público localizado em outras regiões do Brasil. Estimular a produção cultural brasileira e a geração de trabalho temporário para profissionais do setor artístico-cultural de nosso país. Realizar uma ação de contrapartida sócio cultural formativa que prevê a realização de palestra teórica, com proposição de alguns exercícios práticos, sobre o teatro, sendo uma em cada uma das cidades previstas no projeto, atendendo um total de 360 crianças, jovens e professores da rede pública de ensino. A palestra,que abordará pontos da história do tatro, terá duração de 60 minutos e será realizada para alunos e professores da Rede Pública de ensino, com entrada franca.
A solicitação de apoio ao Ministério do Turismo / Secretaria Especial de Cultura para aprovação do projeto "A criança e o Arlequim", visando benefícios da Lei Federal de Incentivo à cultura, justifica-se pelo exposto nas próximas linhas. "A criança e o Arlequim" é um projeto artístico-cultural que pretende ser aberto ao público infantil e infanto juvenil, com acesso através de venda e distribuição gratuita de ingressos, além de medidas de acessibilidade, atendendo aos portadores de necessidades especiais. Dessa forma está de acordo com o Artigo 1 _ inciso "I" da Lei 8.313/91 que diz: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". O projeto "A criança e o Arlequim", prevê a montagem teatral de um texto, que conta de forma ficcional uma parte da história do teatro ocidental, criado por autor brasileiro, Carlos Cardoso, além de reunir uma equipe de artistas profissionais do teatro, estando, dessa forma, de acordo com o Artigo 1 - inciso III da Lei 8.313/91 que diz: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", e inciso VIII que diz: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", e inciso IX que diz: "priorizar o produto cultural originário do País". O projeto "A criança e o Arlequim" tem por objetivo, de acordo com o Artigo 3° da Lei 8313/91, a realização de apresentações de um espetáculo de teatro voltado para o público infantil e infanto juvenil, com acesso aberto, pago e gratuito, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - Inciso II - linha "c", que diz: "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore", linha "e", que diz: "realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres". Por fim, O projeto "A criança e o Arlequim" prevê ação, que garante a distribuição gratuita de ingressos, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - Inciso IV - linha a, que diz: "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos".
“A criança e o Arlequim" é um espetáculo para o público infantil, em formato de contação de história, em 01 ato, com 10 cenas, elenco composto por seis atores, com cenografia, figurinos, adereços especialemente criados para o trabalho. - Classificação indicativa: Livre para todas as idades; - Duração de 50 minutos.
Em atendimento ao Capítulo IV – da acessibilidade, democratização, do acesso e das ações complementares, seção I, da acessibilidade, artigo 18, da IN nº 02 de 23 de abril de 2019, informamos que serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade: APRESENTAÇÕES DO ESPETÁCULO "A CRIANÇA E O ARLEQUIM" ACESSIBILIDADE FÍSICA - Para a realização das apresentações, o proponente se compromete à optar, sempre que possível, por teatros e/ou espaços para apresentações que ofereçam infraestrutura e condições adequadas para atendimento aos portadores de necessidades especiais motoras, tais como local adequado para cadeirantes, rampas de acesso, banheiros adaptados, entre outros. ACESSIBILIDADE DO CONTEÚDO Para deficientes auditivos: Contratação de intérprete de libras, oferecendo a opção de tradução em libras em 03 apresentações, uma em cada cidade prevista no projeto. Para deficientes visuais: Ediçao de exemplares do programinha da peça, com conteúdo do projeto, em braille CONTRAPARTIDA SOCIAL PALESTRA SOBRE CRIAÇÃO ARTÍSTICA ACESSIBILIDADE FÍSICA - Para a realização das palestras/bate papo, o proponente se compromete à optar, sempre que possível, por teatros e/ou espaços, que ofereçam infraestrutura e condições adequadas para atendimento aos portadores de necessidades especiais motoras, tais como local adequado para cadeirantes, rampas de acesso, banheiros adaptados, entre outros. ACESSIBILIDADE DO CONTEÚDO Para deficientes auditivos: Contratação de intérprete de libras, oferecendo a opção de tradução em libras em todas as palestras previstas no projeto. Para deficientes visuais: Ediçao de exemplares do programinha da peça, com conteúdo do projeto, em braille - Destacamos que todos os custos relacionados às medidas de acessibilidade foram incluídos no orçamento físico e financeiro, e que em todo o material de promoção e divulgação do projeto haverá informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas.
Em atendimento ao Capítulo IV, Seção II Da Ampliação do Acesso - artigo 20 da IN nº 02 de 23 de abril de 2019, informamos que será adotado: - Doação de 20% da lotação, em todas as apresentações, para crianças de baixa renda que não tem acesso à projetos culturais. Em atendimento à Seção II Da Ampliação do Acesso - artigo 21 da IN nº 02 de 23 de abril de 2019 informamos que será adotada a seguinte medida de ampliação de acesso: - Gravação em áudio das 10 cenas que compõe o espetáculo, em formato de série infantil em capítulos, que será distribuído com acesso gratuito e ilimitado na internet, como podcast, por um período de dois anos. - Captação das imagens do espetáculo, e sua ampla veiculação através de acesso gratuito e ilimitado da internet – canal youtube, após o término das apresentações.
Idealização do projeto Ciranda de 3 Trupe / Dadá Maia Dramaturgia Carlos Cardoso Direção Adriana Maia, Carlos Cardoso, Ernesto Piccolo, Joana Lebreiro e Miguel Velinho Elenco Fixo Kelzy Ecard, Xando Graça, Leandro Santanna, Yuri Ribeiro, Inês Cardoso, Camila Boer Pesquisa musical Quito Pedrosa Direção musical Edvan Moraes Cenografia Nello Maresi Figurinos Flavio Souza Iluminação Anderson Ratto Direção de Produção Dadá Maia Produção / gestão administrativa / financeira Ciranda de 3 Trupe CURRÍCULOS CARLOS CARDOSO (DRAMATURGIA/DIREÇÃO) Mestre em artes cênicas pela UNIRIO. Autor, diretor, cenógrafo, diretor musical, roteirista de TV e cinema. Escreveu e dirigiu as peças de teatro voltadas para o público infantil: “Um soldadinho de chumbo” que cumpriu temporada no Rio de Janeiro em 2004; “A viagem de Zenão”, também assinou a cenografia juntamente com Marcelo Lipiani e Fernanda Donini, estreou em 2008 e foi contemplado com o Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro infantil nas categorias de melhor texto e melhor cenografia. A montagem fez turnê por cinco cidades brasileiras – Brasília, Curitiba, Maceió, João Pessoa e Salvador; “Como ter uma ideia” que estreou e cumpriu temporada em 2010 no Rio de Janeiro. Ainda escreveu “A estranha viagem de Maria Cecília” com direção de Adriana Maia, que cumpriu temporada em 2015 no Rio de Janeiro, espetáculo vencedor do Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil na categoria especial – menção honrosa. Assinou a direção musical de inúmeros espetáculos, destacamos aqui: “O ovo de colombo” e “Galileu” ambas com texto de Marília Gama Monteiro, direção de Lucia Coelho; “O autofalante” e “Os ignorantes” texto e direção de Pedro Cardoso; “A bruxinha que era boa” texto de Maria Clara Machado com direção de Cacá Mourthé; “Pinóquio” e “Alice no país das maravilhas” ambas com concepção e direção de Christiane Jatahy; entre outras. ADRIANA MAIA (DIREÇÃO) Atriz, diretora e professora, além de Doutora em Teatro pelo PPGAC da UNIRIO / RJ, é professora da Faculdade da Cal de Teatro desde 2012. Foi integrante do grupo Além da Lua, onde realizou “Curiosa Idade” (1982), “Jardins da Infância” (1983/84) – Prêmio Molière de Incentivo ao Teatro Infantil e “Cabaré Infantil” (1985). Em 1986, foi indicada para o Prêmio Mambembe de melhor atriz por “A Gata Borralheira” de Maria Clara Machado direção de Carlos Wilson. Seu primeiro trabalho como diretora foi “Infância” texto inédito de Thornton Wilder que lhe rendeu o Prêmio Mambembe de melhor espetáculo do Ano (1988). Destacamos alguns trabalhos como diretora: “A estranha viagem de Maria Cecília”, texto de Carlos Cardoso, espetáculo laureado com a Menção Honrosa pelo trabalho desenvolvido de arte/educação dada pelos jurados do Prêmio Zilka Salaberry, em 2013, além do Prêmio de melhor iluminação para Anderson Ratto, e uma indicação ao Prêmio de melhor atriz para Stella Brajterman. “Amorosa” também laureado com a Menção Honrosa em Teatro de Formas Animadas dentro do Prêmio Zilka Salaberry em 2014. “Paparazzi” texto inédito de Mattei Visniec que realizou uma temporada de sucesso no CCBB do Rio de Janeiro em julho/agosto de 2015. “Hamlet ou morte!” adaptação teatral de obras cômicas de William Shakespeare com o grupo Os trágicos. Esse espetáculo estreou em 2015 e ficou em cartaz e em circulação até 2019. “Cabaré Autofágico” musical brasileiro 2019. Teatro Poeira Rio de Janeiro. “455: Macbeth” espetáculo itinerante que percorre as salas e espaços do Castelinho do Flamengo no Rio de Janeiro 2020. ERNESTO PICCOLO (DIREÇÃO) Ator e diretor que se destaca no meio cultural por sua versatilidade (teatro, TV e cinema). Últimos trabalhos realizados como diretor de teatro: “Simples Assim” texto de Marta Medeiros e Rosane Lima, com Julia Lemmertz; “D.P.A, a peça” roteiro de Pedro Henrique Lopes e Flavia Lins e Silva; “Andança, Beth Carvalho o musical” com texto de Rômulo Rodrigues e grande elenco; “A Galinha Pintadinha, em Ovo de Novo” , musical infantil com roteiro de Marcos Luporinir e Juliano Prado e dramaturgia e texto final de Keli Freitas; “Para todos – Apesar de você” no Galpão Aplauso com 100 jovens de comunidades de baixa renda (2014); “Eu e ela” texto de Guilherme Fiuza, com Claudia Mauro, André Dalle e Stella Brajterman. (2014 / 2015); “Sonhos de um sedutor” (2013/2014) de Woody Allen e no elenco Luana Piovani, George Sauma, Heitor Martinez e Georgiana Goes; “Feliz Por nada” (2013/2014) baseado no livro de mesmo título de Martha Medeiros e no elenco Cristiane Oliveira, Luisa Thirè e Gil Hernandez, “Na sobremesa da vida” com texto de Maria Letícia e no elenco Emiliano Queirós, “Doidas e Santas” texto de Regiana Antonini a partir do livro de Martha Medeiros com Cissa Guimarães (2010 até 2016), “Igual a você” textos de Adriana Falcão, Lícia Manzo, Regiana Antonini , entre outros e no elenco Camila Morgado, Bia Nunes e Anderson Müller (2010), “A História de nós dois” texto de Lícia Manzo com Alexandra Richter e Marcello Valle (2009 / 2011 / 2012 / 2013). JOANA LEBREIRO (DIREÇÃO) Em teatro infanto-juvenil estreou em 2018 o musical Isaac no Mundo das Partículas, adaptação e direção sua para o livro homônimo de Elika Takimoto, vencedor dos prêmios CBTIJ de melhor ator para João Lucas Romero, melhor Videografismo e visagismo. indicado a 5 categorias no Prêmio Zilka Salaberry 2018 (melhor espetáculo, direção, produção, ator e direção musical) Em 2014 estreou Bisa Bia Bisa Bel, clássico de Ana Maria Machado e foi vencedor dos prêmios de Teatro Infantil de 2015: melhor espetáculo, texto e direção musical no Prêmio Zilka Salaberry 2015; melhor espetáculo, texto, direção e coletivo de atores no Premio CBTIJ de Teatro Infantil 2015. Seu primeiro infantil, o musical Coisas que a Gente Não Vê, de Renata Mizhari, estreou em 2012 e foi vencedor do prêmio Zilka Salaberry 2013 nas categorias texto e atriz e indicado na categoria direção. Estava em cartaz desde julho de 2019 com o espetáculo Mãe Fora da Caixa, de Claudia Gomes adaptado do livro homônimo de Thais Vilarinho, indicado ao Prêmio de Humor de Melhor direção, texto, performance e espetáculo. Entre seus trabalhos de direção para teatro destacam-se também os espetáculos Saia, Entregue seu coração no recuo da bateria, os musicais Funk Brasil- 40 anos de baile, Meu Caro Amigo, Aquarelas do Ary, Ai, que saudades do Lago! e Antonio Maria – A Noite é uma criança! - este ultimo eleito pelo jornal o Globo um dos dez melhores espetáculos de 2004. MIGUEL VELLINHO (DIREÇÃO) Doutor em Artes Cênica pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) da UNIRIO e professor adjunto do curso de Licenciatura em Teatro da UNIRIO onde leciona as cadeiras de Teatro Infanto-juvenil (TIJ) e Teatro de Formas Animadas (TFA). Em 1999 fundou a Cia PeQuod – Teatro de Animação que conta hoje com um repertório sólido de treze espetáculos premiados e elogiados pela crítica. São eles: Sangue Bom (1999), Noite Feliz – Um Auto de Natal (2001), O Velho da Horta (2002), Filme Noir (2004) e Peer Gynt (2006), A chegada de Lampião no inferno (2009), Marina (2010), Marina, a sereiazinha (2010), A Tempestade (2012), PEH QUO DEUX (2014), A feira de maravilhas do fantástico Barão de Münchausen (2015), O Braile – uma dança às cegas (2015), Ovelha Negra (2017) e A última aventura é a morte (2018). Como diretor, foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro pelos espetáculos Peer Gynt e Marina. Foi vencedor do Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil em 2011 na categoria Melhor Direção pelo espetáculo Marina, a sereiazinha. Em 2014 ganhou ainda o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem como Melhor Autor de Texto Original por Intolerância, criado para o projeto Buzum. Em 2016 foi novamente premiado com o Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil pela direção do espetáculo A feira de maravilhas do fantástico Barão de Münchausen. Ganhou também o prêmio de melhor produção, como Cia PeQuod, pelo mesmo espetáculo. Pelo mesmo espetáculo, foi indicado na categoria de Melhor Diretor de Espetáculo Infantil, no 5º Prêmio Botequim Cultural. Em 2019, foi indicado ao Prêmio Botequim Cultural na Categoria Especial, pelo trabalho inovador em A última aventura é a morte. Por este espetáculo recebeu o Prêmio Questão de Crítica. KELZY ECARD (ELENCO/ATRIZ) Trabalhos recentes em teatro: em 2019 participou da montagem “Eu, Moby Dick”, de Pedro Kosovski (baseado no clássico de Herman Melville), com direção de Renato Rocha, por esse trabalho foi indicada ao Prêmio Cenym. O espetáculo teve indicações a todos os prêmios de teatro do Rio em 2019. Em 2017 estreou os espetáculos “Tom na Fazenda”, de Michel Marc Bouchard, com direção de Rodrigo Portella - Tom teve 5 indicações para o Prêmio Shell, 7 para o Prêmio Cesgranrio, 10 para o Prêmio Botequim Cultural e 17 para o Prêmio Cenym (os dois últimos incluindo uma premiação de Melhor Atriz em papel coadjuvante para Kelzy Ecard); e “Fauna”, de Romina Paula, com direção de Marcelo Grabowsky e Erika Mader (onde também foi indicada ao Prêmio Cenym de Melhor Atriz em papel coadjuvante). Em 2015 estreou “Por Amor ao Mundo – Um Encontro com Hannah Arendt”, de Marcia Zanelatto, direção de Isaac Bernat, no CCBB Rio e “El Pânico”, de Rafael Spregelburg., com direção de Ivan Sugahara. Em 2014 esteve em cartaz com “Desalinho”, de Marcia Zanelatto, direção de Isaac Bernat, e “Incêndios”, de Wadji Mouwaad, com direção de Aderbal Freire-Filho - trabalho que rendeu a ela o Premio CENYM e o Prêmio APTR de Melhor Atriz em Papel Coadjuvante 2013, mesmo prêmio recebido em 2007 pelo espetáculo “Rasga Coração”, de Odvaldo Vianna Filho, com direção de Dudu Sandroni; foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor Atriz de 2012, Prêmio Quem e Prêmio Questão de Crítica (melhor elenco, junto com Andreia Horta) pelo espetáculo “Breu”, de Pedro Brício, com direção de Miwa Yanagizawa e Maria Silvia Siqueira Campos. XANDO GRAÇA (ELENCO/ATOR) Ator de teatro, cinema e TV há 35 anos. Principais Trabalhos: No teatro: “1789” de Teatre du Soléil (1989) Direção Carlos Wilson (Damião) – Espetáculo que inaugurou a Fundição Progresso. “Tiradentes, a Inconfidência no Rio” Direção Aderbal Freire Filho. (1992), “A Alma Boa de Setsuan” Direção de Domingos Oliveira (1998), “O Avarento” Direção de Amir Haddad (2000), “Esperando Godot” Direção de José Celso Martinez Corrêa (2001), “Deserto Iluminado” (2003) Direção de Caio de Andrade – Indicado na categoria de melhor ator para o Prêmio Shell, “Rasga Coração” Direção Dudu Sandroni. (2007/ 08), “O Interrogatório” Direção Eduardo Wotzik (2009 /10), “Pequena Loja de Mistérios” Direção Marcos Vogel (2011). “O Beijo No Asfalto” Direção César Rodrigues (2012), - Indicado na categoria de melhor ator para o prêmio FITA, “Jantando com Isabel” Direção Henrique Tavares (2012), “Botequim” Direção de Antônio Pedro Borges (2013), “12 Homens e uma Sentença” Direção Eduardo Tolentino de Araújo. (2014), “Fazendo História” Direção Gláucia Rodrigues” (2014/15) – Indicado na categoria de melhor ator para o prêmio Cesgranrio”, “Como a Gente Gosta” Direção Vinicius Coimbra (2015), “Paparazzi” Direção Adriana Maia (2016) “Revisitando Tebas”, monólogo com Xando Graça – de Favish, Direção de Xando Graça e Favish (2018), “ Arlequim, Servidor de 2 Patrões”, de Carlo Goldoni, Direção de Adriana Maia. Espetáculo integrante do II Festival Internacional de Teatro do BRICS, em Moscou, Rússia. (2018). LEANDRO SANTANNA (ELENCO/ATOR) Bacharelado e Licenciatura em História – Universidade Gama Filho – 2006. Ator. Destaques nos trabalhos: Em 2018 e 2019 - “Lima Entre Nós, estudo compartilhado a atualidade de Lima Barreto” – SESC Tijuca, Casa de Cultura Laura Alvim, Memorial Getúlio Vargas, Centro Cultural Midrash, Biblioteca Parque, Teatro Dulcina, Mostra FRENTE – Paracambi, FLICAMP, Teatro Municipal de Niterói, Festival Escuta – IMS, SESI Jacarepaguá. – INDICADO AO PRÊMIO SHELL DE MELHOR ATOR – 1º semestre 2018. Em 2016 “Apesar de você” de Celso Tadei e Gabriella Amaral, Direção Henrique Tavares e Márcio Trigo. Em 2015 “A Santa Joana dos Matadouros” de Bertold Brecht Direção Marina Vianna e Diogo Liberano. Em 2014 “Os Intolerantes” de Carla Faour e Henrique Tavares, Direção Henrique Tavarez - CCBB – RJ. Em 2013 “Favela – O musical”. Entre inúmeros outros. YURI RIBEIRO (ELENCO/ATOR) Yuri Ribeiro é ator, autor, apresentador e palestrante. Bacharel em Artes Cênicas pelo Instituto CAL e Fundador do Grupo Os Trágicos. Apresentador do programa Futura Profissão - Inovadores, no Canal Futura. No teatro como ator e autor do premiado “Vou Deixar De Ser Feliz Por Medo De Ficar Triste?” desde Maio 2018. "Hamlet ou Morte!" e "Faz de Conta Que É Tempestade (Os Trágicos - 2015 a 19), "Os Insones" (2016) e “The History Boys”(2014). Nos últimos 6 anos atuou em mais de 30 obras literárias adaptadas para teatro em escolas no Rio de Janeiro. No Cinema estreia em 2020 "Veneza" de Miguel Falabella "A Volta" de Ronaldo Uzeda, "As 7 Dores de Maria" de Pedro Varella e "Breves Miragens de Sol" de Erik Rocha. Na televisão, além de diversas campanhas publicitárias também atuou nas novelas "Verdades Secretas", “Saramandaia” e na série “Filhas de Eva” na TV Globo. Desenvolveu sua primeira palestra em 2019, chamada "Dirigindo a Própria Vida", nela ele usa as principais etapas de sua trajetória para falar sobre empreendedorismo, correção de rota e a importância de criar oportunidades. INÊS CARDOSO(ELENCO/ATRIZ) Com graduação em Artes Cênicas (Habilitação Teoria do Teatro) pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e doutorado em Teatro, concluído em 2007, pela mesma instituição, onde desenvolveu, igualmente, pesquisa sobre Gertrude Stein, com bolsa de Pós-Doutorado Recém-Doutor (FAPERJ), Inês Cardoso é atualmente Professora Associada do Departamento de Teoria do Teatro e do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UNIRIO, onde desenvolve a pesquisa “Texto e presença: o personagem, o ator e a materialidade visual e sonora do texto teatral”. Tem experiência em artes, com ênfase em interpretação teatral, atuando também nas seguintes áreas: historia do teatro, análise de dramaturgia e tradução. CAMILA BOER (ELENCO/ATRIZ) Artista paulistana de 42 anos que atua em todas as áreas ligadas a música e ao teatro: é cantora, atriz comediante, dançarina, produtora, figurinista, professora de Técnica Vocal e de Inglês, e desenvolvedora de conteúdo. Iniciou sua carreira como backing vocal na banda da mãe, a cantora Elizabeth Viana, a rainha do Samba-Rock brasileiro. Aos 22 anos iniciou a carreira paralela no teatro, onde descobriu no humor musical a expressão que procurava. Desde então participou de diversas peças de teatro musical, com destaque para o internacional "Madagascar Live" , produção da Holiday On Ice, "O Sítio do Pica-Pau Amarelo ", e a mais recente, em 2019, "O Cabaret Autofágico ", sucesso de crítica no Teatro Poeira, no RJ. Trabalhou com o grupo humorístico "Rádio Comida" por dez anos, onde se especializou em criar textos e canções para teatro institucional. Alguns clientes: SESI Piracicaba, Catterpillar, Raizen, Ecovias, entre outros. No momento trabalha no desenvolvimento e produção de conteúdo de seus personagens e é professora de Música da School of Rock Jardins, SP. QUITO PEDROSA – (PESQUISA MUSICAL) Compositor, arranjador, violonista e saxofonista, começou a tocar baixo em 1978 no Peru. Em 1980 monta o grupo “Cerrado” em Brasília (DF) e realiza seus primeiros trabalhos como músico em peças de teatro. Em 1982 assina a trilha sonora, juntamente com Renato Russo, do filme “O burocrata”. Em 1983 entra na faculdade de música da Fundação Brasileira de Teatro onde estuda violão. No mesmo ano muda-se para Paris e passa a estudar saxofone, a partir daí estuda sax, arranjos e composição durante 3 anos no Institute Ars, Culture e Perception - IACP. Em 1986 muda-se para a Espanha e forma o “Pão e Circo” banda de música brasileira que se apresenta nas principais casas de espetáculos de Madri, além de viajar por várias regiões do país. Em 1991, já de volta ao Brasil integra a Orquestra de Música Brasileira sob a direção do maestro Roberto Gnatalli apresentando-se naquele mesmo ano no Free Jazz além de diversas casas noturnas em São Paulo e Rio de Janeiro. Em 1992 cria o Quito Pedrosa Quarteto, com repertório de canções de autoria do próprio Quito o grupo se apresenta em diversas casas de espetáculo no Rio de Janeiro - Sala Sidney Miller, Espaço Cultural Sergio Porto, Paço Imperial, entre outros - e em São Paulo - Teatro do SESI, Centro Cultural São Paulo, entre outros. Em 1995 grava seu primeiro CD “Panamericana” (produção independente) com 12 composições próprias. Em 2001 lança seu segundo CD “Luz e Pedra” (Biscoito Fino) com composições próprias. Lança ainda os CDs “Noite Rasa” (biscoito Fino) e “Lunar” (Biscoito Fino) ambos com composições próprias. Entre 1995 e 2018 faz inúmeras apresentações ao vivo entre elas destacamos: Apresentações em 2005 com seu quarteto no Teatro Padrillo (Madri), Café Babel (El Escorial/Madri), auditório do Jardim Botânico de Valencia; em 2002 no Arhus Festuge (Dinamarca); entre outras. EDVAN MARQUES – (DIREÇÃO MUSICAL E SONOPLASTIA) Edvan Moraes graduou-se em regência Orquestral pela UFRJ, orientado por Ernani Aguiar e Tobias Volkmann. É formado no Curso Livre de Técnica de Regência Coral pelo Os Seminários de Música Pro-Arte, onde estudou com Carlos Alberto Figueiredo. Participou como aluno ativo de Master Classes com os maestros Martin Schmidt, Isaac Karabtchevsky e Abel Rocha. Frequentou master classes com Kurt Masur, Marin Alsop, Kirk Trevor e Fábio Mechetti. Mestrando em Teoria e Prática da Interpretação no PPGM-UNIRIO, sob orientação de Ingrid Barancoski. Em 2019, foi diretor musical e regente da montagem da ópera infantil “La belle lisse poire du Prince de Motordu”, no Teatro Riachuelo - Rio de Janeiro, realizada em parceria entre a Aliança Francesa, Liceu Molière e Consulado Geral da França no Brasil. Entre 2018 e 2019, foi regente assistente da Orquestra Sinfônica Cesgranrio. Pelo Núcleo de Ópera do Voce (NUOVO), fez direção musical das montagens de "As Bodas de Fígaro", "Don Giovanni" e “Così fan tutte” óperas de W. A. Mozart, em 2018, 2019 e 2020. Atua como vocal coach no Artemis - Espaço da Voz. Entre 2015 e 2017, trabalhou como maestro interno e pianista ensaiador no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em várias montagens. Em 2012, regeu "Così fan tutte", de Mozart, com a Orquestra SInfônica da UFRJ, coro e solistas, com direção musical de André Cardoso e direção cênica de André Heller-Lopes, no Teatro Municipal de Niterói e no Teatro Trianon (Campos dos Goytacazes, RJ). Foi diretor musical, regente e arranjador do musical "Os Miseráveis" - 2013, premiado no 1º Prêmio de Teatro Yan Michalski. Pela UNIRIO, regeu a temporada de ''O livro de Mormon'' na Cidade das Artes, com direção de Rubens Lima Jr. Em 2019, foi regente substituto da temporada de "Peter Pan, um musical da Broadway", na Cidade das Artes. No teatro, destacam-se seus trabalhos como diretor musical e ator do grupo Os Trágicos, com passagens pelo Festival Brics, em Moscou - Rússia (2018), com a peça “Arlequim Servidor de dois patrões”, de Carlo Goldoni; e pelo Japão, em turnê por cinco cidades no ano de 2019, com as peças “Hamlet ou Morte” e “Faz de Conta que é Tempestade”, adaptações de Adriana Maia para clássicos de William Shakespeare. Entre 2014 e 2015, foi diretor musical do Núcleo Complexo do Alemão da Ação Social pela Música do Brasil, tendo regido orquestras infanto-juvenis em apresentações na Igreja da Candelária, CCBB-RJ e outros espaços. Como regente coral, trabalhou com grupos como o Conjunto Sacravox, Octeto Pro-Arte, Grupo Vocal Vozerio, Coro de Câmara do Colégio Pedro II, Coral do IRB e Coral da Escola Neijing, entre outros. NELLO MARRESE - (CENOGRAFIA) Ator, Diretor, Cenógrafo e Figurinista. Trabalhou em mais de 100 espetáculos profissionais como cenógrafo e/ou figurinista, tendo trabalhado com diversos e renomados diretores. Vencedor de prêmios como cenógrafo: Cesgranrio, APTR e FITA. Indicado a vários prêmios. Figurinista em Cinema e televisão. Diretor em 8 montagens teatrais. A partir de 1996 participa de diversos trabalhos da Companhia Os Fodidos Privilegiados, a qual faz parte até hoje e inicia sua carreira de cenógrafo e figurinista. Formação em bacharel artes cênicas. Pós graduado em direção. Como ator, iniciou sua carreira em São Paulo em 1987. Seus principais trabalhos são: “Macbeth” direção de Ulysses Cruz, “Hamlet” direção de José Celso Martinez Correa, “Péricles” direção de Ulysses Cruz, “Édipo de Tabas” direção de Renato Borghi, entre outros. Ator em mais de 20 espetáculos. FLAVIO SOUZA - (FIGURINOS) Figurinista, diretor teatral, ator, palhaço, contador de histórias. Doutor em Teatro pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UNIRIO. Indicado ao Premio Shell de Teatro/RJ como Melhor Figurinista no ano de 2012 pelo espetáculo Os Mamutes de Jô Bilac, dirigido por Inez Viana com a Cia OMondé. Vencedor do Premio FITA/2012 como melhor figurinista pelo mesmo espetáculo e ainda com Mamutes indicado para o premio Questão de crítica de 2012. “O auto de João da Cruz” de Ariano Suassuna com direção de Inez Vianna para a Cia OmondE, 2020. “Gabriel só quer ser ele mesmo” de Renata Mizrahi direção Renata Mizrahi e Priscila Vidcca, 2020. “Piquenique” de Marcéli Torquato e Flavio Souza, direção de Flavio Souza, 2019. “Onde eu guardo um sonho” de Adelly Costantini e Flavio Souza, circo para crianças, 2019. “Ilha de Sal” de livs Athaide com direção de Morena Cattoni, 2019. “A peça escocesa” de Marcia Zanellato com direção de Paulo Verlings. “Rose” de Cecilia Ripoll com direção de Vinícius Arneiro. “Ela” de Marcia Zanellato com direção de Paulo Verlings. Entre outros. DADÁ MAIA - (DIREÇÃO DE PRODUÇÃO) É sócia da empresa Ciranda de 3 Trupe Produções Artísticas Ltda. Como sócia da empresa Ciranda de 3 Trupe Produções já atuou como produtora e diretora de produção em inúmeros projetos na área de teatro, entre eles destacam-se: “PI Panorâmica Insana” direção Bia Lessa, com Claudia Abreu, Leandra leal, Luiz Henrique Nogueira, Rodrigo Pandolfo (2019); “Mordidas” direção de Victor Garcia Peralta, com Ana Beatriz Nogueira, Zelia Duncan, Regina Braga e Luciana Braga (2018); “estranhos.com” direção de Emilio de Mello, com Deborah Evelyn e Johnny Massaro (2017); “Nu de botas” baseado no livro de Antonio Prata, dramaturgia Pedro Brício e Cristina Moura, direção Cristina Moura (2016/2017); “#broncadequê?” de Rogério Blat com direção de Ernesto Piccolo (2015 e 2016), “A Galinha Pintadinha, em ovo de novo” de Keli Freitas, Marcos Luporini e Juliano Prado com direção de Ernesto Piccolo (2015 e 2016); “Hora amarela” de Adam Rapp, tradução de Isabel Wilker e direção de Monique Gardenberg (2014 e 2015); “O que é Poesia” aula-show de poesias com Antonio Cícero (2014); “Arte” de Yasmina Reza com direção de Emílio de Melo (2012/2013); “Nós de borboletas” infantil com direção de Cristina Moura e Emilio de Mello (2013)/ “Jantando com Isabel” de Furio Lonza, com direção de Henrique Tavares e no elenco Xando Graça e Isaac Bernat; entre outros trabalhos. CIRANDA DE 3 TRUPE PRODUÇÕES - (PRODUÇÃO / GESTÃO ADMINISTRATIVA - FINANCEIRA) A Ciranda de 3 Trupe Produções Artísticas Ltda. iniciou suas atividades no ano de 2004 com a produção do espetáculo teatral “Fazendo Ana Paz” a partir do livro de Lygia Bojunga, temporada na Casa de Cultura Laura Alvim. De lá pra cá foram inúmeros projeto na área das artes cênicas, destacamos: Em 2006 “Helio Eichbauer 40 anos de cenografia” exposição sobre a obra do cenógrafo realizada no Centro Cultural Correios RJ; Em 2007 “Dá um jeitinho aí” espetáculo produzido em parceria com a ONG Palco Social com texto de Rogério Blat e direção de Ernesto Piccolo, CCBB (RJ); Em 2008 produziu a temporada carioca do Bando de Teatro Oludum no Teatro Villa Lobos com a apresentação dos espetáculos “Ó Pai Ó”, “Áfricas”, “Cabaré da RRRRRRRaça” e “Sonho de uma noite de verão”; Em 2011 Produziu o espetáculo “A pequena loja de mistérios” com direção de Marcos Vogel, e no elenco Adriana Maia, Ana Achcar, Flávio Souza, Tiago D’Avila e Xando Graça, que inaugurou o Espaço Cultural Eletrobras Furnas. Em 2012 produziu a turnê nacional do espetáculo “Tudo que eu queria te dizer” monólogo com Ana Beatriz Nogueira a partir do livro de mesmo título de Martha Medeiros, direção de Victor Garcia Peralta; Em 2013 Produziu temporada do espetáculo “Era uma vez...cartas em cena” no Teatro Municipal Maria Clara Machado, com sessões exclusivas para jovens alunos da Rede pública de ensino do Rio de janeiro; Em 2014 produziu a residência artística “Palavra de palhaço” no Teatro Poeira (RJ). Em 2016 produz o espetáculo “Nu de botas” a partir do livro de mesmo título de Antonio Prata, com direção de Cristina Moura e temporada no Teatro III do CCBB (RJ). Em 2017 produziu a turnê do espetáculo “Nu de botas” com apresentações em Belo Horizonte, no CCBB, e em São Paulo, no SESC Belenzinho. Em 2018 produziu os espetáculos “Mordidas” texto de Gonzalo Demaria com tradução de Miguel Falabella, direção de Victor Garcia Peralta, no elenco Ana Beatriz Nogueira, Regina Braga, Luciana Braga e Zelia Duncan, temporada no Teatro Fashion Mall, “Revisitando Tebas” texto de Fávish, direção de Fávish e Xando Graça, atuação de Xando Graça, temporada no Teatro Municipal Maria Clara Machado, “Uma ciranda para mulheres rebeldes” criação do coletivo As Dramáticas – Adriana Maia, Ana Achcar, Anna Beatriz Wiltgen e Dadá Maia, temporada no Teatro Municipal Maria Clara Machado. Em 2019 produziu a turnê do espetáculo “PI Panorâmica Insana” texto de André Sant’Anna, Julia Spadaccini e Jo Bilac, direção de Bia Lessa, no elenco Claudia Abreu, Leandra Leal, Luiz Henrique Nogueira, Rodrigo Pandolfo. Apresentações no Festival Teatro e Movimento em Belo Horizonte,Festival Internacional de Teatro em Curitiba; temporada no Teatro Prudential no Rio de Janeiro; apresentações no Teatro Castro Alves (BA); no Teatro SESI dentro da programação do Festival Porto Alegre em Cena; no Theatro Municipal de São Paulo. Ainda em 2019 Produziu a mostra de processo de criação “Ägô” um solo de Cristina Moura no SESC Copacabana – Mezanino, e no SESC Consolação – Espaço Beta.
PROJETO ARQUIVADO.