Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A MULHER QUE MATOU OS PEIXES é um espetáculo teatral, em formato de musical de câmara para crianças. A proposta promove a circulação do espetáculo baiano por 3 cidades brasileiras. Junto com o espetáculo, serão realizadas ações estruturantes como uma vivência e uma oficina, focadas na formação e orientação para crianças e suas famílias.
Espetáculo "A mulher que matou os peixes": Uma pop-bossa samba ‘n roll conta a história de um crime, a morte de dois peixes vermelhinhos, mas tudo narrado em um jogo delicioso e de extrema sensibilidade para concluir que a falha, o lapso, o erro e o esquecimento são inerentes a todos nós, homens e mulheres. A partir do original de Clarice Lispector, a encenação ganha roupagem de um pequeno musical e apresenta a cantora Maira Lins, que nos convida a pensar no movimento da própria vida que é composto de alegrias e tristezas, perdas e ganhos, idas e vindas. Nessa peça, Clarice (a personagem), mãe e escritora revela seu descuido com os peixes de estimação de seu filho, ato que resultou na morte dos bichinhos. Durante toda a peça ela tenta conquistar o espectador através de micro relatos em que diferentes planos tecem o enredo do espetáculo prorrogando o momento em que assume o crime. No afã de buscar a compreensão das crianças acerca do seu descuido, Clarice mostra que não é má e que até gosta de alguns animais e, para tanto, cria situações ora sombrias, ora trágicas, carregadas de lirismo e identificação, muito distante da puerilidade da maioria das histórias infantis e, tudo isso, numa rica viagem musical com alguns ritmos da música brasileira e trazendo canções da Arca de Noé, de Vinicius de Moraes.
O projeto traz a proposta de circulação, produção e difusão de conhecimento humano em três cidades brasileira a partir do espetáculo cênico-musical "A mulher que matou os peixes". Com texto original de Clarice Lispector (1969), acrescido de músicas dedicadas às crianças de Vinícius de Moraes e Toquinho "A mulher que matou os peixes" é destinado às crianças da primeira infância (PI). O diálogo inédito entre Clarice e Vinícius e Toquinho realizado pelo dramaturgo e diretor Djalma Thürler dão ao espetáculo teatral o tom de um pequeno musical de câmara, uma pop-bossa-samba’n roll, verdadeira viagem musical por alguns ritmos da música popular brasileira.A peça conta a história de um crime, porém esse é apenas o pretexto para convidar e conduzir o espectador por um mundo carregado de humanidade, num jogo delicioso e de extrema sensibilidade para concluir que a falha, o lapso, o erro e o esquecimento são inerentes a homens e mulheres; um convite a se pensar sobre a importância da cultura para a infância e no movimento da própria vida, que é composto de alegrias e tristezas, perdas e ganhos, idas e vindas."A mulher que matou os peixes" tem assinatura da cia ATelier VoadOR e estreou em Salvador no ano de 2016 e desde então tem se apresentado em inúmeras festas literárias no estado da Bahia e em Festivais de Teatro para a Infância. Sua última temporada foi no CCBB de São Paulo, entre novembro e dezembro de 2019, dentro da MiriM _ Mostra Nacional de Teatro para Crianças Grandes e Pequenas, patrocinado pelo Banco do Brasil."A mulher que matou os peixes" é parte estratégica de um projeto de ampliar o acesso da infância às temáticas contemporâneas, compreendendo a criança como sujeito e consolidando a sua capacidade de fazer nexos interdisciplinares, potencializando a compreensão de fatos, questões, invenções, avanços e conquistas científicas, sociais, culturais, artísticas e tecnológicas da humanidade.Cumprindo sua finalidade de democratização e descentralização da cultura de forma eficaz, o espetáculo fará 2 apresentações na cidade deRio Bonito (RJ),2 em Natal (RN),e uma temporada de 12 sessões na cidadedo Rio de Janeiro (RJ). Além das apresentações do espetáculo, o projeto é constituído por duas ações estruturantes que buscam integrar a criança e sua família através da Vivência "O tornar-se adulto de uma criança" e a Oficina "Quem conta um conto?" A circulação proposta tem como base a rede de articulação dos integrantes da companhia teatral e da empresa produtora, que propicia uma ampliação do potencial das ações listadas. A escolha da cidade de Natal se deu, especialmente por ser a cidade onde o Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare mantém o seu espaço-sede, o Barracão Clowns, no qual realiza cotidianamente seus trabalhos de produção, treinamento e pesquisa, ministra cursos e oficinas, e recebe profissionais e espetáculos de diferentes estados e linguagens artísticas. A escolha por Rio Bonito, que, segundo o IBGE tem 60.201 habitantes, se deu pela existência, nessa cidade, do Lona na Lua, uma associação cultural e social sem fins lucrativos, que tem como objetivo contribuir com o desenvolvimento social e cultural de crianças e jovens de Rio Bonito, através de um modelo de arte inclusiva baseado no teatro, na música, na dança e no cinema, estimulando o surgimento de jovens críticos, conscientes e inseridos no contexto da comunidade. É nesse espaço que apresentaremos "A mulher que matou os peixes" e suas ações de formação e difusão. O projeto, encabeçado por Zeca Novaes, desde 2009, já atendeu mais de duas mil crianças e jovens com oficinas lidadas a arte e cultura. Rio de Janeiro, cidade de origem da Cia ATelier VoaDOR atualmente radicada em Salvador, foi escolhida para receber uma temporada de 12 apresentações. Assim, gera-se conexão Salvador - Rio de Janeiro a partir das trocas e reconhecimentos entre os agentes da companhia. Objetivo geral: Realizar circulação do projeto voltado à cultura da infância em três cidades brasileiras, englobando apresentações do espetáculo teatral A Mulher que Matou os Peixes", oficina e vivência focadas nas crianças e sua família. Objetivos específicos: Realizar apresentações do espetáculo infantil "A Mulher que Matou os Peixes" em três cidades brasileiras, sendo 2 apresentações em Natal (RN), 2 apresentações em Rio Bonito (RJ) e 12 apresentações no Rio de Janeiro (RJ) Promover uma ação estruturante gratuita intitulada "Vivência: O tornar-se adulto de uma criança" nas três cidades de realização do projeto Promover uma ação estruturante gratuita intitulada "Oficina: Quem conta um conto?" nas três cidades de realização do projeto Possibilitar o acesso democrático às apresentações, através de apresentação gratuita em Rio Bonito e a venda de ingresso a preços populares (R$15) nas cidades do Rio de Janeiro e em Natal.
A solicitação de apoio ao projeto junto à Lei de Incentivo à Cultura se justifica pelo fato de que é o mecanismo que possibilita o patrocínio de um projeto teatral desta natureza, em que o objetivo é a valorização de uma produção nacional, que tem como foco a cultura da infância baseada em três eixos: Fruição artística através da apresentações do espetáculo, com o objetivo de estimular observação e leitura de signos artísticos, estimulando nas crianças a captação de sentidos e valores subjetivos. Produção de conhecimento através de uma Vivência, que busca potencializar, através da coletividade, olhares críticos sobre o processo de adultização. Assim, se estabelece uma perspectiva crítica sobre o papel da família no processo de formação subjetiva da criança. Difusão de conhecimento através de uma oficina de contação, que tem o objetivo de oferecer atividades lúdicas dinâmicas, jogos cênicos, musicais e rítmicos, além de leitura de textos e expressividade gestual e oral, com a promoção de aprendizado sobre responsabilidades sociais. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Espetáculo "A Mulher que matou os peixes"Duração: 1h Vivência: O tornar-se adulto de uma criançaTomando por base o conceito de devir-adulto, de Deleuze e Guattari, a Oficina destina-se às crianças, mas também à família que pensa no caminho que precisamos atravessar e nas experiências vividas entre dois pontos, o de partida – a criança/infância – e o de chegada – o adulto/maturidade –. Através da música, os componentes da ATeliê voadOR criam novas relações com o mundo e cuida de expressá-las, sem tédio ou banalidade.Facilitador: Djalma ThürlerDuração: 4 hPúblico-alvo: Adultos acompanhados de crianças; crianças e suas famílias.Lotação: 30 pessoas Oficina: Quem conta um conto?A contação de histórias é, com certeza, uma das primeiras maneiras de transmitir conhecimento, estimular a imaginação e promover responsabilidades sociais no público da PI. A atividade incentiva a criatividade e a manifestação de diversas formas de expressão, colabora para o desenvolvimento da escrita e da oralidade, além de desenvolver a percepção de representações simbólicas.Facilitadores: Duda Woyda e Maira LinsDuração: 4 hPúblico-alvo: crianças e suas famílias.Lotação: 20 pessoas.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade física: O projeto será realizado em locais que atendam à normas de acessibilidade à cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo também o atendimento prioritário e vagas sinalizadas nos espaços culturais que tiverem garagem/estacionamento. Caso o espaço cultural não atenda às medidas de acessibilidade física, a produção garantirá as adaptações necessárias. Acessibilidade para deficientes visuais: Acessibilidade de deficientes visuais através do uso de legenda descritiva em todo conteúdo do projeto disseminado nas Redes Sociais, aderindo à iniciativa #PraCegoVer.Visita sensorial realizada antes da apresentação para percepção do cenário, figurino e adereços do espetáculo. Acessibilidade para deficientes auditivos: As apresentações contarão com intérprete de LIBRAS para acessibilidade de pessoas surdas. CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física:As atividades serão realizadas em locais que atendam à normas de acessibilidade à cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo também o atendimento prioritário e vagas sinalizadas nos espaços culturais que tiverem garagem/estacionamento. Caso o espaço cultural não atenda às medidas de acessibilidade física, a produção garantirá as adaptações necessárias. Acessibilidade para deficientes visuais: Acessibilidade de deficientes visuais através do uso de legenda descritiva em todo conteúdo do projeto disseminado nas Redes Sociais, aderindo à iniciativa #PraCegoVer.Visita sensorial antes da atividade para percepção dos elementos que serão usados nas oficinas Acessibilidade para deficientes auditivos: As atividades contarão com intérprete de LIBRAS para acessibilidade de pessoas surdas.
O projeto atende às medidas de decomcratização do acesso, conforme incisos da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania listados abaixo: Art. 20 a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística;d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; O projeto prevê apresentações gratuitas na cidade de Rio Bonito e em Natal e Rio de Janeiro as apresentações serão realizadas a preços populares (R$15) Art. 21 III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Ampliando o alcance do projeto para além das apresentações nas cidades, serão disponibilizados conteúdos virtuais divulgados nas redes sociais da Cia ATelier VoadOR, expandindo o alcance do projeto com o aumento da interação em suas redes sociais através de lives (transmissões ao vivo) durante a montagem e antes das apresentações, pílulas audiovisuais geradas ao longo da circulação e ações promocionais de sorteio de convites. Art. 21 VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias. § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. O projeto promove gratuitamente Oficina, Vivencia e mediação cultural, com o foco nas crianças e sua família.
MULTI - Coordenação do projeto, Gestão e Produção Executiva A Multi atua há 10 anos no mercado cultural, somando mais de 100 ações de diversas linguagens artísticas. A produtora promove em Salvador projetos como o Verão Luiz Caldas, MAGIA, Música para Brincar, Circuito Música Bahia, Festival de Ilustração e Literatura dentre outros. Foi responsável pela produção local do show de Elton John na Arena Fonte Nova, em Salvador. Nas artes cênicas, destaca-se Festival Bahia em Cena (2012 e 2014) promovendo 64 apresentações teatrais, em oito espaços e levando teatro para mais de 20 mil pessoas. Entre suas montagens teatrais constam Caso Sério (Dir. Cláudio Simões e Celso Jr), Sobre Flores no Asfalto Quente (Dir. Fábio Espírito Santo), Sebastião (Dir. Fábio Vidal), O Sumiço da Santa (Dir. Fernando Guerreiro), Sargento Getúlio (Dir. Gil Vicente Tavares), A Caixa Não é de Pandora (Dir. Elisio Lopes), Felicidade Conjugal ou Quase Isso (Dir. Celso Jr). Com o espetáculo Sargento Getúlio, baseado na obra de João Ubaldo Ribeiro, da companhia Teatro Nu, percorreu as principais capitais brasileiras e mais de 10 mil espectadores. Em 2019 realizou a montagem do novo espetáculo da atriz e palhaça Felícia de Castro com direção de Alexandre Casali, e realizou o projeto Caetanear, uma co-produção Brasil – Espanha que desenvolveu o espetáculo Velôsidades. ATeliê voadOR - Direção Cênica e Atuação Criada em 2002, no Rio de Janeiro e está radicada desde 2009 em Salvador. Desde então, tem se dedicado às pesquisas sobre a subalternidade e pensado numa “cena anfíbia”, onde técnica e política são ferramentas de construção de uma cena contemporânea de forte posicionamento estético-político. No repertório, espetáculos como: “O melhor do homem”, “Salmo 91” “A alma encantadora do beco”; “O diário de Genet”, “Três Cigarros & A Última Lasanha”, “Qu4tro Carreirinhas”, “O outro lado de todas as coisas”, “Uma mulher impossível”, “A mulher que matou os peixes: uma pop-bossa samba ‘n roll” e “Que os outros sejam o Normal”. “Escorpião”, de Felipe Greco, é a mais recente montagem. Ficha técnica do espetáculo: Texto: Djalma Thürler (a partir de Clarice Lispector, Vinícius de Moraes e Toquinho)Direção: Djalma Thürler (ATeliê VoaDOR)Arranjos Musicais: Roberta DantasAtuação: Maira Lins (ATeliê VoaDOR)Assistente de Direção e Iluminação: Marcus Lobo (ATeliê VoaDOR)Cenário: José DiasFigurino: Luiz SantanaAdereços: Flávia BomfimConfecção dos adereços: "Grupo Bordar os Sonhos"Coordenação de produção: Renata Hasselman (Multi)Produção Executiva: Ana Paula Vasconcelos (Multi)
PROJETO ARQUIVADO.