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Montagem, temporada e circulação, por estados do norte do Brasil, do espetáculo infantil "Aqui agora na Floresta", com duração prevista de 45 minutos. Realização de oficinas e bate-papos como contrapartida. Todas ações serão distribuídas gratuitamente ao público.
Este espetáculo conta a história de seres mitológicos e protetores da natureza que querem sensibilizar as crianças para se tornarem guardiões da floresta. Para isso eles falam sobre a relação entre o meio ambiente e o futuro, no intuito de despertar interesse nos pequeninos. A personagem principal, Yara, será o fio condutor de uma história mágica que trará para a cena o Saci, o Curupira, Cobra Norato, Chamã e animais que vivem em harmonia em uma floresta ameaçada pelas ações do homem. A trilha sonora é composta por sons reais captados nas florestas, provocando uma imersão sensorial em um ambiente lúdico. Este é um espetáculo de imagem, desenvolvido a partir da técnica e estética de bonecos, o espetáculo se desenvolve em um caixa/palco com uma abertura onde os bonecos surgem. Dentro da caixa, uma floresta, criada com elementos naturais da biodiversidade amazônica e tecidos biodegradáveis. As falas poucas falas dos personagens são de fácil entendimento do público alvo, crianças da primeira infância. Estão geralmente associadas ao enaltecimento da natureza, às dores sentidas pelos elementos, toda vez que não os respeitamos. Desenvolvido a partir da técnica e estética de bonecos, o espetáculo se desenvolve caixa cênica com uma abertura que lembra a uma TV gigante. Dentro da caixa, uma floresta, criada com elementos naturais da biodiversidade amazônica e tecidos biodegradáveis.
GERAL: Montagem, temporada e circulação do espetáculo de circo-teatro "Aqui agora na Floresta" com duração de 45 minutos. ESPECÍFICOS: * Realizar temporada na cidade de Porto Velho com 06 (SEIS) apresentações em instituições públcias de ensino infantil e uma 01 (UMA) apresentação aberta ao público com transmissão ao vivo. * Realizar 04 (QUATRO) apresentações itinerantes em distritos afastados da capital; * Realizar 08 (OITO) apresentações itinerantes em reservas extrativistas, escolas rurais e distritos ribeirinhos, locais de difícil acesso; * Produzir itinerância do espetáculo por 5 (CINCO) cidades de 3 (TRÊS) amazônicos, realizando 17 (DEZESSETE) apresentações; * Oportunizar o acesso às artes cênicas à 5.000 crianças e adultos, aproximandamente. * Realizar oficina "Confecção de bonecos a partir de materiais recicláveis" aberto a um público de até 20 (VINTE) pessoas em duas capitais. (Contrapartida Social); * Realizar uma oficina de produção cultural para artistas e produtores culturais nas 06 cidades por onde o projeto for executado. (Contrapartida Social); * Realizar bate-papo pré e pós espetáculo entre as crianças e os bonecos. (Contrapartida Social); * Formação de plateia; * Promover o acesso à arte do teatro à alunos da primeira infância de escolas públicas.
Um terrível o fenômeno vem assolando nossa adorável Amazônia desde a década de 1960, provocando o acúmulo de perturbações em muitos trechos das florestas como incêndios, extração de madeira e caça predatória, dentre outros inúmeros, retirando do nosso ecossistema a capacidade de funcionar normalmente, gerando um desequilíbrio ambiental. No espetáculo, personagens como Yara, protetora dos rios, Mapinguari, protetor da floresta, dentre outros, vêm à cena para conclamar o levantar de uma legião curumins que serão os novos guardiões da floresta. Desenvolvido por meio da estética do teatro de bonecos, construído com uma cenografia que provoca uma imersão do espectador em um universo mágico de sons e cores que simulam as florestas, este espetáculo de 45 minutos pretende levar às crianças de lugares remotos e de difícil acesso, histórias de personagens do universo dos encantados como instrumento de conscientização socioambiental. Pretendemos, de forma lúdica, instigar a reflexão e conscientização na primeira infância sobre o extermínio dos indígenas e a devastação da flora e da fauna. A cultura é um direito social preconizado pela Constituição Federal, nos seus aspetos: material, imaterial, simbólico, econômico e social. A região norte, todavia, é um lugar onde o Índice de Desenvolvimento Humano é baixíssimo, isso quer dizer que há poucas ofertas de políticas públicas que garantam o acesso às manifestações culturais. Este projeto fará uma viagem pelas águas e pelas florestas, percorrendo dois países, três estados, 6 municípios e 6 distritos/localidades, promovendo o acesso à arte às pessoas que raramente tem oportunidade de consumir algum produto artístico. No circuito de apresentações, chegaremos até a fronteira do Brasil com a Bolívia e realizaremos apresentações na cidade de Guayará-mirim. As apresentações ocorrerão em lugares que serão transformados em espaços cênicos que haja mobilidade e acessibilidade física. Quanto a acessibilidade de conteúdo, a dramaturgia é desenvolvida para que os diálogos sejam poucos e acessíveis faixa etária do público alvo, haverá ainda intérprete de LIBRAS na apresentação transmitida pela web para oportunizar acessibilidade aos surdos, quanto às pessoas cegas, haverá visita guiada e tour tátil com profissionais especializados cedidos por meio de parceria com as Secretarias Municipais de Educação. Além das apresentações, o projeto possui ações complementares: · Bate-papos pré-espetáculo entre os bonecos e crianças para preparação de plateia; bate-papo pós-espetáculo para feedback (em todas as apresentações). · Oficina de confecção de bonecos com materiais recicláveis e manipulação de bonecos, nas cidades de Porto Velho, Guajara-mirim e Rio Branco; · Oficina de Produção Cultural em todas cidades onde o espetáculo passar. Ao final do projeto terão sido realizadas 36 apresentações, 72 bate-papos e 9 oficinas. Sem a Lei de Incentivo à Cultura, este projeto não possui condições financeitas de ser executado, por isso o submetemos para avaliação. O PROJETO visa, em acordo com incisos o Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. ALÉM DISSO, para cumprimento das finalidades expressas no art. 3° desta lei, o projetos cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão o seguintes objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
* O espetaculo terá duração de 45 minutos. * Bate-papos duração de 20 minutos. * Oficina "Concfecção e manipulação de bonecos, a partir de materiais reciclados", duração de 4 horas. * A oficina de produção cultural terá duração de 6 horas. * Os vídeos do espetáculo ser disponibilizado na internet terão até 2 minutos FULL HD.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Realização em instituições públicas e teatros que possuem facilitadores para a locomoção no espaço físico. Acessibilidade para deficientes visuais: Realização de transmissão ao Vivo com Tradução em LIBRAS, realização de duas apresentaçoes com interprete de LIBRAS. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de visita sensocial ao cenário e bonecos. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Realização das ofocinas e instituições públicas e teatros que possuem facilitadores para a locomoção no espaço físico. Acessibilidade para deficientes visuais: Oferecer interprete de Libras em duas oficinas. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realizar oficinas oralizadas.
ESPETÁCULO TEATRAL: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; (90% dos ingressos serão disponibilizados gratuitamente para escolas públicas). III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; CONTRAPARTIDA SOCIAL: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
ZENITAL PRODUÇÕES - ÉDIER WILLIAM MEDEIROS DA SILVA 00095766227 (INSTITUIÇÃO PROPONENTE) PORTIFÓLIO EM ANEXO BREVE HISTÓRICO A Zenital Produções e o artista Édier William, fundem-se no histórico de projetos realizados. Formalmente a empresa surgiu em 2017 e desde então tem realizado obras cultural nos segmentos de teatro, literatura e cinema. Já realizou dois projetos culturais de grande impacto, como o Madeira Festival de Teatro e o Curta Metragem Ana. ________________________________ ÉDIER WILLIAM MEDEIROS DA SILVA (Responsável pela instituição proponente) Nome artístico: Édier William FUNÇÕES NO PROJETO: Coordenador do Projeto, Ator, Criação de Identidade Visual FORMAÇÃO /TITULAÇÃOLetras – Português/Inglês e LiteraturasDRT: 0812/RO (Ator)Técnico em Produção de Áudio e Vídeo – Colégio Estadual do Paraná – 2015DRT: 8454/PR (Cenógrafo/Fotógrafo/Montador de fimes/Operador de câmera/Editor) https://edierw.wixsite.com/portifolio TRABALHOS REALIZADOS 2019 – MADEIRA FESTIVAL DE TEATRO DE RONDÔNIA Função: Coordenador Geral e Produtor. https://madeirafestivais.com https://www.facebook.com/MadeiraTeatro 2017 - ESPETÁCULO "O CORAÇÃO DE OLENKA" Personagens: Kukin, Pustovalov e Platonitch 2017 – Festival de Teatro de Curitiba – ESPETÁCULO ANA, AVENTUREIRA Funções: Ator e criador de iluminação; personagem Saci-Pererê 2015/2016 – Festival de Teatro de Curitiba e Campo Largo – “A MANDINGA E O MENDIGO” Diretor, Produtor e Ator (Personagem Pai Dadim) 2016 – Festival de Teatro de Curitiba – “ O BAÚ DE LÚCIA” Personagens: Saci Pererê; Chapeleiro Maluco; Joãozinho e Peter Pan 2015 - Festival de Teatro de Curitiba Diretor, Produtor e Ator (Personagem Pai Dadim) 2015 - Festival de Verão RPC – Espetáculo Golpe de Mestra Personagens: Cremoso e Fula 2014 - Julgamento dos Vilões – Festival de Teatro de Campo Largo Personagem: Ali Babá 2014 - Tintino – Festival de Teatro de Campo Largo Personagem – Palhaço Bandeira2014 - Os Mensageiros – Festival de Teatro de Campo Largo Personagem – Velho Assassinado; Irmão de Fernando; Demônio 2014 - A Pior Peça do Mundo – Festival de Teatro de Curitiba Personagem: Espectador ________________________________ Nome: Flávia Alessa Diniz Galvão Nome artístico: Flávia Alessa Diniz FUNÇÃO NO PROJETO: Atriz Atriz. DRT: 851/RO TRABALHOS 2012 • Festival Amazônia encena na - espetáculo A Ferrovia dos Invisíveis, Narrativas do outro lado – 28,29/07/2012 2013 • Caravana nas trilhas de Rondon – Candeias/RO 15/02/2013 • A Ferrovia dos invisíveis, Narrativas do outro lado – direção de Chicão Santos. 2014 • Três de Sempre – Cena Teatral, parte do espetáculo (IN)discreto, na Confraria das Artes em Porto Velho – RO – Produção do Núcleo Tanto faz , participação como atriz no papel OUTRO. • TRÊS DE SEMPRE – Cena teatral, parte do confrarau – mostra livre de artes, na Confraria das Artes, em Porto velho – RO – Na produção do Núcleo Tanto Faz, participação como atriz no papel OUTRO. 2015 • Comercial para campanha do DETRAN Maio Amarelo. • Espetáculo TRÊS DE SEMPRE apresentações em diversos eventos e locais. • Espetáculo O MISTÉRIO DO FUNDO DO POTE apresentações em diversos eventos e locais. 2016 • ESTUDO E FUTURO, Cena teatral educativa, duas apresentações, nas escolas estaduais de ensino fundamental: Risoleta Neves e Castelo Branco. Trabalho contratado pelo Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. Cena dirigida por Selma Pavanelli e Adailton Alves. Participação como atriz. • MULHERES DO ALUÁ, direção de Chicão Santos, grupo O Imaginário. (SESC AMAZÔNIA DAS ARTES 2016) • No projeto Pelas Trilhas de Rondon, As Mulheres do Aluá (2018) e A Borracheira, pelo projeto Rumos Itaú Cultural (2019) • Isolamento Social: Leituras Dramatizadas Virtual do espetáculo “A Borracheira” (Daniel Graziane) (2020) • Apresentações – Palhaça • BOXE – Esquete de palhaço, apresentação na creche escola ICEAL. Orientação cênica de Selma Pavanelli. Participação como palhaça. • Apresentação no Festival amazônico monólogos e breves cenas Boxe – Esquete de Palhaço • Apresentação no Festival de Teatro da Amazônia Mato Grossense, espetáculo Exercícios de Palhaçaria • Apresentação do Espetáculo Exercícios de Palhaçaria pelo Festival Amazônia Em Cena na Rua • Oficina pelo Festival Amazônia Em Cena ministrado por Fábio Freitas – Comunicação, cena e comicidade • Oficina ministrada por Mayara Sampaio – Onde mora o ser palhaço? • Como palhaça, participou do espetáculo “Que palhaçada é essa?!” (Espetáculo selecionado pelo edital SESC de fomento às Artes Cênicas 2019). ________________________________ Nome: Francisco Santos Lima Nome artístico: Chicão Santos FUNÇÃO NO PROJETO: Diretor artístico, Ator. Registro Profissional: 22296/DRT/RJ Função: Ator, Produtor e Diretor de Teatro. Formação: Especialista em Educação/pós-graduado em gestão comunitária. Chicão Santos 35 anos na cena lutando por uma biopolítica para as artes cênicas na Amazônia, sempre ao lado de expoentes do teatro de rua do Brasil, como Amir Haddad, Adailton Alves, Marcos Pavaneli, Junior Santos, André Garcia, Wlad Lima, Licko Turle, Marcelo Bones, Chico Pelúcio e tantos outros. Participou da Confenata, da criação da Rede Brasileira de Teatro de Rua e do Redemoinho. Principais atividades desenvolvidas, no campo do TEATRO Na qualidade de Ator: Espetáculos: Pluft, o fantasminha, de Maria Clara Machado - Corra enquanto é tempo, de Eid Ribeiro - O Saltimbanco, de Chico Buarque de Holanda - A Formiga Fofoqueira, de Luiz Nobre - A Cidade nos consome, de Chicão Santos - Arvoredo Secular, de Autoria de Chicão Santos - Amazônia, a Saga, de Chicão Santos - Chapeuzinho Vermelho, do Conto de Peraut. - Aqui tudo pode, do Grupo Escola de Rua - A revolta dos brinquedos, de Pernambuco de Oliveira e Pedro Veiga - O Mistério do Fundo do Pote ou de como nasceu a Fome, de Ilo Krugir Leitura Dramatizada: A Dança Final, de Plínio Marcos - Chapeuzinho Vermelho, do conto de Peraut. - Sófocles, Adaptação de Veríssimo - As estrelas do Orinoco, de Emílio Carbalido - O Arquiteto e o Imperador da Asiria, de Arrabal Na qualidade de Diretor: - Cacoal, passado e presente, de Autoria Coletiva - A Escada do Sucesso, de Maria Aparecida Casagrande - Corra enquanto é tempo, de Eid Ribeiro A revolta dos brinquedos, de Pernambuco de Oliveira e Pedro Veiga - Brasil 500 anos, espetáculo de abertura do JOER/1999 - A Chegada do novo Milênio, espetáculo de abertura do JOER/2000. - Os Olhos Verdes da Neurose/2007 e que continua em cartaz - Filhas da Mata, espetáculos premiado e selecionado no palco giratório/2010. - Varadouro, espetáculo resultado da pesquisa Oralidade e Cameloturgia, premiado pelo Rumos Teatro do Itaú Cultural – 2010/2012. - A Ferrovia dos Invisíveis, Narrativas do Outro Lado (selecionado pelo Prêmio Funarte Artes de Rua 2011). - Memórias de Guerra (2012), selecionado para o Festival de Campo Limpo São Paulo. - Psiu! O Quarteto vem aí! Uma comedia circense (2013) que circulou em 17 cidades, de Rondônia e Mato Grosso.
PROJETO ARQUIVADO.