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Realizar durante 12 meses, 10 edições do Cine Clube Social que consistirá em sessões de filmes nacionais, afim de ocupar o espaço publico de forma educativa e cultural, em 10 cidades distribuidas nas seis regiões do estado de Minas Gerais. A proposta para 2021 quer dar continuidade a suas ações, realizando exibições em espaços públicos como, escolas, universidades, centros culturais, e também uma sessão em área aberta, levando entretenimento aos moradores das cidades, contribuir com a distribuição da produção cinematográfica mineira e brasileira, e trabalhando temas socioculturais.
Alguns dos titulose suas tematicas que serão exibidos no cine clube: - Titulo: Alma Bandida (Juventude) Direção: Marco Antonio Pereira – Ano 2018 Sinopse: Cordisburgo, Minas Gerais. Nesta pequena cidade no interior, onde várias pessoas se dedicam à procura de cristais em buracos profundos, Fael é um cantor de funk que precisa lidar com as incertezas da vida, em especial quando sua grande paixão se materializa nas ruas da cidade; - Titulo: A RETIRADA PARA UM CORAÇÃO BRUTO (Patrimônio) Direção: Marco Antonio Pereira – Ano 2017 Sinopse Seu Ozório vive sozinho na zona rural de Cordisburgo-MG, após ter perdido sua esposa. Sua pulsão de viver encontra lugar no rock, seja escutando bandas na rádio ou criando músicas com sua guitarra. Um filme espirituoso e inventivo, em que o realizador Marco Antônio Pereira e o personagem elaboram juntos novas possibilidades narrativas de interação entre gerações; - Titulo: BH É O TEXAS DIREÇÃO: Jorge Mairink, Marcelo Lin e Marcão Pesada - BELO HORIZONTE – 2017 (Cidade) Sinopse: Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, sexta maior cidade do Brasil, 2,5 milhões de habitantes, uma cidade onde nada acontece, mas tudo pode acontecer, uma metrópole que ao ser vista de perto parece não ter início, meio e fim; - Ostentação – Documentário 2015, de Marcelo Lin e Fernando Rossi. (Cidade) Ostentação: ato ou efeito de exibir com pompa e vaidade, bens, direitos e propriedades, fazendo referência à necessidade de se mostrar luxo ou riqueza. Em meio à realidade brasileira de contrastes sociais extremos, o documentário lança um olhar a partir dessa palavra-chave sobre a cidade de Belo Horizonte, e encontra a Cidade Administrativa de Minas Gerais e o seu entorno; - Anderson – Ano: 2017 – Direção: Rodrigo Meireles (Deficiências) Sinopse: Anderson topou fazer um curta- metragem, mas não queria que fosse um drama... Documentário, 20 minutos; - TEMPORADA - Ano 2018 - Direção: André Novais Oliveira (Premiado) Sinopse: Juliana está se mudando de Itaúna, no interior do estado, para a periferia de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, para trabalhar no combate a endemias na região. Em seu novo trabalho ela conhece pessoas e vive situações pouco usuais que começam a mudar sua vida. Ao mesmo tempo, ela enfrenta as dificuldades no relacionamento com seu marido, que também está prestes a se mudar para a cidade grande; - Nada - Diretor: Gabriel Martins – Ano: 2017 ( Adolescência) Sinopse: Bia acaba de fazer 18 anos. O final do ano se aproxima e com ele, o ENEM. A escola e os pais de Bia estão pressionando para que ela decida em qual curso vai se inscrever. Bia não quer fazer nada; - Rapsódia para um homem negro - DIREÇÃO: Gabriel Martins – Ano: 2015 (Cidade) Odé é um homem negro. Seu irmão, Luiz, foi espancado até a morte durante um conflito em uma ocupação em Belo Horizonte. O filme utiliza alegorias e simbolismos para contextualizar as relações políticas, raciais, de ancestralidade e urbanização no mais recente cenário social brasileiro; - Quinze - Direção e roteiro: Maurílio Martins – ANO 2014 - (Mulher) Sinopse: Luiza fará 15 anos. Raquel tem alguns sonhos; - Moleque, - Ficção 2015, Direção de Marcos Pena. -( Infantil - Patrimônio) Inspirado em uma das séries de maior sucesso da TV no mundo, o curta-metragem conta a história de Moleque (nome inspirado no título original da série “El Chavo”, que é “moleque” em espanhol), um menino de rua de dez anos que vive atrás de comida. Um dia ele conhece Soneca, um vendedor de churros mais velho, que ao ver o garoto andando descalço, resolve dar um par de botas de presente para ele. Mas ao levar Moleque para a vila onde mora, Soneca passa maus bocados com as travessuras do menino; Serão selecionados outros titulos durante a pré produção da circulação
Realizar durante 12 meses, 10 edições do Cine Clube Social que consistirá em sessões de filmes nacionais, afim de ocupar o espaço publico de forma educativa e cultural, de 10 cidades distribuidas nas 06 regiões do estado de Minas Gerais. Objetivos específicos: - Incentivar a participação ativa da comunidade; - Cooperar com a distribuição da produção cinematográfica mineira; - Valorizar o espaço público utilizado, como escolas, universidades, centros culturais; - Atender ao maior número de pessoas com essa ação; - Desenvolver ações de economia criativa nas cidades visitadas; - Contribuir com o IDH (Índice de desenvolvimento Humano) de cada cidade; - Proporcionar o acesso a cultura para pessoas em extrema vulnerabilidade social; - Contribuir com a preservação do patrimônio cultural das cidades visitadas e do estado; - Conduzir discussões sobre temas sociais atuais por meio do audiovisual; - Criar espaço para apresentação e palestras sobre temas sociais, culturais e ambientais; - Proporcionar acesso gratuito.
O Coletivo formado por artistas, produtores, intelectuais da região metropolitana de Belo Horizonte, criaram uma biblioteca comunitária na região do Bairro Maria Helena, divisa entre as cidades de Ribeirão das neves e Belo Horizonte. Desde 2017 esse espaço multicultural desenvolve projetos de incentivo a cultura e ao engajamento social, onde foi criado o Cine Clube Social. Cineclube é uma associação sem fins lucrativos que estimula os seus membros a ver, discutir e refletir sobre o cinema. O cineclubismo surgiu nos anos 20 do século XX, na França. No Brasil, ele surge em 1929 com o Cineclube Chaplin Club, no Rio de Janeiro. Os cineclubes surgiram em resposta a necessidades que o cinema comercial não atendia. Assumiram diferentes práticas conforme o desenvolvimento das sociedades em que se instalaram. Mas, o trabalho realizado por todos os cineclubes diz respeito a exibir cinematografias que não estariam disponíveis ao público de outra maneira. Além disso, promovem a discussão, o intercâmbio de idéias, de filmes e abrem espaços para novos profissionais. Os cineclubes se vinculam a uma concepção revolucionária e democrática de organizar a relação do público com a obra cinematográfica _ agora chamada de audiovisual. Por isso, sempre foram perseguidos pelo autoritarismo, marginalizados pelo poder econômico, ignorados pela maior parte das esferas institucionais. Hoje, vivemos um momento muito particular na História, em que a tecnologia digital abre uma oportunidade única de democratização de meios de produção e distribuição do audiovisual. E a proposta cineclubista talvez seja a que melhor se adapte a uma perspectiva de renovação democrática no campo do audiovisual. A interação com o público se dá em todos os processos, desde a seleção dos filmes, onde temos todo o cuidado de eleger filmes com a temática que atenda o público local e produções dessa região. Até na produção dos eventos, que convidamos o público presente a participar diretamente. O cinema tem o potencial de agir na formação da consciência, das identidades e na reflexão das diferenças. É uma experiência transformadora que carrega em si o despertar de novas formas de ver o mundo. As cidades do interior que foram selecionadas,possuem diversas praças e locais públicos, vê-se um elevado potencial para ser utilizado com ações culturais, fazendo com que a população se aproprie ainda mais desses espaços, fortalecendo assim sua identidade, tirando esses locais da marginalização e colocando-os como lugares de interação sociocultural. A Cine Clube Social é uma iniciativa que promove o convívio social, fomenta a utilização regular dos espaços públicos para a realização de atividades culturais. Esse diálogo estabelecido através do cinema contribui para a formação de público atentos a cultura, reforça os ideais de que a atividade cultural configura-se entre os gêneros de primeira necessidade, principal instrumento de identificação e valorização das paessoas, a sua inserção social e forma cidadãos críticos e conscientisados. Em virtude ao Art. 1 lei Rouanet - Lei 8313/91, o projeto promove os seguintes incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Também, no Art. 3 da mesma lei: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Promover o acesso a produções audiovisuais mineiras e brasileiras que normalmente não estão disponíveis facilmente, inclusive para pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica. Estima-se um público de aproximadamente 10.000 pessoas nas exibições do Cine Clube, entre adultos e crianças. Toda a programação e gratúita.
Como contrapartida social o projeto porpôe uma formação em fotografia para cada cidade visitada. Essa oficina contempla todos os públicos que carece desse tipo de formação cultural. Ementa: OLHAR FOTOGRÁFICO Teoria: Fotografia Básica, criatividade e composição.Prática: Saída fotográfica onde o participante é incentivado a usar o que escutou na parte teórica e mostrar através das lentes de sua maquina o mundo a sua volta.. Local: Escola Pública ou sala cedida pela prefeitura ou instituição local. Carga horária: 04 horas por cidade. Capacidade: até 200 pessoas. Ação gratuita com emissão de certificado de participação.
10 Eventos de exibição de filmes autorais com de duração de até 04 horas. Onde serão realizadas além das exibições, palestras e rodas de conversa com diretores, produtores, cineastas e profissionais da aréa do audiovisual.
O projeto destinará espaço reservado para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida; Serão disponibilizadas cadeiras e sanitários químicos instalados em locais acessíveis; instalação de rampas de acesso nos locais que houver necessidade; sanitários adaptados para deficientes; reserva de 10% dos lugares para idosos, deficientes e pessoas com mobilidade reduzida; Caso seja selecionado filme estrangeiro, contaremos com dublagem em português; Durante duas sessões teremos o serviço de audiodescrição para o filme Anderson; Um dos titulos terá legenda descritiva em portugês; Será contratado um profissional espcialista em libras; Os espaços públicos cumprem as medidas arquitetônicas, conforme (NBR 9050-2015); Ações em periferias da cidade permitem a inclusão de públicos tradicionalmente não contemplados em programas e atividades culturais.
Nosso projeto é sobre visibilidade, inclusão e acesso. Tendo isso em mente pretendemos trazer oportunidades a pessoas que geralmente ficam às margens dos espaços sociais, e trazê-las ao protagonismo. A prioridade na escolha tanto dos cineclubistas, diretores, produtores, palestrantes que se apresentarão nos vídeos, quanto da equipe e comunidade envolvida é para a população negra, feminina e LGBT. Acreditamos em colocar essas pessoas em posição de destaque para inspirar e incentivar aqueles que assistem os vídeos e se identificam. Serão convidadas escolas públicas das regiões visitidas. Os filmes exibidos estaram disponibilizados nas plataformas digitais do coletivo. Todas as atividades serão gratuitas.
Oderval Junior ( Coordenação geral) Graduado em Gestão pública / Gestor cultural a 20 anos e Idealizador do projeto desde 2012.Será responsável pelas diretrizes do projeto em todas as frentes. Logistica, comunicação, articulação com cidades, fornecedores e equipe. Marcelo José Ferreira Gomes (Curador) 2011 - Graduação em Licenciatura Artes Plásticas. Universidade Estadual de Minas Gerais / Escola Guignard. Cineasta e Diretor de fotografia de varios filmes premiados. Arte educador em projetos Socioculturais. João Kleber de Mattos Santos (Assistente de produção) Graduado em Jornalismo, com formação complementar em Música Popular, pela Universidade Federal de Minas Gerais.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.