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O projeto prevê a publicação do livro de artista, "Devaneios do desejo", composto por poesias e fotografias, e sua versão em pdf. para download gratuito. Uma exposição individual de mesmo nome, com desenhos, pinturas e bordados, que são desdobramentos da poética do livro de artista. Além de contrapartidas sociais de ações educativo-culturais, com projeto pedagógico de duas oficinas. A oficina, "Corpo de afetação- experimentação em escrita poética", sobre prática de experimentação em escrita de poesia. Outra oficina com título,"Democratização da arte- oficina com materiais baratos e/ou acessíveis", sobre uso de materiais acessíveis e técnicas artesanais na prática artística. As duas oficinas previstas são atividades de contrapartida social, oferecidas gratuitamente como ações de formação cultural para público amplo, sendo 50% das vagas destinadas a professores e estudantes da rede pública de ensino.
O tema central abordado no livro de artista “Devaneios do desejo” é a escrita poética, com recursos de oralidade, articulada à prática fotográfica analógica e artística. A temática do livro se situa no debate contemporâneo sobre o apagamento de trabalhos, literários e artísticos, realizados por mulheres, da história da literatura e da arte. As poesias e fotografias, assim como a fundamentação teórica do livro constituem-se na investigação sobre o que é o desejo para as mulheres, entendidas em sua multiplicidade. A escrita e a inscrição das mulheres na ordem do discurso e nas tecnologias de visibilidade é uma ferramenta para fazer-se sujeito em uma sociedade que ainda nos objetifica. O livro terá dois capítulos. O primeiro capítulo é composto por poesias e fotografias, articuladas de forma a dar corpo a uma escrita visual. O secundo capítulo constitui-se como fundamentação teórico-prática do processo de criação poético e fotográfico, aprofundando as relações da escrita poética e da fotografia analógica com práticas de outras e outros artistas e teóricas(os) da literatura e das artes visuais. A inserção das vozes contemporâneas de mulheres e a recuperação de trabalhos realizados por mulheres ao longo da história da arte e da literatura é uma prática fundamental para revelar a pluralidade da cultura do país. Esse exercício também possibilidade o reconhecimento de técnicas e formas de fazer que em períodos históricos anteriores não foram considerados como arte, o que torna possível a valorização de grupos sociais excluídos do processo cultural brasileiro. Ao acaso e em tentativa de situar os pés no agora, procuro as letras de uma existência pequena, que não se via, mas que queria se fazer vista. Essa existência aos poucos cresce na direção da luz do sol em uma língua menor, trabalho menor, arte menor, que vai se fazendo grande em agenciamento de fluxos. Desde o pequeno, desde uma existência invisível, imperceptível a olhos não atentos, vai se fazendo forma, letra, palavra, pó e som. Dor é engano. Essas existências pequenas querem fazer ver afetos. Quero evitar o esquecimento. Só o que não pode ser lembrado é inesquecível, me ensinou Agamben. Habito a linha tênue entre realidade e sonho, procuro esse entre: o invisível nas coisas. Habito um estado intermitente de sonho escarlate. Escrevo em cores. Entendo o ato como expressão de uma trajetória. Como os caminhos desenhados nas mãos nas intervenções em fotografia de Annette Messager. Uma solidão revelada e compartida aos olhos dos outros, em uma carta de Lygia Clark a Mondrian (Clark, 2014). Um enterrar-se para continuar vivendo, como Ana Mendieta. Uma mulher com força e consciente da dificuldade de buscar e consolidar um lugar nas artes visuais, a exemplo de Louise Bourgeois, mas também um bordado sem pretensão, baseado em Leonilson e Arthur Bispo do Rosário. Busco construir meus próprios mapas, a partir de escritas, fotografias e pinturas. Tendo como referências os mapas de Anna Bella Geiger, cartografo o corpo e os afetos, através do fazer artístico. Penso o mundo fazendo-o passar por dentro do corpo. Ao falar sobre violências sofridas por mulheres, me deparei com a situação de reviver essas violências pela memória. Por isso agora busco relacionar trabalho artístico e reflexão teórica sob a perspectiva da potência para tratar de questões relacionadas à mulher desde outra ótica, não mais da violência, ao investigar processos históricos de ocupação de espaços de poder pelas mulheres através de suas reivindicações por lugares onde operem lógicas não opressivas. Recolho marcas, reconto e costuro histórias. Desloco-me entre as fronteiras do dizer, como saídas comunicantes que me permitem chegar ao desejo. Dar espaço às palavras é mudar a ordem do discurso, operar no entre das relações de poder. Atualizo memórias ao construir um presente transbordado de passado num tempo saturado de agoras, substituindo a representação por tentativas de ser. Percorro o labirinto da vida no encontro com outras e outros, onde teço fios guiada por uma bússola ética. Destruo, reconstruo e costuro objetos de maneira intuitiva, nem sempre com um significado pré-definido, como faz Lia Menna Barreto com suas bonecas. Dessa forma, busco situar o fazer artístico e a pesquisa no debate contemporâneo a partir de sua potência política e poética para pensar o que é o desejo para as mulheres, entendidas em sua pluralidade.
OBJETIVO GERAL: expor um conjunto de trabalhos já realizados, trazendo à reflexão a questão da mulher nas artes visuais, tendo o livro de artista como coluna vertebral dos desdobramentos em imagens- desenho, pintura e bordado. O conjunto de trabalhos forma uma instalação, que compõe a exposição individual para suscitar o tema da inserção do trabalho de arte feito por mulheres no sistema da arte. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: a) Produzir 3 exemplares do livro de artista costurados artesanalmente; b) Publicar 100 exemplares do livro de artista, sendo 40 exemplares distribuídos gratuitamente, 20 deles para a rede pública de ensino, pesquisa e extensão; c) Produzir uma exposição com trabalhos em desenho, pintura e bordado; d) Realizar duas oficinas, uma sobre escrita criativa e outra sobre uso de materiais acessíveis nas arte, para 40 pessoas, como ações de formação cultural e contrapartida social, gratuitas e voltadas a estudantes e professores da rede pública de ensino.
Na contemporaneidade, principalmente desde os anos 60, vozes das maiorias minorizadas reivindicam seu lugar na história da arte. Nesse contexto, surge o Programa Nacional de Apoio à Cultura, instituído pela Lei nº 8.313, de 1991, que, no inciso I do artigo 1°, prevê contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Nesse sentido, a investigação das possibilidades do ser mulher se faz necessária para pensar o processo histórico de distribuição de bens culturais. O trabalho artístico se faz meio para pesquisar o que é ser mulher, o que é ser mulher e artista e qual os lugares permitidos e negados aos corpos marcados na história da arte para com essa investigação apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, de acordo com o inciso III do mesmo artigo. O reconhecimento de técnicas historicamente associadas a um fazer ligado às mulheres é ferramenta para revelar a pluralidade da cultura do país, assim como para o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, forte nos inciso IV, V e IX, do artigo 1º da lei Rouanet. Assim, o presente projeto tem como objetivo o fomento à produção cultural e artística, mediante a edição e publicação de um livro de artista, possibilidade prevista na letra b, do inciso II, do artigo 3° da Lei 8313/91 e a realização de uma exposição individual, de acordo com a letra c do citado inciso. O projeto também prevê a realização de duas oficinas, como atividade de formação cultural e contrapartida social, conforme previsto no artigo 22 da IN N°2 de 2019. O projeto pedagógico das ações formativas culturais é composto pelas oficinas: "Corpo de afetação- experimentação em escrita poética", que, através da apresentação de referências de mulheres escritoras e artistas, suscitará as possibilidades subjetivas das palavras por meio da proposição de exercício de escrita livre aos participantes, e a oficina "Democratização da arte- oficina com materiais baratos e/ou acessíveis", em que serão apresentados os trabalhos de Ana Mendieta, Rosana Paulino e Artur Barrio para provocar a prática artística com materiais de fácil acesso e técnicas artesanais. Carrego histórias no corpo. O trabalho e a pesquisa são sobre a vida das mulheres. Não posso falar pelas outras, por isso penso o corpo e os afetos que o atravessam para situar a construção do saber. Somos uma maioria numérica, mas uma minoria em termos de poder, de cargos ocupados no legislativo e de trabalhos exposto em museus. Desse modo, a criação se dá como uma descoberta pelo avesso, que forja uma outra sensibilidade capaz de colocar em tela possibilidades mais abrangentes de manutenção da vida, através do cuidado de si e das outras para pensar o trabalho em arte feito por mulheres pela perspectiva da potência das suas demandas de proteger essas expressões e técnicas muitas vezes desvalorizadas pelo sistema e pela história da arte.
Os produtos que compõe a proposta são o livro de artista "Devaneios do desejo", composto por poesias e fotografias, e sua versão em formato pdf. para download gratuito. Uma exposição individual de desenhos e pinturas, que são um desdobramento poético do livro. A contrapartida social contará com projeto pedagógico de duas oficinas, uma sobre escrita experimental e outra sobre uso de materiais acessíveis na prática artística. Especificações técnicas da exposição individual: A exposição será composta por 33 trabalhos em tamanho A3, 22 trabalhos em tamanho A4, 7 trabalhos em algodão cru de tamanhos variados. Esses trabalhos são compostos de desenhos, aquarelas, gravuras e pinturas com tinta acrílica e pigmentos naturais. A exposição também contará com o lançamento do livro de artista, além de projeto pedagógico composto por duas oficinas. A exposição terá a duração de um mês com duas atividades paralelas, as duas oficinas, com duração de um turno, com preferência para o turno da noite para ser acessível a pessoas que trabalham em horário administrativo. Especificações técnicas do livro de artista: O livro terá aproximadamente 250 páginas em tamanho A5, e será composto de poesias, fotografias analógicas (aproximadamente 100 imagens) e elaboração teórica sobre a prática artística e a escrita poética. Três exemplares serão costurados artesanalmente e haverá uma versão para publicação de 100 cópias, além da versão em pdf. para download gratuito. A impressão será colorida em papel pólen. Quarenta exemplares serão distribuídos gratuitamente, sendo 10 reservados para a divulgação, 10 para os patrocinadores e o restante destinados a instituições públicas de ensino, extensão, pesquisa e cultura. Especificações técnicas das ações culturais de formação oferecidas como contrapartida social: -Oficina de experimentação em escrita poética para público de 20 pessoas, voltada a estudantes e professores da rede pública de ensino. -Oficina sobre uso de materiais acessíveis e técnicas artesanais na arte, para 20 pessoas, voltada a professores e alunos da rede pública de ensino.
LIVRO Acessibilidade física: a versão física do livro estará disponível em exposição em local que atenda às normas de acessibilidade. O livro será distribuído em bibliotecas públicas acessíveis a pessoas vivendo com deficiência. Além da versão física, o livro terá uma versão em pdf, e ficará disponível em plataforma digital para download gratuito. Acessibilidade para deficientes visuais: partes do livro serão gravadas em áudio, em uma versão recitada, e estarão disponíveis para a escuta na exposição. Os três exemplares encadernados artesanalmente estarão em exibição na exposição e terão cheiro e texturas que poderão ser consultadas com através do toque. A versão em áudio também será disponibilizada em plataforma digital para download gratuito. Acessibilidade para deficientes auditivos: o livro é acessível para pessoas vivendo com deficiência auditiva. EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade física: a exposição será realizada em local que respeite as normas de acessibilidade. Os trabalhos também serão disponibilizados para consulta em plataforma online gratuita. Acessibilidade para deficientes visuais: os trabalhos em desenho e pintura que podem ser tocados ficarão sinalizados na exposição. Alguns dos trabalhos foram realizados com pigmentos naturais e o cheiro é parte significativa na composição. Muitos deles tem texturas que podem ser consultadas pelo toque. Acessibilidade para deficientes auditivos: todos os trabalhos expostos serão acessíveis a pessoas vivendo com deficiência auditiva. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: as oficinas serão realizadas em local que respeite as normas de acessibilidade. Acessibilidade para deficientes visuais: as oficinas previstas no projeto são acessíveis a pessoas vivendo com deficiência visual, havendo previsão de acompanhamento de profissional oficineiro com formação em educação artística. Acessibilidade para deficientes auditivos: as oficinas contarão com instruções escritas para pessoas vivendo com deficiência auditiva. O oficineiro poderá acompanhar pessoas com necessidades especiais.
LIVRO Conforme art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da cidadania, em seu inciso III, o livro será disponibilizado em formato pdf. para download gratuito em meio digital, assim como serão disponibilizadas gravações em áudio de partes recitadas do livro. EXPOSIÇÃO DE ARTES Conforme o mesmo inciso citado para o livro, os trabalhos que compõem a exposição estarão disponíveis para consulta em meio digital. Também será permitida a captação de imagens dos trabalhos e atividades relativos à exposição. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Conforme inciso V do artigo 21 da IN nº 02/2019, será oferecida uma bolsa de estágio, com duração de 90 dias, a estudante da rede pública de ensino para atividades de gestão cultural, como registros das atividades, ajustes necessários à execução do projeto, acompanhamento de atividades educativas e ao público com necessidades especiais.
Sou responsável pela produção das fotografias que compõem o livro, pela pesquisa necessária para a produção do texto, pela direção de arte do livro e por sua produção executiva. Também sou responsável pela criação dos trabalhos em pintura, desenho e bordado que serão expostos. Vou coordenar as oficinas, além de elaborar estudos e projeto para a execução das mesmas. Vou ser responsável pela elaboração escrita, acompanhamento das fases de avaliação, produção e execução do projeto. Desde a organização dos trabalhos em desenho e pintura já produzidos para a exposição, à contratação de profissionais que me auxiliem na execução do projeto, como editor(a) para o livro, montador(a) e curador(a) para a exposição, designer gráfico e acesssor(a) de imprensa para a divulgação do lançamento do livro e da exposição, contador(a) para controle das receitas e assessor(a) jurídica. Vou elaborar o relatório final, revisar as planilhas de gastos e prezar sempre pela contratação de profissionais mulheres, ou pertencentes a grupos minoritários. Sou mestranda em Poéticas Visuais pelo PPGAV/UFRGS. Graduanda em Artes Visuais pela UFRGS. Graduada em Ciências Jurídicas e Sociais pela mesma instituição. Participei de diversas exposições coletivas, entre elas, Convocatória 331, do Instituto Estadual de Artes Visuais (IEAVi), na Casa de Cultura Mário Quintana, Mostra Audiovisual Sem Destino, na Pinacoteca Barão de Santo Ângelo do Instituto de Artes da UFRGS; Faturas, no Memorial do Rio Grande do Sul. Produzi a foto-instalação- Corpo labirinto Submerso, no espaço Ado Malagoli do Instituto de Artes, as exposições individuais- A delicadeza como última casa da revolta, na Galeria Ecarta, e "Corpo Caminho", na Fotogaleria Virgilio Calegari da Casa de Cultura Mario Quintana, exposição contemplada pelo edital do 5º Prêmio IEAVi, e a exposição "Arte-advocacia", projeto elaborado em parceria com a historiadora da arte Juliana Proenço, contemplado pelo edital de curadoria da Casa Baka. Trabalho com diferentes mídias na busca de intertextualidade, com ênfase em fotografia, pintura, escrita e processos experimentais. Juliana Proenco- Curadora Juliana Proenço é mestranda em Artes Visuais, com ênfase em História, Teoria e Crítica de Arte, pela UFRGS. Formou-se em Direito (2014) e em História da Arte (2018), ambos pela UFRGS, e estudou Ciência Política na França (Sciences Po Rennes) entre 2012 e 2013. Realiza pesquisa nos campos de memória, política e relações com o público com ênfase na arte contemporânea. Atua como curadora independente em Porto Alegre, onde também já colaborou com trabalhos artísticos, entre outros projetos. Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/7850900790604975 Luciana Inês Domschke Tomic- Médica e atriz A Prof. Dra.Luciana Inês Domschke Tomic é médica, especialista em Cirurgia Geral, Doutora em Medicina. Possui além dessa formação, a de atriz. Assim, seu percurso se deu entre essas duas profissões por já mais de 30 anos. Do ponto de vista médico, ainda acadêmica na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, dedicou-se a monitorias de propedêutica e de técnica cirúrgica e após completar sua residência na mesma Instituição, fez seu doutorado, primeiramente em Munique, Alemanha, na Universidade Ludwig Maximillian, em 1999, tendo em 2003 revalidado sua defesa no Brasil e recebido o título de Doutora em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Na área artística, participou de inúmeras encenações de teatro e cinema, dentro e fora do Brasil (Alemanha e Rússia). Entre elas, destaca-se sua participação integral na concepção e encenação de “Os Sertões” de Euclides da Cunha, com direção de Zé Celso Martinez Correa e a protagonização do filme documentário ficção sobre a escritora Hilda Hilst, “HH pede contato”, com direção de Gabriela Greeb. Em 2018, participou com a exibição de seu filme na FLIP (Festa Literária de Paraty), que homenageou e escritora Hilda Hilst e em julho de 2019 participou novamente na abertura da FLIP, que homenageou, o escritor Euclides da Cunha. Amanda Teixeira- editora Amanda Teixeira é artista e designer. Bacharel em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS, com passagens pela Universidad de Buenos Aires (2012) e Academia de Artes e Mídias de Colônia, na Alemanha (2017). Trabalha no Vinco estúdio, onde desenvolve coletivamente projetos de artes gráficas e vídeo.Desde 2014, com Pedro Cupertino, edita livros de artista pela Azulejo Arte Impressa. Focada em pequenas tiragens de trabalhos de artistas emergentes, a editora já lançou 15 livros entre publicações próprias e co-edições. A Azulejo participa de feiras de artes gráficas e comercializa em livrarias e instituições parceiras. Já participaram de várias exposições, Livres et revues d’artistes: une perspective brésilienne, na França, com curadoria de Paulo Silveira e Laurence Corbel, Artists’ Books for Everything no Museu Weserburg, Zentrum für Künstlerpublikationen em Bremen, na Alemanha e Fotos contam Fatos na Galeria Vermelho (SP), com curadoria de Denise Gadelha, e também estão em acervos importantes como da UFMG, UFRGS, SESC Pompéia (SP), e Cabinet de livre d’artist, na Universidade de Rennes 2, na França. Recebeu dois prêmios no Açorianos de Artes Plásticas, na categoria de Projeto Alternativo em Artes e Incentivo à Produção. Thaís Bueno Seganfredo- assessora de imprensa Graduada em Jornalismo pela Ufrgs, tem atuação em assessoria de imprensa na equipe da Feira do Livro de Porto Alegre (edições 2017 e 2018) e no Tribunal de Justiça do RS. É sócia-diretora da Riobaldo Conteúdo Cultural, empresa especializada em assessoria de imprensa e produção de conteúdo para o meio artístico, além de editora do site de jornalismo cultural Nonada - Jornalismo Travessia. Tem reportagens publicadas pelo Sebrae RS, Revista Press e Jornal do Comércio. Ministra cursos na área de jornalismo e cultura. Laura Klein- Designer Laura Klein, 25 anos, graduada em Design Visual pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Entusiasta por curadoria, produção e pesquisa voltada para a esfera artística, procura sempre agregar a experiência em design com o interesse pelas artes visuais. Trabalhou como assistente de comunicação e produção no Museu de Arte Contemporânea do RS e no Instituto Estadual de Artes Visuais do RS. Também colaborou com diversos projetos independentes, como o Coletivo Artikin, a Plataforma Arte Contexto, a Revista Clandestina e a Feira Dada. Atualmente, é designer na plataforma educacional MeSalva! Lucas Ströher Schultz- Agente cultural e montador de exposições Agente cultural interdisciplinar, com formação técnica em Gestão Cultural, desde 2014 atua em espaços institucionalizados e independentes, como Memorial do Rio Grande do Sul, Fundação Bienal do Mercosul, Fundação Iberê Camargo, Pinacoteca Ruben Berta e Casa Baka. Entre as diversas funções executadas, destacam-se as de produtor, educador, propositor artístico-curatorial e montador de exposições.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.