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PRONAC 202605Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Que que tem no final do arco-íris?

Ars Produções Artísticas e Culturais Ltda.
Solicitado
R$ 354,7 mil
Aprovado
R$ 354,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-03-01
Término
2021-12-18
Locais de realização (3)
Cachoeira BahiaSalvador BahiaRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Que que tem no final do arco-íris? é uma peça teatral infantil dirigida por Cristina Moura. Com dramaturgia inédita, o projeto contará com 03 atores. Como contrapartida social será oferecida oficina de teatro em todas as cidades por onde o espetáculo passará.

Sinopse

Que que tem no final do arco íris? peça teatral infantil 03 atores cenário recoberto em papel pardo que vai se descortinando e mostrando cores ao longo do espetáculo conforme os atores vão desenrolando o jogo cênico personagens: Dan, Fran e Paul ROTEIRO A peça começa com um convite para a imaginação apurando a riqueza do aprender brincando. Que que tem no final do arco íris? vai brincar com a imaginação da criança proporcionando momentos de aprendizado e riqueza de imagens e temas. Em cena os atores Danilo Moraes, Francisco e Palu, passeiam por narrativas que exploram o universo infantil desenhando um espetáculo cheio de mágica, novidades e troca com o publico. Interpretando os personagens Dan, Fran e Paul os atores estarão sempre incluindo as crianças na narativa perguntando como elas se relacionam com as brincadeiras sem tela, se brincam na rua ou no play do prédio. Em Que que tem no final do arco íris? pretendemos dar luz ao encantamento da infância, inspirar e oferecer experiências que mobilizem a amorosa atenção dos adultos sobre atos cotidianos das crianças, como o aprender, o brincar, o comer e o dormir. Os preceitos que darão a tônica da dramaturgia estão descritos abaixo: O brincar é necessidade básica para todos nós, adultos e crianças. Quando brincamos ativamos nosso centro de prazer, de imaginação, de descompressão. Experimentamos novos papéis, novas formas de ser e de existir. Quando uma criança brinca, principalmente quando brinca sem telas, ela se desenvolve em todos os sentidos. Em termos emocionais, intelectuais, corporais, verbais. Quando um adulto brinca, ele retoma sua frequência infantil. Aquela que nos faz vibrar, sorrir, intuir, criar. Um adulto que vai ao trabalho sem sua criança interna se exaure rapidamente. É essa criança que dá energia para esse adulto pensar, resolver problemas, funcionar, principalmente para funcionar afetivamente, animadamente, cheio de anima, cheio de alma. Quando um adulto brinca com uma criança, sem telas, sem nada que já tenha sido criado por alguém, e sim criando, criando um novo mundo através de suas crianças internas e do que acontece no entre; aí um mundo de maravilhas se faz: as maravilhas do vínculo adulto criança. Então, vamos brincar e aprender? Ao final do espetáculo os atores terão descortinado junto com as crianças da plateia o cenário todo colorido e terão feito muitas brinaceiras. Neste momento lembrarão que ficaram ali por 50 minutos sem computador, celular ou tablet.

Objetivos

Objetivo Geral: O objetivo deste projeto é criare apresentar o espetáculo infantil Que que tem no final do arco-íris? com direção de Cristina Moura. Objetivos específicos: cumprir temporada de 16 apresentações no Rio de Janeiro, RJ, cumprir 02 apresentações do espetáculo na cidade Salvador, BA cumprir 01 apresentação do espetáculo na cidade de Cachoeira, BA realizar 01 oficina de teatro por cada cidade onde passará o espetáculo

Justificativa

Que que tem no final do arco-íris? é uma peça teatral dirigida por uma mulher negra brasileira, Cristina Moura. O projeto estimula e impulsiona a produção artística nacional e possibilita que o gosto pelas artes e cultura nacional seja intensificada nas crianças tendo em vista que é um projeto para crianças, com atenção especial a primeira infância (0 a 6 anos). Que que tem no final do arco íris? vai brincar com a imaginação da criança proporcionando momentos de aprendizado e riqueza de imagens e temas. Nosso investimento em Que que tem no final do arco íris? é em explorar a riqueza da criação imagética nata da criança desvendando junto com seus cuidadores temas como família, origem da vida, afetos.... Em cena os atores Danilo Moraes, Francisco e Palu, passeiam por narrativas que exploram o universo infantil desenhando um espetáculo cheio de mágica, novidades e troca com o publico.

Especificação técnica

Espetáculo teatral infantil com duração de 50 minutos

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CêNICAS Acessibilidade física: Os teatros onde apresentaremos a peça estão de acordo com as normas de acessibilidade física, dispondo de elevadores e/ou rampas para acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, assim como lugares na plateia destinados a cadeirantes. Acessibilidade para deficientes visuais: 50% das apresentações da temporada no Rio de Janeiro terão audiodescriçãoAcessibilidade para deficientes auditivos: 50% das apresentações da temporada no Rio de Janeiro terão intérprete em libras CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: os espaços onde as oficinas serão ministradas são equipados com rampas de acesso Acessibilidade para deficientes visuais: disponibilização de audio descrição Acessibilidade para deficientes auditivos: disponibilização de intérprete em libras

Democratização do acesso

A ação cultural é voltada para o público infantil. Além das apresentações da temporada do Rio de Janeiro, faremos em um dia de semana do ano letivo duas apresentações para escolas da rede municipal ou estadual de educação. Para essas apresentações, disponibilizaremos ônibus para transporte dos alunos. Oferecemos oficina de teatro com atenção especial a atividades físicas desta abordagem das artes cênicas em escola da rede municipal ou estadual do Rio de Janeiro. Os atores e a diretora da peça irão até a escola selecionada para receber a atividade.

Ficha técnica

Direção de produção e coordenação geral: Carla Mullulo (ARSX Produções Artísticas e Culturais LTDA) Direção: Cristina Moura Elenco: Danilo Moraes, Francisco e Palu Iluminação: Francisco Rocha CURRICULOS Cristina Moura - direção É diretora de espetáculos de teatro e dança contemporânea, coreógrafa e intérprete. Entre 1996 e 2003 viveu na Europa e integrou o Les Ballets C de La B de Alain Platel e Cia Mudances de Angels Marguerit, entre outras Cias. Em 2003 cria seu solo “like an idiot”, de grande êxito, que entre 2004 e 2011 foi mostrado em diversos paises da Europa, America Latina, Estados Unidos, Canadá e Brasil. Em 2009 dirige “A mulher que matou os peixes… e outros bichos”, premiada peça, baseada em textos de Clarice Lispector. É colaboradora de Enrique Diaz em "Ensaio.Hamlet" e "Gaivota" e em 2010 co-dirige "OTRO", do Coletivo Improviso do qual faz parte, com este diretor. Em 2011 dirige "O menino que vendia palavras", baseada em livro de Ignácio de Loyola Brandão. Em 2012 cria, dirige e atua junto a Volmir Cordeiro o duo “peça coração”, a partir de texto de Rainer Muller. Em 2013 assina a direção de "Philodendrus, uma conferência imaginária", espetáculo de teatro dança para 6 atores onde também atua. Co-dirige também "Nós de borboletas", em parceria com Emilio de Mello. Colabora tambem com Pedro Bricio, Bel Garcia e Lia Rodrigues. Em 2014 estreia "Retratos" solo com Carolina Cony, inspirado na obra de Cindy Shermann. Em 2015 fez junto a Eduardo Milewicz as preparações de elenco para as telenovelas da Rede Globo: Alem do tempo, Malhação- seu lugar no mundo, A Regra do Jogo e Supermaxx. Em outubro de 2015 apresenta “ Exercicios para Sr. Silva” no Tempo Festival, uma ocupacão do prédio do OiFuturo Flamengo. Em 2016 colabora com Pedro Bricio na peça infantil “ A menina do dedo torto” que estréia em janeiro no OiFuturo Ipanema e faz a Direção de Movimento na peça “Os Realistas” com direção de Guilherme Weber (Teatro Poeira). Também em 2016 é co diretora convidada no espetaculo BISPO de João Miguel sobre o artista Arthur Bispo do Rosario. Em 2016 dirige a peça “Nu de botas”, adaptação de texto homônimo de Antonio Prata que estréia no CCBB-Rio, grande sucesso de público e crítica. “Nu de Botas” cumpre turne pelo Brasil em 2017. Por “ Nu de botas” Cristina Moura é agraciada com o Premio de Melhor Direção no Premio de Humor Fabio Pochat. Em 2017 colabora com Emilio de Mello no espetaculo “Estranhos.com”. Em 2017 e 2018 prepara os elencos das novelas "A força do querer”, "Deus salve o rei” e “Malhação Vidas Brasileiras” da Rede Globo em parecria com Eduardo Milewicz. Tambem prepara o elenco da "Malhação Vidas Brasileiras”e colabora com " A ultima peça" direção de Danilo Grangheia para texto de Inez Viana. Em 2018 apresenta "like an idiot” na Alemanha e na Suécia. Em 2019 prepara elenco de "Malhação – Toda forma de amar" da Rede Globo. E tambem o elenco da série "Todas as mulheres do mundo”. Tambem colaborou com o infantil "Reino Partimcundum”dirigido por Inez Viana, Mariana Lima e Renato Linhares. Ainda em 2019 estréia seu novo espetáculo solo: Agô. Agô foi apresentado como trabalho em processo no Sesc Copacabana/Rio em junho de 2019e fez temporada no SESC Consolação em Sao Paulo em novembro e dezembro. Agô esta indicado ao Premio Cesgranrio de danca 2019 como melhor espetaculo e foi indicado ao Premio APCA/SP de melhor espetaculo de dança. Este espetaculo tambem apareceu na lista de 10 melhores espetaculos de dança de 2019 do Jornal O Globo. DANILO MORAES - ator É ator e instrutor de Yoga Seus últimos trabalhos em teatro foram: A estória do Dr. Antônio contada por ele mesmo, direção César Augusto. Exercícios sobre o Sr. Silva, direção: Cristina Moura. Última Parada direção; César Augusto. A desordem do dia, direção: Cesar Augusto e Marcelo Vale. O que falamos quando falamos de amo, dir; Daniel Carvalho Faria. Llorando, direção; Giti Bonde. Quasi Mensh, direção: Maira Capovilla. Otelo, o alemão do Brasil, direção: Lili Hanna. O Sonho, direção: Alex. Assim é se lhe Parece, Jogos de Massacre e Nossa cidade direção; Michel Bercovitch. Como assistente de direção trabalhou nos espetáculos Giz, dir; Marcelo Vale, Como É cruel viver Asssim, dir; Guilherme Piva, Terra Papagaios dir: Marcelo Vale. Ago dir: Cristina Moura. FRANCISCO - ator Sou Francisco, ator e bailarino cearense, 35 anos, graduei-me em Dança pela Universidade Federal de Viçosa-MG (2006-2010); sou mestrando em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, na linha de pesquisa Inclusão, Ética e Interculturalidade, onde proponho um trabalho de arte e educação no campo com a Escola Família Agrícola; atualmente me divido entre as cidades do Rio de Janeiro, Fortaleza e São Paulo. Comecei o ano de 2019, no Rio, fazendo a preparação corporal do Grupo Código,na peça “Trilhos”, ganhadora do prêmio “Novos Talentos do Teatro”, patrocinado pela Firjan – Sesi. Em São Paulo fiz as oficinas “O intérprete e a comunicação do texto”, com a atriz Denise Fraga e “Práticas de encantamento e erotismo da matéria”, com a coreógrafa e bailarina Elizabeth Finger. No segundo semestre de 2019, colaborei com uma das histórias contadas pela atriz Denise Fraga, em seu monólogo "Eu de você", dirigido por Luiz Villaça e também fiz parte do elenco do balé do Criança Esperança 2019, da Rede Globo, coreografado por Cristina Moura. Finalizei o ano fazendo a preparação corporal do elenco da peça “0 som e a fúria- um estudo sobre o trágico”, da Cia Definitiva, dirigida por Jeferson Almeida, que teve sua estreia em janeiro de 2020 no Oi-Futuro do Rio de Janeiro. Em 2018, trabalhei com o diretor Felipe Vidal na peça "CATARSE – uma para-ópera", onde atuei como intérprete, diretor de movimento e preparador corporal; também fiz uma participação afetiva no filme Bandeira de Retalhos, do cineasta, músico e amigo Sérgio Ricardo. Entre os anos de 2011 e 2018, fui colaborador da coreógrafa Lia Rodrigues, tendo participado de quatro criações: Piracema (2011), A descoberta do mundo (2013), Pindorama (2013) e Para que o céu não caia (2016), além de ter dançado o repertório da cia (Pororoca, Aquilo de que somos feitos, Formas breves, True Rouge). Trabalhos autorais em teatro e dança são: Contra a espada (2005), solo de dança sobre a cantora Elis Regina que ficou em cartaz por duas temporadas no Teatro Dragão do Mar, em Fortaleza, Ceará, tendo grande aceitação do público e da crítica local; Cabíria corta o cabelo (2013), peça em homenagem à atriz Giulietta Masina e ao cineasta Fellini, estreou em formato de cena curta no XIV Festival Cenas Curtas do Grupo Galpão em Belo Horizonte-MG e depois no Teatro de Cama em formato de longa duração no Rio de Janeiro, com Cabíria, que é uma peça para um ator e uma atriz, de minha autoria, viajamos para Natal (RN) e Curitiba (PN); Mãe (2015), performance (para bar) inspirada no romance “Querô: uma reportagem maldita”, de Plínio Marcos, dirigida por Glauce Guima, ficamos em cartaz no Morro do Vidigal; E a esquete "Menino amarelo do buchão" (2019), adaptação do livro infanto-juvenil “Amarelinho” de Ganymedes José, feita especialmente para o XX Festival de Cenas Curtas do Grupo Galpão. PALU - ator Experiência Profissional Multifoco Companhia de Teatro Direção de Movimento Preparação Corporal Atuei como preparador corporal e diretor de movimento nas peças: "A Palavra Progresso na Boca da Minha Mãe Soava Terrivelmente Falsa", "Migraaaantes" e "O Cavaleiro Amarelo". Além de ministrar oficinas de "circo-teatro" pela companhia. Up Dance Studio Professor de Acrobacia Ministro aulas de Acrobacia Aérea e Acrobacia de Solo na Academia. Lumini Companhia de Dança Bailarino Fui bailarino da companhia, atuando em seus espetáculos de repertório por diversas circulações por teatros brasileiros. Educação UNIRIO Estética e Teoria do Teatro Bacharelando PROFAC (Programa de Formação do Artista Circense) no Circo Crescer e Viver Técnico em Artes Circenses

Providência

PROJETO ARQUIVADO.