| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04591168000170 | FOZ DO CHAPECO ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 730,0 mil |
Realizar a montagem completa da Ópera Madama Butterfly em duas versões. Uma versão integral da ópera para ser apresentada em dois grandes teatros em Santa Catarina e uma versão reduzida de 01h30min h com solistas, narrador e acompanhamento para circular em cidades pequenas do interior do Estado.
Produto- Apresentação Musical- Ópera Segue o ENREDO O Japão era um país quase totalmente isolado do resto do mundo, até que por volta de 1870 um presidente americano mandou uma expedição de reconhecimento a Sua Majestade Imperial, cujo intuito era forjar laços de amizade com o Império do Sol Nascente. Nas décadas que se seguiram, vários oficiais da marinha americana visitaram o Japão e contraíram matrimônios temporários com jovens japonesas. A história de Cio-Cio-San (Butterfly, ou Borboleta), portanto, se baseia em fatos reais, e descreve as trágicas consequências de um desses matrimônios contraídos com leviandade. Ato I Benjamin Franklin Pinkerton, oficial da marinha dos Estados Unidos em Nagasaki, acaba de fazer um excelente negócio: comprou não somente uma casa na colina, com vista para o mar e o porto de Nagasaki, mas também leva de brinde uma gueixa, Cio-Cio-San, garota de apenas quinze anos de idade, que irá morar com ele na casa. Goro, o agente imobiliário e matrimonial, mostra a Pinkerton sua nova casa, quando chegam Suzuki, sua nova serva, aia de Butterfly, e Sharpless, cônsul dos Estados Unidos em Nagasaki. Pinkerton oferece um uísque ao amigo, e explica a ele o negócio que acaba de fazer. Sharpless o adverte, porém, de que seria um grande pecado machucar os sentimentos da garota, que parece acreditar na seriedade desse casamento e está perdidamente apaixonada por ele. Pinkerton, numa atitude discriminatória e ignorante, ergue um brinde ao dia em que se casará de verdade com uma esposa americana. Chega Butterfly com suas amigas, que cantam um hino à beleza da paisagem e à ternura das garotas do Japão, enquanto Cio-Cio-San canta seu amor por Pinkerton. Chegam convidados, os parentes todos de Butterfly, com exceção do tio, um monge budista que se opõe a esse casamento. Butterfly, porém, confessa que visitou a missão americana em Nagasaki e se converteu à religião de Pinkerton - prova da sinceridade dos seus sentimentos. A cerimônia de casamento de Butterfly e Pinkerton é interrompida pela chegada do tio bonzo, que ficou sabendo que Butterfly havia renunciado à fé dos seus antepassados, e lança uma maldição contra ela. Butterfly chora, mas é consolada pelo marido. Os convidados se retiram, e Butterfly e Pinkerton estão finalmente a sós. A noite cai. Segue-se um dueto de amor entre ambos. Ato II Pinkerton regressou aos Estados Unidos; prometeu, porém, que voltaria "quando os pintarroxos fizerem os seus ninhos." Já se passaram três anos. Butterfly chora, e Suzuki reza o tempo inteiro, ajoelhada diante da imagem do Buda. Suzuki diz a Butterfly que suspeita que seu marido não voltará mais. "Cala a boca, ou te mato!", responde Butterfly. Ela chora, mas não perde a esperança: Un bel dì vedremo - um belo dia veremos um fio de fumaça no horizonte - o navio de Pinkerton! Chega Sharpless, que traz uma carta de Pinkerton para Butterfly, cujo objetivo é prepará-la para o golpe que ela vai receber, ao saber que ele se casou com uma americana. Butterfly lhe pergunta quando fazem seus ninhos na América os pintarroxos. "Não sei," responde Sharpless, "nunca estudei ornitologia." Logo após chega Goro, trazendo um novo candidato à mão de Butterfly: o Príncipe Yamadori, homem rico e perdidamente apaixonado por Butterfly. Butterfly o repele com zombarias, reafirma que está casada com Pinkerton, e manda o príncipe e o insolente nakodo embora de sua casa. Sharpless começa a ler a carta, mas não consegue terminar a leitura, porque Butterfly o interrompe o tempo todo com manifestações de carinho e fidelidade ao marido, e ele também não tem coragem de revelar-lhe a rude verdade. Num gesto brusco, ele fecha a carta, a põe de volta no bolso, e pergunta a ela o que ela faria se ele não voltasse. Voltaria a ser gueixa, responde Butterfly; ou, melhor ainda - "me mataria." Sharpless pede a ela que pare de alimentar ilusões e aceite a proposta do rico Yamadori. Sentindo-se ultrajada, Butterfly mostra a ele o filho que ela teve com Pinkerton, cuja existência tanto o cônsul como Pinkerton ignoravam. Sharpless promete escrever a Pinkerton para revelar a ele a existência desse seu filho, e se retira. Lá fora, Suzuki golpeia Goro, acusando-o de espalhar calúnias a respeito do filho de Butterfly, dizendo que ninguém sabe quem é o pai do garoto. Ouve-se um tiro de canhão vindo do porto. Uma nave de guerra! Butterfly olha com seus binóculos e lê o nome do navio: é o Abraham Lincoln, o navio de Pinkerton. Suzuki e Butterfly decoram a casa com flores primaveris, para aguardar a chegada de Pinkerton (Scuoti quella fronda di ciliegio, o famoso Dueto das Flores). Sem poder dormir, Butterfly esperará a noite toda pelo marido. Ato III Butterfly, que não dormiu a noite inteira, canta uma cantiga de ninar para o filho, que adormece nos seus braços. Suzuki aconselha a ela que durma também; quando Pinkerton chegar, ela virá despertá-la. Exausta, ela por fim cai no sono. Falta pouco para amanhecer quando batem à porta; Suzuki vai atender, são Sharpless e Pinkerton. Pinkerton, ao ver todas as flores e ao ouvir de Suzuki como Butterfly o esperou todos esses anos, é tomado de um súbito remorso. De repente, Suzuki nota uma mulher no jardim, e pergunta quem é ela. Sharpless não aguenta mais essa farsa e conta-lhe toda a verdade. Suzuki leva as mãos ao rosto e diz: "Santas almas! Para a pequena, o sol se apagou!" Sharpless pede a Suzuki que vá ao jardim falar com Kate Pinkerton. Enquanto isso, este último, possuído por um remorso avassalador, por fim reconhece que foi naquela casinha pequenina que ele conheceu a verdadeira felicidade (Addio, fiorito asil). Pinkerton sai correndo; ele não tem coragem de enfrentar a jovem cuja vida ele destruiu. Butterfly desperta e, ao sair do quarto onde estava dormindo, entra na sala e se depara com Sharpless, Suzuki, e uma mulher estranha. Suzuki chora. Num átimo, Butterfly compreende tudo. "Não! Não me digam nada. Eu já sei. Aquela é a mulher de Pinkerton?" Kate pede a ela que lhe entregue o seu filho. "Serei como uma mãe para ele." Butterfly promete que o entregará dentro de meia hora. Sharpless e Kate se retiram, e Butterfly pede a Suzuki que vá buscar seu filho. Enquanto isso, ela retira de um baú um punhal, com o qual seu pai havia cometido seppuku, também conhecido como hara-kiri, um suicídio ritual japonês, e lê a inscrição: "Com honra morre aquele que não mais com honra viver pode." Suzuki volta com o garoto, e Butterfly pede a ela que a deixe a sós com ele. Ela beija ternamente o seu filho, e pede a ele que nunca se esqueça da sua mãe japonesa. Venda os olhos do menino, dá-lhe uns brinquedos para que brinque, e enfia a faca no ventre. É o fim.
OBJETIVOS GERAIS Realizar a montagem completa da Ópera Madama Butterfly de Puccini, uma das mais famosas óperas encenadas em todo o mundo, nos teatros de grande porte.com participação de grandes solistas, coro com 40 cantores e orquestra com 50 componentes. Para a montagem completa o projeto prevê espetáculos em duas cidades, com realização de duas récitas. .A montagem reduzida da ópera Madama Butterfly, com participação dos solistas, acompanhados por piano, será apresentada em cinco cidades pequenas do interior do Estado de Santa Catarina. Em cada cidade será realizada uma apresentação É importante registrar que a realização de óperas deixa a sua marca não apenas pelo resultado artístico, mas também pelo aspecto social que a envolve. A produção de uma ópera assegura durante pelo menos quatro meses, direta ou indiretamente, emprego temporário a centenas de profissionais entre artistas, técnicos e artesãos que não medem esforços para garantir a excelência das produções. E, a cada produção, existe um grande aperfeiçoamento de cada profissional formando assim uma equipe de excelência na produção de óperas. incisos do artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21que estão entro dos objetivos do projeto: VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Justificativa-O projeto da oportunidade aos artistas do canto lírico, coros, orquestras,cenógrafos.figunista a desenvolver suas atividades em sua áreas culturais. Tendo trabalho garantido por alguns meses. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Justificativa- O projeto promove a ampliação do acesso de todas as camadas sociais ao fazer o evento com entrada gratuita e apresentar em lugares no interior do Estado de Santa Catarina que não tinham acesso a esse formato de espetáculos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS . Realizar 4 récitas com a montagem completa da Ópera Madama Butterfly. . Realizar 5 récitas com a montagem reduzida da ópera Madama Butterfly. · Fazer de Santa Catarina um centro de referência em produção de ópera e, ao mesmo tempo, permitir que 3.000 estudantes e professores de escolas da rede pública possam usufruir de um grande espetáculo operístico de forma didática; · Valorizar os 120 artistas e artesãos catarinenses para que possam crescer profissionalmente e expandir suas atividades; · Levar o projeto operístico para 5 cidades do interior do estado que nunca assistiram a montagem de uma ópera; · Beneficiar 7.000 pessoas no trabalho de formação de platéia com as apresentações do espetáculo no interior do Estado.
Santa Catarina é reconhecida como um promissor polo cultural, sobretudo no gênero operístico, um fato que chama a atenção por estar o nosso estado situado fora do chamado eixo tradicional de apresentação de óperas do país: São Paulo, Rio de Janeiro e Manaus. Com a criação em Florianópolis da Cia Ópera de Santa Catarina em 2009, uma das mais renomadas produtoras do gênero do Sul do País, nosso Estado passou a ser um grande fomentador e celeiro de cantores e profissionais que aqui vieram se estabelecer. Foi dessa maneira que se formou aqui uma equipe de excelência na produção de óperas. À frente da Cia Ópera de SC estão profissionais qualificados como: Antônio Cunha, Diretor Cênico, consagrado diretor de teatro, José Alfredo Beirão, premiado pela Ópera Nacional de Paris, Edmundo Meira, arquiteto especializado em cenários operísticos, o maestro Jeferson Della Rocca, Diretor Musical e Regente da Orquestra da Ópera de Santa Catarina e o coro Polyphonia Khoros.Essa iniciativa e determinação resultaram em um respeitável currículo, onde consta a produção de grandes óperas como Cavalleria Rusticana (2004) A Flauta Mágica (2005/2012), Rigoletto (2006), La Traviata (2007, 2008, 2010,2016), Elixir do Amor (2008), Barbeiro de Sevilha (2009 e 2013), As Bodas de Fígaro (2004) e Carmen (2003, 2013, 2014). Em 2014 a Cia Ópera de SC teve o seu trabalho reconhecido a nível nacional através do prestigioso Canal Arte 1 que exibiu durante o primeiro semestre, vídeo com trechos da Ópera Carmen como destaque do ano. Afora esse fato, o renomado Blog internacional Fanáticos da Ópera postou excelente crítica sobre a produção da ópera Carmen apresentada no Teatro do CIC em 2014. Podemos destacar, com certeza, que a Cia Ópera de SC, pela qualidade de seu trabalho, contribuiu para a qualidade de vida da comunidade, com eventos de grande relevância para a cidade facilitando o acesso a crianças, jovens e adultos carentes sendo que muitos deles nunca tiveram a oportunidade de entrar em um teatro ou assistir um espetáculo desse porte. Com isso,promovendo a inclusão social e cultural e fomentando os talentos locais. Sobre a necessidade do uso do Mecanismo do Incentivo a Projetos Culturais, a iniciativa tem como meta oportunizar novos trabalhos artísticos de excelência , auxiliando o crescimento do trabalho em nível nacional, realizando espetáculos gratuitos permitindo o acesso a todas as camadas sociais. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1 da Lei 8313: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres A Cia Ópera de SC tem como objetivo estimular a formação de público apreciador de ópera, atraindo estudantes de todas as áreas e professores contribuindo para a qualidade de vida das comunidades, incluindo pequenas cidades que nunca tiveram a oportunidade de assistir uma ópera. Dar oportunidade a artistas catarinenses. Fazer de Santa Catarina um centro de referência em produção de óperas e ao mesmo tempo, permitir que estudantes e professores de escolas da rede pública possam usufruir de um grande espetáculo operístico. Além de valorizar os artistas e artesãos catarinenses para que possam crescer profissionalmente e expandir suas atividades. Levar o projeto operístico para cidades do estado que nunca assistiram a montagem completa de uma ópera.
O proponente do projeto tem remuneração como diretora geral Os custos para impressão dos programas em braile, previstos nas medidas de acessibilidade estão programados nos Custos de Divulgação.
Apresentação Musical - Montagem Completa- 3 horas Montagem Reduzida- 90 minutos Detalhes sobre a montagem Sobre o cenário. Para o 1º. Ato. foi planejado o exterior de uma casa noespaço de um jardim, ambos tipicamente no estilo japonês, situados em umapequena colina, da qual se avista o porto com a chegada dos navios. É o localonde Butterfly espera dia a dia a chegada de um navio, na esperança de queseu amado Pinkerton retorne. Para o cenário do 3º. Ato vê-se uma pequenasala da casa onde o drama da gueixa Cio Cio San se desenvolve até odesfecho trágico do haraquiri.A iluminação com várias nuances, prevê mudanças sutis, de acordo com operíodo do dia ou da estação do ano.Sobre os figurinos. Toda a concepção da ópera será em seu projeto original,criado por Puccini. Portanto, os figurinos tanto dos oficiais como dospersonagens japoneses, seguem as orientações do projeto original do ano de1900, ano em que foi composta a ópera.
Produto Espetáculo de Artes Cênicas- ÓPERA Acessibilidade para deficientes Físicos- Os teatros onde os espetáculos serão realizados apresentam todas as normas para facilitar o acesso de deficientes físicos e idosos, como vagas de estacionamento reservadas, rampa de acesso, cadeiras na plateia especificas em localizações boas. Acessibilidade para deficientes visuais: Será impresso programas, com o enredo da ópera e ficha técnica, em Braile com parceria da Associação catarinense de deficientes visuais- previsto no orçamento Acessibilidade para deficientes auditivos: Será contratado um tradutor de libras para todas as récitas- previsto no orçamento Acessibilidade para pessoas que apreesntem espectros, sindromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Serão reservadas cadeiras especícas.
Produto Apresentação Musical- Ópera Todos os espetáculos serão gratuitos abertos para toda a população beneficiando aproximadamente 6.000 pessoas. De acordo com o artigo 21 foi escolhida como complemento a ação: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Será disponibilizada na internet a filmagem completa da montagem integral da ópera Madama Butterfly beneficiando mais de 30.000 pessoas.
FICHA TÉCNICA Cia Ópera de Santa Catarina Função no projeto- Proponente e gestora A Cia Ópera de Santa Catarina é uma instituição cultural especializada em montagens completas de óperas e diversas outras ações do gênero. Possui uma equipe formada pelos principais profissionais em atuação nesta área no Estado, com larga experiência no Brasil e exterior, responsável por montagens primorosas e consagradas pela crítica como Cavalleria Rusticana, A Flauta Mágica, Rigoletto, La Traviata, Elixir do Amor, O Barbeiro de Sevilha, Carmen e As Bodas de Fígaro. A equipe que compõe o núcleo da Cia surgiu há nove anos, quando a Pró-Música de Florianópolis convidou um grupo de profissionais locais para dar prosseguimento ao projeto de óperas da entidade, que até então estava sendo produzido em conjunto com profissionais de São Paulo. Formavam esta equipe o maestro Jeferson Della Rocca - Diretor Musical e Regente da Camerata Florianópolis, maestrina Mércia Mafra Ferreira - Diretora Artística e regente do Polyphonia Khoros, Antônio Cunha - Diretor Cênico e destacado diretor de teatro, José Alfredo Beirão - Figurinista, premiado pela Ópera Internacional de Paris, Sylvio Mantovani - arquiteto de cenários operísticos, Neyde Coelho - Diretora Geral, Joice Della Rocca e Maria Elita Pereira - Produtoras Culturais. Em 2010 foi então criada a Cia Ópera de Santa Catarina, com a presidência do barítono catarinense Douglas Hahn, dando prosseguimento ao que foi feito pela Pró-Música, sendo esses os seus fundadores. Neste curto espaço de tempo, Florianópolis tem sido reconhecida como uma referência em montagens de óperas, fato que somente acontece em grandes cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Manaus e Belo Horizonte. A equipe também realiza projetos especiais que são apresentados em pequenos e médios teatros do Estado de Santa Catarina como montagens de operetas e ainda projetos inéditos, dedicados à formação de público para o gênero operístico, envolvendo crianças e adolescentes. A Cia Ópera de Santa Catarina sente-se honrada em apresentar mais uma ópera, desta vez, La Bohème de Puccini. Isto representa mais um passo importante para a nossa instituição: uma valorosa iniciativa de descentralização do roteiro cultural brasileiro e democratização do acesso a espetáculos deste gênero. Neyde Coelho Função no Projeto -Direção Geral Função não remunerada- responsável pela gestão do processo decisório do projeto Pianista, iniciou seus estudos de piano com Oleh Gabruzewicz (Ucrânia).Estudou na Escola de Música e Belas Artes do Paraná nas classes de Renée Devrainne Frank e Ingrid Seraphin. Aperfeiçoou-se com Magdalena Tagliaferro, Jacques Klein, Miguel Proença e Gilberto Tinetti. Licenciada em Artes pela Fundação Regional de Blumenau - FURB foi professora do curso de piano e Diretora da Escola Superior de Música de Blumenau. Em 1981 fez parte do grupo de fundadores da Orquestra de Câmara de Blumenau, como Diretora Executiva de 1981 a 1992, considerada pela crítica, na época, a melhor orquestra de câmara do país. Recebeu em 1992 o Top de Marketing da ADVB/SC na categoria Cultura. De 1992 a 1994 trabalhou na Interarte Produções Artísticas em São Paulo, na produção das Temporadas Artísticas do Teatro da Sociedade Hebraica e do Teatro Maksoud Plaza. De 1997 a 2007 foi Diretora Artística da Pró-Música de Florianópolis. Em 2007 recebeu a Medalha do Mérito Cultural Cruz e Sousa. Até 2009 atuou como Produtora Executiva da Pró-Música de Florianópolis e como Diretora Geral de Produção de óperas da entidade. Em novembro de 2009, participou da fundação da Cia Ópera de SC. Atualmente é presidente da Cia Ópera de SC e da Pró-Música de Florianópolis. CURRÍCULOS DOS PARTICIPANTES: Joice Della Rocca Função no Projeto -Produção Trabalha com produção cultural desde o ano de 2000. Participou da produção dos espetáculos do pianista russo Eduard Shulkin, BWV.BACH.SHOW.BR - Um Concerto Diferente do Grupo Allegro Vivace, Série Ciclo Jovens Talentos Catarinenses, Momentos com Franklin Cascaes do Grupo Allegro Vivace, do projeto Edino Krieger 80 anos e a Orquestra de Câmara de Caçador. Atuou como coordenadora de negócios da Pró-Música de Florianópolis e da Camerata Florianópolis. Foi uma das fundadoras da Cia Ópera de Santa Catarina. Desenvolve um importante trabalho junto a grupos de câmara de Florianópolis, coordenou o projeto educacional Música e Cidadania na região dos Lagos de SC. Atualmente é Diretora de Produção Cia Ópera de Santa Catarina, do projeto Sociocultural Arte nas Escolas, Polyphonia Khoros e da Temporada de concertos em Caçador. Jeferson Della Rocca Função no Projeto- Direção Musical e Regência Fundador, maestro e diretor artístico da Camerata Florianópolis, é um dos mais atuantes músicos do Estado de Santa Catarina. Iniciou seus estudos musicais em sua infância, dedicando-se ao violino. Realizou cursos de aperfeiçoamento em violino e regência no Brasil e em outros países da América do Sul, Europa, Ásia e Oceania. Como professor de violino, formou toda uma geração de jovens músicos e dedicou-se a importantes projetos sociais. Como maestro, realizou com a Camerata Florianópolis mais de 500 concertos em Santa Catarina, outros Estados do Brasil e países da Europa como Itália, Alemanha, França e Espanha, com a participação de renomados solistas nacionais e estrangeiros. Além do seu reconhecido trabalho em música de câmara, nos últimos anos vem se destacando na execução de inúmeras obras sinfônicas, 9 óperas e balé, recebendo importantes críticas de musicólogos, compositores e grandes nomes do canto lírico. Desde o ano 2000 cumpre um importante papel no incentivo à composição erudita contemporânea.É detentor de diversos prêmios e homenagens, dentre elas a Medalha Cruz e Souza. Em novembro de 2006, foi empossado como membro da Academia Catarinense de Letras e Artes. Em 2011 a Camerata Florianópolis recebeu o Prêmio Franklin Cascaes de Cultura, por parte da Prefeitura de Florianópolis e em abril de 2012 lança seu nono CD e primeiro DVD, intitulado “Clássicos com Energia”. Antônio Cunha Função no Projeto- Concepção e Direção Cênica Diretor, dramaturgo, roteirista e ator, natural de Florianópolis, é de sua autoria, a peça Dona Maria, a Louca, que já recebeu montagens de sucesso no Brasil e em Portugal. Em 2004 lançou o livro Três Dramas Possíveis, contendo seus principais textos teatrais. Como ator, tem participado de trabalhos no teatro e no cinema, dentre os quais o filme Ensaio, da cineasta Tânia Lamarca. Assinou a direção de peças de teatro, suas e de outros autores, como Uma Visita, do dramaturgo alemão Martin Walser, pelo Grupo Armação, em 2009, com a qual excursionou pelo território dos Açores, em Portugal, a convite do governo local. Atualmente tem se apresentado com os espetáculos Eu Confesso! e Flores de Inverno, de sua autoria e direção, que compõem o projeto Armação em Dois Tempos. Iniciou a sua incursão pela ópera realizando a direção cênica de O Diretor de Teatro de Mozart (2004) pela Companhia da Ilha (Florianópolis), continuando com Cavalleria Rusticana, de Mascagni (2004); A Flauta Mágica, de Mozart (2005); Rigoletto, de Verdi (2006); La Traviata, de Verdi (2007 e 2008 e 2016); O Elixir do Amor, de Donizetti (2008) e O Barbeiro de Sevilha, de Rossini (2009), todas pela Pró-Música de Florianópolis. Pela Cia Ópera de Santa Catarina dirigiu novamente La Traviata, em Florianópolis (2010) e, especialmente para apresentações em Chapecó: O Barbeiro de Sevilha (2012), A Flauta Mágica (2013) e As Bodas de Fígaro (2014). Em 2013 e 2014 dirigiu grandiosa montagem da ópera Carmen, de Bizet, em Florianópolis. É membro da Academia Catarinense de Letras e Artes - ACLA e membro fundador da Cia. Ópera de Santa Catarina, onde ocupa a vice-presidência. José Alfredo Beirão Função no Projeto- Figurinos e Adereços de Vestuário Arquiteto com especialização em “Costumes de Scène” pela Escola Superior de Artes e Técnicas da Moda (ESMOD) de Paris/França, estagiou na Opéra National de Paris no ano de 1999. É professor do curso de Bacharelado em Moda da UDESC e Doutor em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela UFSC. Seus principais trabalhos em figurino e cenografia foram: “Dame de Coeurs”, traje realizado no atelier da Opéra National de Paris para a exposição “La Contesse de Castglioni par elle même” no Musée D’Orsay (Paris) e Metropolitan Museum (Nova York); “Le Dragon” (Evgueni Schwartz) para o Theatre de Gennevilliers. Entre outros trabalhos destacam-se: “Il Pagliacci” (Cavallo), “Carmina Burana” (Orff),“Réquiem” (Mozart),“Nona Sinfonia” (Beethoven) e “Ópera do Malandro” (Buarque) para o Estúdio Vozes, “Le Triomphe de la Vertu” (Adrienne Clostre) para o Museu National da Idade Média de Paris, “O Guarany”(Carlos Gomes), “Catharina, uma ópera da Ilha” (Bebel Orofino), “Cavalleria Rusticana” (Mascagni), “A Flauta Mágica” (Mozart), “Rigolleto” (Verdi), “La Traviata” (Verdi) e “O Elixir do Amor” (Donizetti) e o “Barbeiro de Sevilha” para a Pró-Musica de Florianópolis e as óperas “Carmen” (Bizet) para o Teatro Nacional Cláudio Santoro em Brasília e Teatro Castro Alves em Salvador (BA). Destacam-se ainda os trabalhos na criação de figurinos para peças teatrais, musicais, cinema, carnaval e balés, como para o Ballet Bolshoi do Brasil e para o Jovem Ballet de Santa Catarina. Edmundo Meira Neto Função no Projeto- Cenografia e Adereços de Cena Engenheiro, iniciou os trabalhos para espetáculos teatrais em 2005, como aderecista de figurino na montagem da ópera A Flauta Mágica para a Pró-Música em Florianópolis. Participou também, dentre outros, como aderecista de figurino e cenografia das óperas Rigoletto, La Traviata, Elixir do Amor e O Barbeiro de Sevilha para a Cia. Opera de SC; dos espetáculos Auto da Conquista para o Estudio Vozes; Xica da Silva, o musical, de Charles Prochnow e dos balés Don Quixote e Giselle para o Bolshoi Brasil. Fez os projetos das alegorias para a Escola de Samba Unidos da Coloninha nos anos de 2009,2011 e 2014. Em 2012 fez parte da equipe de cenógrafos da ópera Carmen, apresentada no Teatro Castro Alves em Salvador. Elaborou os cenários das óperas A Flauta Mágica para a Cia Ópera de SC, apresentada em 2013 em Chapecó, ópera Carmen em 2013 e 2014 em Florianópolis e La Traviata em 2016 em Chapecó. Masami Ganev-soprano Função no Projeto- solista principal- Madame Butterfly Natural do Japão, iniciou estudo de piano aos 6 anos de idade. Participou de coral infantil e juvenil daquele país. Mudou-se para o Brasil em 1997. Aperfeiçoou-se com Neyde Thomas, Eiko Senda, Samira Hassan, Elaine Boniolo e repertório com Alberto Heller. Foi bolsista do Festival Internacional de Campos do Jordão, onde teve masterclass com Dame Kiri Te Kanawa (Nova Zelândia). Foi escolhida para participar do Tela Lírica, curso de perfeiçoamento em ópera ministrado no Teatro Guaíra (Curitiba), em parceria com o Conservatório A. Buzzolla em Adria (Itália). Participou da Oficina de Música de Curitiba por vários anos e diversas óperas em Santa Catarina. Atuou como solista em concertos da Orquestra Sinfônica do Paraná, Camerata Florianópolis, Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina, Orquestra Sinfônica da Oficina de Música de Curitiba, Polyphonia Khoros e Associação Coral Florianópolis cantando a Nona Sinfonia de Beethoven, Sinfonia n.2 de Mahler, Sinfonia Terra de Heller, Réquiem de Mozart, Fantasia Coral de Beethoven, Glória de Vivaldi, e Missa de Coroação de Mozart. Participou de gravações de CDs da Camerata Florianópolis, e da trilha sonora do filme “Ensaio” da cineasta Tania Lamarca. Em 2012 integrou a Cia de Ópera Curta, do Estado de São Paulo, apresentou-secomo Mimì da ópera La Bohème em cidades de São Paulo. Em maio de 2013 debutou com o papel títuloda ópera Madame Butterfly em Belo Horizonte onde teve grande sucesso de crítica e público. Recebeu menção honrosa no XIV Concurso Internacional de Canto Lírico (Trujillo/Peru) em 2010. Em 2012 foi semifinalista no III Concorso Lirico Internazional Città di Ferrara, Italia.Micaëla. Ricardo Castro-tenor Função no Projeto- Solista principal masculino-B.F. Pinkerton Natural de Santana do Livramento, iniciou seus estudos com os professores Neyde Thomas e Rio Novello em Curitiba. Aperfeiçoou-se com renomados mestres como JaumeAragal (Espanha), Isabel e Benito Maresca (SP), Ricardo Tutman (RJ), Martina Graff (Alemanha), Carlos Harmuch (Suiça), Luigi Alva (Itália), Tamas Salgo (Hungria), UlrikeGraff e Eduardo Álvares (RJ). Integrou o projeto “Tela Lírica”, intercâmbio entre o Teatro Guaíra e o Conservatório de Adria na Itália. Venceu o concurso de canto Aldo Baldin em duas edições, 2001 e 2008. Participou como solista nas montagens de ópera como Madama Butterfly, Carmen, L’elisir D’amore, Die Zauberflöte, Bastien e Bastienne, PorgyandBess, Il Guarani, Rigoletto, L'enfat et lesortilège, La Traviata , Cantata do Café, L'enfant Prodigue com destaque para A Viúva Alegre e O Rapto do Serralho, ambos sob regência do maestro JulioMedaglia. Em concerto foi solista da Nona Sinfonia de Beethoven com a Orquestra Sinfônica do Paraná no Teatro Guaíra sob regência do maestro português Osvaldo Ferreira e com a OSUEL no Festival de Música de Londrina com quem também cantou a Missa Santa Cecília de Gounod sob regência do italiano Maurizio Colasanti. Integrou o corpo de professores da Camerata Florianópolis e foi preparador vocal do PolyphoniaKhoros em produções líricas. Atualmente é professor da Estação das Artes e Escola Camarim em Florianópolis. Desde 2013 é professor de técnica vocal e repertório no Festival de Musica de Londrina. Foi convidado pelo Instituto Federal do Piauí para ministrar o curso de técnica vocal. Em novembro interpretou Max da ópera Der Freischütz no Teatro Guaíra em Curitiba e Alfredo da ópera La Traviata no Teatro Municipal de Chapecó. Fernando De Carli – baritono Função no Projeto- solista secundário -Sharpless Tenor catarinense, teve como principais professores Rute Gebler, Neyde Thomas, Elaine Boniolo e Rio Novello. Interpretou Monostatos(Flauta Mágica), Gastone(La Traviatta) e Borsa (Rigoletto), entre outros; foi semifinalista nos Concursos Francisco Mignone(RJ) e Aldo Baldin(SC), e obteve a 1ª colocação no Concurso Rosa Mística junto ao pianista Alexandre Dietrich, com quem desenvolve carreira internacional. Se apresentou nos estados do Sul e Sudeste do Brasil, bem como Argentina, Uruguay e Estados Unidos. É graduado em Música (UDESC). No Polyphonia Khoros, atua como preparador vocal e assistênte de regência, e é o regente titular nos corais do Hospital Florianopolis, Hospital de Caridade, Coral Estreito Jovem e Coral Adventista de Florianópolis. Karoline Liesenberg – Mezzo soprano Solista secundário- Suzuki Iniciou seus estudos de música em 1999 na cidade de Itajaí/SC, integrando o coro Carpe Diem e tendo aulas de violino com o professor Mauro Gomes (RS). Em 2010 graduou-se na UDESC no curso de Música - Bacharelado em Violino, sob orientação dos professores João Titton e Izabela Koenig. Participou de montagens de óperas como: A Flauta Mágica (W. A. Mozart) em 2009 e 2010, como Papagena; La Finta Guardineira (W. A. Mozart) em 2012, como Arminda; Cosi Fan Tutti (W. A. Mozart) em 2013, como Despina e Die Fledermaus (J. Strauss II) em 2013, como Adele. Foi solista de importantes obras, como, Stabat Mater (de G. B. Pergolesi), Gloria (A.Vivaldi), e Fantasia Coral (L. Beethoven). Esteve em diversos cursos e master class, fazendo aula com cantores renomados, como Neyde Thomas (BRA), Carlos Colombara (ITA)e Eiko Senda (JAP). Atualmente é orientada pela soprano Kalinka Damiani. Camerata Florianópolis Função no Projeto- Orquestra Fundada em 1994 pelo maestro Jeferson Della Rocca,figura hoje entre os mais importantes grupos do gênero no Brasil e realiza neste ano de 2017 sua 24ª Temporada de Concertos.Gravou onze CDs e um DVD, entre os quais: A Arte do Improviso " In Jazz" , Clássicos com Energia, O Amante do Girassol (de Daniel Lobo), Tributo à Música Popular Brasileira, Edino Krieger (Prêmio Natura Musical), SC (composições de Alberto Heller e Kleber Alexandre) e Música de Natal de Aldo e Edino Krieger. A Camerata Florianópolis vem se destacando também pelo trabalho sinfônico.Estreou mais de trinta obras dedicadas especialmente à orquestra.O grupo vem se destacando também por sua pesquisa sonora junto a diversos estilos e gêneros musicais. Tem em seu repertório espetáculos como Música Popular Brasileira, Camerata in Jazz , o espetáculo Rock'n Camerata (com participação da banda Brasil Papaya Instrumental, sucesso absoluto de público em Florianópolis) e Música Eletrônica.Entre várias honras recebidos, destacam-se o Prêmio Franklin Cascaes de Cultura da Prefeitura Municipal de Florianópolis (2011) e a Medalha Mérito Cultural Cruz e Souza do Governo do Estado de Santa Catarina (2012). Polyphonia Khoros-Regente Preparadora do Coro Função no Projeto= Coro Nesses 16 anos de atividade, o Polyphonia Khoros tem mostrado o resultado de seu intenso trabalho através de concertos a cappella,coro e orquestra, coro e piano e participação em óperas. O Poyphonia Khoros realizou 18 turnês pelas principais cidades de Santa Catarina,sul e sudeste do Brasil, Argentina e Uruguai. Gravou os CDs Natal, com composições de Aldo e Edino Krieger,As Vozes da Poesia com obras para coro e piano de Alberto Andrés Heller, DVD Coro, Instrumento de Educação Musical Maestro Carlos Besen, pelo Edital Elisabete Anderle da Fundação Catarinense de Cultura SC. Em novembro de 2015 sua regente e preparadora Mércia Mafra Ferreira recebeu a medalha do “Mérito Cultural Carlos Gomes”no grau de Comendadora em São Paulo SP, pela Sociedade Brasileira de Artes Cultura e Ensino. FICHA TÉCNICA Direção Geral –Neyde Coelho Direção Musical e Regência - Jeferson Della Rocca Concepção e Direção Cênica - Antônio Cunha Assistente de Direção Cênica - Sulanger Bavaresco Regente Preparador do Coro – Mércia Mafra Ferreira Figurinos - José Alfredo Beirão Filho Cenografia e Adereços de Cena - Edmundo Meira Neto Pianista dos Ensaios – Guilherme Amaral Pianista dos ensaios do coro-Leonardo Barbi e Eugênio Menegaz Produção - Joice Della Rocca Produção Orquestra-Maria Elita Pereira Plano de Iluminação - Antônio Cunha, Irani Brunner Apolinário e Sulanger Bavaresco Cenotécnicos - Osni Cristóvão e Marco Ribeiro Digitação, Edição de Legendas-Sílvia Mafra Ferreira Projeção da Legenda-Allan Korbes Maquiagem e Cabelo - Valéria Pires e Miriam Cunha Adereços de Figurino - Edmundo Meira Neto, Mestre Atelier de Costura - Elio Silva Costuras –Angela Costa Direção Equipe de Palco - Irani Brunner Apolinário Operadora de Iluminação – Sulanger Bavaresco Contrarregras - Magda Scors e Marco Ribeiro Coordenação de Camarins - MíriamWollinger da Cunha Assistentes de Produção-Jordain da Silva Guimarães,TaynáBorges,Thalita Guimarães Projeto Gráfico - Mariana Barardi
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.