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Apresentações artísticas de teatro narrativo autoral, espetáculo teatral que dialoga com conceitos do teatro épico de Brecht, teatro imagem de Augusto Boal e teatro performativo contemporâneo, além de diversos cruzamentos com outros saberes das áreas das artes e das ciências, voltados para a primeira infância. Este projeto de Artes Cênicas propõe apresentações das "Histórias que a Passarinha me contou", Episódios "Terra" e "Água", seguidos de convites para brincar. Como contrapartida, serão realizadas vivências de arte educação com crianças da primeira infância, trazendo convites para brincar com elementos do teatro junto com estímulos da música e do design. Também será produzido um ciclo de formação voltado para gestoras e educadoras da rede municipal de ensino de Campinas.
Histórias que a Passarinha me Contou Uma série de espetáculos que unem contação de histórias, música autoral, livre brincar e reutilização de materiais descartados. São episódios de viagens da Passarinha, uma contadora de histórias que espalha pelo vento contos e cantos. A Passarinha voa e se transforma em contato com os lugares e personagens que encontra pelo mundo e assim segue sua viagem, sempre buscando deixar sementes por onde passa. Os objetos cênicos são feitos com aquilo que fora considerado sem utilidade - chamados de lixo e depois se transformam em convites para o livre brincar. Episódio Água A Passarinha conta sobre um peixe de mar que amava o rio. As aventuras são contadas com música autoral e recursos teatrais, narrando a vida no mar, a subida da Piracema e a lagoa. Após a contação, a plateia é convidada a deixar a imaginação criar asas para compor elementos da história e brincar livremente no espaço cênico com os materiais utilizados na peça. A magia da brincadeira e do espaço cênico se fundem de maneira sutil abrindo espaço para a imaginação e ressignificação de objetos simples presentes no cotidiano. Ideal para a primeira infância e todas as famílias! Episódio Terra A Passarinha conta uma de suas viagens em que se depara com a transição entre uma paisagem de diversidade e o deserto. No meio do deserto, encontra um oásis, se delicia com as frutas maravilhosas e logo encontra as responsáveis pelo trabalho de adubar aquele solo: as minhocas. Esse encontro fértil rende muitas aventuras cantadas e contadas, inclusive sobre o tal do cocô de minhoca. Ciclo de Formação “Teatro e a criança pequena” com a Profa Dra Marina Marcondes Machado: reflexões teórico-práticas sobre a criança pequena e a cena contemporânea. “O brinquedo popular” com a Mestra de Cultura Popular Ana Maria Carvalho: práticas e reflexões sobre brincadeiras populares, canções, ritmos e outros brinquedos da cultura brasileira, voltadas para pessoas adultas que lidam com crianças da primeira infância em seus ambientes de trabalho.
Objetivos Gerais: - Promover convites para brincar junto de crianças da primeira infância, familiares, educadoras e gestoras de escolas públicas a partir da experiência artística; - Promover reflexão e ação sobre possibilidades das artes da cena em criar bons convites para brincar, com foco principalmente nas crianças pequenas; - Proporcionar encontros criativos saudáveis entre artistas e educadoras para encontrar interseções e maneiras das artes cênicas contribuírem para as práticas pedagógicas da educação infantil pública; - Ampliar e aprofundar a capacidade de ação artística do Coletivo Passarinha, estreitando laços com o público dos territórios visitados; - Promover reflexão sobre sustentabilidade e educação ambiental a partir das obras; - Aprimorar o trabalho de continuidade e pesquisa Interdisciplinar do Coletivo Passarinha no Projeto autoral "Histórias que a Passarinha me Contou" em suas diversas linguagens (teatro, música, brincadeiras e reaproveitamento de materiais) a partir do contato e vivência de diferentes contextos e realidades sociais. Objetivos Específicos: - Realizar 26 apresentações do espetáculo de teatro narrativo "Histórias que a Passarinha me contou" episódios Água e Terra pelos estados de São Paulo e Ceará; - Realizar 4 oficinas em ciclo de formação com gestoras e educadoras da rede municipal de ensino de Campinas, estabelecendo trocas artísticas com as equipes das escolas atendidas; - Realizar 16 sessões de vivência de arte educação com crianças da primeira infância da rede municipal de ensino de Camocim - Ceará e Ubatuba - São Paulo, trazendo para o contexto da escola convites para brincar com elementos do teatro junto com estímulos da música e do design; - Promover a democratização do acesso à arte, com apresentações em diversos espaços, de teatros a escolas e espaços alternativos em pequenas comunidades, atingindo o público esperado de 4.800 pessoas nas apresentações.
Este é um projeto de continuidade das práticas do Coletivo Passarinha. Desde 2014 elaboramos e realizamos projetos de baixo custo e alto alcance social, em itinerâncias por pequenas comunidades e trocas culturais com espaços de cultura. As "Histórias que a Passarinha me contou" foram criadas em 2018 e de lá pra cá já circularam por muitas escolas e eventos culturais nos estados de São Paulo, Ceará e Piauí. Nossas oficinas de arte educação já rodaram por diversas cidades do nordeste do país no ano de 2015 de forma independente e pelos estados do Ceará, São Paulo e Paraná em 2016 via Lei Rouanet. As ações de formação em parceria com escolas da rede municipal foram promovidas no Ponto de Cultura Terraço Garatuja nos anos de 2019 e 2020, com financiamento via Lei Cultura Viva e dentro do Feverestival (Festival Internacional de Teatro de Campinas) via PROAC/SP. Em 2020, assim que pudermos retomar as atividades, produziremos mais um ciclo de oficinas voltadas para crianças de zero a cem anos, na região de Ubatuba, via Lei Rouanet, explorando a ressignificação dos descartados com arte e brincadeira. Trata-se, portanto, de investir na reutilização de materiais descartados a partir da brincadeira, focando principalmente em crianças da primeira infância mas também resgatando o sentido do brincar em pessoas adultas que atuam diretamente com crianças pequenas. Brincando, as crianças se desenvolvem em diversos aspectos cognitivos, relacionais e contextuais. Na fase adulta, o brincar se relaciona à criação artística e à percepção da importância do momento presente, impactando diretamente a ação pedagógica junto das crianças pequenas. Este projeto está alinhado também às correntes que defendem a importância do investimento na primeira infância, com impactos diretos no crescimento de crianças, adolescentes e pessoas adultas saudáveis e bem sucedidas. Os convites para brincar serão feitos de forma lúdica, apresentando um universo poético com músicas, histórias e recursos teatrais. Os objetos cênicos utilizados são feitos de material reaproveitado e serão os principais ganchos para incluir as crianças no espaço cênico. Quando parece que o espetáculo vai acabar, aparece o convite para o brincar justamente com os objetos cênicos utilizados durante a encenação. Os brinquedos não estruturados são feitos a partir dos descartados, trazendo na matéria a reflexão sobre nossa cultura do consumo e aparecem em abundância para que as crianças manipulem da forma como desejarem, experienciando um ambiente seguro para exploração dos materiais e das relações com o espaço, colegas, educadoras, famílias e artistas. Este projeto contempla uma série de apresentações de espetáculos construídos com o compromisso da democratização do acesso à arte, conforme inciso I do Art.1º, pois as demandas técnicas são pequenas, possibilitando sessões em pequenas comunidades sem edifício teatral. Também contribui com o inciso VI do mesmo Art 1º, quando promove formação para gestoras e educadoras da rede municipal de educação infantil de Campinas focada no brincar com a Mestra de Cultura Popular Ana Maria Carvalho e a Profa Dra Marina Marcondes Machado da UFMG. A brincadeira é reconhecidamente parte do patrimônio cultural brasileiro. As propostas aqui apresentadas também estão comprometidas com o Art. 3º, inciso I c) e IV b), no sentido de promover formação continuada com educadoras e gestoras que atuam diretamente com crianças da primeira infância, valorizando capacidades artísticas e saberes da cultura popular de tais educadoras, principalmente relacionadas ao brincar e às artes da cena - tais aspectos que constituem continuidade da pesquisa do Coletivo Passarinha e Ponto de Cultura Terraço Garatuja. O inciso II do mesmo Art. 3º está contemplado na forma das apresentações artísticas que circularão gratuitamente por diversos espaços, contemplando também o inciso IV, Art. 3º. Somos um coletivo pensando e fazendo arte em diálogo com a sociedade, cultivando relações com territórios, escolas, vizinhanças e também via redes sociais. Temos experiência e interesse em inovação nas formas de produção cultural, caminhando rumo à redução da produção de lixo e procuramos passo a passo participar da construção de sociedades mais sustentáveis. Tal movimento se mostra fundamental no atual contexto em que escrevemos este projeto, durante uma pandemia que deixa toda a sociedade em dúvida sobre futuros próximos e distantes. O que será da forma de fazer e circular com espetáculos de teatro daqui para a frente? Nós estamos comprometidas com a democratização do acesso, segurança, conhecimento científico e redução dos impactos ambientais.
Coletivo Passarinha sempre buscou por inovação em suas ações, acreditamos que para alcançar resiliência, inovar se faz necessário. A interdisciplinaridade - que acontece porque juntamos artes da cena, música, livre brincar, design, artesanato e permacultura, é fundamental para alcançar nossos objetivos, mas para que esse conjunto de práticas se conversem e se somem é necessário gestão da inovação. Em nosso coletivo contamos com uma gestora inovativa que é responsável por orientar e acompanhar a gestão de projetos em suas diferentes dimensões. O atual momento que passamos, torna essa gestão inovativa ainda mais fundamental, pois precisaremos estar atentas e acompanhando possíveis mudanças, respondendo com resolução de problemas e adaptações. Somos um coletivo pensando e fazendo arte em diálogo com a sociedade, cultivando relações com territórios, escolas, vizinhanças e também via redes sociais. Temos experiência e interesse em inovação nas formas de produção cultural, caminhando rumo à redução da produção de lixo e procuramos passo a passo participar da construção de sociedades mais sustentáveis. Tal movimento se mostra fundamental no atual contexto em que escrevemos este projeto, durante uma pandemia que deixa toda a sociedade em dúvida sobre futuros próximos e distantes. O que será da forma de fazer e circular com espetáculos de teatro daqui para a frente? Nós estamos comprometidas com a democratização do acesso, segurança, conhecimento científico e redução dos impactos ambientais. A poética das obras tem aspectos de inovação em sua estrutura, pois toda a dramaturgia é elaborada partindo do que poderiam ser bons convites para brincar com os materiais reaproveitados que encontramos em abundância. A redução máxima de geração de lixo é um dos pilares das criações poéticas do Coletivo Passarinha. Também as propostas formais da encenação são inovadoras no sentido de apresentarem um teatro da presença, baseado na convenção, na diversão da teatralidade como estrutura principal, quer dizer, poucos são os elementos técnicos necessários (palco, rotunda, iluminação), ainda que quando disponíveis sejam bem aproveitados. Tal posição estética é também ética e política, pois em nossa prática percebemos que espetáculos versáteis do ponto de vista das necessidades técnicas possibilitam apresentações em espaços que não costumam receber obras teatrais, assim democratizando o acesso à arte a comunidades que por diversos motivos não frequentam edifícios teatrais. ==================================================================================== Seguem três links:Material dos espetáculoshttps://drive.google.com/open?id=1smCvHA9K3coLCYZyrn26KhhIVvZ4nMIBFotos dos projetos desenvolvidoshttps://drive.google.com/open?id=1xI-jM9iiqWeHtcjTVHsxGhVtycZxabM6Filmagem do Episódio Terrahttps://youtu.be/rBjOoD2OfUs
Apresentação Geral: Os convites para o livre brincar são disparadores para as criações cênicas do Coletivo Passarinha junto da primeira infância. A partir de materiais reaproveitados que possam se transformar em brinquedos com muitas possibilidades de ressignificação, criamos as dramaturgias, histórias e músicas. As “Histórias que a Passarinha me contou” são uma série de espetáculos originais que transitam entre teatro narrativo, música autoral, livre brincar e reutilização de materiais descartados. São episódios de viagens da Passarinha, uma contadora de histórias que espalha pelo vento contos e cantos, ela voa e se transforma em contato com os lugares e personagens que encontra pelo mundo e assim segue sua viagem, sempre buscando deixar sementes por onde passa. Os objetos cênicos são feitos com aquilo que fora considerado sem utilidade - chamados de lixo e depois são disponibilizados em quantidade para a plateia em convites para brincar, então crianças e pessoas adultas podem subir ao palco e a imaginação se torna a personagem principal. Este é um projeto de continuidade, a rota inclui territórios já visitados e cultivados pelo Coletivo Passarinha, nos estados de São Paulo e Ceará, atingindo formadoras e crianças da primeira infância nos contextos de escolas das redes municipais e em espaços culturais, sempre com entrada gratuita e ampla divulgação. Ciclo de Formação: A primeira etapa do projeto será um ciclo de formação de quatro encontros, com as temáticas “teatro e a primeira infância”, conduzido pela Profa. Dra. Marina Marcondes Machado; e “o brinquedo popular”, conduzido pela Mestra de Cultura Popular Ana Maria Carvalho. Cada eixo temático terá dois encontros de três horas, no Ponto de Cultura Terraço Garatuja, com vinte e cinco vagas disponibilizadas para educadoras e gestoras das quatro escolas da rede municipal de Campinas que são nossas parceira (CEI Hilário Pereira Magro Júnior, CEI Campos Salles, CEI Parque Jambeiro e CEI Eduardo Pereira), após a inscrição das educadoras, as vagas remanescentes serão disponibilizadas para artistas e arte educadoras da cidade. Circulação de Espetáculos: A segunda etapa do projeto é a circulação das “Histórias que a Passarinha me contou” e inicia também na cidade de Campinas, com a gravação dos dois episódios na íntegra com alta qualidade e produção de teaser para ampla divulgação nas cidades que serão visitadas. A circulação pelo estado do Ceará possibilitará o retorno a algumas regiões que já realizamos trabalhos com o projeto “Oficina Cortejo” via Lei Rouanet no ano de 2016, e outras que cultivamos afetos e trocas artísticas com projetos independentes e territórios de vivências interdisciplinares. Com o objetivo de manter e fortalecer essas relações propomos 6 apresentações em Fortaleza, 4 em Aracati, 5 em Camocim e 3 em Chaval. Em São Paulo, também retornaremos a cantos já visitados neste ano de 2020 com financiamento via Lei Rouanet, realizando 6 apresentações em Ubatuba. Totalizando 26 apresentações no decorrer do projeto. Será uma jornada que inicia meses antes com a Assessoria de Imprensa e Equipe de Comunicação buscando contato com o público alvo, principalmente crianças pequenas, familiares e educadoras. O Episódio Água se encaixa perfeitamente no contexto escolar, a duração da atividade coincide com o tempo médio de uma aula. As apresentações em escolas de Educação Infantil possibilitam semear a ideia de convites para o livre brincar nas instituições, estabelecendo diálogo com as crianças e também com as educadoras da Unidade Escolar. Ali, distribuiremos convites para as apresentações que acontecerão aos finais de semanas em Pontos de Cultura ou espaços públicos da cidade, convites que serão impressos em papel semente, uma proposta que permite que a imagem de “semear” as propostas adquira um caráter literal. Colocado na terra, o papel semente brota, ao invés de se tornar lixo, o convite se transforma em vida.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física:Em atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, os locais serão escolhidos visando proporcionar livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, por meio da disponibilização ou adaptação de espaços, equipamentos, transporte, comunicação e quaisquer bens ou serviços às suas limitações físicas, sensoriais ou cognitivas de forma segura, de forma autônoma ou acompanhada. Em todas as sessões, serão reservados lugares na platéia para pessoas com dificuldade de locomoção e pessoas obesas e seus acompanhantes. Acessibilidade para deficientes visuais:Haverá audiodescrição em todas as sessões de espetáculo teatral, com contratação de profissional da área para produção de roteiro e gravação, além de posteriores ensaios para garantir sincronia entre as ações e a audiodescrição. Será disponibilizado via dispositivo de áudio com fone de ouvido, garantindo acessibilidade ao conteúdo das obras. Tal medida será amplamente divulgada, usando a #PraCegoVer com descrição das imagens das publicações. Acessibilidade para deficientes auditivos:Todas as sessões de espetáculo teatral terão legendagem em Libras, com contratação de profissional da área para produção de roteiro e gravação, além de posteriores ensaios para garantir sincronia entre as ações e a legenda em Libras. Será disponibilizada via dispositivo de imagem posicionado estrategicamente no local de apresentação, garantindo acessibilidade ao conteúdo das obras. Tal medida será amplamente divulgada. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física:Em atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, os locais serão escolhidos visando proporcionar livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, por meio da disponibilização ou adaptação de espaços, equipamentos, transporte, comunicação e quaisquer bens ou serviços às suas limitações físicas, sensoriais ou cognitivas de forma segura, de forma autônoma ou acompanhada.Acessibilidade para deficientes visuais:Contaremos com audiodescrição em todas as oficinas. Também será desenvolvido material de divulgação e registros para web usando a #PraCegoVer, a fim de incluir o público com deficiência visual em todas as etapas do projeto. Acessibilidade para deficientes auditivos:Contaremos com o apoio do app Hand Talk para mediar o diálogo com pessoas com deficiência auditiva, proporcionando tradução em Libras em todas as oficinas de contrapartida.
APRESENTAÇÕES DE ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS Seguindo o inciso I do artigo 20 da IN 02/2019, mais de 20% dos produtos resultantes do projeto serão doados a escolas de Educação Infantil de redes municipais, de forma gratuita para as instituições, alcançando 17 sessões diretamente nos espaços das unidades escolares. Promoveremos ensaios abertos das obras com descrição de imagem inserida na poética do teatro narrativo e legendagem em Libras via plataforma eletrônica, para garantir o bom funcionamento de tais estratégias de acessibilidade. Atendendo assim, o inciso V do artigo 21 da IN 02/2019. Serão realizadas apresentações em espaços que não costumam receber obras teatrais, assim democratizando o acesso à arte a comunidades que por diversos motivos não frequentam edifícios teatrais. Contemplando, portanto, o inciso X do artigo 21 da IN nº02/2019. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Registros audiovisuais das formações serão disponibilizadas na internet, também serão permitidas a captação e veiculação de imagens por redes públicas de televisão e outras mídias, contemplando os incisos III e IV do artigo 21 da IN nº02/2019.
Produção executiva: Sarah Gregorio, Coletivo Passarinha (responsável pela gestão geral do projeto, principalmente no âmbito executivo e financeiro, incluindo contato com instituições, assinaturas de contratos, relatórios, compras e reservas) Produção artística: Pamella Villanova e Dudu Ferraz, Coletivo Passarinha (responsáveis pela gestão artística do projeto, principalmente no que tange ao planejamento das ações, contato com espaços e coletivos culturais) Concepção e atuação dos espetáculos: Pamella Villanova e Dudu Ferraz , Coletivo Passarinha (assinam direção, dramaturgia, trilha sonora, concepção de figurino e atuam nos espetáculos) Musicista convidada: Maria Carolina Thomé, Coletivo Passarinha (participa das apresentações como artista convidada) Identidade Visual: Bárbara Campidelli Ghirello Coordenação de Comunicação: Victor Ferrari Assessoria de Imprensa: Miguel Vonzuben Coordenação Audiovisual: Nina Pires Ministrantes de Oficinas: Ana Maria Carvalho e Marina Marcondes Machado Somos o Coletivo Interdisciplinar Passarinha, artistas da cena, música e design. Há anos realizamos ações de arte educação em projetos itinerantes e também conservando relações com territórios. Temos enorme interesse pelas crianças de zero a cem anos e suas diversas formas de brincar. Também discutimos bastante sobre as problemáticas relacionadas ao lixo e essa sociedade do consumo e do descarte - que nos apavora. Em 2016 produzimos um ciclo de Oficinas Cortejo pelos estados do Ceará, São Paulo e Paraná com financiamento via Lei Rouanet. Em trocas artísticas com pequenas comunidades, criamos cortejos com materiais reaproveitados, transformando o que era lixo em música, acessórios e performances públicas. Este ano produziremos a Oficina Jogar Dentro, via Lei Rouanet na cidade de Ubatuba/SP, que traz para a exploração poética a pergunta: existe jogar fora? Mas fora de onde? A proposta é brincar com aquilo que parece descartável e transformar em obra de arte. Em alguns territórios que passamos criamos ninho, na cidade de Camocim/CE na vila do Maceió, por exemplo, onde pretendemos voltar com este projeto. Também estamos em Campinas, na gestão do Ponto de Cultura Terraço Garatuja - garatujas são os primeiros desenhos que fazemos quando crianças pequenas. Com financiamento do Governo Federal e Prefeitura Municipal de Campinas pela Lei Cultura Viva, o projeto “Teatro e brincadeiras em rede” propôs uma série de ações para crianças de um a seis anos. Entre elas, um ciclo de formação para as professoras em parceria com outro Ponto de Cultura, focado no desenvolvimento de brinquedos com material reaproveitado. Também produzimos apresentações das “Histórias que a Passarinha me contou” e convites para o livre brincar no espaço do Garatuja, espaços públicos e também em visitas às escolas. Em nossa prática, circulamos por muitas escolas de educação infantil como artistas, arte educadoras e na formação de professoras. Pamella Villanova (Elenco e Produtora Artística) Atriz, professora, diretora de teatro e gestora cultural. Mestra em Artes da Cena com financiamento da FAPESP e graduada em Artes Cênicas pela Unicamp. Destacam-se participações em eventos acadêmicos e artísticos internacionais e nacionais em treze estados brasileiros com sua performopalestra. Tem catorze anos de experiência como arte educadora. Com Coletivo Passarinha, além de inúmeros projetos, é gestora do Ponto de Cultura Terraço Garatuja, que entre 2019 e 2020 realizou uma série de ações em parceria com escolas da rede municipal, financiadas pelo Governo Federal e Prefeitura Municipal de Campinas via Lei Cultura Viva em Campinas/SP. Atuou na Cia de Teatro Acidental com a qual realizou projetos contemplados por editais federais, estaduais, municipais e privados. Dudu Ferraz (Elenco e Produtor Artístico) Músico, compositor e produtor Cultural. No Coletivo Passarinha atua como autor, compositor e artista de cena no projeto “Histórias que a Passarinha me Contou”, além de compartilhar a gestão do Ponto de Cultura Terraço Garatuja na região do Jardim Nova Europa em Campinas/SP em convênio com a Prefeitura e o Governo Federal, um espaço cultural e brincadeiroteca que promove eventos em parceria com coletivos de diversas áreas do conhecimento. É professor de musicalização infantil na Escola Lumiana na cidade de Campinas; integrante do coletivo de composição D'Aldeia que lançou seu primeiro álbum “Terra de Ninguém” no segundo semestre de 2018; produtor e compositor de trilha sonora do Grupo Matula Teatro desde o início de 2019; produtor da Associação Cultural Inventor de Sonhos entre 2017 e 2018. Graduado em Ciências Sociais (Bacharelado e Licenciatura) pela UNICAMP; Conselheiro de cultura do município de Campinas/SP; Co-autor do livro “Meu Pai Foi Ferroviário 8 e Coordenador de produção do FEVERESTIVAL (Festival Internacional de Teatro de Campinas) Sarah Gregorio (Produtora Executiva) Produtora cultural, arte educadora, gestora inovativa, permacultora e designer. Graduada em design de produtos pela UEM, com trabalho de pesquisa PIC em artesanato indígena, com formação extracurricular e diversas práticas em Permacultura, especialista em Gestão Estratégica em Design pela UEL e Gestão de Inovação pelo SEBRAE-PR, que atuou por 2 anos como Agente Local de Inovação. Realizou seu estágio na Pró- Resíduos da UEM, sendo a responsável pelo desenvolvimento de produtos com os resíduos recolhidos na universidade. Busca em sua trajetória utilizar a Permacultura como ferramenta para resolução de problemas unindo design, inovação e sustentabilidade. Ministra oficinas sobre design e reutilização de materiais desde 2010, trabalhando com criatividade, sustentabilidade, composição, inovação, funcionalidade, cores, materiais, artesanato e brinquedos. Cofundadora do Coletivo Passarinha, em que produz e coordena diferentes projetos e ações, incluindo projeto financiado via Lei Rouanet nos estados de São Paulo, Paraná e Ceará. Maria Carolina Thomé (Elenco - musicista convidada) Pós graduada em Agricultura Biodinâmica pelo Instituto ELO/ Faculdade Galileu- Botucatu -SP (2018). Graduada em Licenciatura em Música pela Universidade Estadual de Londrina - UEL- (2015). É professora de Música, cofundadora do coletivo de arte educação ambiental Coletivo Passarinha. Compõe os grupos, Tricantumconto onde participa como musicista e contadora de historia, Coletivo Espaço Nave onde atua como professora de Percussão, e os grupos musicais, Caburé Canela, Pisada da Jurema, Aruandê e Caviúna atuando como percussionista, todos esses na cidade de Londrina-PR. Tem experiência em diferentes contextos da Arte Educação. Atua principalmente nos seguintes temas: ritmos populares brasileiros, percussão popular, cultura popular brasileira e educação ambiental. Marina Marcondes Machado (Convidada - Ciclo de formação) Iniciou-se no teatro de maneira radicalmente empírica, como atriz no Teatro Ventoforte e como professora de teatro na Escola Municipal de Iniciação Artística de São Paulo, nas décadas de 1980 e 1990. Como muitos jovens artistas da sua geração, só mais tarde procurou a formação acadêmica: formou-se em Psicologia pela PUC-SP (1998), fez o Mestrado em Artes na ECA-USP (2001) e o Doutorado em Psicologia da Educação na PUC-SP (2007). Publicou cinco livros e inúmeros artigos que tematizam arte, infância e as relações adulto-criança, a partir das lentes fenomenológica e psicanalítica. É uma professora-artista, escritora e pesquisadora das relações entre infância e cena contemporânea, líder do grupo de pesquisa AGACHO / Laboratório de pedagogias teatrais e criadora do site-blog www.agachamento.com. Trabalha na Universidade Federal de Minas Gerais desde junho de 2012, atuando na graduação em Teatro e na Pós-graduação em Artes – linha Artes da cena. Ana Maria Carvalho (Convidada - Ciclo de formação) Premiada como Mestre de Cultura Popular em 2018 pelo Ministério da Cultura, sua origem maranhense revela ritmos tradicionais como o Bumba Meu Boi, Cacuriá, Ladainhas do Divino Espírito Santo, cirandas, acalantos e cantigas de roda. Movida pela arte, percorreu o Brasil com os grupos Cupuaçu e Teatro Ventoforte, atuando em espetáculos e ministrando oficinas em diversos espaços culturais. Em seus 28 anos de carreira musical, tem o disco “Por Mim e Pelo Meu Povo” como grande símbolo de seu trabalho, reunindo em seu repertório ritmos que apresentam simultaneamente a singularidade e a pluralidade da cultura popular brasileira. Sua gravação foi contemplada pelo Edital de Gravação de Disco de Inédito - ProAC da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo de 2010. Com a caixa na mão, saia rodada e sorriso no rosto apresenta em suas brincadeiras lúdicas o contexto social, histórico e cultural de algumas importantes danças brasileiras, bem como os símbolos e os saberes tradicionais representados nessas manifestações. É com este movimento que compartilha o afeto da cultura popular em oficinas em diversos espaços culturais como SESCs, SESIs, Escolas, Centros e Fundações Culturais Municipais. Victor Ferrari (Coordenação de Comunicação - Redes Sociais) Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas, desenvolve seu trabalho de forma autônoma nas áreas de gestão cultural, comunicação e produção de projetos artísticos. Em 2019 assume a coordenação da área de comunicação do 15º Feverestival – Festival Internacional de Teatro de Campinas viabilizado pelo ProAc Editais, assim como, integra o grupo de gestores que fomenta a continuidade do Festival na cidade; fez parte da equipe de promotores da área de comunicação da 11ª Bienal Sesc de Dança realizando mediação e divulgação da programação pela cidade e região. Busca constantemente o aprofundamento teórico prático das áreas de gestão e produção cultural, atualmente faz parte da turma da segunda edição do “Curso de Gestão Cultural Na Perspectiva dos Direitos Humanos” realizado pelo Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo; realizou o curso “Marketing Digital na Economia Criativa” ministrado por Rafael Ventuna; ainda em 2019, participou da turma de EAD em Produção Cultural oferecido pelo Observatório Itaú Cultural e participou do programa de cursos oferecido pela Sim! Cultura (Campinas/SP) com produtores e gestores da Argentina, Itália e Brasil. Em abril de 2020 participou do curso EAD “Vai Passar” da Plataforma Inspire ministrado por profissionais da área de gestão e produção cultural, as aulas foram pautadas nas discussões e reflexões sobre cenário cultural do país após o advento da pandemia. Atualmente realiza a coordenação da comunicação do projeto musical “Corredeira: pelo rio Tietê” aprovado pelo ProAc Editais 2019. Miguel Von Zuben (Coordenação de Comunicação - Imprensa) Miguel Von Zuben é jornalista, bacharel formado em 2013 em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas. Na profissão, atuou principalmente como editor no portal G1, da Rede Globo, e na Elemidia, mídia digital indoor. Tem expressivas passagens como repórter de jornais diários na Região Metropolitana de Campinas (RMC), como o Portal Acidade On, do grupo EPTV; Rede Anhanguera de Comunicação (RAC), responsável pelos jornais Correio Popular e Notícia Já; e Jornal TodoDia, de Americana.Além do trabalho desempenhado em empresas jornalísticas especializadas, esteve à frente da assessoria de comunicação da 15ª edição do Festival Internacional de Teatro de Campinas (Feverestival), em 2020, e colaborou na 1ª edição da publicação 'Territórios Transversais', do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), em 2014. Bárbara Campidelli Ghirello (Designer) Designer e ilustradora. Trabalha no setor desde 2014, tendo desenvolvido projetos de identidade visual, logotipos, peças para redes sociais e ilustrações de produtos para diferentes projetos. Entre 2019 e 2020, produziu a identidade visual e o material impresso da 15ª edição do Festival Internacional de Teatro de Campinas – Feverestival, com apoio do Governo do Estado de São Paulo, através do ProAc. Entre 2018 e 2020, colaborou com a produção de material visual para festival teatral do Ponto de Cultura Terraço Garatuja, em convênio com a Prefeitura e o Governo Federal. É graduada em Arquitetura e Urbanismo e mestra em Urbanismo, ambos pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Fez teatro amador por 14 anos, durante os quais dedicou-se a diversas frentes do fazer teatral para além da atuação, tais como cenografia, produção cultural e comunicação visual. Nina Pires (Coordenadora Audiovisual) Graduada em Comunicação Social com habilitação em Midialogia pela Universidade Estadual de Campinas. Dirigiu, filmou e montou o documentário "História de Pescadores: O Processo" (2016) para o Grupo Pescadores de Teatro; montou o documentário "A Dança da Amizade: Histórias de Urucungos, Puítas e Quijengues“ (2015) de Gilberto Alexandre Sobrinho; entre 2014 e 2016, foi editora do programa “InovAtiva Brasil” do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.A partir de 2015, começou a atuar na área de fotografia de espetáculos teatrais, musicais e de dança, tendo fotografado a 13ª, 14ª e 15ª edição do Festival Internacional de Teatro de Campinas; a 5ª edição da Semana Internacional da Música (2017); e a 7ª edição do festival Música em Trancoso (2018). É cofundadora da produtora audiovisual “Batuq Produções” focada na filmagem de shows, espetáculos e videoclipes.
PROJETO ARQUIVADO.