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Kalu e a Lua, espetáculo infatojuvenil, criado em coletivo pela cia Corre Cutia, narra a história da loba Kalu, que ao nascer no cerrado brasileiro, olha para o céu, vê a Lua e a adota como mãe. Com a ajuda da Dona Macaca, a Arara azul e a Sra. Lagarta, a pequena Kalu inicia sua aventura para vencer a distância que a separa de sua mãe e finalmente consolidar essa relação tão genuína.
A montagem infantojuvenil, criada em coletivo pela companhia Corre Cutia, narra a história da loba Kalu, que ao nascer no cerrado brasileiro, olha para o céu, vê a Lua e a adota como mãe. Com a ajuda da Dona Macaca, a Arara azul e a Sra. Lagarta, a pequena Kalu inicia sua aventura para vencer a distância que a separa de sua mãe e finalmente consolidar essa relação tão genuína.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar o espetáculo em locais onde a peça é inédita:Goiânia/GO, Campo Grande/MS, Palmas/TO, Porto Velho/RO, Belo Horizonte/MG e Sabará/MG. Cada cidade receberá 4 apresentações, sendo duas realizadas durante a semana para escolas públicas e duas aos sábados e domingos abertas ao público, totalizando 24 sessões ao final do projeto; - Realizar a oficina "Para Brincar com o Som", em cada cidade para grupo de crianças entre 04 e 07 anos, total de 20 alunos por turma. OBJETIVOS GERAIS - Contribuir para a formação de plateia; - Incentivar crianças a dialogar com as diversas áreas do conhecimento; - Incentivar, através de uma montagem rica de simbolismos, o uso da criatividade nos pequenos espectadores; - Conciliar arte e educação através das apresentações para escolas; - Auxiliar na descentralização cultural ao propor a ida do espetáculo para diversas regiões; - Auxiliar na democratização do acesso, realizando apresentações gratuitas para alunos da rede pública de ensino e gratuidade durante a temporada, alcançando público diversificado; - Reafirmar o papel da cultura como importante agente transformador da sociedade. - Alcançar novas plateias com o espetáculo
A montagem, criada em coletivo pela cia Corre Cutia, narra a história da loba Kalu, que ao nascer no cerrado brasileiro, olha para o céu, vê a Lua e a adota como mãe. Com a ajuda da Dona Macaca, a Arara azul e a Sra. Lagarta, a pequena Kalu inicia sua aventura para vencer a distância que a separa de sua mãe e finalmente consolidar essa relação tão genuína. Com o objetivo de contar de maneira lúdica e criativa um pouco da relação entre mãe e filha, falamos da importância desse sentimento profundo de entrega e acolhimento que edifica nossa essência. Através da história da loba guará, nascida no cerrado brasileiro, com trilha sonora composta por ritmos bem brasileiros, as crianças entram em contato com sua própria essência, com a força das lendas, com a força do feminino e a magia da lua. A importância de incentivar projetos infantis com esse viés lúdico é que, assim, estamos incentivando a formação de uma nova plateia, através de um projeto divertido, criativo e que estimula a imaginação e a coragem. Com uma encenação apoiada em jogos cênicos, as atrizes Anna Terra, Juliana Brisson, Julia Ludolf e Laura Becker se revezam entre narradoras, personagens e musicistas. A trilha sonora autoral executada ao vivo é inspirada em ritmos brasileiros, como o maracatu, côco, xote e baião. O espetáculo tem concepção, direção e texto do próprio grupo Corre Cutia, supervisão de direção de Helena Marques e Matheus Lima, trilha sonora original e direção musical do grupo em parceria com Roberto Gnattali. A luz de Paulo Denizot, somada aos efeitos de led, de Léo Magalhães, cria uma iluminação colorida e viva que confere aos objetos de cena um encantamento à parte. O espetáculo estreou em maio de 2018, no Teatro Glauce Rocha, foi indicado ao Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil, na categoria de melhor trilha sonora e teve 7 indicações no CBTIJ, as quais ganhou Melhor Direção, Melhor Direção Musical/Trilha Sonora Original e Melhor Técnico para o designer de som. Desde então, já foram realizadas temporadas no Parque das Ruínas e no Teatro Ipanema, além de participação no circuito Sesc Rio. Em 2020, o espetáculo realizará o Circuito Sesi RJ. A proposta para 2021 é continuar levando adiante esse espetáculo, para diferentes palcos do país, levar a história da Lobinha que enfrentou os maiores desafios para encontrar a Lua, levar ritmo e força para pessoas afastadas dos grandes centros, auxiliando na democratização cultural e reafirmando o papel da cultura como importante agente transformador da sociedade. A circulação será pelo cerrado brasileiro, terra dos nossos Lobos Guarás, ameaçados de extinção. O circuito abrangerá as regiões Norte, Sudeste e Centro-Oeste do país, com 24 apresentações abertas e gratuitas nas cidades Goiânia/GO, Campo Grande/MS, Palmas/TO, Porto Velho/RO, Belo Horizonte/MG e Sabará/MG, sendo em cada cidade duas abertas ao público e duas fechadas para escolas da rede pública de ensino. Ofereceremos ainda, em cada cidade, a oficina "Para Brincar com o Som", usando a brincadeira e o som como ativador da memória afetiva da criança esta oficina tem como norte a relação entre som, brincadeira e memória. Ganhar apoio para realizar essa circulação é garantir efetivamente a continuidade desse espetáculo que incita a criatividade, desperta sonhos e imaginação!
Oficina: Para brincar com o som! Mesclando brincadeiras tradicionais, o jogo teatral, a fisicalidade e a música vamos levar às crianças uma atividade que trabalha a escuta, a atenção, a relação, a memória, a capacidade de criar, conhecimento dos limites e da criatividade do corpo, a voz e o silêncio com a ferramenta mais antiga e mais divertida da história: a brincadeira. Para esta oficina escolhemos três instrumentos curiosos da peça: O cano de conduíte, o chocalho d´água e a flauta dupla. Cada um dos instrumentos conduz com sua sonoridade específica uma brincadeira com o grupo. Com brincadeiras como: estátua, cada coelho em sua toca, reloginho, batatinha frita 1,2,3 e outras, vamos levar as crianças a criar uma relação com os instrumentos da peça antes que elas de fato vejam a peça. Assim após a criação dessa relação entre som e brincadeira vamos realocar os instrumentos tornando a experiência seguinte (a peça) uma experiência mais íntima com cada uma das sonoridades.
Duração do espetáculo: 50 min. Duração da oficina: 45 min.
Em cada cidade teremos uma apresentação com audiodescrição, a qual será amplamente divulgada. Os teatros escolhidos tem acessibilidade física. Para CADA PRODUTO CADASTRADO no plano de distribuição acrescentar as medidas que serão adotadas para promover o acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência FÍSICA, VISUAL E AUDITIVA. Organizar as informações da seguinte maneira: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Os teatros escolhidos terão acessibilidade física. Acessibilidade para deficientes visuais: Uma apresentação em cada cidade com a presença de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Uma apresentação em cada cidade com presença de intérprete de LIBRAS CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Os teatros escolhidos terão acessibilidade física. Acessibilidade para deficientes visuais: Uma apresentação em cada cidade com a presença de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Uma apresentação em cada cidade com presença de intérprete de LIBRAS
A democratização de acesso se dá através dos ingressos gratuitos para todas as apresentações e das 2 apresentações exclusivas (contrapartidas) para escolas da rede pública de ensino e projetos sociais em cada cidade. Abaixo as medidas que adoraremos dentro do artigo 21, IN nº 02/2019. APRESENTAÇÕES: * Medida V - Realizaremos, gratuitamente, uma oficina para crianças com base nos instrumentos musicais utilizados no espetáculo; CONTRAPARTIDAS: * Medida II - A produção oferecerá transporte para as apresentações exclusivas;
Concepção, direção e texto original: Corre Cutia Elenco: Anna Terra, Juliana Brisson, Julia Ludolf e Laura Becker. Supervisão de direção: Helena Marques e Matheus Lima Trilha sonora original e direção musical: Corre Cutia e Roberto Gnattali Iluminação: Paulo Denizot Cenário: Corre Cutia Desenho de som: João Gabriel Mattos Operação de luz: Leticia Wendling Operação de som: João Gabriel Mattos Efeitos de led: Leo Magalhães Figurino: Espetacular Produções e Artes Ilustração e Design gráfico: Daniel Gnattali Coordenação de produção: Corre Cutia Direção de Produção: Pagu Produções Culturais (proponente) CURRÍCULOS PAGU PRODUÇÕES - Direção de produção e proponente A Pagu Produções Culturais é uma produtora que atua há dez anos no setor de artes cênicas e eventos exclusivamente culturais já tendo realizado projetos culturais nacionais e internacionais em parcerias com empresas como Petrobrás, Oi, Furnas, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, SESC, SESI, L’oreal, entre outros. Dentre os projetos realizado pela produtora nos últimos anos, destacam-se: “As Comadres” de Ariane Mnouchkine que estreou no Festival de Curitiba em março de 2019 e realizou temporada no SESC Ginástico (RJ) e SESC Consolação (SP); “Interior”, da Cia dos Bondrés, com direção de Fabianna e Mello e Souza que estreou em junho de 2019 no Arena do SESC Copacabana; “A Gigantea”, da Cia Les Trois Clés, selecionado no edital de patrocínio da Caixa Cultural RJ para temporada em janeiro de 2019 e que circulou pelo Viagem Teatral do Sesi SP em 2017 e pelo Palco Giratório do Sesc em 2016, rodando mais de 35 cidades do Brasil; “Thomas e as mil e uma invenções” de Vanessa Dantas e Tim Rescala patrocinado pela Oi em 2018 e indicada ao 12º prêmio Zilka Sallaberry e ao prêmio CBTIJ 2018 (vencedor de melhor texto, melhor cenário e melhor canção original) incluindo Melhor Produção; “Pelos 4 Cantos do Mundo”, da Cia Teatral Milongas, vencedor de Melhor Cenário para Fernando Mello da Costa no 12º Prêmio Zilka Sallaberry e indicado no CBTIJ 2018; “A Menina e a Árvore”, recentemente selecionada para apresentar nas unidades da Caixa Cultural SP e Fortaleza, e vencedor de Melhor Iluminação e Melhor preparação corporal no prêmio CBTIJ 2018 e no 12º Prêmio Zilka Sallaberry; “Hominus Brasilis”, dirigido pela Cia de Teatro Manual, com o qual realizou mais de 100 apresentações pelo país e no exterior (Portugal, Argentina, Estados Unidos e China); o projeto “Bananobike – O Som que Sai do seu Pedal”, projeto especial que ocupou o pátio do Oi Futuro RJ aos sábados em março de 2018 com shows da Banda Biltre sempre com um convidado; “Um Sonho para Méliès”, dirigido por Flávia Lopes e patrocinada pela Oi; “França Antártica”, dos Irmãos Brothers patrocinado pelo CCBB/RJ em 2016; “Urucuia Grande Sertão”, dirigido por Márcia do Valle patrocinado pelo Programa de Fomento do RJ e pela BR Distribuidoras; “Leonardo – O Pequeno Gênio da Vinci”, dirigido por Ivan Fernandes patrocinado pela Prefeitura do Rio, Caixa Cultural, Sesi Cultural, Espaço Furnas Cultural e BR Distribuidora. Realiza a direção de produção das Companhias: Cia Teatral Milongas; Cia de Teatro Manual e Bando de Palhaços. ANNA TERRA SALDANHA - Corre Cutia Formada em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (Unirio), Anna Terra Saldanha é musicista, palhaça, professora e atriz. Dentro de sua formação fez cursos com Ricardo Puccetti (LUME), Lucas Ciavata (musicalização, O Passo), Ézio Magalhães (Barracão Teatro), Márcio Libar, entre outros. Durante quatro anos fez parte do projeto universitário de formação de palhaços em hospital, "Enfermaria do Riso", onde atuou como monitora e enfermeira-palhaça. Como palhaça também atuou em parceria com os "Doutores da Alegria", junto ao Bando de Palhaços, fazendo visitas mensais em sete hospitais do estado Rio de Janeiro durante dois anos. Como musicista toca no "Bloco do Sargento Pimenta" e no “Bloco Pipoca e Guaraná”, já tendo feito shows em vários estados do Brasil e em Londres durante as Olimpíadas de 2012. Nos dois blocos também atua como professora, utilizando o método de musicalização “O Passo”. É idealizadora e diretora artística da Corre Cutia, onde desenvolve um trabalho artístico-pedagógico, através de recreação criativa e produções culturais diversas. LAURA BECKER - Corre Cutia Laura Becker é atriz, palhaça, professora e musicista, formada pelos cursos de Licenciatura em Teatro e Bacharelado em Artes Cênicas, da Unirio e pela Escola Estadual de Teatro Martins Penna. Durante três anos integrou o Programa Enfermaria do Riso, projeto que forma palhaços para atuar em hospitais. Atualmente é integrante do projeto Roda de Palhaço, onde atua em dois hospitais federais no Rio de Janeiro. Como atriz, atuou em espetáculos como “Ovelha Negra”, com a Cia PeQuod (2017); "Contra o vento - um musicaos", dirigido por Felipe Vidal (2015/16); "Lili - uma história de circo", dirigido por Isaac Bernat e Roberto Gnattali (indicada ao prêmio CBTIJ como melhor atriz coadjuvante); "Histórias que o eco canta", dirigido por Ilo Krugli (2012/13); "Raul fora da lei", dirigido por Roberto Bomtempo (2005- estréia como atriz). É integrante do Bloco do Sargento Pimenta, onde atua como percussionista e professora. É diretora artística da Corre Cutia, onde desenvolve um trabalho artístico-pedagógico, através de recreação criativa e produções culturais diversas. JULIA LUDOLF - Corre Cutia Julia Ludolf é atriz, professora de Teatro e de Musicalização. Formou-se em Licenciatura em Teatro pela Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) em 2016. Na Universidade foi bolsista por três anos do Projeto de Extensão Universitário, O Hospital como Universo Cênico , e nele, levou Teatro e Música para pacientes do Hospital Federal da Lagoa . Foi professora de Teatro da Arena Carioca Fernando Torres , dentre outras instituições e atualmente é professora de Musicalização do Horário Extenso da Escola Parque, além de ser assistente nas aulas de Teatro. Como atriz, integrou o elenco do espetáculo teatral “Bisa Bia, Bisa Bel”, vencedor, no prêmio Zilka Salaberry e CBTIJ, de oito prêmios, dentre eles, “Melhor conjunto de atores” e atualmente integra o elenco de um espetáculo teatral da Cia PEQUOD como atriz convidada. Participou do grupo teatral Bandejas Contadoras de Histórias e com ele realizou o projeto idealizado pelos Doutores da Alegria, “Plateias Hospitalares”. Foi atriz e diretora musical do grupo Sintonia Dominó e com ele recebeu algumas indicações, dentre elas, “Melhor Trilha Sonora”, na VIII Mostra de Teatro Infantil de Niterói . Também como diretora musical, dirigiu “Pedaço de Mim”, no Teatro O Tablado. Atualmente integra a equipe dos Tijolos Musicais e a equipe do Corre Cutia. JULIANA BRISSON - Corre Cutia Juliana Brisson é atriz, palhaça e professora. É aluna de Teatro na UNIRIO e, durante sua formação, fez oficinas com a atriz do Théâtre du Soleil Eve Doe Bruce, Fabianna de Mello e Souza (Théâtre du Soleil e Cia dos Bondrés), Enrico Bonnavera (Piccolo Teatro de Milão), Julio Adrião, Palhaço Xuxu e Márcio Libar. Durante três anos integrou o Programa Enfermaria do Riso, atuando como palhaça-enfermeira no Hospital Universitário Gafrée&Guinle. Como palhaça, também atuou no espetáculo “Palavra de Palhaço” (2016), com direção de Ana Achcar, e fez parte do projeto de palhaçaria hospitalar chamado “#umaflorumsorriso” (2016), onde atuou em diversos hospitais públicos da zona norte e zona oeste do Rio de Janeiro. Como professora, dá aula em dois colégios particulares, dando aula de teatro e de Educação Infantil. Atualmente, integra o grupo de atores da “Batalha de Improvisação de Máscaras Balinesas”, coordenada por Fabianna de Mello e Souza e Ana Achcar. Também integra a empresa de recreação infantil Corre Cutia, onde atua como recreadora-brincante.
PROJETO ARQUIVADO.