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PRONAC 202633Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Na Reta do Voo

RODRIGO PEREIRA FIDELES PRODUCOES
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-06-01
Término
2021-10-01
Locais de realização (8)
Brasília Distrito FederalAlto Paraíso de Goiás GoiásCavalcante GoiásBelém ParáSalvaterra ParáSoure ParáArraias TocantinsPalmas Tocantins

Resumo

Circular com o espetáculo de dança para criança "Ninhos, performance para grandes pequenos" da Balangandança Cia. Circular com conversas e oficinas para crianças, para pais e filhos, e para educadoresda primeira infância de escolas públicas .

Sinopse

De “ninhos, performance para grandes (E) pequenos”: Ninhos, posta na capacidade imaginativa e associativa do espectador como um co-criador ativo das relações que estabelecem entre as cenas, imagens de movimento, e tema proposto. A proposição de imagens em uma estrutura não narrativa resulta em uma dança que se constrói ludicamente para e com as crianças, que participam também corporalmente do trabalho/apresentação em momentos não definidos a priori. Estes momentos possibilitam o compartilhar “momentos de movimento”, dança e brincadeira comuns entre público e bailarinos, rompendo com a distância entre o espaço cênico e a plateia, adultos e crianças, artistas (bailarinos) e “não artistas”. Esta proposta vai em direção a um maior acesso à Dança e possibilita que o movimento seja compartilhado por todos. Para além disso, cria oportunidades de “fazer junto”. Ao mesmo tempo, “ninhos” evoca as relações humanas primeiras: de toque, carinho, afeto e aconchego, tão necessárias para espécie e também para grande parte dos seres vivos animais. Nesta metáfora/analogia, suscita relações como as de mãe e filho, casa e rua, apoio e risco, primeira infância, colo. Assim, faz alusão à estrutura do corpo enquanto ninho, e também da natureza enquanto um ninho/casa das espécies. Essas são algumas das imagens evocadas que despertam o corpo, o movimento, memórias, e o foco do espectador - crianças e adultos - nesta direção. Cada vez mais sabe-se e valoriza-se a qualidade das relações que acontecem durante a primeira infância (de 0 a 3 anos de idade) nos meios educacionais e neurocientíficos. Assistimos hoje uma preocupação cada vez maior com esta fase da vida como determinante de comportamentos e maneiras de ser futuras. Ninhos acolhe também este público, de mães e filhos bebês, abrindo espaço para um tema atual e relevante em que o corpo, o toque e a necessidade do outro enquanto referência de afeto e de estrutura são primordiais. As crianças bebês e suas mães tem uma relação de intimidade com o trabalho que se prolonga nas outras faixas etárias, de 4 a 7 e de 7 a 11 também de maneiras diversas: desenvolvimento da movimentação aludindo a animais e pássaros que se confundem com brincadeiras de crianças e se transformam a todo tempo. Além disso, entendemos o valor deste trabalho não somente no sentido de seu tema e da difusão da dança, mas também associado à preocupação do brincar, do movimentar/perceber/ sentir corporal e da imaginação que é cada vez mais “contaminada” diante da realidade da criança contemporânea: menos espaços físicos e de convívio para o movimento e muitos estímulos imagéticos advindos dos meios eletrônicos. A possibilidade de se relacionar e brincar com pouco, com o corpo e com elementos da natureza aparece em “ninhos” através da utilização de pouca ou quase nenhuma cenografia e somente um (01) objeto cênico: os tocos de árvores. Por outro lado, ainda são poucas as crianças que têm a oportunidade de assistir espetáculos de dança que comunique à sua faixa etária com uma linguagem corporal e estética atual/contemporânea. E, apesar do espetáculo ser indicado para o público infantil, ele atinge ao mesmo tempo crianças e adultos: pais, educadores, que terão a oportunidade de resgatar memórias, refletir sobre suas relações/contato com crianças – alunos e filhos - e repensar conceitos de corpo e de dança. “ninhos ” resgata o valor do corpo e do movimento aproximando a criança da dança e vice-versa, tornando-a uma linguagem acessível e estimulante, educando o olhar e o movimento e acessando o imaginário. A circulação deste espetáculo/trabalho contribui para o acesso e divulgação de uma linguagem de dança feita para/com a criança do e no mundo atual e para a reflexão sobre a importância do movimento, do imaginário, das relações afetivas e da necessidade que todos nós, seres vivos, temos de ter um ninho, apoio/estrutura para poder dar passos maiores, alçar cada vez mais altos voos. SINOPSE Vai... e vem. Voa, salta, corre. Volta: para o aconchego, o alimento, a segurança. “ninhos” parte da idéia do lugar onde tudo começa e pode retornar. Imagens e poesias de movimento apresentam “ninhos” como lugar de apoio e base para os vôos, descobertas, passeios. Brincadeiras de crianças confundem-se com movimentos de animais remetendo à similaridade entre movimentações de diferentes espécies. Neste jogo, os ninhos são os espaços de recolhimento onde são fortalecidas relações mais sutis, íntimas e subjetivas, tão importantes para a criança. A apresentação tem a intenção de aproximar a criança e os espectadores/família de uma dança contemporânea focada principalmente no corpo e no movimento, colocando a presença da natureza desse corpo/ninho em evidência. Além disso, ninhos propõe metáforas, provoca e instiga a imaginação por meio de coreografias que criam imagens poéticas, onde cada um pode trazer sua própria leitura.

Objetivos

Objetivos específicos: a) Realizar 8 apresentações do espetáculo "Ninhos, performance para grandes pequenos" para até 300 pessoas em praças públicas, b) Realizar como contrapartida 3 Oficinas de 1 hora de duração para 20 "Pais e filhos", c) Realizar como contrapartida 2 Oficinas de 1 hora de duração para 20 crianças de 04 a 07 anos, d) Realizar como contrapartida 3 Oficinas de 3 horas de duração para 20 educadores da primeira infância, e) Realizar como contrapartida 8 conversas / bate papo para contextualizar o espetáculo para o público presente após as apresentações. Objetivos gerais: a) despertar o olhar e divulgar a dança contemporâne para criança, ampliando a visão de dança e dança-educação, possibilitando troca com públicos variados: crianças, pais, educadores e público em geral. b) possibilitar a apreciação de um trabalho de dança especificamente voltado para o público infantil, que tem como mote as relações afetivas e estruturais do ser humano, um trabalho focado na primeira infância. c) estímular o movimento e à dança a partir do trânsito entre imaginário, corpo e movimento; brincadeira e dança; arte e educação. Trabalho este desenvolvido pela Balangandança Cia. que percorre uma trajetória reconhecida e consistente com 23 anos de pesquisa e criação que se articula com o trabalho educacional e que propõe uma concepção específica de dança contemporânea para crianças. d) Priorizar aqui nesta circulação Cidades/Estados em que nunca estivemos anteriormente, ampliando o alcance do trabalho da companhia e também dando continuidade a nossas pesquisas com crianças de diferentes habitats. Associar oficinas e afins para públicos variados relacionando-as com a obra apresentada é uma prática intrínseca ao trabalho da Cia. desde sua origem e cria um maior envolvimento do público e da cidade com o projeto proposto potencializando-o.

Justificativa

A Balangandança Cia. nasceu em 1997 da necessidade de investigar, refletir e produzir dança contemporânea para crianças, diante da lacuna existente no que se refere a produtos artísticos nesta área no Brasil, comprometidos com a realidade da criança e, de uma pesquisa de linguagem corporal e cênica séria e aprofundada sobre o assunto. A companhia desenvolve há 23 anos um trabalho continuado de pesquisa em dança contemporânea, especificamente voltado para o público infantil, respeitando-o como espectador criativo e participativo. Oferece à criança a possibilidade de apreciar espetáculos de dança conectados com sua realidade, resgatando o lado lúdico, saudável e criativo do corpo, pesquisando o cotidiano infantil e investigando a relação entre composição coreográfica e improvisação. Ao longo deste tempo, vimos desenvolvendo um trabalho pioneiro no Brasil, articulando teoria e prática e, acreditamos termos chegado a um resultado que aproxima a dança da criança (e vice-versa). Ao mesmo tempo, buscamos novas maneiras de criar e ampliar o acesso às produções, através de outras formatos, como por exemplo, a linguagem de vídeo-dança, a realização de mesas, seminários, fórums e publicações, criando blogs específicos para discussão e registro dos processos de criação. O resultado deste percurso é uma visão particular da Balangandança Cia, no que se refere tanto a produção artística de dança contemporânea para crianças, quanto a uma concepção de ensino específica. Esta visão concretiza-se nas apresentações de espetáculos interativos de dança (07 espetáculos em seu repertório), na exibição de videodanças (02 vídeodanças), em oficinas/ workshops para crianças, no trabalho pessoal de cada integrante e, em cursos de capacitação de professores e educadores do Ensino Formal e Informal de Dança. Assim, a Cia. sempre desenvolveu projetos que divulgassem não só sua pesquisa e produção, mas também com o propósito de estimular a reflexão sobre o assunto e fomentar a produção artística na área, o que acreditamos ter sido relevante para mudanças que resultam no cenário atual. O trabalho construído, nos impele a propor uma comunicação mais ampla, difundindo-o para além da cidade de São Paulo, a fim de compartilhar, trocar com crianças e adultos e, contribuir desta maneira, para o desenvolvimento da linguagem da dança no Estado de São Paulo, estimulando novas produções, reflexões e formando novos públicos. O uso da lei de incentivo à cultura é fundamental nessa proposta, haja visto que através dela iremos concorrer ao edital da petrobrás para a primeira infância. Com a proposta, acreditamos, que enquadramos nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Com as apresentações gratuitas em espaços públicos com acesso livre. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Com a contratação de equipe local para realização do projeto. Assim distribuindo o recurso público entre as 8 cidades de realização do projeto. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Com a circulação do espetáculo e com a circulação das oficinas de capacitação. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Com a difusão de espetáculo de dança e com a possibilidade de continuidade do trabalho de pesquisa da Balangandança Cia. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Com a circulação do espstáculo e oficinas. Possibilitando aprofundamento da pesquisa de dança contemporânea e modos de brincar das crianças nas 8 cidades previstas no projeto. VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Através do convívio de diferentes artistas, valorizar a cultura individual de cada integrante e a cultura local das praças que circularemos, difundindo valores e saberes universais. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com a circulação de uma das poucas companhias de dança contemporânea brasilieras a trabalharem exclusivamente com e para as crianças. Acreditamos que serão atingidos os seguintes objetivos conforme o Art. 3° da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

A Balangandança Cia tem experiência comprovada nesse tipo de circulação pelo País. No ano de 2017 circulamos por 39 cidades do Brasi,l com esse mesmo espetáculo, pelo projeto Palco Giratório. No ano de 2019 circulamos 9 cidades no Estado de São Paulo, com esse mesmo espetáculo, pelo projeto Circuito Sesc de Artes. O esptáculo é adaptável a diversos espaços públicos, como praças, parques, quadras, ruas e alguns espaços cobertos.

Especificação técnica

ESPETÁCULO Ninhos é um espetáculo de rua de dança contemporânea feito para e com crianças. Ele acontece em uma área de mais ou menos 10 metros quadrados. Pode ser apresentado em parques, praças, ruas, quadras, entre outros espaços. Durante aproximadamente 50 minutos, que variam dependendo da interação com a plateia, 6 bailarinos e dois músicos são responsáveis pela apresentação. As músicas são executadas ao vivo por 1 violão, 1 viola caipira, 1 set de percussão, 1 Flauta Transfersal, 1 marimba, 1 Cajon e 1 compudator. A iluminação é natural. Atende cerca de 150 crianças por apresentação. OFICINA PARA CRIANÇA e PAIS E FILHOS (5 cidades): De pé para o ar - 1h Com integrantes da Balangandanca Cia. 20 participantes inscritos (A oficina pode acontecer tanto no espaço de apresentação quanto em escolas públicas) Público: crianças de 3 a 6 anos de idades. A oficina/vivência tem como foco principal despertar a criança para percepção e sensação do movimento a partir de seu imaginário, incluindo brincadeiras e jogos corporais. Tem também como objetivo levantar questões sobre a apresentação apreciada, ampliando possibilidades para sua compreensão. Abordará como temas: o corpo: contato e movimento, a dança enquanto brincadeira/jogo, o imaginário no movimento, sensibilização dos sentidos, escuta e percepção do espaço.Acontecerá em seguida às apresentações, no mesmo espaço cênico. OFICINA PARA EDUCADORES (3 cidades): Corpo, imaginário e movimento - 2h Com Georgia Lengos 20 participantes inscritos Público: Para educadores, artistas e interessados na infância em geral. A oficina visa sensibilizar profissionais/educadores corporalmente a fim de que possam desenvolver seus trabalhos com uma abordagem mais consciente, criativa e construtiva da dança conectada com o mundo em que vivemos e com a participação da criança enquanto sujeito de seu percurso de aprendizado, não só como reprodutor ou um meio de realização do trabalho do professor. Nesta vivência teórico-prática, o adulto é convidado a refletir corporalmente a importância do movimento e do brincar na formação da criança. O corpo é visto integralmente e imerso em uma relação de trocas constantes consigo e com o ambiente. Abordará temas como: a importância do corpo e do movimento na formação da criança; a brincadeira e a dança; ludicidade; o corpo: as partes e o todo; os espaços físico , imaginário e emocional: a criança neste contexto. PEDAGOGIA: As oficinas fundamentam-se na abordagem somática presente em técnicas de dança contemporânea, na Coreologia – estudo do movimento - criado por Rudolf Laban, na Abordagem Triangular do Ensino de Artes proposta por Ana Mae Barbosa, na Psicogenética de Henry Wallon, nos estudos de Gilles Brougére sobre o Brincar e a Cultura e na pesquisa artística/educacional desenvolvida pela Balangandança Cia. nestes 19 anos.

Acessibilidade

ESPETÁCULO "NINHOS, PERFORMANCE PARA GRANDES PEQUENOS" Acessibilidade física: O espetáculo será realizado em espaços públicos de forma gratuita e com acesso livre. Foram escolhidas praças com acesso para cadeiramtes. Acessibilidade para deficientes visuais: O espetáculo "Ninhos: performance para grandes pequenos" propõe uma interação entre platéia e bailarinos. Em diversas cidades que apresentamos em praças públicas, tivemos a interação de crianças com restrição motora e deficiência visual, e os bailarinos incluíram elas na dança. O esptáculo prevê uma interação sensorial com todas as crianças, transformando-as em protagonista da cena. Em certo momento os Bailarinos pegam as criancas e levam para dentro da cena. Já houve ocasião de levarem crianças cadeirantes para dançarem em cena. Ou mesmo crianças com deficiência visual que foram inseridas dentro do espetáculo tendo como condutor um bailarino que narra o espaço para a criança enquanto a conduz dançando pelo espaço. Acessibilidade para deficientes auditivos: O espetáculo "Ninhos: performance para grandes pequenos" propõe uma interação entre platéia e bailarinos. Em diversas cidades que apresentamos em praças públicas, tivemos a interação de crianças com restrição motora e deficiência visual, e os bailarinos incluíram elas na dança. O esptáculo prevê uma interação sensorial com todas as crianças, transformando-as em protagonista da cena. Crianças com deficiencia auditiva também são inseridas dentro do espetáculo. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Conversas/bate papo Acessibilidade física: As conversas/bate papo com a platéia será realizada em espaços públicos de forma gratuita e com acesso livre. Logo após o esp†eaculo os espectadores serão convidados para uma conversa/bate papo para contextualizar a criação da obra. Foram escolhidas praças com acesso para cadeiramtes. Acessibilidade para deficientes visuais: Por se tratar de uma conversa, acreditamos que não há restrição para deficientes visuais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Acreditamos que toda criança com deficiencia autitiva estará acompanhado de um responsável legal que poderá ser o tradutor de dúvidas e possíveis conversas com os bailarinos. CONTRAPARTIDA SOCIAL - OFICINAS Acessibilidade física: As oficinas serão realizadas em espaços públicos de forma gratuita. Serão escolhidas praças e/ou escolas com acesso para cadeiramtes. Acessibilidade para deficientes visuais: Nas oficinas para as crianças e/ou para pais e filhos, que acontecerão logo após a conversa/bate papo, as criancas estarão com os responsáveis legais. Caso haja alguma crianca com deficiência visual, essa será conduzida pela equipe de bailarinos junto com seu responsável para participar da oficina. Nesse caso, a oficina conduzida pelos bailarinos, levará em consideração exercícios corporais que contemplem crianças com deficiência visual. Para as oficinas com educadores da primeira infância, não esta previsto inclusão de professores com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas oficinas para as crianças e/ou para pais e filhos, que acontecerão logo após a conversa/bate papo, as criancas estarão com os responsáveis legais. Caso haja alguma crianca com deficiência auditiva, essa será conduzida pela equipe de bailarinos junto com seu responsável para participar da oficina. Nesse caso, a oficina conduzida pelos bailarinos, levará em consideração exercícios corporais que contemplem crianças com deficiência auditiva. Para as oficinas com educadores da primeira infância, não esta previsto inclusão de professores com deficiência auditiva.

Democratização do acesso

ESPETÁCULO "NINHOS, PERFORMANCE PARA GRANDES PEQUENOS" I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Todas as apresentações serão gratuitas. Em cada cidade serão convidados, através de parceria com as Secretaria sde Educação, alunos das escolas públicas para as apresentações. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Toda apresentação será filmada em partes e disponibilizadas gratuitamente nas redes sociais da Cia para acesso livre dos internautas. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Permitiremos a captação de imagens e autorizaremos sua exibição. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; O espetáculo tem como foco a primeira infância, ou seja, crianças de 0 a 6 anos. VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; A proposta é trabalhar com produtores e técnicos locais. Também, em cada cidade, será estabelecida um parceira com as Secretarias de Educação e Cultura para realizaçnao do projeto.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Direção artística: Georgia Lengos. Criadores-intérpretes: Dafne Michellepis, Alexandre Medeiros, Alan Scherk, Clara Gouvêa, Ciro Godoy, Isabel Monteiro, Coré Valente. Técnico de som: Junão Ferreira Cenografia: Georgia Lengos. Figurinos: Balangandança Cia. Produção: Rodrigo Fidelis Classificação Indicativa: Livre. Duração: 50 minutos. Georgia Lengos Graduada pela Faculdade de Dança da UNICAMP, desenvolve trabalhos com dança contemporânea e educação desde 1989, integrando e concebendo projetos premiados. Criou e dirige a “Balangandança Cia”. Ministra cursos para crianças, adolescentes e capacitação de professores/educadores. Foi colaboradora do Estúdio Nova Dança desde sua criação ministrando aulas de improvisação e composição. Desde 2000 integra a Cia Oito Nova Dança e é professora de Dança curricular do Ensino Fundamental II do Colégio Oswald de Andrade. Dafne Sense Michellepis Graduada pela Faculdade de Dança da UNICAMP. Integra a Balangandança Cia. desde sua formação em 1997. Participou de Congressos Internacionais de Dança e Educação (Daci international) na Austrália, Finlândia, Portugal e Holanda. Desde 2004 ministra aulas de dança na Escola Viva – SP, bem como participa de cursos de formação para professores e eventos diversos. Coré Valente Graduado em Dança/ UNICAMP e Tecnologia/ UNESP. Bailarino, músico, professor, regente de coral e gestor cultural, integra a “Balangandança Cia.” desde 1998.Trabalha como professor de circo e música na escola Freinet Curumim/Campinas e ministra formação em educação formal e social pelo Brasil. Trabalhou como gestor cultural na Prefeitura de Campinas, no projeto de Meninos e Meninas de Rua de São Bernardo e Guarulhos e na ONG Grupo Primavera de Campinas. Alexandre Medeiros Doutorando em Educação pela FEUSP. Mestre em Comunicação e Semiótica, 2009, e bacharel com habilitação em teatro e dança pelo curso Comunicação das Artes do Corpo, 2003, ambos pela PUC/SP. Licenciado em Teatro pela Mozarteum em 2010. Desde 2000 atua também com a linguagem artística de palhaço; com teatro de bonecos desde 2006. Faz parte do núcleo artístico da Balangandança Cia. Lecionou aulas de teatro na Escola Municipal de Iniciação Artística (EMIA/SP) de 2012 a 2016. Clara Gouvêa Mestranda em Artes Cênicas pela UNESP – Instituto de Artes de São Paulo. Bacharel e licenciada em Dança pela UNICAMP. Bailarina, criadora e professora, integra as cias: Cia Damas em Trânsito e os Bucaneiros (desde 2006) e a Balangandança Cia (desde 2011). Desenvolveu trabalhos junto a Gisele Petty, Marta Soares, Alice K, entre outros. Atualmente também é artista convidada do Núcleo Cinematográfico de Dança no espetáculo “O que resta de quatro” (2010/2011). Isabel Monteiro Mestranda em Letras pela FFLCH-USP. Isabel Monteiro é bacharel em dança pela Unicamp. Foi integrante da Companhia Perdida dirigida por Juliana Morais ao longo de seis anos. Participa da criação e apresentação de Deslocamentos com direção de Marta Soares desde 2014. Integra a Balangandança Cia desde 2014 nos espetáculos Ninhos e Álbum das Figurinhas. Também é professora de dança para crianças e adultos. Ciro Godoy Ciro Godoy é dançarino e musico, brincou muito durante toda sua infância, na rua, na mata, na praça, no quintal, e ainda adora brincar. Se formou em Biologia no ano de 2001. Desde 1999 pesquisa o Kempo, prática corporal ancestral, inspirada no movimento dos animais, nos ritmos da Natureza e no arquétipo do guerreiro. Foi através do Kempo, que em 2004, começou suas Pesquisas Artísticas em Dança Contemporânea, Contato Improvisação, Aikido e Improvisação Dança Teatro. É integrante da Cia. Damas em Trânsito e os Bucaneiros desde 2006 e durante 6 anos fez parte da Cia. Oito Nova Dança. Também realiza trabalhos em Preparação Corporal, Cenografia e Ilimunação Cênica. Rodrigo Fidelis Há 20 anos na produção cultural, já trabalhou como produtor em diversos projetos de circulação (Palco Giratório, Circuito Sesc de Artes, Circulação Petrobrás) em festivais de teatro (Mostra Internacional de Teatro de SP, Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte, Verão Arte Contemporâneo de Minas Gerais) e também já produziu diversos artisas, grupos e companhias em festivais (Mirada, Bienal Sesc de Dança, Festival Internacional de Teatro da Bahia, Cena Contemporânea de Brasília, Bienal de Fortaleza de Dança, Festival de Curitiba, Festival Internacional de Londrina).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.