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PRONAC 202634Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

COLEÇÕES

MAGALONA PRODUCOES CULTURAIS - ME LTDA
Solicitado
R$ 400,4 mil
Aprovado
R$ 400,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-01-15
Término
2023-05-30
Locais de realização (3)
Rio Branco AcreXapuri AcreRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

COLEÇÕES trata-se de um espetáculo teatral para a primeira infância, voltado para crianças em fase de alfabetização. A peça, que se passa numa estufa de plantas, apresenta Iara, uma criança de 6 anos que acaba de iniciar seu processo de alfabetização, e seu avô Homero, colecionador de flores, numa gostosa conversa sobre a descoberta das histórias escondidas nos livros. Enquanto o tempo passa, sementes de plantas e de palavras vão germinando numa estufa encantada, até o momento em que tudo floresce!

Sinopse

COLEÇÕES apresenta Iara, uma menina de seis anos, que vai viver, na estufa em que seu avô Homero coleciona flores, a aventura de florescer para a leitura. Enquanto observa o crescimento de flores e plantas, cujos nomes são escritos com as letras que ela começa a colecionar em seu caderno com linhas azuis e margem vermelha, a menina descobre que não é só arbusto que dá flor, mas a imaginação também. Graças as sementes da memória que seu avô lhe oferece em cada encontro na estufa, a menina vai perdendo o medo de não conseguir aprender a ler e a escrever antes do fim do ano, quando chega o tempo de se escrever cartas para o Papai Noel. Porém, o medo vai dando espaço ao grande desejo de ler a história proibida, escondida no livro que o avô guarda junto dos girassóis.

Objetivos

Objetivo Geral: O objetivo geral do projeto é realizar a montagem e temporada de dois meses (22 apresentações) da peça COLEÇÕES, dividida pelas cidades Rio de Janeiro, Rio Branco e Xapuri, em espaços alternativos de cultura (sem cobrança de ingresso), nos meses de abril a junho de 2021. Objetivos Específicos - Criar um espetáculo com estrutura móvel, usando equipamentos para projeção 180 graus, que tanto possa acontecer numa sala multiuso de um Centro Cultural, quanto numa área aberta, e realizar 22 apresentações de abril a junho de 2021, divididas pelas cidades Rio de Janeiro, Rio Branco e Xapuri. - Realizar três encontros/palestra sobre o espetáculo, com a presença da diretor, elenco e produtora, nas cidades Rio de Janeiro, Rio Branco e Xapuri. - Promover a reflexão sobre a contribuição do teatro para o processo de alfabetização. - Contribuir para o desenvolvimento humano através da arte; - Gerar oportunidades de trabalho no mercado cultural do Rio de Janeiro, Rio Branco e Xapuri.

Justificativa

O espetáculo COLEÇÕES é um espetáculo para a primeira infância, idealizado pela atriz e dramaturga Luciana Zule, que há mais dez anos produz trabalhos teatrais para a infância, trazendo para as criações sua experiência de quase 14 anos como professora no ensino fundamental da rede pública do Rio de Janeiro. Interessada em produzir um teatro para a infância que propicie experiências estéticas de imersão, a artista cria espetáculos onde o público possa se mover e caminhar junto com os personagens. Foi o que fez em sua produção MINOTAURO, FÁBULA MUSICAL, ganhadora do Prêmio Myriam Muniz da FUNARTE, em 2012, um espetáculo itinerante no qual o público passava por 5 cenários (espetáculo que também fez parte da programação cultural dos Jogos Olímpicos Rio 2016) e no ENTRE FLORES E BATALHAS, performance itinerante para a primeira infância, criada para o Centro Cultural Belém, em Lisboa, baseado em batalhas tiradas de peças do dramaturgo William Shakespeare. Em COLEÇÕES a artista quer propor um outro tipo de imersão. Dessa vez a ideia é propiciar ao público infantil a experiência dos antigos cinemas com projeção de 180 graus, para que o público tenha a sensação de que está dentro de uma estufa de plantas. Com a cena acontecendo no centro e com o público ao redor, em formato de teatro de arena e cobertos por uma cúpula de tecido, o movimento proposto para os espectadores desta vez será para tronco e cabeça do corpo de cada um. O público, que poderá estar sentado no chão ou em banquetas, terá que fazer pequenas contorções com o corpo, para ver projeções que surgirão em alguns momentos, como se eles próprios experimentassem o delicado movimento que uma raiz ou um pequeno caule fazem para sair de uma semente. Sair de uma semente lembra um pouco da experiência pela qual passa uma criança aprendendo a ler. Em COLEÇÕES, Iara, uma menina de seis anos, vive, na estufa em que seu avô Homero coleciona flores, a aventura de florescer para a leitura. Enquanto observa o crescimento de flores e plantas, cujos nomes são escritos com as letras que ela começa a colecionar em seu caderno com linhas azuis e margem vermelha, a menina descobre que não é só arbusto que dá flor, mas a imaginação também. Graças as sementes da memória que seu avô lhe oferece em cada encontro na estufa, a menina vai perdendo o medo de não conseguir aprender a ler e a escrever antes do fim do ano, quando chega o tempo de se escrever cartas para o Papai Noel. Porém, o medo vai dando espaço ao grande desejo de ler a história proibida, escondida no livro que o avô guarda junto dos girassóis. Seguindo nessa direção o espetáculo vai ao encontro das finalidades da Lei de Incentivo à Cultura, sobretudo no que tange ao inciso VIII do Art. 1º da Lei 8313/91: VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Aprender a ler como uma possibilidade de florescer. Aprender a ler exige esforço. Ao contrário de outros tipos de conhecimento, a escrita não é uma descoberta. Ela não surgiu de forma natural, ela é uma invenção e portanto é o resultado de uma necessidade humana: deixar registros. Sendo uma convenção criada para auxiliar no processo de comunicação e de registro histórico, inclusive para a anotação de descobertas, ela logo foi utilizada como importante ferramenta para se registrar narrativas orais ancestrais. Talvez esta tenha sido uma das maiores motivações para a sua invenção: não deixar se perder as grandes narrativas da humanidade. Não é a toa que um dos primeiros registros escritos da Humanidade são os feitos de Gilgamesh, rei de Uruk, na antiga Mesopotâmea, em sua epopeia gravada em placas de argila com escrita cuneiforme, que fazem parte do acervo do museu do Iraque. Refletindo sobre esta vocação da escrita para registrar importantes narrativas ancestrais, que além guardarem seu valor de registro Histórico, evidenciam sua importância como ferramenta artística, COLEÇÕES, quer lembrar, como defendem inúmeros teóricos da literatura, que aprender a ler não deve ser visto apenas como uma necessidade para se realizar ações cotidianas e utilitárias, mas sobre tudo é a grande oportunidade de se conectar com maravilhosas raízes culturais da humanidade. Como afirma Ziraldo: "Ler é mais importante que estudar". Quem aprende a ler, pode ler sobre qualquer coisa. Está livre para escolher seu próprio caminho como leitor. Porém, é preciso que lhe seja apresentado mais do que os códigos convencionados da língua, também é preciso saborear as narrativas. Vale citar outra vez Ziraldo que gosta de afirmar que "Quem houve histórias quando criança, aprende melhor a ler." Não é a toa que COLEÇÕES apresentará a conversa entre um avô e uma neta. As histórias que chegaram primeiro para a menina pela oralidade do avô, colecionador de flores, voltam para o avô pela leitura da neta que floresceu após colecionar fonemas. No desejo de abordar esse belo caminho de troca entre a palavra oral e a escrita, incentivado a apropriação da leitura como elemento de formação para a liberdade humana e cultural, COLEÇÕES também vai ao encontro das finalidades da Lei de Incentivo à Cultura, sobretudo no que tange aos incisos I e V do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Intercâmbio cultural entre o Sudeste e o Norte. COLEÇÕES propõe apresentações fora do Sudeste, local da sede da produtora, na região Norte do país, com quatro apresentações em Rio Branco, capital do Acre, e duas em Xapuri, cidade com menos de 150.000 habitantes, localizada também no Acre, conhecida por ser a cidade natal de Chico Mendes. Essa escolha parte do desejo de levar o espetáculo, que aborda a troca entre cultura escrita e cultura oral, para uma região onde ainda pode-se encontrar muito da herança da cultura oral ancestral brasileira e assim proporcionar para artistas e público ricos debates sobre a manutenção da mesma. O que também contribui para as finalidades da Lei de Incentivo à Cultura, sobretudo no que tange ao incisos VI do Art. 1º da Lei 8313/91: VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Para além do espetáculo. Para além das trocas de experiências teatrais que ocorrerão via o espetáculo, o projeto também prevê, como contrapartida, uma Palestra/Encontro com professores alfabetizadores das cidades pelas quais o espetáculo passará, oferecido pela equipe de artistas e de produção do espetáculo. A palestra tratará da importância do teatro como parceiro no processo de alfabetização de crianças e adolescentes. Reunindo todas as características e objetivos citados acima, o projeto COLEÇÕES acredita que está em pleno acordo com as finalidades da Lei de Incentivo à Cultura, tanto no conteúdo proposto quanto na forma, que pretende promover o acesso à arte teatral de forma pública e acessível, com espetáculos que tanto ocorram em espaços abertos e de forma gratuita, quanto em teatros fechados a preços populares, além de incentivar um grande intercêmbio entre artistas de diferentes regiões do país, seja através do processo de criação do espetáculo em si, seja através de palestras em parceria com instituições públicas. Desta forma a proposta apresentada está plenamente de acordo com os objetivos previstos nos incisos II e IV do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

CONTINUAÇÃO DOS CURRÍCULOS: Natália Simonete (Gestão Financeira) Gestora de projetos culturais formada em Artes Cênicas pela UNIRIO e pós-graduada em empresa especializada na gestão de projetos culturais incentivados, recebeu em 2017 o Selo de Empreendimento Sustentável Shell Iniciativa Jovem, que atesta a sustentabilidade e viabilidade do negócio. O selo foi renovado em 2018 apos aprovação em auditoria externa. Entre 2009 a 2013 foi coordenadora de projetos culturais na ONG Escola de Gente, sendo responsável pela realização de projetos culturais com acessibilidade para pessoas com deficiência em quinze estados brasileiros. Entre 2014 a 2015 foi gerente de projetos do Theatro NET Rio e Theatro NET São Paulo. Entre 2015 a 2018, já através da Estufa, realizou a gestão das leis de incentivo e a administração financeira de quinze diferentes projetos culturais patrocinados pelo Itaú, Caixa, Oi, Vale, Multiplan, Porto Seguro, SESC, Prefeitura do Rio de Janeiro, entre outros. Faz parte da equipe de coordenação da Escola de Música da Rocinha, projeto social na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, que completará 25 anos em 2019. André Roman (Produção executiva) Ator e produtor cultural, seus últimos trabalhos são: Produção local no RJ para estreia do documentário Carta para Além dos Muros de André Canto (2019), produção Executiva na 4ªedição do projeto SESC Entre Dança (2019; Produção Executiva e administração de temporada dos espetáculos Educação Siberiana, da obra de Nicolai Lilin com direção de Gustavo Paso, em temporada no Teatro I do SESC Tijuca e O Preço, de Artur Miller, com direção de Gustavo Paso, temporada realizada na Arena SESC Copacabana e março de 2019; Produção Executiva do espetáculo A Última Aventura é a Morte, inspirado no Poema 409 de Heinner Muller, encenado pela PeQuoD Cia de Teatro com direção de Miguel Velhinho, CCBB RJ, outubro à dezembro|2018; Produção executiva e administração das temporadas dos espetáculos Mergulho, da Delas Cia de Teatro – SP, na Caixa Cultural RJ em setembro|2018; dos espetáculos Aproximando-se de A Fera na Selva, com dramaturgia de Marina Corazza e direção de Malú Bazán e As Ondas ou Uma Autópsia, com concepção e direção de Gabriel Miziara, no Teatro Poeira – RJ em junho|2018, numa parceria com a produtora Renata Batista;. Realizou a produção carioca para a temporada do espetáculo indicado ao Prêmio Shell SP 2016, Playground, com direção de Marco Antônio Pâmio e dramaturgia inédita no Brasil de Rajiv Joseph; Produção e assessoria de imprensa do espetáculo Paco e o Tempo, do Grupo GESTOPATAS em sua última temporada no RJ, de março a abril|2018; Administração da temporada do espetáculo Casa Caramujo da Cia Epigenia, no Oi Futuro Flamengo de março a maio de 2017, entre outros. Magalona Produções/Currículo Espetáculo Redondilhas (2017/2018) Apresentações no Teatro Municipal Café Pequeno, Rio de Janeiro (2017). Temporada no Teatro do Saara (2017). Temporada no Centro Cultural Justiça Federal (2017 a 2018). Espetáculo Minotauro, Fábula Musical Prêmio Myriam Muniz de Teatro Funarte (2012/2013) Temporada Jardins do Museu da República. Programa de Fomento Viva a Arte! Temporada Teatro Carlos Gomes, Cidade das Artes e no Parque das Ruínas, no Rio de Janeiro. (2016) Programa de Fomento à Cultura Carioca – Residência Artística: Grupo Mosaicos Convida. Programação de atividades culturais durante seis meses na Biblioteca Popular de Irajá João do Rio. (2016). SMC / Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Programa de Fomento à Cultura Carioca – Residência Artística: Grupo Mosaicos Repertório. Programação de atividades culturais durante oito meses na Biblioteca Popular de Irajá João do Rio. (2015). SMC / Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Especificação técnica

ESPETÁCULO: Informações Técnicas: Duração: aproximadamente 50 minutos Os cenários, figurinos e iluminação serão concebidos durante os ensaios do espetáculo. PALESTRA: Informações Técnicas: Carga horária total: 90 minutos Público: Professores alfabetizadores da rede pública de ensino e estudantes do curso de formação de professores. Faixa etária: a partir de 4 anos .

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 18 da IN 02/2019 e, adotando a recomendação da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT, o projeto adotará as seguintes medidas em benefício das pessoas idosas e/ou com deficiência: ESPETÁCULO - Acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo os locais onde a peça será apresentada equipados com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. - Atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. - Será realizada uma sessão com tradução para Libras e audiodescrição ao longo da temporada. Para essas sessões serão convidadas pessoas com deficiência auditiva, visual, intelectual ou múltipla. PALESTRAS - Acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo os locais onde a oficina será apresentada equipados com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. - Atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. - Caso haja inscrição de pessoas cegas ou surdas será prestado atendimento especializado a esse público, como tradução para Libras e audiodescrição.

Democratização do acesso

O projeto atendo aos seguintes incisos do o 21 da IN 02/2019 III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;* * Em atendimento ao inciso v o projeto realizará a seguinte atividade: O projeto realizaré três Palestras/Encontro sobre o espetáculo com a presença dos autores, diretor, elenco e produtora, nas cidades Rio de Janeiro, Rio Branco e Xapuri, voltadas para professors alfabetizadores da rede pública de ensino. Duração da palestra: 90 minutos

Ficha técnica

Coordenação Geral: Luciana Gomes Silva Dassie (Em arte Luciana Zule) PROPONENTE DO PROJETO Concepção e Dramaturgia: Luciana Zule Elenco: Patrícia Pinho e Rogério Freitas Direção artística: Fernando Maatz Cenário e Figurino: Daniele Geammal Iluminação: Renato Marques Direção de produção: Luciana Zule / Magalona Produções Prestação de Contas: Natália Simonete / Estufa de Ideias Produção executiva: André Roman Luciana Zule (Concepção, dramaturgia e direção de produção)Atriz, contadora de histórias e dramaturga graduada com licenciatura plena em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRio e com especialização em Literatura Infantil e Juvenil pela Universidade Federal Fluminense – UFF. Desde 2008 é integrante do Grupo Mosaicos e da empresa Magalona Produções Culturais, que recebeu, entre outros, o Prêmio Roquete Pinto/ ARPUB/ Petrobras, para a produção da série infanto-juvenil para rádio, Contos Cascudos (2010); o Prêmio Myriam Muniz de Montagem Cênica 2012 da FUNARTE/ Ministério da Cultura, para a produção do espetáculo Minotauro, Fábula Musical, em que fez sua estreia como dramaturga; Programa de Fomento à Cultura Carioca: Residência Artística, Grupo Mosaicos Repertório (2015) e Programa Fomento Cidade Olímpica: Grupo Mosaicos, Convida! (2016), ambos realizados na Biblioteca Pública de Irajá João do Rio. Assinou a dramaturgia dos cinco espetáculos da temporada de estreia (Março a Junho) do projeto Teatro do Saara no Rio de Janeiro em 2017. Atualmente, frequenta o Mestrado em Teatro, especialização em Artes Performativas, na Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa. Durante este tempo de estudo em Lisboa, acabou por participar do seguintes projetos: - Apresentação da performance narrativa Últimas Horas, na galeria Oficina Marques, em que narrou parte do Canto XXII da Ilíada, com tradução de Frederico Lourenço, como parte de processo de pesquisa do mestrado. Julho/ 2018. - Participa do projeto Minha Lisboa aos Pedaços, pelo Festival Next Stop do Largo Residências, dando oficina de narrativa oral. Março/2019 http://www.largoresidencias.com/projectos/next-stopParticipa da criação do circuito performático Entre Flores e Batalhas, dentro do Ciclo Shakespeare realizado com a Fábrica das Artes / CCB, numa parceria com Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC Fernando Maatz (Direção Artística) Mestre em Artes Cênicas e graduado em Direção Teatral pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Fundador da Anti Cia de Teatro, é idealizador do projeto Teatro a Varejo. Sócio da CF Sócios, empresa estabelecida no Rio de Janeiro com foco em produções culturais, foi diretor artístico e coordenador geral dos seguintes projetos: 2016/2017- Teatro do Saara, temporada de quatro meses em espaço próprio, vencedor do Fomento Viva a Arte! Da Prefeitura do Rio; 2015/2016/2017 – Minotauro, uma fábula musical, como diretor convidado. Prêmio Funarte Myrian Muniz e Fomento Viva a Arte!. 2014/2015- Sobre os ombros dourados da Felicidade (Punk Modo On), temporada e apresentações do espetáculo no Teatro Ipanema e em cidades do interior fluminense; 2013- Teatro a Rodo, mostra de espetáculos que ocupou a Arena Carioca Dicró, em parceria com LAATI - Liga de Ações Para Autonomia do Teatro Independente; 2010/2011- Buk Na Rua - Teatro Noturno Para Adultos Insones, projeto contemplado pelo Prêmio Funarte Artes Cênicas na Rua; 2008/2009- A Filha da Chacrete, espetáculo patrocinado pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e em cartaz no Teatro Ziembinski; 2005/ 2006 /2008- O Anti Cabaré da Cia, espetáculo realizado em parceria com a UNIRIO e em cartaz em diversos teatros do Rio de Janeiro; 2005- Três, espetáculo contemplado pela Segunda Edição do Fundo de Apoio ao Teatro (FATE). Renato Marques (Iluminador) Formado em Fotografia pela Universidade Estácio de Sá, cursou cenografia na UNIRIO até 2005. Fotógrafo desde 2007, realizando o registro de diversos espetáculos teatrais, dança, shows e eventos. Sócio e cofundador do estúdio Cobertura 05, espaço destinado à produção e criação de conteúdo fotográfico e audiovisual no Rio de Janeiro. Diretor de fotografia e iluminador da websérie CONTOS LATENTES da Colabora Produções. Como cenógrafo utiliza a linguagem fotográfica e videográfica em seus projetos. Criou os videos dos espetáculos “Sobre os ombros dourados da felicidade - punk modo on” da Anti Cia de Teatro, “Rapsódia, o musical”, “Minha adorável verde vida” e “Três entas” realizados pela Cerejeira Produções, “Rocky Horror Show”, “Tommy” e “Sai de Mim, Julie Andrews!” dirigidos por Rubens Lima Junior. Desenvolveu e executou os adereços de luz para os espetáculos: "Kairós" cia ArteCorpo, "Zilda Arns - a dona dos lírios" dir. Luiz Antonio Rocha e "Juvenal, pita e o velocípede" da Pandorga cia. de teatro. Daniele Geammal (Cenário e Figurino) Cenógrafa, figurinista e professora da Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna. Ministra oficinas, palestras de criação visual e orienta projetos de grupos de teatro. Trabalhou com diretores como: Alexandre Borges, Carolina Virgüez, Cesar Rodrigues, Christina Streva, Eduardo Vaccari, Miwa Yanagizawa, Vinicius Arneiro, e outros. Em 2011 teve o seu figurino de A CHEGADA DE LAMPIÃO NO INFERNO, da Pequod Cia de Teatro, selecionado para representar o Brasil na Quadrienal de Praga e em 2019 participou da mostra com um trabalho coletivo, de artistas da visualidade da cena. Entre seus projetos estão: Juvenal, Pita e o Velocípede, da Pandorga Cia de Teatro, texto de Cleiton Echeveste, com direção de Cadu Cinelli; "Plínio, a história do maldito bendito", monólogo com Roberto Bomtempo, de Maurício Arruda Mendonça, dirigido por Silvio Guindane; Alice Mandou um beijo, da Cia Cortejo, escrito e dirigido por Rodrigo Portella e MINOTAURO, FÁBULA MUSICAL, do Grupo Mosaicos, escrito por Luciana Zule e dirigido por Fernando Maatz. Em 2017 lançou, no Brasil, seu primeiro livro infanto-juvenil, CALDO VERDE, e em agosto de 2018 na cidade de Lima, na Casa de Cultura Brasil-Peru, onde também ministrou algumas oficinas. Em março de 2018 iniciou o mestrado profissional em Ensino das Artes Cênicas na UNIRIO e, no mesmo ano, orientou dois espetáculos teatrais muito importantes para sua pesquisa acadêmica: Por que estamos todos parados olhando? e Marakanandê. Em 2020 passou a integrar o júri do prêmio CBTIJ de teatro para infância e juventude. Francisco Leite (Visagismo) Licenciado em Artes Visuais pelo Instituto Metodista Bennett, com pós-graduação em Educação para Adultos pela Universidade Cândido Mendes, assinou os seguintes trabalhos: - Adereços e Pintura de Arte para Minha Futura Ex, direção Rogério Fabiano. Julho de 2018.- Figurino e visagismo para o repertório da primeira temporada do projeto Teatro do Saara (O Homem que Via os Mortos, O Trem Fantasma, Crime na Uruguaiana, O Mascate da Rua da Alfândega e Dr. Frederico, O Hipnótico) direção de Fernando Maatz em 2017 - Figurinos e Adereços para Feliz Por Nada. Direção Ernesto Picollo, Agosto/2017. - Cenários, Figurinos e Adereços para A Bruxa das Cores e o Mago dos Sabores. Direção de Ernesto Picollo, Setembro/2017. - Visagismo para Juvenal, Pita e o Velocípede, direção Cadu Cinelli, recebendo o prêmio de melhor maquiagem no 18º. Festival de Guaçui/ES. 2017; - Cenário e figurino para O Inspetor Geral e Sonhos de Uma Noite de Verão, ambos com direção de Silvia de Carvalho Cruz este último, premiado como melhor figurino e melhor cenário no Festival Talentos Contemporâneo em 2014; - Figurino e cenografia para Allan Kardec e para O Cândido Xavier, ambos com direção de Ana Rosa e em turnê pelo Brasil; - Capas de CD/DVD de diversos artistas entre eles: Mariana Baltar, Isabella Tavianni, Duo GisBranco, Grupo Revelação, Martinho da Vila, Dudu Nobre, Wanda Sá e outros. Assina o visagismo da Cia Pandorga de Teatro, sendo premiado como melhor visagista pelo espetáculo Cabeça de Vento no 13º. Festival Nacional de Teatro de Gauçuí/ES.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.