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PRONAC 202640Apresentou prestação de contasMecenato

Cavalhada e Festa de Nossa Senhora de Nazareth

CAVALHADA NOSSA SENHORA NAZARETH
Solicitado
R$ 166,9 mil
Aprovado
R$ 166,9 mil
Captado
R$ 166,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
Caeté
Início
2021-04-01
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Caeté Minas Gerais

Resumo

Este projeto tem como objetivo a realização da tricentenária Cavalhada e Festa de Nossa Senhora de Nazareth, em Morro Vermelho, distrito de Caeté/MG, cujas características locais são semi-rurais e o acesso ainda é feito por estrada de terra. A Cavalhada é um espetáculo cênico-musical que colabora para a manutenção e consequente preservação de um conjunto de tradições de origem portuguesa, identidade cultural regional, e para a reafirmação dos laços comunitários locais.

Sinopse

Histórico e sinopse da Cavalhada e linguajar dos fogos de artifício: A corrida da Cavalhada – Por volta do meio dia, os mascarados, também conhecido como os “Bandos” realizam seu último desfile pelas ruas históricas de Morro Vermelho. Eles simbolizam o mal da cultura pagã que assombra a comunidade. À noite, o sino imperial, doado por Dom Pedro II, repica pedindo bandeira. Também neste instante, foguetes de rabo (de vara) do tipo “treme terra” riscam e rasgam o céu, elucidando a antiga forma de comunicação entre fogueteiros para “pedir bandeira” (linguajar dos fogos de artifício). Próximo ao largo, no final da Rua de Baixo, os cavaleiros mouros e cristãos se aproximam da casa onde está acolhida a bandeira. Após experimentar seus animais para saber qual dupla vai aceitar a bandeira, sendo assim, escolhidos para conduzi-la, é chegada a grande hora! Neste momento, é ateado fogo em girândola de fogos de artifício que produzem grande clarão no céu ajudando a quebrar a noite e a estremecer o vale onde se encontra o distrito. A partir deste instante a Cavalhada começa a se locomover em direção ao adro da Igreja Mãe, a Matriz. Portando bastões incandescentes também conhecidos como “chuva de prata” ou “bengalas”, o cortejo segue conduzindo a bandeira de Nossa Senhora de Nazareth por entre aclamações e fogos de artifício cruzando o céu. Ao adentrar no adro da Matriz, é calorosamente recebida por fogos de artifício, repique de sinos, aplausos, saudações de “Viva Nossa Senhora de Nazareth” e execução do hino nacional brasileiro. Depois de levantado o mastro, ocorre o trançar de fitas, diferentes evoluções dos cavaleiros e ao final, a despedida com lenços brancos. Todo o evento é acompanhado por músicas próprias. A Cavalhada de Morro Vermelho é única em seu gênero por encenar um diálogo de paz e conversão, diferentemente das outras cavalhadas, que reprisam a guerra entre mouros e cristãos. Foi fundada em 07 de setembro de 1704 junto com a banda Santa Cecília de Morro Vermelho, considerada a mais antiga de Minas Gerais. O linguajar dos fogos - Em agosto do ano 2000, foi instituído o registro de bens culturais imateriais no Brasil, ou seja, os saberes, as celebrações, formas de expressão e lugares onde ocorrem estas práticas. Um dos exemplos mais conhecidos de registro é o do “toque dos sinos e ofício de sineiros” pesquisado em algumas cidades históricas de Minas. Em Morro Vermelho, distrito de Caeté, em 2017 foi realizado um estudo inédito no país destinado a reconhecer, valorizar e proteger o “linguajar dos fogos de artifícios”, ou seja, a “comunicação não verbal” realizada a pelo menos três séculos entre fogueteiros durante a Festa e Cavalhada Nossa Senhora de Nazareth. O resultado desta ação foi o registro da tradição como patrimônio imaterial municipal. No mundo barroco, os fogos sempre estiveram presentes em grande parte das festas religiosas e régias (da monarquia) destinadas a causar nos devotos e súditos, verdadeiro deslumbramento e emoção diante das comemorações muitas vezes requintadas, ruidosas e monumentais, como ocorre durante a Festa e Cavalhada Nossa Senhora de Nazareth desde 1704 no Morro Vermelho. Histórico e sinopse das festividades: A história do culto a Nossa Senhora de Nazareth, teria sido introduzida na região de Morro Vermelho por volta do ano de 1700, quando teria sido edificada uma capela substituída por uma maior em 1713. Desde então, inúmeras práticas culturais e manifestações de fé passaram a ser desenvolvidas. Muitas destas heranças atravessaram os séculos e chegaram ao tempo atual, sendo exemplo disso: as cerimônias orquestradas em latim a partir do refinado repertório barroco guardado pela comunidade através de sua banda de música e orquestra. Outro importante aspecto é a decoração dos andores para o préstito dos padroeiros, cuja produção e requinte dos ornatos, produzem uma releitura interessante dos trabalhos realizados por antigos mestres do barroco e de seus trabalhos sobre a madeira, desta vez utilizando materiais e técnicas contemporâneas. A este universo, podemos ver manifestações associadas à moda a partir da recorrente troca das vestes de imagem sacra; mostra da gastronomia e a preservação de antigas receitas locais, também associadas à festa; a preservação de ofícios mantidos por mestres para a confecção de velas artesanais; corte, costura e tingimento de fitas; confecção de arcos para circo e adereços para a passarela, entre outros. Material de divulgação: programa anual das festividades Sinopse - Nos últimos anos, o programa impresso passou de um conteúdo unicamente com informações relacionadas aos locais e horários de ocorrência dos eventos, para um instrumento mais completo, dinâmico e colecionável. Passou a adotar a proposta de revelar as múltiplas faces das festividades em louvor a Nossa Senhora de Nazareth. Em 2015, abordou como temática “Os andores da fé: tradição e permanência”, em 2018 “O linguajar dos fogos de artifício”, e em 2019 a história da festa contada por suas Bandeiras “Sacros Estandartes que republica o retrato da Santa Virgem Maria”. O desafio deste material é, além de trazer informações sobre os eventos, compartilhar outras informações relativas às múltiplas faces da Festa que precisam ser mais bem enxergadas, compreendidas e preservadas. São exemplos: mestres e ofícios, saberes e fazeres herdados, entre outros.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar a Cavalhada e Festa de Nossa Senhora de Nazareth no distrito de Morro Vermelho, no Município de Caeté/MG, um espetáculo cênico-musical que acontece há mais de três séculos, ininterruptamente, sendo considerada uma das mais tradicionais e antigas do Brasil. Trata-se de uma tradição europeia da Idade Média que foi trazida ao Brasil pelos portugueses. A Cavalhada de Morro Vermelho é única em seu gênero por encenar um diálogo de paz e conversão, diferentemente das outras cavalhadas, que reprisam a guerra entre mouros e cristãos. Foi fundada em 07 de setembro de 1704 junto com a banda Santa Cecília de Morro Vermelho, considerada a mais antiga de Minas Gerais. Objetivos específicos quantitativos: - Realizar 01 apresentação do espetáculo cênico-musical da Cavalhada; - Realizar 04 desfiles dos mascarados ou bandos durante os domingos de agosto. Estes representam os mouros e sua cultura. São atos desmembrados, prévios e indissociados da cavalhada; - Realizar 04 ensaios abertos da banda de música Santa Cecília e 04 ensaios abertos da orquestra local (todos os domingos do mês de agosto); - Realizar 04 ensaios abertos da Cavalhada Nossa Senhora de Nazareth (todos os domingos do mês de agosto no adro da Capela do Rosário); - Atrair um público estimado em 1.000 pessoas; - Realizar, como contrapartida, 01 oficina de confecção de arquinhos coloridos, para 100 pessoas; - Produzir 2.500 programas da Cavalhada e Festa Nossa Senhora de Nazareth. Objetivos específicos qualitativos: - Realizar a montagem do espetáculo cênico-musical Cavalhada e Festa de Nossa Senhora de Nazareth no distrito de Morro Vermelho; - Preservar e salvaguardar estas manifestações culturais para que possam assegurar o conhecimento e o contato das atuais e futuras gerações com os elementos formadores de sua identidade. Desta forma, oferecer à população o acesso a eventos folclóricos, derivados das tradições e expressões simbólicas constantemente recriadas e dotadas de referências importantes" para os grupos e indivíduos; - Divulgar a programação completa da Festa através de programas distribuídos gratuitamente; - Explorar o enorme potencial turístico, cênico e cultural que o evento abriga.

Justificativa

Tendo como origem a Península Ibérica, as Cavalhadas são representações teatrais com base na tradição europeia da Idade Média e foram trazidas ao Brasil pelos portugueses. Instituídas pela Rainha Isabel de Portugal e motivadas por conflitos religiosos, as Cavalhadas representam torneios medievais, em especial as corridas dos séculos VIII e IX, e a batalha entre Cristãos e Mouros, onde Carlos Magno travou uma luta épica contra os sarracenos. No distrito de Morro Vermelho, o folguedo teve início no ano de 1704, na Igreja de N. Sra. de Nazareth. Desde então, famílias tradicionais, com a dedicação de várias gerações, mantêm vivo esse patrimônio histórico, de 315 anos, na cidade. Haja vista a antiguidade e importância histórica do conjunto de manifestações que compõem a Cavalhada e Festa Nossa Senhora de Nazareth, foi possível que o bem cultural alcançasse nos últimos tempos reconhecimento nacional e internacional, no entanto, a população local tem experienciado o êxodo rural. Esta realidade tem dificultado sistematicamente a transferência do conhecimento, a formação de novos mantenedores, em especial, a arrecadação de fundos para realização dos festejos tradicionais.Sem outras fontes de receita, a comissão organizadora não consegue cumprir seu papel de forma desejada na realização, manutenção e preservação da Cavalhada e Festa. A Cavalhada e Festa de Nossa Senhora de Nazareth é registrada como patrimônio imaterial do Município de Caeté/MG: inscrição nº 001, no livro de registro das celebrações, decreto municipal nº 161 de 14 de setembro de 2009. O antiqüíssimo linguajar dos fogos, que não é especificamente um show pirotécnico, é registrado como patrimônio imaterial do Município de Caeté/MG: inscrição nº 004, no livro de registro das celebrações, decreto nº 68/2019. Este patrimônio registrado está centrado em códigos e formas de diálogo entre fogueteiros, conhecimentos passados de geração em geração, formas e momentos de acionamentos dos dispositivos, tipos de dispositivos e significados. Esta manifestação foi apresentada durante simpósio realizado pela Universidade Federal de Viçosa em 2019 e é parte fundamental do espetáculo e experiência da Cavalhada. Esta proposta atende o Art. 1º da Lei 8313/91, Incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E em relação ao Art. 3º da Lei 8313/91, atende: II-fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e III- preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção das tradições populares nacionais.

Estratégia de execução

1) O proponente desempenhará as funções de coordenação geral e gestão administrativa-financeira. 2) Anexamos nos documentos da proposta, como informações adicionais, o protocolo da Receita Federal referente à inclusão do CNAE 9001-9/99 – Artes Cênicas, espetáculos e atividades complementares não especificadas anteriormente, solicitada em 11/05/2020. 3) Como a "Festa e Cavalhada Nossa Senhora de Nazareth" são registradas como "patrimônio imaterial do Município de Caeté" em Minas Gerais, bem como, o "Linguajar dos fogos de artifício" - é comum durante a ocorrência dos eventos, a participação de funcionários da Secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Patrimônio do Município e também de Membros do Conselho Municipal do Patrimônio Natural e Cultural de Caeté a fim de analisar o cumprimento das medidas de salvaguarda previstas. A Entidade Cavalhada, também faz parte do CONSEC (Conselho Estadual de Políticas Culturais de Minas Gerais) ocupando a cadeira "Culturas populares, tradicionais e folclóricas" representando este segmento. Cabe ressaltar que em vários campos prestamos informações completas da Festa de Nossa Senhora de Nazareth, mas o objeto do projeto e seu orçamento são voltados especificamente para a montagem e apresentação do espetáculo cênico-musical da Cavalhada, nos dias 07 e 08 de setembro. Segue link para documentário sobre a Cavalhada: https://www.youtube.com/watch?v=Uwi0yzGwO7E&t=4s É importante salientar, que a apresentação da Cavalhada é cerne de toda a Festividade de Nossa Senhora de Nazareth, e para onde convergem inúmeras práticas culturais e cênicas a exemplo dos “bandos ou mascarados” que precisam desfilar em cortejo em todos os domingos do mês de agosto fantasiados e ao som de músicas (caixas e/ou tambores) para encenar a invasão dos mouros e de sua cultura. Possuem relação direta com a apresentação cênica da Cavalhada, que representa o final das tentativas de invasão e encenação do diálogo de paz entre mouros e cristãos. Em paralelo a este universo, a Banda Santa Cecília executa músicas típicas e provenientes de repertório próprio do século XVIII local; o linguajar dos sinos; o linguajar dos fogos; entre outras inúmeras manifestações que associadas umas a outras formam a trama que compõem as festividades e se estendem ao longo de um período. É como se fosse uma apresentação em vários atos, com intervalos, troca de cenários e personagens de uma peça complexa e envolvente na qual, nenhuma parte faz sentido sem a outra. Em suma, trata-se de uma evento/obra barroca tridentina cujo texto utilizado entre os embaixadores, também pode ser inscrito como uma das “artes literárias” de época sobrevivente no século XXI. Confoeme diligência de 25/04/21, anexamos em 26/04/21 o cartão CNPJ com o CNAE compatível com o projeto apresentado.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, propomos as seguintes ações de acessibilidade: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Locação de banheiros adaptados para pessoas com deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais: Antes da exibição do espetáculo haverá uma narração descrevendo o espaço, fazendo com que pessoas com deficiência visual possam ter uma noção de como se dará o espetáculo. Com relação à acessibilidade de conteúdo, serão utilizadas as redes sociais na internet para o compartilhamento de informações e facilitação do acesso. Como sabido, os navegadores e sistemas operacionais (tanto em PCs, smartphones e quanto em Macs) possuem recursos de acessibilidade; assim, a disponibilização da programação, textos, imagens e vídeos do projeto na internet contribuem para acessibilidade de pessoas com deficiência (auditiva e visual) aos conteúdos gerados pelo projeto. Acessibilidade para deficientes auditivos: A cada ano é distribuído previamente e gratuitamente um programa impresso para a população. Este material contém toda a programação das festividades (dia, horário, local, tipo de manifestação cultural que será realizada e eventuais abordagens históricas), para leitura por deficientes auditivos. Com relação à acessibilidade de conteúdo, serão utilizadas as redes sociais na internet para o compartilhamento de informações e facilitação do acesso. Como sabido, os navegadores e sistemas operacionais (tanto em PCs, smartphones e quanto em Macs) possuem recursos de acessibilidade; assim, a disponibilização da programação, textos, imagens e vídeos do projeto na internet contribuem para acessibilidade de pessoas com deficiência (auditiva e visual) aos conteúdos gerados pelo projeto. Outros: Não há restrição alguma para a visualização do espetáculo por pessoas com deficiência cognitiva. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Locação de banheiros adaptados para pessoas com deficiência Acessibilidade para deficientes visuais: Será ofertada visita guiada e tátil aos materiais disponíveis e produzidos na oficina, caso haja público com deficiência visual na oficina. Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá intérprete de libras disponível, caso haja público com deficiência auditiva na oficina.

Democratização do acesso

Em atendimento ao Art. 20 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, propomos as seguintes ações de democratização de acesso: 1) Durante as festividades, não existe venda de ingressos, ou seja, é permitido o livre acesso da população à todas as atividades e apresentações, sem que haja distinção de público por se tratar de um espetáculo/festa popular, tradicional e folclórica. 2) O público previsto é de 1.000 mil pessoas nos dois dias de espetáculo/festa; 3) Será formado um grupo de voluntários devidamente identificados para dar maior apoio aos participantes; além da contratação de bombeiros civis e auxiliares de trânsito e disponibilização de UTI móvel com médico e enfermeiro. Estes agentes facilitadores e equipamentos contribuem para o maior acesso às áreas dos festejos, propiciam maior segurança e conforto dos envolvidos. Em atendimento ao Art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, propomos as seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22, conforme detalhamento quese segue: 1) Ensaios abertos da banda de música Santa Cecília: ocorrem geralmente a cada domingo do mês de agosto em preparação para a Cavalhada e Festa. 2) Ensaios abertos da orquestra local: ocorrem geralmente aos domingos do mês de agosto em preparação para a Festa da Padroeira. 3) Ensaios abertos da Cavalhada Nossa Senhora de Nazareth: ocorrem todos os domingos do mês de agosto no adro da Capela do Rosário. Neste local se reúnem 24 cavaleiros representando os mouros e os cristãos, para que na noite de 07 de setembro reprisem a Cavalhada fundada em 1704. 4) Desfile dos mascarados ou bandos: ocorrem todos os domingos do mês de agosto nas ladeiras históricas do distrito de Morro Vermelho. Os bandos representam a invasão dos mouros e os males da cultura pagã que assombra a comunidade. Sua apresentação possui ligação direta com a corrida da Cavalhada Nossa Senhora de Nazareth.

Ficha técnica

Nome: José Leal Pinheiro Cargo: presidente da Cavalhada Nossa Senhora de Nazareth desde janeiro/2018 A cavalhada foi fundada em 1704; em 1977 a manifestação também adquiriu personalidade jurídica; em 2018 foi imagem do ano no USA TODAY; em 2019 assumiu a condição de Conselheira do Estado de Minas Gerais no Conselho de Políticas Culturais (CONSEC) na cadeira “culturas populares, tradicionais e folclóricas”; em 2020 participou de um encontro internacional em Nazaré/Portugal e manifestou apoio a candidatura das “praticas e manifestações do culto a Nossa Senhora de Nazaré” a candidatura para patrimônio imaterial junto a UNESCO. Atua na organização das festividades há pelo menos 50 anos. Já exerceu o cargo de vice-presidente da entidade por várias anos. Também faz parte da Sociedade Musical Santa Cecília de Morro Vermelho há mais de 50 anos e nela já exerceu o cargo de presidente por várias vezes. Oferece aulas de música gratuita uma vez por semana há mais de 40 anos. É um dos principais mestres, transmissores de conhecimento correlatas a realização, manutenção e preservação da Cavalhada. Nome: Wellington Antônio Marques da Silva. Cargo: vice presidente da Cavalhada Possui experiência na montagem de estruturas, instalação elétrica e outros serviços de apoio. Atua na organização das festividades há pelo menos 20 anos. Nome: Solange das Graças Pinheiro. Cargo: 1ª secretária da Cavalhada É formada em técnico de segurança do trabalho, Engenharia de Produção. Também possui pós-graduação em Segurança do Trabalho. Atua na organização das festividades há pelo menos 20 anos. Nome: Suely de Nazareth Pinheiro. Cargo: 2ª secretária da Cavalhada É formada como técnica em Enfermagem. Também possui graduação em Direito atuando junto à entidade para auxiliar na resolução e boa condução das questões burocráticas, em especial, como voluntário no Direito. Nome: Daniela Leal Pinheiro. Cargo: 1ª tesoureira da Cavalhada Possui graduação e pós-graduação em Ciências Contábeis atuando junto à entidade como contadora e como tesoureira há alguns anos. Faz parte como voluntária da Cavalhada há 25 anos, começou muito nova na instituição. Também é integrante do Coral de Música Santa Cecília que é parte integrante da Sociedade Musical Santa Cecília de Morro Vermelho. Atua também como contadora voluntária na Associação Esportiva Natal Futebol Clube há 4 anos. Nome: Leonardo Evangelista Pinheiro. Cargo: 2ª tesoureiro da Cavalhada É formado em Técnico de Segurança do trabalho, Graduado em Engenharia de Produção e Pós-Graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho. Também é Perito Judicial no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) e no TRF (Tribunal Regional Federal). Atua na organização das festividades há pelo menos 20 anos, em especial, no ofício do linguajar dos fogos de artifício. Nome: Renata Cristina Nepomuceno Pinheiro. Cargo: 1ª fiscal da Cavalhada É graduada em Engenharia de Minas. Atua na organização das festividadeshá pelo menos 10 anos, em especial, no atendimento e organização das equipes de apoio, bem como, postos de alimentação e atendimento. Nome: Geraldo Magella Padro de Oliveira. Cargo: suplente 1º fiscal da Cavalhada É graduado em Engenharia de Produção. Também possui pós-graduação em Gestão Estratégica de Projetos. Atua na organização das festividades há pelo menos 10 anos, em especial, no ofício do linguajar dos fogos de artifício. Já fez parte como voluntário da equipe que organizava a Cavalhada Mirim durante a Festa de Nossa Senhora do Rosário, sendo responsável por ensaiar as crianças neste programa de educação patrimonial. Nome: Túlio Roberto Eládio Marques. Cargo: 2ª fiscal da Cavalhada É graduando em Engenharia Civil. Atua na organização das festividades há pelo menos 10 anos auxiliando nas tarefas correlatas a realização, manutenção e preservação da Cavalhada, em especial, na parte de confecção de enfeites, revisão e correção de peças gráficas, entre outros. Nome: Iolanda Nazaré dos Santos. Cargo: suplente 2ª fiscal da Cavalhada É formada em técnico de Segurança do Trabalho. Atua na organização das festividades há pelo menos 20 anos auxiliando nas tarefas correlatas a realização, manutenção e preservação da Cavalhada, em especial, com relação à tradição dos mordomos. Nome: Cristiano Lopes Prado. Cargo: 3ª fiscal da Cavalhada É formado em técnico de segurança do trabalho, Graduado em Engenharia de Produção e Pós-Graduado em Engenheira de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente, Pós-Graduado em gestão da qualidade e MBA em Gestão de Pessoas. Atua na organização das festividades há pelo menos 20 anos, em especial, no ofício do linguajar dos fogos de artifício. Também já foi voluntário na organização da festa de Nossa Senhora do Rosário por vários anos, atuando exclusivamente na coordenação de todos o projeto. Nome: Nildo Jesus Leal. Cargo: suplente 3ª fiscal da Cavalhada Atua na organização das festividades há mais de 50 anos. É um dos principais mestres, transmissores de conhecimento correlatas a realização, manutenção e preservação da Cavalhada. Já foi presidente da instituição por vários mandatos. Também é músico da Sociedade Musical Santa Cecília de Morro Vermelho há mais de 50 anos, onde agora exerce o cargo de presidente da organização. Nome: Raimundo Ricardo Pinto (Sr. Dico) Mestre veleiro responsável pelo ofício associado à manipulação da cera e fabricação de velas artesanais utilizando método rudimentar. Sociedade Santa Cecília (banda de música local) Foi criada na mesma data que a Cavalhada com a função de executar músicas típicas para evolução dos cavaleiros e suas embaixadas. No século XX, ampliou seu repertório e participação, apresentando-se também em outras ocasiões/eventos. Atualmente é composta de aproximadamente 30 músicas da comunidade e em união com o coral local, forma a Orquestra Santa Cecília executando refinada música sacra colonial dos séculos XVIII e XIX. Orquestra Santa Cecília de Morro Vermelho Herdeira daquelas antigas orquestras contratadas nos setecentos e oitocentos mineiros pelas irmandades religiosas do ciclo do ouro, a orquestra Santa Cecília de Morro Vermelho é composta pela junção de cantores locais e músicos vindos da banda de música do distrito. Em seu currículo, executa obras associadas à música sacra barroca, ajudando a preservar antigas tradições e ofícios associados ao trabalho de professores de música, copistas de partituras, além de manter viva a memória musical mineira. Quando convidada, já realizou esporadicamente apresentações músicas em outras localidades fora do distrito e em outras épocas. Lais Terçariol Vitral – Apoio administrativo para execução e gestão financeira e prestação de contas Gestora e produtora cultural desde 2006, tendo ampla experiência no mercado cultural, principalmente nas áreas de artes cênicas, música, patrimônio e gestão cultural/formação. Atualmente coordena e produz em parceria com a Vitral Bureau Cultural o projeto “Cultura & Cidadania Circula”, que realiza diversas atividades culturais (apresentações de artes cênicas, música, cinema e oficinas culturais) nas cidades de Barroso, Dores de Campos, Prados e São João del-Rei/MG, sendo também responsável pela curadoria do projeto desde seu início em 2016. Gestão financeira e prestação de contas dos projetos: Cultura & Cidadania Circula – 2018/2019; Sozinho e Bem Acompanhado – gravação e show de lançamento do músico Maurício Ribeiro – 2018/2019; Feed Dog Brasil – Festival Internacional de Documentários de Moda (Belo Horizonte/MG) – 2018/2019; Concerto Mineral – 2018/2019; Livro Itamonte em Memórias – 2016/2017/2019; Fórum do Amanhã - evento literário (Tiradentes/MG) – 2018; Arte Brasileira no Louvre (publicação do livro do artista plástico Diego Mendonça) – 2017/2018; VI Encontro da ONG Barroso Diversidade Cultural – 2016/2017; Cultura e Cidadania em Barroso – 2016/2017; Festival Acontece - Momentos Aymoré em Ouro Preto e Pouso Alegre – 2016/2017; Festival da Família - Momentos Aymoré em Belo Horizonte – 2016/2017; Festa da Cachaça Gourmet – 2016; Festival de História – fHist (3ª edição), realizado em Braga (Portugal) e Diamantina (Brasil) – 2015/2016; Festa do Café-Com-Biscoito – 2015 e 2016; Olhar Cultural em Barroso – 2015; Tiradentes em Cena – 2013 e 2015; Ferrovia Oeste de Minas: Memória e História – 2010 a 2015; Formação em Música para a União Musical Santa Cecília – 2009; Orientação Musical Para Comunidade de Arcângelo – 2009. Observação: Os 24 atores e atrizes não estão previstos na planilha orçamentária, pois são todos voluntários da própria comunidade. Cada um é responsável por sua vestimenta, cabendo a cada um deles providenciar corte e costura. A equipe de produção e assistentes também é toda formada por voluntários.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.