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PRONAC 202672Apresentou prestação de contasMecenato

Mostra de Repertório Cia Druw

MIRIAM DRUWE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 630,6 mil
Aprovado
R$ 640,3 mil
Captado
R$ 630,6 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
17469701000177ARCELORMITTAL BRASIL S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 130,6 mil

Eficiência de captação

98.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-07-01
Término

Resumo

O projeto trata-se da realização da Mostra de Repertório da Cia. Druw composta por 6 (seis) espetáculos de dança contemporânea para o público infantil. Será uma mostra descentralizada e de âmbito nacional pois, cada uma das cidades receberá 1 (um) espetáculo da companhia. Cada cidade também receberá 2 (duas) oficinas, sendo uma para pais e crianças e, outra para educadores.

Sinopse

Lúdico No espetáculo Lúdico, a reta, a curva e o ponto são personagens que têm características e personalidades próprias. A curva, estilosa, assanhada e sinuosa, é elástica, pode ceder e evitar, porque é capaz de desviar... O ponto é o início de tudo! E por ser o princípio, a tela branca foge dele, porque ela se acha linda assim, e tenta convencer a todos que sendo o mais simples dos elementos é cheia de graça, mas também cheia de expectativa... A reta é determinante, mandona, indica caminhos e tem certeza que é uma junção de pontos (o que é verdade...). O círculo preto, circunspecto, sisudo, é meditativo e diz, va-ga-ro-sa-men-te: “Aqui estou”. O círculo vermelho, por sua vez, é troadae relâmpago, apaixonado, irradia para todos os lados e roda, roda, roda...O criador ao se deparar com a reta, os círculos, o ponto, a curva e a tela, é engolido pela obra. Vila Tarsila Vila Tarsila joga luzes nas memórias de infância de Tarsila do Amaral, remontando sua trajetória criativa desde suas primeiras impressões sobre cores e formas até as origens dos elementos que influenciaram diretamente em sua criação artística. Miriam Druwe e Cristiane Paoli Quito buscaram referências em algumas telas da pintora modernista como “O Abaporu”, “A Negra”, “Sol Poente”, “O Lago”, “A Lua”, “Manacá”, “A Cuca”, “O Sapo”, “O Ovo” (ou “Urutu”) e “A Floresta”, para inspirar os seis bailarinos/intérpretes-criadores e a atriz Luciana Paes. O cenário e o figurino de Marco Lima são a materialização dessas ideias e procuram trazer a própria visão de Tarsila retratando a década de 1920. Por sua vez, a trilha sonora de Natália Mallo foi inspirada na obra do grande compositor Villa-Lobos, expoente do Modernismo brasileiro. Girassóis Espetáculo de dança contemporânea inspirado na trajetória artística de Van Gogh, Girassóis segue o fluxo de plantar e colher, em corpos que pulsam pinceladas carregadas de emoção. Os quadros “Camponeses”, “Comedores de batatas”, “Semeador”, “Noite Estrelada”, “O Quarto”, “Casa Amarela”, “Girassóis” e além dos personagens que habitam seus retratos como “O Carteiro”, “O Escolar”, ”LaMousmè”, “Gauguin”, “Segatóri”, “SrtaGachet no piano” e os autorretratos de Van Gogh serviram de inspiração para criação de um roteiro leve, lúdico e poético. O espetáculo foi concebido com o apoio da 9ª edição do Programa de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo. Poetas da Cor Em Poetas da Cor, a CIA DRUW mergulha no universo encantado da cor, onde cria partituras lúdicas e poéticas das cores em movimento. A cor está em tudo, dentro e fora, no cheio e no vazio, na luz e no pigmento, entre o céu e a terra, na física e na química. Uma cor nunca está sozinha, está sempre cercada de outras vizinhas e produzem efeitos contraditórios. Como uma cor se comporta ao lado da outra? Combinações, personalidades, tonalidades para uma composição poética em movimento. “Poetas da Cor” são seres, energias que acionam e resgatam a essência do poder criativo espontâneo que vive em nós. Este trabalho foi premiado pelo 17º Programa de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo. Dalí, Daqui, ou De Lá Daquí vem o olho, dalí vem a imagem, de lá vem o sonho com uma mensagem. Daquí, dalí, de cá, de lá. Ou seria o contrário dentro do mundo imaginário? Da onde vem o sonho e a imaginação? É um mundo de dentro, um mundo fora. Para mergulhar profundamente no mundo da imaginação é preciso adormecer, sonhar, como se nunca houvesse o acordar. O tempo e o espaço não existe na imaginação. Você pode imaginar o que quiser, onde quiser e como quiser. A imaginação é uma mágica. Espetáculo infantojuvenil que busca inspiração nos procedimentos do movimento surrealista como sobreposição de objetos desconexos, imagens poéticas, o humor, o sonho e a imaginação em uma composição lúdica utilizando elementos das obras dos pintores Magritte, Salvador Dalí, Frida Kahlo e livre criação da Cia Druw. Por ti Portinari Por tuas cores que brincam nas ruas das crianças. Por tuas danças que giram nas cirandas das infâncias. Por teu olhar de menino-pássaro-homem-estilingue que semeia a arte e a guerra extingue. Por sempre querer mais e mais. Por retratar com sua alma a própria paz. Pela busca constante da essência que brota em tinta e inocência. Por seus retirantes tão sofridos: impressionante realidade dos mesmos tempos idos. Por seus espantalhos, por seus campos, seus bosques... Por sua Brodowski. Por ser através de ti, por meio de ti, para ti. Por ti, Portinari. [Fábio Parpinelli]

Objetivos

Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Objetivo Geral: Realizar uma Mostra de Repertório, descentralizada, composta pelos 6 (seis) espetáculos da Cia Druw, a saber: · "Lúdico", · "Vila Tarsila", · "Girassóis", · "Poetas da Cor", · "Dalí, Daqui ou De Lá" · e o mais novo "Por ti Portinari". A mostra percorrerá 6 (seis) cidades brasileiras. Formato das apresentações por cidade: 2 apresentações para escola e 2 abertas ao público de 1 (um) dos espetáculos do repertório. A Cia Druw montará o mapa de apresentações (qual cidade receberá qual espetáculo), levando em conta critérios como: adequação do espetáculo ao teatro disponível na cidade, melhor tema a ser trabalhado em cada cidade, se aquela cidade já recebeu algum dos seus espetáculos, etc. Esse mapa será definido posteriormente. Mas, ao final do projeto, cada uma das 6 (seis) cidades terá recebido 1 (um) espetáculo da Cia Druw (sendo 4 apresentações deste) e 2 (duas) oficinas. Objetivo específicos: · Realizar uma Mostra de Repertório, descentralizada, da Cia. Druw por 6 (seis) cidades com 4 (quatro) apresentações em cada cidade _ totalizando 24 (vinte e quatro) apresentações, ao final do projeto, sendo: o 4 apresentações do espetáculo Lúdico o 4 apresentações do espetáculo Vila Tarsila o 4 apresentações do espetáculo Girassóis o 4 apresentações do espetáculo Poetas da Cor o 4 apresentações do espetáculo "Dalí, Daqui ou De Lá" o 4 apresentações do espetáculo ""Por ti Portinari"." · Levar os espetáculos de grande qualidade artística para 6 (seis) cidades do Brasil; · Realizar 1 (uma) apresentação de cada espetáculo com intérprete de Libras e áudio descrição; · Realizar 6 (seis) oficinas para educadores, sendo uma em cada cidade; · Realizar 6 (seis) oficinas para pais e crianças no sábado após o espetáculo, sendo 1 (uma) em cada cidades; · Atingir aproximadamente 3.000 pessoas diretamente e indiretamente, fomentando a dança nos aspectos estéticos, éticos e culturais, incluindo os educacionais.

Justificativa

O presente projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O presente projeto também atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma: - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. Ao longo dos seus mais de 15 anos de existência, a Cia Druw de Dança Contemporânea tem realizado estréias e circulações de seus espetáculos através de editais de fomento e apoio institucional (como a Lei de Fomento à Dança de São Paulo e o Edital de Circulação do SESI) e pelas leis de incentivo fiscal, como a Lei Rouanet e o PROAC ICMS. A companhia, por meio do seu histórico e estratégias, apresenta potencial de continuidade, uma vez que utiliza os aportes financeiros advindos de verbas públicas para se consolidar enquanto núcleo artístico, prevendo assim sua sustentabilidade. A Cia DRUW sabe da importância do incentivo fiscal para as realizações de projetos culturais no âmbito nacional. A Lei Federal de Incentivo à Cultura que completou 31 anos em dezembro de 2022 é um dos principais mecanismos de fomento à cultura no nosso país e vem sendo amplamente utilizada ao longo desses anos para contribuir com a formação do nosso mercado cultural, ampliar a democratização de acesso aos bens culturais, valorizar a cultura brasileira dentre muitos outros aspectos importantes.

Estratégia de execução

CIA DRUW DE DANÇA CONTEMPORÂNEA A Cia Druw vem desenvolvendo sua trajetória no cenário artístico da dança contemporânea por meio de uma intensa atividade que tem como foco de pesquisa a criação, difusão e formação cultural. Criada em 1996 pela bailarina e coreógrafa Miriam Druwe, a Cia Druw vem desenvolvendo um trabalho cujo principal objetivo é experimentar novas possibilidades de pesquisa e criação dentro de uma linguagem própria. Seus temas percorrem caminhos variados, com um estilo coreográfico que passeia de forma bemhumorada e reflexiva por temas do cotidiano e questões internas e externas da natureza humana. Ao longo de 17 anos, a companhia vem disseminando seu trabalho em âmbito nacional e alcança público das mais variadas classes sociais e faixas etárias através de seu variado repertório, realização de oficinas para bailarinos, atores, crianças e educadores, sistematizando propostas de instrumentalização (capacitação) de profissionais para que possam desenvolver seus trabalhos com uma abordagem mais consciente, criativa e construtiva da dança e suas possibilidades de associação com outras linguagens como artes plásticas, teatro, música e poesia. Em 2007, foi iniciado pela Cia Druw um percurso cênico inovador com o primeiro espetáculo para o público infanto-juvenil: a obra “Lúdico”, inspirada no livro “Do Espiritual na Arte”, do pintor Kandinsky e sua pintura não figurativa. Em 2009, com “Vila Tarsila”, a modernista Tarsila do Amaral foi reverenciada. Nesta obra, a companhia descreveu o movimento modernista, sua contribuição e seus significados para uma sociedade em transformação que buscava na Europa novos padrões estéticos, compreensão e prazer na arte. Em contraponto, o espetáculo “percorreu” vilas e vilarejos com Abaporu, nos revelando sua origem, nossa cultura e estórias de assombração contadas pelas negras da fazenda onde Tarsila foi criada. Em 2011 a companhia estréia Girassóis, inspirado na obra de Vicent Van Gogh, e entrou em contato com suas pinceladas carregadas de energia, com cores provenientes do coração e não somente da contemplação. O uso da cor por Van Gogh é extremamente lírico: ele sente as cores e revela seus sentimentos. Ou seja, ele não vê apenas o vermelho, o amarelo, o azul e o violeta; vê tristeza, gritos, melancolia e decadência. Em Girassóis, a Cia começa a se expressar e entender melhor um poder, o poder da cor, pouco estudado, porém enorme, capaz de influenciar todo o corpo humano enquanto organismo físico. Diante desse percurso cênico-coreográfico bem estabelecido, a Cia Druw sentiu a necessidade de aprofundar seus estudos e pesquisas. Assim, desenvolveu graças ao 14º Fomento à Dança da Cidade de São Paulo (2014) os “Experimentos Sinestésicos da cor”, pesquisa que deu suporte para a criação do espetáculo Poetas da Cor, inspirado no universo da cor. Em 2017, foi contemplada pelo 23º Edital de Fomento à Dança, com o Projeto “Dalí, daqui ou de lá?”, que se inspira nos procedimentos do movimento surrealista acerca do sonho e a imaginação. Reconhecida pela crítica e recebida com entusiasmo em diversos eventos e festivais de dança ao redor do país, a Cia Druw firma-se hoje como uma referência na pesquisa em dança contemporânea em São Paulo e uma das raras companhias de dança devotadas à criação e formação de jovens audiências no país. PRÊMIOS, FESTIVAIS E OUTRAS DISTINÇÕES 2003 | Prêmio Estímulo à Dança Secretaria da Cultura 2003 | Prêmio Estímulo Braços e Pernas pela Cidade, Centro Cultural SP 2007 | 3º Edital de Fomento à Dança – Projeto “Lúdico” 2008 | PAC 2008 – Projeto “Corpoético” 2009 | 6º Edital de Fomento à Dança – Projeto “Vila Tarsila” 2009-2010 | Edital Caixa Econômica Federal – Espetáculo “Lúdico” 2009 | Proac ICMS (Patrocínio Gerdau) “Lúdico” e “Vila Tarsila” 2010 | 9º Edital de Fomento à Dança (SP) – Projeto “Girassóis” 2010 | Edital CORREIOS – Projeto “Mostra de Repertório Cia. Druw – LÚDICO e VILA TARSILA”. 2011 | Bienal SESC de Dança – Espetáculo “Girassóis” 2012 | Proac ICMS (Patrocínio Duratex) - Espetáculo “Girassóis” 2012 | Rouanet (Patrocínio Volvo) - “Mostra de Repertórios” 2012 | Palco Giratório SESC - Circulação Nacional do espetáculo “Vila Tarsila” 2014 | 14º Fomento à Dança – Manutenção e Pesquisa “Sinestesia da Cor no Movimento” 2014 | Edital Caixa Econômica – Circulação. 2014 | Pinacoteca do Estado de SP – Projeto “Com Posição” 2014-2015 | 17º Edital de Fomento à Dança – Projeto “Poetas da Cor” 2016 | Viagem Teatral SESI – Circulação do espetáculo “Lúdico” 2017 | Viagem Teatral SESI – Circulação do espetáculo “Poetas da Cor” 2017 | 23º Edital de Fomento à Dança – Projeto “Dalí, daqui ou de lá?” 2019 | Viagem Teatral SESI – Circulação do espetáculo “Girassóis” 2019 | 27º Edital de Fomento à Dança – Projeto “Por ti Portinari”

Especificação técnica

Lúdico: Duração - 60 minutos Palco italiano Vila Tarsila: Duração - 60 minutos Palco italiano Girassóis: Duração - 60 minutos Palco italiano Poetas da Cor: Duração - 60 minutos Palco italiano Dalí, Daqui ou De Lá: Duração - 60 minutos Palco italiano

Acessibilidade

O proponente do projeto se compromete que atenderá o disposto em cada produto oferecido neste projeto do art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, proporcionando condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei no 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de Dezembro de 1999. PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: o proponente se compromete a realizar todos os espetáculos em local adequado, a saber, com rampa, corrimãos, elevadores, telefones e banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: Cada cidade terá uma apresentação com intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: Cada cidade terá uma apresentação com audiodescrição. CONTRAPARTIDA SOCIAL: OFICINAS PARA EDUCADORES ACESSIBILIDADE FÍSICA: o proponente se compromete a realizar todas as oficinas em local adequado, a saber, com rampa, corrimãos, elevadores, telefones e banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: Por se tratar de oficinas de movimentos, não é possível prever recursos de audiodescrição, pois a profissional responsável pelas oficinas não é especializada em ministrar aulas para esse público. OFICINAS PARA PAIS E FILHOS ACESSIBILIDADE FÍSICA: o proponente se compromete a realizar todas as oficinas em local adequado, a saber, com rampa, corrimãos, elevadores, telefones e banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: Por se tratar de oficinas de movimentos, não é possível prever recursos de audiodescrição, pois a profissional responsável pelas oficinas não é especializada em ministrar aulas para esse público.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso A) Informar como serão distribuídos os produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022: Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: a)_no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; DO ESPETÁCULO: - Realizar 2 espetáculos gratuitos em cada cidade para escolas públicas e ongs. O transporte dos alunos não está previsto em orçamento e será negociado com cada prefeitura local. - Os espetáculos para o público em geral serão gratuitos, bastando a retirada de ingressos com antecedência, num formato a ser combinado com cada teatro das cidades em que a Cia se apresentar. DAS OFICINAS PARA EDUCADORES: - As oficinas serão gratuitas com limite de participante de acordo com o espaço que receberá as mesmas. A inscrição será presencial ou por e-mail e será divulgada com antecedência. DAS OFICINAS PARA PAIS E CRIANÇAS: - As oficinas serão gratuitas e acontecerão aos sábados, após o espetáculo, no próprio teatro. AMPLIACAO DE ACESSO: Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; E ainda: CONTEÚDO DIGITAL: - A Cia Druw possui um canal no Youtube, aberto ao público, no qual estão disponíveis, gratuitamente, todos os espetáculos na íntegra, trechos de cada espetáculo, entrevistas e propostas de atividades para serem realizadas com crianças.

Ficha técnica

CIA DRUW – FICHA TÉCNICA Direção Geral: Miriam Druwe Direção Artística: Miriam Druwe Coordenação Geral: Miriam Druwe e Tono Guimarães Produção Executiva: Tono Guimarães Assistência de Direção: Alessandra Fioravanti Técnica de Som: Marcel Gilber, Pedro Moura e Tomate Saraiva LÚDICO Direção Geral: Miriam Druwe Concepção e Direção: Miriam Druwe e Cristiane Paoli Quito Coreografia: Miriam Druwe Intérpretes: Alessandra Fioravanti, Letícia Rossi, Manu Fadul, Elizandro Carneiro, Orlando Dantas, Anderson Gouvea e Miriam Druwe Trilha Sonora: Fábio Cardia Figurino e Cenário: Marco Lima Desenho de Luz: Marisa Bentivegna Operação de Luz: Marcel Gilber Produção: Plataforma Movente - Tono Guimarães Realização: Miriam Druwe Produções Artísticas VILA TARSILA Direção Geral e Artística: Miriam Druwe Roteiro e Direção Cênica: Cristiane Paoli Quito Concepção: Miriam Druwe e Cristiane Paoli Quito Cenário e figurino: Marco Lima Desenho de luz: Marisa Bentivegna Trilha sonora: Natália Mallo Interpretes: Alessandra Fioravanti, Anderson Gouvea, Elizandro Carneiro, Letícia Rossi, Manu Fadul, Miriam Druwe e Orlando Dantas Operador de luz: Marcel Gilber Produção: Tono Guimarães - Plataforma Movente Realização: Miriam Druwe Produções Artísticas GIRASSÓIS Direção, Concepção e Roteiro: Miriam Druwe Intérpretes: Alessandra Fioravatti, Letícia Rossi, Elizandro Carneiro, Anderson Gouvêa, Moisés Matos, Manu Fadul, Orlando Dantas. Direção Cênica: Silvia Leblon Trilha Sonora: Fábio Cardia Cenografia e Figurino: Marco Lima Projeto de Luz: Lucia Chedieck Vídeo-Cenário: Tatiana Guimarães Treinamento Clown: Sílvia Leblon Voz em off: Paulo Federal Fotos: Cláudio Roberto e Sílvia Machado Produção: Plataforma Movente - Tono Guimarães Realização: Miriam Druwe Produções Artísticas POETAS DA COR Concepção e Direção: Miriam Druwe Intérpretes/Criadores: Alessandra Fioravanti, Moises Matos, Manu Fadul, Orlando Dantas, AndersonGouvêa, Elizandro Carneiro Colaborador dramatúrgico: Ronaldo Aguiar Composição e direção musical: Divanir Gattamorta Pesquisa coreográfica: Denise Namura, Michael Bugdahn e Cia Druw Desenho de Luz: Lúcia Chedieck Cenário e Figurino: Marco Lima Vídeo Cenário: Tatiana Guimarães Operação de luz: Tomate Saraiva Produção: Plataforma Movente - Tono Guimarães Realização: Miriam Druwe Produções Artísticas DALÍ, DAQUI OU DE LÁ? Direção, concepção e criação: Miriam Druwe Intérpretes criadores: Alessandra Fioravantti, Moisés Matos, Elizandro Carneiro, Manu Fadul, Orlando Dantas, Letícia Rossi Textos e orientação dramatúrgica: Fábio Parpinelli Cenário e figurino: Marco Lima Trilha sonora: Divan Gattamorta e Guilherme Terra Vídeo cenário: Luciana Ramin Desenho de luz: Tomate Saraiva Jogos teatrais e manipulação de objetos: Fábio Parpinelli Confecção do figurino: Judith Lima Fotografia: Claudio Roberto Direção de Produção: Tono Guimarães – Plataforma Movente Realização: Miriam Druwe Produções Artístiscas POR TI PORTINARI Concepção, Criação e direção: Miriam Druwe Pesquisa coreográfica: Cia. Druw Intérpretes-criadores: Alessandra Fioravanti, Camila Bosso/Manu Fadul, Moisés Matos, Letícia Rossi, Orlando Dantas, Ricardo Januário e Thiago Amaral/Fabrício Licursi Assistente de coreografia: Alessandra Fioravanti Ator convidado: Thiago Amaral ou Fabrício Licursi Trilha sonora: Ed Côrtes Cenografia e Figurino: Fábio Namatame Assistente de Figurino: Juliano Lopes Vídeo-cenário: Estúdio Preto e Branco - Marlise Kieling Desenho de Luz: Marisa Bentivegna Consultoria: Cristiane Paoli Quito Participação especial: João Cândido Portinari* Dramaturgia: Thiago Amaral e Miriam Druwe - inspirados nos textos e poemas de Cândido Portinari, João Cândido Portinari e poema Guerra e Paz de Fernando Brant Referências Dramatúrgicas: Tono Guimarães Projeto Gráfico: Kléber Góes – Comunica Ações Direção de Produção: Tono Guimarães – Plataforma Movente INTÉRPRETES: Alessandra Fioravanti, Diego Mejía, Miriam Druwe, Orlando Dantas, Ricardo Januário e Thiago Amaral. CVs: MIRIAM DRUWE -Graduada em Artes Visuais pela Faculdade Paulista de Artes e bailarina com formação clássica, moderna e contemporânea, Miriam Druwe dançou em grandes companhias de dança como o Balé da Cidade de São Paulo, Cisne Negro Cia. de Dança, República da Dança e Cia. Terceira Dança. Em 1993, foi distinguida com o Prêmio de Melhor Bailarina pela APCA.Em 1996, fundou a Cia Druw, onde é coreógrafa e diretora artística. A companhia tornou-se uma referência de linguagem de dança para público jovem e infantil, por trabalhos como “Lúdico”, “Vila Tarsila” e “Poetas da Cor”. Desde então, vem desenvolvendo sua trajetória no cenário artístico da dança contemporânea por meio de uma intensa atividade que tem como foco de pesquisa a criação, difusão e formação cultural. Colabora em projetos de formação em escolas e companhias profissionais, como a Cia. Nau de Ícaros, Escola Livre de Dança de Santo André, Centro de Formação de Artes Circenses, Centro Cultural São Paulo, SESC e Galpão do Circo. Além disso, cria trabalhos para diversas companhias do estado, como o Corpo Estável de Dança do Teatro Municipal Polytheama, em Jundiaí (que dirigiu entre 2011 e 2014), a Cia. Duncan, em São José do Rio Preto e a Cia. Urucum, no Espírito Santo. CLAYTON SANTOS GUIMARÃES - Produtor - Dramaturgista (Dança/Teatro/Cinema), Pesquisador, Ator/Performer, Designer Gráfico, Produtor Cultural. Trabalha com pesquisa em Dança desde 2010, colaborando com diversos criadores da cena portuguesa e brasileira. ALESSANDRA FIORAVANTI Atuou nos espetáculos: “Omaromar” com o projeto de dança Mão na Roda (Direção e Concepção LuisFerron); “Gedanken – dança imagem e tecnologia” (Direção e Concepção Ivani Santana); como bailarina da Stacatto Cia de Danças de 1998 a 2004 nos espetáculos “Deixa Acontecer” (Direção Caren Polido Ferreira); “Resta Um...” (Direção Caren Polido Ferreira); “Pop Cartoon” (Direção e concepção de LuisFerron); “Q.A.Bsurdo” (Direção e concepção de Mirian Druwe); “Yin” (Direção e concepção de IvoniceSatie); “Inter-Valo” (Direção e concepção de IvoniceSatie e Anselmo Zolla); “Retoques” (Direção Caren Polido Ferreira); “Filhos de Papiza” (Direção e concepção de LuisFerron). DIEGO MEJÍA Formação eclética que passa pelas artes visuais - Fundação Universidade do Rio Grande (FURG/RS) e licenciatura em artes com habilitação em dança pela Faculdade Paulista de Artes (FPA/SP). É Bailarino, coreógrafo, professor, ator e palhaço.Integrou grupos como São Paulo Companhia de Dança (SP), Balé do Teatro Guaíra (PR), e DeAnima Ballet Contemporâneo (RJ). Atualmente pertence à Cia Druw (SP), com direção de Miriam Druwe, e Coletivo Híbrido, sob direção de Kathyagodoy, onde realiza pesquisa e produção de propostas cênicas de performance, dança e comicidade. LETÍCIA ROSSI Integrou a Cia Danças 2 dirigida por Cláudia de Souza e a InSaio Cia de Artes, dirigida por Armando Aurich e Renato Jimenez . Trabalhou com Renata Melo na peça ‛Passatempo‛, com Lara Pinheiro no projeto ‚Paisagens Internas‛ e com o artista José Roberto Aguilar em diversas performances e instalações. Em 2003, foi selecionada para participar do Programa Internacional de Residência coreográfica ‚ ChantierenConstruction‛ em Paris em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil. Vem trabalhando com a Cia Druw de Miriam Druwe desde 1999. ORLANDO DANTAS Bailarino e Artista Orientador. Iniciou o trabalho com artes cênicas em 1999, em 2002 com circo em 2003 iniciou na dança contemporânea em Diadema. Como intérprete criador, integrou o Grupo Danceato, dirigido por Ana Bottosso (2003), a Cia Cury de Dança, de Luis Cury (2004), o Grupo Corpo da Vez, de TonCarbones (2005). Grupo Divinadança, de Andreia Pivatto (2008), Cia Fragmentos de Dança, de Vanessa Macedo (2009) e atualmente, a Cia Druw, dirigida por Miriam Druwe. RICARDO JANUÁRIO Bailarino desde 2006, iniciou seus estudos em dança na cidade de Passos-MG na área de Hip-Hop Freestyle, já em São Paulo, entre 2010 e 2013 estudou Ballet Classico e Dança contemporânea no Pavilhão D Centro de Artes de Ricardo Scheir. Atualmente, atua como artista independente realizando projetos pessoais, é integrante da Cia Druw de Miriam Druwe, performer no espetáculo Black Hole - TrilogyandTriathlon de ShamelPittis (USA/Israel) e instrutor de dança no Instituto Olga Kos. THIAGO AMARAL Ator, performer e diretor de produção, Thiago Amaral é bacharel em Interpretação, formado pela Universidade de São Paulo (CAC/ECA/USP). É co-fundador e ator/criador da Cia Hiato, Foi indicado ao Prêmio São Paulo de Teatro de na categoria Melhor Ator pela peça “Experiência”. São Paulo, 2013 e Melhor Ator Coadjuvante e Revelação de Melhor Figurino pelo espetáculo “Buda”, com a Banda Mirim, em 2018. Recebeu o prêmio Questão de Crítica na categoria Melhor Ator com o solo “Ficção”. Rio de Janeiro, 2013. Recebeu o prêmio de melhor ator no Festival do Júri Popular, em 2012, com o curta “Quem matou Jorge?”, direção de Fernando Frahia. Moises Matos22 anos, bailarino sob o DRT: 0051100/SP - tem como principal eixo de pesquisa o Hip-Hop Freestyle, dança do contexto das street dances, e também a dança contemporânea - pesquisador do mover, inquieto no seu fazer artistico, técnico em dança formado pela instituição Centro Paula Souza – ETEC de Artes e também pelo ciclo II do Núcleo Luz. Em sua formação aprendeu com diversos nomes da dança e de outras áreas da arte como Liana Zakia, Ana Seelaender, Márcio Greyk, Pablo Araripe, Mauro Alves, Luis Fernando Bongiovanni, Cristiana Sarasidou, Ricardo Neves, Dressler Aguilera, Letícia Tadros, Emílio Terron, Paula Petreca, Jussara Miller, Jorge Garcia, Deca Madureira, Pedro Peu, Zé Ricardo, Evandro Hegel, Claudio Tebas, Juliana Ferrete entre outros. Participou de diversos espetáculos, intervenções artísticas ganhando alguns premios como primeiro lugar solo - estilo livre no “District” (maior evento de danças urbanas da américa latina); atuou como bailarino em “A Cidade Dos Rios Invisíveis - Estopo Balaio”, vencedor do Prêmio Shell 2019, na categoria Inovação. Além de compor o elenco do Núcleo Luz no “Heúroi” - Indicado ao prêmio APCA 2019 Melhor espetáculo não estreia. Moises pensa, se move e escreve pelo espaço com sua dança que é estranha e singular.É professor, coreógrafo e intérprete-criador atualmente integra as Companhias; Gumboot Dance Brasil, Cia Druw, Cia Conceito Urbano. Moises também é assistente de direção na Setes Companhia de Dança e Diretor do Mó Missão Dance, grupo que atua desde 2015 na periferia da zona leste de São Paulo. MANU FADULBailarina, intérprete-criadora e artista–educadora. Natural de Mogi das Cruzes, iniciou seus estudos em dança em 1991 em Suzano no Studio Márcia Belarmino onde formou -se em Ballet Clássico e Dança moderna e contemporânea. Estudou no Centro Pro-danza em Cuba/Havana, onde trabalhou diversas técnicas da dança.Integrou a Cia de Danças de Diadema por 9 anos onde atuou como bailarina, ensaiadora assistente de direção e artista-educadora (2004 á 2013). Ministrou oficinas de dança para crianças, adolescentes, adultos, terceira idade e portadores de necessidades especiais dentro do Projeto de Oficinas Culturais junto a prefeitura deDiadema e a comunidade da cidade. Atualmente integra a Cia Druw, com direção de Miriam Druwe. Elizandro Carneiro Em 2004, a convite da bailarina e diretora artística Ivonice Satie, atuou como bailarino na Companhia de Dança do Amazonas (CDA), onde além do repertório da Cia, participou também de diversas Óperas importantes, tais como: “Barbiere di Siviglia (de Giacchino Rossini), Otello (de Gioachino Rossini), Fosca (de Carlos Gomes) e La Gioconda (de Amilcare Ponchielli). Com o Grito Verde, de Ivonice Satie, participou do evento “Ano do Brasil na França”, em Paris. No ano de 2007 foi convidado a integrar o elenco da Cia. Borelli de Dança, com direção artística de Sandro Borelli, onde atuou até 2010. Em 2008, participou do evento “Para Ivonice Satie”, no Teatro da Dança, com o duo “Cuida de Mim”, de Ivonice Satie. Em 2011, integra o elenco da Cia Druw, com direção de Miriam Druwe, onde desenvolve trabalhos como intérprete-criador sob direção artística de Cristiane Paoli Quito e Silvia Leblon (linguagem do clown). Em 2012, participa da criação da Samaúma Cia de Dança, onde junto com a bailarina Elisângela Ferreira, cria seu primeiro trabalho autoral “Mundo Renovado”. É atualmente Bailarino da Cia Druw.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2024-12-31
Locais de realização (9)
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