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PRONAC 202674Apresentou prestação de contasMecenato

VII Bienal Internacional de Dança do Ceará de Par em Par - Bienal Criança

INDUSTRIA DA DANCA DO CEARA LTDA
Solicitado
R$ 902,9 mil
Aprovado
R$ 976,1 mil
Captado
R$ 972,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 537,9 mil
08976495000109PORTO DO PECEM GERACAO DE ENERGIA S/A1900-01-01R$ 265,4 mil
73759185000196CIA DE GAS DO CEARA CEGAS1900-01-01R$ 104,0 mil
07040108000157COMPANHIA DE AGUA E ESGOTO DO CEARA CAGECE1900-01-01R$ 65,0 mil

Eficiência de captação

99.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2022-07-01
Término

Resumo

A "VII Bienal Internacional de Dança do Ceará de Par em Par - Bienal Criança", ao explorar o eixo "Transversalidade nas Artes", oferta gratuitamente uma programação artística e formativa na área da dança para e com crianças na primeira infância, explorando novas relações entre as artes do corpo, do movimento e da imagem.

Sinopse

A Bienal Internacional de Dança do Ceará é um dos 4 festivais internacionais de dança mais importantes no Brasil. Suas ações estão pautadas na democratização do acesso à cultura, na formação artística em dança, no intercâmbio artístico e cultural e na promoção dadança cearense, reunindo companhias, pesquisadores, pensadores e outros profissionais da dança do Brasil e do mundo.Realizada desde 1997, a proposta da Bienal é trazer novos ares para a cena cearense, oferecendo uma programação baseada nos potenciais e nas fragilidades do contexto local, bem como democratizando o acesso à dança de qualidade a grandes públicos da capital einterior cearense.Durante esses anos passaram por palcos cearenses mais de 400 companhias dos quatro continentes e atingiu, por edição, cerca trinta mil pessoas. Diversos paradigmas foram quebrados, novas plateias foram criadas e novos profissionais foram formados.Baseada nos conceitos de multiculturalismo, neocolonialismo e etnocentrismo cultural e nas dimensões educativa, social e econômica da dança, o evento preocupa-se em ofertar produtos e serviços fora das lógicas ditadas pelo mundo globalizado, contemplando, assim, propostas artísticas mais experimentais, sem pensar no retorno mercadológico imediato e com foco na democratização do acesso à dança.Durante a Bienal, são realizadas as seguintes atividades:- 35 apresentações de dança contemporânea, entre espetáculos, performances e intervenções, de grupos e dançarinos de renome regional, nacional e internacional.- 4 palestras, formando um ciclo que reunirá pesquisadores e professores de dança do Brasil e exterior para discutir questões importantesrelacionadas a temáticas específicas, aberta ao público e também direcionada ao público especializado.- 4 Residências artísticas. Atividade de formação de longa duração, para professores de dança e bailarinos.- 4 Curso de aperfeiçoamento em dança para infância, para profressores de dança e bailarinos.- 2 Percussos de Criação, residência artística que tem como resultado um espetáculo apresentado ao final do processo)- 4 Visitas-guiadas aos espetáculos, visita ao ensaio geral, conversa com artistas e acesso às apresentações, destinada a estudantes deprojetos sociais envolvendo a dança.- 8 apresentações de dança para alunos em projetos sociais e escolas públicas.Os convidados do projeto ainda não estão definidos, devido a antecedência do evento. Eles serão selecionados através da escolha dacuradoria.

Objetivos

GERALRealizar a VII Bienal Internacional de Dança do Ceará de Par em Par - Bienal Criança, explorando o eixo ?Transversalidade nas Artes?, coma oferta gratuita de uma programação artística e formativa na área da dança para e com crianças na primeira infância, explorando novasrelações entre as artes do corpo, do movimento e da imagem.ESPECÍFICOS- Realizar 35 apresentações de dança contemporânea, entre espetáculos, performances e intervenções, de grupos e dançarinos de renome regional, nacional e internacional, democratizando o acesso ao conhecimento e à arte na primeira infância, gerando grandes possibilidades de fruição, reflexão, criação e produção artística;- Promover 4 palestras, formando um ciclo que reunirá pesquisadores e professores de dança do Brasil e exterior para discutir questõesimportantes relacionadas a temáticas específicas, aberta ao público e também direcionada ao público especializado;- Realizar 4 Residências artísticas, gerando um espaço coletivo de expressões de caráter estético, cultural, pedagógico e econômico,gerando novas perspectivas artísticas;- Promover 4 Cursos de aperfeiçoamento em dança para infância, instigando reflexões e criações em torno de questões pertinentes aosmodos de organização e às formas de habitar com foco na arte contemporânea;- Realizar 2 Percussos de Criação (residência artística que tem como resultado um espetáculo apresentado ao final do processo),fomentando a a produção da arte contemporânea cearense, em particular a dança e no contexto de crianças na primeira infância;- Realizar 4 Visitas-guiadas aos espetáculos, com estudantes, incluindo a visita ao ensaio geral, conversa com artistas e o acompanhamentodas apresentações, para democratização do acesso à cultura e estímulo à formação no campo artístico;- Realizar 8 apresentações para alunos em projetos sociais, destacando a transversalidade da dança, no contexto da primeira infância,com outras linguagens, entre elas, audiovisual, mídias digitais, pedagogia, antropologia, artes visuais, dramaturgias contemporâneas;

Justificativa

Em todo o País a cultura é algo quase inexistente entre as políticas para a infância; e ainda mais ausente no que se refere a primeirainfância. Infringindo o Estatuto da Criança e do Adolescente, o acesso à cultura à criança encontra-se distante do potencial de açõespossíveis de realização; algo que a curto, médio ou longo prazo vem causando prejuízos consideráveis à sociedade _ dada a condição deuma temporalidade própria à infância, centrada num período de intensas transformações cotidianas e seus desdobramentos futuros.Junto a essa dificuldade, existem outros entraves a serem suprimidos, como a falta de hábito cultural das crianças e os impactos negativosadvindos da cultura de massa, cuja influência afeta diretamente no desenvolvimento infantil. Tal realidade acentua os danos que daídecorrem, prejudicando em larga escala o capital social, cultural e humano do país. É evidente que as políticas culturais voltadas à infância brasileira não consideram de modo satisfatório a cultura em sua pluralidade,diversidade e construção de mundos _ algo que reflete diretamente no desenvolvimento, liberdade e produção de identidades e diferençasculturais que mobilizam capacidades cognitivas para ativar determinados circuitos da vida em sociedade. Esse contexto nacional reflete claramente o Estado do Ceará, onde as políticas estaduais são insuficientes para atender sequer um terçoda população de seu território _ fatia correspondente aos cearenses com menos de 14 anos. Tal ausência do governo tem sido suprida peloterceiro setor ou eventos referenciais no contexto das artes, como a Bienal Internacional de Dança do Ceará, por meio de projetossocioculturais de educação, artes e/ou cidadania. Contudo, em 2017, o Governo do Estado do Ceará sancionou o Plano de Cultura Infância do Ceará, o qual foi elaborado a partir damobilização de artistas sensibilizados por uma demanda crescente no contexto das artes, frente a complexidade pedagógica, cultural esocial da infância em sua singularidade propositiva. Tal documento prevê dez anos de políticas culturais para a infância, considerandodiretrizes, ações, metas e investimentos. Certamente, este fato é um marco legal para a política cultural cearense. Entretanto, o Plano está formalizado faz pouco tempo, sendonecessário ainda criar condições favoráveis para a sua efetivação, garantindo, desse modo, o direito à cultura às crianças do Estado doCeará de maneira adequada. Além desse direito ser garantido, é necessário ofertar atividades culturais de qualidade e que estas possam chegar às crianças dediferentes contextos sociais, reconhecendo-as como sujeitos culturais que demandam condições adequadas para seu desenvolvimentofísico e mental. Uma politica cultural para a infância deve garantir à criança a liberdade de criação e o acesso às fontes de cultura, alémde respeitar os valores culturais, artísticos e históricos do contexto social da criança, gerando espaços e movimentos de convivência,protagonismo, geração e acúmulo de capital social. Pensando nisso, a Bienal Internacional de Dança do Ceará tem como princípio pedagógico, no contexto da Cultura e Infância, tirar acriança de sua posição de objeto (dos pais, da escola, das teorias, do Estado) e deixar que ela ocupe sua posição de direito, que é ser umsujeito em seu momento específico de vida. Ou seja, proporcionando práticas artísticas em dança onde crianças, teoria e mundo semisturam, focalizando a realidade sob sua ótica e não a partir da ótica do adulto. Com essa postura, passou-se, então, a visualizar aespecificidade da primeira infância, tecendo ligações entre, de um lado, o corpo em estado de dança e, de outro lado, o corpo e suasdisposições nos primeiros seis anos de vida da criança. José Gil, em seu livro "Movimento total: o corpo e a dança", afirma de modo incisivo que a tarefa do bailarino é desvencilhar-se dosmodelos sensório-motores interiorizados. Realizar tal tarefa é próprio da primeira infância: apreende o mundo a partir de suamovimentação corporal. O corpo em movimento constitui a matriz básica da aprendizagem da criança. É experimentando-secorporalmente que os sentidos e a construção do pensamento tornam-se acontecimento.Essa infância, portanto, é uma figura do começo, no sentido de uma imagem que abre a possibilidade de um porvir aberto, inesperado. Ouseja, a infância tem em si a invenção do novo, fazendo-se experimentação do corpo em movimentos que potencializam o pensamento edão sentido à realidade. Daí propor esse projeto, Bienal Criança, dando concretude a singularidade da primeira infância, construindo uma programação inseridacomo parte do eixo "Transversalidade nas Artes" na VII Bienal Internacional de Dança do Ceará De Par Em Par, para o ano 2020, de mododiferenciado, respeitando devidamente o movimento próprio de crianças nos seis primeiros anos de vida. A Bienal Criança reúne atrações artísticas brasileiras e estrangeiras que trabalham com artes para a primeira infância, por meio denarrativas pertinentes à realidade contemporânea do público nessa faixa etária, oferecendo conteúdos e estéticas que possam contraporao que a indústria cultural oferece. Tratam-se de espetáculos que contemplam ações de sensibilização do público: produções coreográficasque buscam parcerias com escolas, creches, centros culturais, centros comunitários, organizações da sociedade civil. Produções artísticasque atinjam também idades diferenciadas, de bebês a adultos, apresentando dramaturgias que dialogam com a diversidade cultural doCeará, do Brasil e do mundo, revelando inovações nas artes para a primeira infância a nível local e internacional; além de gerar conteúdosque dialogam com a realidade da criança contemporânea. A Bienal Criança pretende criar espaço de lazer e convívio às crianças e às famílias, possibilitando gestos que possam abrir-se ao riso e aopensar coletivamente, vivenciando o processo artístico como estímulo ao conhecimento, leituras mais aprofundadas do mundo e darealidade, instigando a imaginação e a criatividade. O projeto também pretende expandir algumas de suas ações para municípios referenciais em dança. Tal iniciativa busca descentralizarpropostas atingindo o público da primeira infância no interior do estado. Outro aspecto a destacar é a garantia do acesso para crianças com deficiências físicas, ofertando sessões com intérpretes de libras eaudiodescrição, além de contar com trabalhos artísticos para crianças na primeira infância portadoras de autismo. O intuito é garantiracessibilidade e inserir diferentes portadores de deficiência na vida cultural da cidade desde a infância. Uma plateia diversificada,contemplando diferentes contextos, independente de classe social, gênero e cor da pele é um dos motivos de mobilização e criação deestratégias alavancadas ao longo dos anos pelas edições da Bienal de Par em Par. Por fim, destacamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdoslocais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

1. Festival/MostraOs locais escolhidos para ocorrer a Bienal Internacional de Par em Par cumprem com todas as exigências dispostas nas normas técnicas deacessibilidade – medidas dispostas art.27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente, serão elas: rampas de acesso, vagas reservadas,entre outras.O projeto contará com ações que envolvem planejamento e preparação para atender demandas de pessoas com deficiência. As ações doprojeto buscarão promover a acessibilidade sensorial em todos os seus produtos, buscando desenvolver através de suas ações recursos quepossibilitem a inclusão e diversidade do maior número de pessoas portadoras de deficiência possível. Para tanto, a Bienal Internacional dePar em Par contará, além do suporte da equipe técnica especializada, com mecanismos que sejam plenamente acessíveis, uma vez quefaz-se necessário, a fim de promover a acessibilidade sensorial na prática, oferecer serviços que possam ser acessados, utilizados ecompreendidos por qualquer pessoa, independente de sua condição física, comunicacional e intelectual.Dessa forma, e com a finalidade de proporcionar um amplo alcance e condições de acessibilidade ao público do projeto, algumas medidasserão inferidas aos objetivos daproposta:- Identificar a equipe da Bienal com uniforme e crachás;- Capacitar a equipe para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidadereduzida;- Reservar ao menos um sanitário acessível com trocadores adaptados para pessoas com deficiência;- Manter sempre o sanitário acessível destrancado pronto para o uso;- Cuidar para que os níveis de iluminação nos espaços de circulação sejam suficientes para uma boa acuidade visual;- Espaços totalmente monocromáticos serão evitados, pois uma pessoa com baixa visão tem dificuldade de se localizar;- Uso de áudio-descrição para apresentação de espetáculo de dança.Para garantir que as propostas de ação cultural sejam adequadas às diferentes necessidades das pessoas com deficiência, levaremos emconsideração as especificidades de cada indivíduo, respeitando, no entanto, o processo de programação e estabelecimento de políticas deinclusão. 2. Espetáculo de Artes CênicasOs locais escolhidos para ocorrer a Bienal Internacional de Par em Par cumprem com todas as exigências dispostas nas normas técnicas deacessibilidade – medidas dispostas art.27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente, serão elas: rampas de acesso, vagas reservadas,entre outras.O projeto contará com ações que envolvem planejamento e preparação para atender demandas de pessoas com deficiência. As ações doprojeto buscarão promover a acessibilidade sensorial em todos os seus produtos, buscando desenvolver através de suas ações recursos quepossibilitem a inclusão e diversidade do maior número de pessoas portadoras de deficiência possível. Para tanto, a Bienal Internacional dePar em Par contará, além do suporte da equipe técnica especializada, com mecanismos que sejam plenamente acessíveis, uma vez quefaz-se necessário, a fim de promover a acessibilidade sensorial na prática, oferecer serviços que possam ser acessados, utilizados ecompreendidos por qualquer pessoa, independente de sua condição física, comunicacional e intelectual.Dessa forma, e com a finalidade de proporcionar um amplo alcance e condições de acessibilidade ao público do projeto, algumas medidasserão inferidas aos objetivos daproposta:- Identificar a equipe da Bienal com uniforme e crachás;- Capacitar a equipe para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidadereduzida;- Reservar ao menos um sanitário acessível com trocadores adaptados para pessoas com deficiência;- Manter sempre o sanitário acessível destrancado pronto para o uso;- Cuidar para que os níveis de iluminação nos espaços de circulação sejam suficientes para uma boa acuidade visual;- Espaços totalmente monocromáticos serão evitados, pois uma pessoa com baixa visão tem dificuldade de se localizar.Para garantir que as propostas de ação cultural sejam adequadas às diferentes necessidades das pessoas com deficiência, levaremos emconsideração as especificidades de cada indivíduo, respeitando, no entanto, o processo de programação e estabelecimento de políticas deinclusão. Todas as ações de acessibilidade previstas para promover o acesso ao conteúdo do produto a pessoas com deficiência não geram nenhumcusto para o projeto, não havendo, portanto, a necessidade de uma outra fonte de recursos. 3. Contrapartidas SociaisOs locais escolhidos para ocorrer aBienal Internacional de Par em Par cumprem com todas as exigências dispostas nas normas técnicas deacessibilidade – medidas dispostas art.27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente, serão elas: rampas de acesso, vagas reservadas,entre outras.O projeto contará com ações que envolvem planejamento e preparação para atender demandas de pessoas com deficiência. As ações doprojeto buscarão promover a acessibilidade sensorial em todos os seus produtos, buscando desenvolver através de suas ações recursos quepossibilitem a inclusão e diversidade do maior número de pessoas portadoras de deficiência possível. Para tanto, a Bienal Internacional dePar em Par contará, além do suporte da equipe técnica especializada, com mecanismos que sejam plenamente acessíveis, uma vez quefaz-se necessário, a fim de promover a acessibilidade sensorial na prática, oferecer serviços que possam ser acessados, utilizados ecompreendidos por qualquer pessoa, independente de sua condição física, comunicacional e intelectual.Dessa forma, e com a finalidade de proporcionar um amplo alcance e condições de acessibilidade ao público do projeto, algumas medidasserão inferidas aos objetivos daproposta:- Identificar a equipe da Bienal com uniforme e crachás;- Capacitar a equipe para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidadereduzida;- Reservar ao menos um sanitário acessível com trocadores adaptados para pessoas com deficiência;- Manter sempre o sanitário acessível destrancado pronto para o uso;- Cuidar para que os níveis de iluminação nos espaços de circulação sejam suficientes para uma boa acuidade visual;- Espaços totalmente monocromáticos serão evitados, pois uma pessoa com baixa visão tem dificuldade de se localizar.Para garantir que as propostas de ação cultural sejam adequadas às diferentes necessidades das pessoas com deficiência, levaremos emconsideração as especificidades de cada indivíduo, respeitando, no entanto, o processo de programação e estabelecimento de políticas deinclusão.Todas as ações de acessibilidade previstas para promover o acesso ao conteúdo do produto a pessoas com deficiência não geram nenhumcusto para o projeto, não havendo, portanto, a necessidade de uma outra fonte de recursos.

Democratização do acesso

A VII Bienal Internacional de Par em Par terá 100% de seus ingressos distribuídos gratuitamente. A divulgação do projeto será feita emlocais específicos, buscando alcançar uma parcela das pessoas das cidades envolvidas que não têm acesso fácil a esse tipo de expressãoartística e cultural, contribuindo para a garantia do acesso à cultura. Não há limite quantitativo de público, sendo esperado durante aprogramação pessoas de diversos perfis – tendo em vista que as propostas artísticas são voltadas a faixas etárias e camadas sociaisdistintas, no interior e na capital do Ceará, atraindo um público diversificado, sendo o perfil do projeto formar novas plateias,alcançando, sobretudo, o público jovem das classes B, C e D, mobilizando universidades e escolas públicas e privadas, ONGs e o públicoem geral e tendo como público-alvo direto crianças e indiretamente as famílias, incluindo adolescentes, jovens, adultos, LGBT, mulheres enegros.A seguir, listamos as medidas de democratização do acesso previstas para cada produto gerado.Espetáculo de Artes CênicasIV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outrasmídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras,exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;Festival/MostraIV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outrasmídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras,exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;Ações de Contrapartidas SociaisO projeto prevê o total de 1.690 de beneficários da Contrapartida Social (portanto, mais de 10% do quantitativo de público previsto noplano de distribuição do produto principal), que é formado por alunos e professores de escolas públicas e projetos sociais, respeitandotambém o Art.22 da nova IN, que estabelece que 50% do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituirde estudantes e professores de instituições públicas de ensino.

Ficha técnica

Coordenação Geral - David Bessa Linhares (Dirigente da instituição proponente, que será responsável pela gestão do processo decisório do projeto) David Bessa Linhares é idealizador e diretor geral da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Tem formação em dança pela Ensaio Teatro eDança, de Brasília (DF), realizada com Graziela Figueroa e Ademar Dornelles (Ballet Stagium), entre 1978 e 1980. Durante este período,atuou como bailarino, ator e acrobata em espetáculos de Hugo Rodas, Maura Baiochi, Ari Pararrayos, Sérgio Ulhôa e Maiara Fagundes. Émestre em Linguística pela Universidade de Sorbonne Paris VII e doutor em Fonética Experimental pela mesma universidade.Entre 1990 e 2001, atuou como produtor cultural da Aliança Francesa de Fortaleza, sendo responsável pela produção do show ManoNegra/Mano Chao e da Semana Amado, trazendo ao Ceará os escritores Jorge Amado, Zélia Gattai e Paloma Amado e o espetáculo“Capitães de Areia”, da Cia. da Arte Andanças, dirigida por Andréa Bardawil. Nos anos 2000 fundou a empresa Indústria da Dança LTDA,que surgiu do interesse de contribuir para a profissionalização e sustentabilidade da Bienal Internacional de Dança do Ceará, bem como,desenvolver e prestar serviços artísticos e culturais, sobretudo na área de dança. Desde então, vem realizando a Bienal Internacional deDança que a cada ano confirma a opção de trazer para os palcos e praças do Ceará trabalhos que priorizam a pesquisa, a experimentaçãoe o intercâmbio entre continentes para compor a programação artística do festival.Realizações:12 edições da Bienal Internacional de dança do Ceará6 edições da Bienal Internacional de dança do Ceará de Par em ParPrograma de TV terceira margemRevista Olhar/CeDoc BienalConexão Cabo Verde Coordenação Administrativa - Associação dos Produtores de Arte do Ceará (Voluntário)Fundada em 27 de Abril de 2009, a Associação dos Produtores de Arte do Ceará - PROARTE é uma associação civil sem fins lucrativos,social, cultural e educativa, tendo seus objetivos em função da construção de modelos de desenvolvimento social. A associação atua,ainda, no intuito de formar e profissionalizar produtores locais através de encontros de formação e informação sobre as atividadesculturais do nosso estado, realizando festivais, simpósios, encontros, mostras, seminários e outras atividades. Atualmente tem comoPresidente Francisco Rafael Ferreira Silva.Possibilitando a inserção dos produtores culturais, numa perspectiva de benefícios para as classes populares, no âmbito da educação, arte,cultura, saúde e justiça, um de seus principais compromissos é a difusão da cultura no estado do Ceará.Entendendo a cultura como uma das maiores catalisadoras da manifestação e expressão do movimento humano, a PROARTE tem, em suatrajetória, uma série de importantes realizações em torno das artes cênicas, seja na perspectiva de formação de artistas, seja naprodução de espetáculos ou projetos culturais.Com um trabalho consolidado através de sua atuação como realizadora de projetos culturais, destacam-se os seguintes:• Festival do Teatro Brasileiro cena Baiana etapa Ceará (2009)• Projeto Conexão Cabo Verde (2010)• Brasil em Chile - Chile en Brasil (2010)• 5 Edições da Bienal Internacional de Dança do Ceará - DE PAR EM PAR• 10 Edições da Bienal Internacional de Dança do Ceará• Laboratório de Produção – Curso Técnico em Produção Cultural (2012/2013) Coordenação Administrativa - Paulo Feitosa (Voluntário)Produtor Cultural, Mobilizador de recursos para projetos culturais desde 2002. Dirige a produtora Quitanda das Artes, desenvolvendo nosúltimos oito anos extensa atividade como idealizador de eventos, coordenador, diretor executivo e mobilizador de recursos para projetosculturais em seus diversos segmentos, com atuação nacional e internacional. Nos últimos anos vem realizando projetos de intercâmbio,circulação, pesquisa, formação e difusão cultural, nos planos regional, nacional e internacional, com destaque para a articulação entrePoder Público, iniciativa privada, terceiro setor, produtores culturais, artistas e públicos. Entres os anos 2013 e 2014, dedicou-se à gestãode políticas públicas para a cultura, atuando como Secretário Adjunto da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult). Direção Artística e de curadoria - Ernesto GadelhaErnesto Gadelha atuou como bailarino profissional no Brasil, Holanda e Alemanha. É diplomado em pedagogia da dança pelo Instituto deDanças Cênicas de Colônia e pós-graduado em Dança Contemporânea pela Folkwang Hochschule, em Essen, na Alemanha. Ministrou aulasem diferentes países, para diversas companhias, teatros, estúdios e projetos de dança. Foi curador de diversos festivais, assumindo adireção artística da BienalInternacional de Dança do Ceará nas edições de 2009 e 2011 e 2013. Participou dediversas comissões de seleção de editais e festivais de dança. De 2003 a 2007 foicoordenador da área de Dança do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura ecoordenou a Escola Pública de Dança da Vila das Artes. Coordenação pedagógica – Rosa PrimoÉ bailarina e professora dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Dança da Universidade Federal do Ceará – UFC. Doutora, com estágiode um ano no Curso de Dança da Université Paris VIII (França), com bolsa CAPES, tendo finalizado o doutorado (2010) e mestrado (2004)em Sociologia (UFC), ambos com pesquisa relativa a corporeidade dançante. Graduada em Jornalismo (PUC de Campinas – São Paulo).Líder do Grupo de Pesquisa Concepções Filosóficas do Corpo em Cena (CNPq); foi membro da Association des Chercheurs en Danse;coordenadora do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID Dança (CAPES); crítica de Dança no Jornal O Povo (CE);coordenadora de Dança da Secretaria de Cultura de Fortaleza (SECULTFOR), e autora do livro “A dança possível: as ligações do corpo numacena”. Iniciou seus estudos em dança em Fortaleza, em 1977, sob a orientação de Hugo Bianchi e posteriormente Mônica Luíza. De 1989 a1992, prossegue sua formação em Campinas (SP), na Academia de Dança Lina Penteado. Em 1993 foi para a cidade de São Paulo e fez oCurso de Formação de Atores do Teatro Tuca. Em 1994 foi aluna do Projeto Dança, pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo,tendo aulas envolvendo seis técnicas de dança e doze disciplinas aplicadas à dança. Atuou como atriz em trabalhos do Grupo de TeatroTempo, com direção de Roberto Mallet; e na sequencia fez parte do Grupo Teatro de Dança de São Paulo, tendo dançado importantesobras coreográficas de Célia Gouveia. Como coreógrafa, estreou o solo Encanta o meu jardim no Espaço SESC Iracema/CE, em 2014 –agraciado com prêmio pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (SECULT-CE), pela SECULTFOR, Instituto de Arte e Cultura do Ceará(IACC), e Fundação Nacional de Artes (FUNARTE). Produção Executiva - João Paulo PinhoJoão Paulo Pinho Freitas é ator e produtor cultural, formado em Arte Dramática pela Universidade Federal do Ceará e graduado em GestãoPública pela Universidade de Fortaleza. Desde 2014 é coordenador de produção da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Atua tambémna área de Educação Ambiental desenvolvendo consultoria em projetos relacionados ao processo de licenciamento ambiental de petróleoe gás. *Ressaltamos que o proponente será responsável pela gestão financeira do projeto, bem como pela produção executiva, acompanhamento da direção artística e mobilização de parceiros.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (5)
Fortaleza CearáItapipoca CearáPacatuba CearáParacuru CearáTrairi Ceará