Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
"Rolézinho em Cena _ trajetos brincantes" é uma peça teatral encenada em praças históricas voltada para crianças entre 4 e 6 anos, que visa estabelecer relações culturais e educativas sobre o espaço urbano, através da experimentação cênica-sensorial das crianças com a cidade. Para isto, prevê-se a realização de 10 apresentações no Rio de Janeiro, 02 em Salvador e 02 em Paraty. Desta forma, o projeto objetiva estimular à educação patrimonial desse público, mediante linguagem cênica que apresentará a cidade não só como cenário, mas também como objeto de aprendizado e brincar, utilizando-se do real para estimular o imaginário das crianças.
“Rolézinho em Cena – Trajetos Brincantes” é um projeto de educação patrimonial pensado ao público de 04 a 06 anos. A partir da linguagem cênica sensorial, o projeto convida familiares e crianças em formação a brincar para praticar e, consequentemente, conhecer melhor o espaço urbano. Através de um roteiro cênico em trânsito pelas vias públicas, serão apresentados ao público, por meio da encenação dos atores, a arquitetura e o patrimônio histórico e cultural da cidade. Com classificação livre, projeto prevê a realização gratuita de 10 apresentações no Rio de Janeiro, 02 em Salvador e 02 em Paraty, cada uma com cerca de 1 hora de duração.
OBJETIVO GERAL: O projeto "Rolézinho em Cena _ Trajetos brincantes" tem como objetivo principal reforçar a necessidade de introduzir a educação patrimonial e o diálogo sobre direito à cidade ao público de 04 a 06 anos. Para isto, o projeto adotará a linguagem cênica-sensorial como ponto de partida para estreitar as múltiplas relações que as crianças podem estabelecer com o espaço urbano. Considerando que esse público reconhece as 04 figuras geométricas básicas (círculo, quadrado, triângulo e retângulo), e que a comunicação e assimilação do conteúdo proposto se dará através das artes cênicas, que irá explorar a ludicidade presente nos espaços da cidade, a partir do estímulo ao imaginário de cada criança; o projeto almeja a realização de 10 apresentações teatrais na cidade do Rio de Janeiro, 02 em Salvador e 02 em Paraty. As apresentações teatrais serão adaptadas às condições do público, considerando-se o espaço urbano como cenário principal. Isto é, a equipe do projeto (historiadores, produtores e diretor cênico) desenvolverá um roteiro cênico-experimental em trânsito por praças espaçosas das cidades escolhidas, aptas a receber crianças e que permitam a experimentação do que estamos chamando de "trajeto cênico" com o público. Por trajeto cênico, entendemos a realização de uma peça onde o público transita pela praça, experimentando os espaços, as alturas, as formas geográficas e, claro, ouvindo historias sobre a cidade e os espaços apresentados. Com um grupo de 4 atores, uma encenação interativa, se apresenta numa peça teatral de cerca de 60 minutos. A ideia é contar sobre a história, a formação e uso prático da cidade mediante associação dos espaços com as formas geométricas que esse público reconhece: apresentação dessas formas e seus reflexos em determinados ambientes de cidade, como reconhece-las e identificar as suas repetições nos espaços, e como experimentar tais espaços e portanto essas formas. Serão produzidos também sons para cada forma geométrica, como mais uma forma de estimular a associação e compreensão de espaços e seus usos. O projeto é uma parceria com o projeto Rolé Carioca, vencedor da 32º Edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade (concedido pelo IPHAN), na categoria de iniciativas de excelência no campo do Patrimônio Material, no segmento de empresas e fundações privadas. O "Rolé Carioca" é realizado pelo estúdio M’Baraká e há 08 anos promove a catalogação e difusão de conteúdos históricos e culturais da cidade do Rio de Janeiro, através de ações diversas e gratuitas de educação patrimonial (site, blog, vídeos e passeios guiados). O projeto conta com direção de Antonio Karnewale, bacharel em Autor e Roteirista, com po´s em Cinema e Linguagem Audiovisual. Participou de inúmeras montagens teatrais, com diretores como: Maurice Bejàrt, Geene Foote, Moacir Chaves, Paulo Jose´, Mari´lia Pera, Diogo Vilela, Sergio Britto, Aderbal Filho, entre outros. Karnewale atuou no projeto O´pera no Bolso (Prefeitura/RJ), projeto de óperas para crianças e na direça~o teatral, realizou inúmeros espeta´culos nos circuitos profissionais do RJ, SP, MG e DF. Destaca-se que Karnewale já realizou 3 espetáculos infantis em parceria com o proponente: ·Histórias de Alexandre, do livro homônimo de Graciliano Ramos. O espetáculo foi exibido em Centros Culturais do Banco do Brasil do Rio de Janeiro e Brasília e no Espaço Furnas / Eletrobras ·Qualquer Coisa Conta História - baseado na obra Ma Mére L´Oye, uma pequena obra-prima do francês Maurice Ravel, inspirada nos contos infantis populares transcritos por Charles Perrault e da Mme D'Aulnoy. Foi exibido Centros Culturais do Banco do Brasil do Rio de Janeiro e Brasília; ·Moleque Pizindim _ Neste, a proponente realizou produção de cenografia do espetáculo produzido pela Baluarte Cultura e exibido no Oi Futuro do Rio de Janeiro. O projeto objetiva o debate sobre o direio à cidade e o exercício da cidadania desde a primeira infância, bem como a importância da circulação e apropriação de espaços urbanos por esse público. E às crianças, deseja-se alcançar vínculos afetivos com o patrimônio histórico e cultural, através da linguagem cênica-sensorial, que de forma criativa e lúdica promoverá não só a interação com a cidade, como também contribuirá na construção do imaginário histórico individual e coletivo. As cidades escolhidas têm em comum: ·Relação com o mar e histórico portuário; ·Arquitetura de relevância histórica e patrimonial; ·Ganham relevância em momentos históricos similares ·Tem características compartilhadas no processo de ocupação ·Apresentam praças em seus centros históricos que permitem relacionar as temáticas do projeto garantindo fluidez segura do público, além de serem localizadas em regiões centrais e importantes para a formação das cidades. Para cada apresentação nas cidades do Rio de Janeiro, Salvador e Paraty, serão considerados: - público minimo de 200 pessoas por apresentação (crianças e seus acompanhantes). No entanto, como as ações serão realizadas em vias públicas, não há como limitar o acesso de pessoas participantes, por isto esse número poderá sofrer variações; - As apresentações cênica-sensoriais serão conduzidas por 04 atores, com acompanhamento da equipe de produção do projeto ao longo do trajeto proposto em cada roteiro, para monitoramento e auxílio ao público; - As cidades de atuação do projeto poderão sofrer alteração e os roteiros das apresentações cênica-sensoriais serão definidos quando da etapa de pré-produção do projeto, após pesquisa dos Historiadores e Equipe do projeto; - A fim de democratizar o acesso ao conteúdo proposto nos passeios, o proponente realizará registros fotográficos e vídeos que serão disponibilizados nos principais meios de comunicação do projeto e dos parceiros. Ademais, o projeto prevê também a produção e disponibilização na web de demais conteúdos para maior interação do público com o projeto, como jogos onlines (preparatórios às apresentações teatrais) e disponibilização dos sons que serão produzidos para associação às formas geométricas e, consequentemente, aos espaços públicos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: · Realizar 10 apresentações teatrais em vias públicas da cidade do Rio de Janeiro; · Realizar 02 apresentações teatrais em Salvador; · Realizar 02 apresentações teatrais em Paraty; · Realizar apresentações teatrais exclusivas para cerca de 800 alunos e professores da rede pública de ensino da cidade do Rio de Janeiro, como ação de formação cultural à educação patrimonial (art.22, I.N nº02/2019); · Estimular a educação patrimonial desde a primeira infância, como meio à preservação e valorização do Patrimônio Histórico e Cultural das cidades; · Proporcionar ações educacionais e culturais gratuitas, para consumo familiar; · Alcançar diretamente um público de cerca de 2.800 pessoas, com a realização dos passeios guiados; · Alcançar indiretamente um público de cerca de 20.000 pessoas, com a divulgação dos conteúdos gerados pelo projeto (roteiros culturais, vídeos e fotos) nos principais meios de comunicação do projeto e de seu parceiro (redes sociais e site); · Realizar registros fotográficos e videográficos das apresentações teatrais, de forma a difundir e democratizar o acesso ao conteúdo proposto; · Promover a Secretaria Especial da Cultura e o Governo Federal coma aplicação das marcas nos materiais de divulgação do projeto.
"O espaço de Educação Infantil deve ser diverso e afável. Deve permitir o olhar, a escuta, o toque, as experiências sensíveis, que visem o afeto e o acolhimento. Deve ser concebido de acordo com as necessidades geográficas, sociais e comunitárias do local em que será construído. Deve promover a participação da criança, como produtora ativa de cultura e conhecimento. Deve ser um espaço pensado para propiciar um contato entre o real e o imaginário, buscando estabelecer uma relação que une material e o imaterial." ("Carta de Brasília" faz reflexão e apresenta propostas para integração entre Cultura e Educação Infantil) "Rolézinho em Cena _ Trajetos brincantes" é um projeto idealizado para atender ao público da Primeira Infância e às suas necessidades culturais de reconhecimento, apropriação e ocupação dos espaços públicos. Utilizando-se da linguagem cênica-sensorial e assessível, o projeto de educação patrimonial busca dialogar com esse grupo de crianças (04 a 06 anos), explorando as grandes capacidades dessa faixa etária: alto potencial de assimilação de conteúdos, facilidade no desenvolvimento humano educacional e cognitivo e reconhecimento de noções de coletivo x individual. Desta forma, entende-se que é de extrema importância a inserção do público da Primeira Infância no processo de planejamento urbano, e que a adoção de uma linguagem especial e adaptada as limitações da idade, não exclui o potencial criativo do ato de brincar como ferramenta extraordinária de modificação e construção dos espaços da cidade e à própria noção direito à cidadania. Há 08 anos o proponente M’Baraká atua no campo de educação patrimonial, a partir da realização do projeto "Rolé Carioca", que convida o público a praticar a cidade como forma de conhecer e, consequentemente, preservar o patrimônio histório e cultural do Rio de Janeiro, através da oferta de ações culturais diversas. Durante esse período, identificou-se a necessidade de fomentar a apropriação das crianças ao espaço urbano, como um todo (considerando a cidade como um projeto em constante construção por meio de sua população). Entendendo também que o direito à cidade se estende a toda essa população, e que o mesmo se efetiva quando se reconhece, se identifica e se apropria dessa própria cidade, é de extrema relevância que agentes culturais, estado e população dialoguem em como viabilizar os espaços públicos à Primeira Infância. Desta forma, colocando-os como protagonistas na cidade, o projeto planeia o grande potencial criativo como ferramenta de construção da identidade, interpretação e reconhecimento à história local. Por isto, o "Rolézinho em Cena" se enquadra no art.1º da Lei 8313/91, nos seguintes incisos: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;" "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;"e "VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro." O projeto também atende aos incisos abaixo, do art.3º da referida lei: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;"e "IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos"
Não se aplica
Especificação do Produto Principal: As apresentações teatrais serão realizadas em trânsito por vias públicas de cada cidade: Rio de Janeiro, Salvador e Paraty, num roteiro histórico e cultural que abordará diversos pontos de interesse público *. A linguagem cênica-sensorial será adotada para alcançar o público-alvo do projeto (Primeira Infância). - 04 atores e equipe de produção, para condução do público; - Duração: 01 hora, podendo se estender de acordo com a interação de cada grupo; - Cidades de realização: Rio de Janeiro (10), Salvador (02) e Paraty (02); - Classificação: Livre; - Ingresso: Gratuito; - Público previsto: cerca de 200 pessoas por apresentação. Especificação das Peças de divulgação: Mídia: Anúncio Online Quant.: 8 Dimens.: variada Veículo: diversos Mídia: cartazes em transporte público Quant.: 100 Dimens.: variada Veículo: diversos Folders (programa) Formato: A3 com dobras/ Couche 90g / 4x4 Quantidade: 3.000 unidades (sendo 250 para cada) Cartaz Formato: A3 / Couche 90g / 4x4 Quantidade: 28 unidades (sendo 20 Rio de Janeiro, 04 Salvador e 04 Paraty) Convites Formato: A5 / Couche 150g / 4x4 Quantidade: 300 unidades (sendo 100 para cada)
1- APRESENTAÇÕES CÊNICAS:Acessibilidade física: tendo em vista que as apresentações cênicas serão realizadas em vias públicas nas cidades de atuação do projeto (Rio de Janeiro, Salvador e Paraty), quando da etapa de pré-produção a equipe do projeto buscará trajetos viáveis às pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, ou seja, serão priorizadas praças sem barreiras físicas (buracos, degraus, desníveis no solo etc) , ou pelo menos com o menor número possível, para garantir a autonomia, participação, livre circulação e equidade desse público.De toda forma, o projeto contará com monitores nas apresentações, que serão capacitados a auxiliar, quando necessário, às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, ao longo do trajeto cênico. Acessibilidade para deficientes visuais:o projeto buscará parceiros para produção dos folders em braille, em caso de captação total. Desta forma, as pessoas cegas ou com baixa visão poderão participar das apresentações cênicas através das descrições dos pontos e poderão acompanhar o trajeto cênico com autonomia através do roteiro, que buscará o ausência ou o menos número possível de barreias físicas. A produção prevê também a capacitação da equipe, através da acessibilidade atitudinal, de forma a atender às necessidades do público diverso, quando necessário, livre de preconceitos e de acordo com a Norma Brasileira de Acessibilidade - NBR9050/2004.Todas as apresentações serão registradas em vídeo e disponibilizadas gratuitamente nas principais redes de comunicação do projeto, e para atender às pessoas com deficiência visual, haverá o recurso de audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: o projeto contará com intérprete de libras em todas as apresentações nas cidades propostas, ademais serão disponibilizados também folders impressos com informações histórico-culturais do trajeto cênico proposto, bem como dos pontos selecionados nos roteiros.Todas as apresentações serão registradas em vídeo e disponibilizadas gratuitamente nas principais redes de comunicação do projeto, e para atender às pessoas com deficiência audititiva, será adotado janela de libras ou legendagem descritiva. 2- CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade física: tendo em vista que as apresentações cênicas serão realizadas em vias públicas nas cidades de atuação do projeto (Rio de Janeiro, Salvador e Paraty), quando da etapa de pré-produção a equipe do projeto buscará trajetos viáveis às pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, ou seja, serão priorizadas praças sem barreiras físicas (buracos, degraus, desníveis no solo etc) , ou pelo menos com o menor número possível, para garantir a autonomia, participação, livre circulação e equidade desse público.De toda forma, o projeto contará com monitores nas apresentações, que serão capacitados a auxiliar, quando necessário, às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, ao longo do trajeto cênico.Os workshops serão realizados em locais com recursos de acessibilidade fisica, como rampas, banheiros adaptados e elevadores. Acessibilidade para deficientes visuais:o projeto buscará parceiros para produção dos folders em braille, em caso de captação total. Desta forma, as pessoas cegas ou com baixa visão poderão participar das apresentações cênicas através das descrições dos pontos e poderão acompanhar o trajeto cênico com autonomia através do roteiro, que buscará o ausência ou o menos número possível de barreias físicas. A produção prevê também a capacitação da equipe, através da acessibilidade atitudinal, de forma a atender às necessidades do público diverso, quando necessário, livre de preconceitos e de acordo com a Norma Brasileira de Acessibilidade - NBR9050/2004.Todas as apresentações serão registradas em vídeo e disponibilizadas gratuitamente nas principais redes de comunicação do projeto, e para atender às pessoas com deficiência visual, haverá o recurso de audiodescrição. O workshop contará com monitores que poderão auxiliar as pessoas com deficiência visual sempre que necessário e/ou solicitado. Acessibilidade para deficientes auditivos: o projeto contará com intérprete de libras em todas as apresentações nas cidades propostas, ademais serão disponibilizados também folders impressos com informações histórico-culturais do trajeto cênico proposto, bem como dos pontos selecionados nos roteiros.Todas as apresentações serão registradas em vídeo e disponibilizadas gratuitamente nas principais redes de comunicação do projeto, e para atender às pessoas com deficiência audititiva, será adotado janela de libras ou legendagem descritiva.Nos workshops, serão contratados intérpretes de libras para atender às pessoas com deficiência auditiva.
APRESENTAÇÕES CÊNICAS-SENSORIAIS: Plano de distribuição: todas as apresentações cênicas propostas pelo projeto serão realizadas em vias públicas das cidades do Rio de Janeiro, Salvador e Paraty, sem restrição de acesso ao público. Desta forma, o projeto prevê gratuidade em todas as suas ações. Ao todo, o projeto prevê alcançar um público de 2.800 pessoas diretamente, com a realização das apresentações nas cidades, considerando que: - Rio de Janeiro: 10 apresentações cênicas-sensoriais Público: 200 pessoas (crianças e seus acompanhantes) / cada. Total de público esperado: 2000 pessoas Ingresso: gratuito - Salvador: 02 apresentações cênicas-sensoriais Público: 200 pesoas (crianças e seus acompanhantes) / cada Total de público esperado: 400 pessoas Ingresso gratuito - Paraty: 02 apresentações cênicas-sensoriais Público: 200 pessoas (crianças e seus acompanhantes) / cada. Total de público esperado: 400 pessoas Ingresso: gratuito Ademais, para atender ao solicitado no art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019, o proponente prevê a adoção das seguintes medida de amplicação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; CONTRAPARTIDA SOCIAL: Como ação de formação cultural à educação patrimonial (contrapartida social), para atender ao solicitado no art.22 da Instrução Normativa nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o proponente realizará apresentações teatrais especiais para cerca de 800 alunos e/ou professores da rede público de ensino do Rio de Janeiro, com oferta de ônibus e lanche aos beneficiários, como forma de viabilizar a participação desse público nas ações propostas. Este número corresponde a 10% do público previsto nas ações propostas pelo projeto. Ademais, será realizado um workshop voltado para professores da rede pública.Jogos, educação do olhar, práticas lúdicas das crianças na cidade. Neste workshop professores são estimulados a desenvolver atividades pensadas para a participação lúdica da criança na cidade. O que incentiva o consumo prático da cidade, que é acessível à apreciação e participação do público infantil, garantindo o exercício e o debate desde à infância sobre o direito à cidade e cidadania. Este workshop é voltado para educadores e estimula a criação de atividades para professores e alunos a saírem da sala de aula e a aprenderem com e na cidade. Estimula formas criativas de apresentar a cidade e sua historia tendo os professores como agente multiplicador das informações e a criança como púbico receptor. Serão 280 professores (sendo ao menos 50% deles da rede pública de ensino) contemplados de forma proporcional por cidade. A titulo de contextualização, a rede pública de ensino da cidade Rio de Janeiro conta com cerca de 40 mil professores, ou seja é realístico considerar uma adesão mínima de 280 professores.
ANTONIO KARNEWALE (DIRETOR ARTÍSTICO): jornalista com especialidade em História da Arte e formação técnica em Teatro e Dança, também é bacharel em Autor e Roteirista, com pós em Cinema e Linguagem Audiovisual. Possui, ainda, curso incompleto de Arquitetura e Urbanismo. Participou de inúmeras montagens teatrais, com diretores como: Maurice Bejàrt, Geene Foote, Moacir Chaves, Paulo José, Marília Pera, Diogo Vilela, Sergio Britto, Aderbal Filho, Andre Paes Leme, Regina Miranda, Karen Accioly, Luiz F. Lobo. Atuou no projeto Ópera no Bolso (Prefeitura/RJ), montagens de óperas para crianças. Foi diretor e professor de teatro no Bacharelado em Artes Cenicas da Fac. Cesgranrio. Ainda como professor-orientador participou do Projeto Sesc Dramaturgia (Sesc Nacional). Na direção teatral, realizou inúmeros espetáculos nos circuitos profissionais do RJ, SP, MG e DF. Em televisão, atuou como ator na linha de programas infantis da Rede Globo (TV Colosso e Angel Mix) e em cerca de vinte produções, entre telenovelas, seriados e minisséries. Em direção de audiovisual, na mesma emissora, entre 2009 e 2020, acumulou ou alternou as funções de preparador de elenco, assistente de direção e diretor. ROLÉ CARIOCA: Idealizado e executado pela M'Baraká há 08 anos, com edições anuais ininterruptas, o “Rolé Carioca” é um projeto multiplataformas de catalogação e difusão do patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro. Desde de seu lançamento em 2013, o Rolé já mapeou mais de 500 pontos de interesse histórico e cultural da cidade. Com o objetivo de se consolidar como um sistema de catalogação e difusão de conteúdos históricos e culturais do Rio, o Rolé Carioca considera as dimensões sociais, culturais e naturais da cidade para construir plataformas práticas de difusão da memória (social, histórica e afetiva). Em 2019, o projeto recebeu o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade (o maior prêmio concedido pelo IPHAN na área de patrimônio), na categoria de Iniciativas de excelência no campo do Patrimônio Material, no segmento empresas e fundações privadas. De 2013 a 2019 foram realizados 50 roteiros, com 500 pontos mapeados (cada um apresentado com sua respectiva relevância para a história e memória da cidade) e mais de 200 quilômetros percorridos. Mais de 20 mil pessoas já participaram dos passeios guiados e, atualmente, conta com mais de 30 mil seguidores em suas redes sociais. O Rolé Carioca presta consultoria de conteúdo ao espetáculo ora apresentado. A) ISABEL SEIXAS (PESQUISA / COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO): Formada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense, Isabel Seixas é sócia fundadora do estúdio M’Baraká, onde atua prioritariamente nas áreas de planejamento estratégico e no desenvolvimento de conteúdos e projetos, incluindo as etapas de pesquisa, curadoria, criação de conteúdos e planejamento executivo. Possui formação múltipla, com iniciação nas graduações de economia (UFF) e Ciências Sociais (UFRJ), a posterior formação em Produção Cultural (UFF), pós graduação em Marketing de entretenimento na ESPM-RJ e cursos livres como “Formação em Roteiro”, na Academia Internacional de Cinema e o intensivo “Cities, Cultural Heritage and Digital Humanities”, do Instituto Politecnico di Torino na Itália. Há 8 anos coordena o projeto Rolé Carioca, idealizado por ela, vencedor do prêmio Rodrigo Rodrigo Melo Franco de Andrade. O projeto hoje reverbera em múltiplas plataformas, com ações presenciais e virtuais, e possui em desenvolvimento a criação de sub produto voltado às crianças. Nos seus quase 20 anos de experiência, Isabel desenvolveu mais de 40 projetos, apresentou mais de 200 artistas, contou com apoio e financiamento de cerca de 30 empresas e coordenou equipes múltiplas, com profissionais das mais diversas áreas da cultura, entretenimento e segmentos afins. Nas artes cênicas para o público infantil, destaca-se na idealização e coordenação de produção dos seguintes projetos: • Série Conto Brasileiros (CCBB RJ e DF) - 4 espetáculos de música e literatura brasileira, baseados na obra de Câmera Cascudo, Clarice Linspector, Graciliano Ramos e Manuel de Barros. O evento foi realizado em 2009 e 2010; • Contos Clássicos (CCBB RJ) - Em 2009, foram realizados 4 espetáculos teatrais infantis de música clássica, baseados nas obras: Pedro e o Lobo, Qualquer Coisa Conta Historia, O Carnaval dos Animais e Histórias de Babar; • Histórias de Alexandre (CCBB RJ) - Espetáculo musical infantil inspirado nos contos do livro Histórias de Alexandre, de Graciliano Ramos, com direção de Antônio Karnewale (2010 e 2011); • Qualquer Coisa Conta História (CCBB RJ e DF) - baseado na obra Ma Mére L´Oye, do francês Maurice Ravel, inspirada nos contos infantis populares transcritos por Charles Perrault e da Mme D'Aulnoy. Dois contadores de histórias (interpretados por Antonio Karnewale e Sofia Porto) brincam com a estrutura narrativa de contos de fadas, misturando personagens e situações em um espetáculo mágico (2010); • Festival Internacional de Circo do Rio de Janeiro – Direção de Produção do festival, realizado em parceria com o Circo Crescer e Viver. Foram mais de 100 apresentações, de mais de 50 companhias em 3 edições do projeto (2012; 2014 e 2015); • Carnaval dos animais – Apresentação da obra homônima de Camille Saint Saens, consagrado compositor francês, para o público infantil com participação de Orquestra ao Vivo e do Grupo de Teatro de Bonecos Giramundo. Realizado em 2012, nas intermediações do Zoológico do Rio de Janeiro. B) WILLIAM MARTINS (HISTORIADOR / PESQUISA): Doutor em História pelo Programa de pós-graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGHIS/UFRJ - 2009). Mestre em História Social pelo PPGHIS/ UFRJ (2004). Bacharel e Licenciado em História pela UFRJ (2000). Pesquisador e Professor do projeto Rolé Carioca, financiado pela Prefeitura do Rio de Janeiro através da lei do ISS (2013 - atual). Foi Coordenador Nacional do Curso de História da Estácio (2009 -2014). Foi Coordenador Nacional do Curso de História EaD da Universidade Estácio de Sá (2011-2012). Foi Coordenador da Pós-graduação Lato Sensu em História do Brasil Contemporâneo na mesma instituição (2011-2012). Autor dos publicaçãos: Produzindo no Escuro: políticas para a indústria cinematográfica brasileira e o papel da censura (1964 - 1988) (2016); Paschoal Segreto "ministro das diversões" do Rio de Janeiro (1883-1920) (2014). Pesquisador do Núcleo de Pesquisa Propriedades e suas múltiplas dimensões/CNPq, financiado pela FAPERJ - Apoio a Grupos Emergente de Pesquisa no Estado no Rio de Janeiro. Membro da Comissão Assessora de Área de História / ENADE 2017. c) RODRIGO RAINHA (HISTORIADOR / PESQUISA): graduado em Licenciatura e Bacharelado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2004), tendo ao longo de sua graduação projetos de Iniciação Científica, na área de Idade Média. Fez o mestrado em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Seu doutorado em História Comparada - Programa de Pós-graduação em História Comparada (2013) foi ao mesmo tempo em que passou a atuar na educação básica no Colégio Santa Mônica e Superior na Universidade Estácio de Sá. Em 2009 assumiu a coordenação do campus Queimados, na Estácio, passando em 2011 a coordenar o campus Freguesia, e em 2012 no campus Madureira. Em 2012 passou a Coordenador de área de História, depois a Coordenador de Licenciaturas, e atualmente é Gestor Nacional da Área de Educação do grupo Estácio. Atualmente é professor adjunto da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, sendo principalmente responsável pela área de Península Ibérica.É pesquisador e Coordenador do Programa de Estudos - UERJ. Atua em Pesquisa e Extensão, como colaborador da Área na Universidade Estácio, além de coordenar, produzir conteúdos e fazer curadoria do projeto Rolé Carioca e Rolé Brasil.
PROJETO ARQUIVADO.