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Trata-se da circulação por cidades brasileiras da Exposição-Instalação MAHATMA, uma experiência visual, sonora e poética, inspirada no grande pacifista Mahatma Gandhi. A exposição- instalação utiliza a interatividade e a sensorialidade como elos de ligação com o público para que sua mensagem humanística seja absorvida de forma orgânica, ampla, integral e subjetiva. MAHATMA é uma ponte entre duas grandes fontes de inspiração - Gandhi, mensageiro da igualdade e respeito entre os povos, e o caleidoscópio étnico dos personagens das fotografias de Eliane Band, após sua jornada pela Índia. A instalação criada pela artista visual artista visual Eveline Costa carregada por uma paisagem sonora, infiltra-se ao material fotográfico impresso e projetado em grandes telas. A interatividade e a sensorialidade são condutores importantes da obra, através da qual o público se aproxima de uma realidade virtual, colocando-se em uma plataforma sonora e imagética.
A classificação indicativa da exposição-instalação “MAHATMA” é livre para todos os públicos. Sinopse: A Exposição-Instalação MAHATMA é uma experiência visual, sonora e poética que inspirada no grande pacifista Mahatma Gandhi, utiliza a interatividade e sensorialidade como pontes de ligação com o público para que sua mensagem humanística seja absorvida de forma orgânica, ampla, integral e subjetiva. Numa montanha de sal, a instalação traz, não somente o representativo fato histórico da Marcha do Sal, mas o objeto exposto traz também referências simbólicas de sonhos, legado e mensagens de Gandhi, com o intuito de emergir um súbito senso de humanidade. A instalação se une à exposição fotográfica de Eliane Band, após sua jornada por uma Índia quase esquecida, em seu isolamento em lugares remotos e distantes, em regiões altas e frias. O trabalho da fotógrafa apresenta matrizes que representam a cultura indiana, multi-religiosa, multi-racial e multi-étnica. A instalação criada pela artista visual Eveline Costa, é carregada por uma paisagem sonora, cujo conteúdo se infiltra ao material fotográfico impresso e projetado em grandes telas dispostas na galeria. Monitores de som estão dispostos pelo espaço– terminais com pequenos monitores ou micro telas, onde o público pode ter a experiência da ressignificação das imagens, se aproximando de uma realidade virtual. A interatividade e a sensorialidade são condutores importantes do projeto. No chão, ilhas de sal, representando os rastros desta caminhada de Gandhi e fragmentos da viagem da fotógrafa pelo Himalaia. As 24 virtudes associadas ao tear, importante ícone ligado a estória de Gandhi e à independência de seu povo, também são força de interação que “pulsam” dentro do espaço expositivo, através da projeção de tais virtudes. Durante o percurso do público, um passo pode provocar a virtude do amor, um toque - a virtude da coragem, virtudes emanadas por cada um... Estas virtudes também estarão relacionadas a certos personagens da exposição. Uma ponte entre duas grandes fontes de inspiração - Gandhi, mensageiro da igualdade e respeito entre os povos, e o caleidoscópio étnico dos retratados nas fotografias.
Tendo como base a conhecida citação de Gandhi,"O amor é a força mais sutil do mundo", o objetivo do projeto é trazer essa força e mensagem de volta a nossa consciência, tendo como ponte duas grandes fontes de inspiração - Gandhi, que foi um mensageiro da igualdade e respeito entre os povos, e o caleidoscópio étnico dos retratados nas fotografias, que ainda carregam a potência de suas tradições. O projeto almeja contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (evento gratuito), para o conhecimento de uma outra cultura e para o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações, para a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, e para a difusão cultural e histórica de um país plural e de rica diversidade como a Índia. O objetivo é levar também o espectador a conhecer e relembrar, através de uma imersão poética, os ensinamentos de um homem atemporal, referência na construção de um mundo mais igualitário e pacífico, unindo-se a riqueza e a pluralidade de culturas desconhecidas. Sendo assim, contribuem para este objetivo geral, as seguintes ações: 1) Realizar a exposição-instalação MAHATMA em 03 cidades brasileiras: Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. 2) Realizar a ação formativa cultural Experimentação do Olhar - Como Fotografar Pessoas como contrapartida social nos seguintes moldes: Encontros com a fotógrafa Eliane Band no formato de conversa com demonstração prática em 09 escolas da rede pública de ensino: 03 em Belo Horizonte, 03 no Rio de Janeiro e 03 em São Paulo.
A violência se prolifera. Referências éticas desmoronam. O mundo em rápida transformação. Nosso legado histórico e cultural se perde e se transforma com velocidade. Conhecimentos ancestrais - base da identidade de tantos povos, que levou milênios para se formar _ estão rápida e silenciosamente desaparecendo. A jornada humana não pode se apagar. Gandhi e seus passos...caminhada de respeito, dignidade humana, não violência e liberdade. Através deste projeto artístico, MAHATMA vem nos unir à possibilidade do viver, evoluir e expandir, com base na harmonia e na não violência. Baseado nesta conhecida citação de Gandhi,"O amor é a força mais sutil do mundo", o objetivo do projeto é trazer essa força e mensagem de volta a nossa consciência, tendo como ponte duas grandes fontes de inspiração - Gandhi, que foi um mensageiro da igualdade e respeito entre os povos, e o caleidoscópio étnico dos retratados nas fotografias, que ainda carregam a potência de suas tradições. Diante do exposto, acreditamos que o projeto está apto a captar e canalizar recursos por meio deste mecanismo de incentivo porque vai ao encontro do artigo 01 da Lei 8313/91, especialmente aos itens I, VII e VIII, por facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (o evento é gratuito); por desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações ; por estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e também, aos objetivos do PRONAC descritos no artigo 03 da mesma lei que discorre sobre incentivo à formação artística e cultural, por se tratar de realização de exposição em caráter gratuito que contribui para a difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico de um país plural e de rica diversidade com a Ìndia. Sendo assim, a anuência e a chancela desta Secretaria Especial de Cultura se torna imprescindível para a realização deste projeto.
Não se aplica.
Produto 1- Exposição Instalação: Duração de 30 dias em cada cidade proposta para a realização do projeto “MAHATMA”; Produto 2:CONTRAPARTIDA SOCIAL: Ação Formativa Cultural “Experimentação do olhar - Como fotografar pessoas” Conversa teórica e experimentação prática com a fotógrafa Eliane Band para alunos e professores da rede pública de ensino. Devido às dificuldades que muitas pessoas enfrentam ao fotografar um desconhecido, propomos desenvolver os seguintes pontos: Como abrir um espaço de confiança, empatia e descontração com a pessoa que se deseja fotografar.Como obter momentos genuínos ao fotografar um estranho.Como criar conteúdo e força no olhar.Como utilizar o ambiente do fotografado a seu favor, em benefício do que você deseja comunicar na imagem.Como utilizar a luz natural em benefício do fotografado? Duração do encontro: 3h. Insumo material: projetor, 2 câmeras fotográficas Quantidade de vagas: 50/escola
Em atendimento ao artigo 18 da Instrução Normativa nº 02 de 23 de abril de 2019, está previsto no orçamento analítico do projeto, custos com as seguintes medidas de acessibilidade: 1) Exposição- Instalação “MAHATMA”: Acessibilidade Física:A exposição-instalação “MAHATMA” será realizada em espaços culturais que ofereçam todos os recursos para portadores de necessidades especiais como rampas, elevadores, banheiros adaptados e barras de apoio. A produção se encarregará de contratar profissionais capacitados para oferecer toda a atenção e o cuidado para com este público. Acessibilidade para deficientes visuais: Recursos de Audiodescrição de todas as imagens presentes na exposição com explicações sobre as etnias e culturas e com histórias e curiosidades vivenciadas pela fotógrafa durante o tempo em que permaneceu na Índia; Acessibilidade para deficientes auditivos: A exposição contará com legenda descritiva em todas das imagens que serão expostas; 2) Contrapartida Social- “Experimentação do olhar - Como fotografar pessoas” Acessibilidade Física:A contrapartida social será realizada em escolas. A produção optará por escolas que atendam todos os recursos para portadores de necessidades especiais como rampas, elevadores, banheiros adaptados e barras de apoio. Acessibilidade para deficientes visuais: Não aplicável, devido a natueza da contrapartida social que será em formato de palestra e experimentação guiada pela própria fotógrafa. Os deficientes visuais não ficam impedidos de participar. Acessibilidade para deficientes auditivos:Contratação de profissional intérprete de libras para atender a ação formativa cultural “Experimentação do olhar - Como fotografar pessoas”.As medidas de acessibilidade adotadas serão informadas em todos os meios e materiais de divulgação do projeto.
Em atenção ao artigo 20 da Instrução Normativa nº 02 de 23 de abril de 2019, toda a programação do projeto será gratuita, favorecendo o amplo acesso à população e a formação de novos públicos. A ação formativa cultural atenderá gratuitamente um público de 450 pessoas entre professores e alunos da rede pública de ensino nas cidades propostas para o evento. Além disso, em atendimento ao artigo 21, a produção irá contatar escolas da rede pública de ensino e oferecer transporte gratuito ao público, favorecendo a ida dos estudantes ao evento.
Fotografia- Eliane Band Curadoria/ Instalação Artística/Concepção Audiovisual/ Coordenação Geral - Eveline Costa Projeto Museográfico: Oswaldo Eduardo Lioi Projeto Gráfico: Pablito Kucarz Produção Executiva- Eliane Band Realização: E.C. Costa Produções Ltda OBS 1: Os demais profissionais serão escolhidos na etapa de pré-produção do projeto OBS 2:O proponente/dirigente prestará os seguintes serviços ao projeto: Curadoria, Instalação Artística, Concepção Audiovisual e Coordenação Geral além da Gestão Admnistrativa e Financeira. Eliane Band (Fotógrafia e produção executiva)- Formada em Turismo com pós-graduação em Gestão da Cultura e outra em Marketing, Eliane se dedicou as artes plásticas por alguns anos e posteriormente trabalhou na TV Globo por 10 anos, tanto na área de comunicação, onde produziu inúmeros eventos de grande porte, inclusive internacionais, quanto na área de aquisição de obras literárias, quando culminou o desejo de mudar radicalmente sua vida. A admiração, paixão e respeito que sentiu ao conhecer etnias distantes, a levou a abandonar uma carreira e um trabalho sólido e a mudar completamente seu estilo de vida e valores para conhecer, entender e fotografar como vivem essas culturas tão ricas e tão distantes da nossa realidade. Estudou fotografia no Ateliê da Imagem e durante 5 anos viveu e percorreu o sul e sudeste asiático, em busca de povos que ainda preservam suas tradições, registrando imagens de momentos rotineiros e solenes de pessoas que vivem em lugares remotos e resguardam em suas paisagens, rostos, corpos e ritos- as histórias de seus povos e etnias. Publicou em 2015 pela Editora Luste, o livro de fotografias “Mundos Esquecidos, Uma Jornada Através da Ásia”, resultado de pesquisas em busca de povos que ainda preservam suas tradições, com ênfase nas complexidades culturais e minorias étnicas do Himalaia, Sul e Sudeste Asiático. Em 2018 participou do Multicidade, Festival Internacional de Mulheres nas Artes Cênicas com uma exposição individual na casa de Cultura Laura Alvim, no Rio de Janeiro. Em 2019 foi convidada para participar do XV Festival Internacional de Fotografia, Paraty em Foco, com a exposição individual Mundos Esquecidos. Eveline Costa (Curadoria, Instalação Artística, Concepção Audiovisual, Coordenação Geral e Gestão Financeira)- Eveline Costa é diretora cinematográfica, dramaturga e produtora cultural, formada em jornalismo em 1992 e especialização em Film & Television Business na Fundação Getúlio Vargas em 2005. Em 2001 fundou a Sequência f i l m e s (hoje Sequência filmes, músicas e cênicas) com a produção do curta-metragem experimental (16 mm) “Luz Negra”, direção de Nuno Ramos. Fez Direção Cinematográfica na Escola de Cinema Darcy Ribeiro no Rio de Janeiro e Teatro no Tablado. Estudou roteiro com Luis Carlos Maciel, direção com Walter Lima Jr. Workshop de direção de documentários com Eduardo Coutinho, workshop para autores e escritores, com o escritor e diretor chileno Marco Antonio de La Parra, workshop para atores com os diretores: Walter Lima Junior, Ignácio Coqueiro e Jadranka Andjelic. Em 2003, foi assistente de direção no curta-metragem de ficção (35mm) “Rubi”, de Fábio Novelo, com Ricardo Blat e Darlene Glória. Selecionada com o roteiro de seu próximo longa-metragem “O Funeral de Pedro” para o Laboratorial Internacional de Roteiro, LAB GUIÓN, Colômbia, 2018. Ganhadora de Alianza Filmarket Hu. Diretora Geral e Curadora do Multicidade – Festival Internacional de Mulheres nas Artes Cênicas em 2015 e 2018 ( com Paola Vellucci e Jadranka Andjelic). Em 2014, lançou o longa-metragem “CADA VEZ MAIS LONGE” que dirigiu com Oswaldo Lioi, selecionado para a 18ª Mostra de Cinema de Tiradentes , em janeiro de 2015. Selecionado pelos curadores da Semana da Crítica de Cannes e do Festival Internacional de Toronto no “Encontros com o Cinema Brasileiro/ANCINE”. Pelo filme “dia sim, dia não” que Eveline Costa dirigiu e fez a direção de fotografia, recebeu o Prêmio de melhor documentário, no concurso Rio Criativo / FIRJAN 2008, Rio de Janeiro e Prêmio Curadoria e Prêmio Mochileiro (Popular) no Entretodos – 2º Festival de Cinema de Direitos Humanos em São Paulo, 2008. O documentário participou de 28 festivais: 17 no Brasil, 8 na Europa e 2 nos Estados Unidos 1 na Ásia. O filme foi um dos indicados para o Grande Prêmio VIVO do Cinema Brasileiro 2010 (categoria Curta-metragem). Em 2007 fez a direção de fotografia do documentário média-metragem, “Invisible City”, na Sérvia. No teatro, assistente de direção em MARATONA, de Naum Alves de Souza, dirigida por Darson Ribeiro no Teatro Cândido Mendes; em ALMAS GÊMEAS, direção Luis Carlos Maciel e TARDE CHUVOSA, direção André Pimentel; como produtora e cenógrafa em FAMÍLIAS, direção de Ricardo Kosovski, no Tablado e em A VISITA, texto Friederich Durremant, no Sesi Ginástico. Eveline Costa produziu e fez a dramaturgia do espetáculo de teatro “Cidade In/Visível” (direção Jadranka Andjelic). O projeto ganhou o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2009. Para o espetáculo “Catadores de Sonhos – Utopia com Atores e Alpinistas” (Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2009, direção Jadranka Andjelic) que estreou no Teatro Gláucio Gill em janeiro de 2011 fez a direção de Imagens, direção de produção e cenário. Criou o audiovisual para a performance de dança “Esther Willians não quer mais nadar“, direção de Norberto Presta, 2012; criou audiovisual para o espetáculo “Histórias de Família”, direção Ana Teixera e Stephane Brodt, AMOK Teatro, 2012. Assina dramaturgia para o espetáculo “Memórias do Pequeno Circo” da Sala Preta e Sequencia Cênicas em 2014/2015 (direção Jadranka Andelic). Oswaldo Eduardo Lioi (Projeto Museográfico)- É designer, diretor de arte e cenógrafo. Arquitetura USU RJ 1981 e Artes com Anísio Medeiros, Lygia Pape, LC Ripper. Studio Jum Nakao. Diretor de Arte de Cinema- Prêmios Kikito de Ouro Gramado 2006, Tropeiro de Prata 2010 e 2014, Araxá Terra do Sol pela Obra 2012, Take Único Direção de Arte 2019.Mostras: ll Salão Universitário 1o prêmio FUNARTE -Projeto Arco Íris INAP Mostra Individual -Museu de Belas Artes Individual Curadoria Antônio Bento -International ArtDoor Exhibition 1st. 3rdRecife -Fundação J. Miró Desenhos Barcelona -Mostra Programa Legal no MAM RJ -Prêmio Selo de Qualidade Museu da Casa Brasileira -Prêmio Rodrigo de Mello Franco Patrimônio Cultural IPHAN MINC. Em 1990 cria a KADIWÉU PROJ. ARTÍSTICOS ME - Mostras, Teatro e Filmes. Pablito Kucarz (Projeto Gráfico)- Pablito Kucarz é designer gráfico, ator e produtor cultural. Nos últimos 10 anos assinou material gráfico de divulgação de mais de 30 trabalhos de teatro, música, cinema e artes plásticas. Na área de editoração de livros trabalhou em mais de 10 projetos entre livros infantis, literatura, artes plásticas e dramaturgia. Tem sua produção gráfica voltada principalmente para a produção cultural tendo trabalhado com importantes companhias de teatro e artistas em todo o pais, entre eles Act, Pausa Cia, Teatro de Breque, Súbita Companhia, Processo Multiartes, Companhia Brasileira de Teatro, Duplo Produções entre outros. Também é responsável pela identidade visual de importantes eventos culturais como a 2 edição do festival Multicidade (RJ), IFTR em São Paulo e Mostra Novos Repertórios em Curitiba.
PROJETO ARQUIVADO.