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Circulação do espetáculo Hoje o escuro vai atrasar para que possamos conversar, do Grupo XIX de teatro, em comemoração aos seus 20 anos. A circulação vai passar por 7 cidades entre as 5 regiões do país, com apresentações gratuitas. Ainda dentro deste projeto serão realizados rodas de conversas e oficinas. Todas com inscrições gratuitas.
SINOPSE: Hoje o escuro vai atrasar para que possamos conversar se passa em um triste vilarejo onde não vivem mais animais, nem domésticos e nem silvestres. Algo muito estranho aconteceu no passado que provocou a fuga dos bichinhos e os transformou em seres quase mitológicos, lembrados apenas nas aulas da professora Rafaela. Nesse lugar misterioso, vivem os colegas Santi, Clara e Luna, que, depois de sofrer bullying de seus colegas também desapareceu. Desconfiados de que Luna teria sido raptada pelo Espírito do “não-sei-o-quê” do bosque, Santi e Clara partem floresta a dentro em busca da amiga. A encenação apresenta ao público delicados temas discutidos pela obra de Amós Oz, como os efeitos da discriminação e do tratamento indesejado, como o bullying isola as pessoas e a consciência de que o “outro” também tem medos, fragilidades e inseguranças. A ideia é fazer com que as crianças entendam a alteridade como uma extensão do eu, desconstruir o processo vicioso de desqualificação de um indivíduo por causa de suas diferenças e mostrar que as pessoas formam juntas as conexões do tecido social de uma comunidade. A ideia da peça é tentar através da estrutura fabular discutir como se desmonta a estrutura normativa que permite a perpetuação desse mecanismo de opressão social na escola, algo que segue normalizado dentro dos ambientes de socialização da criança e que deveria ser mais discutido. RODA DE CONVERSA Em cada uma das cidades da circulação será realizada em espaço pré-definido ou no próprio espaço das apresentações uma Roda de Conversa, que acontecerá antes ou depois das apresentações. Esta atividade é destinada à artistas, educadores, e qualquer outra pessoa interessada no processo de criação do grupo O assunto central será o histórico do grupo, processo de criação do espetáculo e a principal motivação para realizar um espetáculo direcionado ao público infantil. Duração de 90 à 120 minutos. OFICINA INTERATIVIDADE CÊNICA DO GRUPO XIX Uma característica muito particular do Grupo XIX de Teatro é a atuação de seus artistas em mais de uma área da produção/criação. Assim, a atriz do grupo também é a figurinista, o ator, também dramaturgo, iluminador ou diretor da peça. Todos colaboram e coordenam as várias etapas de criação. Da mesma forma, produtores, iluminadores, contrarregras também são artistas e trabalham em suas áreas de modo à contribuir criativamente para o resultado comum. Duração: 3 horas/aula
Objetivos gerais: Hoje o escuro vai atrasar para que possamos conversar é o primeiro espetáculo infantil do Grupo XIX de Teatro após uma longa jornada de 17 anos de trabalho com espetáculos adultos. O espetáculo nasceu da vontade e do desafio de falar sobre determinados temas para as crianças e de perceber que algo vai mal quando construímos um mundo onde a diferença é vista como ameaça e tornamos o outro refém da sua própria identidade. Nos deparamos então com o livro De repente, nas profundezas do bosque de Amóz Ós, escritor que investiga em muitas de suas obras, justamente, a intolerância. O espetáculo estrou em 2018 e seguiu por diversas temporadas, chega agora num momento de maturidade e domínio que merece uma circulação nacional. Objetivos específicos: - Realizar um circulação nacional do espetáculo Hoje o escuro vai atrasar para que possamos conversar - A circulação compreende uma temporada da cidade de São Paulo, sede do Grupo, um curta temporada no Rio de Janeiro e mais uma circulação pelas principais capitais do pais. - Cidades da circulação: São Paulo _ SP _ 9 sessões Rio de Janeiro _ RJ _ 4 sessões Manaus _ AM _ 2 sessões Parnaíba _ PI _ 2 sessões Fortaleza _ CE _ 2 sessões Campo Grande - MT _ 2 sessões Porto Alegre _ RS _ 2 sessões - Atividades complementares: Oficina de interatividade cênica, Roda de conversa sobre o processo de criação de espetáculos para primeira infância. Total: 22 espetáculos 11 Oficinas 07 Rodas de Conversa
O Grupo XIX Teatro, como um dos principais coletivos atuantes do país, propõe a realização do projeto Hoje o escuro vai atrasar para que possamos conversar - XIX 20 ANOS CIRCULA BRASIL, dando continuidade à verticalidade da pesquisa estética e autoral que constitui sua trajetória, ao mesmo tempo que comemora seus 20 anos de existência, reconhecidos no ano de 2018 pelo Prêmio Shell, na categoria INOVAÇÃO. Com sete peças em repertório até hoje, dezenas de prêmios, contemplado nos principais editais do país, tendo se apresentado em 80 cidades no Brasil e extensa trajetória internacional: 22 cidades em 6 países (Cabo Verde, França, Inglaterra, Itália, Portugal e México), o grupo XIX segue buscando novos desafios, como em seu último espetáculo de 2018, onde o grupo estreou seu primeiro espetáculo destinado ao público infantil da primeira infância. Muito para além de nossas expectativas, o espetáculo Hoje o escuro vai atrasar para que possamos conversar significou uma verdadeira renovação da nossa forma de trabalhar a partir do jogo e deslocamento entre as funções artísticas e também por nos apresentar um novo público que muitas vezes é subestimado no chamado teatro experimental. O diálogo com a obra do escritor israelense Amóz Ós nos ofereceu a base para um trabalho que vem gerando frutos. O espeta´culo cumpriu temporadas de sucesso de cri´tica e pu´blico, trouxe 7 indicaço~es ao Prêmio FEMSA de teatro infanto-juvenil, indicações do APCA e Melhores do Ano do Guia da Folha. A importância tema´tica e relevância da linguagem que a peça carrega nos rendeu um convite para participar do MIRADA, o mais importante festival de artes cênicas do Brasil e temporadas no CCBB SP e CCBB BH, ale´m de temporadas no SESC Pompéia, SESC Campo Limpo e Campinas. SINOPSE: Hoje o escuro vai atrasar para que possamos conversar se passa em um triste vilarejo onde não vivem mais animais, nem domésticos e nem silvestres. Algo muito estranho aconteceu no passado que provocou a fuga dos bichinhos e os transformou em seres quase mitológicos, lembrados apenas nas aulas da professora Rafaela. Nesse lugar misterioso, vivem os colegas Santi, Clara e Luna, que, depois de sofrer bullying de seus colegas também desapareceu. Desconfiados de que Luna teria sido raptada pelo Espírito do "não-sei-o-quê" do bosque, Santi e Clara partem floresta a dentro em busca da amiga. A encenação apresenta ao público delicados temas discutidos pela obra de Amós Oz, como os efeitos da discriminação e do tratamento indesejado, como o bullying isola as pessoas e a consciência de que o "outro" também tem medos, fragilidades e inseguranças. A ideia é fazer com que as crianças entendam a alteridade como uma extensão do eu, desconstruir o processo vicioso de desqualificação de um indivíduo por causa de suas diferenças e mostrar que as pessoas formam juntas as conexões do tecido social de uma comunidade. A ideia da peça é tentar através da estrutura fabular discutir como se desmonta a estrutura normativa que permite a perpetuação desse mecanismo de opressão social na escola, algo que segue normalizado dentro dos ambientes de socialização da criança e que deveria ser mais discutido. No que diz respeito à condição de um projeto que busca financiamento via Lei de Incentivo à Cultura, isso se faz necessário porque o Grupo não teria condições de arcar com os próprios recursos uma circulação nacional. Sem a Lei de Incentivo à Cultura e os potenciais patrocinadores este projeto seria impossível de ser realizado por se tratar de uma equipe que dá emprego direto à 15 pessoas e indireto à mais de 30 pessoas e se propõe a realizar uma circulação nacional, por 7 cidades de todas as regiões do país. Neste sentido, este projeto atende diretamente aos itens I, III, IV e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, como segue: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: apresentações gratuitas e acessíveis à portadores de necessidades especiais III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: através da circulação de uma obra brasileira, criada por artistas brasileiros IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional: o Grupo tem 20 anos de atividades com espetáculos teatrais e ações de formação sempre voltadas para a diversidade e o pluralismo cultural de sua área. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: através da circulação de um espetáculo cujo tema central interessa todo o tipo de público além de educar e informar crianças em fase de formação de personalidade. Este projeto atende também ao Art. 3° em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac para: II - fomento à produção cultural e artística, mediante a circulação de um espetáculo teatral voltado para a infância mas de conteúdo universal de interesse a todos os seres humanos. e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres: por se tratar de espetáculo de artes cênicas, teatro para crianças IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a apresentação da dramaturgia do projeto, voltada para estimular a capacidade crítica da criança e de todos os públicos no que diz respeito aos valores culturais da sociedade brasileira a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos: este projeto prevê gratuidade em todas as atividades desenvolvidas.
Não se aplica.
Etapa 1 (corresponde ao mês 3 do cronograma) Circulação- São Paulo Realização de 8 apresentações gratuitas Realização de Roda de Conversa Realização de Oficina Atividade de acessibilidade Libras e/ou áudiodescrição Etapa 2 (corresponde ao mês 4 do cronograma) Circulação- Rio de Janeiro Realização de 4 apresentações gratuitas Realização de Roda de Conversa Realização de Oficina Atividade de acessibilidade Libras e/ou áudiodescrição Etapa 3 (corresponde aos meses 5 e 6 do cronograma) Circulação- Manaus-AM, Parnaíba-PI, Fortaleza-CE Realização de 2 apresentações gratuitas em cada cidade Realização de Roda de Conversa Realização de Oficina Atividade de acessibilidade Libras e/ou áudiodescrição 22 espetáculos 07 Rodas de conversa 07 Oficinas
PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: nosso compromisso é de manter a acessibilidade a todos os espaços, à pessoas com necessidades especiais de locomoção, garantindo o acesso à rampas e/ou elevadores, banheiros e bebedouros devidamente a adaptados, guias táteis em todos os acessos e garantia de espaços especiais e com a melhor visibilidade na plateia. DEFICIENTES AUDITIVOS: neste projeto nos comprometemos à realizar 2 sessões com audiodescrição em 2 cidades da circulação à definir junto ao patrocinador. DEFICIENTES VISUAIS: neste projeto nos comprometemos à realizar 7 sessões com tradução em Libras, uma em cada cidade de circulação. PRODUTO: RODAS DE CONVERSA ACESSIBILIDADE FÍSICA: o acesso ao local escolhido para realizar esta atividade terá garantido à pessoas com necessidades especiais de locomoção, o acesso à rampas e/ou elevadores, banheiros e bebedouros devidamente a adaptados, guias táteis em todos os acessos e garantia de espaços especiais e com a melhor visibilidade do evento. DEFICIENTES VISUAIS: os deficientes visuais terão acesso com antecedência à sala de evento para visita tátil e uma pré-conversa com os organizadores, a fim de que reconheçam seus perfis. Depois serão convidados à participar da conversa como todos os outros participantes, pois te trata de atividade essencialmente oral. DEFICIENTES AUDITIVOS: haverá intérprete de libras disponível em todas as rodas de conversa. PRODUTO: OFICINA ACESSIBILIDADE FÍSICA: o acesso ao local escolhido para realizar esta atividade terá garantido à pessoas com necessidades especiais de locomoção, o acesso à rampas e/ou elevadores, banheiros e bebedouros devidamente a adaptados, guias táteis em todos os acessos e garantia de espaços especiais e com a melhor visibilidade do evento. DEFICIENTES VISUAIS: os deficientes visuais terão acesso com antecedência à sala de evento para visita tátil ao espaço e uma pré-conversa com os artistas da oficina, a fim de que reconheçam seus perfis. Depois serão convidados à participar da oficina com o acompanhamento de um orientador especializado no acompanhamento desta necessidade. DEFICIENTES AUDITIVOS: haverá intérprete de libras disponível em todas as oficinas.
As ações de democratização de acesso deste projeto compreendem as seguintes atividades em atendimento ao art. 21 da IN 2 de 2019: PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTE CÊNICAS: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Será realizado o registro do espetáculo na íntegra na primeira cidade do projeto e esse registro será disponibilizado na internet com acesso público. PRODUTO: RODA DE CONVERSA – ACESSO GRATUITO III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Será realizado o registro do espetáculo na íntegra na primeira cidade do projeto e esse registro será disponibilizado na internet com acesso público. Esta atividade é destinada à artistas, educadores, e qualquer outra pessoa interessada no processo de criação do grupo O assunto central será o histórico do grupo, processo de criação do espetáculo e a principal motivação para realizar um espetáculo direcionado ao público infantil.
FICHA TÉCNICA Cristiani Zonzini - Proponente Função: Coordendora de produção. Atividade remunerada pelo projeto para a proponente Ronaldo Serruya Função: Dramaturgo a ator Luiz Fernando Marques Função: Diretor e cenógrafo Rodolfo Amorim Função: Diretor, ator e cenógrafo Dimitri Luppi Slavov Função: iluminador e operador de luz Tarita de Souza Função: compositora e musicista Juliana Sanches Função: atriz e figurinista Janaina Leite Função: atriz CURRÍCULO DA PROPONENTE - Cristiani Zonzini - (DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO, TERÁ ATIVIDADE REMUNERADA NO PROJETO EXCLUSIVAMENTE NA FUNÇÃO DE COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO) É diretora da empresa Cristiani Zonzini ME, responsável jurídica de suas atividades. Produtora cultural, atua deste de 1998 nas áreas de teatro e circo, onde desenvolve e acompanha projetos, realiza a coordenação de produção e administração de temporadas de espetáculos, estreias e outros eventos. Entre 2001 e 2003, trabalhou no Teatro Oficina, sob direção de José Celso Martinez Correa na produção executiva das remontagens dos espetáculos Bacantes e Ham-Let e na montagem de Os Sertões - Primeira Parte – A Terra. Atuou de 2003 a 2012 na produção executiva do grupo Parlapatões, desenvolvendo e administrando todos os espetáculos e projetos do grupo. Em 2013 integra a equipe do grupo de Circo e Teatro La Mínima na área de produção executiva, acompanhando as apresentações dos espetáculos do repertório, produção de novas montagens e na administração de projetos. Em 2016 é responsável pela produção local e administração do espetáculo espanhol Grande Missa Patólica, com Leo Bassi. Em 2017, segue na administração e produção executiva dos grupos Namakaca, Chocobrothers e LaMala. Em 2019, é responsável pela coordenação financeira do FIC – Festival Internacional de Circo de SP e segue na coordenação de produção dos grupos Chocobrothers em circulação pelo projeto Palco Giratório – SESC Namakaca e Grupo XIX de Teatro, na circulação dos espetáculos Hoje o escuro vai atrasar para que possamos conversar e Teorema 21. CURRICULOS DOS ARTISTAS LUIZ FERNANDO MARQUES - Integra o Grupo XIX de Teatro, desde 2001, sendo diretor e co-criador dos espetáculos: Hysteria; Hygiene; Arrufos; Marcha para Zenturo; Nada aconteceu Tudo acontece Tudo está acontecendo; Teorema 21 , Intervenção Dalloway, Hoje o escuro vai esperar para que possamos conversar e Estrada do Sul (em parceria com Teatro Dell´argine – Itália). Fora do XIX, criou e dirigiu as peças Negrinha com o Coletivo em Cor; Dias raros, com o Teatro da Travessia; Festa de Separação: um documentário cênico; Dizer e não pedir segredo; Orgia ou de como os corpos podem substituir as ideias e Desmesura com Teatro Kunyn; Aquilo que meu olhar guardou pra você e Apenas o fim do mundo com Magiluth(PE); Inservíveis com Usina de Arte (AC); Bruto com Núcleo Experimental do SESI; poema suspenso para uma cidade em queda com a Cia Mungunzá; Entre Vãos com a Digna Cia. Hiroshima meu amor – cinema falado com Leticia Sabatella e Paulo Celestino. Venus ex libris com Ana Carolina Godoy e Rafael Steinhauser; Lampedusa com Cia do Instante . Em 2016 fez a direção cênica do show Remonta de Liniker e os Caramelows. Desde 2008, é orientador do Núcleo de Direção da Escola Livre de Teatro de Santo André. RODOLFO AMORIM - Integrante do Grupo XIX de Teatro. Estreou o solo autobiográfico “GALO ÍNDIO”, com a direção de Antônio Januzelli (Janô), com quem participou da edição de 2001 do Festival Internacional de Teatro Experimental do Cairo, no Egito. Em 2019, criou em Salford - Inglaterra, o espetáculo “PRECARIOUS CARNAVAL” em parceria com os artistas Bolelli Rebouças e Lowri Evans, com quem também trabalho pelo Contact Theatre em Manchester - Inglaterra, com os jovens atores do CYC, nos espetáculos “THE SHRINE OF EVERYDAY THINGS” (Relicário do Cotidiano) de 2015 e “MEMÓRIA DA CHUVA” de 2009. Ministrou, em junho de 2008, workshops no Barbican Center em Londres – Inglaterra e no Contact Theatre em Manchester – Inglaterra. Na Polônia, em 2016, ministrou o workshop "O JARDIM DO QUE ME TOCA", no Strefa WolnoSłowa, em Varsóvia. Integrou o grupo Tablado de Arruar, participando dos espetáculos de rua: “A FARSA DO MONUMENTO” e “MOVIMENTOS PARA ATRAVESSAR A RUA” Dirigiu esse grupo no espetáculo: “HAMLET – QUEM VEM LÁ.” JANAÍNA LEITE - Doutora pelo departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicação e Artes apoiada pela Fapesp, Janaina é atriz, diretora e dramaturgista e uma das fundadoras do premiado Grupo XIX de Teatro (APCA, SHELL, BRAVO, NASCENTE, entre outros), companhia existente desde 2001 que participou dos principais festivais do país e de inúmeros no exterior em países tais quais França, Portugal, Cabo Verde, Inglaterra e Itália. Concebeu o espetáculo "Festa de Separação: um documentário cênico" e “Conversas com meu pai”, consolidando sua pesquisa sobre autobiografia e documentário no teatro. Por essa pesquisa, ministra oficinas e palestras em todo o país e acaba de lançar seu livro “Autoescrituras performativas: do diário à cena” pela editora Perspectiva. Dentre os trabalhos mais recentes com maior relevância, destaca-se o trabalho como atriz e diretora do espetáculo “Branco: o cheiro do lírio e do formol” criado com o apoio do edital Proac e estreado na Mostra Internacional de São Paulo de 2017” e como atriz e diretora em Teorema 21 Coordena ainda os núcleos de estudo “Feminino Abjeto” e Stabat Mater, pela Mostra de Dramaturgia em pequenos formatos Cênicos do CCSP, além de ter sido responsável pelo Módulo Persona no Núcleo experimental do SESI. JULIANA SANCHES Fundadora do grupo XIX de teatro, o qual integra até hoje como atriz-criadora dos espetáculos: Hysteria, dir. Luiz Fernando Marques, peça ganhadora do prêmio APCA, indicada ao Shell; 2005- Hygiene,peça indicada ao prêmio Shell; 2008- Arrufos, indicada ao prêmio Shell; 2010- Marcha para Zenturo, de Grace Passô, montagem em conjunto com o grupo Espanca! de BH, 2013- Nada aconteceu, Tudo acontece, Tudo Está Acontecendo 2013- Auto-Estrada do Sul, dir. Pietro Floridia; Teorema 21- de Alexandre Dal Farra, dir. Luiz Fernando Marques; 2016- Naturaleza Muerta- texto Tatiana Ribeiro, direção Rodolfo Amorim; 2017- Intervenção Dalloway- O rio dos Malefícios do Diabo- criação e direção coletiva; 2018- Hoje o Escuro vai atrasar para que possamos conversar; em março de 2018 recebeu pelo grupo XIX de teatro o Prêmio Shell de inovação pela residência artística na Vila Maria Zélia e pelo trabalho com diversos artistas nos Núcleos de Pesquisa. RONALDO SERRUYA É formado como ator pela CAL - Casa das Artes de Laranjeiras / RJ. Foi integrante, como ator, CTM / RJ (Cia Teatral do Movimento/ Dir:Ana Kfouri. De 1997 a 2004). Atualmente, é Ator e Dramaturgo do Grupo XIX de Teatro/SP e do Teatro Kunyn/SP. Como dramaturgo escreveu as peças “Hoje o escuro vai atrasar para que possamos conversar “(infantil, inédito), “Desmesura”(adulto, com estreia prevista para abril/2017 no CCSP) “O que Sobrou do rio”, da Cia Estopô Balaio premiada com o ProAc de espetáculo inédito de teatro 2012 ( Memorial da América Latina, SP,2013) Como diretor e/ou dramaturgo trabalhou nos espetáculos: “Intervenção Dalloway: o Rio dos malefícios do diabo”( SP 2017) “Desmesura” (SP 2017) “Rútilo Nada” (SP 2015-2016), “Foi num carval que passou” (SP_2014) “A última noite do le Corselet”, (SP- 2012), Kaonge conta zumbi”, (BA- 2011),“O Inventário das sensações perdidas”, com Teatro do Fubá (Via Maria Zélia, Belenzinho, 2008). Como ator e dramaturgo trabalhou nos espetáculos: “Estrada do sul”, co-produção Grupo XIX de Teatro (Brasil) / Cia teatro dell’Arginne (Itália), direção Pietro Floridia (SP-2013), ”Nada aconteceu, tudo acontece, tudo está acontecendo”, do grupo XIX de Teatro, “Dizer e não pedir segredo”, e “Orgia ou de como os corpos podem substituir as ideias”, do Teatro Kunyn, “Marcha para Zenturo” do Grupo XIX de Teatro / Espanca, ”Arrufos” do Grupo XIX de Teatro“Hygiene” do Grupo XIX de Teatro, direção Luiz Fernando Marques (Vila Maria Zélia – 2005)
PROJETO ARQUIVADO.