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A FEIRA INTERNACIONAL DE MÚSICA DO SUL - FIMS é um dos eventos mais importantes da cadeia produtiva e criativa da música do Sul do País. Com a participação de artistas, empresários, produtores, donos de selos, gravadoras, diretores de festivais e um público interessado de todo o país,esta edição da FIMS - tem o grande objetivo de congregar esses agentes do sul do país e do Brasil a fim de promover encontros de formação e capacitação, e consequentemente movimentar o mercado musical. A partir desta edição, pretende-se realizar ações itinerantes preparatórias para o evento principal em outras cidades do interior do Paraná além de Curitiba, sede tradicional do evento. Estas cidades são Pato Branco e Cianorte. O projeto vai de encontro ao art. 18, § 3º, alínea c, das atividades previstas para a área de música, ao oferecer ações de capacitação e treinamento de pessoal.
FIMS - FEIRA INTERNACIONAL DE MÚSICA DO SUL As feiras de música são hoje espaços estratégicos para o setor pela capacidade de dar visibilidade para uma cena e pela possibilidade de estabelecimento de vínculos comerciais entre os agentes da cadeia produtiva da música. Não é por acaso que as feiras se destacam no mundo todo como um espaço privilegiado para negócios, uma vitrine. Algumas delas fazem parte do calendário anual de centenas de profissionais e atraem interessados de várias partes do mundo como a WOMEX, feira itinerante européia, a BAFIM em Buenos Aires (AR), a Culturgal - Feira das Indústrias Culturais Galega, em Pontevedra (ES), a POPKOMM em Berlim (AL), o MIDEN, em Cannes (FR), a Canadian Music Week, em Toronto (CN), o Mercado de Música Viva de Vic (ES), o CMJ Music Marathon, em Nova York EUA), entre tantas outras. Cada uma com sua peculiaridade, todas elas buscam a aproximação do artista com o comprador e, também, com o público, com o privilégio de ter uma atenção específica de profissionais que foram ali para essa função: conhecer o trabalho e comprar o show. Diferentemente de festivais, que são voltados para grandes públicos e tem outro formato, as feiras de música têm a intenção de ser um espaço preferencialmente de negócios, que em sua maioria, buscam nesses eventos realizar a contratação de bandas para seus eventos e qualquer tipo de negócios na área da música. PROJETO A FIMS - FEIRA INTERNACIONAL DE MÚSICA DO SUL tem seu embasamento e inspiração nas discussões e nas feiras idealizadas em meio as discussões da Câmara Setorial de Música. Desses debates surgiu a necessidade de se discutir o melhor formato para a realização de um evento que dê a dimensão simbólica e proporcione os resultados práticos esperados para uma feira de música propriamente dita. O objeto principal consiste em atividades como palestras gratuitas e debates sobre música e mercado, além de uma grande rodada de negócios, objetivando a concretização de negócios no ramo musical. Para este último, além dos convidados, serão abertas inscrições para que empresas e produtoras de todo país participem do evento e das rodadas, no intuito de otimizar a concretização de negócios no setor musical como shows, gravações e demais projetos. Em suma, a proposta deste objeto, é a realização de mais uma edição da FIMS - FEIRA INTERNACIONAL DE MÚSICA DO SUL, um evento que possibilite a capacitação de representantes dos setores produtivos e criativos da música, promovendo rodadas de negócios, palestras para discussão de temas sobre a produção, difusão, circulação e educação musical para artistas, empresários, produtores, gestores, entidades, selos e gravadoras buscando resultados práticos e negócios que movimentem a cadeia produtiva, criativa e formativa da música. Sendo assim, este evento se consolida como uma das únicas opções de um evento desse porte no sul do Brasil, sendo fundamental sua continuidade e periodicidade.
OBJETIVO GERAL A FIMS - FEIRA INTERNACIONAL DE MÚSICA DO SUL tem como principal objetivo oferecer encontros de profissionais da música, debates, ações de capacitação e treinamento de pessoal assim como a geração e concretização de negócios no setor musical do sul do país. Pretende-se oferecer um espaço onde os diversos agentes da cadeia produtiva e criativa da música se encontrem com o intuito de movimentar o mercado deste setor. Nesta edição, propomos um formato itinerante, com ações em diferentes cidades. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Oferecer ações de formação e capacitação gratuitas em Pato Branco e Cianorte.- Oferecer medidas de acessibilidade (LIBRAS) - Mostrar a agentes nacionais a produção musical do sul do país. - Mostrar a agentes internacionais a produção musical do sul do país. - Congregar agentes e poder público dos 3 estados sulistas. - Debater sobre as perspectivas e o mercado musical no sul, no Brasil e no mundo. - Diferenciar "festivais" das "feiras", sendo o primeiro um importante evento de difusão e circulação, mas não necessariamente para gerar negócios. Em outras palavras, os diretores de festivais devem comparecer às feiras para conhecer e contratar atrações para seus eventos. - Refletir sobre o próprio conceito de "feira" e aprimorar seu formato.- Realizar o encontro previsto no projeto como evento principal em Curitiba, com todas as atividades previstas e descritas neste projeto (palestras, workshops, cursos, debates, etc) em uma imersão de 4 dias visando gerar negócios para o setor da música, em especial do sul do país- Realizar pelo menos 5 palestras no FESTIVAL/MOSTRA (evento propriamente dito) com expectativa de público de ao menos 100 pessoas em cada- Realizar pelo menos 10 cursos/workshops no CURSO/OFICINA/ESTÁGIO (Curitiba) com expectativa de público de ao menos 50 pessoas em cada- Realizar pelo menos 5 mesas de debate no FESTIVAL/MOSTRA (Curitiba) com expectativa de público de ao menos 100 pessoas em cada- Realizar pelo menos 3 palestras/workshops no CONTRAPARTIDA SOCIAL em cada cidade (Curitiba, Cianorte e Pato Branco) com expectativa de público de ao menos 100 pessoas em cada
A FIMS - FEIRA INTERNACIONAL DE MÚSICA DO SUL receberá convidados internacionais e nacionais e terá duração de quatro dias, com ações em outras cidades além da sede (Curitiba), num processo de alternância entre imersão e debates públicos. A organização e mediação desses encontros/debates será realizada por uma equipe especializada, sendo as Secretarias de Cultura envolvidas, bem como entidades e organizações da sociedade civil organizada, convidadas a colaborar com a sugestão de temas abordados no evento e nomes para os debates. Durante o encontro será discutido, entre outros temas relevantes ao cenário atual da música no Brasil, o formato mais adequado para a realização do próximo evento, a partir do acúmulo sistematizado de discussões, da experiência tanto dos convidados como de cada uma das feiras regionais que receberão o evento, potencializando assim a ação local e ao mesmo tempo retroalimentando a cadeia. A música, apesar de ser um segmento extremamente dinâmico e importante da economia brasileira, enfrenta uma série de dificuldades para dar vazão a imensa produção existente no país. A tônica deste evento é justamente colaborar para reduzir esse problema, sendo um espaço apropriado para encontros, debates e, principalmente, movimentar o mercado musical brasileiro. E por fim, o evento tem fundamentalmente a intenção de gerar negócios e movimentar os diversos setores da música. Para isso, pretende-se empregar o verdadeiro conceito de uma "feira" no setor musical brasileiro se diferenciando de "festivais". Estes últimos (importantes eventos de circulação e difusão) seriam parte dessa feira, onde "expositores"(os músicos, artistas) tentam vender seu trabalho para "clientes" (produtoras, diretores de festivais e outros eventos, selos, etc) numa analogia a diversas feiras que acontecem em outros segmentos da economia. Esse tema também estará em debate, mas além disso será colocado em prática, a fim de proporcionar uma real imersão para a concretização de negócios em música. Seguindo os incisos I, III, V, VII e VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, o presente projeto visa: - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore
Vale ressaltar a importância e o enquadramento do projeto no artigo 18. A CNIC já atribuiu artigo 18 para a Feira de Música no Nordeste e outros eventos similares, e assim como as oficinas de música, as Feiras de Música, com suas características próprias, não tratam de produção musical, ou mesmo de shows musicais, mas tratam sim dos negócios da música, cujo resultados beneficiam toda a cadeia produtiva e não apenas um dos segmentos da produção musical, o da música popular cantada. Apesar da Lei de Incentivo à Cultura ser omissa nesta compreensão, entendemos que este é um momento novo e deve seguir pareceres anteriores e conclusivos que já atenderam Corais e as Orquestras Sinfônicas, por exemplo. Sendo assim, acreditamos que o projeto pode se enquadrar no artigo 18, alínea c, da Lei 8.313/91. Outro enquadramento possível, dependendo do entendimento da CNIC, seria "d) ações de capacitação e treinamento de pessoal; (art. 18, § 3º, alínea c)" pois o evento se trata, basicamente, de ações voltadas à capacitação de agentes para desenvolver suas carreiras no mercado da música e, também, profissionalização de jovens em início de carreira. Para complementar a proposta, anexamos uma previsão de programação do evento, com indicativo e justificativa da razão de não podermos prever e, portanto, indicar a programação completa do evento nesta fase. Existe já em andamento uma grande possibilidade de captação ainda no mês de julho, por essa razão pedimos urgência na tramitação e aprovação
- SITE DE INTERNET Formato: Wordpress (interativo) Domínio e hospedagem: 1 ano Páginas que comporão o sítio eletronico: Capa / Proposta da Feira / Contexto / Organizadores / Inscrição / Programação / Apoiadores / Blog O site será o guarda-chuva de todas as ações do projeto, com todas informações, guias, programação, links, matérias, fotos e interatividade e conexão com as redes sociais. Como exemplo, segue o link com as edições anteriores mas a expectativa é ampliar e dinamizar o site ainda mais:fims.com.br Fontes de alimentação de conteúdo: O conteúdo do site será alimentado, primeiramente, pelos coordenadores do projeto. Para isso, haverá um levantamento das principais informações de modo que facilite a navegação e seja simples para que usuários realizem a inscrição para o evento. Dessa forma, com a divulgação viral pretendida, os interessados serão direcionados diretamente para o ambiente de interesse, obter as informações do evento, programação, e realizar sua inscrição. Além disso, fotos e vídeos constantes serão elaborados para alimentar o site e as redes sociais vinculadas ao projeto. A medida que o evento se aproxime, mais e mais imagens de montagens, palestras preliminares, encontros, etc, serão disparadas no blog e, concomitantemente, nas redes sociais. Nos dias do evento haverá uma equipe de registro (imagem e vídeo) e durante o dia serão postados no site. A proposta é que o conteúdo seja dinâmico, aberto também a usuários fazerem comentários, compartilharem, gerando um espaço complementar ao evento em si. Definição de conteúdos, incluindo pesquisa e sua organização e roteiros: O conteúdo principal que haverá no site, assim como no evento, será a geração de negócios para a cadeia produtiva da música na região sul. Temas correlatos, como mercado, pespectivas, estudos, serão o mote para debates que também serão estimulados através do blog. Vale lembrar que estão previstos encontros prévios ao evento, como uma espécie de preparação e também divulgação da Feira. Dessa forma, pretende-se que o conteúdo seja ampliado. Será feita uma pesquisa atualizada sobre o mercado da música e as feiras existentes no Brasil e no mundo, de uma forma sitemática, realizada mensalmente. Atualização: Tanto o site quanto as redes sociais serão atualizados semanalmente, tanto com as informações do evento, quanto temas pertinentes ao mercado da música e temas correlatos. - PROJETO PEDAGÓGICO Vale lembrar que esse evento não se trata de oficinas ou cursos de capacitação. É uma grande feira de negócios, com debates e encontros no intuito de efetivar contratos e contratações diversas para artistas. Em suma, é um evento que pretende aproximar o comprador (diretores de festivais, agentes, produtores, casas de festas, eventos, selos, gravadoras, etc) do produto (artista, show, compositores, música, etc). Não haverá um momento para cursos de aperfeiçoamento ou correlatos, não sendo possível, portanto, detalhar portanto um projeto pedagógico com um conteúdo programático, objetivos, justificativas, material didático, etc. Estima-se que cada palestra tenha em torno de 1 (uma) hora, durante os 4 (quatro) dias de evento, com uma média de 2 (duas) palestras e 2 (duas) mesas por dia.
O espaço escolhido para o evento terá toda infraestrutura necessária para o acesso de portadores de necessidades especiais. Tanto nos auditórios e teatros, bem como no hall e outros espaços onde acontecerão as atividades do evento, devem existir elevadores, rampas e demais equipamentos que facilitam o acesso a pessoas com deficiência física. Este será um aspecto fundamental na escolha do local do evento não havendo, portanto, custos extras ao projeto com esse tipo de acessibilidade porque o local escolhido já deverá ser, por critério do proponente, propício e acessível a este público. Também haverá intérprete de Libras nas palestras, mesas de debates, workshops, além da programação do evento impressa em braile. FESTIVAL/MOSTRA Acessibilidade para deficientes físicosPalestras/debate em librasPrograma impresso em braile CURSO/OFICINAAcessibilidade para deficientes físicosPalestras/debate em librasPrograma impresso em braile CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade para deficientes físicosPrograma impresso em braile O evento ainda terá um custo simbólico para os participantes. Será definido um valor mínimo acessível a artistas e produtores, para terem acesso a todo o conteúdo da feira, debates, rodadas de negócio, etc. O limite de inscrições será definido de acordo com a capacidade física do espaço e da programação do evento. O custo dessa inscrição está descrito no plano de distribuição. É importante lembrar, porém, que serão oferecidas 200 bolsas a artistas e autoprodutores emergentes para participarem do evento, em torno de 20% do total de vagas do evento. O catálogo resultante do projeto terá distribuição inteiramente gratuita, para patrocinadores, beneficiários e, principalmente, divulgação. No caso do sítio eletrônico estão previstos um mínimo de 10.000 acessos durante a execução do projeto, e consideramos também que esse produto do projeto é inteiramente gratuito.
Para cada um dos produtos cadastrados, serão adotadas as seguintes medidas para maximizar a democratização do acesso da população aos resultados deste projeto: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO Incisos do Art. 21 atendidos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. FESTIVAL / MOSTRA Incisos do Art. 21 atendidos: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural:cotas de credenciais gratuitas para divulgação, apoiadores e artistas emergentes especialmente da cena musical do sul do país, distribuição gratuita dos impressos contendo a programação do evento CONTRAPARTIDA SOCIAL Incisos do Art. 21 atendidos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural.
TÉO RUIZ (COORDENAÇÃO GERAL) Téo Ruiz é músico, compositor e produtor atuante. É pós-graduado em Música Popular Brasileira pela Faculdade de Artes do Paraná. Em 2010 concluiu seu mestrado em etnomusicologia na Universidad de Valladolid, Espanha, sendo a indústria musical brasileira e a reconfiguração do setor o tema de sua dissertação. Foi solista do Coral da UFPR, estuda violão e percussão. Participou de CDs e de vários festivais e eventos de música e poesia pelo país. Em 2006, lançou seu primeiro trabalho musical, o disco Tudo tem Recheio (2006) com a banda Casca de Nós, do qual foi co-produtor. Também idealizou o projeto Independência ou Sorte, um importante evento da cena musical independente. Em 2006 lançou o livro “Contra-Indústria” em co-autoria com Estrela Leminski. No mesmo ano também lançaram seu projeto musical, com o primeiro disco “Música de Ruiz”. Em 2011, lançaram o disco “São Sons”, considerado um dos melhores do ano pela Revista Embrulhador. Com uma proposta multimídia, o show deste trabalho deu origem ao DVD de mesmo nome, em 2013, e circulou as 5 regiões do país. Após turnês na Europa e nos Estados Unidos, lançaram “Tudo que não quero falar sobre amor” em 2017. Tem parcerias com artistas como Kléber Albuquerque, Alice Ruiz, Makely Ka, Felipe Radicetti, entre outros. Como pesquisador, publicou diversos artigos sobre a indústria da música em revistas e eventos acadêmicos, além de ser convidado por universidades para palestras e ministrar cursos em eventos como o Festival de Inverno de Garanhuns, Festival de Inverno de Antonina e Festival das Artes de Goiás, além de Sescs em diversos estados brasileiros. Entre 2010 e 2012 foi o Interlocutor Geral do Fórum Nacional da Música, participando de eventos pelo país discutindo políticas públicas para o setor e representando esses músicos em reuniões importantes com associações e poder público. Como empreendedor e produtor cultural, está a frente de projetos coletivos de música como “Música na Cidade” e “Vozes da Cidade”, além de fazer a coordenação de produção das exposições “Múltiplo Leminski” e “Poeta Alice”. Faz a produção executiva de diversos projetos de lei de incentivo à cultura desde 2005, tanto na esfera municipal quanto federal, além de editais nacionais como Petrobras Cultural e Caixa Cultural. Em 2016 lançou o livro “A Autoprodução Musical” pela editora Iluminuras, fruto de suas pesquisas sobre a indústria da música e o papel do compositor. É idealizador da Feira Internacional da Música do Sul que já está na sua segunda ediçãoo (2016 e 2018). Em 2018, pelo seu último trabalho autoral, ganhou o Prêmio Profissionais da Música na categoria “artista rock”. BINA ZANETTE (COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO) Bina Zanette é produtora cultural há 13 anos, proprietária da empresa SANTA PRODUÇÃO . Na bagagem a realização de mais de 200 eventos entre shows, espetáculos teatrais e ações de publicidade. Há 4 anos faz parte da equipe de produção de três importantes festivais de música em Curitiba: Lupaluna,Tribaltech e XXXperience mais- www.santaproducao.blogspot.com. BERNARDO BRAVO (PRODUÇÃO EXECUTIVA) Bernardo Bravo é compositor e cantor. Participa do duo FelixBravo, que já lançou um disco e um DVD com o nome de Camafeu. Como produtor coordenou e realizou diversos grandes eventos em Curitiba, como o Levante de Música Curitibana, Musicletada, Shows na Casinha, além de mega-produções como o Tribaltech e o FITO (Festival Internacional de Teatro de Objetos) ANDRÉ ALVES (CONSULTORIA E ASSESSORIA JURÍDICA) Experiências Profissionais Advogado militante na área Cível, desde o ano de 2000; inscrito na OAB/PR sob o nº 29.918; associado ao escritório Bavaresco e Wlodarczyk, com sede em Curitiba. Escritório que atua no setor empresarial e direito do entretenimento, com abrangência em direitos autorais e propriedade intelectual. Diretor Administrativo da Associação para Valorização da Cultura Regional Sul-brasileira; Diretor Jurídico da Associação dos Compositores do Paraná; Professor da Escola Técnica da Universidade Federal do Paraná; Professor da Universidade Livre do Comércio – Associação Comercial do Paraná Atuação na Área de Políticas Culturais Músico/instrumentista (beteria e percursão) há 22 anos; Articulador e Coordenador do Fórum Permanente de Música do Paraná (31/01/05) – organismo de representação do Estado do Paraná na Câmara Setorial de Música junto Ao Ministério da Cultura; Representante do Estado do Paraná no encontro de formatação da Câmara Setorial de Música (Brasília - 12 a 14/05/05) – Ministério da Cultura; Representante do Estado do Paraná na reunião da Câmara Setorial de Música que discutiu o tema: Questões Trabalhistas, Regulamentação Profissional (Rio de Janeiro - 05 e 06/07/05) – Ministério da Cultura e FUNARTE; Fundador da Cooperativa da Música do Paraná (2010); Seminário Internacional de Direito Autoral realizado em Fortaleza/CE em dezembro de 2008; oordenador do Forum permanente de Musica do Paraná (2010/2011); Membro do Juri do Mecenato Subsidiado da Fundação Cultural de Curitiba (2008 e 2011). MAKELY KA (CONSULTORIA) Makely Ka é um dos principais compositores de sua geração, contando já com mais de sessenta canções registradas em CD por diversos intérpretes no Brasil e no exterior. Ao lado dos parceiros Kristoff Silva e Pablo Castro, lançou o CD A Outra Cidade em 2003. O CD foi considerado pela crítica especializada um dos dez melhores trabalhos lançados no mercado fonográfico nacional daquele ano. Com a cantora Maísa Moura, uma das grandes promessas da nova geração de intérpretes mineiras e gravou o CD Danaide, lançado em 2006. Lançou em 2008 seu primeiro trabalho solo, Autófago e prepara para 2011 o lançamento de seu próximo trabalho, Cavalo Motor. Possui artigos e poemas publicados nos jornais Estado de Minas e Suplemento Literário de Minas Gerais, entre outros, além de colaborar em diversas publicações eletrônicas, com textos, poemas e entrevistas. Seu primeiro livro de poemas foi lançado em 1998, Objeto Livro (Edição do Autor), esgotado. Em 2003 lançou seu livro mais recente, Ego Excêntrico, acompanhado do CD Poemas de Ouvido. Edita desde 2006 a Revista de Autofagia, voltada para a publicação de textos, fotos e entrevistas de novos criadores. Como performer, destaca-se pela sua verve crítica e irônica, sem perder o humor inteligente. Já se apresentou nos principais palcos do Brasil e em 2009 excursionou pela primeira vez por Portugal. Participou também de ações de promoção na BAFIM - Buenos Aires Feria Internacional de Música (Argentina), WOMEX - The World Music Expo (Sevilha, Espanha e Copenhague, Dinamarca), Feira Música Brasil (Recife, Brasil), Rodada de Negócios de Bogotá (Colômbia) e Culturgal - Xornada da Industria Musical em Galiza (A Coruña, Galícia). Em 2010 teve duas canções incluídas na coletânea encartada na revista inglesa Songlines. Sua produção artística está diretamente relacionada à atuação política, através de ações ligadas ao cooperativismo, à economia criativa, a auto-gestão e à contra-indústria. É o fundador da Cooperativa da Música de Minas e representante do Estado nas instâncias governamentais, onde trabalha pela implantação de políticas públicas para o setor musical do país. WHOIS PRODUÇÃO E ARTE LTDA-MEA empresa proponente (com portfolio de atividades já anexado neste projeto) será a responsável única, exclusiva e completa pela gestão deste projeto, da qual é organizadora desde sua primeira edição. A empresa irá organizar e gerir contratos, contratar equipes especialmente destinadas às atividades previstas neste projeto, bem como terá a palavra final em todas as decisões pertinentes a ele. Não há intermediação, por parte do proponente, para outros profissionais sendo esta empresa que responde pelas atividades propostas neste projeto possuindo não só o knowhow mas também o acervo das edições anteriores da FIMS.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.