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O I Festival Solos de Teatro da Bahia 2021, parceria entre o Coletivo Duo e Ovo Teatro e Afins, compreenderá 10 dias de atividades artísticas, envolvendo Apresentações de Espetáculos solos de teatro e Simpósio.
O Festival Solos de Teatro da Bahia 2021 será realizado na cidade de Salvador, entre os dias 05 e 14 de março de 2021. A ideia da produção de um festival de solos no Estado é oportuna. Nos últimos 10 anos mais de 40 espetáculos solos foram produzidos no Estado da Bahia. Seja por uma realidade econômica, logística ou estética, os solos teatrais ocupam uma parcela importante e significativa das produções cênicas no Estado. Por isso a nossa intenção em transformar tais acontecimentos individuais, de pequenas produções isoladas, num evento coletivo, público e artístico, criando assim um novo formato de Festival de Artes cênicas na cidade de Salvador, como uma atividade continuada. Em sua primeira edição, contará com uma programação que inclui apresentação de 06 espetáculos solos, que realizarão cada um, 02 (duas) apresentações, além de um Simpósio com convidados.
Objetivo Geral Produzir e Realizar o primeiro FESTIVAL SOLOS DE TEATRO DA BAHIA 2021. Objetivos Específicos Realizar 12 apresentações de espetáculos teatrais; Realizar 1 Simpósio com tema a ser definido;
O setor das artes cênicas é frequentemente associado à criação e à reprodução de valores simbólicos. Diante da interdisciplinaridade do setor, em que uma diversidade de expressões culturais se entrelaçam e, juntas, se transformam em uma experiência integrada de imagem, som e movimento, os próprios efeitos da ação também se multiplicam. A performance teatral, portanto, intensifica a experiência cultural ao gerar interações diretas entre pessoas e símbolos, estimulando a percepção da coletividade e do espaço. Os festivais de teatro potencializam e expandem estes efeitos para além do valor simbólico, e ainda exercem impacto econômico nos territórios onde ocorrem, segundo dados da Unesco, 2015. O olhar voltado para o segmento dos festivais permite notarmos que este representa, de fato, um instrumento importante para a geração de renda e emprego no âmbito local. Segundo pesquisa realizada entre 2015 e 2018 pela Rede Brasileira de Festivais de Teatro _ RBFT, que atualmente tem em torno de 60 Festivais de Teatro cadastrados de todas as regiões do Brasil, estes eventos contribuem para a manutenção e formação de novos públicos tendo em vista suas atividades diversas de inclusão e democratização de acesso (além dos espetáculos, atividades formativas, workshops, demonstrações de trabalho, bate-papos, entre outras). Também promovem a difusão, circulação e intercâmbio com artistas e pesquisadores nacionais e internacionais de excelência, ampliando a diversidade cultural e o desenvolvimento humano e econômico. Se por um lado, as atividades relacionadas às Artes Cênicas apresentam um menor valor econômico, por outro lado, são dotadas de valores simbólico e cultural tão expressivos que justificam o patrocínio público e/ou privado no financiamento das mesmas. Conforme dados do Sistema de Indicadores para Festivais de Teatro do Brasil (2018) em 97 edições analisadas, os festivais de teatro no Brasil, somaram 1,9 milhões de espectadores, gerando mais de 48 mil empregos _ sendo 74% destes empregos indiretos e 26%, diretos _ ou, em média, 498 empregos por festival. Além disso, cada edição envolveu, em média, 25 fornecedores e 24 companhias teatrais, estas majoritariamente (53%) da mesma unidade federativa na qual o festival foi realizado. Traçando um rápido panorama quantitativo, a região Nordeste assume a segunda posição em termos de produção de festivais com quase 30% destes. 50% dos festivais nacionais existem há mais de 10 anos e mais de 90% são anuais e realizados no segundo semestre durando em torno de 10 dias, com um tempo médio de planejamento em torno de 200 dias, evidenciando a importância de suas atividades continuadas e planejadas estrategicamente. Destes projetos, 80% são de produtoras e/ou grupos artísticos independentes sendo que quase 70% têm aporte financeiro por meio das Leis de Incentivo e das parcerias Público/Privado _ sendo a Lei de Incentivo à Cultura (antiga Lei Rouanet) a que mais investe no setor. Possui inserção em todas as unidades federativas e em torno de 205 cidades, além de dinamizar o comércio internacional promovendo intercâmbios com quase 80 países. No estado da Bahia temos atualmente a presença efetiva de 06 (seis) festivais de teatro. O Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia _ FIAC em sua 12ª edição; o Festival Latino Americano de Teatro da Bahia, em sua 12ª edição; o Festac _ Festival estudantil de Artes Cênicas em sua 4ª edição; o Festival de Teatro do Interior da Bahia, em sua 4ª edição; o Festival de Teatro da Caatinga em sua 4ª edição e o Festival Internacional de Artistas de Rua da Bahia em sua 16ª edição. A ideia da produção de um festival de solos no Estado da Bahia é oportuna. Já que nos últimos 10 anos mais de 40 espetáculos solos foram produzidos neste. É possível discutir se o fenômeno da escolha deste formato tem a ver com a realidade econômica do contexto das produções, a facilidade da logística ou apenas escolhas estéticas. Mas a realidade está posta! Seja qual for o motivo ou impulso os solos teatrais ocupam uma parcela importante e significativa das produções cênicas no Estado. Por isso a nossa intenção de transformar tais acontecimentos individuais, de pequenas produções isoladas, num evento coletivo, público e artístico. Criando assim um novo formato de Festival de Artes cênicas na cidade de Salvador, como uma atividade continuada, promovendo parcerias público-privadas, pautadas nos três princípios basilares das políticas públicas: equidade, sustentabilidade e participação. Daí a imprtância de se recorrer à Lei de Incentivo à Cultura. Assim também, confirmamos o atendimento à Lei 8313/91 no Art. 1 nos incisos I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e no Art. 3 nos incisos I - incentivo à formação artística e cultural; II - fomento à produção cultural e artística; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais.
O Festival Solos de Teatro da Bahia 2021 contará com uma equipe curatorial para a seleção dos espetáculos participantes do mesmo. Como Contrapartida Social, ofereceremos Oficinas Teatrais, que serão facilitadas pelos grupos e artistas selecionados via curadoria. Portanto, no presente momento, não possuímos as ementas nem os currículos dos oficineiros. Porém, como consta no Item 9.1 do Anexo: INFORMAÇÕES RELACIONADAS ÀS PROPOSTAS QUE CONTEMPLEM MOSTRAS, FESTIVAIS COMPETITIVOS OU NÃO - MODELO DE REGULAMENTO, para ser selecionado cada grupo ou artista proponente deverá apresentar obrigatoriamente uma proposta de oficina; estas oficinas selecionadas serão ofertadas ao público especificado neste projeto no seguinte caminho: Informações iniciais => Detalhes Técnicos.
Não se aplica.
Seguindo as instruções do Capítulo IX Lei nº 13.146/2015, bem como ao que prevê o Capítulo IV nas seções I, II e III da Instrução Normativa Nº2 de 2019, com o objetivo de oportunizar o acesso a bens culturais e ao mesmo tempo a formação de público, informamos que todos os teatros onde ocorrerão os espetáculos e o Simpósio terão as prerrogativas de acessibilidade para portadores de necessidades especiais, com dificuldades de locomoção e idosos atendidos pelo Festival Solos de Teatro da Bahia 2021. Também teremos em conta a facilidade de acesso aos espaços de realização do Festival no que concerne aos meios de transporte e acessos às estações de ônibus e metrô. Seis sessões dos espetáculos no Festival e o Simpósio serão atendidos com tradução em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais). ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: os teatros atenderão plenamente às necessidades de acessiblidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE DEFICIENTES VISUAIS: 6 (seis) sessões dos espetáculos realizadas para público com deficiência ou redução visual com visita guiada sensorial ao cenário e figurinos, e com descrição detalhada dos aspectos visuais realizada pela Mediação Cultural; ACESSIBILIDADE DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em LIBRAS em 6 (seis) sessões de espetáculos. SIMPÓSIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: o teatro atenderá plenamente às necessidades de acessiblidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE DEFICIENTES VISUAIS: O Simpósio contará com suporte da Produção e Mediação Cultural do Festival promovendo a inclusão de deficientes visuais ou com redução visual. ACESSIBILIDADE DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em LIBRAS na realização do Simpósio. CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: as salas onde serão realizadas as oficinas atenderão plenamente às necessidades de acessiblidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida bem como o Teatro onde acontecerá a Conferência. Estas etapas contarão com suporte da Produção e Mediação Cultural do Festival; ACESSIBILIDADE DEFICIENTES VISUAIS: todas as oficinas e contarão com suporte da Produção e Mediação Cultural do Festival promovendo a inclusão de deficientes visuais ou com redução visual nas atividades propostas pelos oficineiros. ACESSIBILIDADE DEFICIENTES AUDITIVOS: A Conferência contará com Intérprete de Libras e todas as Oficinas contarão com um dos estagiários contratados pelo Festival realizando a traduçao em Libras das Atividades.
Tendo em vista a democratização de acesso à programação do Festival, propomos a distribuição de 30% dos ingressos de forma gratuita para Instituições e alunos de escolas públicas das redes estadual e municipal, através do trabalho realizado pelo Mediador Cultural, responsável por estabelecer diálogo e parceiras, possibilitando assim a distribuição dos ingressos; uma cota de 10% dos ingressos será distribuída para a(s) empresa(s) patrocinadora(s) e uma cota de 10% será destinada a ações promocionais do Festival. Os 50% de ingressos restantes serão vendidos a preços populares: R$ 20 inteira e R$ 10 meia entrada, respeitando o limite de 50% da venda dos ingressos de meia entrada. Atendendo ao inciso VI do Art. 21 Instrução Normativa Nº2 de 2019, ofereceremos 4 (quatro) bolsas de estágio para estudantes da Rede pública de Ensino e que atuarão no desenvolvimento da proposta cultural.
MARCOS LOPES - COORDENADOR GERAL / CURADORIA - ator, palhaço, circense, produtor e artista de rua. Vencedor do Prêmio Braskem de Teatro por dois anos consecutivos na categoria Melhor Espetáculo Infanto-Juvenil (“Avesso”, e “Virgulino Menino, Futuro Lampião” ). Indicado nas categorias Melhor Ator e Melhor Espetáculo Infanto-Juvenil de 2018, no mesmo prêmio, com o Espetáculo “O barão nas árvores”. Estuda Interpretação Teatral na Universidade Federal da Bahia e é integrante do grupo de teatro Coletivo Duo. Formou-se no I° Curso Livre de Circo da Bahia com o espetáculo “Que tal o impossível?”, estudou Produção Cultural pelo PRONATEC e música como autodidata. Atua como palhaço, ator e músico. Dentre seus trabalhos estão “Vozes do Desejo”, com direção de Hebe Alves; Dark Times ou Santa Joana ainda vive nos Matadouros, com direção de Paulo Cunha; Woyzeck – Zé Ninguém, de Caio Rodrigo; As Tentações de Padre Cícero, de Gil Vicente Tavares; Arriscando a sorte, de Luana Serrat. SAULUS CASTRO – COORDENADOR GERAL / CURADORIA - Bacharel em Interpretação e graduando em Direção Teatral pela Escola de Teatro da UFBA. Fundador e integrante do Coletivo Duo (2010); 5 espetáculos como encenador: Em busca da ilha desconhecida, de José Saramago; À flor da pele, de Consuelo de Castro; Arturo Ui: uma parábola, de Bertolt Brecht; Arraial, adaptação da obra de Joaquim Cardozo, e “Memórias do fogo”. Como ator participou dos espetáculo: “A conferência”, do Oco Teatro Laboratório, “Morte e vida Severina”, direção de Érico José, “Na fila”, Direção de George Mascarenhas e “Sob as tetas da loba”, direção de Paulo Cunha, ambos da Cia de Teatro da UFBA.. Colaborou com o grupo Oco Teatro Laboratório; Coordenador do Núcleo de Laboratórios Teatrais do Nordeste – NORTEA: Festival Latinoamericano de Teatro da Bahia. ANTONIO FÁBIO - COORDENADOR GERAL / CURADORIA - Bacharel em Artes Cênicas nas modalidades Interpretação e Direção Teatral e Especialista em Linguagens Artísticas e Educação pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes da Fundação Brasileira de Teatro, Brasília, DF. Após anos de atividade profissional na capital federal, onde exerceu a função de professor na FADM/FBT e como professor substituto no Departamento de Artes da UNB, migrou para Salvador onde atualmente desenvolve seu ofício profissional. Participou de vários espetáculos teatrais baianos. Protagonizou da edição 2010 do Núcleo de Teatro do Teatro Castro Alves no espetáculo Jeremias, Profeta da Chuva, autoria e direção de Adelice Souza; Longa Jornada Noite Adentro dirigido por Harildo Déda. Tem sido ator em projetos de audiovisual. Participou dos curtas metragens Astrogildo de Edson Bastos, Sarmaga de Jon Lewis, O menino e o louco de Julia Ferreira e dos longas metragens Besouro de João Daniel Tikhomiroff, Abaixo a Gravidade de Edgard Navarro. ISRAEL BARRETTO - COORDENADOR GERAL / CURADORIA - Formado em Educação Física pela Universidade Católica do Salvador, iniciou seus trabalhos artísticos com o grupo de teatro da diretora Clécia Queiroz. Passou a participar de diversos cursos no Teatro Vila Velha, com diretores como Nelly Franke, Jacyan Castilho, Marcio Meirelles, Hebe Alves, Sergio Riviero, Luiz Marfuz, Marcio Marciano e Marcelo Flecha. Participou dos espetáculos: O Olhar Inventa o Mundo” direção de Felipe Assis, “Remendo Remendó” de Luiz Antônio Jr, “O Que de Você Ficou em Mim” de Luiz Antônio Jr. “Ruína de Anjos” de Vinicius Lírio e Luiz Antônio Jr e “Arturo Ui ” de Saulus Castro, “Sertão” de Luiz Antônio Sena Jr e “Enfermaria no 6” de Sophia Colleti e o solo “O Avô e O Rio” de Roquildes Jr, espetáculo no qual teve a indicação ao Prêmio Braskem de Teatro. FÁBIO VIDAL - CONFERENCISTA/CURADOR CONVIDADO - Ator-performer, autor, diretor, professor e produtor. Mestre e Bacharel pela UFBA. Integrante do Território Sirius Teatro. Recentemente atuou, Co-diirigiu e Co-criou o espetáculo Velôsidades. Realizou a orientação de encenação do espetáculo Hamlet Cancelado, de Vinicius Piedade. Criou, dirige e atua nas encenações Sebastião, Seu Bomfim, Velôsidade Máxima, ERê - Eterno Rêtorno e Joelma. Assinou a dramaturgia do espetáculo Álbum de Família do BTCA. Dirigiu os espetáculos Temporal, Casa Número Nada e Gbagbe. Como ator participou de diversas montagens dentre às quais Salmo 91, Murmúrios, Divinas Palavras, Os Acrobatas, Casa de Eros e Otelo. Foi preparador de elenco do curta Astrogildo e A Astronave, de Edson Bastos. FERNANDA BELTRÃO - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO - Produtora, atriz, professora e pesquisadora, mestranda no Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas – PPGAC/UFBA e bacharel em Artes Cênicas, Interpretação Teatral, pela Escola de Teatro da UFBA. Fez parte do XXV Curso Livre de Teatro da UFBA e NUFA – Núcleo de Formação de Atores – Solar Boa Vista, além de ter sido Bolsista de Iniciação Científica – PIBIC/ UFBA. Fez parte do grupo Nous de Teatro, onde conheceu o teatro de grupo e do Coletivo4. Hoje é do Núcleo Teatro Viável onde atua como atriz e produtora. Com 8 anos de estrada, Fernanda, que tem a FB Produções, assina a direção de produção e a produção executiva de espetáculos como: “Dois Pesos, Duas Medidas”, de João Guisande; “Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia , de João Falcão; “Foi Por Esse Amor”, de João Guisande; “Diário Rosa”, de Larissa Lacerda; "Romeu e Julieta", de Harildo Deda; Na Coxia, do Coletivo4; Narcissus com direção de Carmen Paternostro; “Bululu” de Moncho Rodriguez; "Bispo", de João Miguel; “As Confrarias”, de Paulo Cunha, espetáculo ganhador do Prêmio Braskem de Teatro 2014 na categoria Melhor Espetáculo; “Para o Menino-Bolha”, de Paula Lice, indicado a três categorias no Prêmio Braskem 2014; “Bartolomeus” de Moncho Rodriguez, indicado a duas categorias no Prêmio Braskem 2014, incluindo Melhor Espetáculo; “O Piano, o Bolero e a Galinha”, de Jacyan Castilho, Igor Epifânio e Paula Lice. Compôs a equipe de produção local dos espetáculos “Minha Mãe é uma Peça” e “Online”, ambos espetáculos do ator Paulo Gustavo. EDINOÉLIA MACIEL ANUNCIAÇÃO - MEDIADORA CULTURAL - Graduanda em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal da Bahia. Integrante d’A Outra Companhia de Teatro, é atriz, produtora executiva e mediadora cultural, no qual atuou nos seguintes projetos: Festival Boca de Brasa; Projeto Vila D’Água; VIVADANÇA Festival Internacional; Projeto Mar de Cá e Mar de Lá; Projeto Na beirada do mar; Outras Cenas; Fórum Shakespeare-Teatro; Travessias Poéticas; Mercado Cultural; ll Festival de Teatro do Subúrbio; Seminário História do Teatro Baiano. DEOLINDA VILHENA – CONFERENCISTA - Jornalista, produtora, pesquisadora e professora universitária. Mestre em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da USP, Mestre e Doutora em Estudos Teatrais pela Université de la Sorbonne Nouvelle – Paris 3. Pós-Doutora pela Universidade de São Paulo e pela Université Paris Ouest Nanterre La Défense . Especialista em Financiamento da Cultura pela Université Paris-Dauphine. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia e professora do Departamento de Técnicas da Escola de Teatro da UFBA. Pesquisadora na área de produção, administração e gestão teatral, festivais, formação e qualificação dos profissionais na área da cultura. PAULO ATTO – CONFERENCISTA - produtor cultural, diretor teatral, gestor e consultor em projetos de arte, cultura e desenvolvimento sócio-cultural. Ele tem participado em programas, festivais, seminários sobre cultura e artes cênicas na Alemanha, EUA, Espanha, Venezuela, Colômbia e Portugal. Foi Secretário de Cultura de Ilhéus e atuou também como Secretário de Turismo do mesmo município. Como diretor encenou as montagens “Morangos Mofados” de Caio Fernando Abreu, “Viva o Povo Brasileiro” de João Ubaldo Ribeiro “A Tempestade”, “Macbeth” e “Antônio e Cleópatra: o desencontro do olhar”, com Grupo Quasar. Encenou textos de sua autoria como “KAÔ”, ‘A Confissão”, “O sertão através de nossos Olhos”, e “Diosas Del Olvido”.
PROJETO ARQUIVADO.