| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 08579947000100 | JMN MINERACAO S.A. | 1900-01-01 | R$ 216,0 mil |
| 42593962000141 | Lubrizol do Brasil | 1900-01-01 | R$ 160,0 mil |
| 21256870000104 | FERRO + MINERAÇÃO S/A | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
Realização de oficinas gratuitas de formação em teatro de bonecos em cidades brasileiras. As atividades serão destinadas a crianças e jovens da rede pública de ensino. As oficinas abordarão técnicas de construção de bonecos, manipulação, cenografia e criação de roteiro. Como resultado da oficina, será apresentado um espetáculo final, com entrada gratuita.
O roteiro do espetáculo de encerramento será construído ao longo da oficina, em conjunto com os alunos. O tema central é escolhido nas aulas de roteiro e, em torno dele, os participantes desenvolvem uma série de cenas com os bonecos/personagens construídos em função de cada papel.
Objetivo Geral Contribuir para a democratização do acesso à cultura por meio da realização do projeto de formação em artes cênicas "OFICINA DE TEATRO DE BONECOS 2", com oficinas gratuitas de teatro de bonecos, seguidas por apresentações abertas à comunidade. As atividades formativas serão destinadas a crianças e jovens da rede pública de ensino. As oficinas abordarão técnicas de construção de bonecos, manipulação, cenografia e criação de roteiro, entre outros. Objetivos específicos Realizar três oficinas gratuitas de teatro de bonecos. Atender um total de 300 alunos, sendo 100 por oficina. Realização de três espetáculos abertos à comunidade, com o resultado das oficinas. Realizar três ensaios abertos, seguidos por debate com o público, como contrapartidas sociais. Contribuir para a democratização do acesso à cultura, por meio da oferta de espetáculos e oficinas artísticas de teatro de bonecos a crianças e adolescentes da rede pública de ensino. Promover o acesso à teoria e prática do teatro de bonecos.
O teatro de bonecos é uma das mais antigas tradições culturais da humanidade. Hieróglifos retratam o uso de marionetes no Egito Antigo, assim como os filósofos gregos Heródoto e Xenofonte os descrevem em obras do século 5 a.C.. Nesta expressão artística, a narrativa é apresentada por objetos, manipulados por títeres. Existem vários tipos de teatro de bonecos: fantoches, sombras, marionetes e bonecos de várias formas, tamanhos e materiais. Há também uma grande variedade de técnicas de manipulação, desde o simples vestir dos fantoches com as mãos (ou dedos), passando por varas, linhas, cordas e o próprio corpo, como no caso dos bonecos de grande porte. A técnica foi incorporada por diferentes culturas, ao redor do mundo. No Japão, os bunraku são controlados por vários operadores e chegam a ter o tamanho de uma criança. Na Indonésia, o Wayang utiliza varas para manipular bonecos delicadamente construídos. Na Europa, a Commedia dell´Arte italiana expande-se ao longo do século 17 graças à sua incorporação pelo teatro de fantoches. Irreverente, Polichinelo é o personagem mais popular do período, assumindo aventuras e nomes em diferentes países. No Brasil, chegaram com os primeiros colonizadores, em uma época em que as marionetes eram bastante populares em toda a Europa. Os presépios animados eram comuns, com apresentações regulares no período natalino. Mas nossa expressão mais famosa é o Mamulengo, rico em situações cômicas e satíricas, nascido no Nordeste entre os séculos 18 e 19. Atualmente, diversas companhias dedicam-se à técnica, com propostas ricas e contemporâneas, como os grupos Giramundo (MG), Contadores de Estórias (RJ), Só-Riso (PE) e XPTO (SP), entre muitos outros. Por sua tradição, podemos tomar o ensino do teatro de bonecos como um instrumento de difusão e cultivo do saber artístico da sociedade, contribuindo para o estímulo ao conhecimento e à produção cultural. É esta a importância do presente projeto, com sua proposta de promover maior acesso ao fazer artístico e à cultura, por meio da oferta de oficinas de teatro de bonecos para crianças e adolescentes de escolas da rede pública brasileira. Como resultado, o projeto estimula a inserção dos jovens atendidos no meio cultural e artístico, fortalecendo e articulando as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. É importante reforçar que a política de incentivo fiscal é de extrema importância para a sua plena execução. Ao exigir profissionais qualificados, equipamentos especializados (dos tornos às mesas de som e luz) e carga horária elevada, o projeto tem seu custo elevado, tornando sua execução comercialmente inviável, principalmente fora das capitais. Cabe destacar que seu objetivo é atender, de forma gratuita, os estudantes da rede pública. É uma parcela da população carente de acesso à formação cultural, residente muitas vezes em regiões de periferia ou na zona rural. Tal ação é valorizada pelo espetáculo ao final da oficina, aberto à toda comunidade. Neste sentido acreditamos que o projeto atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Este projeto é a continuação do projeto Oficina de Teatro de Bonecos (Pronac 39444-0), com previsão de encerramento em dezembro de 2020. Nosso objetivo é permitir a captação de recursos este ano (2020), para dar início à execução em 2021, quando o outro projeto já estiver encerrado. Neste projeto não haverá aquisição de material permanente. O projeto será realizado nas cidades indicadas pelo patrocinador, sendo Belo Horizonte (sede do proponente) mantida como Centro de Custos.
OFICINA Total de alunos beneficiados por oficina: 100 participantes Total de alunos beneficiados por 3 oficinas: 300 participantes. Carga horária total por professor/oficina: 114 horas (96 horas de aula + 18 horas de produção e ensaios) A modularização dos dias e horários é variável e atende às especificidades de cada região atendida. Como sugestão, é prevista a oferta das aulas no contraturno escolar, de segunda a sexta, com ensaios aos sábados. A turma de 100 alunos é dividida em quatro grupos, com aulas alternadas de três horas de duração, duas vezes por semana. Cada aluno terá uma carga horária de 60 horas (48 horas de aula + 12 horas de produção e ensaios) EQUIPE TÉCNICA (por oficina) 2 (dois) Professores arte educadores 2 (dois) Oficineiros 1 (um) Produtor ESPETÁCULO Público estimado por apresentação: 575 pessoas Público total para as 3 apresentações: 1725 pessoas Duração: 60 minutos O espetáculo será realizado em espaço de porte adequado, a ser selecionado durante a fase de pré-produção. EQUIPE TÉCNICA (por espetáculo) 1 diretor artístico 1 assistente de direção PROJETO PEDAGÓGICO Ementa Por sua tradição, podemos tomar o ensino do teatro de bonecos como um instrumento de difusão e cultivo do saber artístico da sociedade, contribuindo para o estímulo ao conhecimento e à produção cultural. Objetivo As oficinas de teatro de bonecos têm o objetivo de proporcionar um espaço para o desenvolvimento da expressão artística, despertando o gosto pela arte de representar em crianças e adolescentes. Público alvo Estudantes da rede pública de ensino, com idade entre 12 e 17 anos. Conteúdo • Panorama da história do teatro de bonecos no Brasil e no mundo. • Estudo das diferenças entre as variadas técnicas de construção de bonecos. • Construção de personagem e interpretação teatral através do jogo do ator e o boneco. • Exercícios e dinâmicas em grupo, voltados para conscientização do jogo cênico. • Desenho técnico de construção do boneco: estudo de mecanismos, desenho de frente e perfil e pesquisa de material. • Construção do boneco: marcenaria básica, uso de maquinário e ferramentas (somente para grupo de adolescentes), modelagem, pintura e acabamentos. • Criação do personagem: estudo da relação forma-caráter, propor ções, postura, fisionomia e personalidade. • Manipulação de bonecos: exercícios de direção de foco, olhar, eixo, ponto fixo, variações rítmico-dinâmicas e precisão dos movimentos. • Roteiro: construção do roteiro a partir de atividades práticas de manipulação. • Cenografia para teatro de bonecos: escala, proporção, movimento de cenas, cenário animado, paleta de cor, croquis, pesquisa de materiais, orçamento e execução. • Figurino: workshop com panorama geral sobre a história do vestuário e a modelagem, destacando as características específicas de figurino para boneco. • Expressão vocal: técnicas de aquecimento, relaxamento e respiração, entendimento da voz falada e leituras do roteiro. • Áudio: workshop sobre sonorização e sonoplastia para teatro, com ênfase no teatro de bonecos. • Montagem de espetáculo final: esquetes que serão montadas como fechamento da oficina, a fim de colocar em prática os conteúdos aprendidos ao longo da oficina. Metodologia A proposta metodológica prevê o aporte de conhecimento por meio de aulas expositivas e laboratório das oficinas. O conteúdo programático específico do teatro de bonecos foi estruturado baseado na experiência adquirida nas oficinas, apresentações e ao longo dos projetos realizados pelo proponente. O conteúdo a ser apresentado é pesquisado e reunido por meio de uma série de atividades específicas: seleção de bibliografia, estudos da história do teatro de bonecos, linguagem da animação, pesquisa de materiais, análise das teorias de teatro, investigação das técnicas de construção de bonecos e cenografia, dentre outras. Para a elaboração do conteúdos das disciplinas transversais (teatro, cenografia e workshops de figurino) serão realizados encontros prévios da equipe, com o objetivo de que todas as disciplinas possam se integrar visando o resultado final fruto de um trabalho coletivo e colaborativo. A partir do resultado dessas pesquisas será definido o conteúdo programático para as aulas expositivas que serão acompanhadas de aulas práticas e distribuídas conforme conteúdo previsto. O laboratório será realizado através da experimentação e criação. Nesse momento os próprios participantes irão colocar em prática os conceitos apreendidos nas aulas expositivas. Através das ferramentas disponíveis, os participantes irão construir os bonecos e desenvolver cenas. A construção dos bonecos e das histórias será feita a partir de exercícios de manipulação: desenho técnico, modelagem, texturas, além da composição de roteiros. Para criação dos roteiros, os alunos participantes passam a formar conceitos, confirmando ou negando hipóteses que tenham levantado na investigação de suas histórias. Na hora de decidir e escrever o roteiro a ser encenado, os alunos devem pensar numa estrutura que tenha começo, meio e fim, e desta forma irão compreender a dinâmica de um enredo teatral. O laboratório, além de proporcionar o conhecimento técnico necessário para a construção e manipulação de bonecos, estimulará o gosto pela leitura e o trabalho em equipe. Deste modo, serão abordadas questões contemporâneas do teatro relativas ao uso do espaço e da integração de linguagens, onde as artes plásticas, música, literatura, dança e todo o universo das artes cênicas estará presente, proporcionando assim, reflexão da própria ação dos participantes através da metodologia proposta, que prevê o estímulo à capacidade criativa e de comunicação, ampliação do universo lúdico e estético, noções de ecologia (reciclagem e reaproveitamento de materiais) e estímulo à conclusão dos projetos.
Informamos que as atividades culturais resultantes do projeto contemplarão medidas de acesso ao conteúdo para pessoas com necessidades especiais, auditivias, visuais e também para idosos com dificuldades de locomoção, conforme especificações abaixo:Produto: OficinasAcessibilidade Física: As oficinas ocorrerão em locais com os requisitos de acessibilidade física para pessoas com deficiência visual, auditiva e mobilidade reduzida (rampas de acesso; espaço livre de barreiras que impeçam o acesso ou tornem o caminho inseguro ou perigoso; construído e sinalizado, conforme especificado na ABNT 9050) - não necessitando previsão de custos na planilha orçamentária para a promoção de acesso físico.Acessibilidade de conteúdo: As oficinas serão acompanhadas, sempre que necessário, por intérprete de libras, promovendo assim acessibilidade para as pessoas com deficiência auditiva. As oficinas também contarão, sempre que necessário, com assistentes especializados no atendimento à jovens com deficiência visual e cognitiva.A previsão para o intérprete de Libras e assistentes especializados no atendimento a deficientes visuais foi incluída na planilha orçamentária do produto oficina e é suficiente para o atendimento também do produto espetáculo e do ensaio aberto (contrapartida social), uma vez que o mesmo intérprete e o mesmo assistente especializado serão utilizados também no espetáculo e no ensaio aberto. Produto: Espetáculo TeatralAcessibilidade Física: As apresentações ocorrerão em locais com os requisitos de acessibilidade física para pessoas com deficiência visual, auditiva e mobilidade reduzida (rampas de acesso; espaço livre de barreiras que impeçam o acesso ou tornem o caminho inseguro ou perigoso; construído e sinalizado).Acessibilidade de Conteúdo: Um intérprete de libras atendera os jovens com deficiência auditiva e um assistente especializado atenderá os jovens com deficiência visual ou cognitiva durante as apresentações dos espetáculos teatrais.
Destacamos que o projeto é inteiramente gratuito, beneficiando alunos da rede pública de ensino e a comunidade nas atividades de encerramento das oficinas (apresentação teatral aberta ao público). Destacamos também que o público alvo concentra-se em regiões com baixo índice de desenvolvimento humano, nas periferias de grandes centros urbanos ou em comunidades rurais. Espera-se, com essa ação, cumprir os objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, garantindo a democratização do acesso à cultura, incentivando a produção, reflexão e consumo de produtos culturais por crianças e jovens. Como medida de ampliação do acesso, em cumprimento ao art. 21 da IN 2, de 2019, o proponente adotará uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: Oficina I – doar 100% das vagas a crianças e jovens da rede pública de ensino. As inscrições e seleção (se necessário) serão feitas em parceria entre a equipe de produção e as escolas participantes. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Os registros serão apresentados por meio do vídeo com o making of da oficina; Espetáculo I – doar 90% dos convites às crianças e jovens participantes da oficina, pais, professores, funcionários e comunidade da região. A distribuição dos convites será feita em parceria entre a equipe de produção e as escolas participantes (os 10% restantes serão oferecidos ao patrocinador). IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Como contrapartida social, serão realizados três ensaios abertos, divulgados nas escolas e na comunidade de execução dos projetos, seguidos por debate.
Bushido Produções (proponente): Coordenação geralConrado Moreira e Élida Strazzi: Produção Executiva, Cia Articulação (Juliana Werneck, Michel Sousa e equipe), Lucas Bandeira e Michele Pereira: Arte educador, Oficineiro, Direção Artística. Barbara Lima: Arte educador e Assistente de produçãoCURRÍCULOS RESUMIDOSA Bushido Produções tem ampla experiência na produção e gestão de projetos culturais, com os respectivos e necessários códigos da CNAE, como Produção Teatral (90.01-9-01), Organização de Exposições (82.30-0-01) e o Ensino de Arte e Cultura (85.92-9-99, entre outras atividades ligadas à produção e gestão cultural. A Bushido Produções é constituída pelo sócio-diretor Guilherme Aragão.A Bushido Produções fez a produção do projeto de artes cênicas Brincando com Arte, executado em 2018, em Minas Gerais, atuando em todas as etapas do processo de planejamento, contratação de elenco e fornecedores, execução e pós-produção do projeto. Como coordenador geral, a empresa foi responsável pelo livro Patrimônios do Rio (ISBN 978-85-93282-00-3), entre outros.Sua experiência também é comprovada nos dois projetos culturais do proponente (pessoa física), Guilherme Aragão, que foram aprovados, captados, executados, vistoriados in loco pelo Ministério da Cultura, e tiveram as contas prestadas. São os projetos de Pronac 122086 (Futebol e Arte) e 1012712 (Anos Olímpicos).Guilherme Aragão é formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais. Fez diversos cursos de formação e desenvolvimento na área cultural, como a Oficina de Artes Circenses, Oficina de Criação Literária e Oficina de Comunicação, no Festival de Inverno da UFMG, além das disciplinas relativas à formação em Cinema e Fotografia da Escola de Belas Artes da UFMG. Atuou por mais de 15 anos como jornalista, repórter e editor, com reportagens nas áreas de cultura, cidades, arquitetura e educação. Foi o responsável pela coluna De Bem com Vida, publicada aos domingos no jornal Estado de Minas, dedicada à programação cultural de Belo Horizonte. Conrado Moreira é graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (2013) e pós-graduado (MBA) em Projetos multimidiáticos pelo Centro Universitário UNA (2017). Conrado Moreira foi gestor e produtor da Orquestra Jovem das Gerais e fez a redação do livro Patrimônios do Rio (ISBN 978-93282-00-3) (2016), entre outros.Além disso, foi gestor de projetos editoriais e de extensão na Agência de Comunicação Solidária da UFMG (2010 e 2011) e pesquisador e redator de três edições do ?Almanaque Ilustrado do Jequitinhonha? (2011). O almanaque reuniu causos, contos, lendas, poesias e curiosidades de diversas cidades do Vale do Jequitinhonha. Ganhou o prêmio nacional na categoria ?Projeto de Comunicação para o Terceiro Setor?, concedido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (2012).Juliana Werneck é pós-graduada como especialista em audiovisual e educação pela UFRJ, bacharel em cenografia pela Escala de Belas Artes da UFRJ e graduação de Licenciatura em Teatro na Estácio de Sá. Trabalha como cenógrafa, atriz- manipuladora, produtora cultural e educadora. Durante sua carreira artística trabalhou com importantes cenógrafos coma Marcos Flaksman e Gringo Cardia em cenários para cinema, shows e teatro. Em2006 integra a equipe do Grupo de Educação Multimídia-UFRJ e entre 2008 e 2011, coordenou as atividades de cultura e divulgação científica no Museu do Mar da UFRJ. Fundou a Cia Articulação - Teatro de Animação em 2007, onde é responsável pela produção e desde então realiza apresentações teatrais e oficinas educativas em projetos da companhia e em parcerias. Desde 2009, atua como coordenadora e professora nas oficinas realizadas em diferentes cidades e bairros dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás e Minas Gerais, que tiveram como resultado final a apresentação de espetáculos e exposição. Além da coordenação do projeto Música Total entre 2015 e 2018, Inspetores da Cidadania, Articulação na Escola e Firmino Trancoso – valente do sertão, realizados por meio das leis de incentivo a cultura. A carreira profissional de Michel Sousa começa Cataguases-MG, como locutor de rádio e músico, mais tarde se encanta pelo teatro de bonecos, iniciando seus estudos sobre a orientação de Alvaro Apocalipse, diretor do Grupo Giramundo MG. Fundou e coordenou os Doutores Cura-Cura e O Grupo de Teatro Chicariarte, que conquistou cinco dos sete prêmios que concorreu no 10o Festival de Teatro de Ubá MG. Em sua passagem peloGrupo Armatrux /MG, participou de oito montagens como ator, manipulador e construtor de bonecos. Mudou-se para o RJ em 2007 quando se associaa cenógrafa Juliana Werneck para criar a Cia Articulação - Teatro de Animação, onde escreve, dirige, manipula e constrói bonecos para os espetáculos da Cia. Na Cia dirigiu os espetáculos Raízes, Lenda do Uirapuru, Proserpina: O Primeiro Feitiço, Firmino Trancoso – o valente do sertão e Os Inspetores. Desde 2002 atua como educador, coordenando e dirigindo espetáculos de diversas oficinas de artes, música e montagem de espetáculo em projetos da Cia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, de ONGs e do Governo Federal, e por meio das leis de incentivo à cultura nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás e Minas Gerais. Entre 2008 e 2012 projetou e construiu os bonecos para espetáculos das Cias: Nóis do Vento, Navegando, Pia Fraus e Pequod, que em 2010 ganhou o prêmio Zilka Salaberry na categoria especial de construção de bonecos do espetáculo Marina. Entre 2013 e 2014 construiu bonecos para o espetáculo Enquanto a Banda Passar da ONG Dançar a Vida, dirigiu o espetáculo do Rio ao Universo para o Planetário de Santa Cruz e bonecos para o espetáculo O Flautista de Hamelin da Bemvenuto Cia Teatrale. Élida Strazzi Formação em Artes Cênicas na Escola Superior de Artes Célia Helena (2012) / Psicologia - Universidade Braz Cubas (2008). Participou de cursos de formação do ator e de clown, máscara e mímica com profissionais como Bete Dorgam, Dagoberto Feliz, Silvia Leblon, Eduardo Okamoto Luis Louis, Denise Stocklos, Tiche Viana, Julia Varley do Odin Theatre entre outros. Experiência: atuação e direção, orientação e coordenação de oficinas de teatro para crianças, jovens e idosos; psicóloga e palestrante de matérias vinculadas a psicologia, arte-terapia e teatro; experiência em projetos arte terapêuticos, desenvolvimento e formação de grupos de teatro com pessoas com deficiência; Orientação de grupos de adolescentes com temas sobre sexualidade. Espetáculos: 2018 ??TOC TOC TOC?? Cia Pedaços de Nós ?Dramaturgia e Direção; 2018 ?E se fosse você? Trupe da Inclusão Projeto Atores Especiais - Direção; 2016 e 2017 - ?O que eu vou ser quando crescer? Cia da Sônia Função: Atriz, diretora e dramaturga; 2015 - atual Apresentações com a Cia Mirar Playback de teatro de Playback Função: Atriz e Direção Artística; 2016 Direção e dramaturgia de espetáculos juvenis: ?Felizes para Sempre? e ?Ali se viu?; 2015 Direção e atuação da performance Violência para o Dia da Mulher; 2014 ?Direção e dramaturgia de espetáculos infanto-juvenis: ?E o amor??, ?A maldição?, ?Bolo Mágico?.Lucas da Silva Ferreira é natural de Mogi das Cruzes (SP). Seu nome artístico é Lucas Bandeira. Artista multifacetada licenciada em Artes Visuais na Faculdade Paulista de Artes e em Arte Teatro no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista. Habita o trânsito de diferentes linguagens artísticas, as linhas de investigação em suas pesquisas e trabalhos abarcam os contextos das artes impressas, performance, literatura, gênero, sexualidade e educação. Em artes visuais: produziu sua primeira série de xilogravuras denominada [TRANS]CÊDENCIA, desde então tem estudado xilogravura e outras artes impressas com artistas como Sheila Ortega, Augusto Sampaio e Santídio Pereira. Teve dois trabalhos integrados ao acervo da Pinacoteca de Mogi das Cruzes, as xilogravuras: O Galo e a Helicônia, e Santíssima Trindade (viabilizado pela lei emergencial de cultura Aldir Blanc). Performer e gestora no coletivo Cuirgrafia, performance-apelo a Rafael Braga Memória Indolente, foi diretora de arte e cenógrafa do Show ?Estreitos Nós?. Ilustradora do encarte do álbum- ?Reinado de Congos Mogi das Cruzes Cantos e Marchas?(PROAC). Estudou teatro visual e de formas animadas com o Professor Doutor Wagner Cintra na Unesp, tem dado continuidade a pesquisa de teatro de animação e manipulação de bonecos no workshop ministrado pelo ator e professor Péricles Raggio da Cia. Teatro por um triz.Michele Pereira é escultura, desenhista, ilustradora e costureira. Nasceu na Bahia, em 1987, e aos 7 anos começou a mostra interesse e talento pelas artes. Com muita imaginação e criativa criava seus próprios figurinos. Em 2008 cursou design de moda e criou a marca PetitAlice. O pseudônimo a acompanha desde então, em criações gráficas e editorais. É reconhecida por suas máscaras e bonecos, disponíveis no site espacogarapa.com.br/petit-alice.Bárbara Lima é formada em Teatro pela PUCMInas (2009) e atualmente cursa o último período em licenciatura em teatro pela UFMG. Fez o Curso de Gestão e Produção Cultural - ministrado por Rômulo Avelar. Participou das oficinas: ?Campo de Visão?, ?Fórum do Shakespeare?, ?Improvisação Teatral: Estilos e Recursos Dramatúrgicos? e ?Teatro de Animação e Manipulação de Bonecos?. Trabalhou como professora de teatro no Espaço do Saber de 2012 a 2014 e na Escola Municipal Antônio Carlos de 2018 a 2022 com pessoas com deficiência física e mental. Sua experiência como artista perpassa também pela atuação, improvisação e produção dentro dos grupos teatrais que fez parte e de projetos no qual foi convidada.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.