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PRONAC 202752Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ALÉM DO ARCO-ÍRIS

GRUPO TEATRAL BOCA DE CENA
Solicitado
R$ 211,1 mil
Aprovado
R$ 211,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2020
    Cadastro PRONAC
    Ano 20
  2. 02/11/2020
    Início previsto
  3. 30/06/2021
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SE
Município
Aracaju
Início
2020-11-02
Término
2021-06-30
Locais de realização (3)

Resumo

O projeto "Além do Arco-Íris" propõe a montagemdo do primeiro espetáculo infantil do Grupo Teatral Boca de Cena (SE), que será livremente inspirado na literatura clássica de L. Frank Baum "O Mágico de Oz". Além da montagem o projeto prevê uma (1) apresentação deestréia e uma curta circulação pelas regiões: Norte - com duas (2) apresentaçõesno Estado do Pará e Nordeste - com duas (2) apresentações distribuídas no Estado de Sergipe. O espetáculo terá tradução similtânea em libras e o acesso serátotalmente gratuito. O projeto também propõe realizar como contrapartida social atividades formativas como: Oficinas e intercâmbios.

Sinopse

O projeto “Além do Arco-Íris” será o encontro cênico do Grupo Boca de Cena, e seus colaboradores, com a literatura infantil de L. Frank Baum para o desenvolvimento de uma pesquisa voltada ao teatro infantil onde o ator pesquisador provoca uma investigação a partir do universo circense, da contação de história e utilizando o seu corpo através do jogo cênico ou da brincadeira teatral para construir narrativas tendo como inspiração um clássico “O Mágico de Oz” compartilhando saberes quando propõe dialogar com esse espectador infantil através do universo do circo utilizando os elementos: textuais, plástico, musicais, gestuais, sonoros, corporais e da representação. A história que se pretende retratar extrapola a literatura e se contamina por toda a realidade circundante, nascida no sertão sergipano, Dorethe recebeu esse nome pela paixão que sua mãe tinha pelo clássico “O Mágico de Oz” que ouviu pela primeira vez a história contada por sua mãe. Tendo que enfrentar dificuldades e questões de preconceitos, racismo e intolerância, a menina acaba se protegendo na narrativa encantada que ela nem conhece. Numa busca de entender a história que dá origem ao seu nome, a menina encontra um espantalho sem cérebro, um homem de lata sem coração e um leão covarde. Juntos, a turma descobre muitas aventuras num processo de identificação com sua própria região se permitindo se perder para se redescobrir “Além do Arco-íris” na estrada dos tijolos amarelos de barro. A proposta do grupo com a pesquisa voltada ao público infantil não é fazer uma simples adaptação do “Mágico de Oz”, mas realizar uma recriação, uma releitura, que faz um cruzamento entre o livro de Frank Baum e o contexto no qual se insere o grupo teatral: um bairro periférico de Aracaju, Sergipe. Ao se deter em episódios da obra, ao reproduzir fragmentos e personagens, num interessante movimento intertextual que nos levará a um lugar híbrido, descolonizado e para Além do Arco-íris.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Montagem de um Espetáculo Teatral Infantil livremente inspirado na literatura clássica de L. Frank Baum "O Mágico de Oz" com apresentação de lançamento e uma circulação pelas regiões: Norte e Nordeste. OBJETIVO ESPECÍFICO - Montar um espetáculo teatral; - Realizar uma curta circulação do espetáculo teatral pelas regiões: Norte - com duas (2) apresentações no Pará e no Nordeste _ com duas (2) apresentações em Sergipe. Satisfazendo um total de quatro (4) apresentações na circulação; - Apresentar o resultado do trabalho com uma (1) apresentação de estreia aberta ao público destinada a comunidade do bairro Bugio (articulando as escolas da rede pública com público infantil) onde o grupo está sediado e desenvolve suas atividades artísticas e sociais; - Mobilizar a sociedade civil, o estado, as organizações diversas, as instituições formadoras de opinião como a escola (da rede pública infantil) e principalmente o público-espectador que se encontram em situação de vulnerabilidade social para o acesso gratuito ao espetáculo conforme estabelecidas na lei 8313/1991 e a IN02/2019; - Alcançar um mínimo de 1000 pessoas com o espetáculo apresentado de modo gratuito; - Promover acessibilidade com tradução e interpretação em libras em todas as apresentações; - Realizar como contrapartida quatro (4) oficinas. Sendo uma (1) em cada cidade que o espetáculo for apresentado como atividade de capacitação-formação a partir da experiência com os jogos teatrais e/ou contação de história. Público alvo: Professores, educadores (principalmente do sistema público) que trabalha com o público infantil. conforme propõe a lei 8313/1991 e a IN02/2019.

Justificativa

O Grupo Boca de Cena tem uma trajetória significativa no segmento de artes cênicas do Brasil, em especial no estado de Sergipe, e com muita resistência tem conseguido manter a sua sede, e seguir realizando suas ações junto a comunidade (ver link abaixo), entretanto, é sabido que montar um espetáculo envolve uma equipe ainda maior, bem como se faz necessário recursos financeiros que o grupo não possui. Acreditando no potencial que as ações de incentivo a cultura através das políticas de fomento e em ações onde o foco são crianças são forças que unidas podem transformar. Nesse sentido o Grupo Boca de Cena acredita que realizar a montagem do seu primeiro espetáculo teatral infantil chega como um reforço dentro de suas atividades artísticas e sociais que em sua grande maioria são realizações independentes e com acesso gratuito. Assim, o grupo Boca de Cena pretende seguir desenvolvendo sua pesquisa de linguagem com o popular fortalecendo cada vez mais suas ações artístico-sociais, provocando intercâmbios, parcerias com o seu trabalho cultural. Esse projeto é uma oportunidade singular para o grupo desenvolver uma pesquisa voltada ao teatro infantil onde o ator pesquisador provoca uma investigação a partir do universo circense, da contação de história e utilizando o seu corpo através do jogo cênico ou da brincadeira teatral para construir narrativas tendo como inspiração o clássico "O Mágico de Oz". Compartilhando saberes quando propõe dialogar com esse espectador infantil através dos elementos: textuais, plástico, musicais, gestuais, sonoros, corporais e da representação. A perspectiva dos estudos decoloniais no processo de intervenção como prática de compartilhamento de saberes é praxe no modo como são concebida as práticas do Boca de Cena na comunidade como meio de acesso e oportunidade e a inclusão da própria comunidade onde está situado o Grupo como forma de empoderamento e pertencimento. Em relação a dramaturgia a intenção do grupo não é fazer uma simples adaptação do "Mágico de Oz", mas realizar uma recriação, uma releitura, que faz um cruzamento entre o livro de Frank Baum e o contexto no qual se insere o grupo teatral: um bairro periférico de Aracaju, Sergipe. Ao se deter em episódios da obra, ao reproduzir fragmentos e personagens, num interessante movimento intertextual que nos levará a um lugar híbrido e para Além do Arco-íris. Informamos que a montagem e circulação do primeiro espetáculo infantil atende os incisos abaixo do artigo 1°; Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Atendendo ainda a INO 2/2019: Contrapartidas Sociais: exemplos de contrapartidas sociais a serem incluídas no projeto como: Atendemos com as atividades do projeto as comunidades dos estados que o espetáculo circulará com atividade de capacitação - formação através de oficinas / seminários / palestras com Jogos teatrais e/ou contação de história voltado para professores/educadores do sistema público que trabalha com o público infantil. As medidas de ampliação do acesso ao bem cultural, tais como: tradução e interpretação em libras do espetáculo e a realização da ação cultural voltada ao público infantil. -Após cada apresentação do espetáculo teatral os membros do grupo teatral Boca de Cena se disponibilizam para o público, principalmente infantil, com um bate papo sobre o espetáculo apreciado. - O Grupo se compromete em inserir nos materiais gráficos gerados a marca do Governo Federal e anunciar antes das apresentações e das atividades formativas também. Um pouco mais sobre a trabalho do Grupo e do projeto proposto: https://youtu.be/oORo9_tHxRE

Estratégia de execução

Oficinas de formação em jogos teatrais/contação de história com duração de 4h e será direcionada para quem trabalha com o público infantil (professores, educadores e afins) principalmente do setor público, a ser realizada em todas as cidades que o espetáculo for apresentado. A inscrição será conforme critério estabelecido pelo proponente. A oficina será fruto da investigação (pesquisa) através do universo do circo utilizando os elementos: textuais, plástico, musicais, gestuais, sonoros, corporais e da representação-contação de história para o público infantil. Os facilitadores serão os atores-pesquisadores envolvidos no processo. Será disponibilizada uma lista de presença em cada oficina por cidade. Mais informações sobre o Proponente: SITE: https://www.grupoteatralbocadecena.com/ Currículo/Trajetória: https://www.youtube.com/watch?v=enL7Bj8HYLA Redes Sociais: @grupobocadecena Links Relevantes: https://youtu.be/xqu25LDVJR0 Processo os Cavaleiros da Triste Figura inporado em Dom Quixote de Miguel de Cervantes.

Especificação técnica

Espetáculo Teatral Infantil com duração 60 min (máxima) com Tradução simultânea em Libras. Realização de oito (4) apresentações do espetáculo pelas regiões: Norte (Pará) e Nordeste (Sergipe) Registros: Gravação e Fotos Material de Divulgação/ Identidade visual do projeto: Banner, Panfleto, Postagens Virtuais. CONTRAPARTIDA SOCIAL (Art.22 da IN 02/2019): Realização de quatro (4) oficinas de formação em jogos teatrais/contação de história. Será uma oficina prática, ministrada pelos atores do Grupo Boca de Cena, direcionada para professores e educadores em geral que trabalham com crianças. 30 vagas por turma | Total de 120 pessoas Duração de 4h.

Acessibilidade

Espetáculo Teatral ACESSIBILIDADE FÍSICA A fim de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, informamos que os locais de realização das apresentações serão critoriosamente escolhidos, visando garantir o acesso dessas pessoas. Bem como os espaços destinados a realização das oficinas. Rampas, corrimões, banheiros adaptados, espaço para cadeirantes e assentos para obesos e idosos e etc DEFICIENTES AUDITIVOS Bem como haverá tradução simultanea em libras nas apresentações previstas conforme nos termos do Art. 42 da Lei n. 13.146/15 e nas formas de comunicação previstas no Art. 3º da referida Lei. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. Contrapartida Social ACESSIBILIDADE FÍSICA A fim de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, informamos que os locais de realização das apresentações serão critoriosamente escolhidos, visando garantir o acesso dessas pessoas. Bem como os espaços destinados a realização das oficinas. Rampas, corrimões, banheiros adaptados, espaço para cadeirantes e assentos para obesos e idosos e etc DEFICIENTES AUDITIVOS Bem como haverá tradução simultanea em libras nas apresentações previstas conforme nos termos do Art. 42 da Lei n. 13.146/15 e nas formas de comunicação previstas no Art. 3º da referida Lei. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral

Democratização do acesso

- Acesso gratuito ao espetáculo conforme Art. 3° da lei 8313/1991 no IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; - Realização de um (1) ensaio aberto em uma escola da comunidade (priorizando o sistema público de ensino) direcionada ao público infantil. - Divulgação das ações da produção nas redes sociais abertas do grupo inclusive da circulação do espetáculo.

Ficha técnica

Grupo Boca de Cena - Coordenação e Gestão: Surge com o intuito de partilhar valores e conhecimentos, principalmente às classes populares mais desfavorecidas do acesso pleno à arte e à cultura. Em sua trajetória, consolida-se como um agente promotor de ações culturais no Estado, enquanto espaço de resistência e trabalhando com as culturas híbridas, na perspectiva de promoção e inserção, aos diversos públicos, ao acesso à cultura e as artes como forma de conhecimento e empoderamento. A partir do trabalho com intervenções-formação (processo decolonial) o seu produto é para além do consumo e descarte e propõe reflexões sobre cidadania e direitos humanos. Nos 14 anos produziu mais de 12 espetáculos e realiza, desde 2014, o festival "Blitz Cultural", que propõe intercâmbios a partir da arte, com o propósito de provocar o reencantamento poético no cotidiano através das artes "Parar", "Pensar" e "Refletir". Em 2018, o Grupo participou do maior projeto de circulação da América Latina: SESC Palco Giratório. Felipe Mascarello – Ator: Discente do curso de Licenciatura em Teatro da UFS. Atua desde 2008 quando esteve em espetáculos ainda no ensino médio. No Grupo Teatral Boca de Cena atua nos espetáculos O Encontro das Águas texto de Sérgio Roveri e dir. Iradilson Bispo; Folclore na Cabaça, Nossa Terra, Nossos Contos dir. de Rogério Alves; Viveiros (2015) e Os Cavaleiros da Triste Figura (2017). Rogério Alves - Ator: Licenciado em Teatro, especializado em Direito Infanto-Juvenis no Ambiente Escolar e Mestrando em Culturas Populares (PPGCULT) pela UFS. Professor de artes, ator, diretor e produtor teatral. Desenvolve um trabalho social e artístico desde 2005 quando fundou o Grupo Boca de Cena e o coordena. Tem experiência em projetos sociais em arte educação, teatro-educação. Leandro Handel - Ator: Formado em Teatro pela UFS. Participou do projeto Mané Preto de 2002 a 2005 (Grupo Imbuaça-SE). Foi aluno do curso para atores “Nosso Palco é a Rua” (2006). Participou dos espetáculos com o Boca de Cena: João Grilo entre o céu e o inferno (2006), Folclore na Cabaça (2007), Os Cavaleiros da Triste Figura (2019). Ana Kelly Melo - Atriz: Participou do projeto Mané Preto de 2002 a 2005 (Grupo Imbuaça-SE). Foi aluna do curso para atores “Nosso Palco é a Rua” (2006). Participou dos espetáculos com o Boca de Cena: João Grilo entre o céu e o inferno (2006), Folclore na Cabaça (2007), Nossa Terra, Nossos Contos (2011). Rapha Santacruz - Direção Geral: Mágico há 18 anos. Criou com à produtora Christianne Galdino os espetáculos ABRACASABRA, HARU- a primavera do aprendiz e RODA, inaugurando uma nova forma de colocar a arte mágica em cena, e expandindo a possibilidade de atuação dos ilusionistas. Ganharam prêmios de melhor maquiagem, melhor cenário e ator revelação (Prêmio Apacepe de Teatro e Dança 2015). E o Prêmio Carequinha de estímulo ao circo. Participou do Laboratório de Criação Circus Next (Festival de Circo do Brasil) e em eventos internacionais: CADI- Congresso Argentino de Ilusionismo (2012); FLASOMA- Festival Latino Americano de Sociedades Mágicas (2013-Chile e 2015- Uruguai) e Festival Argen Magia (Argentina- 2016), Festival Sementes (Almada, Portugal). Idealizador, curador e diretor geral do Festival Internacional de Mágica-FIM. Em 2017 estreou em São Paulo FIGURAS MÁGICAS (Programa RUMOS Itaú Cultural). Entre os festivais destaca: Circos-Festival Internacional de Circo -SESC São Paulo (2015 e 2017), Festival de Inverno -SESC Rio de Janeiro (2015), FENOMA- Festival Nordeste de Mágicos (2013 e 2015), Festival Ispiaí de Circo -SESC Pantanal (2017), Festival de Circo do Brasil (2012 e 2015); Festival de Circo de Santa Maria- SESC RS (2017); Festclown (2019) Brasília-DF; Festival de Circo do Maranhão (2019) e o Circuito SESC de Artes pelo interior de São Paulo. Ministrou pelo SESC oficinas de dramaturgia circense. Em 2017 realizou o projeto Temporada mágica em Portugal seguido de residência artística na La Grainerie – fabrique des arts du cirque et de l'itinérance em Toulose/Fr. É professor de mágica do projeto de formação Tiúma Circense do Sesc São Lourenço da Mata, para crianças e adolescentes da periferia. Desenvolveu um curso de mágica para médicos e profissionais de saúde, para contribuir com a humanização dos tratamentos de saúde. Euler Lopes Teles - DRAMATURGIA: Doutorando em Estudos Literários pela UFS, pesquisa a violência na dramaturgia latino-americana. Em 2010 funda o Grupo de Teatro A Tua Lona onde participa como diretor e dramaturgo nos espetáculos: Os Marginais, Menina Miúda, O Vômito, O vizinho do 203 [melhor texto no 8º Festival de Esquetes Bilunga Bivar de Teatro (2011)], Ela Esteve Aqui, O Conselho, Vai dar Cacho na cabeça do bebê, mainha? e Bolor. Contemplado no III Concurso de Jovens Dramaturgos da Escola Sesc de Ensino Médio (texto O Conselho). Em 2016 seu texto Prendam Antônia Maria pelo seu Crime é um dos selecionados pelo III EDIE (Encuentro de dramaturgia internacional estudiantil) Bogotá/Col. Tem textos montados pelas cias Dicuri/SE, O Imaginário/RO, Caixa Cênica/SE, Nuclearte-Poços de Caldas, Menina Miúda Produções Artísticas/AM. Foi dramaturgo do Coletivo de Atores Educadores de 2012-2014 desenvolvendo textos de teatro e educação. Atualmente é dramaturgo da Cia de Teatro da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe. Em 2017 é vencedor do I Prêmio de Roteiros Audiovisual Marcelo Déda com o roteiro Rio. Publica o livro 10 afetos (2017) e Bolor (2017). Babaya Morais - Preparação Vocal: Cantora e professora de Técnica Vocal há mais de 40 anos. Foi professora de técnica vocal na Música de Minas Escola Livre. Em 1990, fundou com a foniatra Dra. Regina Lopes Maciel o “Voz Ativa - Núcleo de Tratamento e Aprimoramento da Voz.” Em 1992, fundou a “Babaya Escola de Canto”, a primeira escola de Minas Gerais voltada exclusivamente para o aprimoramento da voz no canto popular. Em 2011 a Escola passa a se chamar “Babaya Casa de Canto”. Além do ensino de técnica vocal para cantores amadores e profissionais, Babaya também faz a preparação vocal e direção vocal de texto para atores/cantores. em Belo Horizonte e várias cidades do país: “1º Ato Companhia de Dança”, “Companhia Sonho e Drama de Teatro”, “Grupo de Teatro Armatrux”, “Companhia Burlantins”, “Deu Palla” e “Oficinão para Atores - (Projeto Galpão Cine Horto)”, além do Grupo Galpão, Grupo Espanca, Grupo Odeon, Grupo Garupa, Grupo Três Calados, Grupo Maria Cutia. Fez a preparação vocal de dezenas de espetáculos entre Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo trabalhando com os diretores Gabriel Villela, Maurício Vogue, Felipe Hirsch, Mariana Percovich, Marcio Abreu e Nena Inoue. Em Barbacena/MG, preparou o Grupo Ponto de Partida e espetáculos com direção de Regina Bertola. Thardelly Lima - Preparador de Elenco: NO CINEMA: Bacurau Direção: Kleber Mendonça e Juliano Dornelles Parelhas 2018; Divino Amor| Direção: Gabriel Mascaro Recife 2017; Beiço de Estrada| Direção: Eliezer Rolim João Pessoa 2017; Seria Kelly| Direção: René Guerra Maceió 2017. NO TEATRO: Alegria de Náufragos Direção: César Ferrário e Giordano Castro Ser tão Teatro - João Pessoa - PB FMC 2013/ Circulação BNB 2017/ Festival Bahia Blanca na Argentina/ Festival Ciclo Internacional de Teatro - La Plata – Argentina/ BR-Petrobras de Circulação 2018 |Flor de Macambira Direção: Christina Streva Ser tão Teatro - João Pessoa - PB Eletrobrás 2011 / Palco Giratório 2016 / Mostra Latino-Americana de São Paulo/ Prêmio Miryan Muniz 2013/ BR-Petrobras de Circulação 2014/ | Farsa da Boa Preguiça Direção: Fernando Yamamoto e Christina Streva Ser tão Teatro e Clowns de Shakespeare João Pessoa - PB e Natal – RN Eletrobrás Montagem e Circulação, 2010. Funarte, Artes Cênicas na Rua, 2010. Interações estéticas, 2010. |A Gaivota (Alguns Rascunhos) Direção: Harold Rêgo Piollin Grupo de Teatro - João Pessoa – PB Festival Nacional de Curitiba, 2008. Palco Giratório Nacional, 2008. Petrobrás Manutenção de Grupo, 2009. Circulação Caixa Cultural 2009.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Belém ParáAracaju SergipeSão Cristóvão Sergipe