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Esse projeto propõe a primeira circulação do espetáculo'Debaixo D'Água', segunda criação infantil do Coletivo Trippé, estreado em 2018, que traz para cena a ludicidade do brincar através da dança contemporanea, divulgando a importância da água para as crianças e discutindo questões ambientais. Serão realizadas apresentações em uma rota por cidades do Sertão nordestino, passando por municípios de grande, médio e pequeno porte. Também serão realizadas oficinas de dança para crianças e familiares, palestras sobre mediação cultural e bate-papos com o público, abrindo espaços para trocas. Todas as atividades serão gratuitas e o projeto garante a acessibilidade com espaços adequados para pessoas com baixa mobilidade, tradução em Libras e outras ferramentas disponíveis.
ESPETÁCULO: Um convite a mergulhar em um mundo de aventuras, Debaixo D’Água reúne as peripécias de quatro brincantes que dão vida a objetos inanimados. Baldes, garrafas e sacolas viram animais aquáticos e outros despropósitos, em um jogo onde o mais importante é estar junto. Aqui, dança-se a água, sua importância e sua falta, dança-se com suas histórias e seus problemas para que o olhar da criança se atente para suas belezas. OFICINA: Em uma brincadeira de criança, tem perna pra lá, soco no ar e por aí vai. Nessa oficina, a ludicidade está presente na dança, em momentos de interação e criação entre crianças e seus familiares, a partir da sua matéria principal, o corpo. As aulas resultam da pesquisa em dança para crianças de Adriano Alves, que após montar vários espetáculos direcionados para elas, resolveu criar propostas de vivências de corpo para estimular a criatividade na infância. Afinal, em tempos tão virtuais, se arrastar no chão é uma doce esquisitice. PALESTRA: Pensar em como criar pontes entre as crianças e as obras artísticas é necessário para que haja uma melhor fruição do primeiro contato dos pequenos e a arte. Nessa palestra serão apresentadas as metodologias e experiencias do Coletivo Trippé na criação e manutenção da Plataforma Primeiros Passos, um programa de mediação cultural de espetáculos de dança mantido pelos integrantes que já atendeu mais de 7 mil crianças na região do Sertão do São Francisco. A proposta é apresentar de forma clara e objetiva possibilidas para mediação cultural.
OBJETIVO GERAL: Promover a primeira circulação nacional do espetáculo de dança para crianças Debaixo D’água, realizando apresentações por cidades do Sertão nordestino, estabelecendo um processo de mediação cultural sobre dança e a preservação do meio ambiente para a primeira infância, além de atividades formativas para as crianças, familiares, artistas locais e professores de educação infantil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Realizar 10 apresentações gratuitas do espetáculo 'Debaixo D'Agua' abertas para a comunidade; - Realizar 10 bate-papos abertos com a plateia após as apresentações;- Oferecer 05 oficinas de dança gratuitas para crianças e seus familiares;- Ministrar 05 palestras gratuitas para artistas e professores da educação infantil sobre mediação cultural a partir de exemplos dos projetos do Coletivo Trippé.
Um convite a mergulhar em um mundo de aventuras, o espetáculo Debaixo D’Água é o segundo de dança para crianças do Coletivo Trippé, estrado em dezembro de 2018. A obra faz um roteiro dançado que reúne as peripécias de quatro brincantes dando vida a objetos inanimados. Baldes, garrafas e sacolas viram animais aquáticos e outros despropósitos, em um jogo onde o mais importante é estar junto. Assim, o coletivo dança a água e fala da sua importância e sua falta para as crianças se concientizarem sem ser uma obra demasiada pedagógica. Bem lúdico e com elementos simples, o espetáculo se adequa bem para as crianças menores que ainda estão na primeira infância e descobrem o universo da arte. Esse projeto só se torna viável através do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais por conta de seus altos custos. Essa proposta se enquadra nos seguintes incisos Art. 1º da Lei 8313/91 a proposta se enquadra: I, já que permite acesso gratuito a todas as atividades; II, pois é realizado também em pequenos municípios e será contratada mão de obra local nas cidades que recebem o projeto; III, pois apoia a circulação de artistas sertanejos por sua região; VIII, pois estimula o trabalho de um grupo cultural plural; e IX, por ter uma equipe totalmente nacional envolvida. Esse projeto também alcança o objetivo IV do Art. 3° da da Lei 8313/91, o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O Trippé surgiu nas margens do Rio São Francisco, entre Petrolina-PE e Juazero-BA, e foi olhando para essa região banhada por um grande rio e tão dependente dele, que decidiu falar sobre a água e sua importância para nossas vidas. Na cena, ao invés de usar materiais cênicos de costume, o grupo investe em sua pesquisa com objetos cotidianos que traz desde 2011. Dessa vez, trabalham para dar vida à garrafas, baldes e sacolas, em uma história em que os personagens aparecem e desaparecem. Trazem também para cena referências das infâncias antigas com brincadeiras de rua e elementos da Cultura ribeirinha. Possibilitar a circulação desse espetáculo pelo Sertão, região na qual o coletivo nasceu e desenvolve suas pesquisas, é um meio de estimular a pesquisa em dança para crianças nesse território, já que ainda é pouco difundida em regiões não centrais do país e tem um importante papel na formação estética do futuro público. O coletivo já pesquisa criações infantis desde 2012, tendo realizado intervenções e dois espetáculos, acumulando experiências com públicos diversos entre festivais, projetos educativos e temporadas abertas. O Sertão é a maior sub-região nordestina em extensão territorial e durante muito tempo foi enxergada como não produtiva, o que criou um estigma que até hoje a rotula. Esse projeto contribue para a valorização dos artistas sertanejos e cria espaços de compartilhamento com trocas entre eles. As cidades foram escolhidas para atingir populações de pequenos municípios, como Nova Olinda no Sertão do Cariri com pouco mais de 15 mil habitantes, e também cidades de grande porte como Fortaleza, a única capital localizada em território sertanejo. A relação com as comunidades visitadas será feita através do contato com instituições sociais, pois faz parte da necessidade do Coletivo Trippé de aproximar as organizações comunitárias das manifestações artísticas, possibilitando o acesso, difundido o fazer artístico e estimulando a formação de plateia dentro deste contexto. Esse é um meio de criar multiplicadores. Esse projeto está alinhado com as políticas públicas para a Cultura, que dão direito constitucional de acesso a bens culturais, assim se promove arte-educação para a formação de futuros cidadãos. A nossa proposta de formação de plateia almeja um contato mais franco com o público, não os levando para assistir um espetáculo e simplesmente voltar ao seu local de conforto, mas possibilitando diversas experiências que os façam refletir artisticamente e gere uma instigação para pensar a arte como espaço de conhecimento. Criado em 2011 com a união de novos criadores do forte movimento que transborda na ribeira do São Francisco, o Coletivo Trippé, além de espetáculos, também vem investindo em projetos de pesquisa, produção de mostras e em experimentações nas áreas de intervenções e performances. O coletivo já participou de grandes festivais e coloca em questão as temáticas da vida ribeirinha. O Coletivo Trippé, além de espetáculos, também vem investindo em projetos de pesquisa, produção de NO CAMINHO DAS ALIMENTADEIRAS (Premiado no Quarta Que Dança 2013 e Premio VIVADANÇA 2014); o conjunto de intervenções urbanas CORPORAÇÕES; as performances EXTENSÕES e PAGUE 1 LEVE 2; a coreografia infantil MEU QUERIDO CATAVENTO; o espetáculo FRATURAS (Prêmio APACEPE 2016: Melhor espetáculo, melhor coreografia, melhor figurino e bailarino revelação, mais quatro indicações). O espetáculo JANELAS PARA NAVEGAR MUNDOS e o espetáculo DEBAIXO D’ÁGUA.
O custo vinculado “Direitos Autorais” está zerado, pois a obra é de autoria própria do próprio proponente e ele cede o direito autoral de forma gratuita para a realização do projeto. Pelo mesmo motivo não anexei a carta de cessão de direitos autorais. // O custo vinculado “Remuneração para captação de recursos” está zerado, pois o projeto é para inscrição em edital público.
OFICINA DE DANÇA PARA CRIANÇAS E FAMILIARES: 06h/aula de duração em espaço adequado. Público-alvo: crianças de 02 a 06 anos e seus familiares. Descrições detalhadas da proposta no campo seguinte.// PALESTRA DE MEDIAÇÃO CULTURAL: 01h de duração. Público-alvo: professores de educação infantil, agentes de instituições sociais e artistas.// MATERIAL PEDAGÓGICO: Livrinho de colorir tamanho A4, capa em papel couche 115g 4x4, miolo em papel offset 90g 1x1.// MATERIAL PROMOCIONAL: 40 Camisas (P, M e G), 1.000 Cartazes (Tamanho A3), 4.000 programas (Tamanho A4 aberto), Busdoor (1 bissemana por cidade), 02 Faixas (2,5mX0,5m em lona), 03 Banners (1,2x0,9m em lona), 200 inserções em rádio (30'), Banner virtual (1000pxX1000px), 10 diárias de carro de som (30').//
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Serão escolhidos espaços de apresentação adequados ao acesso de pessoas com baixa mobilidade, também haverá reserva de espaço para cadeirantes. Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá exploração tátil dos elementos cênicos antes das sessões e acompanhamento desse público quando necessário/solicitado; Acessibilidade para deficientes auditivos: Todas as sessões contam com a tradução simultânea para LIBRAS. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Os espaços são adequados para receber pessoas de baixa mobilidade e os instrutores preparados para incluir esse público na aula; Acessibilidade para deficientes auditivos: Todas as aulas contam com a tradução simultânea para LIBRAS, se houver público que necessite; Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Serão oferidos tour tátil pelos objetos e espaços, além de orientação descritiva durante as aulas. PALESTRA Acessibilidade física: Os espaços são adequados para receber pessoas de baixa mobilidade; Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá o acompanhamento desse público quando necessário/solicitado; Acessibilidade para deficientes auditivos: Todas as sessões contam com a tradução simultânea para LIBRAS.
ESPETÁCULO DE ARTES CENICAS:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; [O PROJETO RESERVA 50% DOS INGRESSOS PARA ESCOLAS PÚBLICAS E PROJETOS SOCIAIS, ALÉM DE SER INTEIRAMENTE GRATUITO PARA A COMUNIDADE GERAL]II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; PALESTRA:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; CONTRA-PARTIDA SOCIAL:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Estamos adotando como atividade paralela de ampliação de acesso, além da contra-partida social, o oferecimento de palestras gratuitas e a mediação cultural junto a escolas da rede pública de ensino e instituições sociais.
ADRIANO ALVES DOS SANTOS PRODUÇÕES ME - PIPA PRODUÇÕES (COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO): A sigla PIPA é a abreviação de “Produtora Integrada para Projetos Artísticos”. Equipe do Vale do São Francisco que realiza projetos artísticos na região e presta serviços de produção cultural. No mercado desde 2012, a PIPA já coordenou festivais e mostras locais, produziu temporadas de espetáculos e fez a recepção de grupos de outros estados. Realizou atividades em cidades na Bahia (Juazeiro, Senhor do Bonfim e Curaçá) e Pernambuco (Petrolina e Araripina). COLETIVO TRIPPÉ: Um aglomerado de bailarinos que se espalham pelo Vale do São Francisco, se encontrando por compartilharem o mesmo desejo, o de experimentar novos processos e juntos compartilharem experiências. Esse desejo visceral não é apenas pelo criar, mas se baseia na devoção ao experimento, da busca por novos caminhos, da qualificação. O Coletivo tem suas ações voltadas para a criação de uma cena de dança na região, propondo em seus projetos ações que contemplem formação de novos públicos, difusão da arte do movimento e qualificação dos profissionais envolvidos na criação. Iniciando com experimentações autorais em janeiro de 2011, o coletivo vem participando de grandes festivais e colocando em questão as temáticas da vida ribeirinha. Entre suas criações estão: Extensões (2012), No Caminho das Alimentadeiras (2013), Meu Querido Catavento (2014), Pague 1 Leve 2 (2014), Fraturas (2015), . Cordear (2016), Janelas Para Navegar Mundos (2017), Tudophone (2018), Debaixo D’Água (2018). O coletivo é realizador dos seguintes projetos: Pesquisa – Estudos coreográficos sobre os penitentes – 2011 e 2012, Se Essa Rua Fosse Minha – 2012 / 2013 – Festival de Rua, Tricotando Entre Grupos – 2012 / 2013 / 2014 / 2015 / 2016 / 2017 / 2018 – Projeto de intercâmbio artístico, Liquidificador de Corpos – 2013 / 2017 / 2018 – Mostra itinerante de dança, Manutenção de temporada pelo Funcultura – 2014, Trippé Encontra... Cia. Siameses – 2015, Manutenção em pesquisa Trippé Enraizando – 2017 a 2018, Mediação Primeiros Passos – 2017 / 2018. Prêmios: APACEPE 2016 de melhor espetáculo, melhor figurino, melhor coreografia e bailarino revelação.// ADRIANO ALVES (DIRETOR, OFICINEIRO E BAILARINO): Adriano Alves, jornalista e pós-graduando em Dança Educacional e Artes Cênicas, tembém é técnico em Design Gráfico e Produtor da PIPA (Produções inteligentes para projetos artísticos). Após participar de diversos cursos e oficinas, habilitou-se em variadas áreas artísticas e atualmente exerce as funções de diretor, corgráfo, bailarino, ator e cenógrafo em diversos grupos. Iniciou sua carreira artística como ator na Cia. de Artes 6 (2005 à 2008), ao ingressar no Grupo Cultural Alternativo começa a trabalhar com dança (2006 e 2007), nesse período faz aulas de teatro e dança contemporânea no SESC Petrolina e logo é chamado a integrar os grupos da casa como o Núcleo de Dança (2009 e 2010) e o Núcleo de Teatro (de 2009 até atualmente). Em 2010, participa da criação da Cia. ArtEfato de teatro (2010 e 2011). Em 2011, recebe diversos convites e passa no mesmo ano a integrar a Cia. de Dança do SESC (2011 até atualmente) e a Qualquer Um dos 2 Cia. de dança (2011 até 2014), compondo a ficha técnica de vários espetáculos, entre eles o premiado EU VIM DA ILHA (melhor espetáculo e trilha sonora no prêmio APACEPE 2012). Ainda em 2011, une-se a um grupo de amigos e criam o Coletivo Trippé, para experimentar novas ações, nesse coletivo vem trabalhando solos e intervenções autorais, estreando como Coreógrafo e Diretor no espetáculo NO CAMINHO DAS ALIMENTADEIRAS (Prêmio Quarta Que Dança 2013 e Prêmio Viva Dança 2014). Foi diretor convidado para os projetos Experimenta Cena do SESC e Mostra de Solos do Festival Vale Dançar.// JULIA GONDIM (BAILARINA): Julia Gondim iniciou no balé clássico aos sete anos onde se destacou como líder de coreografia Pérolas Brancas do Projeto Passo da Cidadania. Aos oito anos de idade foi contemplada com o certificado de atriz revelação pela atuação no espetáculo teatral o Quati Papa Ovo. Em 2009 passou a integrar a Cia de Dança do Sesc Petrolina participando da criação dos espetáculos Esbornia 2008, Eu Vim da Ilha 2011 (criação premiada como melhor espetáculo de dança contemporânea e trilha sonora original do Prêmio APACEPE do Recife-PE), Tatudobrega 2012 e Rio de Contas 2014. Foi preparado corporal do Grupo de Teatro João de Barro. Participou da criação do Coletivo Incomun de Dança, e além da Cia de Dança do Sesc Petrolina atua no Coletivo Trippé, onde, participou da criação da peformance Pague 1 Leve 2 - 2014 e dos espetáculos Catavento - 2014 e Fraturas - 2015, esse último resultado de um intercâmbio com o diretor e coreografo paulista Maurício de Oliveira. Atualmente integra o elenco dos espetáculos: Brincates, Eu Vim da Ilha e Rio de Contas da Cia de Dança do Sesc Petrolina; Pague 1 Leve 2, Catavento e Fraturas do Coletivo Trippé; e Toque DJ do Coletivo Vintage de Dança.// MARY ANE NASCIMENTO (BAILARINA): Iniciou suas aulas de dança contemporânea em 2006 com a Bailarina e coreografa Djima Darc em um projeto social chamado de ArtEducaçao na cidade de juazeiro-BA e em Outubro 2007 ingressou na Cia de Dança do Sesc-PE, com o Diretor e Coreografo Jailson Lima. Participou dos processos criativos dos espetáculos Esbornia, TatudoBrega, Eu Vim da Ilha e Rio de Contas e atuou nos espetáculos Ao amor e a Dor, Bailantes Brincantes Dançantes e Fúa na casa de Zé Mané. Em 2011 participou do Coletivo InComum de Dança com colaboração de Carol Andrade, Atuando nos espetáculos Conectividade e Dilatado, e promovendo o festival Arte Compartilhada. No ano de 2016 fazendo parte do coletivo Inconstante participando de festivais com mostras de dança de rua e participando da criação do ultimo trabalho o Espetáculo é a Periferia. Ingressou para o Coletivo Trippé no ano de 2019 como bailarina substituta no espetáculo Debaixo D’água.// RAFAEDNA BRITO (OPERADORA DE SOM): Iniciou as aulas de dança contemporânea em março de 2012 com o diretor e coreografo Jailson Lima. Atua na Cia de dança do SESC-Petrolina desde Junho de 2012. Participou do processo de criação do experimento coreográfico TATUDOBREGA e do espetáculo RIO DE CONTAS da Cia de dança do SESC. Participa dos espetáculos, “Fuá na casa de Zé Mané”, “Eu vim da Ilha” e o mais atual “Rio de contas”. Entrou para o Coletivo Trippé em Agosto de 2013, atua como bailarina substituta no espetáculo “No caminho das alimentadeiras”. No ano de 2015 fez parte de uma residência coreográfica com a finalidade de criação do novo espetáculo do coletivo, “Fraturas”, ministrada pelo diretor e coreografo Mauricio de Oliveira.// NILZETE MIRANDA (PRODUTORA EXECUTIVA): Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos pela Anhanguera Uniderp e Técnica em Serviços Turísticos pelo IFSertão, participou de várias produções artísticas em variadas funções, como produtora integrou os festivais Adeia do Velho Chico[2006, 2008, 2009, 2010 e 2011], Festival Vale Dançar [2009, 2010 e 2011], Semana das Artes Cênicas[2009], como recreadora participou do Programa Chapéu de Palha da Fundação Nilo Coelho, no teatro participou das produções de Pluft o Fantasminha pela Cia. Baú de Encenações e do espetáculo O Mágico de OZ pela Cia. Biruta, como bailarina compõe atualmente o elenco da Cia. de dança do SESC Petrolina e do Coletivo Trippé.// CARLOS TIAGO ALVES NOVAIS (ILUMINADOR E COORDENADOR TÉCNICO): Iluminador e cenógrafo, assinando a ficha técnica de mais de 25 espetáculos na região do Vale do São Francisco e alguns fora dela, com formação prática tende a realizar concepções que solucionam as dificuldades técnicas dos espaços artísticos do interior, nessas dificuldades encontra possibilidade para exercitar a criatividade e sempre experimentar novos jeitos, atualmente é o Técnico de Som e Luz do SESC-Petrolina e assina a parte técnica da Cia. de Dança do SESC, da QualQuer Um dos 2 cia. de dança, do Coletivo InComun e do Coletivo Trippé.//
PROJETO ARQUIVADO.