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PRONAC 202758Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A Seiva

FILIPE BERTINI
Solicitado
R$ 199,2 mil
Aprovado
R$ 199,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2020
    Cadastro PRONAC
    Ano 20
  2. 28/06/2021
    Início previsto
  3. 14/02/2022
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
Jundiaí
Início
2021-06-28
Término
2022-02-14
Locais de realização (1)

Resumo

Este projeto contempla a montagem e apresentação do espetáculo teatral inédito no Brasil A SEIVA (La Savia), do autor e diretor Ignácio Sánchez Mestre, com o elenco brasileiro formado por Vânia de Brito, Filipe Bertini e Karol Garrett. A peça A Seiva nos chama a refletir sobre muitas coisas em uma comédia dramática, poética e ácida, com toques de humor sombrio.Realidade como construção e decisão, o apego dos filhos de seus pais, a solidão na velhice, a morte como inevitável e próxima, e o esquecimento, como doença ou necessidade.Com uma atmosfera leve e saudável, visitamos a casa de Elsa.

Sinopse

Produto Teatral A seiva é o líquido que circula pelos vasos condutores e transporta os alimentos das plantas. A seiva também é a palavra usada para nomear o elemento que dá vida às coisas. E a seiva é a história de Elsa, uma amante de plantas e livros. Um leitor que não quer esquecer e começa a escrever. O que você lembra, o que acontece e talvez o que virá. E assim, acompanhada de dois ou mais personagens, ela gradualmente modifica seu próprio olhar e entra em um estágio de renascimento sutil. Porque talvez, como na vida silenciosa do mundo das plantas, exista algo em nós que nunca para de se manifestar e crescer. PALESTRA MESA DE DEBATE COM IGNACIO SÁNCHEZ MESTRE (Argentina) Tema: A imagem poética do Novo Teatro Latino . Pautado na perspectiva de que o teatro é uma prática política cultural, o presente artigo realiza, pelo viés histórico e teórico, uma investigação sobre o Teatro Latino Americano. A análise atravessa quatro décadas, partindo do Teatro Novo até chegar a cultura de celebridade e a entronização do narcisismo na dramaturgia atual.

Objetivos

Objetivo Geral: Fomentar público de teatro com a realização de um dramático que remeta a memórias afetivas de uma senhora, pautando a relação familiar, entre pais e filhos e também geracional. Identificação com todo tipo de espectador (desde o que está acostumado a frequentar o teatro até aqueles que nunca assistiram a um espetáculo). Objetivo Específico: a- Realização de uma Temporada com 10 apresentações na cidade de São Paulo b- Debate sobre a relação das memórias afetivas ,acontecerá entre elenco junto ao Autor/diretor e suas experiências e de como esta relação norteou a construção do espetáculo. Este debate ocorrerá após 4 sessões. c- Debater o Teatro Latino americano, mesclando assim as culturas dos países Argentina e Brasil. Este debate acontecerá em uma data a ser estipulada e contará com previsão de 350 vagas para o público interessado e convidados de Instituições interessadas. d- Deixar disponíveis os debates pós sessão e o debate sobre o Teatro Latino americano, nas redes sociais do projeto

Justificativa

Este projeto de montagem da peça original da Argentina, nasce do encontro do autor Ignácio Sánchez Mestre com a atriz Vânia de Brito. O texto original é uma coletânea de crônicas nas quais o autor faz o trabalho combinar com a realidade do presente com sonhos, lembranças do passado e imaginação com naturalidade incomum. Tudo é sobreposto em diferentes camadas e o resultado é eficaz e surpreendente. Conseguindo colocar o espectador em uma bolha . Os temas vêm a calhar num contexto global de profundas transformações subjetivas, propiciadas no século XXI por um avanço tecnológico vertiginoso e por novos modos de produção e distribuição dos afetos nas sociedades contemporâneas. Nesse contexto, temas radicalmente humanos como a morte, o amor, o tempo e a saudade são extraviados do homem naquilo que Zygmunt Bauman chegou a definir como "modernidade líquida". Assim, velhos dispositivos de filiação-paternidade-maternidade, bem como de aparatos afetivos de convivência no grupo de, dão vez no mundo de hoje as relações cada vez mais recheadas de vazios e refrigeradas pelos modos de subjetivação das gerações do século XXI. Simplesmente um prólogo dá espaço a dezenas de imagens e momentos que são intercalados na vertigem de uma memória inquieta. Elsa é uma mulher no meio de sua selva de plantas bonitas e naquele refúgio verde, ela sonha e pensa. O presente e o passado aparecem caprichosamente na cena, como na mente de qualquer pessoa. Os momentos são ressignificados e até se vingam do imaginário que Elsa lança. Os detalhes que constituem a estrutura das experiências lançam um novo vôo, as simplicidades retratam essa vida magnífica e única como a de qualquer um de nós. Nostalgias, ausências e dores perdem seu poder fantasma quando atravessam o prisma da sabedoria e do humor. Diante dessas consideraço~es, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I ‐ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II ‐ promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; III ‐ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II ‐ fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: e) realizaça~o de espeta´culos de artes cênicas IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Nota do Autor - Ignácio Sanchez Mestre Quando comecei a escrever La Savia/A Seiva, estava pensando em fazer algo com memórias. Eu sabia que queria fazer algo com minhas memórias, com o que eu lembrava da infância. Deformar, fazer ficção. Como se as memórias pudessem ser adulteradas, adicionadas, multiplicadas para construir outra coisa. E algo semelhante acontece com a protagonista desta peça. Você pode criar uma ficção com o sentimento que apenas as lembranças trazem? É assim que realmente vivemos? A maneira como contamos nossas memórias é melhor do que os próprios fatos? Muitas perguntas e uma convicção: escrever um trabalho com essa qualidade, a da memória e também a dos sonhos, tentando sair da maneira linear de contar uma história onde o que acontece tem a ver com um conflito específico e investigar o que Isso acontece se focarmos em muitas perguntas ao mesmo tempo, muitas perguntas do mesmo personagem. E assim Elsa nasceu. Uma mulher de sessenta anos que mora sozinha. Mas é acompanhado por muitas plantas, muitas mais do que se pode imaginar. E também de muitos livros. Elsa se define como uma ótima leitora, talvez porque tenha vergonha de se definir como escritora. Uma mulher que agora tem tempo. O tempo é dela e isso a leva a escrever. Ou talvez a solidão, aquele momento instável em que uma mulher separada, com filhos grandes que moram longe, deve habitar uma interioridade desconhecida. Elsa era professora universitária e possui uma artilharia de livros que a guardam e a estimulam, que a ajudam sempre a imaginação itinerante, a capacidade de viajar que a leitura oferece, embora a protagonista dessa história não saia de casa. Na realidade, a invenção que ela experimenta como uma nova tarefa, como uma escritora aprendiz que exerce fantasia, aproxima os mundos dela. Elsa os apropria como matéria-prima, como fertilizante de suas plantas. Ele rega essas histórias incipientes e as transforma. E, nessa redação, Mariel e O Chinês aparecem, dois personagens jovens, reais, imaginários, que se misturam com outros que existem ou existem. A trama em que Elsa envolve sua funcionária Mariel e aquele garoto que corre e encontra um refúgio repentino em sua biblioteca, nesse tipo de creche, surge da agitação da aleatoriedade. O Chinês que age como um ser inventado, guiada à força pelo desejo de Elsa de se envolver com os jovens e ensinar-lhes os feitos de suas plantas. Ele também ajuda O Chinês com sua tese a encontrar um estilo. Porque Elsa diz a ele que seus textos acadêmicos são detalhados e corretos, que não há risco na palavra que ele coloca no papel. Ao contrário de Elsa, que não para de assumir as palavras com vergonha, há em O Chinês um pensamento colocado em um sentido meramente operacional. Elsa lê e escreve procurando algo mais, não mais profissionalismo, o interesse de sua profissão como professora, mas a loucura da ficção colocada no lugar mais incomum, a possibilidade excessiva de combinar as pessoas que ela conhece com o enredo impetuoso que ela ensaia. em seus cadernos. La Savia/A seiva é uma obra sobre o poder que a leitura e a escrita exercem na alma na ausência de aventura e sobre o momento em que o mundo começa a ser visto a partir da luz agitada da imaginação. O que parece envolvido em um certo realismo se torna difuso. É por isso que seus filhos parecem gigantes, sobre palafitas, como se fossem aparições de sua história, misturando-se a Mariel e O Chinês. Uma justaposição de sonhos. La Savia/A seiva é uma série de incidentes que ocorrem na cabeça de Elsa, mas ela também infecta seus seres mais próximos. Mariel é impregnada pela leitura, aquela que ela pratica sem sucesso a princípio, mas depois se transforma em ação ao se envolver com O Chinês. Entre as plantas e os livros, começa a aparecer a fragrância de uma temporalidade que não corresponde ao exterior e não se submete à biografia que Elsa evoca. Embora, no início, seja proposto um plano mais relacionado à recuperação de certas memórias, enquanto Elsa avança no trabalho de contar sua história, ela entende que a própria experiência pode ser transformada, até dramatizada para se livrar dela. Há algo que Elsa consegue fazer com seu passado, com a maneira distante em que ela continua ligada aos filhos e ao ex-marido, resultado da autonomia de pensar em si mesma como autora dos eventos e não como receptora passiva. Talvez Elsa descubra, enquanto narra e testa seus pequenos conflitos em processo, enquanto canta naquele karaokê ao qual sua amizade com os jovens a leva, que a escrita é uma arma radiante no momento de recuperar a vida de uma pessoa, em seus sentidos. as possibilidades que ela, como autora, pode dar a ela. Escrever a tira da melancolia e faz dela uma personagem que está viva. Ainda cresce e se manifesta, como suas plantas.

Especificação técnica

Nota do Autor - Ignácio Sanchez Mestre Quando comecei a escrever La Savia/A Seiva, estava pensando em fazer algo com memórias. Eu sabia que queria fazer algo com minhas memórias, com o que eu lembrava da infância. Deformar, fazer ficção. Como se as memórias pudessem ser adulteradas, adicionadas, multiplicadas para construir outra coisa. E algo semelhante acontece com a protagonista desta peça. Você pode criar uma ficção com o sentimento que apenas as lembranças trazem? É assim que realmente vivemos? A maneira como contamos nossas memórias é melhor do que os próprios fatos? Muitas perguntas e uma convicção: escrever um trabalho com essa qualidade, a da memória e também a dos sonhos, tentando sair da maneira linear de contar uma história onde o que acontece tem a ver com um conflito específico e investigar o que Isso acontece se focarmos em muitas perguntas ao mesmo tempo, muitas perguntas do mesmo personagem. E assim Elsa nasceu. Uma mulher de sessenta anos que mora sozinha. Mas é acompanhado por muitas plantas, muitas mais do que se pode imaginar. E também de muitos livros. Elsa se define como uma ótima leitora, talvez porque tenha vergonha de se definir como escritora. Uma mulher que agora tem tempo. O tempo é dela e isso a leva a escrever. Ou talvez a solidão, aquele momento instável em que uma mulher separada, com filhos grandes que moram longe, deve habitar uma interioridade desconhecida. Elsa era professora universitária e possui uma artilharia de livros que a guardam e a estimulam, que a ajudam sempre a imaginação itinerante, a capacidade de viajar que a leitura oferece, embora a protagonista dessa história não saia de casa. Na realidade, a invenção que ela experimenta como uma nova tarefa, como uma escritora aprendiz que exerce fantasia, aproxima os mundos dela. Elsa os apropria como matéria-prima, como fertilizante de suas plantas. Ele rega essas histórias incipientes e as transforma. E, nessa redação, Mariel e O Chinês aparecem, dois personagens jovens, reais, imaginários, que se misturam com outros que existem ou existem. A trama em que Elsa envolve sua funcionária Mariel e aquele garoto que corre e encontra um refúgio repentino em sua biblioteca, nesse tipo de creche, surge da agitação da aleatoriedade. O Chinês que age como um ser inventado, guiada à força pelo desejo de Elsa de se envolver com os jovens e ensinar-lhes os feitos de suas plantas. Ele também ajuda O Chinês com sua tese a encontrar um estilo. Porque Elsa diz a ele que seus textos acadêmicos são detalhados e corretos, que não há risco na palavra que ele coloca no papel. Ao contrário de Elsa, que não para de assumir as palavras com vergonha, há em O Chinês um pensamento colocado em um sentido meramente operacional. Elsa lê e escreve procurando algo mais, não mais profissionalismo, o interesse de sua profissão como professora, mas a loucura da ficção colocada no lugar mais incomum, a possibilidade excessiva de combinar as pessoas que ela conhece com o enredo impetuoso que ela ensaia. em seus cadernos. La Savia/A seiva é uma obra sobre o poder que a leitura e a escrita exercem na alma na ausência de aventura e sobre o momento em que o mundo começa a ser visto a partir da luz agitada da imaginação. O que parece envolvido em um certo realismo se torna difuso. É por isso que seus filhos parecem gigantes, sobre palafitas, como se fossem aparições de sua história, misturando-se a Mariel e O Chinês. Uma justaposição de sonhos. La Savia/A seiva é uma série de incidentes que ocorrem na cabeça de Elsa, mas ela também infecta seus seres mais próximos. Mariel é impregnada pela leitura, aquela que ela pratica sem sucesso a princípio, mas depois se transforma em ação ao se envolver com O Chinês. Entre as plantas e os livros, começa a aparecer a fragrância de uma temporalidade que não corresponde ao exterior e não se submete à biografia que Elsa evoca. Embora, no início, seja proposto um plano mais relacionado à recuperação de certas memórias, enquanto Elsa avança no trabalho de contar sua história, ela entende que a própria experiência pode ser transformada, até dramatizada para se livrar dela. Há algo que Elsa consegue fazer com seu passado, com a maneira distante em que ela continua ligada aos filhos e ao ex-marido, resultado da autonomia de pensar em si mesma como autora dos eventos e não como receptora passiva. Talvez Elsa descubra, enquanto narra e testa seus pequenos conflitos em processo, enquanto canta naquele karaokê ao qual sua amizade com os jovens a leva, que a escrita é uma arma radiante no momento de recuperar a vida de uma pessoa, em seus sentidos. as possibilidades que ela, como autora, pode dar a ela. Escrever a tira da melancolia e faz dela uma personagem que está viva. Ainda cresce e se manifesta, como suas plantas. CONTRAPARTIDA PALESTRA MESA DE DEBATE COM IGNACIO SÁNCHEZ MESTRE (Argentina) Tema: A imagem poética do Novo Teatro Latino . Debate sobre o Teatro Latino, mesclando assim as culturas dos países Argentina e Brasil. Vamos fazer um convite para o debate entre dois autores latinos americanos contemporâneos, Ignácio Sanchez Mestre (Argentina) e Vinicius Calderoni (Brasil). Público: GERAL O debate deve acontecer em um espaço com capacidade de 350 pessoas, com entrada gratuita. Total de público atingido : 350

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Todo o projeto será totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado de funcionários treinados para a facilitação do acesso também de todo esse público. A escolha dos locais para realização do projeto terão fácil acesso, permitindo o uso de transportes públicos para chegada e saída com comodidade. Acessibilidade para deficientes visuais: - Realização de 4 sessões com audiodescrição em São Paulo; Teremos a presença de uma intérprete de libras para mediar os encontros. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de 4 sessões com interprete de libras na cidade de São Paulo; Os debates propostos após a sessão, terão o intérprete de libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Todo o projeto será totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado de funcionários treinados para a facilitação do acesso também de todo esse público. A escolha dos locais para realização do projeto terão fácil acesso, permitindo o uso de transportes públicos para chegada e saída com comodidade. Acessibilidade para deficientes visuais: - Realização da palestra/debate "Teatro Latino Americano" com audiodescrição em São Paulo; Acessibilidade para deficientes auditivos: - Realização da palestra/debate "Teatro Latino Americano" com interprete de Libras em São Paulo;

Democratização do acesso

- Realização de uma Palestra/Debate de teatro gratuita com o diretor/autor sobre o tema teatro latino Americano; Este debate acontecerá em uma data a ser estipulada e contará com 350 vagas para o público interessado e convidados de Instituições interessadas. - Ingressos a preços populares: Máximo R$20,00; - 40% dos ingressos serão gratuitos, voltados à camada menos favorecida da população, estudantes de escolas públicas, idosos, buscaremos centros sociais para parcerias na distribuição. -Debate sobre a relação familiar entre pais e filhos, com elenco, Diretor e Autor e suas experiências e de como esta relação norteou a construção do espetáculo. Após 4 sessões do espetáculo. A distribuição desses ingressos gratuitos se enquadra no inciso I, do Artigo 55o da IN 2017) para instituições e associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo, além de estudantes, professores e funcionários da rede pública de educação, por meio de articulação prévia da produção do evento, juntamente com a coordenação de acessibilidade. A medida adotada referente ao artigo 22 da IN02/2019, iremos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Autor e Direção Ignacio Sánchez Mestre Elenco Vânia de Brito, Filipe Bertini e Karol Garrett Cenário : Laura Copertino (Concepção Argentina) Iluminação : David Seldes (Concepção Argentina) Figurino : Lara Sol Gaudini (Concepção Argentina) Produtor Executivo: César Ramos (Complementar Produções) Diretor de Produção : Gustavo Sanna (Complementar Produções) FUNÇÃO DO PROPONENTE NO PROJETO Filipe Bertini, produtor, ator e idealizador do projeto A Seiva, a função essencial do proponente em realizar a organização e coordenação do projeto, e também realizará os pagamentos e administrativo do projeto. A Complementar Produções é uma produtora paulistana que possui como sócio os produtores César Ramos e Gustavo Sanna que possui em seus currículos a realização de mais de trinta projetos, transitando entre teatro, dança e audiovisual. Em 2014, realizou os espetáculos O Convidado Surpresa, texto de Grégoire Bouillier, direção de Rafael Gomes; Gotas D’águas Sobre Pedras Escaldantes, com texto de Rainer Werner Fassbinder e direção de Rafael Gomes (três indicações ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Cenário); Assim é se lhe Parece, texto de Luigi Pirandello, direção Marco Antônio Pâmio (Vencedor do Prêmio Shell de Melhor Ator e Indicado ao Prêmio Shell de Melhor Diretor e Melhor Iluminação); e Não Nem Nada, texto e direção de Vinícius Calderoni (indicado ao Prêmio Shell de Melhor Autor e Melhor Atriz). Realizou os espetáculos Riso Nervoso, texto e direção de Michele Ferreira; Ãrrã, texto e direção de Vinícius Calderoni (vencedor do Prêmio Shell de Melhor Autor). Com a bailarina Juliana Moraes, realizou os espetáculos Desmonte e Claro Escuro, direção de Gustavo Sol. A partir de 2017, como forma de fortalecer e ampliar as parcerias da cultura, abre frente também no Audiovisual. Alguns destaques são os projetos de series como Coisa Mais Linda , Aruanas, Bom Dia Verônica, além de alguns projetos de publicidade para a internet. Neste ano, realizou também os espetáculos Flutuante, de Caco Galhardo, direção Mauro Baptista Vedia; Não Somos Amigas, texto de Michelle Ferreira, direção de Maria Maya; Chorume, texto e direção de Vinícius Calderoni e Se Existe Eu Ainda Não Encontrei, de Nick Payne, direção de Daniel Alvim. Vânia de Brito - Atriz Atriz, Roteirista, Diretora. Nascida em Aracajú – SE. Mudou-se para São Paulo aos 17anos. Formou-se em Artes Cênicas em 1983. Trabalhou em TV, Teatro e Cinema. 2018 - Orgulho e Paixão – Rede Globo 2016 – Supermax – Rede Globo 1984 – A Sereiazinha Musical – (Dir: Miguel Falabella) 2015 - Morir (Autor/Roteiro: Sergi Belbel e Delson Antunes) Filipe Bertini – Ator Cia dos Reis (Fundador /CEO da Cia dos Reis) 2018/19 - Louca Terapia o casal agora é outro - Autor, idealizador e ator 2018 - Querido Amigo - Produtor, adaptação e ator 2017/18 - Exposição Castelo Rá-tim-bum - Direção Executiva 2016/2017- Louca Terapia - Autor, idealizador e ator 2016- Querido Amigo - Produtor, adaptação e ator 2014-2017- Pluft, o fantasminha - Idealizador e ator 2014-2016- "O Despertar da Primavera" - Adaptação, idealizador e ator 2017- "Tarzan - o Musical" - (Tarzan) - Dir: Zé Alberto Martins 2014- "Tempos de Comédia" - Dir: Ruy Cortez Karol Garrett - Atriz Comunicadora formada pela PUC-SP, a atriz Karol Garret, tem parte de sua formação em São Paulo, na Escola Wolf Maya e em Londres no Shakespeare's Globe Theather (2015 - 2018) -“Hey No Nonny” – 2017 Dir: Jo Sung-Woo -“The Raven” – Dir: Arthur Anderman - “Romeu e Julieta”- 2015 Dir: Bill Buckhust e Raz Shaw - “O Mercador de Veneza” – 2015 Dir: Bill Buckhust e Raz Shaw - “Rei Lear” – 2015 Dir: Bill Buckhust e Raz Shaw Ignacio Sánchez Mestre– Autor e Diretor Ignacio Sánchez Mestre nasceu em San Juan em 1982. É ator, dramaturgo e diretor de teatro. Em Buenos Aires, ele treinou principalmente com Nora Moseinco na atuação e com Ariel Farace na dramaturgia. Em 2010, ele participou da criação coletiva "JORGE". Ele é co-autor e co-diretor, junto com Katia Szechtman, da peça "Corresponsal", lançada em julho de 2011 no El excentrico de la 18. Participou como ator da peça "Ulises não sabe contar", no Teatro Sarmiento do CTBA, sob a direção de Ariel Farace. Ele atuou em diferentes curtas-metragens, incluindo "Estou tão feliz", dirigido por Vladimir Durán, vencedor dos 13 BAFICI e em Competição Oficial no Festival de Cannes. Em 2012, ele estreou seu trabalho "demo" em El Camarín de las Musas. O texto de "demo" ganhou o 2º prêmio no Concurso Nacional de Teatro e Rock, organizado por Argentores e Rock and Pop. Em 2013, "demo" participa da Bienal de Arte Jovem e ganha o Prêmio de Dramaturgia. Em 2012, ele também participou como intérprete do CMMN SNS PRJCT, junto com Laura Kalauz. Ele escreveu e dirigiu o curta-metragem "UNA PART", selecionado para o 15 BAFICI 2013. Escreveu com Martín Piroyansky a série na web "Tiempo Libre" e "Bar San Miguel", para o canal digital da Universidade em 3 de fevereiro. Em 2014, estreou seu trabalho "Lunes Abierto" e como intérprete "Salvaje", de Laura Kalauz. Em 2015, ele participou como ator da peça "Polite", de Pablo Sigal. Em 2016, ele estreou seu trabalho "DESPIERTO", no Beckett Theatre. Em 2017, ele estreou sua nova peça "La savia" com Mirta Busnelli no Teatro Cervantes. Em 2019, ele estreou "Para Split" no Teatro Sarmiento do CTBA. Seus trabalhos "demo" e "Open Monday" foram publicados pela Drama Books. David Seldes – Iluminador David Seldes nasceu na Argentina em 1985. Estudou Lic. In Show Lighting Design na UNA. Ele fez projetos de iluminação para mais de cem produções, incluindo teatro, dança, ópera, performance e artes visuais. Colaborou com diretores e coreógrafos, incluindo Valeria Ambrosio, Lola Arias, Oscar Barney Finn, Julio Bocca, Guillermo Cacace, Pablo Maritano, Silvio Lang, Federico León, Ricky Pashkus, Alejandro Tantanian, Carlos Trunsky e Ciro Zorzoli.Esses trabalhos foram apresentados em teatros de Buenos Aires, também em festivais na Alemanha, Áustria, Bélgica, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Espanha, Estados Unidos, França, Gran Grã-Bretanha, Grécia, Itália, Japão, Portugal, Suíça, Uruguai. Ele foi indicado para os Prêmios Teatro del Mundo (2018), Florencio Sanchez Awards (2016), Javier Villafañe Awards (2016), Hugo Awards (2015), ACE Awards (2013), Teatro del Mundo Awards (2012), Trinidad Guevara Awards ( 2010), Teatro del Mundo Awards (2008), Trinidad Guevara Awards (2008). Em Artes Visuais, trabalhou com Guillermo Kuitca no Centro Cultural Kirchner (2018), com Graciela Hasper na arteBA (2013) e com Leandro Katz na Fundación Telefónica (2013).Ele foi convidado por Karina Peisajovich para expor no Workshop "Technicolor" na Universidade Di Tella (2019). Ele ditou para o INT o curso "Show Lighting Plan" (2015). Foi convidado pela Universidade de Palermo para falar na série "Seminários de autores sobre teatro e espetáculos" (2014) e ditou o assunto "Iluminação" na Escola de Cenografia Saulo Benavente (2013). Laura Copertino – Cenógrafa Nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1985. Dirigiu sua carreira artística à Direção de Arte e Design de Cenografia e Figurino, desenvolvendo-se em diferentes disciplinas: cinema, teatro, ópera e balé. De 2010 a 2018, foi professora na carreira de Cenografia da USAL nas disciplinas de Arquitetura e Atmosfera Cênica e roupas teatrais. Em 2017 e 2018, assistente de direção de arte no curso multiuso da Escola Nacional de Experimentação e Produção de Filmes (ENERC). A partir de 2016, ingressei na cadeira de direção de arte na carreira de imagem e som na Universidade Nacional de Buenos Aires (FADU). Desde 2009, começa a trabalhar em cenografia em diferentes teatros: Complexo de Teatro de Buenos Aires, Teatro Nacional Cervantes, Teatro Colón, Argentino de La Plata, Coliseu, Lola Membrives, Maipo, Tabarís, Gran Rex, Liceo e outros teatros do circuito Independente.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Paulo São Paulo