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PRONAC 202759Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Emprete(ser)-se

TRANSITORIA PRODUCOES ARTISTICAS & COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 247,0 mil
Aprovado
R$ 247,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2021-08-02
Término
2021-12-12
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Emprete(ser)se é um experimento teatral que compõe uma sequência de espetáculos sobre o empoderamento da mulher e do homem negro. O presente projeto busca a viabilização da montagem do espetáculo para estreia e temporada. A pesquisa busca a valorização da cultura periférica, tendo como principal vertente a cultura dos subúrbios. O projeto, com ênfase nas artes cênicas, abrange também artes visuais, música e dança. Tal pesquisa visa criar um espetáculo cujo processo de criação se utilizará de elementos da cultura de periferia, buscando uma aculturação em poética cênica de aspectos oriundos dos subúrbios. Trata-se de discutir sobre as reais circunstâncias que permeiam a questão da Negritude e do Teatro Negro e constituir um pensamento crítico sobre o tema. E ainda traz contrapartidas sociais que envolvem trabalho de mediação cultural e oficina de dramaturgia para a comunidade.

Sinopse

O objetivo de realizar essas atividades com a comunidade é compartilhar a pesquisa deste projeto, que leva em conta uma releitura da relação palco/plateia. Além disso, objetivamos agregar à montagem sensações e experiências produzidas pelos participantes a partir do contato com o tema da peça. Dessa forma colocamos a montagem deste espetáculo em diálogo com a comunidade curitibana através de suas referências e influências. PRODUTO: PEÇA TEATRAL - SINOPSE São 05 intépretes-criadores que recebem o público na sala principal do teatro. Percorrem por entre a cultura da periferia e ancestralidade. O que é tudo isso? Perguntam. O que é favela? Em cada segundo de nossas grandes e pequenas experiências de vida? Os artistas repensam a sua própria existência. Onde começa o indivíduo e continua o artista? Onde continua o artista e se desequilibra o sentimento de ser indivíduo? O que se deseja, de verdade? O que se tem e não se sabe ou o que não se tem e, de verdade, nunca se terá? O que é preciso matar ou morrer para que o verdadeiro sentido da existência apareça limpo e claro? À medida que o espetáculo avança uma profunda poesia e beleza vai tomando conta da narrativa via questionamentos das próprias personas desmembrados pelos atores e atrizes, que, na mesma medida, misturam a própria experiência de vida e artística, com a obra e universo da sociedade brasileira. É quando a narrativa transita confortavelmente entre a mais pura poesia, a mais natural prosa e a força necessária. Haverá sim, um sentimento de repulsa ao preconceito, que será descontruído pelas palavras, pelas experiências dos discursos e do texto construído pelos criadores deste espetáculo. Naturalmente, a dramaturgia, indo e vindo à história dos artistas, sem preocupação com cronologia e muito menos com a lógica aristotélica, revela a literatura crua e poética da periferia, reflete sobre o sentimento de liberdade em qualquer tempo, particularmente no nosso; e termina contando ao público, via experiências pessoais e no contato com a arte afrobrasileira, a importância de estar ali, diante de uma plateia/outras pessoas, sendo artista/poeta e corajosos. As palavras não são mais do que sombras do verdadeiro sentimento que pode experimentar um indivíduo diante do outro. Somos todos testemunhas de uma trajetória dolorosa, incerta e desesperada; mas diante do artista ficamos todos em êxtase porque a beleza que nasce das suas palavras é o verdadeiro sentimento de epifania; o mesmo que dá à vida um significado maior. Diante da cultura periférica, a arte alcança a verdadeira humanidade. Classificação Indicativa Etária: LIVRE PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS/MEDIAÇÃO CULTURAL A mediação cultural, com as comunidades periféricas de Curitiba, tem por objetivo trabalhar a formação de plateia com interesse na temática abordada pelo espetáculo para que se gere identificação e se possa dar voz e visibilidade a esse mesmo público alvo. Os participantes serão envolvidos diretamente no processo e absorvendo a construção deste espetáculo em todas as suas fases. Resignificando o uso da cidade para a realidade das periferias e de extrapolar o espaço da ação, saindo do edifício teatral, trataremos o espaço dos subúrbios como lugar, onde encontraremos histórias e sensações necessárias para a criação de personagens, usando a cidade também como "sala de ensaio". É da apropriação desses lugares e do deslocamento do corpo dos intérpretes que chegaremos a informações para a construção de um texto e de uma obra artística experimental que traduza o processo. A história das pessoas que ali vivem que por ali passam e também de suas relações com esses lugares SERVIÇOMediação Teatral "A periferia em cena"Carga horária: 6 (seis) horasQuem pode participar: fechado com comunidades periféricas a ser mapeadas pelo espetáculo.GRATUITOLocal: à definir Vagas: 110 Classificação Indicativa Etária: LIVRE PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS/OFICINA DRAMATURGICA Estabelecer um diálogo entre teatro e periferia fazendo uso do deslocamento do corpo do ator por diversos lugares da cidade como processo de criação de personagens. É esta memória que nos interessa como processo de criação de uma dramaturgia e de uma obra artística no diálogo entre teatro e cidade. A memória que fica cravada no corpo do ator a partir de suas vivências, de sua apropriação de uma história, ou de fatos importantes para um coletivo que, muitas vezes, não temos tempo, método nem disponibilidade para percebermos. É com esse foco que trabalharemos a oficina de dramaturgia. SERVIÇOOficina "A voz dos subúrbios na Dramaturgia"Carga horária: 9 (nove) horas / dividas em três diasQuem pode participar: Aberta ao público em geralGRATUITOLocal: Espaço cedido Classificação Indicativa Etária: LIVRE Vagas: 20

Objetivos

Objetivo geral: - Apresentar 01 espetáculo teatral intitulado: EMPRETE(SER)-SE voltado para a cultura periféria, mais especificamente a dos suburbios proporcionando ao público uma experiência teatral distinta através da encenação de uma diretora convidada; Objetivos específicos: - Realizar 15 apresentações teatrais do espetáculo produzido; - Promover 01 oficina dramatúrgica em contrapartida para a comunidade; - Realizar 01 trabalho de mediação cultural nas apresentações; - A partir do trabalho do intérprete-criador, com foco no processo colaborativo, investigar os modos de conhecimento pertinentes ao Teatro Negro; - Contribuir para a consciência crítica do espectador-interlocutor sobre a representatividade da negritude nas Artes Cênicas; - Promover 01 (um) laboratório de investigação cênica sobre periferia e teatro ritual; - Pesquisar as narrativas das favelas e a sua influência como provocação artística; - Apontar elos entre o encontro do indivíduo e a sua ancestralidade e suas reverberações; - Discutir o papel do artista negro e a contemporaneidade; - Refletir sobre a negritude no teatro; - Promover a cultura popular nacional; - Ampliar o alcance do público aos movimentos de cultura periférica de Curitiba; - Ocupação do espaço cênico em toda sua potencialidade; - Realizar um intercâmbio entre artistas locais curitibanos com uma artista de renome na cena teatral carioca, promovendo a interação entre as manifestações populares de periferia e tradição como a afro-brasileira; - Proporcionar um espetáculo multi áreas, apresentando além de teatro um maior número de manifestações artísticas, como dança/música/artes visuais em um único espetáculo.

Justificativa

Toda essa organização dinâmica de elementos que formam o espetáculo se concretizará como uma cerimônia social, ou um ritual social, quando o trabalho for colocado em presença do público. É neste momento, a exposição ao público, onde tudo o que foi apresentado até aqui quanto ao que o espetáculo quer transmitir será então posto a prova. E se quer com este projeto ir além. É notório e sabido que o espaço do Teatro convencional em Curitiba já tem o seu público cativo e que, de certa forma, restringe-se, também enquanto público, a própria classe teatral curitibana, o artista prestigiando o artista, por isso realizar o projeto Emprete(ser) se é uma excelente oportunidade de ampliar o acesso a diferentes públicos no espaço. É proporcionar aos movimentos populares acesso a um espaço considerado elitizado em meio às mesmas produções. É promover uma formação de plateia que traga para o teatro, também, classes não tão privilegiadas da sociedade. Um espetáculo que privilegie o tema abordado, como a cultura de periferia, e em todos os elementos que percorrem a montagem se mostra com um repertório que permite a participação efetiva do público na construção de um pensamento crítico, relacionando questões sociais do nosso tempo. Nesse sentido, podemos usufruir uma dinâmica de grupo onde a discussão e a busca do fazer teatral estejam comprometidos com essa qualidade proposta, onde a seriedade esteja representada na relação entre a direção e a atuação, a linha mais forte para que isso aconteça. Brook (1999, p.38) completa: "o ator possui um extraordinário potencial para criar vínculos entre a sua imaginação e a do público, fazendo com que um objeto banal possa transformar-se num objeto mágico". Pretende-se aqui tornar o espectador parte das ações do espetáculo e fazê-lo participar como cúmplice, fazendo com que as informações mostradas em cada cena sejam mais que uma simples demonstração de virtuosismo, mas sim, que o espetáculo consiga agir de forma a mostrar ao público todo o aprofundamento dos questionamentos abordados no processo de montagem. Participação física do público é o que se quer com esse projeto, como participar da cena estando dentro dela, interferindo na encenação e transformando a ação, e que isso possa ser uma comunhão entre público e artista. Através desta investigação, este projeto pretende contribuir na construção de uma sociedade pensada e estabelecida igualmente por todos que nela estejam. A apresentação do espetáculo tem como objetivo a difusão do conhecimento cultural adquirido com o estudo, a pesquisa e a montagem, numa integração com a comunidade. Não podemos deixar de citar o espírito experimental do projeto, espírito este que encontra eco junto aos princípios e valores éticos da Secretaria de Cultura, que através de diversos mecanismos de incentivo à cultura, promove fomento a uma produção cultural desvinculada dos valores mercantis da indústria cultural na construção de uma visão de mundo mais autônoma e menos submissa. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Acessibilidade

O teatro possui amplo respaldo em suprir as necessidades de idosos, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida para a fruição de todas as apresentações do espetáculo Emprete(ser)-se. Nosso projeto contempla: - Rampas de acesso e banheiro adaptado. - Ônibus com acessibilidade. - Reserva de 3 lugares com espaço para pessoas em cadeira de rodas em cada sessão de apresentação artística. - Reserva de 1 assento para pessoas com mobilidade reduzida em cada sessão de apresentação artística. - Reserva de 1 assento para pessoas obesas em cada sessão de apresentação artística. - Disponibilizar cadeiras comuns aos acompanhantes das pessoas que fazem uso de cadeira de rodas, bem como àqueles com outras deficiências ou mobilidade reduzida. PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas de acesso, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL/MEDIAÇÃO CULTURAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas de acesso, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL/OFICINA ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas de acesso, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral.

Democratização do acesso

O processo colaborativo de criação do espetáculo Emprete(ser)-se busca a integração da comunidade para o desenvolvimento do trabalho artístico. Através de uma investigação cênica, este projeto pretende contribuir na construção de uma sociedade pensada e estabelecida igualmente por todos que nela estejam. A apresentação e o resultado final do espetáculo têm como objetivo a difusão do conhecimento cultural adquirido com o estudo, a pesquisa e a montagem, numa integração com a comunidade. Não podemos deixar de citar o espírito experimental do projeto, onde encontramos amplo espaço para a contribuição em questões favoráveis à democratização de acesso, sendo uma das principais delas a necessidade de formação de público na cidade. Listamos aqui nossas ações para a democratização de acesso: PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. - Doar 30% dos ingressos disponíveis do espetáculo a escolas públicas de ensino médio e associações comunitárias da periferia de Curitiba; - Disponibilizar na internet os registros existentes dos espetáculos, exposição e shows.- Permitir a captação de imagens das atividades e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS. A democratização de acesso do espetáculo Emprete(ser)-se será realizada em duas etapas: 01 (um) trabalho de mediação cultural intitulado "A periferia em cena" e 01 (uma) oficina aberta à comunidade ministrada pela diretora do espetáculo, a carioca Tatiana Tibúrcio.

Ficha técnica

Proponente/dirigente: Thiago Inácio da Silva Função: Ator do espetáculo de artes cênicas, Coordenador geral, Produtor executivo e oficineiro - Trabalho remunerado. Thiago Inácio - Possui formação acadêmica em Bacharelado em Comunicação Social - Jornalismo pelas Faculdades Integradas do Brasil – Unibrasil (2006) e em Artes Cênicas – Bacharelado em Interpretação pela Faculdade de Artes do Paraná – FAP (2010). Realizou o curso de Especialização em Políticas e Gestão Cultural da Universidade de Girona (Espanha) e Itaú Cultural em São Paulo no ano de 2014/2015. É integrante-fundador da Companhia Transitória de Curitiba. É responsável pela criação e curadoria da Mostra Coletivo de Pequenos Conteúdos em sete edições (2009 a 2019). Foi Delegado Setorial da Área de Teatro nas consultas públicas da implementação do Sistema Municipal de Cultura de Curitiba no processo de adequação ao Sistema Nacional de Cultura e gestor de projetos para a Fundação Cultural de Curitiba – Instituição Pública de Cultura. Em 2015 foi parecerista técnico da área de Artes Cênicas (Teatro - Dança - Ações de capacitação e treinamento de pessoal) para análise de projetos da Lei Rouanet do Ministério da Cultura. Produziu em 2016 o show de abertura do Festival de Teatro de Curitiba com a artista Maria Bethânia na apresentação do trabalho "Bethânia e as Palavras" e também os espetáculos da Mostra Oficial no espaço Teatro Ópera de Arame. Em 2017, ainda pela Mostra Oficial do Festival de Teatro de Curitiba, foi o produtor do espaço Auditório Salvador de Ferrante – Guairinha. Foi o proponente do Projeto Macumba, projeto de Artes Integradas contemplado com o Bolsa Funarte de Fomento ao Artista e Produtores Negros 2014 que originou o espetáculo “Macumba: Uma gira sobre poder” também contemplado com o 4º Prêmio Expressões Culturais Afro- Brasileiras – Prêmio Afro, prêmio nacional que valoriza a cultura afro brasileira. Proponente/dirigente: Erick Alessandro Herculano da Silva Função: Ator do espetáculo de artes cênicas, Diretor de produção, Diretor musical e Coordenador técnico - Trabalho remunerado. Erick Herculano - De 2002 a 2005 foi integrante do grupo de teatro Casa Dourada, passando nos anos seguintes a desenvolver trabalhos com a Cia. Metáfora, Cia. Máscaras e M.R.G. Produções Artísticas. Ao longo de 18 anos de carreira como ator, já realizou 60 espetáculos, dentre amadores e profissionais. Entre seus trabalhos destacam-se "Nossa Cidade" com direção de Marino Jr., "A falecida" de Nelson Rodrigues com direção de Paulinho Maia, "Flicts" do diretor Edson Bueno, "Para Poe" contemplado pelo "Prêmio Funarte de teatro Myriam Muniz" tendo seu desenvolvimento a partir de um processo colaborativo com a Companhia Transitória a qual é sócio e integrante desde o ano de 2012, onde idealizou inúmeras produções ao longo deste período. Ainda como diretor musical do espetáculo “Macumba – Uma gira sobre poder” com direção de Fernanda Júlia do N.A.T.A. (Núcleo Afrobrasileiro de Teatro de Alagoinhas). Ainda na área das artes cênicas, realiza desde o ano de 2015 até a atualidade, oficinas voltadas as aplicações das técnicas práticas e teóricas do teatro do oprimido de Augusto Boal, para jovens, adultos e idosos residentes em bairros da periferia de Curitiba, bem como em cidades de sua região metropolitana. Cursa Licenciatura em artes visuais pela UNINTER, tendo sua conclusão em andamento. Tatiana Tibúrcio da Silva Função: Diretora artística do espetáculo de artes cênicas e Oficineira – Trabalho remunerado. Tatiana Tibúrcio - Formada pela ETMP, Escola de Teatro Martins Pena. Integrou durante quatro anos a Cia dos Comuns atuando em espetáculos como RODA DO MUNDO, CANDACES – A RECONSTRUÇÃO DO FOGO e BAKULO – OS BEM LEMBRADOS - JÚLIA, de Cristiane Jathay. Foi integrante do AMOK TEATRO no espetáculo SALINA – A ÚLTIMA VÉRTEBRA pelo qual foi indicada ao PRÊMIO SHELL DE MELHOR ATRIZ 2015, e vencedora do prêmio QUESTÃO DE CRÍTICA 2016 na categoria direção de movimento/coreografia. Jesuina Aparecida Costa Função: Atriz do espetáculo de artes cênicas - Trabalho remunerado. Geisa Costa – Em 1983 iniciou no teatro com o Curso livre da Secretaria de Cultura de Londrina. Estreou no Grupo Delta de Londrina, com o espetáculo Gota D’agua – De Chico Buarque, com direção de Jose Antônio Teodoro, estreando em seguida com Toda Nudez será Castigada, de Nelson Rodrigues (1984/1987). Em Curitiba desde 1994, Teatro de comédias do Paraná e Teatro Guaíra. Atuou nos espetáculos: ‘O Guerrilheiro da Inconfidência’, com direção de Lutero Almeida, ‘O Eterno Retorno do Cavaleiro Solitário’, com direção de Hugo Mengarelli, ‘Ópera Aída’ e ‘Ópera Colombo’, Ópera Pop Negra, com direção de Isidoro Diniz, entre outros. Os últimos trabalhos em teatro: Primavera leste Cia Minha Nossa Direção de Dimis Soares 2018 e Bumbando na congada, Espetáculo musical dirigido por Itaercio Rocha, 2015. Em 2002 Conquistou o prêmio Gralha Azul de melhor atriz coadjuvante pelo espetáculo “A Casa do Terror 4′, dirigida por João Luiz Fiani. Em 2010 Prêmio gralha azul de melhor atriz coadjuvante por ‘Risos e Lágrimas’ – A vida de Lala Schneider (a dama do teatro paranaense), interpretando Odelair Rodrigues. Indicada para o prêmio FIESP de melhor atriz Coadjuvante: Pela participação no Filme Besouro. Cleonize Fagundes de Oliveira Função: Atriz do espetáculo de artes cênicas - Trabalho remunerado. Cleo Cavalcantty - Nascida em Barbacena/Minas Gerais, Cleo Cavalcantty iniciou sua formação na Cal, Curso de artes de Laranjeiras/RJ com o ator e diretor Sérgio Brito. Participou no Grupo de teatro mineiro Sinal de Alerta e logo em seguida ingressou ao GPAC- Grupo de pesquisas em artes cênicas da Universidade Federal de São João del Rey/MG. Em 2003, retornou à sua cidade natal, onde ingressou no conceituado grupo mineiro Ponto de Partida, onde participou do chamado “Casa de arte e ofício” que consistiu na formação oferecida em tempo real na atuação e produção de um grande grupo em exercício. Teve formação com Fernanda Montenegro, Sérgio Brito, Bia Bedran, Bia Lessa, Nelson Xavier, Roberto Bontempo, Gabriel Vilela, e musicalmente, Lô Borges, Ian Guest, Babaya e Milton Nascimento. Em 2006, mudou-se para Curitiba, onde fundou a Cia Girolê produções artísticas com foco na narração oral - juntamente com Luana Godin e Caroline Casagrande, cia na qual permanece até hoje. Loara Gonçalves Função: Atriz do espetáculo de artes cênicas - Trabalho remunerado. Loara Gonçalves - Atriz, produtora e também investigadora das artes cênicas. Tendo iniciado suas atividades em 2007, hoje soma mais de 70 espetáculos em seu currículo artístico. Formada como atriz pelo Núcleo de Profissionalização Teatral (NPT) em 2011, Curitiba. Participou de grandes eventos culturais, incluindo 08 Festivais de Teatro de Curitiba, Virada Cultural, Projetos da Conta Cultura, Lei Rouanet e Projeto do Ministério da Cultura. Atualmente conduz suas investigações teatrais através do FUNÂMBULA Coletivo de Artes e Coletivo Negro não Nego, onde é a responsável pelos projetos culturais, assinando direção, dramaturgia e atuando. Assistente de produção – A contratar. Assistente de direção – A contratar. Cenotécnico – A contratar. Contra-regra – A contratar. Dramaturgista – A contratar. Figurinista – A contratar. Iluminador – A contratar. Operador de luz – A contratar. Operador de som – A contratar. Advogado – A contratar. Contador – A contratar.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.